tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu co
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tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu começo a chorar e simplesmente não consigo parar, por mais que eu queira. consigo falar sobre com qualquer pessoa menos com ele. sinto que cada vez mais isso vai ficando maior pois não consigo colocar pra fora na frente dele, tem algo que possa me ajudar?
Olá! Eu imagino que seu pai represente uma figura de autoridade muito importante para você, mas para mim ficou em aberto ainda algumas questões… você deseja falar com ele sobre algo específico? Ou conversar com ele da mesma maneira que conversa com as outras pessoas?
De qualquer forma, vale refletir que talvez mais importante do que falar com ele, perceber primeiramente o que ele causa em você, como sentimento de inferioridade, dificuldade de ter seus sentimentos validados ou compreendidos por ele, medo de julgamento, e por aí vai. Todas estas questões podem ser cuidadas em um ambiente seguro como a psicoterapia!
Espero que fique bem!
Me coloco à disposição, um beijo
De qualquer forma, vale refletir que talvez mais importante do que falar com ele, perceber primeiramente o que ele causa em você, como sentimento de inferioridade, dificuldade de ter seus sentimentos validados ou compreendidos por ele, medo de julgamento, e por aí vai. Todas estas questões podem ser cuidadas em um ambiente seguro como a psicoterapia!
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Chorar diante dele, sem conseguir conter, não é fraqueza é o corpo dizendo o que a mente ainda não conseguiu traduzir em palavras. O choro é, muitas vezes, a linguagem de algo que foi engolido por anos: frustrações, ausências, expectativas não correspondidas, sentimentos que nunca tiveram espaço para existir com segurança.
Quando você tenta falar e as lágrimas vêm, o que está acontecendo é um encontro com uma parte muito antiga de si mesmo, aquela que um dia tentou se expressar e talvez não tenha sido ouvida, acolhida ou compreendida. Por isso, cada tentativa desperta não apenas a dor do presente, mas a de todas as vezes em que você precisou se calar.
Do ponto de vista psicanalítico, essa dificuldade não é um obstáculo, é uma chave. Ela aponta para um vínculo emocional ainda vivo um laço que precisa ser simbolizado, elaborado e compreendido. E isso só acontece num espaço onde você possa, aos poucos, se escutar sem medo de quebrar, sem precisar conter o que transborda.
A psicoterapia pode te ajudar justamente nisso: a dar forma e sentido ao que hoje aparece como lágrima, para que, no seu tempo, você consiga encontrar uma nova maneira de se relacionar com essa figura paterna e, principalmente, com a parte de você que ainda busca esse encontro.
É um processo de cura silenciosa e profunda. Na terapia, não se trata de forçar a fala, mas de criar um espaço onde ela possa nascer naturalmente, quando você se sentir pronto(a).
Se você sente que essa dor tem crescido e já não cabe mais no silêncio, eu te convido a iniciar esse processo comigo. Juntos, podemos compreender o que essas lágrimas tentam dizer, cuidar da história que está por trás delas e transformar esse vínculo não para mudar o passado, mas para libertar o seu presente.
Às vezes, o que você não consegue dizer diante do outro é exatamente o que mais precisa ser escutado dentro de si.
Quando você tenta falar e as lágrimas vêm, o que está acontecendo é um encontro com uma parte muito antiga de si mesmo, aquela que um dia tentou se expressar e talvez não tenha sido ouvida, acolhida ou compreendida. Por isso, cada tentativa desperta não apenas a dor do presente, mas a de todas as vezes em que você precisou se calar.
Do ponto de vista psicanalítico, essa dificuldade não é um obstáculo, é uma chave. Ela aponta para um vínculo emocional ainda vivo um laço que precisa ser simbolizado, elaborado e compreendido. E isso só acontece num espaço onde você possa, aos poucos, se escutar sem medo de quebrar, sem precisar conter o que transborda.
A psicoterapia pode te ajudar justamente nisso: a dar forma e sentido ao que hoje aparece como lágrima, para que, no seu tempo, você consiga encontrar uma nova maneira de se relacionar com essa figura paterna e, principalmente, com a parte de você que ainda busca esse encontro.
É um processo de cura silenciosa e profunda. Na terapia, não se trata de forçar a fala, mas de criar um espaço onde ela possa nascer naturalmente, quando você se sentir pronto(a).
Se você sente que essa dor tem crescido e já não cabe mais no silêncio, eu te convido a iniciar esse processo comigo. Juntos, podemos compreender o que essas lágrimas tentam dizer, cuidar da história que está por trás delas e transformar esse vínculo não para mudar o passado, mas para libertar o seu presente.
Às vezes, o que você não consegue dizer diante do outro é exatamente o que mais precisa ser escutado dentro de si.
Olá, boa tarde.
Diria que a terapia por exposição poderia te ajudar. Ela funciona da seguinte forma: vamos colocar o estímulo do seu pai cada vez mais próximo de você. Vamos começar talvez com uma caricatura dele enquanto você fala sobre o que precisa dizer a ele. Depois fazemos essa mesma atividade com uma foto borrada, depois uma foto nítida dele. Depois um vídeo e por aí vai.
Importante de citar que a terapia por exposição é apenas para ser feita por psicólogos. Caso tenha interesse, recomendo que procure um para poder aplicar em vocÊ.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Diria que a terapia por exposição poderia te ajudar. Ela funciona da seguinte forma: vamos colocar o estímulo do seu pai cada vez mais próximo de você. Vamos começar talvez com uma caricatura dele enquanto você fala sobre o que precisa dizer a ele. Depois fazemos essa mesma atividade com uma foto borrada, depois uma foto nítida dele. Depois um vídeo e por aí vai.
