Perguntas do paciente (162)

  • Qual é Plano de Tratamento para Terapia Cognitivo Comportamental ?

    Qual é Plano de Tratamento para Terapia Cognitivo Comportamental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    1. Fase Inicial: Avaliação e Planejamento
    Estabelecimento da aliança terapêutica: Construção de um vínculo de confiança com o paciente​.
    Coleta de informações e conceitualização do caso: Análise dos sintomas, padrões de pensamento e comportamentos do paciente.
    Definição de objetivos terapêuticos: Estabelecimento de metas específicas e mensuráveis com o paciente​.

    2. Fase Intermediária: Intervenção e Modificação de Padrões
    Identificação e reestruturação cognitiva: Auxílio ao paciente na identificação de pensamentos automáticos e crenças disfuncionais.
    Técnicas comportamentais: Utilização de estratégias como exposição gradual, ativação comportamental e ensaio de habilidades sociais.
    Monitoramento do progresso: Ajustes no plano de tratamento conforme necessário​.

    3. Fase Final: Encerramento e Prevenção de Recaídas
    Preparação para o término da terapia: O paciente assume maior responsabilidade por suas mudanças.
    Desenvolvimento de estratégias de manutenção: Identificação de sinais de recaída e técnicas de enfrentamento para lidar com desafios futuros​.
    Revisão das habilidades aprendidas: Incentivo ao paciente para continuar utilizando as estratégias da TCC após o término do tratamento.


  • Qual é o foco da terapia cognitiva comportamental?

    Qual é o foco da terapia cognitiva comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    A terapia cognitivo-comportamental (TCC) centra-se, principalmente, em identificar e modificar pensamentos (cognições) e comportamentos que estejam mantendo ou agravando problemas emocionais e psicológicos. De modo geral, o terapeuta ajuda o paciente a:

    Reconhecer os padrões de pensamento que influenciam o humor (por exemplo, cognições distorcidas ou disfuncionais).
    Avaliar a validade e a utilidade desses padrões, testando hipóteses e examinando evidências.
    Adotar formas mais equilibradas de interpretar situações e experimentar emoções de modo mais adaptado.
    Colocar em prática mudanças de comportamento que contribuam para a melhora do bem-estar e a redução do sofrimento.
    Dessa forma, a TCC busca diminuir sintomas e promover qualidade de vida, enfatizando a colaboração entre terapeuta e paciente (chamada de “empirismo colaborativo”), a aprendizagem de habilidades de solução de problemas e o desenvolvimento de estratégias para prevenir recaídas.


  • Quais são os pilares da terapia cognitiva comportamental?

    Quais são os pilares da terapia cognitiva comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Os pilares da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são os princípios fundamentais que orientam sua prática e metodologia. De acordo com os materiais consultados, os principais pilares são:

    1. Modelo Cognitivo
    A TCC é baseada na premissa de que os pensamentos influenciam as emoções e os comportamentos. A forma como uma pessoa interpreta uma situação afeta diretamente sua resposta emocional e comportamental.

    2. Estruturação e Direcionamento
    A TCC é estruturada e orientada por objetivos terapêuticos claros. Cada sessão segue um formato específico que inclui revisão das tarefas de casa, definição de agenda e intervenções direcionadas​.

    3. Papel Ativo do Paciente
    O paciente é incentivado a participar ativamente da terapia, engajando-se em tarefas para casa e aplicando as estratégias aprendidas no dia a dia​.

    4. Foco no Aqui e Agora
    Embora a história do paciente seja relevante, a TCC enfatiza a resolução de problemas no presente, ajudando o paciente a modificar padrões de pensamento disfuncionais para melhorar sua qualidade de vida​.

    5. Reestruturação Cognitiva
    Identificação e modificação de pensamentos automáticos negativos e crenças centrais disfuncionais para promover mudanças emocionais e comportamentais duradouras.

