Como começar um assunto com seu psicólogo sobre ter algum tipo de transtorno?
20
respostas
Como começar um assunto com seu psicólogo sobre ter algum tipo de transtorno?
Olá! Acredito que a melhor forma é ser natural e transparente, colocando como se sente, o que pensa e todas as questões envolvidas que te fazem crer ter o transtorno. É bem importante que o profissional consiga olhar de forma direta para o que vc esta vivenciando, principalmente o que o faz sofrer, e isso conseguimos por meio da fala da pessoa.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá, você não precisa se preocupar sobre a maneira como começa uma conversa com seu psicólogo. Somos treinados para te oferecer um ambiente seguro, de escuta e acolhimento, independente da forma como você apresente sua queixa. O mais importante é que você procure ajuda e fale sobre o que lhe incomoda.
Olá, boa tarde.
Esse é um assunto perfeitamente razoável para se abordar com seu terapeuta (inclusive, acho difícil haver um assunto que não seja perfeitamente razoável quando dito de forma respeitosa). Você poderia tanto perguntar de forma direta sobre qual a opinião pessoal dele, quanto realizar um pedido para que sejam comentadas as hipóteses diagnósticas que ele tem trabalhado em cima. Nem todo psicólogo fecha diagnósticos ou dialoga com seus pacientes a respeito do diagnóstico. Nesses casos é necessário um diálogo com ele sobre o que ele acha sobre o assunto.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Esse é um assunto perfeitamente razoável para se abordar com seu terapeuta (inclusive, acho difícil haver um assunto que não seja perfeitamente razoável quando dito de forma respeitosa). Você poderia tanto perguntar de forma direta sobre qual a opinião pessoal dele, quanto realizar um pedido para que sejam comentadas as hipóteses diagnósticas que ele tem trabalhado em cima. Nem todo psicólogo fecha diagnósticos ou dialoga com seus pacientes a respeito do diagnóstico. Nesses casos é necessário um diálogo com ele sobre o que ele acha sobre o assunto.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Olá, espero que você esteja bem. Trazer a dúvida sobre um possível transtorno para a terapia é algo natural, e muitas pessoas têm receio de começar esse assunto. Uma forma possível é falar exatamente como você está se sentindo: mencionar os sintomas que têm te preocupado, o impacto no seu dia a dia e o que te levou a pensar nessa possibilidade. Não precisa chegar com certeza nem com termos técnicos, basta compartilhar a experiência.
Na psicoterapia, olhamos primeiro para como você está vivendo isso, antes de qualquer rótulo. Às vezes, o nome ajuda; outras vezes, o mais importante é entender o sofrimento e o que ele está te dizendo. Seu psicólogo está ali justamente para acolher essas questões e caminhar com você nesse esclarecimento.
Se você sente que algo não está bem, conversar sobre isso é um passo importante e totalmente bem-vindo no processo terapêutico. Estou à disposição caso queira um espaço para aprofundar essas preocupações com calma.
Na psicoterapia, olhamos primeiro para como você está vivendo isso, antes de qualquer rótulo. Às vezes, o nome ajuda; outras vezes, o mais importante é entender o sofrimento e o que ele está te dizendo. Seu psicólogo está ali justamente para acolher essas questões e caminhar com você nesse esclarecimento.
Se você sente que algo não está bem, conversar sobre isso é um passo importante e totalmente bem-vindo no processo terapêutico. Estou à disposição caso queira um espaço para aprofundar essas preocupações com calma.
Olá, como vai?
Existem muitas formas de se comunicar com o psicólogo. Você pode trazer a ele os sinais e sintomas que você sente, falar que tem suspeita de tal e tal transtorno. Se for algo muito difícil ainda de dizer, você pode trazer sonhos que você relaciona com a temática. Há também a possibilidade de fazer desenhos, pinturas, utilizar de personagens de histórias e se projetar neles, ou mesmo escrever uma carta e ler ela em sessão. O mais importante é você se sentir acolhido com o profissional e você mesmo respeitar o seu tempo de falar sobre o assunto, às vezes demora um pouco para sentir segurança, mas aos poucos ela ocorre.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Existem muitas formas de se comunicar com o psicólogo. Você pode trazer a ele os sinais e sintomas que você sente, falar que tem suspeita de tal e tal transtorno. Se for algo muito difícil ainda de dizer, você pode trazer sonhos que você relaciona com a temática. Há também a possibilidade de fazer desenhos, pinturas, utilizar de personagens de histórias e se projetar neles, ou mesmo escrever uma carta e ler ela em sessão. O mais importante é você se sentir acolhido com o profissional e você mesmo respeitar o seu tempo de falar sobre o assunto, às vezes demora um pouco para sentir segurança, mas aos poucos ela ocorre.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
É totalmente natural ter dúvidas sobre como iniciar esse tipo de conversa na terapia.
