Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissiona

Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissional deveria falar primeiro?

117 respostas


Deve pegar um encaminhamento de qualquer médico para fazer uma avaliação neuropsicológica, com um psicólogo apropriado para estes testes, que ocorrem entre 6 e 10 sessões. Espero ter ajudado. Abraço.

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Se há suspeita de TEA, TDAH e também sintomas de depressão, o ideal é começar com um psicólogo ou um psiquiatra. Psicólogo: fará uma avaliação inicial, compreenderá seus sintomas e, se necessário, encaminhará para outros profissionais e realizará avaliação psicológica. Psiquiatra: poderá avaliar a presença de transtornos como depressão, TDAH e TEA, além de verificar se há necessidade de tratamento medicamentoso ou encaminhamento para uma avaliação diagnóstica mais aprofundada. Como há suspeita de depressão, se os sintomas estiverem causando sofrimento importante ou prejudicando sua rotina, procurar um psiquiatra pode ser um bom primeiro passo. Em muitos casos, o melhor cuidado envolve o trabalho conjunto entre psicólogo e psiquiatra.


Sugiro , procurar um médico neurologista que é o médico que pode dar um diagnóstico pra você , e um neuropsicólogo para uma avaliação neuropsicólogica para avaliação para possiveis diagnósticos.


Obrigado por compartilhar isso. Quando há suspeitas de mais de uma condição, o mais indicado é começar por uma avaliação com um psicólogo ou um psiquiatra. O psicólogo fará uma avaliação detalhada do seu funcionamento, da sua história e dos sintomas, enquanto o psiquiatra também poderá investigar essas questões e avaliar se há necessidade de tratamento medicamentoso. Se houver suspeita de autismo, TDAH ou outra condição do neurodesenvolvimento, eles poderão encaminhar para uma avaliação mais específica, se necessário. O mais importante é não tentar chegar a um diagnóstico sozinho. Uma avaliação cuidadosa ajuda a diferenciar condições que podem ter sintomas parecidos e a definir o tratamento mais adequado para o seu caso. Agenda aberta. Agende diretamente pelo meu perfil de forma rápida e descomplicada e assim posso esclarecer mais questões e dúvidas suas. Aguardo você!


Se você suspeita de Transtorno do Espectro Autista, Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade e possível Depressão, um bom primeiro passo é procurar um psicólogo ou um psiquiatra para uma avaliação inicial. Esses profissionais podem compreender seus sintomas, investigar o que está acontecendo e, se necessário, encaminhar para uma avaliação diagnóstica mais específica. A psicoterapia também é muito importante nesse processo, pois, além de auxiliar na compreensão das dificuldades emocionais e comportamentais, oferece suporte para lidar com os impactos dos sintomas no dia a dia, promovendo autoconhecimento e estratégias para melhorar a qualidade de vida, independentemente do diagnóstico final.


Você pode tanto iniciar com um psicólogo quanto com um psiquiatra. O psicólogo vai auxiliar a entender sua história, seus padrões de comportamento e avaliar a necessidade de um encaminhamento. As sessões são um espaço seu para compartilhar suas emoções, seus sentimentos, suas experiências de vida e tudo o que fizer sentido compartilhar. Meu trabalho é te ajudar a viver uma vida que valha a pena ser vivida. Uma vida valorosa. Buscaremos entender o que está difícil de lidar e atuar nessas questões. Nesse processo vou buscar entender melhor sua história e seu momento atual para te ajudar a lidar com qualquer forma de sofrimento. Já o psiquiatra pode investigar diagnósticos, descartar outras causas e avaliar se há necessidade de medicação. Mais importante do que um rótulo é entender como esses processos interferem na sua vida para então traçar um plano de cuidado para você. Me coloco à disposição para quaisquer outras dúvidas que você venha a ter.


Olá! O ideal é começar por um psicólogo ou psiquiatra, pois ambos podem fazer uma avaliação inicial e, se necessário, encaminhar para outros profissionais. Como você suspeita de mais de uma condição (TEA, TDAH e depressão), é importante fazer uma avaliação completa, já que alguns sintomas podem se sobrepor. O psicólogo poderá investigar seu funcionamento, comportamento e história de vida, enquanto o psiquiatra avaliará a necessidade de medicação e ajudará no diagnóstico diferencial. Em muitos casos, o tratamento envolve o trabalho conjunto entre psicólogo e psiquiatra. O mais importante é buscar uma avaliação com um profissional que tenha experiência em TEA e TDAH em adolescentes ou adultos, conforme a sua idade.


Procure um neurologista, que irá te direcionar para as demais especialidades. Importante realizar avaliação neuropsicologica e outras de fonoaudiologia, também.


Olá! Quando existe a suspeita de mais de uma condição, como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e depressão, o ideal é procurar um profissional que possa realizar uma avaliação ampla e ajudar a organizar essas hipóteses. Em muitos casos, o primeiro profissional procurado é o psicólogo, especialmente quando há dúvidas sobre o que está acontecendo ou quando os sintomas envolvem emoções, comportamento, atenção, relações sociais e funcionamento no dia a dia. O psicólogo pode realizar uma avaliação clínica detalhada, investigar a história de desenvolvimento, identificar padrões de funcionamento e, quando necessário, indicar encaminhamentos complementares. Outra possibilidade é iniciar a investigação com um psiquiatra, principalmente se os sintomas depressivos estiverem intensos, causando grande sofrimento ou prejuízo importante no cotidiano. O psiquiatra pode avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso e contribuir para o processo diagnóstico. Quando há suspeitas de TEA e TDAH, em alguns casos também pode ser útil uma avaliação neuropsicológica, realizada por psicólogos com formação específica nessa área. Esse processo utiliza entrevistas, observação clínica e instrumentos padronizados para investigar funções cognitivas, atenção, memória, linguagem, habilidades sociais e aspectos do desenvolvimento, auxiliando na compreensão do quadro. É importante lembrar que algumas características podem se sobrepor entre diferentes condições. Por exemplo: dificuldades de atenção podem ocorrer no TDAH, na depressão, na ansiedade e até mesmo em situações de estresse; dificuldades sociais podem estar relacionadas ao TEA, à timidez, à ansiedade social ou a outras experiências de vida; desânimo e isolamento podem aparecer tanto em quadros depressivos quanto como consequência de dificuldades persistentes em outras áreas. Por isso, mais do que buscar imediatamente um diagnóstico específico, costuma ser mais útil procurar um profissional que realize uma avaliação cuidadosa e considere a sua história de vida, o início dos sintomas e o impacto que eles têm causado na sua rotina. Assim, psicólogo, psiquiatra e neuropsicólogo podem ter papéis complementares nesse processo. O mais importante é iniciar a avaliação com um profissional qualificado, que possa ajudá-lo a compreender melhor o seu funcionamento e indicar os próximos passos de forma individualizada. Espero ter ajudado. Rodrigo Vieira Psicólogo Clínico (CRP 06/204166)

Rodrigo  Vieira

Rodrigo Vieira

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Um bom primeiro passo costuma ser procurar um psicólogo ou um psiquiatra. O psicólogo pode realizar uma avaliação clínica aprofundada, compreender sua história de vida, a forma como esses sinais aparecem no seu cotidiano e, quando necessário, indicar uma avaliação neuropsicológica ou encaminhar para outros profissionais. Já o psiquiatra pode avaliar a presença de transtornos e, se necessário, indicar tratamento medicamentoso. Caso exista a suspeita de TEA ou TDAH, é importante lembrar que o diagnóstico não se baseia apenas em uma lista de sintomas. Ele envolve uma investigação cuidadosa da sua trajetória, do contexto em que as dificuldades surgem e do impacto que elas têm na sua vida. Também é importante não reduzir sua experiência apenas a um possível diagnóstico. Antes de buscar um nome para o que está vivendo, vale compreender como você tem experimentado esse sofrimento, quais dificuldades têm chamado sua atenção e como elas afetam sua maneira de estar no mundo e de se relacionar com as pessoas. Os diagnósticos podem ser ferramentas importantes, mas não definem quem você é. Buscar ajuda já é um passo significativo. Um profissional poderá acolher suas dúvidas e ajudá-lo a construir um caminho de investigação que faça sentido para a sua realidade. Espero ter ajudado!


Quando surgem suspeitas de autismo, TDAH e depressão ao mesmo tempo, é normal não saber por onde começar. Essas condições podem apresentar características parecidas ou coexistir. Uma dificuldade de concentração, por exemplo, pode estar relacionada ao TDAH, mas também pode aparecer durante um quadro depressivo, em períodos de ansiedade ou por alterações no sono. Por isso, a avaliação precisa olhar para o conjunto da sua história. Você pode começar procurando um psicólogo com experiência em adultos, neurodesenvolvimento e avaliação psicológica. Ele poderá investigar quando as características começaram, como você era na infância e quais prejuízos existem atualmente. Se for necessário avaliar de forma mais aprofundada atenção, memória, raciocínio e funções executivas, poderá indicar uma avaliação neuropsicológica. O psiquiatra pode ser incluído desde o início quando a tristeza, o desânimo, a perda de prazer ou a dificuldade para manter a rotina estiverem intensos. Ele também poderá avaliar a necessidade de medicação, caso alguma condição seja confirmada. Mais importante do que encontrar rapidamente um rótulo é buscar um profissional capaz de diferenciar essas possibilidades e integrar as informações. Uma avaliação cuidadosa pode te ajudar a entender seu funcionamento e definir quais cuidados realmente fazem sentido para você.


