Perguntas do paciente (137)

  • pode-se praticar artes marciais com prótese maleável?

    pode-se praticar artes marciais com prótese maleável?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Após finalizado período de recuperação pós-operatória da colocação de próteses penianas, o indivíduo pode e deve levar uma vida normal. Não há contraindicações à realização de esportes de contato, independente de a prótese ser maleável ou inflável. No entanto, o cuidado e devida proteção a traumas diretos à região genital devem ser obedecidos por todos os homens.


  • Fiz cirurgia de varicocele à 5 meses atrás. Foi tudo através SUS. Meu saco ainda dói e as veias são

    Fiz cirurgia de varicocele à 5 meses atrás. Foi tudo através SUS. Meu saco ainda dói e as veias são visíveis e palpáveis. Gostaria de saber se teria que fazer outra cirurgia de varicocele ou outra cirurgia pra remover essas veias para parar com a dor?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Geralmente há uma regressão das veias dilatadas até 3 meses após a cirurgia de varicocelectomia. Se as veias ainda são visíveis e persistem os sintomas, há indícios de que o problema persiste. As taxas de falha e recidiva após a cirurgia da varicocele variam de 4 a 10%, dependendo da técnica utilizada (microcirúrgica vs. não microcirúrgica) e da experiência do cirurgião. É de fundamental importância uma reavaliação com um andrologista através do exame físico e eventualmente uma ultrassonografia para decidir quanto a necessidade de uma nova cirurgia.


  • Quanto tempo demoram as veias visíveis a desaparecer após cirurgia a varicocelo?

    Quanto tempo demoram as veias visíveis a desaparecer após cirurgia a varicocelo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Na verdade, logo após a ligadura minuciosa das veias varicosas durante a varicocelectomia microcirúrgica é comum ocorrer uma leve aumento do calibre e endurecimento das mesmas, pois o fluxo de sangue nesses vasos é interrompido e o sangue acaba por coagular. No entanto, esses coágulos dissolvem por cerca de 6 a 12 semanas, após o qual espera-se que as mesmas tenham um aspecto normal quando não há varicocele residual.


  • Fui operado a um varicocelo há um mês, já não sinto desconforto no entanto ainda continua visíveis

    Fui operado a um varicocelo há um mês, já não sinto desconforto no entanto ainda continua visíveis a veias dilatadas. Quando tempo demora a desaparecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    É bem comum haver um aumento nas veias após a cirurgia, pois pelo fato de fluxo sanguíneo ter sido interrompido, há um aumento da pressão no sistema venoso. Elas também podem ficar endurecidas quando há trombose (coagulação) do resquício de sangue dentro desses vasos. Em geral, essa dilatação resolve dentro de 6 a 12 semanas de pós-operatório. A permanência por tempo mais prolongado pode indicar falha da cirurgia ou recidiva precoce da varicocele.


  • Tenho 23 anos, e tenho peyronie, ha algum tempo não tenho ereções matinais, isso pode ser devido

    Tenho 23 anos, e tenho peyronie, ha algum tempo não tenho ereções matinais, isso pode ser devido a doença ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A doença de Peyronie pode aparecer em qualquer idade desde a adolescência até pacientes octogenários. A diferenciação entre Peyronie e pênis curvo congênito se dá pela presença de placas palpáveis e pela cronologia da doença. A doença de Peyronie causa fibrose da túnica de revestimento de tecido erétil e na grande maioria desses pacientes a disfunção erétil se dá por causa psicogênica, já que alterações do formato do pênis causam problemas psicológicos significativos. Todos os homens tem 3-4 ciclos de sono com ereções noturnas na fase REM. Alterações nas ereções matinais/noturnas nem sempre significam piores ereções, muitas vezes apenas acontecem por uma pior qualidade de sono ou o simples fato de se acordar fora da fase REM. Se seu padrão de ereção estiver pior também durante as relações sexuais, melhor procurar ajuda especializada.


