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25/04/2026
São Paulo 6 endereços
Número de registro: CRP SP 213755
4 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Nem sempre sabemos por onde começar quando a vida pesa mais do que conseguimos carregar sozinhos. Às vezes é uma tristeza que não passa, uma ansiedade que não dá trégua, um relacionamento que machuca mais do que acalma, ou simplesmente a sensação de estar cobrando demais de si mesma(o) sem entender muito bem por quê.
Se você chegou até aqui buscando um espaço para colocar isso em palavras, seja bem-vinda(o).
Sou Lê Martinez, psicólogo(a), CRP 06/213755. Minha prática é orientada pela fenomenologia existencial, uma abordagem que parte de uma ideia simples: cada pessoa vive e interpreta o mundo de um jeito único, e é a partir dessa experiência — e não de rótulos ou diagnósticos prontos — que a terapia deve começar.
Acredito que o papel de quem acompanha não é entregar respostas prontas, mas caminhar ao lado de quem chega, com escuta genuína, presença e respeito ao tempo de cada história. Aqui não existe julgamento sobre o que você sente, pensa ou já viveu.
O futuro é incerto — isso a gente não controla. Mas aprender a lidar com essa incerteza, com mais consciência e menos peso, é possível. É isso que busco construir com cada pessoa que atendo: não a eliminação da dúvida ou da dor, mas um jeito mais leve e mais verdadeiro de atravessá-las.
Atendo online, o que permite mais flexibilidade e conforto para você iniciar esse processo de onde estiver.
Ao longo dos últimos anos, venho construindo experiência com adultos, adolescentes, famílias e casais, acompanhando principalmente questões como depressão, ansiedade, luto, TOC, autoestima, autocobrança excessiva, dificuldade para tomar decisões, transtornos alimentares e relacionamentos tóxicos.
Tenho um cuidado especial — e um compromisso pessoal — com grupos que muitas vezes não encontram um espaço verdadeiramente seguro: a comunidade LGBTQIAPN+, profissionais enfrentando esgotamento e burnout, adolescentes que sentem o peso da pressão familiar, social ou acadêmica, pessoas vivendo relacionamentos abusivos ou tóxicos, mulheres em situação ou histórico de violência doméstica, e quem carrega marcas de traumas antigos.
Tenho também formação em Comunicação Não Violenta (CNV), que atravessa minha forma de conduzir as sessões: uma escuta sem julgamento, voltada a entender o que está por trás de cada sentimento e de cada necessidade.
Se você sente que chegou a hora de se ouvir com mais gentileza, ou de entender melhor o que tem feito sentido (ou não) nos últimos tempos, estarei aqui para caminhar com você nesse processo — no seu tempo, sem pressa e sem julgamento.
Lê Martinez CRP 06/213755 Psicólogo(a) | Fenomenologia Existencial Atendimento online
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Gostei muito da profissional. Atenciosa. Sempre procurando compreender a situação para trazer para o seu campo de especialidade.
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4 opiniões
Gostei muito da profissional. Atenciosa. Sempre procurando compreender a situação para trazer para o seu campo de especialidade.
Lê Martinez
Muito obrigado pela confiança e pelas suas palavras. Fico feliz em saber que este espaço fez sentido para você. Quando sentir que for o momento, estarei à disposição para dar continuidade ao processo.
Atencioso e educado. Pontual. Ouve muito bem e sempre com boas reflexões nas consultas.
Lê Martinez
Agradeço muito pelo carinho e pela confiança!
Faço terapia com a Lê Martinez há um mês e minha experiência tem sido muito positiva. Desde as primeiras sessões, me senti acolhido e, principalmente, ouvido de verdade. É muito bom poder conversar com alguém que demonstra atenção, empatia e profissionalismo, sem julgamentos, respeitando meu tempo e minhas necessidades.
Mesmo sendo apenas o primeiro mês de acompanhamento, já vejo o quanto esse espaço tem sido importante para mim. As conversas me ajudam a refletir melhor sobre algumas situações, compreender meus sentimentos e enxergar as coisas de uma maneira diferente. Ainda estou nesse processo de evolução e autoconhecimento, mas fico feliz por ter encontrado uma profissional tão atenciosa e dedicada.
Sou muito grato pelo cuidado e pela forma como a Lê conduz cada sessão. Recomendo seu trabalho de coração a quem procura uma psicóloga que saiba ouvir, acolher e acompanhar cada pessoa com respeito e sensibilidade.
Fiz uma indicação dela para um amigo e foi muito acolhedora desde o inicio.
Lê Martinez
Obrigado pela indicação! Saber que alguém se sentiu bem acolhido desde o início é o que dá sentido ao meu trabalho.
3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como é possível melhorar a relação entre pais e filhos que moram juntos, sem brigas existentes, mas
Como é possível melhorar a relação entre pais e filhos que moram juntos, sem brigas existentes, mas se distanciam cada vez mais, a ponto de só trocarem palavras para dar "bom dia, boa tarde, boa noite"??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nem sempre a ausência de brigas significa que a relação está fortalecida. Da mesma forma, conversar pouco não explica, por si só, o que está acontecendo. Eu me perguntaria primeiro: como esse silêncio está sendo vivido por cada um? Ele incomoda? Há desejo de maior proximidade? Ou essa distância foi se tornando parte da rotina sem que percebessem?
Quando existe o desejo de reconstruir esse vínculo, geralmente o caminho começa por pequenas mudanças de presença. Demonstrar interesse pela experiência do outro, criar momentos de convivência sem cobranças e oferecer espaço para que sentimentos e até antigas mágoas possam ser falados ajuda a transformar uma convivência automática em um encontro mais genuíno. Relações não costumam se fortalecer por grandes gestos, mas pela possibilidade de ambos voltarem a sentir que há alguém verdadeiramente disponível para escutar e ser escutado.
quem tem depressão ainda pode ter dias bons? eu me identifico com a maioria dos sintomas
quem tem depressão ainda pode ter dias bons? eu me identifico com a maioria dos sintomas, mas não me sinto pronta para buscar um profissional porque tem dias que acordo funcional, mesmo procrastinando atividades eu ainda consigo seguir o dia normal e rir com as coisas. Muitas vezes sinto que só estou fingindo sintomas e querendo ser especial, mesmo que eu não fale sobre isso com ninguém.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, uma pessoa com depressão pode ter dias bons, conseguir rir, trabalhar e realizar suas atividades. A ideia de que a depressão significa necessariamente estar sempre sem energia ou sem conseguir funcionar é uma visão limitada do sofrimento psíquico.
Ao mesmo tempo, sentir-se deprimido não significa necessariamente ter depressão. A tristeza, os questionamentos e os momentos de desânimo fazem parte da experiência humana. O mais importante é compreender como essa experiência tem sido vivida: quanto espaço ela ocupa na sua vida, como afeta suas relações, seus desejos e sua forma de se perceber.
Muitas pessoas acabam invalidando o próprio sofrimento porque ainda conseguem seguir a rotina, como se funcionar significasse estar bem. Talvez a pergunta não seja apenas "eu tenho depressão?", mas "o que essa experiência está tentando me mostrar sobre a forma como tenho vivido?".
Buscar um espaço de escuta pode ajudar a compreender isso, sem a necessidade de esperar que o sofrimento se torne insuportável.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.