Perguntas do paciente (112)

  • Conheci alguém que gosta de mim e somos MUITO parecidos, isso me assusta, a ideia de começar a namor

    Conheci alguém que gosta de mim e somos MUITO parecidos, isso me assusta, a ideia de começar a namorar sério, coloco várias desculpas como linhas entre nós que tenho medo de ultrapassar, poderia me explicar o porquê tanto medo se nunca namorei?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    O medo de se envolver em um relacionamento pode ter diversas causas e é algo comum entre as pessoas. Algumas possíveis explicações para o seu caso podem incluir:

    1. Medo de se machucar: Você pode estar preocupado com a possibilidade de ser magoado emocionalmente ou traído, o que é um medo comum para muitas pessoas que estão começando um relacionamento.

    2. Insegurança: Se você não tem experiência em relacionamentos, pode se sentir inseguro ou incerto sobre como agir ou o que esperar. Isso pode levar a colocar barreiras e desculpas para se proteger.

    3. Dificuldade em confiar: Talvez você tenha dificuldade em confiar nas pessoas, especialmente em alguém que você acabou de conhecer. Isso pode tornar mais difícil se abrir e se permitir se apaixonar.

    4. Medo de perder sua identidade: Se você e seu pretendente são muito parecidos, você pode ter medo de perder sua individualidade em um relacionamento. É importante lembrar que, mesmo em um relacionamento, cada pessoa é única e pode manter sua própria identidade.

    Esses são apenas alguns exemplos de razões pelas quais você pode estar sentindo medo de começar um relacionamento. Um psicólogo ou terapeuta pode ajudá-lo a explorar esses medos mais a fundo e desenvolver estratégias para superá-los.


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  • Olá, minha filha tem 2 anos e 10 meses, apresenta atrasos na fala. Fala algumas frases de 2 a 3 pala

    Olá, minha filha tem 2 anos e 10 meses, apresenta atrasos na fala. Fala algumas frases de 2 a 3 palavras, ex “to com fome”, “quero sair”, sabe expressar Oq deseja mas tb repete palavras. Quando faço alguma pergunta ela repente a pergunta e não consegue responder. Pergunta simples “qual seu nome” e ela somente repete. Eventualmente anda na ponta dos pés, algumas vezes percebi ela enfileirando carrinhos. Ela atende quando chamam pelo nome, olha nos olhos, socializa muito bem com adultos e crianças, não se incomoda com barulhos, mudança de rotina ou ambientes. Frequenta escola, brinca e interage normalmente com as crianças. Ela pode ter TEA?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Os sintomas apresentados por sua filha, como atraso na fala, dificuldade em responder perguntas simples e repetição de palavras, são comuns em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto, é importante lembrar que somente um profissional capacitado pode fazer um diagnóstico preciso e adequado. Alguns comportamentos que você mencionou, como enfileirar carrinhos e andar na ponta dos pés, também podem ser indicativos de TEA. É recomendável que você converse com um médico ou psicólogo especializado em autismo para avaliar o desenvolvimento da sua filha e obter orientações sobre possíveis intervenções.


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    Avaliações para diagnostico TEA (autismo) crianças; adolescentes e adultos

  • Meu filho tem nove anos é super inteligente na escola em relação aos conteúdos .mas não tem muita it

    Meu filho tem nove anos é super inteligente na escola em relação aos conteúdos .mas não tem muita iteração com as outras crianças só quer brincar sozinho diz q ninguém gosta dele e brinca com os dedos será q é autismo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    O comportamento que você descreve pode ser um sinal de autismo, mas não necessariamente significa que a criança tenha o transtorno. O autismo é um espectro, o que significa que existem muitos graus de severidade, e cada pessoa com autismo pode apresentar diferentes combinações de sintomas.