Uma forma simples e segura de começar é dizendo algo como:
“Tenho percebido alguns sintomas/comportamentos meus e queria entender melhor se podem estar relacionados a algum transtorno.”
Ou até:
“Eu não sei exatamente o que está acontecendo comigo, mas gostaria de explorar isso contigo.”
A função da terapia não é que você chegue com um diagnóstico pronto, é justamente construir clareza junto e isso também vem muito da sabedoria e da expertise da psicóloga.
O psicólogo está ali para te ajudar a organizar as sensações, mapear padrões e, se necessário, orientar sobre a possibilidade de um transtorno.
O mais importante é: não precisa ter as palavras certas.
Basta trazer o que você está sentindo, mesmo que venha confuso.
O resto a gente constrói no processo terapêutico.
Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Uma forma simples e segura de começar é dizendo algo como:
“Tenho percebido alguns sintomas/comportamentos meus e queria entender melhor se podem estar relacionados a algum transtorno.”
Ou até:
“Eu não sei exatamente o que está acontecendo comigo, mas gostaria de explorar isso contigo.”
A função da terapia não é que você chegue com um diagnóstico pronto, é justamente construir clareza junto e isso também vem muito da sabedoria e da expertise da psicóloga.
O psicólogo está ali para te ajudar a organizar as sensações, mapear padrões e, se necessário, orientar sobre a possibilidade de um transtorno.
O mais importante é: não precisa ter as palavras certas.
Basta trazer o que você está sentindo, mesmo que venha confuso.
O resto a gente constrói no processo terapêutico.
Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Obrigada pela pergunta — e ela realmente é uma dúvida muito comum. Muitas pessoas têm receio de falar com o psicólogo sobre a possibilidade de ter algum transtorno, mesmo já estando em acompanhamento. Uma boa forma de começar é sendo sincero sobre a própria dificuldade. Você pode dizer algo como: Tenho lido sobre alguns sintomas e me identifiquei, mas não sei se realmente se encaixam. Você pode me ajudar a entender? O importante é lembrar que psicólogo está ali exatamente para acolher, ouvir e ajudar a organizar essas questões — sem julgamento. Não existe jeito certo ou perfeito de começar. O mais importante é começar, mesmo que com uma frase simples como ‘tem algo que está me incomodando e eu queria falar sobre isso.
Olá, primeiro você não precisa ter certeza de nada para conversar com seu psicólogo sobre a possibilidade de um transtorno.
Pode simplesmente iniciar dizer algo como: ‘Tenho percebido algumas coisas em mim e estou preocupada(o) que possam ser sinais de algum transtorno. Podemos falar sobre isso?’
O papel do psicólogo é justamente te ajudar a entender o que está acontecendo, sem julgamentos e sem pressão.
Qualquer preocupação é válida e pode — e deve — ser trazida para a sessão. Falar abertamente sobre seus sintomas é um passo importante no processo terapêutico, e o psicólogo está ali para te acolher, orientar e estruturar esse caminho com você.
Espero ter te ajudado!
Pode simplesmente iniciar dizer algo como: ‘Tenho percebido algumas coisas em mim e estou preocupada(o) que possam ser sinais de algum transtorno. Podemos falar sobre isso?’
O papel do psicólogo é justamente te ajudar a entender o que está acontecendo, sem julgamentos e sem pressão.
Qualquer preocupação é válida e pode — e deve — ser trazida para a sessão. Falar abertamente sobre seus sintomas é um passo importante no processo terapêutico, e o psicólogo está ali para te acolher, orientar e estruturar esse caminho com você.
