Perguntas do paciente (128)
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Descobri que a pessoa que estou casada consume muita pornografia todos os dias, mesmo eu estando grá
Descobri que a pessoa que estou casada consume muita pornografia todos os dias, mesmo eu estando grávida, não consigo perdoar de forma alguma, pra mim não existe mudança nisso.
O vício em pornografia tem cura?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O vício em pornografia é um tema delicado e frequentemente carregado de sentimentos intensos, como os que o paciente demonstra. É importante abordar essa questão de forma empática e ampla.
Sobre o vício em pornografia:
Sim, é possível tratar o vício em pornografia, mas isso depende de vários fatores, incluindo a disposição da pessoa em reconhecer o problema e buscar ajuda. Algumas abordagens incluem:
1. Psicoterapia: Terapias cognitivas e comportamentais têm mostrado eficácia, ajudando o indivíduo a entender os gatilhos do comportamento e a adotar hábitos mais saudáveis.
2. Psicanálise: Essa abordagem pode ajudar a explorar os aspectos inconscientes que sustentam o comportamento, como angústias, traumas ou fantasias reprimidas.
3. Grupos de Apoio: Há grupos específicos, como o "Porn Addicts Anonymous", que oferecem suporte para quem busca superação.
4. Tratamento médico: Em alguns casos, pode haver associação com desequilíbrios químicos no cérebro que podem ser tratados por profissionais da saúde.
Sobre o impacto no relacionamento:
A descoberta de um comportamento compulsivo como este pode ser devastadora, especialmente em um momento vulnerável, como a gravidez. É compreensível que o paciente se sinta traído, desrespeitado e incapaz de perdoar. A pornografia pode gerar expectativas irreais sobre intimidade e afetar a conexão emocional e sexual no casamento.
Pontos a serem explorados:
1. Por que o comportamento incomoda tanto? Isso está relacionado a uma percepção de traição, insegurança, ou outros sentimentos mais profundos?
2. Existe espaço para diálogo? Entender a visão do cônjuge e suas motivações pode ajudar a contextualizar melhor a situação.
3. Existe desejo de reconstrução? Tanto a pessoa que consome pornografia quanto o cônjuge precisam estar dispostos a lidar com os danos emocionais causados e investir no processo de cura.
Reflexão Psicanalítica:
Talvez a resistência ao perdão esteja atrelada a questões internas do paciente que precisam de atenção. Sentimentos de rejeição, baixa autoestima ou uma visão idealizada do casamento podem estar em jogo. O acompanhamento psicanalítico pode ajudar o paciente a entender melhor suas emoções e a decidir como lidar com a situação.
Se a questão do vício for negligenciada pelo cônjuge, é possível que o casamento enfrente dificuldades ainda maiores. Portanto, incentivar o diálogo, a busca por ajuda especializada e o cuidado mútuo pode ser essencial para qualquer decisão futura.
Fico a sua disposição.
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Como devo agir diante das "birras" da minha bebê de três anos, muitas vezes é na hora de dormir, nos
Como devo agir diante das "birras" da minha bebê de três anos, muitas vezes é na hora de dormir, nos mudamos e o pai ainda não chegou, ficou para resover umas situações, sinto que isso a incomoda, mas também sei que está na fase de testar limites e se conhecendo melhor. Tento conversar, acalmar, e não resolve, tento sair para deixar a poeira baixar, mas ela grita que parece que estão matando e não me deixa sair, quer que eu fique assistindo ela chorar, se arranhar e resmungar. Por vezes tenho perdido a paciência e gritado com ela, sei que o meu comportamento dessa maneira não ajuda. Não quero que ela se sinta insegura ou siga o mal exemplo que sou perdendo a paciência. Por esses três anos dormir é artigo de luxo, principalmente a noite, estoy sobrecarregada de tudo, e muitas vezes a atenção que tenho que dar a ela fica precária. Eu e o pai dela discutíamos muito, ele esgotou minha paciência, mas ainda moramos juntos até concluirmos o planejamento de separarmos, mas iremos morar no mesmo sítio. Só gostaria mesmo de uma dica para que eu possa fazer nesses ataques dela, porque ficar deixando ela agredir a mim ou a ela, esperneando e resmungando acho que não é o correto a fazer. Mas se tento sair é pior, se fico continua, se tento abraçar e dar colinho não quer. Realmente eu tenho vontade de bater a minha cabeça na parede de verdade, outro dia cheguei a fazer, mas não foi forte como tenho vontade, foi me segurando, porque parece que tenho duas,forças nesse momento. Obs: Sei que preciso procurar ajuda pelo estado que estou.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A situação descrita é complexa e, claramente, desgastante emocional e fisicamente. É evidente que tanto a mãe quanto a bebê estão vivendo um período de transição e vulnerabilidade. Vou deixar avaixo algumas reflexões e sugestões práticas para abordar essa questão:
Sobre as birras da criança
1. Contexto emocional:
A bebê provavelmente está reagindo à mudança de ambiente e à ausência temporária do pai, mesmo que ainda não compreenda ou verbalize isso. Crianças pequenas sentem as tensões no ambiente e muitas vezes as expressam por meio de comportamentos desafiadores.