Importante de citar que a terapia por exposição é apenas para ser feita por psicólogos. Caso tenha interesse, recomendo que procure um para poder aplicar em vocÊ.
Espero ter ajudado, grande abraço.
O que você descreve indica um bloqueio emocional ligado a experiências antigas não resolvidas na relação com seu pai. Isso é comum quando há dor, frustração ou medo acumulados, e o corpo reage automaticamente (choro, travamento) como uma forma de proteção.
Algumas estratégias que podem ajudar: Escrever o que sente, colocar no papel o que gostaria de dizer a ele ajuda a liberar parte da emoção e organizar os pensamentos antes de tentar conversar.
Treinar pequenos passos, às vezes, começar com conversas neutras, curtas e sem carga emocional ajuda o corpo a se acostumar com a presença e o contato.
Respiração e regulação emocional, antes de tentar conversar, pratique respirações lentas e profundas para acalmar o corpo e evitar que o choro tome o controle.
Mas o ponto principal é: não tente resolver isso sozinha. Esse tipo de bloqueio geralmente se dissolve com o suporte de um terapeuta que ajude a ressignificar a relação e a liberar o que foi reprimido.
Terapia individual, especialmente com um psicólogo de abordagem terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou terapia focada em emoções. Isso ajudará a identificar o que esse bloqueio representa.
Algumas estratégias que podem ajudar: Escrever o que sente, colocar no papel o que gostaria de dizer a ele ajuda a liberar parte da emoção e organizar os pensamentos antes de tentar conversar.
Treinar pequenos passos, às vezes, começar com conversas neutras, curtas e sem carga emocional ajuda o corpo a se acostumar com a presença e o contato.
Respiração e regulação emocional, antes de tentar conversar, pratique respirações lentas e profundas para acalmar o corpo e evitar que o choro tome o controle.
Mas o ponto principal é: não tente resolver isso sozinha. Esse tipo de bloqueio geralmente se dissolve com o suporte de um terapeuta que ajude a ressignificar a relação e a liberar o que foi reprimido.
Terapia individual, especialmente com um psicólogo de abordagem terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou terapia focada em emoções. Isso ajudará a identificar o que esse bloqueio representa.
Quando se trata de uma relação família, não estamos lidando só com a pessoa real, mas com tudo o que ele representa: reconhecimento, pertencimento, autoridade. Talvez, por isso, diante dele, o corpo reage antes das palavras, o choro aparece como se fosse a única forma possível de expressar tudo o que ficou guardado ao longo da vida. Com outras pessoas você consegue falar, mas com ele não, talvez porque é justamente ele quem toca num ponto muito profundo da sua história, num lugar onde ainda falta palavra e sobra sentimento.
O que você sente não vai diminuir guardando ou forçando uma conversa enquanto isso ainda não estiver elaborado. Um espaço de fala pode te ajudar a transformar esse choro em palavra, a entender o que dói tanto aí e a separar quem é o seu pai hoje daquilo que ele representou na sua formação. Não é “criar coragem”, é construir, aos poucos, condições internas para que a conversa com ele deixe de ser uma ferida aberta e se torne um ato possível.
O que você sente não vai diminuir guardando ou forçando uma conversa enquanto isso ainda não estiver elaborado. Um espaço de fala pode te ajudar a transformar esse choro em palavra, a entender o que dói tanto aí e a separar quem é o seu pai hoje daquilo que ele representou na sua formação. Não é “criar coragem”, é construir, aos poucos, condições internas para que a conversa com ele deixe de ser uma ferida aberta e se torne um ato possível.
Olá. Obrigado por compartilhar algo tão íntimo e difícil.
O que você descreve é mais comum do que imagina e pode apontar para uma dor profunda e antiga. Seu relato dá indícios de que a relação com seu pai não é só 'um problema', mas um núcleo importante da sua história emocional.
O fato de o choro surgir exclusivamente com ele é importante. Do ponto de vista da psicanálise, esse choro não é apenas uma tristeza, mas sim uma forma de comunicação que seu corpo e sua mente encontraram para expressar algo que as palavras, por enquanto, não conseguem. Pode ser uma raiva imensa, uma ferida de rejeição, um luto por uma relação desejada, ou sentimentos tão complexos que ainda não têm nome. São conteúdos inconscientes que buscam uma saída, e a encontram no choro.
A psicoterapia de orientação psicanalítica pode ajudar justamente nisso: não para "parar de chorar" ou simplesmente "colocar para fora", mas para, em um ambiente de escuta seguro e sem julgamentos, construir as palavras que faltam. Assim, na psicoterapia você pode investigar a história da sua relação com seu pai, entender o lugar que ele ocupa na sua vida psíquica e, aos poucos, dar significado a essa reação emocional tão intensa, a fim de produzir uma forma menos paralisante e mais livre para lidar com essa questão.
Espero tê-la ajudado a lançar um novo olhar sobre o que está acontecendo. Fique bem.
O que você descreve é mais comum do que imagina e pode apontar para uma dor profunda e antiga. Seu relato dá indícios de que a relação com seu pai não é só 'um problema', mas um núcleo importante da sua história emocional.