Espero ter te ajudado!
Quando você inicia terapia, você pode passar por um contato inicial, as entrevistas iniciais que identificam o que você tem como demanda e você organizar esses pontos que gostaria de conversar. Cada psicólogo é único e tem uma metodologia própria. Comentando um pouco sobre essas entrevistas iniciais, meu objetivo é ir fazendo esse acolhimento de forma a entender o que a pessoa tenha de questões e o próprio desenrolar da conversa pode auxiliar com uma anamnese e perguntas mais estruturadas também caso você sinta muita dificuldade. Se você já está em terapia, você pode sinalizar essa dúvida e ele irá te dar uma devolutiva, realizar redes com outros profissionais caso necessário a fim de intervir de forma a orientar e cuidar dessas questões.
Olá! Essa insegurança é muito natural. Lembre-se de que o espaço da terapia é um lugar seguro e livre de julgamentos. A melhor forma é sendo sincero(a). Você pode começar dizendo: 'Tenho lido sobre tal assunto e me identifiquei', ou 'Estou preocupado com alguns sintomas que percebi'. O seu psicólogo está ali justamente para acolher essa demanda e investigar junto com você. Não precisa ter certeza de nada, apenas leve o que você sente. Um abraço!
Você pode dizer que anda preocupado com alguns sintomas e está se perguntando se isso pode indicar algum transtorno. O psicólogo acolhe esse tipo de pergunta sem julgamento. Falar dessa dúvida abre espaço para investigar juntos, com calma, o que está acontecendo e o que faz sentido na sua história.
É bastante comum as pessoas terem dúvidas sobre como iniciar esse tipo de conversa com o psicólogo! Se você já recebeu previamente algum diagnóstico de outro profissional da saúde, como um psiquiatra, vale a pena começar compartilhando essa informação. Agora, se você deseja conversar sobre a possibilidade de algum diagnóstico, uma boa forma de iniciar é trazendo o que vem observando em si e que, de alguma forma, parece ter relação com um transtorno específico. Você pode dizer algo como: “Tenho percebido alguns padrões, sentimentos ou comportamentos que me deixaram com a dúvida se podem estar relacionados a algum transtorno. Gostaria de conversar sobre isso.” O setting terapêutico existe justamente para acolher esse tipo de questionamento! A sessão deve ser um espaço confortável e seguro, onde você pode trazer suas dúvidas do jeito que elas vêm, sem precisar organizar tudo antes. Espero ter ajudado!
Na minha clínica, deixo sempre claro que o paciente pode trazer qualquer assunto que desejar. É natural que existam temas sensíveis sobre os quais ele possa escolher por não falar inicialmente, mas esse conforto é desenvolvido ao longo do tratamento. Quando você se sentir à vontade e tiver vontade de falar sobre determinado assunto, não há qualquer impedimento para iniciá-lo com o psicólogo.
Não é preciso chegar com algum nome de transtorno. Basta descrever o que você sente, há quabto tempo e o quanto impacta sua vida.
Psicólogos não julgam e não esperam que você saiba o que tem.
Psicólogos não julgam e não esperam que você saiba o que tem.
A medida que você vai falando de você mesmo ele provavelmente vai captando uns sinais, se estiverem lá. Mas nada te impede de falar que suspeita de algo. É um ambiente seguro, e é uma pessoa que está ali para te ajudar, não julgar.
Você pode iniciar essa conversa de um jeito simples, direto e sem precisar ter certeza de nada. O setting terapêutico deve ser um espaço de confiança e protegido em que você consiga se abrir com o profissional.
Falar sobre a possibilidade de um transtorno não precisa ser algo difícil ou técnico. Você pode começar dizendo exatamente o que já percebe em você: mudanças no humor, pensamentos que te preocupam, comportamentos que se repetem ou qualquer sensação que te faça questionar se há algo mais acontecendo.
O papel do psicólogo é ajudar a organizar essas informações, investigar junto com você e, se necessário, encaminhar para uma avaliação médica. Não existe pergunta “boba” nem forma certa de começar. O importante é trazer o que você sente, do seu jeito, no seu tempo.
Se quiser, posso te orientar sobre como estruturar essa conversa para que você se sinta mais segura ao iniciar.
