Perguntas do paciente (152)

  • Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois ou

    Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois outros exames neurológicos deram normais. Meses depois tive crises de ansiedade, pânico com medo da convulsão. Não tratei mas “passou”. 10 anos depois tive crises de pânico e só terapia não me ajudou, fiz tratamento medicamentoso sem terapia. Agora tive uma crise de pânico, mas estou bem, faço técnicas de relaxamento, tenho apoio familiar, estou dormindo e me alimentando bem (coisa que não estava fazendo) terapia e essas mudanças ajuda ou é necessário medicar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Entendo, pelo seu relato, que há algo que retorna. Isso que, durante um determinado período fica latente, adormecido, mas que, dependendo da conjuntura, regressa. E embora você tenha desenvolvido ferramentas distintas e eficazes para lidar com seu sintoma, possivelmente, olhar para isso de uma maneira mais profunda fosse uma boa aposta. Assim, um modelo integrativo de abordagem, que inclui profissionais de múltiplas áreas de atuação, pode ser algo benéfico. E dentre eles, a presença do psicólogo pode auxiliar na maior compreensão do seu momento atual, até mesmo para orientar quanto à necessidade de encaminhamento para outros colegas, se for preciso intervenção medicamentosa. Desejo que fique bem e espero ter ajudado!


  • E possivel curar a afantasia, nao vejo sentido em viver sem imaginar ou lembrar porfavor ?

    E possivel curar a afantasia, nao vejo sentido em viver sem imaginar ou lembrar porfavor ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Dar-se conta de que não possuímos ou que perdemos a habilidade de criar imagens mentais pode ser algo intensamente angustiante, tal como descreve em sua colocação. E, embora quem sofra dessa condição tenha maior dificuldade na projeção temporal, ou seja, tanto para imaginar possibilidades futuras, como para resgatar memórias experienciadas, há a possibilidade de desenvolver novas estratégias que minimizem a aflição relacionada a isso. Um exemplo seria apoiar-se mais amplamente em outros sentidos para além da visão - olfato, paladar, audição e tato - dentre outras possiblidades. O importante é que entenda que há o que possa ser feito para melhorar esse quadro e minimizar seus efeitos. Nesse sentido, buscar uma ajuda profissional pode ajudar a ampliar seu olhar para essas questões. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • É possível alguém que já foi abusada ou molestada sentir prazer ao lembrar do abuso?

    É possível alguém que já foi abusada ou molestada sentir prazer ao lembrar do abuso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Não existe um modo único de lidar com situações de abuso, nem de percebê-las ou senti-las. Isso significa que a maneira como cada um elabora essas memórias traumáticas e as fantasias decorrentes delas é algo extremamente subjetivo, ou seja, não há um padrão, variando amplamente de pessoa para pessoa. Contudo, parece que isso lhe traz alguma perturbação, inquietação ou certo estranhamento, pela sua colocação. Para que fique mais tranquila em relação a essa questão, a terapia desponta como um lugar seguro. Nela se abre espaço para que consiga compreender melhor os desdobramentos desse período em sua história, além de acolher a expressão dos possíveis conflitos que vierem a suscitar. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • A emetofobia causa enjôo psicológico? Tive um quadro de virose, e desde esse dia, acabo relembrando

    A emetofobia causa enjôo psicológico? Tive um quadro de virose, e desde esse dia, acabo relembrando desse dia e me bate enjôo repentino. Já fiz vários exames e não consta nada, seria melhor ir a um psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Sua hipótese faz sentido, descartados os exames fisiológicos. Isso porque quando não conseguimos lidar emocionalmente com algumas de nossas questões mais profundas, acabamos somatizando-as, ou seja, produzindo sintomas físicos. Nesse sentido, a fobia pode ser entendida como a manifestação da angústia, que pode ocorrer das mais diversas formas, inclusive através do medo excessivo de vomitar. O que significa que, então, aspectos inconscientes podem desencadear eventos de ansiedade, tal como você descreve. Portanto, possivelmente, o suporte de um especialista lhe auxiliaria no processo de atravessamento desse período. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Olá. Em grande parte da minha vida minha aparência física me gerou e ainda gera um grande desconfort

