Perguntas do paciente (112)

  • Pais sem filhos, estranha separação. Na ótica dos Pais. Tudo acontece muito rápido e dolorido,

    Pais sem filhos, estranha separação.

    Na ótica dos Pais.

    Tudo acontece muito rápido e dolorido, o tempo passa numa velocidade tão feroz que, os anos vão distanciando ainda mais o que antes era cotidiano e intenso. Veio a separação de forma inesperada para os filhos e ao mesmo tempo um grande choque se fez na mente deles, ainda mais quando a tendência da separação vem se arrastando com dores por muitos anos e estas dores são compartilhadas e acabam interferindo nos filhos que as absorve na mesma proporção que se encaminha a dissolução de fato.

    Quando o distanciamento se faz, é muito complicado ter de volta uma aproximação esperada com os filhos, parece que se quebra algo e que este algo, não tem como "consertar" e, a opção por vezes é mútua pelo afastamento, afinal existem fatores influenciadores deste distanciar que partem dos pais que agora buscam refazer suas vidas e em outras dos filhos que se sentem numa gangorra de escolhas duras e complicadas e que, acabam tendenciando para aquele que se encontra no mesmo teto ou por algum outro motivo muito particular que só na cabeça deste filho(a) se sabe.

    A ótica da dor pode ser muito maior e as questões psicológicas podem refletir imediatamente tanto nos pais, agora sem os filhos e nos filhos, agora com um pedaço de sua família distante e ausente, a ausência não se dá pelo querer de estar ausente, mas por conta de tantas variáveis, de tentativas de aproximações e pelo momento delicado, por vezes, observa-se que poderia ser mais dolorida a aproximação, do que o afastar propriamente e, nesta visão ainda conturbada achar que, o mais propício a ser feito é realmente se distanciar nisto, o tempo se mostra cruel, pois no despertar de um dia, percebe-se os anos que já se fizeram e, por mais que se tenha feito, o passar do tempo, não define as vidas e, parece que nada mudou ou que algo mudará.

    Chega uma hora crítica em que a busca pela reaproximação é latente e, ocorre na mesma proporçao, as diversas tentativas frustradas, que irão com isto, acumular mais dores de ambos os lados, algumas destas dores proximas de serem esquecidas e outras novas que irão surgir neste meio tempo e tornará de forma inconsequente e quase fatídica, um novo distanciar que se apressa em tomar suas formas, pois as ausências enfraqueceram as vontades, tanto dos filhos, quanto dos pais, pois não se vislumbra um sinal de que as coisas irão tomar caminhos de reaproximação, porque o tempo da mesma forma que é rápido, em outras, nas horas de dor que temos pelos caminhos individuais, tanto para os filhos como para os pais é algo tão duradouro que nos remete à ter ainda mais vontade de tornar o afastamento algo definitivo e, isto se transborda em sentimentos de angustia, impotência e falta de soluçao, a reaproximação precipitada pode ser o desfecho de uma perda de contato ainda maior entre pais e filhos e que, deverão aguardar mais alguns anos para se recompor ou se perder em absoluto.

    É uma linha bastante tênue e que, o dia a dia tanto dos pais quanto dos filhos deixa transcorrer por anos e por vezes insolúveis.

    Como lidar não com este fato, mas sim com as expectativas ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Lidar com a separação e a distância entre pais e filhos pode ser extremamente difícil e doloroso, especialmente quando se trata de um relacionamento que antes era intenso e cotidiano. É comum que haja uma sensação de perda, tristeza e frustração por parte de ambas as partes. No entanto, é importante ter em mente que a reconciliação não é impossível e que existem muitas coisas que podem ser feitas para melhorar o relacionamento.

    Uma das coisas mais importantes é aceitar a situação e entender que a distância e o afastamento são reais. É preciso ser honesto consigo mesmo e com os filhos sobre o que aconteceu e o que levou à separação. Também é importante respeitar o tempo e os sentimentos de todos os envolvidos, dando espaço e tempo para que cada um possa processar suas emoções.

