Perguntas do paciente (13)

  • Os pensamentos intrusivos no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) significam que a pessoa realmente

    Os pensamentos intrusivos no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) significam que a pessoa realmente quer fazer o que pensa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Na maioria das vezes, não. Justamente por isso é que são pensamentos intrusivos. É por isso que precisamos nos acautelar em relação ao cuidado e prevenção imediatos em relação ao TOC. A compulsão existe justamente como uma tentativa de neutralizar algumas dessas obsessões ou pensamentos intrusivos, mas não significa que é desejo do sujeito a execução do pensamento, ainda que ele seja persistente, repetitivo e/ou intrusivo.


  • Que tipos de pensamentos intrusivos o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode envolver?

    Que tipos de pensamentos intrusivos o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode envolver?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Desde a semiologia do TOC, é preciso pensar que existem muitos tipos de expressões de uma obsessão que tenta se "ajustar" pela compulsão. Obsessão, pois se inicia na ordem disfuncional de pensamentos indesejados ou intrusivos: "preciso fazer isso, se não", por exemplo. E, Compulsão, pois, dado o prejuízo e o sofrimento vindo dos pensamentos indesejados ou intrusivos, o sujeito sintomatiza no comportamento e na repetição desse comportamento formas de neutralizar aquela disfunção que tem causado sofrimento. Enquanto pensamentos intrusivos no TOC, poderíamos citar muitos, como: no TOC com obsessão de contaminação (“Se eu tocar nessa maçaneta, posso pegar uma doença mortal”), no TOC por verificação (“Será que desliguei o fogão? Posso incendiar a casa”), no TOC autopunitivo (“Talvez eu seja uma pessoa má e mereça punição”), TOC por ordem (“Esses objetos estão tortos, isso me deixa angustiado”) e várias outras formas de expressão desse transtorno. É preciso sempre procurar por um especialista. Não é apenas um pensamento episódico que fará com que você tenha um tipo de TOC, mas avaliação multidisciplinar e de muitos pontos de sua vida. Espero ter ajudado! Abraço!


  • É possível o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ser o “transtorno mental primário ” de um pacient

    É possível o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ser o “transtorno mental primário ” de um paciente com outros transtornos mentais ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Depende. Na avaliação em saúde mental existe uma espécie de "hierarquia dos transtornos", como se, para ter absoluta certeza de que o paciente X tem, de fato, aquele transtorno, é preciso, primeiro, descartar alguns outros (por confluências que podem acabar confundindo) para, então, diagnosticar. Além disso, temos o diagnóstico diferencial, todas as possíveis doenças que você possa ter precisam ser consideradas, a fim de identificar se os sintomas do que você chama de TOC, não são, na verdade, outros transtornos, disfunções ou problemas de saúde mesmo. É preciso avaliar a ocorrência do transtorno em cada caso.


  • tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu co

    tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu começo a chorar e simplesmente não consigo parar, por mais que eu queira. consigo falar sobre com qualquer pessoa menos com ele. sinto que cada vez mais isso vai ficando maior pois não consigo colocar pra fora na frente dele, tem algo que possa me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Sim, tem muitas coisas que podem ajudar. Na Psicologia, existem muitas escolas de pensamento, que chamamos de abordagem. Se pensarmos na teoria comportamental de segunda onda, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, existem muitas técnicas de identificação de eventos que possam ter ocorrido e que tenham gerado pensamentos disfuncionais a você sobre o seu pai, o que pode fazer com que você se comporte assim. Além de técnicas de exposição ou apresentação ao objeto traumático ou fóbico, reinterpretação de eventos ou ressignificação de pensamentos disfuncionais. Se for na teoria psicanalítica, você poderá pensar sobre o significado desse pai para você, recorrendo às experiências mais primitivas, como na infância, a fim de identificar se houve alguma intercorrência ou algum traço que tenha causado um trauma. Também, poderá reconhecer o teu próprio desejo, ou seja, o que você realmente quer fazer, o que é de sua profunda vontade, não o que o teu pai espera de você, como um Outro que a vigia. Enfim, são muitas outras escolas, com objetivos diferentes. Depende do que faz sentido para você no momento.


  • Estou há dois anos com sintoma de Desrealização,tenho TAG e toc tem solução ainda ???