    É importante que você procure um profissional especializado em avaliação diagnóstica de autismo para avaliar seu filho. O diagnóstico deve ser feito por um profissional de saúde mental qualificado, como um psicólogo, psiquiatra ou neurologista, que irá realizar uma avaliação clínica completa, incluindo entrevistas com os pais e observação direta da criança em diferentes situações.

    Se seu filho for diagnosticado com autismo, existem diversas abordagens terapêuticas que podem ajudá-lo a se desenvolver e se integrar socialmente. A intervenção precoce é fundamental para o melhor prognóstico, então não hesite em buscar ajuda profissional o mais cedo possível.


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  • Minha nora foi diagnosticada com epilepsia, ela está vivendo com meu filho na Bélgica, a cerca de 7

    Minha nora foi diagnosticada com epilepsia, ela está vivendo com meu filho na Bélgica, a cerca de 7 meses que não havia manifestação, mas nas últimas semanas tem tido com uma certa frequência, meu filho entende e sabe como ajudá-la, mas acredito que ele está começando a ter ansiedade, eu gostaria de saber como lidar com a situação é como posso ajudar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Primeiramente, é importante reconhecer que a epilepsia pode ser uma condição desafiadora tanto para quem a possui quanto para os familiares. É compreensível que seu filho possa estar preocupado com a saúde da esposa, especialmente se ela está tendo mais manifestações recentemente.

    Uma das coisas mais importantes que você pode fazer é oferecer apoio emocional ao seu filho e à nora, mostrando que está disponível para ouvir e ajudar no que for necessário. Você pode incentivá-los a conversar com profissionais de saúde especializados em epilepsia para obter orientações sobre tratamentos e manejo da condição.

    Além disso, você pode ajudar o casal a encontrar recursos disponíveis na Bélgica, como grupos de apoio, que podem ajudá-los a lidar com a epilepsia de forma mais eficaz. Também é importante lembrar que o estresse e a ansiedade podem piorar a condição de epilepsia, então você pode ajudá-los a encontrar maneiras de reduzir o estresse, como atividades físicas, relaxamento ou meditação.

    Por fim, é importante lembrar que cada pessoa é única e a forma como cada um lida com a condição pode variar. Certifique-se de que seu filho e a nora estejam recebendo o apoio necessário e busque aconselhamento de profissionais de saúde especializados em epilepsia para obter orientações mais específicas sobre como lidar com a condição.


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  • Como trabalhar s frustação do autista para parar de nater a cabeça ?

    Como trabalhar a frustação do autista para parar de bater a cabeça ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    A frustação é um desafio comum para muitas pessoas no espectro do autismo, e a auto-agressão, como bater a cabeça, pode ser uma maneira de lidar com essa emoção. Existem algumas estratégias que podem ajudar a reduzir esse comportamento:

    1. Comunicação: Ensine a criança a expressar seus sentimentos com palavras ou outros meios de comunicação alternativos, como sinais, gestos ou imagens.

    2. Identifique sinais de alerta: Identifique os sinais que indicam que a criança está se sentindo frustrada ou prestes a começar a bater a cabeça. Isso pode incluir coisas como mudanças na expressão facial ou na postura corporal.

    3. Redirecione o comportamento: Forneça à criança outras formas de lidar com a frustração, como dar um abraço em um brinquedo ou apertar uma bola de estresse.

    4. Promova atividades relaxantes: Ofereça atividades que possam ajudar a relaxar, como massagem, música suave ou a oportunidade de se afastar de estímulos que possam ser irritantes.

    5. Busque ajuda profissional: Em alguns casos, pode ser necessário buscar ajuda profissional de um terapeuta ou psiquiatra para desenvolver estratégias mais eficazes para lidar com a frustação e reduzir a auto-agressão.

    É importante lembrar que cada indivíduo com autismo é único, e pode ser necessário experimentar diferentes estratégias para encontrar a abordagem mais eficaz. É importante trabalhar com um profissional qualificado para desenvolver um plano de tratamento personalizado e adequado às necessidades da criança.