    Para os pais, é fundamental manter a comunicação aberta com os filhos e mostrar que estão disponíveis e interessados em suas vidas, mesmo que a distância seja grande. Isso pode incluir telefonemas regulares, envio de mensagens e e-mails, além de lembranças e presentes especiais em datas importantes. É importante lembrar que a qualidade do tempo é mais importante do que a quantidade de tempo que se passa juntos.

    Para os filhos, é importante reconhecer que seus pais são seres humanos e que cometem erros. É preciso tentar entender os motivos e as escolhas que levaram à separação e não culpar os pais pelos problemas familiares. É importante expressar seus sentimentos e necessidades de forma clara e respeitosa, sem julgamentos ou críticas.

    Por fim, é importante lembrar que a reconciliação não é algo que acontece da noite para o dia. É preciso ser paciente, compreensivo e estar disposto a trabalhar em conjunto para melhorar o relacionamento. Se necessário, buscar a ajuda de um terapeuta familiar pode ser uma boa opção para lidar com as questões emocionais e melhorar a comunicação entre todos os envolvidos.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a convive

    Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a conviver comigo,mas ele é bem esperto, inteligente tem os momentos de ilusões dele ,em alguns momentos perdido no mundo dele que é os desenhos e apaixonado por carros .Sei que ele é capaz de se socializar , desenvolver a mente mais isso lhe foi tirado, pois sua mãe o protegia de tudo e agora gostaria de trabalhar isso com ele,mas não sei como.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! É muito nobre da sua parte querer ajudar seu vizinho autista a se socializar e desenvolver sua mente. Existem diversas estratégias que você pode utilizar para ajudá-lo nesse processo. Aqui vão algumas dicas:

    1. Comunique-se de maneira clara e direta: pessoas autistas geralmente preferem uma comunicação mais objetiva e clara. Tente evitar ironias, sarcasmos ou duplos sentidos.

    2. Encontre interesses em comum: você mencionou que seu vizinho gosta de desenhos e carros. Que tal encontrar maneiras de conversar com ele sobre esses temas e descobrir outras coisas que ele gosta? Isso pode ajudar a criar uma conexão entre vocês.

    3. Faça planos com antecedência: mudanças de última hora podem ser desafiadoras para pessoas autistas. Tente fazer planos com antecedência e manter uma rotina regular.

    4. Seja paciente: mudanças significativas podem levar tempo. Tente ser paciente e respeitar o ritmo do seu vizinho.

    5. Busque ajuda profissional: você pode procurar ajuda de um psicólogo ou terapeuta especializado em autismo para ajudá-lo a desenvolver estratégias para se comunicar com seu vizinho e ajudá-lo a se socializar.

    Lembre-se que cada pessoa autista é única e pode ter necessidades e interesses diferentes. É importante respeitar a individualidade do seu vizinho e encontrar as estratégias que funcionam melhor para ele.


  • Os formigamentos no corpo podem ser provocados pela ansiedade?

    Os formigamentos no corpo podem ser provocados pela ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Sim, os formigamentos no corpo podem ser provocados pela ansiedade. A ansiedade pode causar uma série de sintomas físicos, como palpitações, sudorese, tremores, respiração rápida e superficial e sensação de formigamento ou dormência em diferentes partes do corpo. Essas sensações são causadas pela liberação de hormônios do estresse e pela resposta do sistema nervoso autônomo, que pode resultar em aumento da tensão muscular e redução do fluxo sanguíneo para certas partes do corpo. Se você está sentindo formigamentos no corpo, é importante conversar com um profissional de saúde para descartar outras possíveis causas e obter ajuda para gerenciar sua ansiedade.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Énormal não sabe se é realidade ou é coisa da cabeça

    Énormal não sabe se é realidade ou é coisa da cabeça

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Pode ser comum ter dúvidas sobre o que é real ou não em alguns momentos, especialmente durante situações de estresse ou ansiedade. No entanto, se essa sensação persistir ou começar a afetar a vida diária, é importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental para investigar possíveis transtornos psicológicos, como a psicose. Além disso, é importante aprender técnicas de gerenciamento de estresse e ansiedade, como meditação, exercícios de respiração e terapia cognitivo-comportamental, que podem ajudar a lidar com esses sintomas.


  • Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?

    Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    O Transtorno de Personalidade Narcisista é um diagnóstico psiquiátrico que descreve um padrão de comportamento e pensamento caracterizado por um senso inflado de importância pessoal, uma necessidade constante de atenção e admiração, falta de empatia em relação aos outros e um comportamento grandioso e arrogante. Essas características são persistentes e afetam negativamente a vida social, profissional e pessoal do indivíduo.

    Por outro lado, "tendências narcisistas" é um termo mais geral que se refere a traços de personalidade que se sobrepõem ao Transtorno de Personalidade Narcisista, mas que podem ser considerados normais em graus menores. Algumas tendências narcisistas comuns incluem um forte senso de autoconfiança, preocupação com a aparência física, a busca por elogios e reconhecimento, e uma necessidade de se destacar dos outros. É importante ressaltar que ter tendências narcisistas não é necessariamente uma coisa ruim e pode ser considerado um traço de personalidade normal, desde que não afete negativamente a vida do indivíduo ou das pessoas ao seu redor.


  • Olá. Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificulda

    Olá.
    Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificuldade de falar alguma palavra específica com alguém, ela não sai, por exempo em uma conversa. Sozinho pareço conseguir falar a palavra.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! Sim, a fobia social pode afetar a fala, causando dificuldade em se expressar verbalmente. É comum que as pessoas com fobia social sintam-se ansiosas e tensas em situações sociais, o que pode afetar a sua capacidade de se comunicar com os outros. Além disso, a fobia social pode levar a evitação de situações sociais, o que pode prejudicar o desenvolvimento de habilidades sociais e de comunicação.

    No caso específico de ter dificuldade em falar uma palavra específica com alguém, mas conseguir falar sozinho, isso pode estar relacionado à ansiedade e ao medo de se expressar inadequadamente ou ser julgado pelos outros. É importante que você busque ajuda de um profissional da saúde mental, como um psicólogo, para avaliar e tratar sua fobia social e ajudá-lo a melhorar sua comunicação e interação social.


    Te convidamos para uma consulta

    Consulta Psicologia

  • Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perc

    Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perco a vontade de fazer qualquer coisa e sinto uma enorme vontade de chorar. Isso pode ser sintoma de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Esses sintomas que você descreveu podem estar relacionados à ansiedade, mas também podem estar associados a outras condições clínicas, como a depressão. É importante lembrar que a ansiedade é uma reação natural do organismo em situações de perigo ou ameaça, mas quando ocorre de forma exagerada ou fora de contexto, pode se tornar um problema de saúde mental.

    No entanto, somente um profissional de saúde mental pode avaliar de forma adequada e precisa o seu quadro clínico. Por isso, é importante que você busque ajuda de um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação mais detalhada e, se necessário, iniciar um tratamento adequado.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Numa discussão eu costumo na maioria das vezes gritar para conseguir ser ouvida... ontem, eu gritei

    Numa discussão eu costumo na maioria das vezes gritar para conseguir ser ouvida... ontem, eu gritei tanto de raiva, ódio ou por nao ter sido compreendida, que senti um gosto de sangue na boca e senti meu corpo como se fosse desmaiar( é a primeira vez que isso acontece). Eu sou uma pessoa que fico muito quieta e nao respondo nada a ninguém, só que eu não tenho mais um equilíbrio e acabo gritando para pessoa poder entender oq quero dizer. Não sei se devo procurar um psicólogo ou qual outro profissional que poderia me orientar nisso? me sinto frágil e insensível com o outro também.. só que tbm quero ser compreendida

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    É importante buscar ajuda profissional para lidar com essa dificuldade de comunicação. Um psicólogo pode ajudar a entender os motivos que levam você a gritar em situações de conflito e a desenvolver estratégias mais saudáveis e assertivas de expressar seus sentimentos e opiniões. Além disso, um psicólogo pode ajudar a trabalhar a autoestima e a empatia, fortalecendo a habilidade de se comunicar de forma mais equilibrada e respeitosa com os outros. É importante lembrar que a busca por ajuda não é um sinal de fraqueza, mas sim de coragem e disposição para crescer e se desenvolver emocionalmente.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?