    6. Técnicas Comportamentais
    A TCC incorpora técnicas comportamentais, como ativação comportamental, exposição gradual e treinamento de habilidades sociais, para modificar padrões de comportamento prejudiciais​.

    7. Psicoeducação
    A terapia tem um caráter educativo, ensinando o paciente a reconhecer e modificar seus padrões de pensamento, emoção e comportamento, tornando-se seu próprio terapeuta.

    8. Temporalidade e Eficiência
    A TCC é, em sua maioria, um tratamento de curta duração, com um número limitado de sessões focadas na resolução dos problemas específicos do paciente.


  • Quais são as abordagens da psicologia cognitiva? .

    Quais são as abordagens da psicologia cognitiva? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    1. Terapia Cognitiva (TC)
    Desenvolvida por Aaron Beck, a Terapia Cognitiva parte do pressuposto de que os transtornos emocionais são causados por distorções no pensamento e na interpretação da realidade. O tratamento visa identificar e modificar esses pensamentos disfuncionais por meio da reestruturação cognitiva.

    2. Terapia Racional-Emotiva Comportamental (TREC)
    Criada por Albert Ellis, essa abordagem enfatiza a identificação de crenças irracionais que afetam as emoções e o comportamento. A TREC propõe a modificação dessas crenças por meio de debate lógico e experimentação comportamental.

    3. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
    Uma evolução da Terapia Cognitiva, a TCC integra intervenções cognitivas e comportamentais para modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. A abordagem é baseada na evidência e tem aplicações em diversos transtornos psicológicos​.

    4. Terapia do Esquema
    Desenvolvida por Jeffrey Young, combina conceitos da TCC com elementos da psicanálise, enfatizando a modificação de esquemas cognitivos rígidos e de longa duração, frequentemente formados na infância​.

    5. Terapia Cognitivo-Comportamental Baseada em Mindfulness e Aceitação (TCBMA)
    Combina princípios da TCC com técnicas de mindfulness e aceitação, visando aumentar a flexibilidade psicológica e reduzir a evitação experiencial. Essa abordagem tem sido utilizada no tratamento de transtornos de ansiedade e depressão​.

    6. Terapia Metacognitiva
    Desenvolvida por Adrian Wells, essa abordagem enfatiza o papel das crenças metacognitivas (crenças sobre os próprios pensamentos) na manutenção dos transtornos emocionais. O foco está em modificar essas crenças e reduzir processos como ruminação e preocupação excessiva​.


  • Quais são as técnicas da Terapia Cognitivo Comportamental?

    Quais são as técnicas da Terapia Cognitivo Comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Técnicas Cognitivas
    Essas técnicas visam identificar e modificar pensamentos automáticos disfuncionais e crenças centrais.

    Reestruturação cognitiva: Identificação e questionamento de distorções cognitivas como catastrofização, pensamento tudo-ou-nada, inferência arbitrária, etc.

    Coluna Tripla: Técnica de registro de pensamento automático, emoção associada e resposta racional.

    Técnica da Flecha Descendente: Acessa crenças centrais por meio da investigação dos significados atribuídos aos pensamentos automáticos.

    Socratic Questioning (Questionamento Socrático): Questionamentos guiados que levam o paciente a examinar e desafiar suas próprias crenças.

    Experimentos comportamentais cognitivos: Testar empiricamente a veracidade de pensamentos e crenças disfuncionais.

    Técnicas Comportamentais
    Essas intervenções modificam padrões de comportamento que mantêm o sofrimento psicológico.

    Exposição gradual: Enfrentamento de estímulos temidos de forma hierarquizada, especialmente útil em transtornos de ansiedade.

    Treinamento de habilidades sociais: Para melhorar competências interpessoais, muito utilizado com crianças e adolescentes.

    Modelagem e ensaio comportamental: Prática de novos comportamentos em ambiente terapêutico antes da aplicação no cotidiano.

    Ativação comportamental: Planejamento de atividades agradáveis e com significado para combater a anedonia e a evitação.