2. Birras como comunicação:
Para ela, essas "birras" são uma forma de expressar o que sente e de pedir conforto, mesmo que de maneira desorganizada. Ao gritar, chorar ou se agredir, ela está tentando processar emoções que não consegue entender ou explicar.
3. Evitar reforço negativo:
Embora seja difícil, manter a calma é essencial. Gritar ou perder a paciência pode intensificar o comportamento, já que a criança percebe isso como uma validação do caos que sente.
Como agir no momento das crises
1. Segurança emocional:
Se ela não permite ser abraçada ou consolada, tente criar um espaço seguro, permanecendo por perto, mas sem forçá-la a interagir. Por exemplo:
Fique ao lado dela, em silêncio ou com palavras tranquilizadoras como: "Eu estou aqui. Quando você quiser, podemos conversar ou se abraçar."
Evite sair do ambiente, pois isso pode aumentar a sensação de abandono.
2. Estratégias preventivas antes de dormir:
Crie uma rotina fixa e previsível para a hora de dormir, incluindo atividades calmantes, como leitura de histórias ou uma música suave.
Estabeleça limites claros, mas com empatia. Por exemplo: "Eu vou ficar aqui até você se sentir mais tranquila, mas não podemos gritar ou nos machucar."
3. Quando ela se agride ou tenta agredir você:
Segure gentilmente suas mãos, sem gritar ou usar força, dizendo: "Eu não vou deixar você se machucar. Estou aqui para ajudar."
Sobrecarregamento e culpa
1. Reconhecer limites:
O esgotamento está evidente e é natural sentir-se sobresobrecarregada quando não há tempo para autocuidado. Entender que ninguém é uma "mãe perfeita" ajuda a aliviar a culpa. O importante é a intenção de melhorar.
2. Cuidar de si:
Busque apoio, seja de familiares, amigos ou até mesmo grupos online de mães que enfrentam desafios semelhantes. Compartilhar experiências pode ser libertador.
Considere procurar um terapeuta para trabalhar os sentimentos de exaustão, raiva e tristeza. Um profissional pode ajudar a encontrar estratégias para lidar com os desafios emocionais.
3. Reconexão com o pai da criança:
Mesmo que estejam em processo de separação, é fundamental que o pai participe ativamente, mesmo à distância, para dar suporte emocional à filha e a você. Um vídeo ou ligação pode fazer diferença.
Reflexão Psicanalítica
A dinâmica entre mãe e filha neste momento parece refletir a complexidade da relação com o pai. A bebê pode estar captando as tensões não resolvidas e expressando isso de forma intensa. Do ponto de vista psicanalítico, compreender como os seus sentimentos em relação ao pai e à separação estão influenciando a interação com a filha pode ser um passo importante.
Além disso, é importante acolher sua frustração e buscar compreender como a maternidade tem mobilizado em você questões de limites, cuidado e autocobrança. Estar sobrecarregada não faz de você uma "má mãe", mas uma mãe que precisa de ajuda e tempo para se reequilibrar.
Permita-se ser gentil consigo mesma. Você já está fazendo o melhor que pode em circunstâncias difíceis, e buscar ajuda é um passo corajoso e necessário. A mudança começa com pequenos ajustes na forma como você se relaciona consigo mesma e com sua filha.
Fico a sua disposição.
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Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?
Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na perspectiva psicanalítica, a ansiedade está profundamente ligada aos conflitos internos e às dinâmicas inconscientes que não são totalmente acessíveis à nossa consciência. A ansiedade pode se manifestar quando desejos, impulsos ou emoções que não conseguimos reconhecer ou elaborar entram em conflito com normas e valores internos, o que gera uma espécie de “pressão interna”.
O caminho para lidar com a ansiedade pela psicanálise envolve um trabalho gradual de autoconhecimento. Alguns passos fundamentais incluem:
1. Explorar a origem dos conflitos: O primeiro passo é identificar as possíveis causas inconscientes da ansiedade. Isso pode envolver revisitar memórias, emoções reprimidas e dinâmicas familiares que ajudam a entender as raízes do desconforto.
2. Analisar os padrões de pensamento: Observar e analisar padrões de pensamento que geram ou alimentam a ansiedade é essencial. Na psicanálise, buscamos entender como esses padrões se formaram, questionando as motivações inconscientes e as mensagens internas que você talvez repita sem perceber.
3. Interpretar sonhos e lapsos: Sonhos, lapsos de linguagem e outros “erros” são muitas vezes manifestações de desejos inconscientes. Interpretar esses elementos pode ajudar a aliviar a ansiedade ao tornar consciente o que antes era reprimido.