O fato de o choro surgir exclusivamente com ele é importante. Do ponto de vista da psicanálise, esse choro não é apenas uma tristeza, mas sim uma forma de comunicação que seu corpo e sua mente encontraram para expressar algo que as palavras, por enquanto, não conseguem. Pode ser uma raiva imensa, uma ferida de rejeição, um luto por uma relação desejada, ou sentimentos tão complexos que ainda não têm nome. São conteúdos inconscientes que buscam uma saída, e a encontram no choro.
A psicoterapia de orientação psicanalítica pode ajudar justamente nisso: não para "parar de chorar" ou simplesmente "colocar para fora", mas para, em um ambiente de escuta seguro e sem julgamentos, construir as palavras que faltam. Assim, na psicoterapia você pode investigar a história da sua relação com seu pai, entender o lugar que ele ocupa na sua vida psíquica e, aos poucos, dar significado a essa reação emocional tão intensa, a fim de produzir uma forma menos paralisante e mais livre para lidar com essa questão.
Espero tê-la ajudado a lançar um novo olhar sobre o que está acontecendo. Fique bem.
Olá, tudo bem?
O que você descreve é muito mais comum do que parece. Quando há uma história de conflitos ou mágoas acumuladas com uma figura importante, como o pai, o corpo pode reagir de forma intensa ao simples contato ou tentativa de diálogo. Mesmo que, racionalmente, você queira resolver a situação. O choro nesse caso não é fraqueza, mas um sinal de sobrecarga emocional: é como se o organismo entrasse em modo de defesa antes mesmo que você consiga se expressar.
Essa reação está ligada a mecanismos automáticos do sistema nervoso e costuma ser reforçada por anos de experiências dolorosas não elaboradas. Por isso, é comum que você consiga falar sobre o tema com outras pessoas, mas travar diante dele, onde a emoção é mais direta e antiga.
Algumas estratégias que podem ajudar:
Psicoterapia: um espaço seguro para elaborar as emoções reprimidas, identificar gatilhos e desenvolver recursos para lidar com a situação. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e abordagens baseadas em regulação emocional têm ótimos resultados.
Treino de exposição gradual: começar a falar sobre o tema de maneira indireta (como escrever uma carta que não será entregue) ajuda a dessensibilizar o sistema emocional.
Técnicas de regulação emocional, como respiração diafragmática ou grounding (ancoragem no presente), podem ser aplicadas antes e durante as tentativas de conversa.
Aceitação do ritmo: nem sempre a cura vem através da conversa direta. Às vezes, o primeiro passo é curar internamente a dor e os ressentimentos para, só depois, tentar o diálogo.
O mais importante é entender que esse bloqueio não é falta de coragem, mas um reflexo de dor acumulada que precisa ser cuidada com acolhimento e paciência.
Um grande abraço. Espero ter ajudado. Se quiser trabalhar essas emoções e fortalecer seu equilíbrio para lidar com essa relação, a psicoterapia pode ser um excelente caminho. Conte comigo.
O que você descreve é muito mais comum do que parece. Quando há uma história de conflitos ou mágoas acumuladas com uma figura importante, como o pai, o corpo pode reagir de forma intensa ao simples contato ou tentativa de diálogo. Mesmo que, racionalmente, você queira resolver a situação. O choro nesse caso não é fraqueza, mas um sinal de sobrecarga emocional: é como se o organismo entrasse em modo de defesa antes mesmo que você consiga se expressar.
Essa reação está ligada a mecanismos automáticos do sistema nervoso e costuma ser reforçada por anos de experiências dolorosas não elaboradas. Por isso, é comum que você consiga falar sobre o tema com outras pessoas, mas travar diante dele, onde a emoção é mais direta e antiga.
Algumas estratégias que podem ajudar:
Psicoterapia: um espaço seguro para elaborar as emoções reprimidas, identificar gatilhos e desenvolver recursos para lidar com a situação. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e abordagens baseadas em regulação emocional têm ótimos resultados.
Treino de exposição gradual: começar a falar sobre o tema de maneira indireta (como escrever uma carta que não será entregue) ajuda a dessensibilizar o sistema emocional.
Técnicas de regulação emocional, como respiração diafragmática ou grounding (ancoragem no presente), podem ser aplicadas antes e durante as tentativas de conversa.
Aceitação do ritmo: nem sempre a cura vem através da conversa direta. Às vezes, o primeiro passo é curar internamente a dor e os ressentimentos para, só depois, tentar o diálogo.
O mais importante é entender que esse bloqueio não é falta de coragem, mas um reflexo de dor acumulada que precisa ser cuidada com acolhimento e paciência.
Um grande abraço. Espero ter ajudado. Se quiser trabalhar essas emoções e fortalecer seu equilíbrio para lidar com essa relação, a psicoterapia pode ser um excelente caminho. Conte comigo.
É comum que, quando há uma história emocional intensa com um familiar, especialmente com o pai, o corpo reaja antes da razão por isso o choro acontece mesmo quando você quer conversar. Não significa fraqueza, mas sim que existe algo importante ali.
Uma estratégia inicial é não tentar ter “a conversa completa” de imediato. Pode ajudar escrever o que você gostaria de dizer, ou até ensaiar falando sozinha antes. Em alguns casos, começar dizendo apenas: “Falar disso é difícil pra mim” já é um passo. Trabalhar a regulação emocional (como respiração lenta e pausas) também facilita sustentar o diálogo.
Na terapia, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental, é possível identificar os gatilhos emocionais envolvidos, fortalecer seus recursos internos e construir uma forma de comunicação que não te sobrecarregue. Se isso estiver trazendo sofrimento ou afetando outras áreas da sua vida, é indicado procurar um profissional especializado para acompanhar esse processo.