    Olá. Em grande parte da minha vida minha aparência física me gerou e ainda gera um grande desconforto. Quais as consequências disso para minha saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Formamos nosso autoconceito não apenas através da nossa percepção direta, mas também através da interpretação que fazemos de nosso entorno relacional, ou seja, do que acreditamos que os demais pensam ou esperam de nós. Isso, eventualmente, molda a autoimagem – pois nos conta algo sobre o modo com que o sujeito se percebe, e como consequência, diz também sobre como ele compreende sua realidade. Respondendo mais especificamente o recorte da sua questão, comumente, quando a aparência física causa desconforto, surgem comportamentos e pensamentos repetitivos, muitas vezes, gerando comparações desfavoráveis, que levam à angústia e ao sofrimento. Nesse sentido, ao constatar que não aceita ou que não gosta do que vê refletido no espelho, talvez seja interessante buscar ajuda de profissionais da área da saúde, buscando promover um aumento de bem-estar, tão importante para uma visão positiva de si. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Ola. É possível uma pessoa odiar tudo nela e na sua trajetória de vida ?

    Ola. É possível uma pessoa odiar tudo nela e na sua trajetória de vida ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Embora afetos contraditórios estejam presentes no processo de constituição do sujeito, como fundantes, o ódio por si e por sua própria trajetória, em excesso, pode se apresentar como sintomático. Essa autodepreciação pode resultar em inúmeras consequências, como baixa autoestima, dificuldade de tomada de decisão, criação de expectativas inalcançáveis, estresse patológico e julgamento ou crítica rigorosa auto direcionada. Em caso mais severos, pode se manifestar inclusive com comportamentos autodestrutivos, como forma de revelar essa angústia intensa - e isso não é algo sadio. Desse modo, talvez seja importante buscar ajuda profissional para identificar as origens desse sentimento, e, assim, trabalhar progressivamente na construção de uma autoestima saudável. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • E possível tratar dois problemas ao mesmo tempo na psicoterapia, ou precisa ser uma de cada vez?

    E possível tratar dois problemas ao mesmo tempo na psicoterapia, ou precisa ser uma de cada vez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! A psicoterapia busca ampliar nossa visão diante dos desafios que a vida nos apresenta, investigando as origens daquilo que nos perturba ou nos causa sofrimento. Isso não acontece um tópico por vez, pois as diferentes áreas da nossa história estão interconectadas e podem ser pensadas, muitas vezes como indissociáveis. Nesse sentido, não é incomum, por exemplo, que iniciemos com foco em um aspecto e que tantos outros comecem a ser modificados também. Desvendando conflitos que nos causam angústia, nos escutamos, tornamos conscientes padrões de repetições que desconhecíamos e nós mesmos e assim, transformamos nossos sintomas, de forma integral. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Qual a melhor abordagem psicoterápica indicada para pessoas narcisistas? Seria um psicólogo especial

    Qual a melhor abordagem psicoterápica indicada para pessoas narcisistas? Seria um psicólogo especialista em TCC, ou em Psicanálise, ou Gestalt, ou algum outro? Qual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Para que um paciente se sinta confortável para falar sobre qualquer assunto, inclusive sobre o que chamamos popularmente de narcisismo, é recomendável que ele eleja um profissional e uma abordagem adequados a ele, de acordo com sua personalidade, desejos e demandas. Isso, não porque exista uma linha melhor ou pior, mas sim, pelas diferentes formas de entender o sujeito, nas psicoterapias distintas. As três áreas mais conhecidas, para que haja a procura pela identificação, são: psicodinâmica, existencial e comportamental. Contudo, existem tantas outras subclassificações. Desse modo, pesquisar, buscar referências, questionar diretamente o psicólogo e conhecer um pouco mais do modo de atuar do especialista, de alguma forma, pode auxiliar na sua decisão. Espero ter ajudado!


  • É comum ter fobia social na área afetiva, e não conseguir se relacionar amorosamente?

    É comum ter fobia social na área afetiva, e não conseguir se relacionar amorosamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! A fobia social pode ser entendida como uma dificuldade extrema em lidar com situações em que haja interações interpessoais, geralmente com desconhecidos ou em circunstâncias que coloquem a pessoa em evidência. Isso, porque o sujeito se sente altamente vulnerável ao pensar ser analisado e julgado, o que gera um enorme nervosismo ou desconforto. Contudo, em seu depoimento, quando você faz um recorte mais voltado ao relacionamento amoroso, podemos intuir que a ansiedade cresce ao pensar nos vínculos com os demais, especificamente de forma afetiva. Seria como um medo inexplicável de gerar intimidade, conexões mais profundas ou laços emocionais. Caso isso lhe traga sofrimento, talvez fosse interessante iniciar um processo com um profissional da saúde mental, para que este lhe ajude a elaborar essa questão. Espero ter ajudado!