As normas do CFP/CRP não determinam uma ordem obrigatória. Você pode começar por um psicólogo com experiência na avaliação de TEA e TDAH em adultos. Ele irá avaliar sua história, os sintomas e os impactos na rotina, podendo encaminhar para avaliação neuropsicológica ou psiquiátrica, se necessário. Caso os sintomas depressivos estejam intensos, principalmente com pensamentos de morte ou automutilação, procure também um psiquiatra ou serviço de urgência. O diagnóstico não deve ser feito apenas por testes ou sintomas isolados, mas por uma avaliação completa e fundamentada, conforme a Resolução CFP nº 31/2022.

Clarisse Bussolaro

Clarisse Bussolaro

Psicólogo

Santa Tereza Do Oeste

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Olá! Antes de tudo, quero dizer que é muito importante você ter buscado orientação. Perceber que algo não está bem e procurar entender o que está acontecendo consigo já é um passo muito significativo. Os sinais do TEA, do TDAH e da depressão podem ser parecidos em alguns aspectos, e é justamente por isso que não é possível chegar a uma conclusão apenas pelos sintomas ou por informações encontradas na internet. Uma avaliação cuidadosa é o melhor caminho. Você pode começar procurando um psicólogo ou um psiquiatra. O mais importante é dar o primeiro passo. O psicólogo poderá ouvir sua história com atenção, compreender como essas dificuldades afetam sua vida e, se necessário, indicar uma investigação mais específica ou um encaminhamento. Já o psiquiatra poderá avaliar se existe algum transtorno que necessite de tratamento médico, inclusive com medicação, quando indicada. Independentemente de qual profissional você procurar primeiro, saiba que você não precisa ter todas as respostas antes de buscar ajuda. O processo de avaliação existe justamente para compreender o que está acontecendo e construir, junto com você, o melhor caminho de cuidado. Se esse sofrimento tem sido constante ou tem interferido na sua rotina, não adie essa procura. Com o acompanhamento adequado, é possível entender melhor suas dificuldades, aliviar o sofrimento e encontrar estratégias que façam sentido para a sua realidade. Desejo que você encontre um profissional com quem se sinta acolhido e seguro. Você merece ser ouvido, compreendido e cuidado.


O neuropsicólogo pode conduzir uma avaliação diagnóstica mais precisa, mas no processo de psicoterapia dá para se aprofundar nesta suspeita e entender se faz sentido realmente.


Você pode procurar o psicólogo, neuropsicólogo, psiquiatra e neurologista. Pode contar comigo!


Olá, para a avaliação e o diagnóstico de autismo o profissional de referência é o neurologista. Ele pode também solicitar uma avaliação neuropsicológica para complementar.


Olá! Primeiro, quero dizer que buscar entender o que está acontecendo com você já é um passo muito importante. Os sintomas do TDAH, do TEA e da depressão podem ser parecidos em alguns momentos, por isso é fundamental fazer uma avaliação cuidadosa, sem tentar chegar a um diagnóstico sozinho. Você pode começar tanto com um psicólogo. Ele irá ouvir sua história, compreender seus sintomas e, se necessário, indicar outros profissionais para complementar a avaliação. Você não precisa descobrir tudo sozinho(a). Com a ajuda adequada, é possível entender melhor o que está acontecendo e encontrar o tratamento mais indicado para você. Espero ter ajudado! Estou à disposição.


O mais indicado é procurar um psicólogo ou um psiquiatra. Ambos podem realizar uma avaliação inicial e, se necessário, encaminhar para outros profissionais. O psicólogo fará uma investigação detalhada sobre sua história de vida, funcionamento atual e sintomas, podendo indicar uma avaliação neuropsicológica quando houver necessidade de investigar condições como TDAH ou Transtorno do Espectro Autista. Já o psiquiatra poderá avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso, especialmente se houver sintomas importantes de depressão, ansiedade ou prejuízo significativo no dia a dia. É importante evitar tentar identificar sozinho qual diagnóstico você tem, porque muitos sintomas podem se sobrepor entre diferentes condições. Uma avaliação cuidadosa é o caminho mais seguro para compreender o que está acontecendo.


Neuropsicólogo.


Olá, bom dia. Não sei sua idade, mas procure por um profissional da Psicologia Clínica e da Psiquiatria para fazerem uma avaliação correta do que você está sentindo e proporem uma conduta terapêutica adequada para o seu caso. Não se apresse e nem se aprisione em auto diagnósticos e leituras pelas redes sociais . Procure um especialista da àrea Psicológica. Fico à disposição para seu agendamento


Bom dia! Seria importante passar por um neuro e solicitar uma avaliação. Em seguida passar em um psiquiatra ver a questão da depressão. Concomitantemente seria importante iniciar uma terapia que lhe desse apoio e suporte neste momento tão delicado.

Jacqueline Klein

Jacqueline Klein

Psicanalista

São Paulo

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Olá! Essa é uma dúvida muito comum, principalmente quando existem sintomas que podem estar relacionados a mais de uma condição. Você pode iniciar a avaliação tanto com um psicólogo quanto com um psiquiatra. O psicólogo realizará uma investigação detalhada do seu funcionamento emocional, comportamental e cognitivo, podendo identificar sinais compatíveis com Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH ou depressão e, quando necessário, indicar uma avaliação neuropsicológica ou encaminhamento ao psiquiatra. Já o psiquiatra poderá avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso, especialmente se houver sintomas importantes de depressão, ansiedade ou TDAH. Vale lembrar que algumas características dessas condições podem se sobrepor, por isso é fundamental uma avaliação cuidadosa e individualizada. Evite se basear apenas em informações da internet ou em testes online, pois eles não substituem uma avaliação clínica. Buscar ajuda já é um passo importante para compreender melhor o que está acontecendo e encontrar o tratamento mais adequado para você.

Graciele Ruurs

Graciele Ruurs

Psicólogo

São Paulo

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Olá! Primeiro, quero te dizer que é muito válido e corajoso você estar buscando entender melhor o que sente. Suspeitar de autismo (TEA), TDAH e depressão ao mesmo tempo é algo bastante comum essas condições podem se sobrepor e se influenciar, o que às vezes deixa tudo mais confuso. O ideal é iniciar com um psicólogo que trabalhe com neurodivergência TDAH e Transtorno do Espectro Autista em adultos. Porque o psicólogo inicia realizando uma avaliação aprofundada dos seus sintomas, história de vida, padrões de funcionamento e impactos no dia a dia. Isso ajuda a esclarecer o quadro inclusive com instrumentos e validações específicas para TEA e TDAH. A gente trabalha o autoconhecimento, a aceitação, estratégias de regulação emocional e o impacto emocional de viver com essas suspeitas muitas vezes vem junto ansiedade, culpa, exaustão e máscaras sociais. Se for necessário medicação especialmente para TDAH ou depressão, Nós psicólogos te orientamos e encaminhamos para um psiquiatra com experiência em neurodivergência. Eu, como psicóloga clínica, tenho experiência em avaliações e acompanhamentos de TDAH, TEA especialmente apresentações atípicas em adultos e questões emocionais associadas como depressão. Trabalho com uma abordagem humanista, centrada em você, respeitando seu ritmo e valorizando suas forças. Se você quiser, podemos agendar uma primeira conversa online ou presencial em Brasília para eu entender melhor sua história e te ajudar a organizar os próximos passos de forma clara e acolhedora. Não precisa chegar com tudo definido o importante é começar. Com carinho, Psicóloga Rosani Isobe

Rosani Isobe

Rosani Isobe

Psicólogo

São Paulo

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Olá! Excelente você estar buscando se entender melhor — esse já é um passo muito importante.Diante das suas suspeitas (autismo, TDAH e depressão), o caminho mais indicado é: Primeiro passo — Neuropsicólogo(a) Esse profissional é o mais indicado para realizar a avaliação neuropsicológica, que é um processo composto por sessões com entrevistas, testes e escalas específicas para investigar TEA (Transtorno do Espectro Autista) e TDAH. Ele vai levantar um perfil detalhado do seu funcionamento cognitivo e emocional. Segundo passo — Psiquiatra Com o resultado da avaliação neuropsicológica em mãos, o psiquiatra pode fechar o diagnóstico formal (especialmente no caso de TEA e TDAH, que exigiam critérios médicos) e avaliar se há necessidade de medicação, tanto para os sintomas de TDAH quanto para a depressão. Apoio contínuo — Psicólogo(a) O psicólogo vai acompanhar você no processo terapêutico, ajudando a lidar com os sintomas do dia a dia, a regulação emocional e o manejo da depressão — independente dos diagnósticos fechados ou não. Na prática, o fluxo fica assim:Avaliação neuropsicológica (neuropsicólogo) Fechamento diagnóstico (psiquiatra) Acompanhamento terapêutico (psicólogo)E sim, é muito comum que uma pessoa desconfie de uma coisa e, ao investigar, descubra um quadro mais amplo. TDAH e autismo podem ter sintomas que se sobrepõem e também podem vir acompanhados de depressão e ansiedade. Você está no caminho certo ao buscar respostas.