    Estou há dois anos com sintoma de Desrealização,tenho TAG e toc tem solução ainda ???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Claro! Tem sim. Primeiro, com uma avaliação adequada, feita por uma equipe multidisciplinar, como psicólogos, neuropsicólogos e psiquiatras, apresentando os prejuízos nas atividades da vida diária, buscando por uma medicação que faça sentido para você e para a sua rotina, avaliação neuropsicológica, a fim de determinar o seu funcionamento cerebral e cognitivo em relação aos transtornos e, claro, uma boa psicoterapia, focada nos sintomas manifestos e de prejuízo às atividades da vida diária que você possa ter. Busque por uma boa ajuda profissional, por boas instruções!


  • O TOC atrelado a outras doenças pode me fazer questionar minha identidade de gênero?

    O TOC atrelado a outras doenças pode me fazer questionar minha identidade de gênero?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    O Transtorno Obsessivo Compulsivo e Outros Transtornos Associados são uma classe de transtornos psiquiátricos que contêm diversos transtornos específicos, com um conjunto de sinais e sintomas particulares, mas, claro, com características comuns, como obsessões: pensamentos, impulsos ou imagens intrusivos e indesejados, que causam ansiedade ou sofrimento significativo; ou, por comportamentos repetitivos e até ritualísticos, mas que ocorrem por um período um pouco mais longo no dia e que causam prejuízo significativo ao sujeito em suas atividades. Agora, nós temos na classe de TOC e Transtornos Associados, dois transtornos específicos chamados Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), basicamente, uma preocupação excessiva com defeitos percebidos pelo sujeito na aparência, mas que, muitas vezes, são imperceptíveis para os outros e o Transtorno de Tricotilomania (Arrancar os Cabelos), basicamente, um comportamento recorrente de arrancar os próprios cabelos, resultando em perda perceptível de cabelo. Esses dois transtornos fazem parte da categoria do TOC e, sim, quem está em questionamento sobre sua identidade de gênero pode apresentar sinais desses transtornos, já que fazem parte do TOC. Agora, é importante identificar se é esse o fato e qual sinal se apresentou primeiro: os do TOC ou os questionamentos sobre sua IG. É possível, apenas na avaliação clínica, compreender melhor o que esses sinais significam, como tratar o TOC e investigar profundamente a existência e o motivo desse questionamento sobre sua identidade de gênero, já que parece ser um conflito interno. Espero ter ajudado, ainda que limitado ao texto! Estou à disposição. Um abraço!


  • Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?

    Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Profissionais que atuam com saúde mental. Primeiro, procurar o Psicólogo (único que se utiliza e que pode comprar testes psicológicos validados sistematicamente, a exemplo do programa SATEPSI). Mas, também, o Psiquiatra e o Neurologista. É importante, sempre, realizar uma avaliação multidisciplinar, especialmente, entre o Psicólogo e Psiquiatra. Por qual motivo? O Psicólogo (ou o neuropsicólogo, um psicólogo com especialização em neuropsicologia) utiliza dos testes científicos, comprovados e padrão ouro na avaliação do TDAH e emite um laudo completo de tudo o que foi visto, percebido, analisado, inclusive, se o sujeito apresenta traços do TDAH e o nível desses traços. Já o Psiquiatra, é importante manter o acompanhamento com ele, nesses casos, não apenas por causa da medicação, mas pelo motivo de ser em sua avaliação que ele poderá identificar diagnósticos diferenciais ou associados. Ou seja, esse TDAH vem com algum outro transtorno específico, como TEA ou como Dislexia, por exemplo? Isso também é visto pelo psicólogo, mas pode passar batido quando a bateria de testes for muito focada apenas na demanda do sujeito. E uma informação importante! Não é só neuropsicólogo que pode diagnosticar, avaliar ou emitir laudos acerca do TDAH, mas qualquer psicólogo e isso está regulamentado nas Resoluções do CFP nº 002/2003 e nº 09/2018. Mas, por qual motivo procurar um neuropsicólogo - um psicólogo especializado em neuropsicologia? Pois ele foi treinado, se especializou (pós-graduação, prova de títulos, cursos, etc.) só para avaliações, diagnósticos e laudos nos vários transtornos, como o TDAH. Portanto, priorize sempre pela qualidade e pela formação!