    Prevenção de resposta: Técnica essencial para TOC e outros transtornos relacionados à compulsão.

    Técnicas de Regulação Emocional e Aceitação
    Com o avanço da terceira onda da TCC, incorporaram-se abordagens que envolvem aceitação, atenção plena e regulação emocional.

    Mindfulness (Atenção plena): Treinamento da consciência do momento presente, útil para transtornos de ansiedade, depressão e estresse.

    Aceitação e compromisso: Enfatiza a aceitação de emoções e pensamentos difíceis e o comprometimento com valores pessoais.

    Regulação emocional (DBT): Técnicas de tolerância ao sofrimento, regulação de emoções e eficácia interpessoal, aplicadas especialmente em transtorno de personalidade borderline.

    Técnicas Psicoeducacionais
    Psicoeducação sobre o modelo cognitivo: Explicação do ciclo pensamento–emoção–comportamento.

    Educação sobre transtornos mentais: Informações claras sobre diagnóstico, curso e tratamento, reduzindo estigma e aumentando adesão.

    Técnicas Específicas para Crianças e Adolescentes
    Uso de metáforas e histórias: Favorecem a compreensão de conceitos cognitivos abstratos.

    Cartões de enfrentamento: Estratégias escritas para consulta em momentos críticos.

    Jogos terapêuticos e desenhos: Adaptam o conteúdo terapêutico ao desenvolvimento cognitivo e emocional.

    Estou à disposição para mais esclarecimentos e agendamento.


  • Quanto custa uma sessão de terapia cognitiva comportamental?

    Quanto custa uma sessão de terapia cognitiva comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    O valor da sessão varia, levando-se em conta o tempo de formação do psicólogo, suas especializações e formações, mas a tabela do conselho federal de psicologia SUGERE, em junho 2024, para consulta psicológica, valor entre R$ 213,93 e R$ 319,76, lembrando que é uma sugestão, não obrigação do profissional seguir esses valores.


  • É verdade que as alterações no humor é um dos principais sintomas para diagnosticar uma pessoa com t

    É verdade que as alterações no humor é um dos principais sintomas para diagnosticar uma pessoa com transtorno afetivo bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    O diagnóstico diferencial entre transtornos do humor (como o TAB) e outros transtornos de personalidade, como o borderline, pode ser complexo, justamente devido às oscilações intensas de humor. No entanto, no caso do transtorno bipolar, essas alterações costumam ocorrer em episódios distintos e com recuperação entre eles — diferentemente do padrão mais contínuo observado em alguns transtornos da personalidade​.
    Essas oscilações de humor no transtorno bipolar podem incluir episódios de:

    Depressão (tristeza profunda, perda de interesse, fadiga),

    Hipomania ou mania (euforia, irritabilidade, aumento de energia e da atividade, comportamentos impulsivos).
    Além disso, fatores como instabilidade do humor, irritabilidade e episódios mistos são destacados como características significativas em indivíduos com transtorno bipolar, inclusive quando há comorbidade com outros transtornos, como o borderline​.
    Portanto, sim: alterações significativas e episódicas do humor são centrais para a identificação clínica do transtorno afetivo bipolar.


  • É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa é bipolar

    É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa é bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Não existe um teste específico para uma questão, a avaliação é composta de alguns testes e entrevistas com o avaliado e, se necessário, com familiares. Algumas avaliações nem precisam de aplicação de testes, somente uma boa anamnese já consegue diagnosticar o avaliado.


  • Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológ

    Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    A avaliação psicológica tem o objetivo de chegar a um diagnóstico.
    No caso da bipolaridade, se já estiver diagnosticado, não há necessidade de realizar a avaliação, mas, se houver suspeita, e quiser entender melhor a situação, a avaliação é importante.


