A minha dúvida seria quanto uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve que recém começou
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A minha dúvida seria quanto uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve que recém começou na escola, é normal apresentar piora? Qual o tempo de adaptação?
Olá! Cada criança é única e reage de maneira diferente a novos ambientes e rotinas. A piora temporária no comportamento é algo comum em muitas crianças durante períodos de transição, como o início na escola. Porém, para uma criança com autismo leve a adaptação pode exigir mais tempo e paciência. É importante lembrar que a escola pode ser um ambiente desafiador, com estímulos sensoriais intensos e interações sociais complexas. É fundamental oferecer apoio e compreensão durante esse período, criando um ambiente acolhedor e previsível para a criança. Os profissionais da escola e os pais podem trabalhar juntos para criar estratégias de adaptação individualizadas, como uma introdução gradual ao ambiente escolar, rotinas consistentes e comunicação clara. Entretanto, persistindo a dificuldade, é importante também buscar ajuda de especialistas.
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Quando uma criança com diagnóstico de autismo leve inicia na escola, é comum haver um período de adaptação que pode ser desafiador tanto para a criança quanto para os cuidadores e educadores. Essa fase de adaptação pode envolver mudanças no comportamento da criança, que algumas vezes podem ser percebidas como uma "piora". No entanto, essas mudanças geralmente refletem a maneira como a criança está processando novos estímulos e ambientes.
O tempo de adaptação varia significativamente de criança para criança. Algumas podem levar apenas algumas semanas para se ajustar, enquanto outras podem precisar de vários meses. Fatores como o ambiente escolar, o suporte disponível na escola, e a consistência e qualidade das rotinas diárias em casa e na escola podem influenciar esse período de adaptação.
Como psicólogo e psicanalista, seria adequado acompanhar de perto essa transição, trabalhando em conjunto com os pais e os professores para criar estratégias que ajudem a criança a se sentir mais segura e compreendida. Isso pode incluir intervenções como ajustes no ambiente escolar para diminuir estímulos sensoriais excessivos ou garantir uma comunicação clara e previsível. Observar e ajustar continuamente essas estratégias será crucial para ajudar a criança a se adaptar ao novo ambiente de maneira mais confortável e eficaz.
O tempo de adaptação varia significativamente de criança para criança. Algumas podem levar apenas algumas semanas para se ajustar, enquanto outras podem precisar de vários meses. Fatores como o ambiente escolar, o suporte disponível na escola, e a consistência e qualidade das rotinas diárias em casa e na escola podem influenciar esse período de adaptação.
Como psicólogo e psicanalista, seria adequado acompanhar de perto essa transição, trabalhando em conjunto com os pais e os professores para criar estratégias que ajudem a criança a se sentir mais segura e compreendida. Isso pode incluir intervenções como ajustes no ambiente escolar para diminuir estímulos sensoriais excessivos ou garantir uma comunicação clara e previsível. Observar e ajustar continuamente essas estratégias será crucial para ajudar a criança a se adaptar ao novo ambiente de maneira mais confortável e eficaz.
Existem diferentes graus de autismo e cada ser humano é diferente. No entanto, a criança com autismo precisa de rotina para sentir-se segura ela precisa saber o que vai acontecer no decorrer do dia; assim sendo, fale para ela com carinho e amor: agora vamos colocar a roupa, comer, ir para a escola e a professora vai receber você. Você vai brincar, fazer trabalhinhos, tomar lanche e depois vou buscar… conte para ela tudo que vai acontecer e procure manter a rotina.
A rotina traz tranquilidade para a criança.
Ame essa criança do jeito que Deus te deu. Isso será otimo para você e para ela também
Um abraço,
Lea
A rotina traz tranquilidade para a criança.
Ame essa criança do jeito que Deus te deu. Isso será otimo para você e para ela também
Um abraço,
Lea
A adaptação de uma criança envolve muitos fatores. É um ambiente diferente em que também as pessoas são estranhas, inclusive aos familiares da criança. Portanto, é um período delicado pois as novas atividades incluem vários desconfortos: locomoção; novo ambiente; novas pessoas, novos alimentos, novos sons, nova rotina. Aém disso, a separação de tudo que é conhecido, mesmo que por algum tempo, causa impacto emocional na criança. Esta complexidade é de difícil assimilação para uma criança, especialmente para uma criança com autismo. A pressa não vai ajudar, será necessária paciência e tempo, para que todos se acomodem aos poucos. Importante levar em consideração outras indicações dos especialistas já listadas. Boa sorte no processo.
Olá!