  • Tenho transtorno de ansiedade generalizada e pânico , esses dias me sinto estranho sofro com a disso

    Tenho transtorno de ansiedade generalizada e pânico , esses dias me sinto estranho sofro com a dissociação, muita oscilação no meu humor me sinto feliz em momentos que deveria ficar irritado , sinto que minhas emoções estão descontroladas, sinto que estou perdendo o controle , fico tonto de vez em quando e sem disposição, me pergunto qual o sentido de viver , o porque de tudo isso ? Me desespero achando que estou ficando louco

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Primeiro, você não está ficando "louco" (até por não conseguirmos definir bem o que essa palavra significa). O TAG com ataque de pânico já pode gerar oscilações de humor e uma perda muita grande de energia no seu dia, além de incompreensões em relação a muitos sentimentos. Agora, é preciso avaliar a dissociação (se for da realidade), a instabilidade e até labilidade emocional (uma variação mais rápida do humor). Ademais, você toma medicação para o TAG com ataque de pânico ou outras medicações? Elas também podem causar efeitos colaterais ou eventos adversos que podem ser a causa de alguns dos apontamentos de sintomas que você fez. É importante procurar sempre um bom profissional psiquiatra para que ele faça uma avaliação correta e passe medicações que sejam padrão ouro para o seu caso. Retorne ou vá ao psiquiatra e relate todos esses sintomas. Avalie, caso esteja em uso de medicação, quando esses sintomas começaram, se aumentaram com o uso da medicação ou se estiveram associados a outros eventos. Espero ter ajudado!


  • Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou

    Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou uma dificuldade. Ah uns 4 anos, vivia uma vida normal, me entendia muito bem, era sociável, tinha minhas peculiaridades de personalidade, uma pessoa considerada brava, mas nada fora do normal. Fazia amizades tranquilamente, conversava muito bem e tudo mais, a vida era boa! Em 2020 entrei em um trabalho, e desde então tudo mudou, nesse trabalho fiquei 1 ano, mas desde o primeiro dia senti um desconforto fora do normal, mas não sabia o porque, trabalhava como caixa de supermercado, não sei se era estresse, mas desde o primeiro dia foi assim, logo na primeira semana não conseguia dormir direito, acordava várias vezes a noite sonhando que estava trabalhando, e assim foi, fui tentando levar o máximo que pude pois precisava do trabalho, nisso eu tinha 19 anos. Com o tempo as coisas foram mudando, minha cabeça parece que foi entrando em colapso, não conseguia mais conversar, tudo eu ficava muito nervosa, uma simples conversa pra mim sentia que ia morrer, toda hora ia pro banheiro pra ficar sozinha, porque ficava um pouco no caixa e já ficava reparando em tudo, parecia que todos estavam reparando em mim também, em fim. No começo, me sentia assim apenas no trabalho, depois de um tempo passei a me sentir assim o tempo todo, parece que desaprendi a me comunicar, minha cabeça vive em pensamentos, e com o tempo passei a não me lembrar mais como é ter uma mente normal, eu penso o dia inteiro, aí as vezes tento não pensar, e aí parece que fico paralisada sem saber o que fazer, é terrível nem eu sei explicar direito o que acontece comigo. Parece que desaprendi tudo, nessa trajetória perdi meu namorado, me afastei da família e dos amigos, vivo comigo mesma, mas nem sozinha consigo ficar em paz, me sinto cansada 24 horas por dia, parece que durmo e não descanso. Minha vida virou um mártires, e não sei como sair disso, se estou ficando louca, no começo cheguei a procurar um psicólogo, fiz coisa de duas consultas, ela chegou a falar numa possível síndrome do Pânico, ansiedade, mas parei de ir por falta de condição, gostaria de saber ou ouvir de alguém se isso é normal, uma opinião ou algo do tipo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Primeiro, você não está ficando louca (nem temos uma definição exata para isso na saúde mental), mas não é loucura. Você viria bem, normalmente, tranquilamente. Pode ser, dentro do que você relatou, que um evento estressor tenha desencadeado um padrão de comportamento na tentativa de defender você de um perigo que você imaginou que poderia lhe causar dano, que na comportamental, chamam de crença nuclear e que molda crenças limitantes: "eu não posso, não consigo, eles estão olhando para mim, eu vou ter que voltar e quando eu chegar lá entrarei em crise", etc. Nesse sentido, poderíamos pensar em um Transtorno de Ansiedade Generalizado com ataque de pânico, mas é preciso avaliar qual o evento que desencadeou tudo isso, qual foi o evento estressor, para que você possa buscar novas palavras para descrever esse evento, dar um novo significado a ele. E, isso, é muito importante para você. Busque por psicólogos e psiquiatras no SUS, pelo CAPS ou ambulatório - ou até mesmo programas gratuitos de instituições de ensino, caso você não tenha condições.