  • Eu não consigo manter uma relação por mais de 2 meses porque eu começo a "enjoar" da pessoa que está

    Eu não consigo manter uma relação por mais de 2 meses porque eu começo a "enjoar" da pessoa que está comigo, em alguns casos sinto até enjoo físico, isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Através da sua pergunta não consegui discernir se esse é um comportamento que lhe traz sofrimento ou se apenas o observou como uma repetição em sua história. Caso seja a segunda opção, talvez ajude perceber com quais pessoas costuma se conectar, entendendo também que no início de um relacionamento amoroso existe bastante projeção, que implica enxergarmos no outro o que desejamos ver. Assim, quando isso cai, algumas vezes já não há muito o que nos vincule. Contudo, pensando na primeira hipótese, caso haja angústia na forma como conduz seus laços afetivos, possivelmente fosse benéfico que investigasse mais profundamente sua história, através de uma análise pessoal, ajudando a desenvolver conexões emocionais mais profundas. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Olá, eu comecei a ver porno bem cedo e acho que isso influenciou na minha sexualidade, é possível?

    Olá, eu comecei a ver porno bem cedo e acho que isso influenciou na minha sexualidade, é possível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Nossa sexualidade é influenciada por inúmeros fatores. Entre eles podemos observar interferências mais abrangentes, como as culturais, históricas ou familiares, mas também, as que estão inseridas mais diretamente no contexto das experiências e atravessamentos particulares que vivenciamos ao longo da nossa história. Nesse sentido, os estímulos aos quais somos submetidos podem sim ter impacto na maneira como nossa libido se manifesta. Contudo, para onde caminha o nosso desejo é algo extremamente mutável no decorrer da vida, pois possuímos a capacidade de ter uma intensa excitação sexual por meio de diferentes fontes de estimulação. Assim, seguir ampliando suas possibilidades pode ser um exercício bastante prazeroso. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Quando criança, acabou que tive meu primeiro beijo com um garoto de 16, isso pode de certa forma até

    Quando criança, acabou que tive meu primeiro beijo com um garoto de 16, isso pode de certa forma até desencadeado algum trauma? Contando que, no momento do acontecido eu consenti, mas ao passar pouco tempo passei a sentir náuseas sempre que pensava nisso, e sentia o quanto era errado o que havia acontecido. Durante toda adolescência me privei de ter algum tipo de relação com pessoas, vim conseguir ter meu "primeiro" beijo após os 20 anos com alguém que consegui ter uma confiança. Eu sempre tive muito medo de falar a alguém sobre isso e sempre me dava dor de barriga ao lembrar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! O confronto abismal entre o mundo infantil e o mundo adulto é uma situação originária, vivida de modo passivo. Isso porque naquela época, em uma idade tão tenra, onde a criança se percebe dependente e desamparada, precisando de quem lhe cuide, você possivelmente não possuía ferramentas para se desvencilhar da situação. Contudo, mesmo naquele período, como descreve, já havia alguma intuição sobre o desencontro das intenções. Uma percepção de que o que você desejava era algo mais próximo do afeto ou da atenção e o adolescente buscava algo semelhante à paixão. Essa discrepância entre o que você esperava e o que o adulto pode te entregar é o terreno do traumático. Entende? Ainda assim, seus sintomas físicos, a dificuldade de conversar sobre isso, a privação e a falta de confiança podem ser trabalhados em uma análise pessoal. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Boa noite! Infelizmente minha filha de 7 anos teve acesso ao conteúdo adulto através de uma prima um

    Boa noite! Infelizmente minha filha de 7 anos teve acesso ao conteúdo adulto através de uma prima um pouco mais velha. Ela está com muitas dúvidas e já explicamos da melhor forma o que foi que ela viu e pergunta o que é sexo. Porém, tudo o que ela vê ou ouve ela associa ao vídeo e chora ao falar. O que eu posso fazer para ajudá-la a esquecer isso e não ter mais sentimento de tristeza? Isso pode passar com o tempo sem causar danos psicológicos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Provavelmente não é possível fazê-la esquecer do que aconteceu, mas sim, transformar o ocorrido de tal maneira que isso não esteja mais em seu foco. Talvez fosse interessante buscar entender por que isso a faz chorar, ou seja, qual a memória associada ao vídeo que lhe traz tristeza ou desconforto. Nesse sentido, deixá-la falar antes de antecipar explicações ou teorias é bastante indicado. Além disso, caso ela tenha dúvidas, sempre é importante que nos atenhamos ao que está sendo realmente questionado, sem muita complexidade ou técnica. Por fim, uma ajuda profissional poderia auxiliar nessa condução. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Meu filho tem uma energia inesgotável, porém dorme muito bem à noite, muito comumente tira sonecas à