Em geral é comum apresentar uma mudança no comportamento ao ser exposta a novos estímulos.
Quanto ao tempo de adaptação ira variar de criança para criança, mas o mais relevante neste período de mudanças e o acolhimento dado a criança. Quanto mais segura conseguimos deixa-lá, tende a ser menor o tempo de adaptações as mudanças.
Em geral é comum apresentar uma mudança no comportamento ao ser exposta a novos estímulos.
Quanto ao tempo de adaptação ira variar de criança para criança, mas o mais relevante neste período de mudanças e o acolhimento dado a criança. Quanto mais segura conseguimos deixa-lá, tende a ser menor o tempo de adaptações as mudanças.
Alem de tudo que os colegas ja mencionaram,credito, que para que ela se sinta melhor é preciso que a mãe ou a cuidadora esteja junto por um bom tempo nesse processo de adaptação até que ela consiga sentir algum tipo de familiaridade.A experiencia de iniciar a vida escolar é ambigua e provoca muitos sentimentos inominaveis na criança se ela tiver pontos de apooio pelo caminho sera mais facil se adaptar .
A adaptação escolar pode ser um desafio para todas as crianças. Pode levar um tempo pois é um processo. É necessário acomapanhar e ver como fica essa adaptação ao longo dos mese.
A escola é um ambiente desafiador para todas as crianças que iniciam sua experiência escolar. Para a criança autista é necessário dispor maior atenção e disponibilidade neste momento visto que pode se mostrar sensível aos diversos novos estímulos e desafios que este ambiente oferece, como novas relações e ambiente, novas rotinas e novas regras. Sendo assim é possível observar mudanças em seu comportamento e humor. Recorrer aos profissionais da escola buscando apoio e orientação é importante assim como um especialista que possa acompanhar os desafios que esta fase apresenta.
Olá, é bastante comum que crianças com autismo enfrentem desafios ao iniciar na escola, especialmente durante o período de adaptação inicial. Essas dificuldades podem incluir comportamentos como regressão temporária em habilidades sociais, emocionais ou de comunicação que já haviam sido adquiridas. O tempo de adaptação pode variar de criança para criança. Algumas podem se ajustar rapidamente, enquanto outras podem precisar de semanas ou até meses para se sentir confortáveis e seguras no ambiente escolar. Durante esse período, é importante oferecer um ambiente de apoio e compreensão, tanto na escola quanto em casa.
É compreensível sua preocupação com a adaptação escolar de seu filho de 2 anos com diagnóstico de autismo leve. Sim, é comum que crianças autistas apresentem um período de piora no comportamento após o início da escola. Isso pode se dar por conta de novas rotinas e ambientes, mudanças na comunicação ( a comunicação na escola ser diferente da comunicação familiar, exigindo novas habilidades da criança), estimulação sensorial, interações sociais e etc
O tempo de adaptação varia de criança para criança, mas geralmente leva de algumas semanas a alguns meses. É importante ter paciência e compreensão durante esse processo, reconhecendo que cada criança tem seu ritmo individual.
O tempo de adaptação varia de criança para criança, mas geralmente leva de algumas semanas a alguns meses. É importante ter paciência e compreensão durante esse processo, reconhecendo que cada criança tem seu ritmo individual.
É normal qualquer criança de dois anos apresentar mudanças de comportamento quando começa a escola. A questão dessas mudanças serem vistas como "piora" só existe no mundo adulto e, classificar como "pior" ou "melhor" em nada ajuda a adaptação ao novo ambiente e rotina. Cada criança tem seu tempo de processar novos ambientes, rotinas e amizades sem existir tempo certo de adaptação. A prática diária nos mostra que, quando a criança tem adultos criadores que estão presentes e atentos aos seus sentimentos e permitem que ela expresse esses sentimentos sem críticas e julgamentos a criança percebe a segurança desses adultos, e isso acelera sua adaptação ao que é novo.
Abraço!
Abraço!
Cada criança vai reagir de um jeito na adaptação escolar, mas sempre que a criança não estiver indo bem na adaptação os pais precisam ficar alertas (mesmo que seja um exagero).
Uma criança com autismo de suporte nível 1 (leve) de 2 anos consegue demonstrar aos pais o que ela não está gostando.
Uma criança com autismo de suporte nível 1 (leve) de 2 anos consegue demonstrar aos pais o que ela não está gostando.
Olá, como tem passado?
Uma pergunta, como foi o diagnóstico de autismo de criança? Foi realizado de qual maneira e com quais profissionais envolvidos?