É compreensível que essa dúvida surja, principalmente quando os sintomas parecem se sobrepor. Dificuldades de atenção, inquietação, sobrecarga sensorial, cansaço, desânimo ou isolamento podem estar presentes em diferentes condições, e apenas uma avaliação cuidadosamente permite compreender o que está acontecendo. Tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ser um bom primeiro passo. o mais importante é iniciar a investigação com um profissional qualificado. o psicólogo realizará uma avaliação clínica detalhada, explorando sua história de vida, o início dos sintomas, seu funcionamento nas diferentes área da vida e como essas dificuldades impactam o seu dia a dia. Já o psiquiatra poderá avaliar a necessidade de medicação, quando indicada, além de contribuir para o diagnóstico diferencial. Em muitos casos, o melhor resultado acontece quando o psicólogo e psiquiatra trabalham de forma integrada. isso é especialmente importante quando há suspeita de condições como TDAH, Trantorno do espectro Autista (TEA) e depressão, já que algumas caracterísitcas podem coexistir ou até se confundir.


Olá, pelas suas breves palavras me parece que você está estudando seus sintomas emocionais e relacionando com psicopatologias. Imagino que você deva estar numa fase de desconforto emocional muito grande. Você trouxe muitas psicopatologias, eu entendo que talvez isso seja uma forma de entender seu jeito de ser. Essa forma de se "classificar" está sendo muito utilizada hoje em dia, ainda mais com o crescente autocuidado baseado na Inteligência Artificial. Porém, pode induzir ao erro de avaliação. Quem pode te ajudar muito a iniciar a identificação dos sintomas emocionais e entender a relação entre eles é o(a) Psicólogo(a). Por favor, procure um profissional da Psicologia, e caso precise de encaminhamentos para outras especialidades, ele conduzirá você ao profissional e na ordem certa. Espero ter ajudado você no caminho da saúde emocional . Boa sorte! Abs

Tadeu Manfroni

Tadeu Manfroni

Psicólogo

São Paulo

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Boa noite! Sugiro você inicialmente procurar um psiquiatra, posteriormente um psicólogo.


Diante dessa dúvida, o mais indicado é iniciar com um psicólogo, pois é o profissional que poderá realizar uma escuta clínica cuidadosa, compreender a sua história, o modo como esses sinais aparecem na sua vida e levantar hipóteses diagnósticas sem precipitação, inclusive diferenciando o que pode estar relacionado a sofrimento psíquico, como a depressão, e o que pode apontar para condições do neurodesenvolvimento, como TEA e TDAH; a partir dessa avaliação, se houver necessidade, ele poderá te encaminhar para um psiquiatra ou neurologista para complementação diagnóstica e, eventualmente, manejo medicamentoso, garantindo um cuidado ético, integrado e que respeite a complexidade da sua experiência subjetiva, sem reduzir você a rótulos.

Anthony Souza

Anthony Souza

Psicólogo

Mogi Guaçu

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Deve -se procurar um neuropsicologo e psiquiatra , diagnostico é necessário uma junta médica e não apenas um profissional.

Dra. Leticia  Milesi

Dra. Leticia Milesi

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá, o autodiagnóstico não vai lhe ajudar. É importante primeiramente procurar um profissional, que você vai confiar, para construir junto um tratamento. É importante primeiramente ir a um psicólogo para você elaborar suas questões e entender melhor.

Dr. Matheus Abade

Dr. Matheus Abade

Psicólogo

Belo Horizonte

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Eu te recomendaria buscar algum teste online de triagem de neurodivergências (há muitas opções gratuitas), e se esta triagem indicar potencialmente alguma neurodivergência, buscar um neuropsicólogo especializado em avaliação/testagem nesta área. Ele é quem fará o laudo que determinará o diagnóstico posterior por um médico neurologista ou psiquiatra. A partir da avaliação neuropsicológica, você também receberá orientações sobre as necessidades identificadas.


Deve fazer uma avaliação em um Neurologista e Neuropsicologo assim podera fazer a Hipotese do diagnostico passando por avaliaçoes e testes.


Olá! É sempre válido buscar um profissional que possa ajudá-lo(a). Você pode procurar um neuropsicólogo, um psicólogo clínico ou um psiquiatra, pois cada um desempenha um papel diferente no processo. O psicólogo clínico irá ajudá-lo(a) a compreender e lidar com os sinais e sintomas dos possíveis diagnósticos. Além disso, oferecerá um espaço de escuta e acolhimento, no qual as intervenções serão realizadas com o objetivo de reduzir os prejuízos que essas condições podem causar em sua vida. O psiquiatra poderá avaliar se há necessidade de iniciar um tratamento medicamentoso e, caso seja indicado, definir quais medicamentos são mais adequados para o seu caso. Já o neuropsicólogo realizará uma avaliação neuropsicológica com o objetivo de investigar e confirmar ou descartar as hipóteses diagnósticas levantadas. Não existe uma ordem obrigatória para iniciar esse processo. Inclusive, em muitos casos, pode ser bastante benéfico que esses acompanhamentos aconteçam de forma simultânea. Espero ter ajudado!


Olá! Quando existem dúvidas sobre diferentes condições ao mesmo tempo, um bom primeiro passo pode ser procurar um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação inicial. Esse profissional poderá compreender melhor os sintomas que você vem percebendo, sua história e o impacto dessas dificuldades na sua vida, ajudando também a definir quais avaliações ou encaminhamentos podem ser necessários. Como alguns sintomas podem se sobrepor ou ter diferentes explicações, é importante evitar tentar chegar a um diagnóstico sozinho. Dependendo do caso, uma avaliação neuropsicológica também pode ser indicada como parte da investigação. O mais importante é que você não precisa ter certeza do que está acontecendo para procurar ajuda. Levar essas suspeitas e exemplos concretos do que tem percebido já é um ótimo ponto de partida para a conversa com o profissional.


Olá! É válido procurar tanto um médico psiquiatra quanto um psicólogo. O psiquiatra, por ser um médico, poderá fazer uma avaliação de causas orgânicas envolvidas, bem como uma avaliação diagnóstica. Ao procurar um psicólogo, uma avaliação diagnóstica também será realizadas e você trabalhará sobre as dificuldades enfrentadas em seu dia a dia.


Olá! Diante da suspeita de TEA, TDAH e depressão, você pode iniciar a investigação com um **psiquiatra ou neurologista**, preferencialmente com experiência em transtornos do neurodesenvolvimento. O neurologista poderá avaliar os sinais relacionados ao desenvolvimento e à atenção, além de investigar ou descartar possíveis condições neurológicas. Já o psiquiatra também poderá realizar o diagnóstico diferencial e terá um olhar mais direcionado para os sintomas emocionais, como a possível depressão, além de avaliar a necessidade de medicação. Também é recomendada uma **avaliação neuropsicológica**, que investiga de forma detalhada atenção, memória, funções executivas, comunicação, interação social, comportamento e aspectos emocionais. Essa avaliação auxilia os médicos no diagnóstico diferencial entre TEA, TDAH, depressão e outras condições que podem apresentar sintomas semelhantes. O ideal é que o processo seja integrado entre neurologista ou psiquiatra, neuropsicólogo e psicólogo, tanto para a investigação quanto para a definição do tratamento mais adequado.


Recomendo fazer uma avaliacao neuropsicologica com um profissional bem habilitado.


Comece com um Neuropsicólogo (ou Psicólogo com experiência em avaliação neuropsicológica). Por quê? Ele é o profissional mais indicado para fazer a avaliação completa que diferencia e diagnostica Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH e depressão (ou outras comorbidades). Realiza testes específicos de atenção, funções executivas, aspectos sociais e emocionais. Depois da avaliação, ele indicará se é necessário Psiquiatra (para medicação, se for o caso) ou Terapia (TCC, por exemplo).


Quando há suspeita de condições como Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH ou depressão, o primeiro passo é buscar uma avaliação clínica cuidadosa. Esses quadros podem apresentar sintomas semelhantes ou coexistirem, por isso é importante evitar conclusões precipitadas. O psicólogo pode realizar uma escuta qualificada, compreender sua história, avaliar os sintomas e, quando necessário, indicar uma avaliação neuropsicológica ou encaminhá-lo ao psiquiatra para complementar a investigação. Caso haja necessidade de tratamento medicamentoso, o psiquiatra poderá orientar essa conduta. Na psicoterapia de orientação psicanalítica, além da investigação dos sintomas, buscamos compreender como eles se relacionam com a história de vida, os vínculos e o sofrimento emocional de cada pessoa. Esse processo contribui para um entendimento mais amplo daquilo que está sendo vivido. Saiba mais em: @elenirparo.psicologia


Para uma avaliação inicial, o ideal é procurar um psicólogo com especialização em neuropsicologia, ou com experiência em avaliação de TEA, TDAH e transtornos emocionais. Esse profissional poderá investigar seus sintomas, sua história de vida e funcionamento cognitivo, ajudando a compreender melhor o quadro. Dependendo dos resultados da avaliação, pode ser indicado também o acompanhamento com um psiquiatra ou neurologista, principalmente para investigar ou tratar sintomas depressivos e avaliar a necessidade de medicação. O mais importante é buscar uma avaliação completa, pois alguns sintomas podem se sobrepor entre diferentes condições.