    A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    A alexitimia é uma condição em que a pessoa tem dificuldade em identificar e expressar suas emoções de forma clara. Embora a alexitimia possa estar presente em pessoas com ansiedade e depressão, ela não é considerada um sintoma específico desses transtornos. No entanto, estudos indicam que a alexitimia pode estar relacionada a uma maior frequência de problemas emocionais, incluindo ansiedade e depressão. Além disso, a alexitimia pode tornar o tratamento desses transtornos mais difícil, pois a pessoa tem dificuldade em identificar e comunicar seus sentimentos, o que pode dificultar a identificação de sintomas e a avaliação da eficácia do tratamento. Portanto, se você tem sintomas de ansiedade ou depressão, é importante buscar ajuda profissional para uma avaliação adequada e um plano de tratamento individualizado.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Tenho dificuldade em me concentrar, memória ruim, agitação das pernas e as vezes da mão, devo ir num

    Tenho dificuldade em me concentrar, memória ruim, agitação das pernas e as vezes da mão, devo ir num psicólogo primeiro ou psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Se você está com esses sintomas, a melhor opção seria procurar um profissional de saúde mental para avaliação e diagnóstico adequado. Tanto um psicólogo quanto um psiquiatra podem ajudar, mas cada um tem uma abordagem diferente.

    O psicólogo pode ajudar no tratamento de dificuldades cognitivas e comportamentais, utilizando terapias como a cognitivo-comportamental ou a terapia ocupacional para ajudar a desenvolver estratégias para melhorar sua concentração e memória. Já o psiquiatra pode avaliar se há a necessidade de intervenção medicamentosa, prescrevendo medicamentos para ajudar a tratar os sintomas.

    De qualquer forma, o mais indicado é marcar uma consulta com um profissional e conversar sobre seus sintomas para que possa receber o melhor tratamento possível.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • O que acontece no cérebro de um homem ao se tornar pai ?

    O que acontece no cérebro de um homem ao se tornar pai ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Existem muitas mudanças que ocorrem no cérebro de um homem ao se tornar pai, principalmente na região do córtex pré-frontal, que é responsável pelo planejamento, tomada de decisão e controle emocional. Estudos mostram que essa região do cérebro passa por um processo de reorganização quando um homem se torna pai, com um aumento da densidade de matéria cinzenta em áreas específicas.

    Além disso, a presença do hormônio ocitocina, que é liberado em resposta a estímulos sociais e emocionais, também aumenta em pais recentes, o que pode contribuir para a formação de laços emocionais e comportamentos parentais mais engajados e cuidadosos. Outros estudos também indicam que a paternidade pode levar a uma redução dos níveis de testosterona e a mudanças no ritmo circadiano.

    Em resumo, a paternidade pode desencadear uma série de mudanças neurobiológicas que refletem a importância da figura paterna para o desenvolvimento da criança e para a manutenção de vínculos sociais e emocionais saudáveis.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Boa noite! Minha filha fez uma Cirurgia Ortognatica a 15 dias e tem acordado frequentemente com pes