Uma estratégia inicial é não tentar ter “a conversa completa” de imediato. Pode ajudar escrever o que você gostaria de dizer, ou até ensaiar falando sozinha antes. Em alguns casos, começar dizendo apenas: “Falar disso é difícil pra mim” já é um passo. Trabalhar a regulação emocional (como respiração lenta e pausas) também facilita sustentar o diálogo.
Na terapia, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental, é possível identificar os gatilhos emocionais envolvidos, fortalecer seus recursos internos e construir uma forma de comunicação que não te sobrecarregue. Se isso estiver trazendo sofrimento ou afetando outras áreas da sua vida, é indicado procurar um profissional especializado para acompanhar esse processo.
O que você descreve mostra o quanto essa relação com seu pai está carregada de sentimentos profundos que talvez nunca tenham encontrado espaço para serem expressos. O choro que surge diante dele não é fraqueza; é o corpo tentando dizer aquilo que as palavras ainda não conseguem.
Na psicanálise, entendemos que algumas emoções ficam “presas” quando não puderam ser escutadas ou simbolizadas no passado. Falar sobre isso em um processo terapêutico pode ajudá-lo a compreender o que se repete nesse vínculo, dar sentido a essa dor e, pouco a pouco, possibilitar que a palavra tome o lugar do choro.
O caminho não é conter a emoção, mas entender o que ela quer comunicar. Esse é um trabalho possível e transformador quando feito em análise.
Na psicanálise, entendemos que algumas emoções ficam “presas” quando não puderam ser escutadas ou simbolizadas no passado. Falar sobre isso em um processo terapêutico pode ajudá-lo a compreender o que se repete nesse vínculo, dar sentido a essa dor e, pouco a pouco, possibilitar que a palavra tome o lugar do choro.
O caminho não é conter a emoção, mas entender o que ela quer comunicar. Esse é um trabalho possível e transformador quando feito em análise.
Dificuldades em relacionamentos são muito comum e ,normalmente, mais difíceis em relacionamentos íntimos, pois envolvem questões que geram muita emoção. Como cada situação tem sua própria história e diferentes envolvidos não cabe uma mesma forma de lidar para todos os casos. É importante saber qual a é dificuldade, os fatores envolvidos, os recursos de cada um para lidar com a situação, etc. Um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança , pode te ajudar.
Oi! Imagino como é difícil lidar com isso há tanto tempo... seria importantíssimo você iniciar um tratamento psicológico ou psicanalítico para te ajudar a refletir sobre toda essa relação. Na psicanálise, entendemos que algo dessa relação com o pai toca afetos antigos, inconscientes, e é justamente por isso que, diante dele, as palavras travam e as emoções tomam conta. O choro aparece como uma forma do corpo dizer o que ainda não encontra um "lugar".
O que pode ajudar é justamente dar espaço para esse afeto ser escutado e elaborado, sem precisar forçar o diálogo direto com ele agora.
Na análise, esse processo vai acontecendo aos poucos...você vai compreendendo o que essa relação desperta, quais sentimentos estão em jogo, e encontrando um modo mais livre e menos doloroso de se colocar diante dessa história. E, talvez, um dia, diante dele também. Fico à disposição caso queira agendar uma sessão comigo. Um abraço!
O que pode ajudar é justamente dar espaço para esse afeto ser escutado e elaborado, sem precisar forçar o diálogo direto com ele agora.
Na análise, esse processo vai acontecendo aos poucos...você vai compreendendo o que essa relação desperta, quais sentimentos estão em jogo, e encontrando um modo mais livre e menos doloroso de se colocar diante dessa história. E, talvez, um dia, diante dele também. Fico à disposição caso queira agendar uma sessão comigo. Um abraço!
Oi! Eu entendo como isso deve ser doloroso e frustrante, e é completamente normal se sentir assim diante de alguém que marcou sua vida desde sempre.
Quando falamos com nosso pai e sentimos que não conseguimos nos expressar, isso não é falta de força, mas sim uma reação emocional muito intensa que precisa de cuidado.
Uma estratégia que pode ajudar é começar escrevendo tudo que sente em um papel, como se estivesse falando com ele, sem se preocupar com julgamento.
Também pode ser útil praticar respiração profunda ou pequenas pausas antes e durante a conversa, para acalmar o corpo e a mente.
Treinar essas falas sozinho ou com alguém de confiança pode dar mais segurança aos poucos, sem pressão.
E, principalmente, buscar o apoio de um psicólogo será fundamental, ele pode te orientar para lidar com essa emoção intensa e encontrar formas de se expressar com mais tranquilidade.
Você não precisa enfrentar isso sozinho, pedir ajuda é um passo muito corajoso.
Quando falamos com nosso pai e sentimos que não conseguimos nos expressar, isso não é falta de força, mas sim uma reação emocional muito intensa que precisa de cuidado.
Uma estratégia que pode ajudar é começar escrevendo tudo que sente em um papel, como se estivesse falando com ele, sem se preocupar com julgamento.
Também pode ser útil praticar respiração profunda ou pequenas pausas antes e durante a conversa, para acalmar o corpo e a mente.
Treinar essas falas sozinho ou com alguém de confiança pode dar mais segurança aos poucos, sem pressão.
E, principalmente, buscar o apoio de um psicólogo será fundamental, ele pode te orientar para lidar com essa emoção intensa e encontrar formas de se expressar com mais tranquilidade.