Olá! Como vai? Quando há suspeita de autismo, TDAH e também a possibilidade de depressão, é importante realizar uma avaliação cuidadosa, pois alguns sintomas podem se sobrepor. Uma possibilidade é iniciar por uma avaliação neuropsicológica, que investiga diferentes aspectos do funcionamento cognitivo, emocional e comportamental e pode contribuir para a compreensão de hipóteses como TDAH e autismo. Como também há suspeita de depressão, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser importante para avaliar os sintomas relacionados ao humor. Fico à disposição caso queira agendar uma consulta para conversarmos melhor sobre o que você tem vivenciado e avaliarmos juntos qual seria o melhor caminho. Dilcélia Queiroz - Psicóloga Especialista em Neuropsicologia

Dilcélia  Queiroz

Dilcélia Queiroz

Psicólogo

Fazenda Rio Grande

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Bom dia, como vai? É importante que busque um psicólogo competente e com CRP ativo. Esse processo avaliativo pode demorar algumas sessões até que se tenha um parecer.

Leandro Totti

Leandro Totti

Psicólogo

Piracicaba

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Nesse caso é recomendável a buscar por um psicólogo. Esse profissional poderá ouvir sua história, avaliar os sintomas, identificar possíveis hipóteses diagnósticas e orientar os próximos passos. Caso necessário, ele também poderá encaminhá-lo para um psiquiatra ou para uma avaliação neuropsicológica mais aprofundada. Como alguns sintomas podem ser parecidos entre diferentes condições, uma avaliação profissional é importante para entender o que realmente está acontecendo e indicar o tratamento mais adequado para o seu caso.


Você pode iniciar sua busca com um psicólogo que trabalhe com avaliação, ele vai te ajudar a identificar os sintomas e organizar os pensamentos e se necessário, iniciar uma avaliação neuropsicológica.


Para confirmar o diagnóstico, apenas com um neuropsicólogo e/ou um psiquiatra. Porém, caso seja confirmado, é interessante fazer acompanhamento com psicólogo clínico para trabalhar suas demandas em terapia.


Boa tarde! Seria interessante realizar avaliação neuropsicológica, com um neuropsicólogo, para compreender seu funcionamento e ter um direcionamento do que fazer a partir do laudo que receber. A avaliação é realizada através de testes, escalas, observações sistemáticas, entrevista com o paciente, familiares e profissionais que o acompanham; e através de uma análise qualitativa e quantitativa é possível ter um olhar assertivo para o seu funcionamento, possibilitando um encaminhamento mais direcionado às suas necessidades. Fico à disposição!


Eu começaria por um psicólogo ou um psiquiatra. Ambos podem fazer uma avaliação inicial e ajudar a diferenciar o que pode estar relacionado ao TEA, ao TDAH, à depressão ou até a uma combinação desses fatores. Como existe uma sobreposição de sintomas entre esses quadros, o mais importante é passar por uma avaliação cuidadosa antes de tirar conclusões.


Boa noite. Quando há suspeita de TEA, TDAH ou depressão, é importante realizar uma avaliação cuidadosa, pois essas condições podem apresentar sintomas semelhantes e também podem ocorrer em conjunto. O ideal é iniciar acompanhamento com um psicólogo, que fará uma avaliação clínica e, se necessário, poderá indicar uma avaliação neuropsicológica para investigar possíveis alterações cognitivas, emocionais, comportamentais, e etc. Além disso, caso haja necessidade, o psicólogo poderá encaminhar para um psiquiatra ou neurologista para avaliação médica e definição da melhor conduta. Uma avaliação adequada é fundamental para esclarecer o diagnóstico e direcionar o tratamento mais indicado. Espero ter ajudado. Coloco-me à disposição para esclarecer suas dúvidas e auxiliá-lo(a) no processo de avaliação e acompanhamento.

Sandra Dias Vieira

Sandra Dias Vieira

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Olá! Entendo que essas dúvidas possam trazer muitas preocupações e a necessidade de buscar respostas. De forma geral, o ideal é iniciar com um(a) psicólogo(a) com experiência em avaliação, que poderá compreender a história, os sintomas, o funcionamento emocional, comportamental e cognitivo, além de orientar os próximos passos. A avaliação neuropsicológica pode ser uma ferramenta importante pois auxilia na compreensão de aspectos como atenção, memória, funções executivas, regulação emocional e características relacionadas ao TEA e ao TDAH. Quando há suspeita de depressão ou sintomas emocionais mais intensos, o acompanhamento com um(a) psiquiatra também pode ser indicado para uma avaliação complementar.


Como há suspeita de mais de uma condição, o ideal é procurar inicialmente um **psicólogo**. Esse profissional poderá realizar uma avaliação clínica para compreender os sintomas, investigar as hipóteses diagnósticas e, quando necessário, solicitar uma **avaliação neuropsicológica**, que pode auxiliar na investigação de condições como o TDAH e o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Caso, durante a avaliação, seja identificada a necessidade de tratamento medicamentoso, o psicólogo poderá encaminhá-lo para um **psiquiatra**, que avaliará a indicação e a prescrição dos medicamentos mais adequados. Em muitos casos, o acompanhamento conjunto entre psicólogo e psiquiatra oferece os melhores resultados.


Olá! Quando há dúvidas sobre condições como TEA, TDAH e depressão, o mais importante é buscar uma avaliação cuidadosa, pois alguns sintomas podem se sobrepor. O psicólogo pode ser um bom primeiro profissional para realizar uma avaliação detalhada, compreender como essas dificuldades aparecem no seu dia a dia e identificar quais hipóteses fazem sentido para o seu caso. Se houver necessidade, ele também poderá indicar um encaminhamento para um psiquiatra ou neurologista para complementar a investigação ou avaliar a necessidade de medicação. Embora o diagnóstico seja um elemento importante para orientar o cuidado, ele não deve ser o único foco do tratamento. Mais do que um rótulo, o que realmente importa é a pessoa que está em sofrimento, sua história, a forma como vive essas dificuldades e o impacto que elas têm na sua vida. O tratamento precisa considerar a singularidade de cada sujeito, para além de um diagnóstico. Independentemente do nome que esses sintomas venham a receber, se eles estão causando sofrimento ou prejudicando sua rotina, vale a pena procurar ajuda. Quanto antes isso acontecer, mais cedo será possível compreender o que está acontecendo e construir um caminho de cuidado adequado às suas necessidades.


Quando há suspeita de mais de uma condição, como transtorno do espectro autista (TEA), TDAH e depressão, o mais importante é iniciar por uma avaliação clínica abrangente, em vez de tentar investigar cada hipótese separadamente. Uma boa porta de entrada pode ser um médico de família, clínico geral ou psiquiatra. Esses profissionais podem avaliar os sintomas atuais, investigar sinais de depressão e outras condições que possam explicar ou coexistir com as dificuldades relatadas, além de organizar os encaminhamentos necessários. Se houver suspeita de TDAH em adultos, as diretrizes recomendam que a avaliação diagnóstica seja realizada por um profissional de saúde mental com experiência no diagnóstico e tratamento desse transtorno. Já na suspeita de TEA em adultos, a recomendação é uma avaliação abrangente, conduzida por profissionais treinados, considerando a história do desenvolvimento, o funcionamento atual e possíveis condições associadas. A avaliação neuropsicológica pode ser útil em algumas situações, principalmente quando há dúvidas diagnósticas ou suspeita de dificuldades cognitivas ou de aprendizagem. No entanto, ela não costuma ser o primeiro passo nem substitui a avaliação clínica especializada. Se você também apresenta sintomas sugestivos de depressão : como humor deprimido persistente, perda de interesse, alterações importantes de sono ou apetite, dificuldade de concentração, sentimentos de culpa ou desesperança, é importante mencionar isso já na primeira consulta, pois essas informações ajudam a definir a prioridade da investigação e do tratamento. Em resumo, procure um médico de família, clínico geral ou psiquiatra para uma avaliação inicial. A partir dela, se houver indicação, você poderá ser encaminhado para profissionais com experiência em TDAH e/ou TEA, tornando a investigação mais direcionada e evitando exames ou avaliações desnecessárias.


Olá! O primeiro passo é procurar um psicólogo, que pode fazer uma avaliação clínica inicial e te orientar sobre os próximos passos. Para o diagnóstico formal de TEA e TDAH, geralmente é necessário um processo de avaliação neuropsicológica, que pode ser feita por psicólogo especializado, e em seguida uma confirmação com psiquiatra ou neurologista. Já a depressão pode ser avaliada e tratada tanto pelo psicólogo quanto pelo psiquiatra, e dependendo da intensidade dos sintomas, o uso de medicação pode ser indicado, o que torna o acompanhamento psiquiátrico importante. Como as três condições que você mencionou podem se sobrepor e mascarar umas às outras, o ideal é começar com um profissional de confiança que possa te ajudar a organizar esse processo de forma estruturada, sem pressa e sem pular etapas.


Como TEA, TDAH e depressão podem apresentar sintomas parecidos e também ocorrer juntos, o primeiro passo mais seguro é realizar uma avaliação neuropsicológica completa. Essa avaliação permite investigar atenção, memória, funções executivas, comunicação social, comportamento, aspectos emocionais e sua história desde a infância. Assim, é possível compreender se os sintomas estão relacionados ao TEA, ao TDAH, à depressão ou a outra condição. Realizo esse tipo de investigação em adultos, de forma ampla e individualizada, buscando não apenas chegar a uma conclusão diagnóstica, mas explicar com clareza o seu funcionamento, suas dificuldades, potencialidades e quais tratamentos ou encaminhamentos serão mais adequados. Os atendimentos podem ser realizados presencialmente em Brasília ou online para todo o Brasil. Você pode entrar em contato comigo para receber as informações sobre o processo de avaliação.


Psicólogo e após se necessário, um psiquiatra. Primeiro passo!