    Meu filho tem uma energia inesgotável, porém dorme muito bem à noite, muito comumente tira sonecas à tarde também. Ele tem muita dificuldade em tolerar o não de qualquer pessoa, inclusive o meu. Grita, chora, faz birra, me bate quando é contrariado. Logo percebe o que fez e me pede desculpas. Ele é muito inteligente, fala tudo e tem paixão por carros como o pai dele. Como posso lidar melhor com o comportamento dele?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter


    Olá! Embora você não tenha mencionado a idade do seu filho, é relativamente esperado que crianças tenham bastante energia e, dessa maneira, que demandem bastante dos pais. É positivo que possam explorar, questionar e brincar, pois dessa maneira vão descobrindo o mundo circundante. Contudo, na medida em que vão crescendo, elas também entram em contato com regras e limites igualmente importantes para a convivência em sociedade. Assim, através da valorização do que a criança já consegue fazer, do incentivo às novas tentativas e do direcionamento quando há comportamentos considerados disfuncionais – com acolhimento e afeto – é possível aumentar o grau de tolerância à frustração, tão importante para o fortalecimento do ego dele. Cabe aqui apenas acrescentar que, usualmente, isso acontece através de muita paciência e repetição por parte dos cuidadores. Mas vale a pena! Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar t

    Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar triste? Sempre que me sinto bem eu procuro algo que me faça ser triste,chorar,me isolar etc… isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! É bastante frequente que ecoemos padrões aprendidos, ainda que eles nos causem algum grau de sofrimento. Nesse sentido, não é incomum que voltemos aos comportamentos, relacionamentos e situações que conhecemos – não porque sejam confortáveis, mas porque são conhecidos. Desse modo, uma análise pessoal talvez ajudasse a entender melhor esses ciclos repetitivos, para que conseguisse, assim, transformá-los. Contudo, é bastante importante destacar, além disso, que todos os sentimentos, inclusive a tristeza, precisam ser acolhidos, para que se entenda melhor o que eles estão tentando lhe dizer, lhe sinalizar. Percebe? Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz f

    Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz ficar chateada, pois sinto que ela não se importa tanto assim e eu queria que ela fosse mais minha amiga, pois não sinto isso dela. Entretanto, eu não quero cortar laços com ela, pois ela é alguém importante para mim. O que eu poderia fazer nessa situação? Penso em procurar ajuda com psicólogo para tentar ficar bem mentalmente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Numa primeira leitura do seu relato fico com a sensação de que você, nesse momento, enxerga apenas duas saídas: ou corta definitivamente os laços ou se percebe submetida a alguém que sente não se importar tanto com você. Talvez, com a ajuda de um profissional da área, consiga ampliar essa percepção. Além disso, nessa jornada, possivelmente, também poderiam ser trabalhadas as causas de estar tão afetivamente vinculada a alguém que intuitivamente sente não possuir desejo de falar contigo. Uma terapia pessoal, atenta e acolhedora, pode ajudar bastante nesse sentido. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Eu posso sentir que não amo mais uma pessoa, mas querer tentar amá-la novamente? Estou casada há 4

    Eu posso sentir que não amo mais uma pessoa, mas querer tentar amá-la novamente?
    Estou casada há 4 anos, mas sinto que não amo mais meu esposo, nos distanciamos sexualmente e eu me apaixonei por outra pessoa. Mas além de todos os medos que eu tenho de deixar meu parceiro (medo de machucá-lo e também medo de me arrepender), também acho que ele é uma pessoa que vale a pena, vejo coisas boas nele, gostaria de amá-lo novamente, isso é possível ou só estou me enganando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! A resposta para sua pergunta é sim. É possível não sentir mais esse afeto, mas ter interesse em recuperá-lo. Somos seres ambíguos e ambivalentes e é esperado que tenhamos emoções conflitantes, mas não excludentes, entre si – muitas vezes desencadeando algum sofrimento. Talvez seja importante olhar mais demoradamente para essa área da sua vida, inclusive tendo em vista que em alguns momentos o mais complexo para nós não é a escolha, mas a tomada de consciência de que renunciamos a algumas possibilidades, situações ou pessoas importantes ao fazer isso. Nesse sentido, possivelmente uma análise pessoal poderia auxiliar a compreender melhor seus desejos mais profundos. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Não consigo resolver nada sem minha mãe falando por mim e nem sair de casa sozinha, o que pode ser?