  • Fiz a vasectomia, após 35 dias e 20 ejaculações o espermograma mostrou espermas vivos, 5,800,000,00,

    Fiz a vasectomia, após 35 dias e 20 ejaculações o espermograma mostrou espermas vivos, 5,800,000,00, o meu médico recomendou mais 15 ejaculações e caso ainda apareça espermatozoides vivos seria necessário refazer a cirurgia, fiquei preocupado, é isso mesmo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Poder haver a permanência de espermatozoides na ejaculação por algum tempo após a vasectomia por persistência de células pré-formadas no sistema de ductos do aparelho reprodutor masculino. Geralmente se espera 20 ejaculações ou 3 meses. No entanto caso haja uma concentração persistente acima de e 100.000 espermatozoides/ml e/ou motilidade dos mesmo, é necessário refazer a cirurgia. Nesses casos consideramos que houve falha, o que ocorre em cerca de 1 para 600-1000 pacientes operados. Isto acontece por uma recanalização fortuita dos ductos. Como sua cirurgia foi recente, acredito ser prudente a observação por um tempo para ver se a nova cirurgia é realmente necessária.


  • Após 30 anos de vasectomia posso tenho esperma para engravidar alguém?

    Após 30 anos de vasectomia posso tenho esperma para engravidar alguém?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A produção de espermatozoides nunca cessa, independente do tempo desde a realização da vasectomia, de forma que as chances de paternidade são altíssimas. No entanto, uma cirurgia se faz necessário para que que você possa ser pai novamente, seja através de uma cirurgia de reconstrução dos canais obstruídos na vasectomia ou por uma cirurgia de captação de espermatozoides para utilização em técnicas de reprodução assistida. A escolha entre essas diferentes opções vai depender de caso a caso. Deve-se avaliar a situação do casal (idade da parceira, possíveis problemas no sistema reprodutor feminino, número de filhos desejado pelo casal, etc).


  • Fiz cirurgia de varicocele mas não obtive resultado nenhum, meu urologista disse que preciso de nova

    Fiz cirurgia de varicocele mas não obtive resultado nenhum, meu urologista disse que preciso de nova cirurgia, dessa vez mais invasiva, será puxado o testículo para fora para fazer a ligação das artérias, tem necessidade de passar por um risco tão grande, inclusive de atrofia testicular?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Nesse contexto existem duas situações possíveis: 1. Falha da cirurgia - isso ocorre quando nem todas a veias doentes foram excluídas na primeira abordagem e de maneira bem precoce é possível sentir as veias remanescentes no escroto; 2. Recidiva - ocorre de forma mais tardia, quando apesar de o problema ter sido resolvido, a pressão aumentada no sistema faz com que haja uma nova dilatação das veias saudáveis. A melhor maneira de prevenir isso é utilizando a técnica microcirúrgica na qual é possível magnificar a visão em até 25 vezes, permitindo uma cirurgia bem mais meticulosa. Ligar as artérias nunca é recomendado pois pode trazer sérias repercussões ao testículo. Em até 15% dos casos a falha da cirurgia acontece pela dilatação das veias gubernaculares que ficam em baixo do testículo, podendo ser necessária a exposição do testículo. Contudo essa manobra é segura e não incrementa a complexidade da cirurgia nem aumenta o risco de atrofia.


  • tenho 21 anos, fui diagnosticado com peyronie, placas de 3 cm, isso significa que são placas preocupantes

    tenho 21 anos, fui diagnosticado com peyronie, placas de 3 cm, isso significa que são placas preocupantes ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A doença de Peyronie é mais comum em pacientes de 40-70 anos, mas acomete desde adolescentes até indivíduos com mais de 80 anos. Na verdade o tamanho da placa em si não é o que mais preocupa e sim a deformidade que acompanha o quadro. A delimitação das pacas é difícil e há pacientes com placas em todo o pênis. Se você foi diagnosticado recentemente fique atento para as mudanças dinâmicas que podem haver no formato de seu pênis. Existem tratamentos que podem minimizar e estabilizar as deformidades na fase aguda. Se a doença já está estável há meses/anos, muito provavelmente ela não mudará mais.


  • Na doença de peyronie, a partir de quantos cm se considera uma placa grande?

    Na doença de peyronie, a partir de quantos cm se considera uma placa grande?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Existe uma grande variabilidade nas placas na Doença de Peyronie, tanto em extensão, profundidade, textura e formato. Em geral elas são irregulares, mas podem ser longilíneas, em forma de moeda, circunferenciais e até englobar quase toda a extensão do pênis. As piores placas são as mais inelásticas, pois levam às deformidades mais graves, que nem sempre são as maiores. Porém, para responder sua pergunta de uma maneira geral, mais do que extensão em centímetros, placas que ocupam mais de 180 graus da circunferência penianas\ geralmente são consideradas volumosas pois englobam uma área significativa da superfície da túnica albugínea e geram deformidades consideráveis.