Olá! A melhor forma de saber sobre diagnósticos de saúde mental é consultar os profissionais capacitados sobre esse tema: psicóloga e psiquiatra. Esses dois profissionais poderão fazer a sua avaliação e tranquilizá-lo apontando o melhor direcionamento para o cuidado da sua saúde, inclusive sobre a necessidade ou não de medicamentos (Psiquiatra) e terapia psicológica (Psicóloga).


Se há suspeita de TEA, TDAH e depressão ao mesmo tempo, o ideal é iniciar por uma avaliação com um psicólogo ou psiquiatra. O psicólogo pode investigar os sintomas de forma detalhada e, quando necessário, realizar uma avaliação psicológica ou neuropsicológica para auxiliar no diagnóstico. Já o psiquiatra pode avaliar a necessidade de medicação, principalmente se houver sintomas depressivos importantes. Em muitos casos, o trabalho conjunto entre os dois profissionais é o que oferece os melhores resultados. Procure um profissional para uma avaliação individualizada, pois somente ela permitirá compreender o que está acontecendo e definir o tratamento mais adequado.


Boa pergunta, e importante você estar atento a esses sinais. O primeiro passo é uma avaliação diagnóstica completa. E o profissional mais indicado para começar depende um pouco do que está mais impactando sua vida agora. Se o que mais incomoda são os sintomas emocionais como humor baixo, falta de energia, tristeza persistente, o psiquiatra é o melhor ponto de entrada. Ele avalia a depressão, pode indicar medicação se necessário, e já tem o olhar clínico para rastrear TDAH e TEA dentro da mesma avaliação. Se o que mais incomoda são os padrões de comportamento, dificuldades de concentração, relacionamento e funcionamento no dia a dia, um neuropsicólogo é quem faz a avaliação mais completa. Ele aplica testes específicos que mapeiam TDAH e TEA com muito mais precisão do que uma consulta clínica isolada consegue fazer. O ideal, na prática, é combinar os dois. Psiquiatra para a parte clínica e medicamentosa, neuropsicólogo para a avaliação diagnóstica formal, e psicólogo para o acompanhamento terapêutico contínuo.


Você pode começar por um psicólogo ou psiquiatra com experiência em autismo e TDAH em adultos. O psicólogo fará uma escuta inicial e poderá indicar uma avaliação psicológica ou neuropsicológica, enquanto o psiquiatra avaliará também a suspeita de depressão e a necessidade de medicação. Como alguns sintomas podem se parecer ou ocorrer juntos, é importante realizar uma avaliação cuidadosa, evitando conclusões baseadas apenas em testes da internet.

Aline Silva

Aline Silva

Psicólogo

Salvador

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Olá,você pode falar com um bom psicólogo e este fará uma avaliação prévia, se necessário solicitará uma avaliação neuropsicológica ou encaminhamento para psiquiatra.


O melhor caminho para investigar a sobreposição de TDAH, Autismo (TEA) e Depressão é buscar um Psiquiatra, um Psicólogo e um neuropsicólogo. Geralmente, o diagnóstico e o acompanhamento dessas condições são feitos em parceria entre ambos os profissionais.


como há a suspeita dos diagnósticos, sugiro buscar pelo neuropsicólogo e realizar uma avaliação neuropsicológica. na avaliação será analisada a sua história de vida, seus comportamentos, relações e uma testagem com testes de neuropsicologia para entender o funcionamento do seu cérebro, a forma como pensa, funciona aprende, e no final dessa avaliação o profissional te encaminha aos profissionais corretos e te entrega um laudo com os resultados.


Psicóloga


Quando existe essa dúvida, o mais importante é buscar uma avaliação profissional, pois sintomas e experiências podem ter diferentes explicações e não é possível confirmar ou descartar um diagnóstico apenas pela percepção pessoal. Uma boa porta de entrada é o psicólogo, que poderá realizar uma avaliação inicial e/ou rastreio, compreender sua história, as dificuldades que você vem enfrentando e, se necessário, indicar o encaminhamento para outros profissionais, como um psiquiatra, neurologista ou neuropsicólogo.


Olá! O ideal é iniciar a avaliação com um psicólogo ou um psiquiatra. Ambos podem investigar seus sintomas e, se necessário, encaminhar para uma avaliação mais específica, como a de TEA ou TDAH.


Um bom primeiro passo é procurar um psicólogo ou neuropsicólogo com experiência em avaliação de TEA e TDAH em adultos. Uma avaliação cuidadosa poderá investigar seu histórico, sintomas e funcionamento atual, além de diferenciar características de TEA/TDAH de sintomas relacionados à depressão ou ansiedade. Dependendo dos achados, o acompanhamento pode ser realizado em conjunto com um psiquiatra. O mais importante é buscar uma avaliação individualizada, pois alguns sintomas podem se sobrepor entre essas condições. Se quiser agendar sua consulta estou a disposição.


Olá, recomendo que você busque acompanhamento com um neuropsicólogo pra realizar uma avaliação dos sintomas e fechar um diagnóstico. Além disso ,também recomendo a psicoterapia e, a depender da avaliação pelo neuropsicólogo, acompanhamento com psiquiatra pra checar a necessidade de medicação.


Olá, Você pode buscar uma neuropsicóloga para fazer uma avaliação psicológica.


Se tem suspeita de transtornos, o ideal seria um Neuropsicólogo e/ou Neurologista.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. O ideal é começar com um psiquiatra, porque ele pode avaliar o conjunto dos sintomas e encaminhar para testes específicos. Depois, um psicólogo especializado em neurodesenvolvimento pode realizar avaliação de TEA e TDAH. A combinação psiquiatra + psicólogo é o caminho mais completo. Você não precisa descobrir sozinho, existe avaliação estruturada para isso. Atenciosamente, Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


O primeiro profissional a procurar é o psiquiatra. Ele é o médico capacitado para fazer o diagnóstico diferencial entre TEA, TDAH e depressão, além de avaliar a necessidade de medicação (especialmente se a depressão ou o TDAH estiverem causando sofrimento significativo). Ele poderá solicitar uma avaliação neuropsicológica com neuropsicólogo e indicar a psicoterapia como parte essencial do tratamento. O psiquiatra coordenará esses encaminhamentos, garantindo uma abordagem integrada.


A avaliação neuropsicológica pode ser um bom ponto de partida, especialmente quando há suspeita de TDAH, transtorno do espectro autista e depressão ao mesmo tempo. Esse processo permite investigar de forma integrada seu histórico de desenvolvimento, atenção, memória, funções executivas, comunicação social, comportamento, regulação emocional e o impacto dessas dificuldades na rotina. Além dos testes, uma avaliação de qualidade também considera entrevistas clínicas, observação comportamental e, quando possível, informações de familiares ou outras pessoas próximas. Isso é importante porque TDAH, autismo, ansiedade e depressão podem coexistir, mas também compartilhar sintomas semelhantes. A avaliação neuropsicológica ajuda a organizar essas hipóteses, identificar padrões de funcionamento e indicar quais profissionais ou intervenções podem ser mais adequados. Após a avaliação, pode haver encaminhamento para psicoterapia, psiquiatria ou acompanhamento multidisciplinar. Caso os sintomas depressivos estejam intensos ou provoquem prejuízo importante no funcionamento diário, a avaliação psiquiátrica também deve ser priorizada.


O ideal é buscar o acompanhamento psiquiatrico juntamente com psicológico.

Anna Mezaonik

Anna Mezaonik

Psicólogo

São Paulo

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Olá, como vai? Procure por um psicólogo especializado em neurologia e avaliação psicológica para investigar a possibildiade de tais transtornos que você citou. Por outro lado, você também pode procurar um psicólogo para poder conversar sobre como você sente, quais dificuldades tem e de qual forma você pode lidar com elas. Espero ter ajudado, fico à disposição.


Um Neuropsicólogo faz avaliações, irá diagnosticar corretamente e também indicar o tratamento adequado. O tratamento tanto pode ser com ele mesmo como com um outro profissional que trabalhe com outras abordagens como, por exemplo, Psicanálise.


O processod e investigação para quadros de transtornos do neurodesenvolvimento é multiprofissional. Contudo, a investigação tende a começar com um profissional da psicologia, que caso seu quadro aponte para um transtorno, poderá encaminhar a uma avaliação neuropsicológica, que será realizada com um profissional que a partir de testes cognitivos e psicológicos mapeará as suas queixas e as condensará em um laudo. Em casos de transtornos, esse laudo deverá ser validado por um profissional da psiquiatria. Vale ressaltar que cada processo é individual e o paciente pode procurar a avaliação neuropsicológica mesmo sem encaminhamento de um profissional.


Um psiquiatra, neurologista podem pedir uma avaliação para o neuropsicológo, que fará a avaliação e passará para o médico que solicitou, posterior a isso o médico dara o CID. No caso da depressão primeiro o psiquiatra junto com o psicólogo.


Bom dia, o ideal seria procurar um neuropsicólogo para realizar os testes que dão esse diagnóstico e com ele em mãos, um psiquiatra caso necessite medicar devido os sintomas e um psicólogo para trabalhar suas questões e lhe ajudar a lidar com as dificuldades enfrentadas.