Você não precisa enfrentar isso sozinho, pedir ajuda é um passo muito corajoso.
É compreensível que falar com seu pai desperte emoções tão intensas — isso indica o quanto essa relação tem peso na sua história e no seu repertório emocional. Na Análise do Comportamento, entendemos que essas reações são respostas aprendidas ao longo do tempo e podem ser trabalhadas.
A psicoterapia é o espaço ideal para compreender esses sentimentos, ressignificar experiências e desenvolver novas formas de lidar com elas.
Se desejar, podemos conversar e iniciar esse processo juntos.
A psicoterapia é o espaço ideal para compreender esses sentimentos, ressignificar experiências e desenvolver novas formas de lidar com elas.
Se desejar, podemos conversar e iniciar esse processo juntos.
Olá, como vai?
Nesse caso, eu sugiro que você procure por psicoterapia para compreender de onde vem a origem desse sentimento não nomeado, não elaborado que se apresenta como um sintoma ansioso. Com o passar do tempo, você vai realizar reflexões mais profundas e encontrar alguma resposta, e isso gerará alílívio e até mesmo uma nova relação com seu pai (se você quiser, claro).
Espero ter ajudado. Fico à disposição.
Nesse caso, eu sugiro que você procure por psicoterapia para compreender de onde vem a origem desse sentimento não nomeado, não elaborado que se apresenta como um sintoma ansioso. Com o passar do tempo, você vai realizar reflexões mais profundas e encontrar alguma resposta, e isso gerará alílívio e até mesmo uma nova relação com seu pai (se você quiser, claro).
Espero ter ajudado. Fico à disposição.
Olá, tudo bom? Acho importante salientar que sentimentos são importantes para entendermos o que é importante e o que devemos levar em consideração em nossas vidas. Sugiro que você tente fazer terapia para entender de onde está vindo essa reação e como lidar com ela, ok? Um(a) psicólogo vai poder te ajudar a entender essa história com seu pai e o que está acontecendo hoje que tem te feito agir assim.
O que você descreve é algo muito comum em relações familiares marcadas por histórias de tensão, mágoas antigas ou vínculos que não puderam se desenvolver de forma segura. Quando existe uma carga emocional muito grande associada a alguém — especialmente a figuras parentais — o corpo e a mente tendem a reagir de forma intensa, mesmo quando a pessoa racionalmente quer manter o controle.
O choro que vem “sem conseguir parar” não é fraqueza, e sim um sinal de que há emoções acumuladas que não encontraram espaço de expressão segura. Falar sobre o tema com outras pessoas costuma ser mais fácil justamente porque nelas não está implicado o mesmo peso afetivo.
O que pode te ajudar é iniciar um acompanhamento psicológico, onde seja possível compreender, de forma acolhedora e sem julgamento, o que essa relação representa emocionalmente para você — e gradualmente aprender maneiras mais seguras de se posicionar e se expressar diante do seu pai.
O processo terapêutico não muda o outro, mas pode mudar profundamente como você se relaciona com a história, com seus sentimentos e com seus limites.
O choro que vem “sem conseguir parar” não é fraqueza, e sim um sinal de que há emoções acumuladas que não encontraram espaço de expressão segura. Falar sobre o tema com outras pessoas costuma ser mais fácil justamente porque nelas não está implicado o mesmo peso afetivo.
O que pode te ajudar é iniciar um acompanhamento psicológico, onde seja possível compreender, de forma acolhedora e sem julgamento, o que essa relação representa emocionalmente para você — e gradualmente aprender maneiras mais seguras de se posicionar e se expressar diante do seu pai.
O processo terapêutico não muda o outro, mas pode mudar profundamente como você se relaciona com a história, com seus sentimentos e com seus limites.
O que você descreve parece envolver sentimentos intensos e antigos que emergem quando tenta se aproximar do seu pai. É compreensível que isso cause sofrimento e dificuldade em se expressar diante dele. Em situações como essa, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor essas emoções, reconhecer o que está por trás delas e construir formas mais seguras de lidar com o que sente. A terapia oferece um espaço acolhedor e sem julgamentos para esse processo.
Fico à disposição caso queira conversar e entender melhor o que está acontecendo com você.
Fico à disposição caso queira conversar e entender melhor o que está acontecendo com você.
O que você traz é muito importante e parece envolver uma dor antiga, construída ao longo da relação com seu pai. Mas não é possível oferecer uma resposta responsável sem conhecer mais sobre a sua história, o contexto dessa relação e o que esse choro representa para você. Essas questões precisam ser cuidadas dentro de um processo terapêutico, onde seja possível falar, sentir e construir, junto com um profissional, um modo de compreender o que acontece. A psicoterapia não traz respostas prontas, mas abre um espaço para que algo novo possa ser dito (e isso já é um começo de mudança).
É comum que a relação com o pai desperte emoções muito intensas, especialmente quando há mágoas antigas ou dificuldade de diálogo. O choro pode ser uma forma de expressão de tudo o que ficou guardado e ainda não foi elaborado.
Uma boa estratégia é começar fora do contato direto, escrevendo o que gostaria de dizer — sem a obrigação de mostrar — apenas para colocar pra fora e organizar os sentimentos.
Também vale buscar apoio em psicoterapia, que ajuda a compreender o que esse choro representa e a construir recursos emocionais para conseguir conversar sem tanto sofrimento. Falar sobre o que não se consegue dizer já é um grande começo.