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  • Eu tenho um filho com 16 anos já diagnosticado com tdh no sábado ele teve um surto muito grande que

    Eu tenho um filho com 16 anos já diagnosticado com tdh no sábado ele teve um surto muito grande que nunca tinha tido ele faz o uso de ritalina mas no momento ele não está usando ele não quer usar com muita raiva do pai

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Sinto muito em ouvir sobre o surto que seu filho teve. É importante que vocês procurem ajuda profissional para lidar com essa situação. É possível que a falta do uso da medicação esteja contribuindo para os surtos e comportamentos agressivos, mas é importante lembrar que a decisão de usar ou não a medicação deve ser tomada em conjunto com um profissional de saúde. Além disso, pode ser útil buscar outras estratégias para gerenciar os sintomas do TDAH, como terapia comportamental, mudanças na dieta e rotina de sono, entre outras. É importante que vocês conversem abertamente com o seu filho e busquem ajuda profissional para lidar com essa situação.


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  • Boa noite meu filho de 4 anos começou a alguns tempo falar em matar todo mundo incluindo crianças, s

    Boa noite meu filho de 4 anos começou a alguns tempo falar em matar todo mundo incluindo crianças, sei que ele não tem nem uma noção do sentido da palavra pois se machuca por exemplo a mãozinha ele diz matou minha mão mamãe!
    Mais confesso que estou desesperada pois aqui em casa somos só eu e meu esposo e não falamos a nada parecido e a muito tempo deixamos de assistir algo mais adulto e só desenhos que não me aparenta maldade como patrulha canina .. Já conversei já expliquei mais não sei mais o que fazer pra ele parar ! ..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! É compreensível que você esteja preocupada com o comportamento do seu filho. O discurso sobre matar todo mundo, mesmo que seja apenas uma brincadeira, pode ser bastante perturbador. É importante lembrar que, aos 4 anos de idade, as crianças estão aprendendo a explorar e experimentar o mundo ao seu redor, e isso pode incluir linguagem e comportamentos que podem parecer preocupantes ou estranhos para os adultos.

    Uma possibilidade é que o seu filho esteja apenas explorando palavras e comportamentos novos, sem realmente entender o significado. No entanto, se você acha que o comportamento persiste e está preocupada, pode ser útil falar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo infantil ou pediatra, que possa avaliar se há alguma preocupação adicional.

    Você pode continuar conversando com seu filho sobre por que esse tipo de linguagem pode ser prejudicial e por que não é algo que ele deve dizer. Também é importante lembrar que as crianças muitas vezes imitam o comportamento dos adultos ao seu redor, portanto, monitorar o que está sendo dito em sua casa e evitar linguagem ou comportamentos agressivos pode ajudar a reduzir a exposição do seu filho a essas ideias.


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    Consulta Psicologia

  • Boa Noite, estou fazendo tratamento com fluoxetina a médica me receitou Epilenil, ela falou para tom

    Boa Noite, estou fazendo tratamento com fluoxetina a médica me receitou Epilenil, ela falou para tomar metade por 10 dias depois normal , mas no posto só tinha cápsulas, tem problema de tomar inteiro

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Eu recomendo que você siga a orientação da sua médica e tome a dose de Epilenil como prescrita. Se a sua médica recomendou que você tomasse metade do comprimido por 10 dias e depois tomasse a dose completa, é importante seguir essa orientação para garantir a eficácia do tratamento e reduzir o risco de efeitos colaterais. Caso você tenha alguma dúvida ou preocupação, é sempre importante conversar com a sua médica antes de fazer qualquer alteração no tratamento prescrito.