    Não consigo resolver nada sem minha mãe falando por mim e nem sair de casa sozinha, o que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! O laço entre mãe e filha é um objeto de estudo bem específico da psicanálise. Ao se identificar com a figura materna, e demandar dela mais do que esta é capaz de oferecer, a ambiguidade entre amor e ressentimento podem se instaurar. Assim, essa relação, psiquicamente, pode ser entendida como catastrófica, por gerar consequências, que, eventualmente, se transformam em sintomas. Um exemplo seria quando se institui uma espécie de simbiose, que pode ser entendida como um vínculo muito forte de dependência emocional - o que frequentemente não é algo saudável. Nesse sentido, a filha pode deixar de ter voz, liberdade ou autonomia, pois acredita ter a necessidade de que a mãe a represente. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Olá bom dia, gostaria de saber o ponto de vista dos doutores se utilizamos a maldade para maldar uma

    Olá bom dia, gostaria de saber o ponto de vista dos doutores se utilizamos a maldade para maldar uma situação ou apenas uma vigilância atenção perspicácia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter

    Olá! Sua pergunta é bastante interessante, pois pressupõe de saída que há uma divisão anterior. Ou seria uma maldade também existente em nós ou um estado de vigília, nos colocando mais atentos ao porvir. No entanto, na prática, isso pode acontecer por diferentes razões conjugadas, e não necessariamente estão reduzidas somente a essas duas hipóteses – embora não exclua elas também. Nesse sentido, é interessante entender que sim, temos em nós também sombras e, por vezes, projetamos isso nos demais. E é bastante interessante que possamos olhar para isso. Contudo, acrescento que, nossas experiencias anteriores também nos servem de substrato para, de uma certa maneira, anteciparmos situações futuras. Entende? Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


  • Olá! Gostaria de saber se é ético selecionar um profissional a partir de sua posição sobre questões

    Olá! Gostaria de saber se é ético selecionar um profissional a partir de sua posição sobre questões como visão política e pautas sociais como identidade de gênero e sexualidade, através de um bate-papo/entrevista. Entendo que se essa pergunta fosse voltada para qualquer outro profissional no mercado, a resposta é que obviamente estes critérios de seleção são sim antiéticos. Porém, considerando que serão abordadas questões de extrema importância, a última coisa pela qual eu quero passar é entrar em situações de conflito (exemplo: falo que sou gay e tentam me aplicar a "cura gay"). Como selecionar um profissional da melhor forma, sem "surpresinhas" quando forem aprofundadas questões mais delicadas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Richter


    Olá! Seu questionamento é incrivelmente interessante e possui inúmeros desdobramentos. Talvez fosse relevante, de início, mantermos em mente que em qualquer área pode haver exceções, mas que faz parte da ética da psicologia não projetar nenhum aspecto da própria vida no paciente – o que se estende a valores, princípios e opiniões. Isso, porque em análise, só existe um sujeito em evidência: o paciente. Para isso, inclusive, é indicado que todo psicólogo faça também a sua própria terapia, onde um dos motivos é não confundir questões pessoais com as do analisando. Além disso, o psicólogo não tem um papel didático ou moralizante onde suporia saber o melhor ou o mais acertado para quem o procura. Pelo contrário, ele entende que somente o paciente conhece a sua própria verdade, embora nem sempre perceba que sabe. Desse modo, o profissional apenas traz luz a algo que já existe no analisando, mas que, por vezes, se esconde. E, finalizando, ainda com foco na escolha, também penso ser fundamental salientar que a busca por esse tipo de especialista passa por uma conexão forte, um vínculo que precisa ser de confiança e de afeto. É necessário que o paciente se sinta livre, confortável e acolhido para poder expor questões muito profundas e delicadas, olhando para elas mais profundamente. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!


Perguntas frequentes

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