Uma boa estratégia é começar fora do contato direto, escrevendo o que gostaria de dizer — sem a obrigação de mostrar — apenas para colocar pra fora e organizar os sentimentos.
Também vale buscar apoio em psicoterapia, que ajuda a compreender o que esse choro representa e a construir recursos emocionais para conseguir conversar sem tanto sofrimento. Falar sobre o que não se consegue dizer já é um grande começo.
Olá, lamento que esteja passando por esse sofrimento com relação com seu pai! Pelo seu relato você sempre teve dificuldade de se relacionar com ele, mas você faz ideia da causa desse problema? O ideal é que busca ajuda a psicoterapêutica para compreender a dinâmica dessa relação e assim conseguir cuidar melhor com tudo isso. Me coloco à disposição!
Sim, tem muitas coisas que podem ajudar. Na Psicologia, existem muitas escolas de pensamento, que chamamos de abordagem. Se pensarmos na teoria comportamental de segunda onda, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, existem muitas técnicas de identificação de eventos que possam ter ocorrido e que tenham gerado pensamentos disfuncionais a você sobre o seu pai, o que pode fazer com que você se comporte assim. Além de técnicas de exposição ou apresentação ao objeto traumático ou fóbico, reinterpretação de eventos ou ressignificação de pensamentos disfuncionais. Se for na teoria psicanalítica, você poderá pensar sobre o significado desse pai para você, recorrendo às experiências mais primitivas, como na infância, a fim de identificar se houve alguma intercorrência ou algum traço que tenha causado um trauma. Também, poderá reconhecer o teu próprio desejo, ou seja, o que você realmente quer fazer, o que é de sua profunda vontade, não o que o teu pai espera de você, como um Outro que a vigia. Enfim, são muitas outras escolas, com objetivos diferentes. Depende do que faz sentido para você no momento.
Olá, é muito importante que busque ajuda de um psicólogo clínico, juntos poderão entender melhor o que te impede de falar com o seu pai de um outro lugar que não é a da criança machucada. Existem muitas experiências passadas que precisam ser curadas e ressignificadas, para que de um lugar adulto possa se expressar com firmeza e clareza, sem medos ou impedimentos.
Um grande abraço, torcendo por você.
Um grande abraço, torcendo por você.
Relações com figuras importantes da nossa história, como o pai, costumam tocar lugares muito profundos em nós. Às vezes, quando você tenta falar diretamente com ele, não é só o assunto atual que aparece, mas uma história inteira de afetos antigos e o corpo responde antes mesmo que você consiga organizar as palavras. O choro, nesse sentido, não é fraqueza: é um sinal de que há algo intenso ali, ainda sem forma. O que pode ajudar é ter um espaço terapêutico onde esses sentimentos possam ser elaborados pouco a pouco, sem a urgência de “resolver” tudo na frente dele. À medida que isso é trabalhado, o sujeito vai criando recursos internos para se posicionar de outras maneiras. Você não precisa forçar uma conversa para a qual ainda não há condições. Procurar ajuda já é um passo importante para ir desfazendo esses nós e compreendendo o que, de fato, está em jogo nessa relação.
Sim, há ajuda — e o que você descreve não é fraqueza nem falta de controle, é uma resposta emocional aprendida ao longo de muitos anos. Do ponto de vista comportamental, o seu corpo associa a figura do seu pai a ameaça emocional, então quando você tenta falar com ele, o sistema de alarme é ativado automaticamente e o choro surge antes mesmo de você conseguir organizar as palavras; por isso você consegue falar com outras pessoas, mas não com ele. Algumas orientações práticas que costumam ajudar: (1) tire a pressão de “precisar falar tudo de uma vez” — às vezes o primeiro passo é apenas tolerar ficar na presença dele sem entrar no tema; (2) escreva o que gostaria de dizer (carta ou notas), não necessariamente para entregar, mas para organizar o que está preso; (3) treine regulação emocional antes do contato (respiração lenta, aterramento, nomear emoções) para reduzir a ativação fisiológica; (4) comece com limites, não com explicações profundas (ex.: “não consigo falar disso agora, mas preciso que você respeite X”); e (5) considere fortemente fazer isso com apoio terapêutico, porque esse tipo de bloqueio geralmente envolve história relacional antiga e precisa ser trabalhado com cuidado e segurança. O objetivo inicial não é “conseguir falar sem chorar”, e sim diminuir o nível de ameaça que essa relação representa para você, para que a fala possa surgir aos poucos. Se quiser, posso te ajudar a pensar em um primeiro passo concreto e seguro para o seu contexto.
Ô PSICÓLOGO CLÍNICO RESPONDE
O que você descreve é muito comum em vínculos parentais marcados por história emocional não elaborada, e não significa fraqueza nem falta de maturidade. Quando você tenta falar com seu pai e o choro surge de forma incontrolável, isso indica que o vínculo ativa camadas emocionais antigas, profundas, que não passaram pela palavra no tempo certo; o corpo chora porque aquilo que você sente não conseguiu ser simbolizado na relação com ele.
O fato de você conseguir falar sobre isso com outras pessoas mostra que não é incapacidade de expressão, mas algo específico da relação com seu pai: expectativas, frustrações, medo de não ser ouvida, desejo de reconhecimento ou antigas feridas ainda abertas. Diante dele, você não reage como adulta apenas, mas também como a criança que precisou lidar com esse vínculo ao longo da vida — por isso a emoção “transborda” antes da fala.