  • Um adolescente obeso, com níveis de testosterona abaixo do ideal, se repor essa testosterona sob acompanhamento

    Um adolescente obeso, com níveis de testosterona abaixo do ideal, se repor essa testosterona sob acompanhamento médico, pode obter um maior desenvolvimento de seu pênis, já que a testosterona estava anteriormente em níveis abaixo do necessário e é a responsável por tal processo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Existe uma associação bidirecional entre obesidade e hipogonadismo, ou seja tanto o excesso de tecido gorduroso baixa a testosterona, como a testosterona baixa engorda. Porém muito cuidado na administração de testosterona pois ela inibe o eixo de desenvolvimento hormonal e pode causar danos testiculares e infertilidade. Na adolescência a terapia de testosterona é geralmente indicada para indivíduos com problemas genéticos ou déficits testiculares graves. Um acompanhamento com endócrino-pediatra é fundamental. Quanto ao pênis, o desenvolvimento vai depender do estágio de maturação da puberdade e pode haver ainda crescimento considerável com a virilização. Nos pacientes obesos muitas vezes ocorre o pênis embutido, em ele tem comprimento normal mas fica escondido na gordura púbica, o que melhora muito com a perda de peso.


  • meu urologista me indicou de primeiro plano a cirugia, para doença de peyronie, isso significa que já

    meu urologista me indicou de primeiro plano a cirugia, para doença de peyronie, isso significa que já estou em um estágio avançado ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A indicação de cirurgia na Doença de Peyronie é baseada no incômodo físico ou psicológico do paciente. Fatores como dificuldade de penetração, dor no paciente ou parceira(o) durante o ato sexual, limitação do número de posições, fenômeno de dobradiça, perda considerável de comprimento, entre outros são levados em consideração. No entanto se o grau de incômodo for leve, não é necessário realizar tratamento. O tratamento deve ser individualizado caso a caso. Na verdade, a maioria dos pacientes com Doença de Peyronie não recebem tratamento algum.


  • Ao passar dos anos a doença de peyronie pode regredir ? tenho 21 anos, e minhas ereções não saõ

    Ao passar dos anos a doença de peyronie pode regredir ? tenho 21 anos, e minhas ereções não saõ as mesmas.....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A Doença de Peyronie acomete geralmente homens caucasianos entre os 40 e 70 anos de idade, apesar de eventualmente ser observada em adolescentes e octogenários. Primeiramente o diagnóstico precisa ser confirmado pela presença da placa e cronologia do seu aparecimento. Durante a fase inflamatória da Doença de Peyronie há alterações dinâmicas da deformidade, que podem eventualmente melhorar. No entanto, na fase crônica há uma estabilidade, de forma que não há progressão ou regressão na quase totalidade dos casos. A piora das ereções com o tempo não está geralmente relacionada com a Doença de Peyronie.


  • Hipogonadismo diminui os testículos ou ficam com tamanho normal ?

    Hipogonadismo diminui os testículos ou ficam com tamanho normal ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    O hipogonadismo é caracterizado por uma deficiência na produção de testosterona. Isso é um problema de função que pode acontecer em testículos de todos os tamanhos. No entanto, a diminuição do volume testicular em pessoas que tinhas testículos normais previamente pode indicar que houve algum problema que machucou as células produtoras de hormônios (infecções, traumas, varicocele, entre outros). O uso de testosterona como tratamento também pode atrofiar os testículos pois inibe o eixo de estimulação da produção. Muito cuidado ao iniciar tratamentos hormonais, pois eles podem gerar danos irreversíveis.


  • depois so periodo de " estabilização" das placas de peyronie, ao decorrer do tempo elas podem aumentar

    depois so periodo de " estabilização" das placas de peyronie, ao decorrer do tempo elas podem aumentar ou diminuir?.... resumindo, essa doença é progressiva e/ou degenerativa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Os termos progressivos e degenerativos não se aplicam bem à doença de Peyronie. Depois da estabilização, como o nome sugere, não são esperadas mudanças no status da doença na grande maioria dos casos. Em cerca de 0,5% há uma reativação da fase aguda, também conhecida como "agudização em Doença de Peyronie crônica". Felizmente isso é um fenômeno incomum.