    Boa noite!
    Minha filha fez uma Cirurgia Ortognatica a 15 dias e tem acordado frequentemente com pesadelos de que estão forçando a mandíbula dela a ficar aberta, ela descreve tudo como se estivesse revivendo a cirurgia, será apenas uma sensação passageira ou caso para psicólogo. Como isso é possível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! É comum que as pessoas tenham sonhos ou pesadelos após uma cirurgia ou em situações que geram estresse e ansiedade. É possível que a sensação que sua filha está vivenciando seja reflexo do trauma da cirurgia e dos efeitos colaterais da medicação e anestesia que ela pode ter recebido. É importante que você converse com o médico que realizou a cirurgia e com o psicólogo ou psiquiatra que está acompanhando o caso de sua filha para avaliar se há a necessidade de alguma intervenção específica. Eles podem ajudar a avaliar a situação e orientar quanto às melhores estratégias para lidar com a situação.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Uma pessoa portadora de autismo ou Síndrome de Down sabem que possuem estas condições? Elas descobre

    Uma pessoa portadora de autismo ou Síndrome de Down sabem que possuem estas condições? Elas descobrem sozinhas ou precisam que alguém as expliquem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Pessoas com autismo ou Síndrome de Down podem ter diferentes níveis de compreensão sobre suas condições. Algumas pessoas com autismo ou Síndrome de Down podem ter uma compreensão limitada ou nenhuma consciência de sua condição, enquanto outras podem ter uma compreensão mais completa.

    A consciência e a compreensão da condição também podem ser influenciadas pelo suporte e informações fornecidas pelas pessoas ao seu redor. Por exemplo, se uma pessoa com autismo ou Síndrome de Down é informada sobre sua condição e recebe suporte e recursos para lidar com seus desafios, é mais provável que tenha uma compreensão mais completa de sua condição do que uma pessoa que nunca recebeu essa informação e suporte.

    Em geral, é importante que as pessoas com autismo ou Síndrome de Down recebam informações e suporte adequados para ajudá-las a entender e gerenciar suas condições.


    Te convidamos para uma consulta


  • Meu filho tem 3anos é está apresentando agressividade no colégio,que bater quando tomando os brinque

    Meu filho tem 3anos é está apresentando agressividade no colégio,que bater quando tomando os brinquedos da criança,o que devo faze?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! É importante entender que a agressividade em crianças é um comportamento comum em algumas fases do desenvolvimento, mas também pode ser um sinal de dificuldades emocionais, problemas de comunicação ou de interação social. Para ajudar o seu filho a lidar com a agressividade, é importante:

    1. Conversar com ele: explique que bater nos outros não é uma forma adequada de resolver problemas e que existem outras maneiras de se expressar e lidar com as emoções.

    2. Estimular a comunicação: se ele está tendo dificuldades para se comunicar, pode estar frustrado e por isso agindo de forma agressiva. Incentive-o a expressar suas emoções e sentimentos de maneira adequada.

    3. Estabelecer limites: é importante que ele entenda que existem regras e limites para o comportamento adequado. Converse com ele sobre as consequências de seus atos, sem ser agressivo ou punitivo.

    4. Observar o comportamento em casa: tente identificar se existem situações que podem estar contribuindo para a agressividade, como excesso de estresse ou frustração em casa.

    Se o comportamento agressivo persistir, pode ser útil buscar a ajuda de um profissional, como um psicólogo infantil, que poderá ajudar a identificar as causas do comportamento e orientar sobre estratégias de manejo.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Olá! Tenho 24 anos e gostaria de saber qual profissional devo procurar no caso de suspeita de Transt

    Olá! Tenho 24 anos e gostaria de saber qual profissional devo procurar no caso de suspeita de Transtorno do Espectro Autista. Devo, primeiramente, procurar um neuropsicólogo para me encaminhar à outros profissionais ou um psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Se você tem suspeita de Transtorno do Espectro Autista (TEA), o recomendado é procurar um psicólogo ou psiquiatra especializado em avaliação e diagnóstico de TEA. Eles podem realizar uma avaliação clínica completa, com entrevistas, testes e observação do comportamento, para chegar a um diagnóstico preciso.