Alguns pontos podem ajudar: entender que você não precisa resolver isso diretamente com ele agora; trabalhar primeiro esse vínculo em você, em um espaço terapêutico, para dar nome ao que sente; aceitar que talvez hoje o diálogo verbal não seja possível, e isso não invalida sua dor; e lembrar que chorar não é fracasso — é sinal de que algo importante está ali pedindo cuidado. Muitas vezes, só depois que a emoção é organizada internamente é que a conversa externa se torna possível.
Buscar um profissional capacitado pode ajudá-la a elaborar essa relação, compreender o que se ativa emocionalmente e encontrar formas mais seguras de se posicionar — com ou sem diálogo direto.
Fico à sua disposição.
Alan Santos — Psicólogo Clínico.
O que você descreve é muito comum em vínculos parentais marcados por história emocional não elaborada, e não significa fraqueza nem falta de maturidade. Quando você tenta falar com seu pai e o choro surge de forma incontrolável, isso indica que o vínculo ativa camadas emocionais antigas, profundas, que não passaram pela palavra no tempo certo; o corpo chora porque aquilo que você sente não conseguiu ser simbolizado na relação com ele.
O fato de você conseguir falar sobre isso com outras pessoas mostra que não é incapacidade de expressão, mas algo específico da relação com seu pai: expectativas, frustrações, medo de não ser ouvida, desejo de reconhecimento ou antigas feridas ainda abertas. Diante dele, você não reage como adulta apenas, mas também como a criança que precisou lidar com esse vínculo ao longo da vida — por isso a emoção “transborda” antes da fala.
Alguns pontos podem ajudar: entender que você não precisa resolver isso diretamente com ele agora; trabalhar primeiro esse vínculo em você, em um espaço terapêutico, para dar nome ao que sente; aceitar que talvez hoje o diálogo verbal não seja possível, e isso não invalida sua dor; e lembrar que chorar não é fracasso — é sinal de que algo importante está ali pedindo cuidado. Muitas vezes, só depois que a emoção é organizada internamente é que a conversa externa se torna possível.
Buscar um profissional capacitado pode ajudá-la a elaborar essa relação, compreender o que se ativa emocionalmente e encontrar formas mais seguras de se posicionar — com ou sem diálogo direto.
Fico à sua disposição.
Alan Santos — Psicólogo Clínico.
O choro que surge sempre que você tenta falar com seu pai não é falta de controle, mas uma resposta emocional ligada à história e à carga afetiva dessa relação. Quando existem sentimentos antigos não elaborados, o corpo reage antes que as palavras consigam sair.
Conseguir falar com outras pessoas mostra que você tem recursos emocionais. O desafio aparece justamente onde a ferida é mais profunda. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender esse choro, organizar esses sentimentos e encontrar formas mais seguras de se expressar, sem precisar se forçar ou se calar.
Conseguir falar com outras pessoas mostra que você tem recursos emocionais. O desafio aparece justamente onde a ferida é mais profunda. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender esse choro, organizar esses sentimentos e encontrar formas mais seguras de se expressar, sem precisar se forçar ou se calar.
Talvez você ainda não esteja preparado(a) para essa conversa e algumas questões do seu conflito precisam ser melhor elaboradas. Não se culpe ou se cobre por isso. A psicoterapia pode te ajudar a melhorar o manejo das suas emoções e atender questões que ainda podem estar abertas e te impedem de conseguir dialogar com seu pai. Procure um profissional de sua confiança.
Imagino como deva ser difícil para você. Não comece tentando falar tudo de uma vez. Escreva antes o que você gostaria de dizer (carta, mensagem ou tópicos) e, se possível, leia para ele ou entregue. Isso reduz a sobrecarga emocional do momento e ajuda a não “travar”.
Se precisar falar pessoalmente, combine algo curto e use pausas, você pode também ler essa carta pra ele, se vc se sentir confortável, respirar fundo, beber água ou até dizer “preciso de um minuto” é totalmente válido.
A terapia ajuda a processar essas emoções antigas, diminuir a intensidade do choro automático e desenvolver formas seguras de se expressar, para que a conversa deixe de ser algo paralisante e passe a ser possível.
Se precisar falar pessoalmente, combine algo curto e use pausas, você pode também ler essa carta pra ele, se vc se sentir confortável, respirar fundo, beber água ou até dizer “preciso de um minuto” é totalmente válido.
A terapia ajuda a processar essas emoções antigas, diminuir a intensidade do choro automático e desenvolver formas seguras de se expressar, para que a conversa deixe de ser algo paralisante e passe a ser possível.
O que você descreve é uma reação emocional muito significativa. Quando existe um histórico de conflitos ou sentimentos mal resolvidos com uma figura tão importante como o pai o corpo pode reagir com uma carga emocional muito intensa.
O choro que surge quando você tenta conversar com ele não é falta de controle muitas vezes é o resultado de emoções acumuladas durante muito tempo que ainda não encontraram um espaço seguro para serem elaboradas.
Quando essas emoções ficam guardadas por muito tempo, qualquer tentativa de conversa pode ativar sentimentos de dor, frustração, medo ou até sensação de não ser compreendido. Na psicoterapia, é possível compreender melhor esses sentimentos, aprender formas de expressar suas emoções com mais segurança e construir novas maneiras de lidar com esse vínculo familiar.