  • Ola minha filha tem 3 anos e 5 meses, começou a ir pra escola, mais a professora falou pra mim que e

    Ola minha filha tem 3 anos e 5 meses, começou a ir pra escola, mais a professora falou pra mim que ela nao socializa com outras criancas prefere brincar sozinha, que ninguem pode chegar perto dela relar nela, em casa ela tem outro comportamento ela brinca gosta de abraçar e muito carinhosa, ela e muito timida nao sei se isso tem a ver, mais ela tbm tem batido nas criancas ninguém pode pegar nada dela nao gosta de dividir, nao sei oq fazer converso com elq todos os dias, alguém pode me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Olá! É comum que algumas crianças se sintam mais tímidas e levem mais tempo para se adaptar a novos ambientes, como a escola. Porém, se a professora está preocupada com o comportamento da sua filha, é importante buscar ajuda para entender o que pode estar acontecendo.

    Uma possibilidade é que sua filha esteja passando por um período de adaptação mais difícil e precise de mais tempo para se sentir segura e confortável na escola. Nesse caso, é importante conversar com a professora para entender como a escola pode ajudar nesse processo.

    Outra possibilidade é que sua filha esteja apresentando sinais de dificuldades para lidar com as emoções e comportamentos sociais. Nesse caso, pode ser útil procurar ajuda profissional, como um psicólogo infantil, para avaliar e tratar essas questões.

    Além disso, é importante conversar com sua filha em casa, mostrando que você está presente e disponível para ouvi-la e ajudá-la a entender o que está sentindo. Estimule o diálogo, valorize suas emoções e fale sobre a importância de respeitar e compartilhar com os outros.


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  • Trabalho no que amo e gosto do que faço, mas após a mudança de supervisão, é como se existisse uma n

    Trabalho no que amo e gosto do que faço, mas após a mudança de supervisão, é como se existisse uma nuvem negra que me impede de ter o mesmo brilho. Me sinto inútil , me sinto incapaz de realizar tarefas. Me sinto como se eu não fizesse mais parte da empresa, só sinto vontade de chorar, de dormi, inclusive venho tendo muito sono e um desânimo terrível, sem energia e sem a vontade nem de me alimentar bem. Tenho medo de decepcionar as pessoas no meu trabalho e me culpo sempre pelo trabalho não foi executado completamente mesmo que não dependa somente de mim . Não gosto de dormi, durmo tarde acordo cedo , na minha cabeça dormi se torna uma perca de tempo pois eu poderia está produzindo .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Parece que você está passando por um momento difícil em relação ao seu trabalho e sua autoestima. É importante lembrar que muitas vezes as mudanças podem ser desafiadoras e gerar um impacto significativo em nosso bem-estar emocional. É compreensível que você se sinta desanimado e sem energia, especialmente se você se sente pressionado a atender às expectativas de seus supervisores e colegas.

    É possível que esses sintomas estejam relacionados a um quadro de depressão ou ansiedade, que podem ser agravados pelo estresse no trabalho. É importante buscar ajuda profissional para avaliar o quadro clínico e receber orientação sobre o tratamento mais adequado, que pode incluir psicoterapia e/ou medicação.

    Enquanto isso, existem algumas medidas que você pode tomar para cuidar da sua saúde mental e emocional, como estabelecer uma rotina de sono adequada, praticar atividades físicas regularmente, alimentar-se bem, buscar momentos de relaxamento e lazer, e também conversar com pessoas de confiança sobre o que você está sentindo.

    Lembre-se de que o seu bem-estar emocional é tão importante quanto o seu desempenho no trabalho, e que cuidar de si mesmo pode ajudar a aumentar a sua produtividade e satisfação profissional. Não hesite em buscar ajuda profissional e apoio de pessoas de confiança para superar essa fase difícil.