Vivian Pastorino

Vivian Pastorino

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! A melhor escolha para começar essa investigação é buscar um psiquiatra ou um neurologista. Esses são os profissionais médicos habilitados para realizar uma avaliação diagnóstica diferencial, investigar a presença de TDAH, quadros depressivos e encaminhar para rastreios específicos de autismo (como o TEA nível 1 de suporte, que costuma passar despercebido na infância). O psiquiatra, inclusive, poderá avaliar se há necessidade de suporte medicamentoso para aliviar os sintomas da depressão e da agitação mental enquanto o processo de investigação acontece. Paralelamente, iniciar o acompanhamento com um psicólogo é fundamental. A terapia vai te ajudar a acolher o impacto emocional de conviver com todas essas suspeitas e a organizar o funcionamento da sua rotina. Se quiser um espaço seguro e estruturado para iniciar essa escuta e organizar os próximos passos da sua investigação, o meu consultório está com as portas abertas. Um abraço!


Olá! Tanto um psicólogo, quanto um psiquiatra são bons começos e possivelmente, vai precisar de acompanhamento das duas profissões, de toda forma. Ambos vão precisar de acompanhar por um tempo para conseguir olhar para esses possíveis diagnósticos e te entender melhor (não existe diagnóstico de qualidade com 1 ou 2 encontros...). O psiquiatra é um bom começo pois vai te ajudar, através da medicação, a manejar e aliviar seus sintomas que geram sofrimetno; além de a longo prazo, te orientar sobre os diagnósticos (se de fato houver). Já a Psicologia, vai te ajudar com a avaliação neuropsicológica e principalmente, com o acolhimento, autoconhecimento, desenvolvimento de recursos para lidar com suas questões internas, ampliação de cuidado, acolhimento do sofrimento emocional. No final, o remédio não resolve tudo (pois na hora que parar, se não tiver desenvolvido ferramentas para sua realidade, os problemas voltam) e em casos de transtorno/adoecimento mental, a psicoterapia também não (pois sozinha, não necessariamente dá conta do sintoma). O melhor tratamento é o completo e bem capacitado.


Se você suspeita de TEA, TDAH e também percebe sintomas de depressão, o mais indicado é procurar um neuropsicólogo ou um psiquiatra para uma avaliação inicial. O neuropsicólogo pode realizar uma avaliação detalhada do seu funcionamento e, fazer uma avaliação neuropsicológica ou encaminhar para outros profissionais. Já o psiquiatra pode investigar os sintomas, avaliar a necessidade de medicação e ajudar a diferenciar o que pode estar relacionado a cada condição. Como existe uma sobreposição de sintomas entre TEA, TDAH, depressão e ansiedade, uma avaliação completa é essencial para chegar a um diagnóstico adequado e definir o melhor tratamento.


Comece por um psicólogo com experiência em avaliação de adultos e condições do neurodesenvolvimento. Você não precisa escolher entre três diagnósticos antes da consulta; o profissional deve organizar sua história, diferenciar sintomas antigos de dificuldades recentes e avaliar o que exige investigação específica. Caso a depressão esteja comprometendo intensamente sua rotina, ou exista necessidade de medicação, procure também um psiquiatra. A avaliação pode envolver mais de um profissional, porque autismo, TDAH, ansiedade e depressão apresentam sinais que podem se confundir.


Nesse caso, o ideal é começar por uma avaliação profissional mais ampla, porque TDAH, TEA e sintomas depressivos podem se apresentar de maneiras diferentes e, em alguns casos, podem se sobrepor. Você pode iniciar com um psicólogo que tenha experiência em avaliação de TEA e TDAH em adultos, especialmente se o objetivo principal for compreender melhor o seu funcionamento e investigar essas hipóteses. A avaliação pode considerar sua história de desenvolvimento, funcionamento atual, atenção, funções executivas, aspectos sociais, sensoriais e emocionais, além de utilizar instrumentos adequados quando necessário. Um psiquiatra também pode ser importante, principalmente se os sintomas depressivos estiverem presentes ou causando prejuízos importantes, pois ele pode avaliar o quadro clínico de forma global e verificar a necessidade de tratamento específico. Em muitos casos, a melhor estratégia é justamente uma avaliação integrada entre Psicologia e Psiquiatria. Mais importante do que chegar rapidamente a um diagnóstico é compreender o que você está vivenciando e quais dificuldades estão realmente presentes para definir o cuidado mais adequado.


Olá procure um psicólogo que fará as primeiras observações. Te encaminhará para avaliação neuropsicologica para diagnóstico de possíveis transtornos.


Oi, então...É bom você procurar uma avaliação neuropsicologica. Com ela, você avalia todas as suas funções cognitivas e seu estado mental atual, assim como confirmar ou descartar transtornos ou demais dificuldades. Dessa forma, você terá um norte e uma indicação clara sobre qual tratamento realizar.


Olá, tudo bem? Não há necessariamente uma ordem melhor. O importante é que você entenda como profissional pode te ajudar. Um psicólogi clinico pode te ajudar tanto na melhora da depressão quanto no manejo dos déficts sociais do possível diagnóstico. Um psiquiatra pode te ajudar no manejo medicamentoso da depressão e pode iniciar o processo de diagnóstico do transtorno. Ele provavelmente contará com a colaboração de um neuropsicólogo, que aplicará testes para avaliar o possível diagnóstico. O diagnóstico é importante a longo prazo, para que você tenha acesso aos direitos PCD ao qual o TEA é incluso. Sendo assim, o profissional com o qual você falará primeiro, depende da sua prioridade.


Boa noite, É importante compreender primeiramente qual dos possíveis transtornos cujos traços você apresenta causa maior prejuízo, ou sofrimento clinicamente significativo para sua vida, para que a partir disso, o plano terapêutico seja feito de forma adequada, priorizando a demanda que causa maior prejuízo e risco. Após isso, vale ressaltar que traço é diferente do transtorno propriamente dito. De toda forma, uma consulta com um médico psiquiatra pode ser extremamente importante para falar a respeito dos traços apresentados por você e para receber o encaminhamento para uma avaliação neuropsicológica de rastreio, caso o psiquiatra considere adequado. Espero ter ajudado.


O ideal é buscar um Neuropsicólogo para fazer Avaliação Neuropsicológica, que poderá investigar as hipóteses de TEA, TDAH e depressão de forma integrada. Dependendo dos resultados, pode ser indicado também acompanhamento com psiquiatra ou outro profissional de saúde. O diagnóstico não deve ser baseado apenas em testes ou questionários, mas na avaliação do histórico e do funcionamento da pessoa.


Busque agendar avaliação psicológica para investigação.


Você pode começar procurando um psicólogo que tenha experiência com autismo e TDAH em adultos. Ele poderá conhecer sua história, compreender os sintomas e avaliar se há necessidade de uma investigação mais específica. Como você também percebe sinais de depressão, é importante falar sobre isso desde o início. Dependendo do que for identificado, o psicólogo poderá recomendar uma avaliação neuropsicológica e/ou encaminhá-lo para um psiquiatra. Você não precisa chegar ao atendimento sabendo exatamente qual diagnóstico possui. Essa investigação também faz parte do processo!


Busque um neuropsicólogo!


Com um psicanalista para que sua suspeita possa ser pensada, contextualizada e investigada junto. Você não precisa dar conta sozinho nem assumir um diagnóstico sozinho. Seus sentimentos devem estar confundindo você e falar é extremamente terapêutico e regulador do humor. Acredite em mim, tenho longa formação e experiência clínica.


Quando há suspeita de autismo, TDAH e também sintomas de depressão, o mais importante é buscar uma avaliação clínica ampla, e não tentar confirmar um diagnóstico específico. Muitas dessas condições podem compartilhar sintomas ou ocorrer simultaneamente, por isso é fundamental compreender a história de vida, o desenvolvimento, o contexto atual e os impactos desses sinais no dia a dia. Tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ser uma boa porta de entrada. O psicólogo realizará uma avaliação detalhada do funcionamento emocional, cognitivo e comportamental e, quando necessário, poderá indicar uma avaliação neuropsicológica ou encaminhar para outros profissionais. Já o psiquiatra poderá avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso, especialmente se houver sintomas importantes de depressão ou ansiedade. Muitas vezes, o melhor cuidado acontece de forma integrada entre diferentes profissionais. Independentemente do diagnóstico, buscar ajuda quando o sofrimento começa a interferir na qualidade de vida é um passo importante. O objetivo da avaliação não é apenas identificar um transtorno, mas compreender a pessoa em sua singularidade e construir, junto com ela, o tratamento mais adequado.


Você deve procurar um profissional que realize avaliação neuropsicológica para entender melhor esses possíveis diagnósticos de forma mais detalhada e com sustentação técnica. Além disso, é fundamental também buscar acompanhamento psicólogo para lidar com os desconfortos e desafios emocionais relacionados aos sintomas que te causam desconforto, angústia e são desafiadores no dia a dia. Sejam quais forem as questões existentes, saber lidar com elas é importante para o seu bem-estar.

Elaine Barbosa

Elaine Barbosa

Psicólogo

Rio de Janeiro

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voce deve conversar com um psicólogo, para melhor orientacao.


O ideal é agendar uma consulta com um médico psiquiatra ou com um psicólogo especialista em neurodivergência em adultos. Como as características do TDAH, do autismo e da depressão costumam se misturar no dia a dia, e o desânimo da depressão exige uma atenção mais urgente, esses profissionais saberão olhar para o seu caso de forma integrada. Eles vão te acolher sem julgamentos e indicar os passos certos para uma investigação detalhada, sem que você precise tentar entender tudo isso por conta própria.