Muitas pessoas só conseguem organizar esses sentimentos quando têm um espaço terapêutico seguro para falar, refletir e elaborar tudo o que foi vivido. Se você sente que isso está ficando cada vez mais difícil, procurar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante para aliviar esse peso emocional e ajudar você a encontrar novas formas de lidar com essa relação.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
O choro que surge quando você tenta conversar com ele não é falta de controle muitas vezes é o resultado de emoções acumuladas durante muito tempo que ainda não encontraram um espaço seguro para serem elaboradas.
Quando essas emoções ficam guardadas por muito tempo, qualquer tentativa de conversa pode ativar sentimentos de dor, frustração, medo ou até sensação de não ser compreendido. Na psicoterapia, é possível compreender melhor esses sentimentos, aprender formas de expressar suas emoções com mais segurança e construir novas maneiras de lidar com esse vínculo familiar.
Muitas pessoas só conseguem organizar esses sentimentos quando têm um espaço terapêutico seguro para falar, refletir e elaborar tudo o que foi vivido. Se você sente que isso está ficando cada vez mais difícil, procurar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante para aliviar esse peso emocional e ajudar você a encontrar novas formas de lidar com essa relação.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
Ola! A ansiedade é natural no ser humano, porém quando é exarcebada começa a influenciar outras emoções, pensamentos e comportamentos. Se faz necessário o acompanhamento psicológico para entender este processo.
Pelo que você descreve, parece que existe uma carga emocional muito grande ligada à relação com seu pai — e o fato de você começar a chorar e não conseguir parar não é sinal de fraqueza, mas de que esse tema toca em algo muito profundo para você.
Muitas vezes, quando tentamos conversar diretamente com alguém importante da nossa história, o corpo reage antes mesmo da gente conseguir organizar as palavras. É como se a emoção viesse “de uma vez só”.
O fato de você conseguir falar sobre isso com outras pessoas já mostra que você tem recursos — a dificuldade não é ‘falar’, e sim falar com ele, por tudo o que essa relação representa.
Algumas coisas podem te ajudar como primeiros passos:
> escrever o que você gostaria de dizer, sem filtro
> tentar organizar aos poucos o que você sente (sem a pressão de resolver tudo de uma vez)
> respeitar o seu tempo — nem sempre a conversa precisa acontecer imediatamente
Mas, principalmente, é importante olhar para isso com mais cuidado e profundidade. Quando existe esse nível de intensidade emocional, a terapia pode ser um espaço muito importante para te ajudar a entender o que está por trás dessas reações, elaborar esses sentimentos e, aos poucos, se sentir mais segura para se posicionar — se esse for o caminho que fizer sentido pra você.
Você não precisa lidar com isso sozinho(a).
Espero ter te ajudado de alguma forma e fico à disposição caso queira aprofundar mais nesse assunto em uma processo terapêutico.
Muitas vezes, quando tentamos conversar diretamente com alguém importante da nossa história, o corpo reage antes mesmo da gente conseguir organizar as palavras. É como se a emoção viesse “de uma vez só”.
O fato de você conseguir falar sobre isso com outras pessoas já mostra que você tem recursos — a dificuldade não é ‘falar’, e sim falar com ele, por tudo o que essa relação representa.
Algumas coisas podem te ajudar como primeiros passos:
> escrever o que você gostaria de dizer, sem filtro
> tentar organizar aos poucos o que você sente (sem a pressão de resolver tudo de uma vez)
> respeitar o seu tempo — nem sempre a conversa precisa acontecer imediatamente
Mas, principalmente, é importante olhar para isso com mais cuidado e profundidade. Quando existe esse nível de intensidade emocional, a terapia pode ser um espaço muito importante para te ajudar a entender o que está por trás dessas reações, elaborar esses sentimentos e, aos poucos, se sentir mais segura para se posicionar — se esse for o caminho que fizer sentido pra você.
Você não precisa lidar com isso sozinho(a).
Espero ter te ajudado de alguma forma e fico à disposição caso queira aprofundar mais nesse assunto em uma processo terapêutico.
Olá, tudo bem?
Às vezes, lidar com um familiar pode ser muito mais difícil do que parece, e isso não significa que há algo de errado com você.
Na psicanálise, entendemos que algumas relações tocam em partes muito profundas da nossa história. Certas atitudes, falas ou até silêncios podem despertar sentimentos antigos, que nem sempre estão totalmente claros, mas que ainda nos afetam.
Por isso, a intensidade do que você sente nem sempre é só sobre o presente. Muitas vezes, envolve expectativas, necessidades emocionais e experiências que ficaram marcadas ao longo da vida.
Com o tempo e o cuidado terapêutico, é possível ir entendendo melhor esses sentimentos, criando mais clareza sobre o que é seu e o que é do outro, e encontrando formas mais leves de se posicionar nessas relações.
Espero ter ajudado!
Às vezes, lidar com um familiar pode ser muito mais difícil do que parece, e isso não significa que há algo de errado com você.
Na psicanálise, entendemos que algumas relações tocam em partes muito profundas da nossa história. Certas atitudes, falas ou até silêncios podem despertar sentimentos antigos, que nem sempre estão totalmente claros, mas que ainda nos afetam.
Por isso, a intensidade do que você sente nem sempre é só sobre o presente. Muitas vezes, envolve expectativas, necessidades emocionais e experiências que ficaram marcadas ao longo da vida.
Com o tempo e o cuidado terapêutico, é possível ir entendendo melhor esses sentimentos, criando mais clareza sobre o que é seu e o que é do outro, e encontrando formas mais leves de se posicionar nessas relações.
Espero ter ajudado!
Especialistas
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