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  • Me sinto triste a maior parte do tempo, choro todos os dias, várias vezes por dia, escondido, me sin

    Me sinto triste a maior parte do tempo, choro todos os dias, várias vezes por dia, escondido, me sinto sozinho, angustiado e cansado, pode ser depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    É difícil realizar o diagnóstico baseado em algumas informações, porém procure ajuda imediatamente. Os amigos podem nos dar conselhos, mas muitas vezes estes não são suficientes ou não são exatamente o que precisamos. É nesse mo mento que entramos em cena para te ajudar de forma mais profunda e presente. A depressão, e os problemas relacionados à ela, é um dos males que mais aflige a população. A depressão leva a pessoa a se afastar de amigos, familiares e atividades diárias, a pessoa sente-se cansada, com insônia ou sono excessivo, com tensão muscular e pode acordar com dores no corpo. Acredito que essa autoanálise possa te ajudar a identificar se é uma doença ou um momento, mas em ambos os casos podemos te ajudar e acelerar esse processo de recuperação.


  • Não tenho vontade de fazer nada não consigo me alimentar direito e tenho medo de sair de casa sinto

    Não tenho vontade de fazer nada não consigo me alimentar direito e tenho medo de sair de casa sinto que alguma coisa ruim vai acontecer, e acabo passando isso para meus filhos por achar que se eles saírem vai acontecer alguma coisa. Demoro a dormir e durmo pouco durante o dia percebi que estou perdendo peso. Vivo de um jeito que parece que nada mas faz sentido já desejei perder a memória e lembrar só dos meus. Se não fossem eles acho que nem aqui estaria mais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Não podemos fazer um diagnóstico baseado em uma pergunta, porém procure ajuda imediatamente. Na hora da dor é que decidimos se ela te machuca, ou te transforma. Os psicólogos não vão te dar todas as respostas, mas vão te ajudar a encontrá-las. A terapia é uma boa ferramenta para poder analisar os nossos problemas a partir de outro ponto de vista. Os amigos podem nos dar conselhos, mas muitas vezes estes não são suficientes ou não são exatamente o que precisamos. É nesse momento que entramos em cena para te ajudar de forma mais profunda e presente. Enfrente seus medos, supere seus desafios e busque sua transformação. Agende um horário, e comece hoje mesmo a fazer TERAPIA. A terapia é indicada para todas pessoas que pretendem viver melhor consigo mesmas e almejam atingir o máximo do seu potencial humano. Quem busca independência emocional e libertação de medos do mundo exterior através do conhecimento de si. Cuidar da saúde mental é extremamente importante e a sua não está legal.


  • Como é o método de atuação dos profissionais de saúde no tratamento de transtorno de personalidade a

    Como é o método de atuação dos profissionais de saúde no tratamento de transtorno de personalidade antissocial

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    O Transtorno da Personalidade Antissocial é uma doença que atinge, geralmente, indivíduos no início da vida adulta. Pessoas com esse transtorno ignoram normas de comportamento e convívio social e tomam atitudes impulsivas e irresponsáveis. Esse transtorno pode dar os primeiros sinais ainda na adolescência, por meio de alguns comportamentos agressivos e falta de empatia. Para ser diagnosticado, o indivíduo precisa ter mais de 18 anos e se encaixar em alguns critérios como: incapacidade de adequação a normas sociais, impulsividade ou incapacidade de seguir planos, enganar, mentir e ludibriar outros com objetivo de ganhos pessoais. O tratamento para esse transtono de personalidade é feito pelo psicólogo por meio da psicoterapia, podendo estar associado também ao uso de medicação, prescrita por um psiquiatra ou neurologista.


  • Bom dia! Gostaria de saber se é possível realizar as avaliações para AH/SD (CRIANÇA) por consultas

    Bom dia!
    Gostaria de saber se é possível realizar as avaliações para AH/SD (CRIANÇA) por consultas ONLINE? Se sim. Como seria?