  • Perdi minha mãe faz 3 meses, tá muito difícil, tenho medo de procurar ajuda psicológica pois sou eva

    Perdi minha mãe faz 3 meses, tá muito difícil, tenho medo de procurar ajuda psicológica pois sou evangélica,

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Eu entendo você. Mas, veja, a psicologia não é oposta à religião evangélica nem a Deus nem a nada disso, pelo contrário. Hoje, já sabemos que crer em um ser superior é uma arma potente e fortalecedora em casos de ansiedade e depressão, por exemplo. No curso de Psicologia, temos até matérias para estudar só isso. Eu mesmo tive Psicologia e Religiosidade, estudando a interação ética entre ambas. Por isso, não deixe de procurar ajuda para vencer esse seu processo. E se o seu receio é por ser evangélica, convido você a ler o livro de Eclesiástico, em que há uma passagem sobre os médicos em 38:1-2, 6-8, 12. Assim como, confirmarão Lucas e Mateus em: Lc 5:31 e Mateus 9:12. Espero ter ajudado!


  • Como diferenciar preguiça "normal" de procrastinação ou outro problema do tipo? Eu sentia uma 'preg

    Como diferenciar preguiça "normal" de procrastinação ou outro problema do tipo?
    Eu sentia uma 'preguiça' de forma constante.. enrolava pra tudo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Se esse estado de fadiga, sentimento de cansaço o tempo todo, procrastinação, ocorre de forma constante e te traz prejuízos em suas atividades diárias, você já precisa procurar por um/uma profissional. Poderíamos pensar em várias causas psicológicas, mas precisamos considerar funções hormonais-adrenais, estilo de vida, o seu sono, ciclo circadiano, entre outros pontos. Primeiro, talvez, você devesse procurar por um neurologista ou psiquiatra, concomitante a um psicólogo(a) para essa avaliação. Às vezes, o que você está chamando de preguiça, pode querer te dar algum sinal - ao mesmo tempo em que pode ser só uma fase. Por isso, avaliação!


  • Olá. Minha irmã tem constantes crises de nervos, toc, fadiga, dores musculares, estresse, e mal hum

    Olá.
    Minha irmã tem constantes crises de nervos, toc, fadiga, dores musculares, estresse, e mal humor excessivo.
    O que devemos fazer inicialmente?
    Elas tem alguns traumas...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    O primeiro passo é procurar por um/uma Psicólogo(a). É preciso compreender a conjuntura de tantos sinais, sintomas e até transtornos para entender suas ligações, inclusive com esses "traumas" citados. Lá, ela terá a chance de rever esses comportamentos para entender suas origens e o motivo da repetição deles. A partir daí, com certeza o psicólogo(a) irá encaminhar ao psiquiatra, já que, se possui algum transtorno, de fato, e isso tem causado prejuízo significativo nas atividades da vida diária do sujeito, é preciso entrar com a medicação, a fim de auxiliar nesse processo de reconhecimento, responsabilidade e tratamento.


  • é possível afirmar que o aumento na taxa de divórcios tenha influencia direta no crescente número

    é possível afirmar que o aumento na taxa de divórcios tenha influencia direta no crescente número de casos de alienação parental?
    tal problema sempre existiu, porém, apenas recentemente ela se tornou mais evidente, por que?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gabriel Luiz J.  Ribeiro

    Não podemos afirmar que o aumento na taxa de divórcios tenha influência direta no crescente número de casos de alienação parental. E, isso, por vários motivos: as novas dinâmicas familiares, casais que não desejam ter filhos, conflitos no relacionamento que não possui relação com a criança, etc. Mas, o principal que eu discutiria sobre esta pergunta é: se houve alienação parental (que é crime e não deve ser aceita em hipótese alguma!), se houve, o casamento já não estaria em conflito? É preciso pensar neste ponto. Agora, sobre a evidência do problema, não sei se você quis dizer da evidência da alienação parental (que evidenciou-se pelo acesso à informação e após se tornar crime) ou se foi a questão do divórcio (cuja materialidade tomou forma somente agora). O divórcio existia antes, mas exatamente como ele ocorre hoje? Não. Hoje, você tem garantias, direitos, separações, mais visibilidade, etc. Temos muito o que melhorar, mas em relação ao passado, mais velado, mais omisso, invisibilizado, sem direitos, hoje, com toda certeza se tornaria mais evidente.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.