4. Reavaliar defesas: A ansiedade surge muitas vezes devido às defesas psíquicas que usamos para nos proteger de conteúdos dolorosos ou inaceitáveis. O trabalho analítico ajuda a entender essas defesas e, com o tempo, desenvolver maneiras mais saudáveis de lidar com esses conteúdos.
5. Encontrar novas formas de expressão emocional: A psicanálise também incentiva encontrar maneiras de expressar o que sentimos sem medo ou culpa, o que pode ajudar a aliviar a pressão interna e a ansiedade.
O processo é lento e exige uma relação terapêutica sólida, já que a confiança permite que conteúdos difíceis sejam trazidos à tona e integrados à consciência, reduzindo gradualmente os níveis de ansiedade. Se precisar de mais alguma orientação, é só me dizer!
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Sou esquizofrênico. Como posso viver melhor? Eu só queria num nível Jhon Nash.
Sou esquizofrênico. Como posso viver melhor? Eu só queria num nível Jhon Nash.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Viver com esquizofrenia pode ser desafiador, mas há várias estratégias que podem ajudar a melhorar sua qualidade de vida:
1. Tratamento Consistente: Mantenha uma rotina com medicação, conforme prescrito pelo seu psiquiatra. Isso é fundamental para o controle dos sintomas.
2. Apoio Psicológico: Considere a terapia, como a terapia cognitivo-comportamental, que pode ajudar a lidar com sintomas e melhorar o funcionamento diário.
3. Rede de Apoio: Construa uma rede de amigos, familiares e grupos de apoio. Compartilhar experiências pode ser muito benéfico.
4. Estilo de Vida Saudável: Pratique exercícios físicos, mantenha uma alimentação equilibrada e tente dormir o suficiente. Isso pode ajudar a melhorar seu bem-estar geral.
5. Mindfulness e Relaxamento: Técnicas de relaxamento, como meditação e ioga, podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.
6. Defina Metas Realistas: Trabalhe em pequenas metas para se sentir realizado e motivado.
É importante lembrar que cada pessoa é única, e o que funciona para um pode não funcionar para outro. Considere sempre discutir suas preocupações e objetivos com seu médico ou terapeuta.
Resumidamente, faça tratamento conjunto com um psiquiatra e um psicanalista.
Fico a disposição.
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Estou passando por um processo de divórcio, e já vinha com quadros de ansiedade e agora depressão, p
Estou passando por um processo de divórcio, e já vinha com quadros de ansiedade e agora depressão, perdi muito peso, mais de 10 quilos em 1 mês. Não consigo comer, estou absurdamente nervosa, e sem ânimo. Não consigo exercer atividades simples, estou muito cansada. Me disseram pra tomar mirtazapina. Será que vai me ajudar? Não quero mais emagrecer. Me sinto horrível.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com um divórcio pode ser extremamente difícil e muitas vezes gera uma série de reações emocionais intensas, como ansiedade e depressão. A psicanálise sugere que esses sentimentos podem estar relacionados a conflitos internos e a perdas significativas. A mirtazapina é um antidepressivo que pode ajudar a melhorar o humor e o apetite, mas é fundamental que você consulte um profissional de saúde mental para discutir suas preocupações e determinar o tratamento mais adequado.
Além disso, considere buscar apoio psicanalítico, que pode ser fundamental nesse processo de luto e adaptação. Cuide de si mesma e procure uma rede de apoio, seja através de amigos, familiares ou grupos de suporte. Você não precisa passar por isso sozinha.
Fico a disposição.
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Quais são os principais tipos de transtornos de ansiedade?
Quais são os principais tipos de transtornos de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os principais tipos de transtornos de ansiedade são:
1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Caracteriza-se por uma preocupação excessiva e constante sobre diversas situações cotidianas, muitas vezes sem motivo real ou justificável. Essa preocupação vem acompanhada de sintomas físicos, como tensão muscular, cansaço e dificuldades de concentração.
2. Transtorno de Pânico: Envolve crises de pânico súbitas e intensas, com sintomas como palpitações, sudorese, falta de ar, medo intenso de perder o controle ou morrer. As crises podem ocorrer sem aviso e podem ser recorrentes.
3. Fobia Social (Transtorno de Ansiedade Social): É o medo intenso e persistente de situações sociais ou de desempenho, em que a pessoa teme ser julgada, humilhada ou envergonhada. Isso leva à evitação de interações sociais.
4. Fobias Específicas: Medos irracionais e intensos relacionados a objetos ou situações específicas, como altura, aranhas, voar de avião, entre outros. A exposição ao objeto ou situação fóbica provoca uma resposta de medo extremo.
5. Transtorno de Ansiedade de Separação: Mais comum em crianças, mas pode ocorrer em adultos. Envolve um medo excessivo de se separar de pessoas com quem a pessoa tem um forte vínculo, como pais ou parceiros.
6. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): Desenvolve-se após a pessoa vivenciar ou testemunhar um evento traumático. Os sintomas incluem flashbacks, pesadelos, e evitação de situações que lembram o trauma, além de ansiedade constante.
7. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): Caracterizado por obsessões (pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos e indesejados) e compulsões (comportamentos repetitivos ou rituais que a pessoa sente a necessidade de realizar para reduzir a ansiedade).
Esses transtornos podem variar em intensidade e impacto na vida diária, e geralmente requerem acompanhamento psicológico e, em alguns casos, medicamentoso.
Fico a disposição!
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Já nascemos com o transtorno afetivo bipolar (TAB)?
Já nascemos com o transtorno afetivo bipolar (TAB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, o transtorno afetivo bipolar (TAB) não é algo com o qual nascemos, embora fatores genéticos possam aumentar a predisposição a desenvolvê-lo. O TAB é resultado de uma interação complexa entre genética, ambiente e fatores neuroquímicos. Pessoas com parentes próximos que têm o transtorno têm maior risco de desenvolvê-lo, mas isso não é determinante.
O transtorno bipolar geralmente se manifesta na adolescência ou no início da idade adulta, muitas vezes após eventos estressantes ou mudanças de vida. Portanto, embora haja predisposições genéticas, o transtorno bipolar em si não se manifesta desde o nascimento.
Fico a disposição!
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O que diferencia o transtorno afetivo bipolar de uma oscilação de humor normal?
O que diferencia o transtorno afetivo bipolar de uma oscilação de humor normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A principal diferença entre o transtorno afetivo bipolar e uma oscilação de humor normal está na intensidade, duração e impacto dos sintomas.
Transtorno afetivo bipolar:
1. Intensidade: As mudanças de humor são extremas, indo de episódios de euforia (mania) a depressão profunda.
2. Duração: Os episódios podem durar dias, semanas ou até meses, com uma clara mudança de comportamento e funcionamento.
3. Impacto: Afeta significativamente a vida da pessoa, prejudicando suas relações pessoais, trabalho e outras áreas da vida.
4. Sintomas específicos: Na fase maníaca, a pessoa pode ter comportamentos impulsivos, diminuição da necessidade de sono, pensamento acelerado e sensação de grandiosidade. Na fase depressiva, pode ocorrer uma tristeza profunda, fadiga, perda de interesse nas atividades e pensamentos suicidas.
Oscilações de humor normais:
1. Intensidade: As variações são mais leves e geralmente proporcionais aos eventos ou situações vivenciadas.
2. Duração: As mudanças de humor são mais curtas, durando horas ou poucos dias.
3. Impacto: Geralmente não afetam significativamente a funcionalidade da pessoa.
4. Relação com fatores externos: As oscilações de humor estão mais relacionadas a eventos ou estresses cotidianos, como um dia ruim no trabalho ou uma briga familiar.
É bom atentar que o transtorno bipolar em sua maioria tem episódios longos alternando depressão e manias.
O transtorno bipolar requer tratamento especializado, enquanto oscilações normais de humor são parte da vida cotidiana.
Fico a disposição!
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É verdade que a Hipocondria é um problema crônico?
É verdade que a Hipocondria é um problema crônico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a hipocondria, ou como é atualmente chamada no contexto clínico, Transtorno de Ansiedade por Doença, é considerada uma condição crônica em muitos casos. Isso significa que tende a ser persistente ao longo do tempo, mas não significa que não possa ser tratada ou controlada.
O que caracteriza a Hipocondria?
É um transtorno em que a pessoa tem um medo intenso e irracional de estar gravemente doente, mesmo quando não há evidências médicas que confirmem suas preocupações. Os sintomas incluem:
Preocupação excessiva com sintomas físicos normais (ex.: batimentos cardíacos ou dores leves).
Repetidas consultas médicas ou exames, muitas vezes com resultados normais.
Ansiedade persistente, mesmo após receber garantias dos médicos.
Por que é considerada crônica?
1. Natureza ansiosa: A hipocondria geralmente está associada a transtornos de ansiedade, que têm uma tendência a persistir sem tratamento adequado.
2. Comportamento reforçado: Repetir exames ou buscar constantemente validação médica pode reforçar o ciclo de preocupação, tornando o problema mais resistente.
3. Causa subjacente: Muitas vezes, o transtorno reflete questões emocionais ou psicológicas profundas, como traumas, medo de perda ou dificuldade em lidar com a ideia da mortalidade.
O transtorno tem cura?
Embora o transtorno possa ser crônico, muitas pessoas conseguem melhorar significativamente com tratamento adequado, que pode incluir:
1. Psicoterapia:
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Ajuda a identificar e desafiar pensamentos catastróficos sobre saúde.
Psicanálise: Pode explorar os conflitos inconscientes que alimentam a preocupação excessiva com doenças.
2. Terapias medicamentosas: Em alguns casos, antidepressivos ou ansiolíticos podem ser prescritos para controlar os sintomas mais graves.
