Perguntas do paciente (54)

  • Olá, há já uns 3 anos que eu não me reconheço quando olho para o espelho. Evito completamente tirar

    Olá,
    há já uns 3 anos que eu não me reconheço quando olho para o espelho. Evito completamente tirar fotos ou aparecer em câmaras, e quando por acaso me vejo na câmara do telemóvel, fico desconfortável. Parece que o meu nariz fica maior, e no geral todos os meus traços parecem exagerados, como se não fossem meus.
    Quando isso acontece, fico mesmo mal. Já aconteceu várias vezes começar a chorar só por me ver ao espelho e não conseguir acreditar que aquela pessoa sou eu. É estranho e frustrante.
    Além disso, a minha cara parece mudar de um dia para o outro. Às vezes dou por mim a tentar lembrar como era o meu rosto no dia anterior e simplesmente não consigo. Só sei que está diferente, e isso mexe comigo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    O que você descreve pode estar relacionado a conflitos psíquicos internos, os quais podem gerar uma percepção da própria aparência fica distorcida, gerando muito sofrimento e desconexão com a própria imagem. A sensação de não se reconhecer no espelho, de ver traços alterados ou que mudam constantemente, é mais comum do que parece e pode ter raízes emocionais profundas. É importante destacar que esse tipo de experiência merece cuidado e não precisa ser enfrentado sozinho. Falar sobre isso em psicoterapia pode ajudar a compreender melhor essas percepções, trabalhar a relação com a própria imagem e aliviar esse sofrimento. Se sentir que é o momento, estou à disposição!


  • Olá, Tenho 1,62 m de altura e peso entre 42 e 43 kg. Toda a gente à minha volta costuma dizer que e

    Olá,
    Tenho 1,62 m de altura e peso entre 42 e 43 kg. Toda a gente à minha volta costuma dizer que estou muito magra, mas sinceramente, eu não sinto que esteja assim tão magra como dizem. Eu reconheço que sou magra, sim, mas acho que as pessoas exageram um pouco quando comentam.
    A minha dúvida é: isso pode ter a ver com algum tipo de distorção da imagem corporal? Ou é normal, em certas pessoas, não se verem exatamente como os outros veem?
    Gostava de entender melhor se essa diferença de perceção é comum ou se pode ser sinal de algo a que devo estar mais atenta.
    Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Sua pergunta é muito importante e mostra um olhar atento sobre si mesma. Sim, é comum que exista uma diferença entre como nos vemos e como os outros nos percebem, isso faz parte da subjetividade de cada um. No entanto, quando essa diferença é muito marcante e causa dúvidas frequentes, pode estar relacionada a questões subjetivas, especialmente se vier acompanhada de preocupação excessiva com o corpo ou alimentação. Vale a pena investigar isso com mais profundidade em um espaço de escuta e acolhimento. Se sentir que isso está gerando sofrimento ou confusão, te convido a agendar uma sessão para conversarmos melhor!


  • Estou em uma relação com uma mulher casada, porém segundo ela, já não existe mais desejo entre ambos

    Estou em uma relação com uma mulher casada, porém segundo ela, já não existe mais desejo entre ambos

    Atualmente depois de manter um relacionamento secreto por um ano, ela pediu para que a gente se afastasse, pois precisa lidar com o sentimento de culpa e remorso após o acontecimento. Disse gostar de mim, mas prefere o rompimento, afirmando a mim que vai romper o matrimônio mas não pode me dar esperanças de reatar esse romance. Estou muito confuso, me sentindo usado e triste. Como devo proceder?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Essa situação envolve sentimentos intensos e ambivalentes, o que pode gerar muita confusão e sofrimento. É natural se sentir usado quando há um rompimento inesperado, ainda mais após um envolvimento tão profundo. No entanto, também é importante considerar que a outra pessoa está lidando com conflitos internos complexos, como culpa, lealdade e dúvidas sobre suas escolhas. Mais do que buscar respostas imediatas, talvez esse seja um momento de voltar o olhar para você: o que deseja, o que está sentindo e como tem se colocado nas relações. Falar sobre isso com um profissional pode ajudar muito a organizar os pensamentos e cuidar da dor. Caso deseje, estou à disposição!