O papel do psicólogo é ajudar a organizar essas informações, investigar junto com você e, se necessário, encaminhar para uma avaliação médica. Não existe pergunta “boba” nem forma certa de começar. O importante é trazer o que você sente, do seu jeito, no seu tempo.
Se quiser, posso te orientar sobre como estruturar essa conversa para que você se sinta mais segura ao iniciar.
Você pode começar de um jeito simples e direto, sem precisar de rótulos. Algo como: *“Tenho percebido alguns sintomas e queria entender se isso pode estar relacionado a ansiedade social ou outro transtorno. Posso te contar o que tenho sentido?”*
Também funciona dizer: *“Quero falar sobre algumas coisas que estão me preocupando e entender melhor o que está acontecendo comigo.”*
O psicólogo não espera que você chegue com diagnósticos, só com o que está vivendo. O resto vocês investigam juntos.
Também funciona dizer: *“Quero falar sobre algumas coisas que estão me preocupando e entender melhor o que está acontecendo comigo.”*
O psicólogo não espera que você chegue com diagnósticos, só com o que está vivendo. O resto vocês investigam juntos.
Começar um assunto sobre a possibilidade de ter algum transtorno pode parecer difícil, mas na terapia esse é exatamente o lugar seguro para falar sobre isso. Você pode começar sendo honesto sobre o que sente ou percebe, por exemplo: “Tenho percebido que sinto muita ansiedade/ tristeza/ dificuldade em algumas situações e não sei se isso é normal”.
Também é válido compartilhar comportamentos ou sintomas específicos, como insônia, sudorese, evitação de certas situações ou mudanças de humor, porque eles ajudam o psicólogo a compreender melhor o que está acontecendo.
Na terapia, você encontrará um espaço seguro, de acolhimento, onde seus sentimentos e experiências serão ouvidos sem julgamentos. A partir daí, o psicólogo pode ajudar a identificar sinais de possíveis transtornos e propor conhecimento, orientação, estratégias práticas, sempre respeitando seu ritmo e construindo caminhos para cuidar da sua saúde mental de forma segura e eficaz.
Não se preocupe, apenas seja você!
Também é válido compartilhar comportamentos ou sintomas específicos, como insônia, sudorese, evitação de certas situações ou mudanças de humor, porque eles ajudam o psicólogo a compreender melhor o que está acontecendo.
Na terapia, você encontrará um espaço seguro, de acolhimento, onde seus sentimentos e experiências serão ouvidos sem julgamentos. A partir daí, o psicólogo pode ajudar a identificar sinais de possíveis transtornos e propor conhecimento, orientação, estratégias práticas, sempre respeitando seu ritmo e construindo caminhos para cuidar da sua saúde mental de forma segura e eficaz.
Não se preocupe, apenas seja você!
Você pode começar compartilhando suas percepções e experiências do jeito que elas aparecem para você, sem a necessidade de usar rótulos ou termos técnicos. Fale sobre o que tem sentido, pensado ou percebido no seu dia a dia que te fez levantar essa dúvida, descrevendo situações concretas, mudanças no seu humor, comportamentos que te chamam atenção ou dificuldades que têm persistido. O mais importante é expressar honestamente suas preocupações, mesmo que ainda estejam confusas. A terapia é justamente o espaço para explorar essas questões com calma, e papel do psicólogo é te ajudar a compreender o que está acontecendo sem julgamento. Você não precisa chegar com algo “pronto” para ser analisado, basta trazer sua experiência, e, a partir disso, você e o profissional poderão compreendê-la melhor e definir juntos os próximos passos.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- O que caracteriza o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) cognitivamente?
- Quais funções executivas costumam estar prejudicadas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Quais são os domínios do comportamento adaptativo?
- Qual a ligação entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e a ansiedade de antecipação?
- Como posso ajudar alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que está sofrendo com a hipersensibilidade social?
- Como a sensibilidade física afeta o emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Como a ansiedade de antecipação é tratada em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
- Como a autoagressão se relaciona com a dor física e emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Pessoas com Disforia Sensível à Rejeição (RSD) são manipuladoras?
- Um psiquiatra pode diagnosticar Disforia Sensível à Rejeição (RSD) ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 2518 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.