3. Educação e conscientização: Ajudar o paciente a entender como a ansiedade pode amplificar sensações corporais normais e criar ciclos de preocupação.
4. Mudança de comportamento: Técnicas de mindfulness, exercícios físicos regulares e redução do consumo de informações sobre doenças podem reduzir os gatilhos.
Reflexão Psicanalítica
Do ponto de vista psicanalítico, a hipocondria pode ser interpretada como uma maneira de deslocar conflitos internos para o corpo. Por exemplo, questões relacionadas ao medo da morte, à necessidade de cuidado ou à dificuldade em expressar emoções podem se manifestar na preocupação excessiva com a saúde. Trabalhar essas questões pode ajudar o paciente a redirecionar sua energia psíquica para aspectos mais saudáveis da vida.
Em resumo, embora a hipocondria possa ser crônica, o tratamento adequado e o suporte emocional podem ajudar o paciente a controlar os sintomas e a melhorar sua qualidade de vida.
Fico à sua disposição
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Quais os outros sintomas do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC0 além da dúvida?
Quais os outros sintomas do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC0 além da dúvida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Além da dúvida constante, o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) apresenta outros sintomas, divididos em obsessões e compulsões:
1. Obsessões:
Medo de contaminação: Preocupações intensas com sujeira, germes ou substâncias tóxicas, mesmo quando não há risco real.
Pensamentos indesejados: Ideias agressivas, violentas ou sexualmente inapropriadas que causam ansiedade e desconforto.
Preocupação com simetria: Necessidade de que objetos estejam organizados de maneira exata ou "perfeita".
Medo de causar danos: Medo irracional de machucar alguém, seja acidentalmente ou de outra forma, mesmo sem intenção.
Superstições excessivas: Crenças exageradas em números ou rituais de boa sorte, onde a pessoa sente que algo ruim pode acontecer se não seguir certos padrões.
2. Compulsões:
Lavagem repetitiva: Lavar as mãos, tomar banho ou limpar objetos de forma excessiva devido ao medo de contaminação.
Verificação constante: Checar repetidamente portas, janelas, aparelhos elétricos ou documentos, por medo de que algo ruim aconteça se não forem verificados.
Contagem: Realizar tarefas contando em silêncio ou repetidamente, seguindo um número "seguro" ou "correto".
Repetição de ações: Fazer a mesma ação várias vezes, como acender e apagar luzes ou entrar e sair de um local.
Arrumação excessiva: Colocar objetos em uma ordem específica de maneira obsessiva e sentir desconforto quando algo está fora do lugar.
Esses sintomas geram grande sofrimento para a pessoa e consomem muito tempo, interferindo na vida cotidiana. O ciclo de obsessões e compulsões se perpetua, pois a pessoa sente alívio temporário ao realizar as compulsões, mas logo as obsessões retornam.
Fico a disposição!
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Como o transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva é diferenciada de outros transtornos psiquiá
Como o transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva é diferenciada de outros transtornos psiquiátricos ?:
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva (TPOC) se diferencia de outros transtornos psiquiátricos principalmente pelas características rígidas e perfeccionistas da personalidade. Veja algumas diferenças importantes:
1. Rigidez e Perfeccionismo: No TPOC, as pessoas tendem a ser inflexíveis, extremamente preocupadas com ordem, controle e perfeição. Isso se estende a todas as áreas da vida, ao contrário do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), onde obsessões e compulsões são mais específicas e reconhecidas como irracionais pelo paciente.
2. Falta de Obsessões e Compulsões Evidentes: Ao contrário do TOC, as pessoas com TPOC geralmente não têm rituais compulsivos ou obsessões, mas sim um padrão de comportamento orientado para o controle e ordem. O TOC envolve mais sintomas como pensamentos intrusivos e rituais repetitivos.
3. Ego-Sintonia vs. Ego-Distonia: No TPOC, os comportamentos são geralmente "ego-sintônicos", ou seja, estão alinhados com os valores da pessoa, que considera sua necessidade de controle justificável. Já no TOC e outros transtornos, os sintomas tendem a ser "ego-distônicos", causando desconforto ao paciente por reconhecer que seus comportamentos são irracionais.
4. Impacto nas Relações: A personalidade obsessivo-compulsiva causa dificuldades nos relacionamentos interpessoais devido à inflexibilidade e exigência de que outros sigam seus padrões. Outros transtornos podem ter impacto, mas com dinâmicas diferentes, como isolamento no caso da depressão ou desconexão emocional no transtorno de personalidade esquizoide.
5. Resistência à Mudança: Pessoas com TPOC resistem muito à mudança e têm dificuldade em delegar tarefas ou trabalhar em equipe, o que é diferente de outros transtornos, como o transtorno de ansiedade generalizada, onde o foco é mais sobre preocupações amplas e incontroláveis.
Essa diferenciação é crucial para o diagnóstico e abordagem terapêutica.
Fico a disposição!