  • Qual o papel da família e dos cuidadores na regulação emocional de pessoas com deficiência intelectu

    Qual o papel da família e dos cuidadores na regulação emocional de pessoas com deficiência intelectual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    A família e os cuidadores têm um papel fundamental na regulação emocional de pessoas com deficiência intelectual. Eles criam um ambiente seguro, acolhedor e estruturado, que ajuda no reconhecimento e na expressão dos sentimentos, além de oferecer apoio para lidar com emoções difíceis. Esse suporte é essencial para promover a autonomia e fortalecer as relações afetivas. Porém, é importante que os cuidadores também cuidem de si mesmos e respeitem seus próprios limites, evitando sobrecarga emocional e o estresse, que podem comprometer o cuidado oferecido. O equilíbrio entre ajudar o outro e preservar o próprio bem-estar é fundamental para um suporte efetivo e duradouro. Estou à disposição!


  • Quais são os condicionamentos e influências que enfraquecem o juízo crítico de uma pessoa ?

    Quais são os condicionamentos e influências que enfraquecem o juízo crítico de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    O juízo crítico pode ser enfraquecido por diversos fatores, como influências emocionais intensas, preconceitos, crenças rígidas e a pressão social ou do grupo ao qual a pessoa pertence. Também interferem a falta de informação adequada, o medo de questionar ideias estabelecidas e a dificuldade em refletir sobre si mesmo. Além disso, situações de estresse ou cansaço mental podem diminuir a capacidade de analisar fatos com clareza e objetividade. Compreender esses condicionamentos ajuda a desenvolver um olhar mais consciente sobre nossas decisões e opiniões. Se quiser, podemos aprofundar esse tema em uma sessão. Estou à disposição para ajudar.


  • Namoro há tempo e sofro de muita angústia e extrema ansiedade (as vezes crises) por conta do passado

    Namoro há tempo e sofro de muita angústia e extrema ansiedade (as vezes crises) por conta do passado e ex amigos do meu parceiro, que vai contra muitos dos meus valores. Meu cérebro racionaliza e precisa entender tudo, não consigo relaxar nunca. Por favor alguém pode ajudar, sinto que estou colapsando. Isso me atrapalha extremamente e diariamente na relação, existem soluções?
    Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, é compreensível sua angústia e ansiedade em relação ao passado de seu parceiro, especialmente quando há conflito com seus valores pessoais. Esses sentimentos são comuns em relacionamentos. Para lidar com isso, é importante manter uma comunicação aberta e honesta com seu parceiro, focando no presente e nas ações atuais dele. Procure entender por que o passado dele te afeta tanto, pois isso pode revelar questões pessoais a serem trabalhadas. Estabelecer limites saudáveis no relacionamento também é fundamental. Se a situação continuar afetando significativamente sua qualidade de vida, considere buscar apoio de um profissional para uma avaliação mais aprofundada e orientação. Lembre-se, a mudança leva tempo, então seja paciente consigo mesma e com o processo. Fico a disposição.


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  • Ola eu gostaria de saber. Como posso me livrar da mansturbacão não aguento mais esse vicio esta afet

    Ola eu gostaria de saber. Como posso me livrar da mansturbacão não aguento mais esse vicio esta afetando muito meu dia dia fisicamente e emocionalmente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, todo tratamento se inicia com uma avaliação. Recomendo que busque um profissional especialista em saúde mental para que possa falar livremente sobre o que vem ocorrendo, bem como buscarem juntos maneiras de lidar com seus conflitos. Fico a disposição, um abraço!


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  • Tenho 34 anos, tinha vida sexual ativa até 2019. Desde então, peguei aversão a sexo. Passei a consid

    Tenho 34 anos, tinha vida sexual ativa até 2019. Desde então, peguei aversão a sexo. Passei a considerar algo extremamente animalesco , primitivo e nojento. Não me vejo me relacionando com mais ninguém, e muito menos fazendo sexo. É normal tudo isto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, a aversão ao sexo pode ter diversas causas, incluindo experiências traumáticas, mudanças na percepção pessoal, questões emocionais ou psicológicas, ou até fatores físicos Recomendo buscar a avaliação de um profissional de saúde mental. Através da psicoterapia, você poderá explorar esses sentimentos em um ambiente seguro e buscar entender melhor o que pode estar causando essa aversão. Fico à disposição, um abraço!


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  • Tomei dois diazepam na upa e uma dose intramuscular em curto prazo (dias diferentes pois retornei um

    Tomei dois diazepam na upa e uma dose intramuscular em curto prazo (dias diferentes pois retornei umas 3 vezes ainda com sintomas da ansiedade) e agora estou sentindo dor de cabeça, fraqueza muscular, falta de apetite e sonolência... Devo voltar a upa pra investigar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, as Unidades de Pronto Atendimento são destinadas ao atendimento de Urgências e Emergências. Caso não esteja em um momento de crise, o recomendado é também iniciar um acompanhamento médico e multiprofissional na Unidade de Saúde mais próxima de sua residência. No caso específico da psicologia, um acompanhamento psicológico pode lhe auxiliar a trabalhar as questões que lhe levaram ao estado atual. Fico a disposição. Um abraço!