A piora se refere a o que exatamente? Agravamento de quais sintomas? É preciso pensar esse diagnóstico e conversar com os profissionais que o constituíram sobre o que fazer a partir dessa suposta piora.
Espero ter ajudado, até mais.
Uma pergunta, como foi o diagnóstico de autismo de criança? Foi realizado de qual maneira e com quais profissionais envolvidos?
A piora se refere a o que exatamente? Agravamento de quais sintomas? É preciso pensar esse diagnóstico e conversar com os profissionais que o constituíram sobre o que fazer a partir dessa suposta piora.
Espero ter ajudado, até mais.
Olá; não existe diagnóstico de autismo com 2 anos de vida. O diagnóstrico verdadeiro se dará definitivamente com 5 ou 6 anos. Porém há evidências ou sinais que já indicam nessa faixa etária a prédisposição mental para o autismo, ou mesmo vários sinais dele. Sendo assim o importante é que os pais já atuem sem demora fortemente, orientados por profissionais que entendam esse transtorno, para que minimize esse quadro o máximo possível, pois a criança ainda está num desenvolvimento cerebral inicial e muita coisa pode ser melhorada ou evitada. Sobre a escola, a faixa de adaptação é variável a cada criança. Mesmo uma criança sem essa condição tem muitas dificuldades as vezes para se adaptar.
Qualquer criança, está sujeita à apresentar mudanças em seu comportamento quando inicia a vida escolar, independentemente da idade. São muitos os fatores que podem contribuir para que a criança tenha inseguranças e dificuldades durante a adaptação ao novo ambiente. Por exemplo: a nossa insegurança em deixar a criança na escola, o medo da separação (experimentado tanto pelo adulto que o deixa, como pela criança que fica); o ambiente desconhecido, novos hábitos e nova rotina de horários, alimentação e sono; a cultura local, a disputa por espaço, por posse e afeto, criar vínculos, aprender a compartilhar, entre outros fatores. Assim, estar observando e acompanhando as mudanças, manter o diálogo aberto e reflexivo com a escola, pode e muito, facilitar este processo além de reduzir dificuldades e favorecer a adaptação. O tempo que uma criança leva para adaptar-se a esta nova experiência, pode variar e é muito individual. Desta forma, se faz necessário levar em consideração que ele é uma criança que pode passar por todos estes desafios independentemente do diagnóstico. O importante é acompanhar o processo. Mas se ao longo do tempo não houver melhora em nenhum aspecto ou, se o desconforto e comportamentos aversivos se intensificarem, converse com o orientador escolar e se necessário, recorra à um terapeuta com a finalidade de entender as necessidades específicas da sua criança assim como, possíveis estratégias para facilitar esta transição.
Olá! O fato aqui pontuado sobre a criança ter iniciado recentemente algo novo pode afeta-la. Para algumas crianças a quebra da rotina e inserção de elementos novos pode ser sentida com maior intensidade. É possível que as crianças em geral possam ter movimentos regressivos por dificuldade de lidar com elementos novos. A cerca do tempo, cada criança demandará do seu próprio mediante as questões particulares a cada uma. A orientação profissional poderá auxiliar no amparo das angústias geradas e na construção de recursos facilitadores caso necessário.
É comum que crianças com diagnóstico de autismo leve, ao começarem na escola, apresentem mudanças em seu comportamento, e essas mudanças podem, por vezes, ser interpretadas como uma "piora". No entanto, essa resposta pode ser uma reação ao novo ambiente, que é repleto de estímulos diferentes, pessoas novas e mudanças na rotina. Esses fatores podem gerar estresse e ansiedade, o que pode levar a comportamentos que parecem regressão ou piora, como maior irritabilidade, choro, ou até mesmo comportamentos repetitivos.
O tempo de adaptação varia muito de criança para criança, mas, em geral, o período de ajuste pode levar algumas semanas até alguns meses. Durante esse tempo, a criança está aprendendo a lidar com novas situações e a encontrar segurança em um ambiente desconhecido. Para uma criança com autismo, mudanças podem ser particularmente desafiadoras, pois elas podem ter mais dificuldade em processar novos estímulos e mudanças na rotina.
Aqui estão algumas considerações que podem ajudar durante esse período de adaptação:
Rotina e Previsibilidade: Manter uma rotina consistente tanto em casa quanto na escola pode ajudar a criança a se sentir mais segura. Comunicar com antecedência o que vai acontecer durante o dia, usando imagens ou outras ferramentas visuais, pode reduzir a ansiedade.