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Durmo assistindo televisão e o que estiver passando na televisão entra no meu sonho em vários aconte
Durmo assistindo televisão e o que estiver passando na televisão entra no meu sonho em vários acontecimentos , isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na perspectiva psicanalítica, o que você descreve pode ser entendido como uma manifestação do que Freud chamou de "conteúdo manifesto" do sonho, que é o conteúdo superficial e direto. O estímulo externo, como sons ou imagens da televisão, pode influenciar a formação dos sonhos, sendo incorporado aos seus símbolos e narrativas oníricas. Isso é comum, pois os sonhos tendem a integrar estímulos sensoriais e questões inconscientes de maneira simbólica.
Ao mesmo tempo, o "conteúdo latente" do sonho, ou seja, os desejos inconscientes, conflitos e emoções que estão sendo processados pela mente durante o sono, podem se misturar com essas influências externas, criando um cenário em que elementos da televisão se entrelaçam com questões mais profundas. É uma maneira da mente trabalhar e simbolizar conteúdos psíquicos em resposta a estímulos externos.
Fico a disposição!
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No tempo de um ano e meio comecei a me sentir perdido, não tenho proposito, sonhos e objetivos. Sint
No tempo de um ano e meio comecei a me sentir perdido, não tenho proposito, sonhos e objetivos. Sinto que não consigo mais sentir emoções estou meio apático nesse sentido, uma vez ou outra cinto angustia não que isso ocorra sempre. Atualmente quero sair do meu emprego atual, pois já não faz sentido pra mim estar lá, más não ocorreu nenhum trauma comigo ou algo do tipo para eu estar nessa situação. Comecei a fazer Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), más acredito que não está sendo muito vantajoso para mim, pois nós (eu e a terapeuta) conversamos tentando encontrar um motivo para estar nesse meu estado atual, más acredito que não teve nenhum gatilho para tal coisa. Existe a chance de eu estar nesse jeito sem nenhum gatilho e sim por ter algo "desajustado" em meu corpo/cérebro?
OBS: Sou uma pessoa sociável e com amigos, costumo a sair, etc.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível que você esteja passando por um processo que não esteja necessariamente ligado a um único evento ou gatilho específico, mas sim a uma combinação de fatores mais profundos e internos, incluindo questões emocionais, biológicas ou até hormonais. O estado de apatia, falta de propósito e desconexão emocional pode ser resultado de uma série de elementos, como:
1. Depressão ou distúrbios do humor: Muitas vezes, transtornos como a depressão podem surgir sem um evento claro que os desencadeie. Sintomas como apatia, perda de interesse em atividades, e sensação de vazio podem ser sinais, mesmo que você não tenha sofrido um trauma.
2. Desbalanço neuroquímico: Certos desequilíbrios de neurotransmissores, como serotonina ou dopamina, podem afetar o humor e a motivação, levando a uma sensação de desconexão emocional e falta de propósito. Isso pode ocorrer sem uma causa psicológica evidente.
3. Fase existencial: Você pode estar passando por uma crise existencial, um período em que as questões sobre significado, propósito e o que realmente importa vêm à tona. Isso pode surgir gradualmente, à medida que as experiências de vida e as expectativas mudam.
4. Saturação emocional e profissional: Mesmo sem um trauma, o acúmulo de estresse no trabalho, desgaste emocional e a sensação de falta de realização pessoal podem levar a um estado de esgotamento, que pode se manifestar como apatia.
Como você mencionou que iniciou a TCC e não está sentindo resultados satisfatórios, pode ser interessante explorar outras abordagens terapêuticas, como a psicanálise, que investiga mais profundamente as emoções inconscientes e os conflitos internos.
Além disso, buscar um médico para avaliar possíveis questões fisiológicas (hormonais, vitamínicas, etc.) também pode ajudar a identificar fatores biológicos que possam estar contribuindo para o seu estado atual.
Fico a disposição.
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Sinto que estou me apaixonando pelo meu terapeuta e até mesmo tendo desejos por ele, oque eu faço ne
Sinto que estou me apaixonando pelo meu terapeuta e até mesmo tendo desejos por ele, oque eu faço nessa situação ? Informando isso a ele, ele me encaminhará para outro profissional ? Faço terapia com ele a muito tempo e gosto do trabalho dele, não gostaria que mudasse
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É bastante comum desenvolver sentimentos pelo terapeuta, um fenômeno conhecido como *transferência*, onde as emoções, desejos ou sentimentos inconscientes são projetados no profissional. Esses sentimentos podem refletir desejos, experiências ou dinâmicas de relacionamento anteriores. O mais importante é comunicar isso ao seu terapeuta. Ele provavelmente está preparado para lidar com esses sentimentos de maneira profissional e ajudar você a compreendê-los no contexto da terapia.
É improvável que ele vá te encaminhar para outro profissional apenas por causa disso, a menos que sinta que a situação possa comprometer o progresso terapêutico. O objetivo é explorar esses sentimentos juntos e ver como eles podem ajudar no seu autoconhecimento.