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  • Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , ma

    Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , mas todos os movimentos de enxerga-lo como homem dela e não filho? Também é complexo de Édipo, ou tem outro nome?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, o fenômeno que você descreve pode ser uma manifestação de uma dinâmica complexa e, embora possa envolver aspectos do Complexo de Édipo, não se limita a isso. Essa situação pode estar relacionada a demais questões psi, em que se deposita no filho um papel de adulto, assumindo responsabilidades emocionais que não lhe cabem. É importante entender melhor o contexto dessa relação em um ambiente terapêutico, onde essas questões podem ser exploradas com mais profundidade.


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  • Sempre desisto de tudo por me preocupar demais com meu futuro e acabo perdendo grandes oportunidades

    Sempre desisto de tudo por me preocupar demais com meu futuro e acabo perdendo grandes oportunidades (desisto de tomar posse em concursos, entrar em faculdades, ...) isso seria um sinal de ansiedade grave?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, desistir de oportunidades devido à preocupação com o futuro pode ser muito frustrante. Isso pode sim estar relacionado à ansiedade, especialmente se essas preocupações são intensas e persistentes, bem como a outros conflitos e situações que possa estar vivenciado. Um psicólogo pode lhe auxiliar compreender melhor sua psicodinâmica bem como a elaborar estratégias para lidar melhor com essas preocupações e ajudá-lo a se sentir mais confiante em tomar decisões importantes.

    Fico à disposição. Um abraço!


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  • He normal Se sentir inchada quando para de toma fluoxetina

    He normal Se sentir inchada quando para de toma fluoxetina

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá! É comum que o paciente experiencie alterações ao descontinuar uma medicação, pois mudanças no tratamento com antidepressivos podem afetar o organismo. Contudo, é essencial conversar com o médico que prescreveu a medicação para discutir esses sintomas e encontrar a melhor abordagem para sua situação.


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  • Um psicólogo(a) pode se especializar em atender somente homens ou somente mulheres?

    Um psicólogo(a) pode se especializar em atender somente homens ou somente mulheres?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, mais do que especializar-se somente em homens ou mulheres, o psicólogo pode aprofundar-se em questões, conflitos e problemáticas que competem gêneros específicos. Por exemplo, há psicólogos que se especializam e dedicam-se a atender mulheres que estão vivenciando relacionamentos abusivos, outros podem aprofundar-se no acompanhamento de homens que sofrem com problemas de vícios em jogos e pornografia. Vale ressaltar que embora ocorra uma tendência, a maioria dos conflitos psi ocorrem independente do gênero e orientação sexual, sendo que o que sempre é singular é como o sujeito está sofrendo e atravessando a situação em específico.


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  • Quetiapina causa impotência sexual masculino e como reverter?posso interromper o uso

    Quetiapina causa impotência sexual masculino e como reverter?posso interromper o uso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, caso você esteja enfrentando efeitos colaterais, entre eles disfunção sexual, por conta da quetiapina, o mais recomendado é retornar ao seu médico de confiança para uma reavaliação e manejo da situação. Jamais interrompa um tratamento medicamentoso por conta, pois as consequências podem ser muito mais prejudiciais do que possíveis efeitos colaterais indesejáveis e transitórios. Fico a disposição, um abraço!


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    Consulta Psicologia

  • É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, de modo geral podemos dizer é possível ter ambos os transtornos, embora seja raro e necessite de avaliação de caso a caso. O TPA envolve desrespeito pelos direitos dos outros e falta de remorso, enquanto o TPB é caracterizado por instabilidade emocional e medo de abandono. Mesmo que possam ter comportamentos sobrepostos, como impulsividade, o tratamento de ambos exige uma avaliação cuidadosa por um profissional de saúde mental.