  • Meu gênero é feminino, e desde que nasci atuo como uma mulher. Porém, não consigo me imaginar relaci

    Meu gênero é feminino, e desde que nasci atuo como uma mulher. Porém, não consigo me imaginar relacionando amorosamente/sexualmente com alguém tendo esse corpo, pois não gosto dele, tenho certas inseguranças. Mas com um corpo masculino me sinto segura pensando nisso. Isso pode indicar que eu seja uma pessoa trans?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Existe um transtorno, conhecido como disforia de gênero, que é quando a pessoa não se identifica com o gênero do nascimento, bastante comum em pessoas trans também.
    Para avaliar o seu caso, somente com essa informação fica difícil, somente uma avaliação mais aprofundada para saber qual a questão que te faz viver dessa maneira, podendo ser, claro, a disforia de gênero.


  • Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    O transtorno afetivo bipolar (TAB) costuma apresentar um início precoce. Em um estudo transnacional com 18 países, foi observado que pacientes com transtorno da personalidade borderline e comorbidade com transtorno bipolar apresentavam, entre outras características, idade de início mais precoce da sintomatologia, o que indica que o TAB tende a se manifestar já nos primeiros anos da vida adulta ou mesmo na adolescência.


  • Quais são as características de uma pessoa hipocondríaca?

    Quais são as características de uma pessoa hipocondríaca?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Preocupação constante com a saúde: envolve acreditar ou temer frequentemente ter uma doença grave, mesmo que exames médicos e avaliações profissionais indiquem o contrário.
    Atenção excessiva a sinais corporais: o indivíduo monitora o corpo de maneira intensa e interpreta sensações físicas menores ou normais como potenciais sintomas de doenças graves.
    Busca frequente de exames e avaliações médicas (ou, ao contrário, evita completamente o contato com serviços de saúde por medo de descobrir um problema): pode haver idas constantes a vários profissionais diferentes em busca de confirmação de supostos diagnósticos ou de “certeza” de estar saudável.
    Dificuldade em aceitar resultados negativos de exames: ainda que os testes médicos sejam repetidamente normais, a pessoa permanece com medo ou convicção de estar doente, não se tranquilizando com laudos e avaliações.
    Ansiedade ou angústia elevada: o temor de adoecer ou a convicção de já estar doente geram sofrimento emocional significativo e podem impactar a vida social, profissional ou familiar.
    Preocupação prolongada: os receios podem persistir por meses, mudando frequentemente o foco de uma doença para outra à medida que surgem novas preocupações ou sintomas corporais percebidos.
    Em geral, o quadro hipocondríaco inclui uma grande necessidade de confirmação (“Busco a certeza de que realmente estou saudável”), porém, mesmo após avaliações médicas tranquilizadoras, a pessoa persiste com receios ou desconfia dos resultados, mantendo-se presa ao ciclo de ansiedade e checagens constantes.


  • Estou muito preocupada com meu filho mais velho, tem 25 anos e nunca namorou. Os outros dois namoram

    Estou muito preocupada com meu filho mais velho, tem 25 anos e nunca namorou. Os outros dois namoram e ele não. Eu quero ajudá-lo nessa questão. Ele é muito calmo e introvertido.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    A primeira pergunta que vou te fazer: ele quer namorar? ele está buscando essa situação? isso está incomodando ele ou está incomodando somente você?


  • Qual a diferença entre uma pessoa que tem transtorno antissocial leve, moderado e grave?

    Qual a diferença entre uma pessoa que tem transtorno antissocial leve, moderado e grave?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    No DSM-5 “clássico” (Seção II), não há uma subdivisão formal de “leve, moderado e grave” para o Transtorno da Personalidade Antissocial. O diagnóstico depende do preenchimento de critérios clínicos (p. ex., comportamento voltado a violar direitos alheios, manipulação, ausência de remorso etc.), sem escalonamento de gravidade. Entretanto, no Modelo Alternativo de Transtornos da Personalidade (apresentado na Seção III do DSM-5), cada transtorno de personalidade (inclusive o Transtorno da Personalidade Antissocial) pode ser descrito não apenas pelos critérios diagnósticos, mas também pelo “nível de prejuízo no funcionamento da personalidade”, que vai de “leve” a “grave”. Nesse modelo:

    1. Leve: o indivíduo satisfaz os critérios do transtorno, mas o prejuízo no funcionamento do self e dos relacionamentos ainda é relativamente limitado. Há problemas significativos de impulsividade, manipulação e desrespeito a normas, porém a capacidade de manter certas obrigações ou evitar danos mais extensos ainda existe.