Olá! O psicólogo pode ser um bom profissional para iniciar essa investigação, ajudando a compreender os sintomas, a história de vida e como essas dificuldades aparecem no cotidiano. Dependendo do caso, pode ser indicada uma avaliação neuropsicológica e/ou acompanhamento com psiquiatra ou neurologista. A escolha do profissional e a sequência das avaliações também podem variar conforme as diretrizes e regras de cada convênio médico, que às vezes exige encaminhamentos específicos. O mais importante é que a avaliação seja cuidadosa e, quando necessário, realizada de forma integrada entre os profissionais.


Olá! Você pode começar por um psicólogo com experiência em TEA/TDAH em adultos ou por um médico psiquiatra. Não existe uma única porta de entrada obrigatória em todos os casos: o essencial é que o profissional tenha prática em diagnóstico diferencial em adultos e articule a avaliação com outras áreas quando necessário. Se os sintomas depressivos estiverem causando sofrimento intenso ou prejuízo importante na rotina, uma avaliação psiquiátrica ganha prioridade. Se houver pensamentos de morte, autoagressão ou risco à própria segurança, é importante procurar atendimento de urgência, independentemente de a investigação de TEA/TDAH ainda não ter sido concluída. É como olhar para uma imagem com várias camadas transparentes sobrepostas. Sinais relacionados à atenção, ao humor, à interação social ou à sensorialidade podem se sobrepor e, para quem está tentando compreender o que acontece consigo, parecer um único bloco de dificuldades. A avaliação profissional não serve para rotular com pressa, mas para ajustar o foco e discernir o que pode estar relacionado ao neurodesenvolvimento, o que pode corresponder a sintomas depressivos e o que pode ter outras explicações que também precisam ser investigadas. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ••• Na população autista, Lai e colaboradores (2019), em revisão sistemática e meta-análise, encontraram frequência relevante de diferentes condições psiquiátricas coocorrentes, incluindo TDAH e transtornos depressivos. Isso ajuda a mostrar por que sintomas que parecem pertencer a uma única explicação precisam ser avaliados com cuidado. Young e colaboradores (2020), em consenso internacional sobre a coexistência de TEA e TDAH, recomendam uma avaliação multifacetada e destacam que apresentações complexas podem exigir integração entre diferentes profissionais: Um psicólogo com experiência em TEA e TDAH em adultos pode conduzir uma avaliação psicológica abrangente, reunindo história do desenvolvimento, funcionamento atual, entrevistas e instrumentos apropriados. Quando houver indicação, uma avaliação neuropsicológica pode complementar esse processo ao detalhar aspectos como atenção, funções executivas e perfil cognitivo — mas nenhum teste isolado estabelece, por si só, esses diagnósticos. O psiquiatra pode realizar o diagnóstico diferencial médico, avaliar os sintomas depressivos e outras condições que possam estar contribuindo para o quadro, além de indicar tratamento médico quando necessário. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ••• Na Hipnose Clínica e na psicoterapia de orientação ericksoniana, a abordagem naturalística e o princípio de utilização (Erickson, 1958, 1959) orientam o terapeuta a partir da experiência e dos recursos que a própria pessoa apresenta. Clinicamente, essa lógica pode ser aplicada aqui como um lembrete importante: embora o diagnóstico possa fornecer um mapa para orientar o cuidado, uma investigação diagnóstica não precisa reduzir a pessoa a uma lista de déficits. O trabalho também pode buscar compreender como você processa informações, reconhecer recursos e adaptações que já desenvolveu e estruturar estratégias personalizadas que respeitem seu funcionamento e diminuam a sobrecarga diária. Buscar um profissional com prática clínica em neurodivergência no adulto ajudará você a conduzir essa investigação com rigor técnico, acolhimento e clareza. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ••• Ressalva ética: A psicoterapia é um processo clínico individualizado. Avaliação médica, psiquiátrica ou multiprofissional pode ser necessária quando a natureza dos sintomas ou a avaliação clínica indicar necessidade de diagnóstico diferencial ou cuidado integrado. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ••• Referências selecionadas: Lai, M.-C., Kassee, C., Besney, R., Bonato, S., Hull, L., Mandy, W., Szatmari, P., & Ameis, S. H. (2019), The Lancet Psychiatry, 6(10), 819–829; Young, S., Hollingdale, J., Absoud, M., Bolton, P., Branney, P., Colley, W., ... & Woodhouse, E. (2020), BMC Medicine, 18(1), Art. 146; Erickson, M. H. (1958), American Journal of Clinical Hypnosis, 1(1), 3–8; Erickson, M. H. (1959), American Journal of Clinical Hypnosis, 2(1), 3–21. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ••• Victor Lawrence Bernardes Santana · Psicólogo · CRP 09/012681


O profissional mais indicado para isso seria um Neuropsicólogo para realizar uma avaliação aprofundada sobre o caso e encontrar melhores formas de tratamento!


Se você suspeita de TEA, TDAH e também percebe sinais de depressão, o ideal é começar por uma avaliação psicológica com um psicólogo que tenha experiência em neurodivergência e avaliação de adultos. Esse profissional poderá investigar seu histórico, funcionamento atual, sintomas e possíveis diagnósticos diferenciais. Se necessário, também pode indicar uma avaliação médica complementar com psiquiatra ou neurologista. A depressão merece atenção especialmente se houver tristeza persistente, perda de interesse, alterações importantes no sono ou apetite, desesperança ou pensamentos de morte. Você não precisa chegar à primeira consulta já sabendo se é TEA, TDAH ou depressão. A avaliação serve justamente para compreender o que está acontecendo e quais cuidados fazem sentido para você.


Se existe suspeita de autismo, TDAH e também sintomas de depressão, o ideal é buscar uma avaliação profissional ampla, porque alguns sinais podem se sobrepor e é importante entender o que está acontecendo como um todo. Você pode começar por um psicólogo, que poderá realizar uma avaliação inicial, investigar histórico, funcionamento emocional, atenção, comportamento e possíveis sinais de TEA/TDAH. Dependendo do caso, pode encaminhar para avaliação neuropsicológica e/ou psiquiátrica. O psiquiatra também pode ser importante, especialmente se os sintomas depressivos estiverem causando sofrimento significativo, pois poderá avaliar a necessidade de tratamento médico.


Descobrir que a nossa mente pode funcionar de um jeito diferente e tentar entender o motivo de tanto cansaço, da falta de foco e dessa tristeza profunda é um passo de imensa coragem. O ponto de partida mais acolhedor e seguro para a sua história é agendar uma consulta com um médico psiquiatra. Antes de qualquer rótulo ou laudo, você precisa de alívio e de um espaço de escuta cuidadosa. Como a depressão costuma roubar as nossas forças e deixar tudo mais pesado, o psiquiatra ajudará primeiro a cuidar do seu sofrimento de hoje, devolvendo a estabilidade e a energia de que você precisa. A partir dessa escuta atenta, ele poderá indicar a necessidade de uma avaliação neuropsicológica — um processo detalhado e muito humano que vai mapear a sua forma de pensar, de sentir e de se relacionar, ajudando a compreender com clareza a presença do TDAH ou do espectro autista. Durante todo esse percurso de descoberta, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) estará ao seu lado como um abraço e um porto seguro. A terapia não serve apenas para dar respostas teóricas, mas para te acolher sem julgamentos, ensinar você a se olhar com mais compaixão e construir, no seu tempo, estratégias leves e possíveis para a sua rotina diária. A acolhida que você procura começa ao se permitir ser cuidado por uma rede de apoio que te respeite. Dar esse primeiro passo com o psiquiatra e manter a psicoterapia é o caminho amoroso para acolher a sua história, entender a sua mente e reconquistar a paz, a leveza e o respeito ao seu próprio ritmo de viver. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


Olá, tudo bem? Boa pergunta, porque a ordem de investigação realmente importa quando várias suspeitas aparecem juntas, e não existe um único caminho certo, mas há uma lógica que costuma funcionar bem. O ponto de partida mais indicado costuma ser uma avaliação neuropsicológica, porque ela é desenhada justamente para investigar, de forma integrada, características de espectro autista, TDAH e também sintomas depressivos associados, ajudando a diferenciar o que é traço mais estrutural do que é reativo a um estado emocional atual. Isso evita o risco de tratar a depressão isoladamente e deixar de lado um funcionamento de base que pede outro tipo de manejo, ou o contrário, patologizar como "espectro" ou "TDAH" algo que na verdade é sofrimento emocional recente. Paralelamente, uma avaliação psiquiátrica é importante, porque a depressão, se estiver presente com intensidade, pode e deve começar a ser cuidada enquanto a investigação mais ampla acontece, sem precisar esperar um fechamento diagnóstico para buscar alívio. Antes dessas avaliações, o que ajuda bastante é você organizar por escrito, com calma, os sinais que te fazem suspeitar de cada uma dessas hipóteses, com exemplos concretos do dia a dia. O que te fez pensar em espectro autista especificamente? Os sintomas de desatenção ou impulsividade que você percebe são de longa data, desde a infância, ou mais recentes? E o quanto desse sofrimento atual você atribui ao humor, e o quanto à forma como você processa o mundo ao seu redor? Buscar acompanhamento psicológico em paralelo também faz sentido desde já, independente do resultado das avaliações, porque o sofrimento que você descreve já merece cuidado agora. Caso precise, estou à disposição.