  • Eu namoro há 4 anos mas sinto vontade de terminar. A real é que tenho vontade de terminar porque sin

    Eu namoro há 4 anos mas sinto vontade de terminar. A real é que tenho vontade de terminar porque sinto atração por outras pessoas, já sugeri abrir o relacionamento mas ele não concordou, seguimos juntos porém ele sabe dessa minha vontade. Porém a gente se gosta e não sei o que fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, Entendo que essa situação pode ser bastante desafiadora e conflituosa. É natural sentir atração por outras pessoas, mas é importante lidar com esses sentimentos de uma maneira que seja justa e respeitosa com seu parceiro e com você mesma. Primeiramente, é positivo que vocês tenham sido abertos sobre seus sentimentos. A comunicação honesta é crucial em qualquer relacionamento. Porém, se você está considerando terminar o relacionamento por causa desses sentimentos, é essencial refletir profundamente sobre suas motivações e o impacto que essa decisão terá em ambos. Abrir o relacionamento pode ser uma solução para algumas pessoas, mas requer o consentimento e o conforto de ambas as partes. Se seu parceiro não concordou com isso, é importante respeitar sua decisão. Tentar persuadi-lo ou continuar insistindo pode criar mais tensão e mágoa. Caso você decidir que terminar o relacionamento é a melhor opção para você, tente ser o mais gentil e respeitosa possível ao comunicar essa decisão ao seu parceiro. A honestidade e a empatia são fundamentais para minimizar o impacto emocional dessa situação. Lembre-se de cuidar de si mesma durante esse processo e buscar o que realmente faz você se sentir feliz e realizada.


  • Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha m

    Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha mãe morrer e como seria depois, sem poder falar com ela, não ter o carinho dela e nunca mais poder ver ela, da mesma maneira meu pai. Mas em relação ao meu pai, sei que se intensificou pq ele passou 1 ano com soluços de duravam meses e sem explicação. E pelas noites que dormia com ele acordava pela manhã para ver se ele ainda respirava e não dormia de maneira nenhuma. E a cada situação no dia que envolve falar dos meus pais eu começo a sentir um aperto do peito, vontade de chorar e fico toda hora pensando em como seria horrível minha vida se isso acontecesse, em que momentos que eu mais iria sentir falta e da um vontade de ir correndo para os meus pais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Sentir medo da morte dos pais, especialmente após a perda dos avós e preocupações com a saúde do pai, pode ser extremamente angustiante. Um psicólogo pode lhe ajudar de várias maneiras. Primeiro, ele pode validar seus sentimentos, criando um espaço de fala e de escuta, além de elucidar sobre as dinâmicas e processos do luto. Além disso, será possível trabalhar questões mais profundas e inconscientes, as quais poder estar atreladas a seus conflitos internos e formas de manifestação de sofrimento.


  • Amigos, há 5 meses eu fiz uso de cocaina, todos os fins de semana e eu parei há 7 dias e tenho apres

    Amigos, há 5 meses eu fiz uso de cocaina, todos os fins de semana e eu parei há 7 dias e tenho apresentado síndrome do pânico, até em horas que eu to super tranquilo, meus bpm oscila entre 90-140, eu fico com muito medo de desmaiar ou ter um infarto, não tenho condições pra psicoterapia queria ver formas de resolver esse meu problema, ou se posso ficar tranquilo que é passageiro

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Neste caso é importante buscar por uma avaliação e acompanhamento multiprofissional, visto que pode ser necessário tanto um processo de psicoterapia quanto o uso de medicações. Caso não tenha condições financeiras, você pode buscar diretamente os serviços assistências do SUS como por exemplo a Unidade de Saúde mais próxima de sua residência, além dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS AD).


  • A minha dúvida seria quanto uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve que recém começou

    A minha dúvida seria quanto uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve que recém começou na escola, é normal apresentar piora? Qual o tempo de adaptação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, é bastante comum que crianças com autismo enfrentem desafios ao iniciar na escola, especialmente durante o período de adaptação inicial. Essas dificuldades podem incluir comportamentos como regressão temporária em habilidades sociais, emocionais ou de comunicação que já haviam sido adquiridas. O tempo de adaptação pode variar de criança para criança. Algumas podem se ajustar rapidamente, enquanto outras podem precisar de semanas ou até meses para se sentir confortáveis e seguras no ambiente escolar. Durante esse período, é importante oferecer um ambiente de apoio e compreensão, tanto na escola quanto em casa.


  • Casos, em que adolescentes, são encaminhados, pelo Conselho Tutelar, porém, não há responsáveis lega

    Casos, em que adolescentes, são encaminhados, pelo Conselho Tutelar, porém, não há responsáveis legais, qual seria a postura da/do psicóloga/o, de acordo, com o CRF?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno Dal Pasquale

    Olá, casos como este irão demandar a atuação e articulação da rede de proteção a criança e adolescente, envolvendo dispositivos como CREAS, abrigos e lares temporários, serviços de saúde e conselho tutelar.


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Perguntas frequentes

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