Apoio na Transição: Trabalhar em parceria com os professores e a escola para garantir que a transição seja gradual e apoiada pode fazer uma grande diferença. Isso pode incluir visitas prévias à escola, adaptação gradual do tempo de permanência na escola e a presença de um adulto familiar nos primeiros dias.
Comunicação: Estimular a comunicação, seja verbal ou através de outros meios, como sinais ou imagens, pode ajudar a criança a expressar o que está sentindo e facilitar a adaptação.
Observação e Ajustes: É importante observar como a criança responde ao novo ambiente e estar pronto para fazer ajustes conforme necessário. Em alguns casos, pode ser útil contar com o suporte de um terapeuta ocupacional ou psicólogo infantil especializado em autismo para ajudar na adaptação.
Se a "piora" nos comportamentos for significativa ou persistir por um período prolongado, é recomendável buscar orientação com o profissional que acompanha a criança para ajustar estratégias e intervenções. Lembre-se de que cada criança é única e o tempo de adaptação pode variar, mas com o apoio adequado, ela tem grandes chances de se ajustar ao novo ambiente escolar.
O tempo de adaptação varia muito de criança para criança, mas, em geral, o período de ajuste pode levar algumas semanas até alguns meses. Durante esse tempo, a criança está aprendendo a lidar com novas situações e a encontrar segurança em um ambiente desconhecido. Para uma criança com autismo, mudanças podem ser particularmente desafiadoras, pois elas podem ter mais dificuldade em processar novos estímulos e mudanças na rotina.
Aqui estão algumas considerações que podem ajudar durante esse período de adaptação:
Rotina e Previsibilidade: Manter uma rotina consistente tanto em casa quanto na escola pode ajudar a criança a se sentir mais segura. Comunicar com antecedência o que vai acontecer durante o dia, usando imagens ou outras ferramentas visuais, pode reduzir a ansiedade.
Apoio na Transição: Trabalhar em parceria com os professores e a escola para garantir que a transição seja gradual e apoiada pode fazer uma grande diferença. Isso pode incluir visitas prévias à escola, adaptação gradual do tempo de permanência na escola e a presença de um adulto familiar nos primeiros dias.
Comunicação: Estimular a comunicação, seja verbal ou através de outros meios, como sinais ou imagens, pode ajudar a criança a expressar o que está sentindo e facilitar a adaptação.
Observação e Ajustes: É importante observar como a criança responde ao novo ambiente e estar pronto para fazer ajustes conforme necessário. Em alguns casos, pode ser útil contar com o suporte de um terapeuta ocupacional ou psicólogo infantil especializado em autismo para ajudar na adaptação.
Se a "piora" nos comportamentos for significativa ou persistir por um período prolongado, é recomendável buscar orientação com o profissional que acompanha a criança para ajustar estratégias e intervenções. Lembre-se de que cada criança é única e o tempo de adaptação pode variar, mas com o apoio adequado, ela tem grandes chances de se ajustar ao novo ambiente escolar.
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Cada pessoa apresenta um tipo de reação, mesmo que ambas possam ter o mesmo diagnóstico. É possível que essa piora possa ser diante da novidade de começar na escola, ele pode ser mais sensível às novidades. O importante é o acolhimento e encorajamento da criança. Caso em alguns meses não veja alguma melhora, converse com um profissional. Preferencialmente especialista na área.
Importante saber que cada criança no espectro autista terá dificuldades e incômodos muito singulares. Não é possível prever qual será a reação específica que uma criança com esse diagnóstico terá ao ser inserida em um ambiente novo, mas o esperado é que haja queixas principalmente sobre irritabilidade devido à maneira excessiva que os novos estímulos sensoriais poderão afetá-la e com isso propor intervenções adequadas às necessidades da criança, afim de promover um ambiente seguro para seu aprendizado e no tempo que ela precisar.
Todo diagnóstico realizado no tempo da infância é "escrito a lápis", portanto cada sujeito apresentará suas nuances de constituição psíquica em seu próprio tempo de desenvolvimento. Nós profissionais temos as referências desse desenvolvimento, no entanto, mais importante que isso, é que a criança seja acompanhada, vista, analisada por um profissional qualificado. Pesquise sempre a formação do profissional!
É normal que uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve apresente alguma piora no comportamento ao começar na escola. Essa fase de transição pode ser desafiadora e causar estresse tanto para a criança quanto para os pais. Aqui estão alguns pontos a considerar sobre essa situação:
Adaptação à Escola
Mudanças na Rotina: A entrada na escola representa uma mudança significativa na rotina da criança. Crianças autistas frequentemente têm uma preferência por rotinas previsíveis e podem ficar ansiosas ou agitadas com novas experiências e ambientes.