Fico a disposição
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Os homens com boderline são mais propensos ao suicídio ?
Os homens com boderline são mais propensos ao suicídio ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, homens com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são considerados mais propensos ao suicídio em comparação com a população geral. O TPB é caracterizado por instabilidade emocional, impulsividade, relacionamentos interpessoais intensos e instáveis, e um padrão de comportamento autoagressivo. Entre as pessoas com TPB, os homens tendem a apresentar comportamentos mais impulsivos e agressivos, o que pode aumentar o risco de tentativas de suicídio.
Além disso, o estigma social e a dificuldade em buscar ajuda podem agravar o risco nos homens. É essencial que pessoas com TPB recebam suporte adequado, incluindo terapia, para ajudar a gerenciar os sintomas e reduzir o risco de suicídio.
Fico a disposição
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Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva ?
Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva (TPOC) frequentemente está associado a várias comorbidades, que são condições que ocorrem junto com o transtorno. As comorbidades mais comuns incluem:
1. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): Apesar do nome similar, o TPOC e o TOC são condições diferentes, mas frequentemente coexistem. Enquanto o TOC envolve obsessões e compulsões específicas, o TPOC caracteriza-se por padrões rígidos de perfeccionismo e controle.
2. Transtornos de Ansiedade: Pessoas com TPOC podem apresentar sintomas de ansiedade generalizada, fobias específicas, e ataques de pânico devido ao estresse associado à necessidade de controle e perfeccionismo.
3. Transtornos Depressivos: É comum que pessoas com TPOC desenvolvam depressão, especialmente devido à frustração gerada pela dificuldade de alcançar os padrões elevados que impõem a si mesmas.
4. Transtornos Alimentares: Em alguns casos, a obsessão com perfeição e controle pode se estender à alimentação, levando ao desenvolvimento de anorexia nervosa ou bulimia.
5. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): Há uma associação, embora menos comum, entre TPOC e TEPT, especialmente em indivíduos com uma história de trauma que exacerba a necessidade de controle e ordem.
6. Transtorno de Personalidade Esquizotípica e Paranoide: Pessoas com TPOC podem ter traços que se sobrepõem com esses transtornos de personalidade, como desconfiança excessiva e padrões de pensamento rígido.
Essas comorbidades podem agravar os sintomas do TPOC, tornando o tratamento mais complexo e necessitando de uma abordagem multidisciplinar para gerenciar os diferentes aspectos da condição.
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Sou uma pessoa muito estressada, principalmente quando as coisas não saem como eu quero. Gosto da mi
Sou uma pessoa muito estressada, principalmente quando as coisas não saem como eu quero. Gosto da minha rotina e de fazer tudo do meu jeito. Não gosto de pedir ajuda ou de precisar de ajuda. Sei que não é legal esse meu jeito, pois acabo sendo grossa e estúpida com as pessoas que amo, desconto tudo nelas. E odeio ser assim. O que posso fazer para mudar isso, controlar as minhas emoções..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Reconhecer o impacto do estresse e querer mudar é um ótimo primeiro passo. Algumas abordagens podem ajudar a controlar suas emoções e melhorar as interações com os outros:
1. Prática da Atenção Plena (Mindfulness): Ao focar no momento presente, você pode reduzir a reatividade emocional. Técnicas como respiração profunda ou meditação podem ajudar a manter a calma antes de reagir.
2. Identificação de Gatilhos: Tente identificar os momentos em que o estresse aumenta e o que o provoca. Isso pode ajudar a antecipar situações estressantes e a desenvolver estratégias para lidar com elas de forma mais saudável.
3. Técnicas de Relaxamento: Atividades como exercícios físicos, ouvir música ou passar tempo na natureza podem ajudar a liberar o estresse acumulado.
4. Comunicação Assertiva: Ao invés de reprimir seus sentimentos ou reagir impulsivamente, pratique expressar suas necessidades e frustrações de maneira clara e respeitosa.
5. Psicoterapia ou Análise: Buscar apoio terapêutico pode ajudar a explorar as raízes desse comportamento e trabalhar para desenvolver respostas mais equilibradas.
Lidar com o estresse e aprender a controlar as emoções leva tempo, mas com prática e paciência, você pode começar a fazer mudanças significativas.
Fico a disposição!
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Contratei uma psicóloga que é professora para minha filha e a psi. da aula para minha filha na escol
Contratei uma psicóloga que é professora para minha filha e a psi. da aula para minha filha na escola. detalhe minha filha se sente a vontade de contar as coisas para ela. Isso pode atrapalhar no processo? Pelo convívio fora do consultório?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato da psicóloga da sua filha também ser professora dela na escola pode, sim, ter implicações no processo terapêutico. A relação entre psicóloga e paciente deve ser baseada em confiança e confidencialidade, e o convívio fora do consultório pode complicar essa dinâmica.