    E como seria feita a avaliação PRESENCIAL completa até chegar a um critério? Nesse caso a criança tem 7 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Atualmente, esta modalidade de serviço é regulamentada através da Resolução CFP nº 011/2018, que, durante o período da pandemia do COVID-19, sofreu alterações através da Resolução CFP nº 04/2020. Ressalta-se o dever de cada profissional em analisar tecnicamente a viabilidade de prestar determinado serviço, a determinado público, por determinado meio de comunicação, na modalidade à distância, e fundamentar tal decisão ética e tecnicamente. Para casos como o seu já possuímos alguns testes liberados e autorizados para aplicação online e também há técnicas, baseadas na ludotarapia, que podem ser feitas online, sem prejuízos quando comparado ao presencial. O importante é procurar alguém com experiência nesse campo de avaliação. Diagnósticos como esse, preferencialmente, devem ser feitos por uma equipe multiprofissional. Você pode passar pela avaliação psicológica e ao término dessa levar o documento gerado a um neuropediatra. Além de pedir que a escola opte por um acompanhamento mais próximo, como psicóloga posso emitir um laudo pedindo apoio na sala de recursos. Em geral o diagnóstico é feito com o apoio de testes psicológicos, escalas de rastreio, avaliações por meio do brincar e entrevistas com os responsáveis e demais profissionais que assistem essa criança.


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  • Posso fazer o uso de ansitec e tambem do sakalm? Será que poderá acontecer algum efeito adverso a un

    Posso fazer o uso de ansitec e tambem do sakalm? Será que poderá acontecer algum efeito adverso a união desses dois remédios?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Antes de fazer uso de qualquer medicamento, é importante consultar um profissional de saúde, como um médico ou psiquiatra. Eles podem avaliar suas condições de saúde, histórico médico e medicamentos que você está tomando atualmente para determinar se é seguro usar ansitec e sakalm juntos.

    A ansitec é um ansiolítico que atua no sistema nervoso central, enquanto o sakalm é um suplemento alimentar que contém L-teanina, um aminoácido que tem efeitos relaxantes. Não há relatos de interação medicamentosa entre esses dois produtos, mas cada organismo é único e pode reagir de maneira diferente a medicamentos e suplementos.

    Portanto, é essencial que você converse com seu médico antes de usar ansitec e sakalm juntos para evitar possíveis efeitos adversos. Se você notar qualquer sintoma incomum após o uso desses medicamentos, é importante informar seu médico imediatamente.


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  • Olá! Estou vivendo coisas boas na minha vida, e eu estou feliz e bem, experiências q eu nunca vivi.

    Olá! Estou vivendo coisas boas na minha vida, e eu estou feliz e bem, experiências q eu nunca vivi. Porém, não tem nada dando errado, e eu estou achando isso estranho, ser feliz, n ter muito pra reclamar, nem para ficar triste ou desapontada. Acho que nao estou conseguindo viver os momentos bons, pois parece tão irreal eu estar vivendo algo bom….

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    A primeira pessoa que merece sua atenção é você. Vá atrás do que te faz feliz, não importa o que os outros vão dizer. Você não precisa da aprovação de ninguém. O importante é o seu sorriso, o importante é você estar bem. Se afaste de tudo que te atrasa, te engana, te faz mal. Se aceite, goste de quem você é, se ame você em primeiro lugar. É sempre importante lembrar que não apenas o corpo precisa estar saudável, mas a mente também. Por isso, procure sempre fazer o que te faz bem. E se sentir necessidade de desconectar de pessoas, lugares e situações, faça isso sem culpa. Pare de carregar o que não é seu. Se priorize, cuide da sua saúde mental, ela vale muito mais. Não sabendo como fazer isso sozinha, marque um horário para que possamos te ajudar além do aqui já apresentado.


  • Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sens

    Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sensação de bolo, ou como se tivesse alguém pressionando essa área. Ela vai vem. As vezes mais fraca e as vezes mais forte. Já fiz todos os exames para descartar causas orgânicas e nada foi identificado. Um médico me recomendou ir até um psiquiatra ou psicologo. Minha dúvida é, isso realmente pode ter ligação psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Adoecemos por aquilo que não dizemos. Algumas pessoas deixam de falar e expressar seus sentimentos, escondendo o que realmente sentem de verdade, e isso pode causar problemas de relacionamento, sintomas emocionais e físicos. É importante a pessoa perceber que o “silêncio” de suas emoções é negativo tanto para si, como para os outros, é preciso se permitir e se sentir no direito de expressar os sentimentos. Isso é a base para uma vida saudável e relações positivas. Por trás de todas essas e outras questões, faz-se necessário que a escuta aconteça dentro do consultório de Psicologia, para que haja a verbalização do sofrimento, que permite, senão curá-lo, ao menos torná-lo consciente de sua origem.


  • Hoje eu e meu namorado tivemos uma conversa profunda, como sempre e rolou o assunto "término". Foi m

    Hoje eu e meu namorado tivemos uma conversa profunda, como sempre e rolou o assunto "término". Foi mais uma conversa sobre nosso relacionamento, sobre o que admiramos e não gostamos muito um no outro e sobre como, caso um dia terminemos, seguiremos nossas vidas e o que levaremos conosco. Foi uma ótima conversa, mas me deixou incomodada um pouco depois. Será que ele quer terminar e ainda não tomou coragem, ou talvez ainda não esteja certo sobre isso? Posso normalizar esse tipo de conversa ou devo me preocupar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Tolerância faz parte de um bom relacionamento. A reação pode transformar “nada” em uma avalanche. Por isso, evitem tirar conclusões precipitadas e dar vazão as reações instintivas. Controlar a forma que vocês reagem perante as diferenças, aos problemas e as dificuldades é ingrediente fundamental para não desgastar a relação. A impaciência é o motor para as brigas e conflitos. Por isso, viva o dia de hoje, repare se você segue esse padrão de preocupação em outras situações e se desconfiar de um quadro de ansiedade procure ajuda psicológica.


  • Comecei a tomar fluoxetina já faz seis dias, estou com minha fala com algumas palavras difíceis de f

    Comecei a tomar fluoxetina já faz seis dias, estou com minha fala com algumas palavras difíceis de falar, dor de cabeça que não passa, vontade de vomitar direto e antes de tomar estava bem isso e normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    É importante lembrar que cada pessoa pode ter uma reação diferente aos medicamentos, inclusive à fluoxetina. Alguns efeitos colaterais comuns da fluoxetina incluem náusea, dor de cabeça, insônia, sonolência, tontura, agitação e mudanças no apetite. Algumas pessoas podem apresentar dificuldade para falar ou encontrar as palavras certas, mas isso não é comum.

    Se você está experimentando esses efeitos colaterais após o início do tratamento com fluoxetina, é importante informar o seu médico prescritor imediatamente. Eles poderão avaliar sua condição e decidir se é necessário ajustar a dose do medicamento ou mudar para outra alternativa. Além disso, o médico poderá fornecer orientações sobre como lidar com os efeitos colaterais.

    Nunca pare ou altere a dosagem de qualquer medicamento sem a orientação do seu médico. É importante seguir as instruções do médico e relatar quaisquer efeitos colaterais ou preocupações durante o tratamento.


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  • Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio

    Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio comprimido por 4 dias e após tomasse um comprimido inteiro de 10 mg, porém tive muitos efeitos colaterais e não consegui mudar a dose. Nos últimos dois dias estou sentindo uma tristeza profunda, sensação de estar vendo a vida como um filme após tomar o remédio, e a ansiedade voltou. Isso pode ser causado por eu não ter aumentado a dose do remédio? Devo aumentar a dose?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bianca dos Santos Scheifer

    Os antidepressivos restauram a capacidade de determinadas áreas do cérebro de contornar rotas neurais que não estão funcionando normalmente. Porém a mudança no cérebro só trará benefícios se houver uma mudança no comportamento por parte da pessoa. Esta mudança não é obtida somente com medicamentos, mas através da psicoterapia.


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