    É importante lembrar que o diagnóstico de TEA é feito com base em critérios clínicos estabelecidos pela Associação Americana de Psiquiatria (APA) ou pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e não há um único teste ou exame que possa determinar o diagnóstico por si só. Por isso, é importante buscar um profissional especializado em TEA, que possa avaliar diversos aspectos do seu desenvolvimento e comportamento.


    Te convidamos para uma consulta

    Avaliações para diagnostico TEA (autismo) crianças; adolescentes e adultos

  • Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos

    Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos e passa maior do dia sem se alimentar, alegando não ter fome. Ela se alimentava bem até os 5 anos, foi grudar um pedaço de carne no dente dela e começou a parar de se alimentar direito, sendo seletiva com a alimentação e evitando muitos outros. Há 2 anos atrás teve crise de ansiedade pós pandemia e agora essa seleção absurda, não querendo comer nada! Desde 6 anos não come arroz e feijão, carne não come feita em casa, só come se for na esfiha de carne do Habib's. Em casa só come macarrão, batata comum e as vezes milho. Não come frutas, somente morango, banana e uva verde sem semente, só se for com chocolate derretido ( fondue). A maioria dos alimentos ela rejeita. E muitas vezes acorda e não se alimenta. Tenho percebido que isso só piorou após ela ter amizade com uma menina muito depressiva, inclusive é a única amizade dela, minha filha se acha feia, ela é muito tímida e não dorme direito, dorme muito tarde e acorda muito tarde. As refeições dela, está sendo no máximo 2 por dia. Estou muito preocupada, qual profissional devo procurar? Qual psicólogo, especializado em qual área, devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! É muito importante que você busque ajuda profissional para lidar com a situação da sua filha. Uma boa opção seria procurar um psicólogo infantil que tenha experiência no tratamento de transtornos alimentares e que possa realizar uma avaliação completa da situação da sua filha, incluindo a possibilidade de um diagnóstico de ansiedade ou depressão.

    Além disso, você também pode consultar um nutricionista infantil para ajudá-la a planejar uma dieta balanceada que inclua alimentos que ela esteja disposta a comer. É importante ter em mente que a alimentação adequada é fundamental para a saúde física e mental da criança e que a falta de nutrientes pode afetar negativamente o seu desenvolvimento.

    Outra opção seria consultar um médico pediatra para avaliar a saúde física da sua filha e descartar qualquer problema médico que possa estar afetando o apetite dela.

    Por fim, é importante que você converse com a sua filha sobre a importância da alimentação e tente incentivá-la a experimentar novos alimentos. Evite forçá-la a comer ou fazer comentários negativos sobre a sua alimentação, pois isso pode piorar a situação. Lembre-se de que é um processo gradual e que requer paciência e persistência.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Então minha filha de 5 anos falo que a amiguinha dela que é um pouco mais velha que tocou nas partes

    Então minha filha de 5 anos falo que a amiguinha dela que é um pouco mais velha que tocou nas partes dela como devo prosseguir

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    É importante tratar essa situação com seriedade e agir de forma cuidadosa. É possível que a sua filha esteja relatando um caso de abuso sexual ou pode ser apenas um comportamento inadequado de outra criança.

    A primeira coisa a fazer é ouvir sua filha com calma e sem julgamentos, encorajando-a a falar abertamente sobre o que aconteceu e como ela se sente. Evite fazer perguntas sugestivas, que possam influenciar a resposta dela. Anote o máximo de informações que sua filha puder dar sobre o incidente, como quem estava presente, o que exatamente aconteceu e quando.

    Em seguida, procure ajuda profissional. É importante falar com um pediatra, psicólogo ou psiquiatra infantil e/ou um assistente social para obter orientação sobre como proceder. Eles podem ajudar a avaliar a situação, fornecer suporte emocional à sua filha e recomendar o próximo passo a ser dado, como denunciar a situação às autoridades competentes, se necessário.