    2. Moderado: exige-se, como requisito mínimo, prejuízo mais nítido e estável no funcionamento da identidade, do autodirecionamento, da empatia e da intimidade, além de traços marcados de antagonismo ou desinibição (como enganar, ser hostil, imprudente ou irresponsável). Esse patamar costuma ser o “ponto de corte” para caracterizar o Transtorno da Personalidade Antissocial no modelo alternativo.

    3. Grave: as características antissociais alcançam intensidade e frequência muito maiores, com manipulação extrema, hostilidade frequente, impulsividade marcante e dano recorrente aos outros. O prejuízo no funcionamento pessoal e interpessoal é profundo, abrangendo vários contextos de vida (trabalho, família, vínculos afetivos etc.), e a tendência a comportamentos de risco e exploração se torna praticamente onipresente.

    Em suma, o que diferencia “leve, moderado e grave” no Transtorno da Personalidade Antissocial, segundo esse modelo, é a profundidade e a extensão do prejuízo (isto é, quanto a identidade e a empatia estão comprometidas, quão constantes são os comportamentos de violação de regras e manipulação, e quanto isso impacta o desempenho social e relacional). Vale reforçar que, no modelo tradicional (Seção II do DSM-5) ou no CID-10, essa estratificação de gravidade não é formalmente aplicada; ela surge como parte do Modelo Alternativo do DSM-5, que permite especificar o nível de comprometimento (leve, moderado ou grave) após terem sido atendidos os critérios essenciais do transtorno.


  • Uma vez eu namorei um cara... E eu me sentia muito atraída por ele. Mas na primeira vez que fomos pr

    Uma vez eu namorei um cara... E eu me sentia muito atraída por ele. Mas na primeira vez que fomos pra cama, descobri que ele era trans e possuía uma vagina. Não consegui ficar mais excitada depois disso. Sou transfóbica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Transfobia é o medo, repulsa ou aversão pelas pessoas transexuais, transgêneros ou travestis. Pelo seu relato, não é esse seu sentimento, você simplesmente não sente atração, assim como um hétero não sente atração por uma pessoa do mesmo gênero.


  • Meu filho de 5 anos foi vítima de abuso pelo meu enteado de 13 anos. Se ele ficar vendo o seu agress

    Meu filho de 5 anos foi vítima de abuso pelo meu enteado de 13 anos. Se ele ficar vendo o seu agressor é possível que ele tenha mais consequências graves? E ñ consiga esquecer a medida que ele vá crescendo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Depende de como ele sentiu esse momento, o quanto foi ruim para ele. Apesar da situação ser muito ruim, algumas pessoas passam por ela de maneira mais leve. Se, o momento foi muito pesado para ele, a convivência com o agressor poderá intensificar os sentimentos que aconteceram quando da situação ou, por outro lado, ele conseguir enxergar, no agressor, outras características que, para ele, sejam boas, quebrando a imagem inicial de alguém muito ruim.
    Mas, como citei anteriormente, depende muito de como o momento ficou gravado para ele.


  • Olá eu tenho 20 anos e só consigo ter prazer se eu sentir dor durante o sexo, eu gosto de apanhar, q

    Olá eu tenho 20 anos e só consigo ter prazer se eu sentir dor durante o sexo, eu gosto de apanhar, que me amarre etc e normal?. E além disso só consigo ficar com caras mais velho Aparti dos 30 será que e normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Sim, é normal você ter esses desejos e preferências — desde que estejam acontecendo entre adultos, com consentimento mútuo e de forma segura.