  • Sobre Peyronie, o tamanho das placas e/ou a quantidade, interferem em algo?

    Sobre Peyronie, o tamanho das placas e/ou a quantidade, interferem em algo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    As placas na Doença de Peyronie são um acúmulo de colágeno de forma desorganizada na túnica albugínea, que é a camada de revestimento do tecido erétil. Mais importante do que o tamanho e quantidade das placas é a sua elasticidade. Em outras palavras: é a restrição à expansão que determina a gravidade da deformidade. Existem pessoas com placas grandes e difusas apresentando deformidades discretas, ao mesmo tempo que há outros com placas sutis e deformidades debilitantes. Por outro lado, placas grandes e densas tendem a ser mais inelásticas e estão na maioria das vezes associadas a problemas mais graves.


  • Tenho 23 anos, e fui diagnosticado com Peyronie, placas de 3cm, sinto que não consigo mais segurar a

    Tenho 23 anos, e fui diagnosticado com Peyronie, placas de 3cm, sinto que não consigo mais segurar a ereção por um tempo prolongado, isso é devido a curvatura, ou as placas ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A doença de Peyronie está muito associada a disfunção erétil, mas dificilmente é a sua causa. Como a doença é restrita ao tecido de revestimento interno do pênis, dificilmente a doença de Peyronie causa lesão direta ao tecido erétil, ou seja, à capacidade de se obter uma ereção. Em outras palavras, se você é capaz de ter uma ereção isso indica que o mecanismo em si está preservado. Por outro lado, a incapacidade de sustentar a ereção é um fenômeno mediado pela adrenalina, que é geralmente causado pela ansiedade e perda da confiança que essa condição causa, e não pelas placas ou pela deformidade em si.


  • Gostaria de saber se tem reversão? Estou muito aflito ou seja meu relacionamento quase comprometido.

    Gostaria de saber se tem reversão? Estou muito aflito ou seja meu relacionamento quase comprometido.
    Gostaria de ajuda pelo amor de Deus.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A Doença de Peyronie causa sofrimento em muitos pacientes e casais e infelizmente não existe reversão completa. No entanto, há tratamentos que podem te ajudar a se sentir melhor. Os tratamentos mais definitivos, que são as cirurgias, são recomendados apenas depois de um período de estabilidade, o que dificilmente ocorre antes de 6-12 meses desde os primeiros sintomas da doença. Nas fases iniciais há tratamentos com injeções intralesionais feitas com anestesia local que ajudam a impedir a progressão da deformidade.


  • É normal sentir dor mesmo com pênis em estado flácido , tendo as placas da doença Peyronie ?

    É normal sentir dor mesmo com pênis em estado flácido , tendo as placas da doença Peyronie ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    Até um terço dos pacientes com Doença de Peyronie tem dor peniana. Essa dor geralmente é na fase aguda, que dura em média alguns meses, dificilmente passando de 1 ano. Essa dor pode ser sim no estado flácido, o que demonstra a atividade do processo inflamatório, apesar de a maioria dos que têm dor referirem que a mesma aconteça durante a ereção, quando a placa é esticada pelo sangue dentro dos corpos cavernosos. A boa notícia é que a dor resolve em 100% dos casos com o passar do tempo, e existem tratamentos que ajudam a acelerar esse processo.


  • Olá, tenho 22 anos e fui diagnosticado com Peyronie, já com placas calcificadas..... gostaria de saber

    Olá, tenho 22 anos e fui diagnosticado com Peyronie, já com placas calcificadas..... gostaria de saber se com o passar do tempo posso sofrer de disfunção eretil por conta dessa fibrose? Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo de Paula Miranda

    A presença de calcificação nas placas de Peyronie não é um fator de risco isolado para disfunção erétil em pacientes com Doença de Peyronie. Em outras palavras a visualização do cálcio nas placas não quer dizer que a doença é mais ou menos grave, ou vai evoluir melhor ou pior. Há pessoas com calcificações e doenças brandas e pacientes sem calcificações e deformidades terríveis. Há ainda diferentes tipos de calcificações: puntiformes, lineares, extensas, etc. O que realmente importa é a elasticidade da placa, que tende a ser pior em calcificações extensas. Uma vez que a doença atinge sua fase crônica, ela estabiliza e a sua chance de evoluir com disfunção erétil orgânica (não psicogênica) é semelhante ao da população sem Peyronie.


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