Interação Social: A socialização em um ambiente escolar pode ser estressante para crianças com autismo leve, que podem ter dificuldades em entender normas sociais e interagir com outras crianças. Isso pode levar a comportamentos mais desafiadores ou a um aumento da ansiedade.
Piora Comportamental
Reações Normais: É comum que crianças autistas apresentem comportamentos mais intensos ou regressivos em períodos de estresse ou mudança. Isso pode incluir aumento da rigidez, dificuldades de comunicação ou comportamentos repetitivos.
Necessidade de Apoio: Durante o período de adaptação, é importante que os educadores e familiares ofereçam suporte adicional, ajudando a criança a se sentir segura e confortável no novo ambiente.
Tempo de Adaptação
Período Variável: O tempo de adaptação pode variar bastante entre as crianças. Algumas podem se ajustar rapidamente, enquanto outras podem levar semanas ou até meses para se sentirem confortáveis na escola.
Observação Contínua: É essencial monitorar como a criança está se adaptando e comunicar-se regularmente com os professores para garantir que as necessidades dela sejam atendidas.
Considerações Finais
Se você perceber que a piora no comportamento persiste ou se torna mais intensa, pode ser útil consultar um profissional especializado, como um psicólogo infantil ou terapeuta ocupacional, para obter orientações adicionais sobre como apoiar a criança durante esse período de transição. O suporte adequado pode fazer uma grande diferença na adaptação da criança à nova rotina escolar.
Adaptação à Escola
Mudanças na Rotina: A entrada na escola representa uma mudança significativa na rotina da criança. Crianças autistas frequentemente têm uma preferência por rotinas previsíveis e podem ficar ansiosas ou agitadas com novas experiências e ambientes.
Interação Social: A socialização em um ambiente escolar pode ser estressante para crianças com autismo leve, que podem ter dificuldades em entender normas sociais e interagir com outras crianças. Isso pode levar a comportamentos mais desafiadores ou a um aumento da ansiedade.
Piora Comportamental
Reações Normais: É comum que crianças autistas apresentem comportamentos mais intensos ou regressivos em períodos de estresse ou mudança. Isso pode incluir aumento da rigidez, dificuldades de comunicação ou comportamentos repetitivos.
Necessidade de Apoio: Durante o período de adaptação, é importante que os educadores e familiares ofereçam suporte adicional, ajudando a criança a se sentir segura e confortável no novo ambiente.
Tempo de Adaptação
Período Variável: O tempo de adaptação pode variar bastante entre as crianças. Algumas podem se ajustar rapidamente, enquanto outras podem levar semanas ou até meses para se sentirem confortáveis na escola.
Observação Contínua: É essencial monitorar como a criança está se adaptando e comunicar-se regularmente com os professores para garantir que as necessidades dela sejam atendidas.
Considerações Finais
Se você perceber que a piora no comportamento persiste ou se torna mais intensa, pode ser útil consultar um profissional especializado, como um psicólogo infantil ou terapeuta ocupacional, para obter orientações adicionais sobre como apoiar a criança durante esse período de transição. O suporte adequado pode fazer uma grande diferença na adaptação da criança à nova rotina escolar.
Olá, uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve provavelmente apresenta dificuldades de se relacionar com outras crianças, quando ela entra na escola tem que lidar com situações novas, com regras, com alguns embates com outras crianças e isso pode ser muito estressante para ela. E bom que procure antecipar o máximo possível sobre a nova rotina dela e fazer a adaptação com bastante calma, que os profissionais que lidam com esta criança estejam cientes e orientados sobre o diagnóstico dela. Assim poderão cooperar para que os momentos na escola sejam mais tranquilos.
Sim, é um comportamento característico de uma criança neuroatípica, apresentar uma piora temporária nos comportamentos ao começar na escola é parte do processo. Esse momento de adaptação pode ser desafiador, pois ela está enfrentando um ambiente novo, com pessoas diferentes, sons, rotinas e demandas que podem causar estresse. Isso pode se refletir em maior irritabilidade, alterações no sono ou alimentação, ou até mesmo em comportamentos que pareciam já superados, como maior dependência ou aumento de estereotipias.
O tempo de adaptação varia muito, mas, na maioria dos casos, dura entre 2 semanas e 3 meses, contudo não é uma regra. Durante esse período, é importante oferecer suporte emocional, paciência e consistência. Deixo algumas dicas que podem ajudar:
Converse bastante com a escola e compartilhe informações sobre as necessidades específicas da criança.
