Gabriella Oliveira

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRP SP 235685

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Experiência

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Olá! Sou a Gabriella, psicóloga formada pela UFMT em 2016 e especialista em Terapia Comportamental pelo ITCR Campinas.

Atendo pessoas adultas que estão enfrentando questões como ansiedade, estresse, depressão, esgotamento, insegurança, dificuldades nos relacionamentos e no estabelecimento de limites, além de momentos de mudança e decisões importantes.

Os atendimentos podem ser realizados de forma online, para pessoas de qualquer lugar do mundo, ou presencialmente na Vila Mariana, em São Paulo.

Emito recibo para solicitação de reembolso nos planos de saúde (importante confirmar essa possibilidade com o seu plano). 

Na psicoterapia, busco compreender sua história, o contexto em que você está inserida e os padrões que foram sendo construídos ao longo da vida e que podem estar relacionados às dificuldades que você enfrenta hoje.

A partir dessa compreensão, podemos construir juntas novas formas de lidar com o que você está vivendo, ampliar suas possibilidades de escolha e encontrar caminhos que façam mais sentido para a vida que você deseja construir.

Acredito que a psicoterapia pode ser um espaço de acolhimento, escuta e reflexão, mas também de construção de caminhos para uma vida que vale a pena ser vivida.

Será um prazer conhecer a sua história e entender como posso te acompanhar nesse processo.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Analista do comportamento

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 200

  • Consulta Psicologia

    R$ 200

Consultórios (2)

Psi. co

Teleconsulta

Disponibilidade

Número de telefone

(11) 93313...
Psi. co
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Rua Afonso Celso, Vila Mariana, São Paulo 04119-061

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  • PIX

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Dúvidas respondidas

4 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gabriella Oliveira

Olá!

Imagino o quanto deve ser difícil sentir uma tristeza tão intensa e não conseguir entender de onde ela vem. E, quando isso acontece repetidamente, é compreensível que você queira encontrar uma explicação para o que está sentindo.

Queria te convidar a olhar com carinho para algo que você trouxe: a sensação de precisar pisar em ovos ao expressar seu ponto de vista e de não ter seus sentimentos compreendidos ou acolhidos.

Quando compartilhamos algo importante para nós e sentimos que não somos compreendidos, isso pode doer, especialmente quando acontece em uma relação na qual gostaríamos de nos sentir à vontade para sermos quem somos. Às vezes, vale a pena olhar não apenas para a tristeza em si, mas também para o que acontece nas situações em que ela aparece e para como temos nos sentido nessas relações.

Talvez você possa começar se perguntando: o que acontece fisicamente comigo quando tento expressar o que sinto? O que eu gostaria que a outra pessoa compreendesse sobre mim nesses momentos? E como tenho me sentido nessa relação? Não é necessário encontrar respostas imediatamente. A ideia é se permitir escutar o que você sente, sem julgar ou diminuir a sua própria experiência.

Não existe nada de errado em sentir tristeza, e você não precisa desconsiderar o que sente só porque talvez outra pessoa não consiga compreender sua perspectiva. Ao mesmo tempo, entender o que está acontecendo exige olhar com cuidado para sua história e para o contexto dessas experiências.

A psicoterapia pode ser um espaço para fazer esse caminho com acolhimento, no seu tempo, e compreender melhor suas emoções e suas relações, construindo novas possibilidades para lidar com o que está vivendo. Você merece ter espaço para compreender o que sente.


Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es

Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gabriella Oliveira

Olá!

Achei interessante a situação que você compartilhou, especialmente a diferença entre a ida e a volta do restaurante. Imagino como deve ser frustrante querer caminhar e correr, mas perceber que os pensamentos e as sensações acabam tornando essas atividades tão difíceis.

O que você descreve pode, sim, ter relação com a ansiedade. Quando ficamos muito atentos ao que sentimos no corpo e aos pensamentos que surgem, podemos acabar monitorando cada sensação, tentando entender o que está acontecendo ou antecipando o que pode acontecer. Isso pode tornar a experiência mais desgastante e fazer com que a atenção fique cada vez mais voltada para os sintomas.

Na volta, enquanto conversava com alguém, sua atenção estava envolvida em outra atividade e você percebeu menos o percurso e o cansaço. Essa diferença é interessante e pode ajudar você a observar como sua experiência muda conforme sua atenção está direcionada. Não significa, porém, que seja necessário se distrair o tempo todo ou lutar contra os pensamentos para conseguir caminhar.

Talvez um primeiro passo seja, aos poucos, experimentar estar em movimento sem precisar eliminar todos os pensamentos ou sensações que aparecem. Você pode perceber que eles estão ali e, ainda assim, continuar se aproximando de atividades que gostaria de fazer, respeitando seu ritmo e seus limites.

Como você comentou que ainda não realizou exames médicos, é importante também investigar possíveis causas físicas para esse cansaço, especialmente antes de iniciar ou intensificar corridas. Não é possível atribuir essa experiência exclusivamente à ansiedade sem uma avaliação adequada.

Você já percebeu algo importante sobre como sua experiência muda de uma situação para outra. Compreender melhor esse processo pode ajudar a encontrar caminhos para retomar essas atividades com mais tranquilidade e liberdade. Conte comigo caso tenha interesse em inciar uma psicoterapia.


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