Lívia dos Santos Paula

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP 12/08775

Experiência

Abordagem terapêutica

Psicanálise

Experiência em:

  • Stress
  • Aconselhamento e orientação a pais
  • Psicologia clínica e da saúde
  • Psicologia da obesidade

Serviços

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Bom dia! Meu filho tem 11 anos e é super desorganizado. Constantemente tenho que lembrá-lo de atividades que fazem parte de sua rotina (como arrumar a cama, arrumar o material, entre outros), não tem cuidado com os seus pertences, perde objetos, esquece de fatos que aconteceram recentemente, porém, tira notas boas e tem ótima memória para o que ele gosta, com localização e números. Na escola os professores reclamam da organização dos cadernos, que ele esquece de responder questões em prova (já deixou páginas em branco, disse q não viu), mas não tem problemas de disciplina. Se relaciona super bem com os colegas. Ele pode ter TDA? Obrigada

Boa tarde! O fato de uma pessoa apresentar desorganização ou desleixo com suas coisas não faz com ela se enquadre em um transtorno. Talvez esteja mais ligado a hábitos adquiridos ou não. Todo hábito pode ser desenvolvido e treinado, às vezes em casa às vezes com ajuda profissional. O Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) é um transtorno neuropsiquiátrico que precisa de avaliação médica para se chegar ao diagnóstico. Geralmente ele atinge diversas áreas da vida da pessoa. Existem protocolos além de entrevista clínica para se chegar ao diagnóstico. Sugiro a consulta a um médico e a um psicólogo. Existem outras questões que podem estar envolvidas e que gerem esta situação que pode ser um sintoma emocional ou não.

 Lívia dos Santos Paula

Normalmente vejo falando sobre TOC sobre pessoas que lavam as mãos toda hora, conferem se a porta está fechada, etc.
Mas pensamentos obsessivos, como por exemplo, achar todo dia que minha mãe vai morrer, entre outros pensamentos que não consigo me livrar. Isso pode ser considerado TOC?

O fato de ter pensamentos repetitivos não é o suficiente para dizer se uma pessoa tem Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) ou não. Mas, se estes pensamentos estão lhe trazendo sofrimento ou mesmo chegam a ser incapacitantes é importante buscar uma avaliação profissional do quadro. Você pode procurar um psicólogo ou psiquiatra para tal, caso necessário o profissional te encaminhará. Por exemplo, o psiquiatra pode te encaminhar ao psicólogo se for necessário para o seu quadro, assim como o psicólogo poderá te encaminhar ao psiquiatra. De qualquer forma, vale a pena uma avaliação.

 Lívia dos Santos Paula

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