Estabeleça rotinas bem claras, tanto em casa quanto na escola, para que ela saiba o que esperar.
Enviar um objeto de conforto, como um brinquedo ou uma mantinha, pode ajudar a trazer segurança.
Se possível, inicie com períodos mais curtos na escola, aumentando aos poucos o tempo de permanência.
Não esqueça que a adaptação é um processo e cada criança tem o seu ritmo. Se a piora persistir por mais de 3 meses ou se você notar sinais de grande sofrimento, como recusa extrema de ir à escola, vale buscar apoio de um profissional especializado, como um terapeuta ocupacional ou especialista em neuropsicologia.
Com acolhimento, paciência e suporte, sua criança pode se adaptar e começar a aproveitar os benefícios da escola. Você está fazendo um excelente trabalho ao estar atenta a esses sinais e buscar ajuda!
O tempo de adaptação varia muito, mas, na maioria dos casos, dura entre 2 semanas e 3 meses, contudo não é uma regra. Durante esse período, é importante oferecer suporte emocional, paciência e consistência. Deixo algumas dicas que podem ajudar:
Converse bastante com a escola e compartilhe informações sobre as necessidades específicas da criança.
Estabeleça rotinas bem claras, tanto em casa quanto na escola, para que ela saiba o que esperar.
Enviar um objeto de conforto, como um brinquedo ou uma mantinha, pode ajudar a trazer segurança.
Se possível, inicie com períodos mais curtos na escola, aumentando aos poucos o tempo de permanência.
Não esqueça que a adaptação é um processo e cada criança tem o seu ritmo. Se a piora persistir por mais de 3 meses ou se você notar sinais de grande sofrimento, como recusa extrema de ir à escola, vale buscar apoio de um profissional especializado, como um terapeuta ocupacional ou especialista em neuropsicologia.
Com acolhimento, paciência e suporte, sua criança pode se adaptar e começar a aproveitar os benefícios da escola. Você está fazendo um excelente trabalho ao estar atenta a esses sinais e buscar ajuda!
É normal que uma criança de 2 anos com autismo apresente uma piora temporária no comportamento ao iniciar na escola pelos seguintes fatos:
Mudança na rotina: Crianças no espectro autista geralmente se sentem mais seguras com rotinas previsíveis. A escola introduz um ambiente novo, com pessoas desconhecidas, sons, cheiros e demandas diferentes, o que pode gerar ansiedade e estresse.
Dificuldade de comunicação: Se a criança ainda não verbaliza bem, pode ficar frustrada ao não conseguir expressar suas necessidades ou entender instruções.
Sobrecarga sensorial: Barulho, luzes, movimentos e interações sociais podem ser demais para o sistema sensorial dela, levando a crises, choro ou isolamento.
Separação dos pais: A ansiedade de separação pode ser mais intensa em crianças autistas, causando resistência em ficar na escola.
Cada criança tem seu tempo para se adaptar ao ambiente escolar e não tem como generalizar. Alguns pontos que ajudam na adaptação escolar são:
Escola preparada: Professores devem conhecer as necessidades da criança e usar estratégias como comunicação visual (pictogramas), rotina clara e pausas sensoriais.
Adaptação gradual: Começar com períodos curtos na escola e aumentar progressivamente.
Objeto de conforto: Permitir que leve um brinquedo ou item que a acalme.
Trabalho em casa: Manter rotinas consistentes e usar histórias sociais para explicar a escola.
Parceria com terapeutas: Se a criança faz terapia (psicólogo, fono, TO), os profissionais podem ajudar a prepará-la para a escola.
Mudança na rotina: Crianças no espectro autista geralmente se sentem mais seguras com rotinas previsíveis. A escola introduz um ambiente novo, com pessoas desconhecidas, sons, cheiros e demandas diferentes, o que pode gerar ansiedade e estresse.
Dificuldade de comunicação: Se a criança ainda não verbaliza bem, pode ficar frustrada ao não conseguir expressar suas necessidades ou entender instruções.
Sobrecarga sensorial: Barulho, luzes, movimentos e interações sociais podem ser demais para o sistema sensorial dela, levando a crises, choro ou isolamento.
Separação dos pais: A ansiedade de separação pode ser mais intensa em crianças autistas, causando resistência em ficar na escola.
Cada criança tem seu tempo para se adaptar ao ambiente escolar e não tem como generalizar. Alguns pontos que ajudam na adaptação escolar são:
Escola preparada: Professores devem conhecer as necessidades da criança e usar estratégias como comunicação visual (pictogramas), rotina clara e pausas sensoriais.