    Também é importante garantir que sua filha receba amor, apoio e segurança em casa. Seja um ouvinte atento e esteja disponível para conversar sempre que ela precisar. Enfatize que ela não fez nada de errado e que é importante falar sobre essas coisas para obter ajuda.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Boa noite. Meu noivo tem uma filha de 9 anos, que fica com ele a cada 15 dias... Estamos juntos a 3

    Boa noite.
    Meu noivo tem uma filha de 9 anos, que fica com ele a cada 15 dias... Estamos juntos a 3 anos, até a gte se conhecer ele tratava ela como uma namorada, usava o tempo deles juntos para ficarem grudados, fazia dela a mulher da vida dele, até aí acho q é assim mesmo, mas desde q ficamos juntos, até hoje ele me afasta da relação quando ela chega, chegou até a pedir pra eu dormir no sofá pra ela poder dormir na cama com ele, quando estamos juntos, anda de mão dada com ela e não dá a mão pra mim, e hoje eu coloquei um colchão ao lado da nossa cama para ela dormir,e quando ele chegou do trabalho quase infartou dizendo que ela tem q dormir na cama abraçada com ele.
    No início achava q ela tinha ataque de ciúmes comigo pq eu cheguei depois na vida deles,e pensava q ela como criança não entendia e fazia birra, mas hoje eu percebo q as birras dela são alimentadas por como ele a trata, no nosso convívio ele faz questão de mostrar pra ela que eu estou em segundo plano.
    Preciso muito de ajuda, tenho medo de estar errada na minha opinião.
    Já até conversamos c ela sobre o pai dela ter eu como namorada,e ela entendeu, e longe dele ela é um amor,mas quando ele está perto ele faz questão de se isolar c ela a ponto de deixar ela realmente pensando que ela é a namorada dele. Agora já começo a crer q ele é quem tá tomando atitude errada em tratá-la como a namorada ee excluir na frente dela.as ele não percebe, e me acusa de estar c ciúmes.
    Por favor,o que eu faço???
    Não tenho ciúmes, acho certo ele tratar bem a filha, mas colocá-la no lugar de namorada tratá-la romanticamente e me excluir da vida dele toda vez q ela vem, acho q não tá certo. Não sei como convencê-lo de estar errado.
    Afinal quem está errando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! Parece que você está em uma situação difícil e confusa. É compreensível que você sinta incômodo e desconforto com a forma como seu noivo age em relação à filha dele quando ela está presente.

    Primeiro de tudo, é importante que você se lembre de que seus sentimentos são válidos e que você tem o direito de se sentir respeitada e incluída em seu relacionamento. A maneira como seu noivo está agindo pode estar afetando sua autoestima e seu bem-estar emocional.

    É possível que seu noivo não perceba como suas ações estão afetando você e pode ser útil ter uma conversa franca com ele sobre isso. Tente falar de maneira calma e respeitosa, sem acusá-lo ou culpar a filha dele. Explique como suas ações o fazem sentir e como você gostaria de ser tratada quando a filha dele está presente. Talvez seja útil apresentar sugestões específicas para que você se sinta mais incluída na relação deles.

    Por outro lado, pode ser que seu noivo esteja sendo excessivamente protetor em relação à filha e esteja agindo de maneira equivocada. Ele pode precisar de ajuda para entender que suas ações estão causando desconforto e para encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com a situação. É possível que uma terapia familiar ou de casal possa ajudar vocês a lidar com essas questões de forma mais saudável e construtiva.

    Independentemente do que aconteça, é importante lembrar que você merece um relacionamento em que se sinta amada, respeitada e valorizada. Se as coisas não melhorarem, pode ser necessário reavaliar sua situação e considerar se esse relacionamento é realmente saudável e satisfatório para você.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Como funciona a marcação de consulta por plano? Enviamos a guia de encaminhamento por e-mail?

    Como funciona a marcação de consulta por plano? Enviamos a guia de encaminhamento por e-mail?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    O processo de marcação de consulta por plano de saúde pode variar dependendo da política e dos procedimentos de cada plano de saúde. Em geral, é necessário verificar quais profissionais e especialidades estão cobertos pelo plano de saúde, e se é necessário algum tipo de autorização prévia antes da consulta.

