Uma pessoa com transtorno de personalidade borderline não controla seus impulsos porque pensa: ''mesmo
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Uma pessoa com transtorno de personalidade borderline não controla seus impulsos porque pensa: ''mesmo tendo consequências graves, vou fazer isso porque estou com muita vontade''?
Parece que você está julgando a outra pessoa moralmente. Como se fosse pecado o que ela faz. Mas uma pessoa que alguem falou que é borderline deve ter mostrado comportamentos que, interpretados de maneira profissional, significam que ela tem pouca chance de fazer diferentemente. Então, o julgamento moral não procede.
Na medida em que ela não se sente agredida ou julgada, desenvolve confiânça e auto-estima, o comportamento dela vai ficar mais social.
É difícil abrir mão dos julgamentos morais. Se você não consegue, recomendo você se fortalecer a través de uma psicoterapia sua com um@ profissional humanista ou psicanalista.
Na medida em que ela não se sente agredida ou julgada, desenvolve confiânça e auto-estima, o comportamento dela vai ficar mais social.
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O comportamento auto destrutivo e a impulsividade é comum na pessoa com transtorno de personalidade borderline. É necessário acompanhamento psicoterápico para a pessoa e para a família também.
Não necessariamente, não podemos fechar um diagnóstico apenas com uma variável , uma pessoa com transtorno de personalidade Borderline deve procurar ajuda médica e acompanhamento psicológico preferencialmente Cognitivo Comportamental.
Esse raciocínio é muito simplista, a pessoa pode ter certa atitude por estar com vontade, ou saber que não fara´ bem a si ou aos outros e não conseguir se conter.A impulsividade é traço importante no T. Borderline e costuma gerar sofrimento.
Sua pergunta me faz pensar que você convive com alguém com esse diagnóstico e deve ficar em dúvida até que ponto o comportamento é deliberado ou da doença.
Muito importante acompanhamento psicológico para paciente e familiares para ajudar com as diferentes situações que envolvem impulsividade, agressividade, manipulação e assim melhorar a qualidade de vida de todos os envolvidos na situação.
Atenciosamente,
Sua pergunta me faz pensar que você convive com alguém com esse diagnóstico e deve ficar em dúvida até que ponto o comportamento é deliberado ou da doença.
Muito importante acompanhamento psicológico para paciente e familiares para ajudar com as diferentes situações que envolvem impulsividade, agressividade, manipulação e assim melhorar a qualidade de vida de todos os envolvidos na situação.
Atenciosamente,
Dependendo da pessoa e de seu grau de comprometimento, pode até passar essa ideia pela cabeça, mas não fica tão claro assim por ter uma regência das emoções, que, de tão intensas, burlam o que é tido como real, criando uma realidade prop ria, que pode ser bem fantasiosa. A consciência de si mesmo e dos gatilhos através da psicoterapia, quiçá de um tratamento medicamentoso psiquiátrico pode ajudar em muito a fazer com que essas frases evoluam pra um conhecimento genuíno de si é do que fazer com o si mesmo de modo a não ter consequências drásticas.
Na maioria dos casos os comportamentos são autodestrutivos e a impulsividade é muito comum nesse Transtorno de Personalidade Borderline. É fundamental o tratamento psicológico com a pessoa e a família devido as situações que ocorrerem e também o tratamento farmacológico que ajudam a controlar os impulsos e de alguma forma estabilizar o paciente.
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