Adaptação gradual: Começar com períodos curtos na escola e aumentar progressivamente.
Objeto de conforto: Permitir que leve um brinquedo ou item que a acalme.
Trabalho em casa: Manter rotinas consistentes e usar histórias sociais para explicar a escola.
Parceria com terapeutas: Se a criança faz terapia (psicólogo, fono, TO), os profissionais podem ajudar a prepará-la para a escola.
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
Olá,
Toda a criança que inicia em uma Escola tem um período de adaptação, e este período pode ser bastante variável. No caso de uma criança com autismo leve ,talvez demore um pouco mais de tempo pela dificuldade de construir vínculo.
Toda a criança que inicia em uma Escola tem um período de adaptação, e este período pode ser bastante variável. No caso de uma criança com autismo leve ,talvez demore um pouco mais de tempo pela dificuldade de construir vínculo.
Pelo fato de estar em ambiente diferente com pessoas sem a socialização(estranhas) do convívio corriqueiro o comportamento desse autista pode sim ficar alterado. É necessário acolher e dar segurança para acontecer esse equilibrio. O tempo de adaptação vai depender dessa socialização,aconchego. Fazer acompanhamento na escola e com a família de forma terapeutica e ficar atento para não entender como falta de medicação que venha a tirar os movimentos "normais" de um autista.
Olá. Por si só, o inicio da vida escolar, para muitas crianças, requer uma adaptação de alguns dias ou até semana. Quando se fala de uma criança que tem um diagnóstico, também não é diferente. Leva um tempo na adaptação, e pode também ter um retrocesso na adaptação. O ideal é estar sempre em contato com a coordenação e a professora. Pois o que mais a criança precisa é se sentir acolhida na escola para se sentir segura. Não tenha medo e nem vergonha de estar sempre perguntando na escola como ele está. Fique atenta também como seu filho reage após a Escola. Preste atenção como ele se sente antes de ir e depois. Precisa ter um profissional que lhe ampare e que estimule seu filho desde o inicio da fase escolar.
Sim, é possível que uma criança nessa fase apresente sinais de regressão, maior dependência ou dificuldades que antes pareciam superadas. Isso não significa, necessariamente, uma piora no desenvolvimento, mas uma resposta ao novo, que pode ser vivido com angústia.
Na criança, assim como nos adultos, o convívio com pares é desafiador, e o impacto disso pode se manifestar no corpo, na fala ou nas habilidades sociais.
A regressão é, de todo modo, um sinal de sofrimento — nem sempre evitável — e que não deve ser negligenciado. Mudanças muito acentuadas no funcionamento da criança podem ser compreendidas como um pedido de ajuda para se reorganizar, especialmente em crianças autistas, que costumam ter formas muito próprias de lidar com as transições.
O período desde o início dos sintomas também deve ser observado com atenção. Se a criança mantém ou amplia comportamentos de isolamento, agitação, apatia ou regressão por mais de três meses, é importante realizar uma escuta cuidadosa. Sinais persistentes de sofrimento costumam indicar que algo na relação com a família ou com a escola precisa ser revisto.
Na criança, assim como nos adultos, o convívio com pares é desafiador, e o impacto disso pode se manifestar no corpo, na fala ou nas habilidades sociais.
A regressão é, de todo modo, um sinal de sofrimento — nem sempre evitável — e que não deve ser negligenciado. Mudanças muito acentuadas no funcionamento da criança podem ser compreendidas como um pedido de ajuda para se reorganizar, especialmente em crianças autistas, que costumam ter formas muito próprias de lidar com as transições.
O período desde o início dos sintomas também deve ser observado com atenção. Se a criança mantém ou amplia comportamentos de isolamento, agitação, apatia ou regressão por mais de três meses, é importante realizar uma escuta cuidadosa. Sinais persistentes de sofrimento costumam indicar que algo na relação com a família ou com a escola precisa ser revisto.
É normal haver piora temporária ao iniciar na escola, especialmente em crianças com autismo.
O tempo de adaptação pode variar, mas geralmente melhora após algumas semanas ou meses com suporte adequado.
Estratégias de preparação e comunicação ajudam muito nesse processo.
Se a piora for intensa ou persistente, busque orientação dos profissionais que acompanham a criança
.
O tempo de adaptação pode variar, mas geralmente melhora após algumas semanas ou meses com suporte adequado.
Estratégias de preparação e comunicação ajudam muito nesse processo.