    Normalmente, o paciente deve fazer contato com o plano de saúde para obter informações sobre a cobertura e o processo de agendamento de consulta. Muitos planos de saúde têm um sistema de agendamento online que permite ao paciente escolher o profissional e horário mais adequados para ele.

    Quanto ao envio da guia de encaminhamento, também pode variar dependendo do plano de saúde. Em alguns casos, a guia pode ser enviada por e-mail, mas em outros é necessário retirá-la pessoalmente em uma unidade do plano de saúde ou enviá-la por correio.

    Em caso de dúvidas, é sempre recomendado entrar em contato com o plano de saúde para obter informações detalhadas sobre o processo de marcação de consulta.


  • Geralmente me sinto muito insegura com o meu namorado e suas amizades entre mulheres, pois toda vez

    Geralmente me sinto muito insegura com o meu namorado e suas amizades entre mulheres, pois toda vez que digo que me sinto insegura com alguma delas, ele sempre aparece se aproximando mais dela logo após (não sei se pode ser coincidência, mas acontece todas as vezes). Sempre fui uma pessoa que internaliza sentimentos e reprimo até não aguentar e explodir (o que é errado), mas estou tentando ser mais transparente com ele sobre essas coisas, pois o mesmo já relatou incômodo quando não digo o que sinto. Hoje mesmo estava conversando com ele, logo após irmos no cinema com os seus amigos... Uma amiga em específico dele, nem me comprimentou, olhou no meu olho apenas uma vez, e mesmo eu estando ao lado dele, ela direcionava a atenção para o mesmo como se eu não estivesse presente no momento. Quando chegamos, eu perguntei se ele tinha muita proximidade com a amiga dele, ou se eram apenas colegas de trabalho, se conversavam coisas a mais no WhatsApp. Ele disse que mal falava com ela no WhatsApp, mas toda vez que tem oportunidade fala como ela é adorada por ele. Ele questionou o porquê da pergunta e eu disse sobre minha insegurança, fui totalmente aberta com ele, e ele respondeu "ah sim, entendi. Sinto muita pena de vc :(" e não falou mais nada. Não sei o que pode ter significado, se ele vai se aproximar dela como fez com as outras, se vai me taxar de louca... O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    É compreensível que você se sinta insegura em relação às amizades do seu namorado com outras mulheres, especialmente se você se sente desrespeitada ou ignorada por elas. É importante que você continue sendo aberta e transparente com ele sobre seus sentimentos, mas é igualmente importante que ele também respeite seus sentimentos e faça um esforço para tranquilizá-la.

    Parece que o seu namorado não respondeu da maneira mais empática quando você compartilhou sua insegurança com ele. Sua resposta foi insensível e pode ter piorado a situação. No entanto, é importante lembrar que a comunicação é uma rua de mão dupla e que pode haver algumas coisas que você pode fazer para melhorar a situação.

    Uma coisa que você pode fazer é pedir mais informações sobre a amiga em questão. Por exemplo, se ela é casada ou tem um namorado, isso pode ser tranquilizador para você. Se ela é solteira, você pode perguntar a ele sobre os interesses dela ou se ela tem alguém em mente. Isso pode ajudar a dissipar seus medos de que ele esteja interessado nela.

    Também é importante que você converse com ele sobre o que você precisa para se sentir mais segura e confortável em seu relacionamento. Por exemplo, você pode pedir para que ele apresente você a seus amigos mais próximos e explique o relacionamento que ele tem com cada um deles. Se ele é genuinamente comprometido em seu relacionamento com você, ele deve ser capaz de fazer essas coisas para tranquilizá-la.

    Finalmente, é importante que você trabalhe em sua própria confiança e autoestima. A insegurança pode muitas vezes ser alimentada por nossas próprias inseguranças e ansiedades, e trabalhar nisso pode ajudá-la a se sentir mais segura e confiante em seu relacionamento.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.