Helio Martins

Helio Martins

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Oi! Espero que esteja bem. O caminho mais indicado costuma começar por uma avaliação neuropsicológica, que consegue investigar de forma integrada tanto questões do espectro autista quanto TDAH, além de mapear como a depressão pode estar se somando a esse quadro. Paralelamente, vale também uma consulta com psiquiatra, porque a confirmação diagnóstica formal e qualquer decisão sobre acompanhamento medicamentoso são sempre da competência dele. A psicoterapia pode acontecer junto a esse processo de investigação, ajudando a lidar com a ansiedade natural de estar no meio de tantas dúvidas sobre si mesma enquanto os resultados não saem. Você já percebe em quais áreas da sua vida essas características, atenção, socialização, humor, mais te trazem dificuldade hoje? Caso precise, estou à disposição.

Isabelle Emilia Bezerra Dantas

Isabelle Emilia Bezerra Dantas

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Boa noite! Espero que esteja bem. Pra organizar essa investigação, uma sequência prática costuma funcionar bem: primeiro, uma consulta psiquiátrica pra fazer um mapeamento inicial e avaliar se há necessidade de suporte mais imediato, especialmente pela parte depressiva que você mencionou. Em paralelo ou na sequência, uma avaliação neuropsicológica completa investiga tanto os traços do espectro autista quanto o TDAH de forma integrada, porque os dois frequentemente aparecem juntos e compartilham algumas características que precisam ser diferenciadas com cuidado. A psicoterapia entra desde já, mesmo antes de qualquer resultado fechado, porque ajuda a lidar com a ansiedade natural de viver esse período de dúvida sobre si mesma. Você já tem algum profissional desses três em mente pra começar, ou está com dificuldade de saber por onde entrar nesse processo? Caso precise, estou à disposição.

Rayane Tavares da Silva

Rayane Tavares da Silva

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Você pode começar por um psicólogo ou psiquiatra. Como autismo, TDAH e depressão podem ter sintomas que se confundem, o ideal é uma avaliação cuidadosa antes de concluir qualquer diagnóstico.


Boa noite! Espero que esteja bem. É comum que espectro autista, TDAH e sintomas depressivos apareçam juntos e se confundam entre si, então investigar os três ao mesmo tempo, em vez de um de cada vez, costuma ser o caminho mais eficiente. Uma avaliação neuropsicológica completa é o ponto de partida mais indicado, porque ela consegue diferenciar traços de espectro autista de TDAH dentro do mesmo processo. Em paralelo, uma consulta psiquiátrica ajuda a mapear a parte depressiva e avaliar se há necessidade de suporte mais imediato. A psicoterapia pode começar desde já, mesmo antes de qualquer resultado fechado, pra te apoiar durante esse período de investigação. O que te fez suspeitar do espectro autista — foi algo que você observou sozinha, ou alguém comentou algo que te fez pensar nisso? Caso precise, estou à disposição.

Bianca Pacheco

Bianca Pacheco

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Olá! Nesse caso, o ideal é começar por uma avaliação com um psicólogo ou psiquiatra. Esses profissionais podem avaliar os sintomas, entender o que está acontecendo e, se necessário, encaminhar para uma avaliação mais específica de TEA ou TDAH. Se houver suspeita de depressão ou sofrimento emocional significativo, também é importante não adiar essa avaliação. Fico à disposição! Abraços!


Boa tarde. É interesante que consulte com um psicólogo para ele avaliar as caracteristicas e encaminhar a um neuro/psiquiatra caso seja necessário. A terapia irá avaliar os seus contextos, tdah e autismo existem desde a infância, por isso é importante investigar a vida até mesmo antes dos 12 anos. Caso necessário estou disponível para um atendimento.


Psicólogo com especialidade em Neuropsicologia e Avaliação Psicológica. Caso tiver interesse em saber informações sobre como funciona o processo pode me chamar.


Olá! Quando existem suspeitas envolvendo diferentes condições, como TEA, TDAH e depressão, é compreensível surgir a dúvida sobre por onde começar. Uma boa primeira opção é procurar um psicólogo ou psiquiatra para realizar uma avaliação inicial mais ampla. A partir da compreensão da sua história, dos sintomas atuais e dos impactos na sua rotina, será possível identificar quais hipóteses fazem sentido investigar e se há necessidade de avaliações complementares. O psicólogo pode realizar uma avaliação clínica e acompanhar aspectos emocionais e comportamentais. Quando há necessidade de uma investigação mais detalhada do funcionamento cognitivo, atenção, memória e outras funções, pode ser indicada uma avaliação neuropsicológica. Já o psiquiatra é o profissional médico responsável pela avaliação médica e, quando necessário, pelo tratamento medicamentoso. Também é importante lembrar que alguns sintomas podem se sobrepor. Dificuldades de atenção, isolamento, cansaço, desmotivação e problemas de organização, por exemplo, podem aparecer em diferentes condições. Por isso, mais importante do que tentar confirmar sozinho cada suspeita é realizar uma investigação cuidadosa. Você não precisa necessariamente descobrir tudo antes de procurar ajuda. Uma primeira avaliação pode ser justamente o ponto de partida para organizar essas questões e entender qual caminho faz mais sentido no seu caso. Se desejar, podemos conversar em uma primeira consulta para compreender melhor a sua história e as dificuldades que você vem enfrentando, além de avaliar quais encaminhamentos ou formas de acompanhamento seriam mais adequados.

Rafael Eickhoff

Rafael Eickhoff

Psicólogo

Três de Maio

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Você pode começar tanto por um psicólogo quanto por um psiquiatra, preferencialmente com experiência em autismo e TDAH em adultos. Um psicólogo com especialização eu avaliação neuropsicológica pode ajudar numa investigação cuidadosa, pois algumas manifestações dessas condições podem se sobrepor entre si e também aos sintomas da depressão. E, a partir daí, ter uma companhamento terapêutico. O psiquiatra também poderá participar da investigação diagnóstica e avaliar a necessidade de medicação, especialmente se os sintomas depressivos estiverem intensos. Você não precisa chegar à consulta sabendo qual dessas hipóteses está correta. Pode procurar o profissional com quem se sentir mais confortável para iniciar e, a partir dessa primeira avaliação, construir os encaminhamentos necessários. Mas, por favor, se houver pensamentos de morte, risco de se machucar ou dificuldade importante para realizar atividades básicas, procure atendimento médico com maior urgência.

Janine Leyraud Pires

Janine Leyraud Pires

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Entendo a sua dúvida. Quando existe suspeita de TEA, TDAH e também de um possível quadro depressivo, é importante fazer uma avaliação ampla, pois alguns sintomas podem se sobrepor e também podem existir comorbidades. Como primeiro passo, sugiro procurar um psiquiatra com experiência em avaliação de adultos e em transtornos do neurodesenvolvimento, especialmente TEA e TDAH. Ele poderá avaliar também os sintomas relacionados ao humor e indicar os encaminhamentos necessários. A avaliação pode ser complementada por psicólogo especializado em avaliação psicológica/neuropsicológica, especialmente quando há necessidade de investigar de forma mais detalhada aspectos cognitivos, comportamentais, emocionais e do desenvolvimento. Se você estiver buscando compreender melhor essas características e como elas vêm afetando sua rotina, relacionamentos, trabalho ou estudos, uma avaliação psicológica pode ser um bom ponto de partida também. Caso esteja apresentando sofrimento intenso, pensamentos de morte ou de se machucar, procure atendimento de urgência imediatamente.


Vivemos em um contexto em que o mundo digital está cada vez mais presente e, com isso, têm se tornado comuns queixas e suspeitas baseadas em conteúdos vistos na internet. O autismo é uma condição do neurodesenvolvimento, e uma pessoa no espectro pode também desenvolver depressão. Não necessariamente pelo autismo em si, mas porque, considerando a subjetividade de cada indivíduo, experiências como isolamento social, dificuldades de comunicação, rejeição e falta de pertencimento podem contribuir para o sofrimento psíquico e potencializar sintomas depressivos. O mais indicado, inicialmente, é realizar uma avaliação com um profissional qualificado, para que seus sintomas, sua história e seu funcionamento sejam compreendidos de forma individualizada. A partir disso, é possível investigar a existência ou não de um diagnóstico e, posteriormente, pensar nos recursos e estratégias de cuidado mais adequados para o sofrimento apresentado.


O ideal é buscar um psiquiatra para esclarecimento dos diagnósticos e verificar necessidade de iniciar medicação. Pode simultaneamente iniciar acompanhamento psicoterapeutico. Uma avaliação neuropsicologica pode ser necessária para confirmação dos diagnósticos de TEA e TDAH.


Nesse caso, eu recomendaria começar por uma neuroavaliação, porque ela permite investigar de forma mais ampla as suspeitas de TEA e TDAH e também entender se existem outros fatores, como sintomas depressivos, influenciando esse funcionamento. A partir dos resultados, dá para ter mais clareza sobre o que está acontecendo e, se necessário, encaminhar para um psiquiatra para complementar a avaliação e pensar em tratamento.


Olá, que bom que escreveu aqui.... Você pode começar por um psicólogo clínico ou psiquiatra. O mais importante é encontrar um profissional com quem você se sinta acolhido e seguro para falar sobre o que tem vivido. Uma avaliação cuidadosa ajuda a compreender melhor esses sinais, sem precisar chegar à consulta já com um diagnóstico definido, sem pressa e sem expectativas, apenas com o foco em seu cuidado.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.