Se a piora for intensa ou persistente, busque orientação dos profissionais que acompanham a criança
.
Olá!
Na verdade toda mudança de rotina mexe muito com a criança e em especial as com que apresentam TEA.
Na verdade toda mudança de rotina mexe muito com a criança e em especial as com que apresentam TEA.
Sim. É comum crianças de 2 anos com TEA leve apresentarem uma piora transitória ao iniciar a escola, devido à mudança de rotina e ao aumento de estímulos.
Pela psicologia do desenvolvimento, o tempo médio de adaptação varia de 4 a 8 semanas, podendo chegar a até 3 meses.
Essa "regressão" costuma ser temporária. Torna-se sinal de alerta apenas se persistir após esse período ou houver perda significativa de habilidades já adquiridas.
Pela psicologia do desenvolvimento, o tempo médio de adaptação varia de 4 a 8 semanas, podendo chegar a até 3 meses.
Essa "regressão" costuma ser temporária. Torna-se sinal de alerta apenas se persistir após esse período ou houver perda significativa de habilidades já adquiridas.
Em crianças pequenas no espectro autista, especialmente por volta dos 2 anos, é comum que mudanças na rotina, como o início da escola, provoquem sinais de maior irritabilidade, regressões temporárias, aumento de choros, dificuldades de adaptação ou alterações no comportamento. Isso não significa, necessariamente, uma piora do quadro, mas sim uma resposta ao impacto da mudança ambiental e sensorial.
O tempo de adaptação varia de criança para criança e depende de fatores como previsibilidade da rotina, ambiente escolar, suporte oferecido, sensibilidade sensorial e forma como as transições são conduzidas. Em geral, o processo pode levar semanas ou até alguns meses, sendo importante um acompanhamento atento, comunicação entre família e escola e, quando indicado, suporte terapêutico. O olhar individualizado é fundamental para compreender como essa criança está vivenciando essa fase e quais ajustes podem facilitar sua adaptação de forma mais segura e respeitosa.
O tempo de adaptação varia de criança para criança e depende de fatores como previsibilidade da rotina, ambiente escolar, suporte oferecido, sensibilidade sensorial e forma como as transições são conduzidas. Em geral, o processo pode levar semanas ou até alguns meses, sendo importante um acompanhamento atento, comunicação entre família e escola e, quando indicado, suporte terapêutico. O olhar individualizado é fundamental para compreender como essa criança está vivenciando essa fase e quais ajustes podem facilitar sua adaptação de forma mais segura e respeitosa.
Sim, é relativamente comum que crianças pequenas, inclusive com diagnóstico de autismo leve, apresentem piora comportamental ao iniciar a escola. Mudança de rotina, novos estímulos, separação dos cuidadores e exigências sociais podem gerar desorganização temporária.
O tempo de adaptação varia de criança para criança. Em geral, pode levar algumas semanas ou até alguns meses. O importante é observar se, com apoio adequado, a criança volta a se regular progressivamente.
A psicoterapia infantil e o trabalho conjunto com a escola ajudam muito nesse processo. Estou disponível para orientar esse cuidado.
O tempo de adaptação varia de criança para criança. Em geral, pode levar algumas semanas ou até alguns meses. O importante é observar se, com apoio adequado, a criança volta a se regular progressivamente.
A psicoterapia infantil e o trabalho conjunto com a escola ajudam muito nesse processo. Estou disponível para orientar esse cuidado.
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- Tive diagnóstico de autismo ano passado, aos 38 anos. Tenho comorbidades como ansiedade generalizada, toc, e possível bipolaridade (sem diagnóstico). O médico neurologista me receitou 50mg de desvenlafaxina, tomei por dez dias e passei muito mal, falta de apetite, sudorese, sonolência, fadiga, falta…
- Li num site q autistas têm menos força muscular. É vdd? Pq isso acontece ?
- Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta?…
- oi, eu tenho 17 anos e vou fazer 18 mês que vem. queria tirar uma dúvida, sempre que eu assisto qualquer coisa de ficção, tipo filme, série ou desenho, eu percebo que tenho uma dificuldade estranha de entender o que os personagens estão falando, mesmo quando tá em português. dublado, as vezes são frases…
- Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7, 8 ou 9 anos, eu tinha um comportamento que hoje fico pensando se pode ter relação com deficiência intelectual ou autismo. Eu só conseguia conversar com algumas pessoas específicas, tipo minhas primas…
- Qual a diferença entre Transtorno do Espectro Autista – TEA (autismo) e Síndrome de Asperger?
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