    1. Prazer ligado à dor e dominação (bondage, spanking, etc.)
    Isso faz parte do que a gente chama de BDSM, que inclui práticas como:

    Bondage (amarração),

    Disciplina, Dominação/Submissão,

    Sadismo/Masoquismo (prazer em causar ou sentir dor).

    Essas práticas são bastante comuns, e muitas pessoas descobrem nelas um jeito mais intenso e satisfatório de se conectar com o prazer. O importante é sempre:

    Ter consentimento claro entre as partes;

    Usar palavras de segurança para interromper a prática se algo ultrapassar o limite;

    Garantir cuidados físicos e emocionais antes, durante e depois.

    Não significa que haja algo errado com você. É apenas a forma como seu corpo e sua mente se conectam com o desejo e a excitação.

    2. Interesse por homens mais velhos
    Sentir atração por parceiros mais velhos também é algo que acontece com muitas pessoas, especialmente quando há uma busca por:

    Segurança,

    Maturidade,

    Confiança ou experiência emocional e sexual.

    Isso pode estar relacionado a características que te atraem emocionalmente e sexualmente, ou pode ter raízes em experiências de vida, estilos de apego, entre outras coisas — mas, novamente, não é algo "errado" ou "anormal".

    Se você quiser entender de onde vêm essas preferências, como elas se formaram, como isso afeta seus relacionamentos e autoestima, um acompanhamento com um(a) psicólogo(a) pode ajudar muito. Não para "corrigir" nada, mas para acolher e compreender melhor você mesma(o).


  • Não tenho vontade de fazer nada não consigo me alimentar direito e tenho medo de sair de casa sinto

    Não tenho vontade de fazer nada não consigo me alimentar direito e tenho medo de sair de casa sinto que alguma coisa ruim vai acontecer, e acabo passando isso para meus filhos por achar que se eles saírem vai acontecer alguma coisa. Demoro a dormir e durmo pouco durante o dia percebi que estou perdendo peso. Vivo de um jeito que parece que nada mas faz sentido já desejei perder a memória e lembrar só dos meus. Se não fossem eles acho que nem aqui estaria mais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Existem padrões de depressão e de ansiedade, mas, para uma melhor avaliação, é necessário um atendimento psicológico para detectar e trabalhar essa questão, bem como a origem dessa situação.


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  • Olá! Estou vivendo coisas boas na minha vida, e eu estou feliz e bem, experiências q eu nunca vivi.

    Olá! Estou vivendo coisas boas na minha vida, e eu estou feliz e bem, experiências q eu nunca vivi. Porém, não tem nada dando errado, e eu estou achando isso estranho, ser feliz, n ter muito pra reclamar, nem para ficar triste ou desapontada. Acho que nao estou conseguindo viver os momentos bons, pois parece tão irreal eu estar vivendo algo bom….

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Bastante comum pessoas que passaram por algumas questões durante a vida não se sentirem confortáveis quando tudo está bem, tendo essa impressão de que algo vai acontecer. A origem disso, e o trabalho para que não te incomode atualmente, podem ser acompanhadas em terapia.


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  • Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sens

    Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sensação de bolo, ou como se tivesse alguém pressionando essa área. Ela vai vem. As vezes mais fraca e as vezes mais forte. Já fiz todos os exames para descartar causas orgânicas e nada foi identificado. Um médico me recomendou ir até um psiquiatra ou psicologo. Minha dúvida é, isso realmente pode ter ligação psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Éverson Luís Taco

    Como não apareceu nada nos seus exames, pode ser psicológico sim, uma angústia, ansiedade, que pode ser entendida com um acompanhamento psicológico, entendida e trabalhada para que você consiga extinguir essa sensação que está sentindo.


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Perguntas frequentes

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