Sua filha se sentir à vontade para contar as coisas à psicóloga é positivo, mas a dupla função da psicóloga pode gerar confusão de papéis, o que pode dificultar a criação de um espaço totalmente seguro e neutro na terapia. Isso não quer dizer que a situação não possa funcionar, mas é importante que a psicóloga esteja ciente dessas potenciais complicações e que todos os envolvidos — especialmente você e sua filha — se sintam confortáveis com o arranjo. Uma alternativa pode ser a busca por um profissional que não tenha um relacionamento externo com sua filha.
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Tenho 34 anos, tinha vida sexual ativa até 2019. Desde então, peguei aversão a sexo. Passei a consid
Tenho 34 anos, tinha vida sexual ativa até 2019. Desde então, peguei aversão a sexo. Passei a considerar algo extremamente animalesco , primitivo e nojento. Não me vejo me relacionando com mais ninguém, e muito menos fazendo sexo. É normal tudo isto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que suas experiências e percepções possam mudar ao longo do tempo, e isso pode influenciar sua visão sobre o sexo e os relacionamentos. Sentimentos de aversão ao sexo podem ter várias causas, como experiências traumáticas, mudanças emocionais, problemas de saúde mental ou física, entre outros fatores. Embora não seja incomum que as pessoas passem por fases de desinteresse sexual, a intensidade e a duração dos seus sentimentos podem sugerir que vale a pena explorar isso mais a fundo.
É importante considerar conversar com um profissional de saúde mental, como um psicanalista, para entender melhor essas mudanças em seus sentimentos e pensamentos. Isso pode ajudar a identificar qualquer subjacente que possa estar contribuindo para essa aversão e trabalhar com você para desenvolver estratégias para lidar com isso.
Fico a disposição!
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Eu tive um relacionamento de 6 anos com o meu ex namorado, ele foi muito tóxico para mim, eu sofria
Eu tive um relacionamento de 6 anos com o meu ex namorado, ele foi muito tóxico para mim, eu sofria demais. Alguns anos atrás ele me chamou para morar com ele, morávamos em cidades diferentes, fiz uma mudança muito difícil com viagens de ônibus ida e volta. Três meses depois morando junto ele disse que não sentia mais atração física por mim e eu tive que voltar para minha cidade, 1 mês depois ele já estava namorando e alguns meses depois ficou noivo de uma outra pessoa.
Sofri muito mas hoje em dia eu superei, mal lembro dele, estou namorando uma nova pessoa incrível, me sinto bem e feliz, mas toda noite tenho pesadelos horríveis com o meu ex namorado, revivendo coisas que ele me fez ou fazendo maldades novas.
Não entendo o motivo dos pesadelos, acordo sempre assustada e abalada, gostaria de saber o motivo, fui em uma psicóloga logo após o término e não resolveu, os pesadelos nunca pararam.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os pesadelos que você está tendo podem estar relacionados a traumas não resolvidos e ao impacto emocional profundo que o relacionamento tóxico teve em você. Mesmo que você sinta que superou a situação conscientemente, o seu subconsciente pode ainda estar processando a dor e o sofrimento que você vivenciou.
Esses pesadelos podem ser uma maneira de sua mente lidar com sentimentos e memórias reprimidas. O fato de que você está em um novo relacionamento feliz é um bom sinal, mas a presença contínua desses pesadelos indica que pode haver partes de sua experiência passada que ainda precisam ser trabalhadas.
Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:
1. Terapia: Considere voltar à terapia, mas talvez com um enfoque diferente. Terapeutas especializados em trauma ou em terapia cognitivo-comportamental (TCC) podem ter técnicas específicas para lidar com pesadelos e traumas passados.
2. Jornal dos Sonhos: Tente manter um diário de sonhos onde você anota seus pesadelos assim que acorda. Isso pode ajudar a identificar padrões ou temas recorrentes e pode ser útil para discutir com um terapeuta.
3. Técnicas de Relaxamento: Práticas como meditação, respiração profunda e mindfulness podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade que podem estar contribuindo para os pesadelos.
4. Resolução de Sonhos: Existe uma técnica chamada "ensaio de imagens" onde você reescreve o final de seus pesadelos de uma maneira positiva enquanto está acordado, praticando isso repetidamente para tentar influenciar seus sonhos.
5. Cuide de Seu Ambiente de Sono: Certifique-se de que seu ambiente de sono seja confortável e tranquilo. Isso pode incluir a redução de estímulos antes de dormir, como evitar a exposição a telas, criar uma rotina de relaxamento antes de dormir, e garantir que seu quarto esteja escuro e silencioso.
Buscar ajuda profissional e usar essas estratégias pode ajudar a reduzir ou até eliminar esses pesadelos.
Fico a disposição!
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Perguntas frequentes
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Doente com Cardiomiopatia Hipertrófica Apical e Insuficiência Cardíaca, 68 anos, pode viajar avião?
Em muitos casos a viagem aérea é possível quando a insuficiência cardíaca…