Perguntas do paciente (90)
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Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acor
Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acordo mal, desanimada, com medo de ser demitida por não ser boa o suficiente, sinto que nada que eu faça está bom. Algo pequeno se torna gigante, acabo me comparando com outras pessoas da minha área e sinto que nunca vou alcançar o nível. Me sinto frustada e irritada, e super mal por não me sentir boa. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é mais comum do que parece e tem relação com insegurança, medo de fracasso e autocobrança excessiva, algo que muitas pessoas vivenciam, especialmente em contextos de trabalho ou em momentos de pressão.
A sensação de que “nada é bom o suficiente”, o medo constante de não atender às expectativas e a tendência de transformar pequenas situações em grandes problemas são sinais de que você pode estar lidando com um alto nível de ansiedade, baixa autoestima ou até traços do chamado “síndrome do impostor” — quando a pessoa sente que não merece seu lugar ou teme ser “descoberta” como incapaz, mesmo tendo competência.
Essas vivências não significam que você tem algo “errado” ou “anormal”, mas indicam que talvez seja o momento de buscar ajuda para entender melhor esses padrões, aprender a lidar com eles e construir uma relação mais gentil consigo mesma.
A psicoterapia pode ser muito útil para te ajudar a reconhecer suas qualidades, diminuir a comparação e desenvolver segurança emocional. Coloco-me à disposição, caso queira conversar mais ou iniciar esse processo. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
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Tenho sentindo dor nas costas, dor no peito falta de ar , coração acelerado, já fui no médico tomei
Tenho sentindo dor nas costas, dor no peito falta de ar , coração acelerado, já fui no médico tomei medicação mas não passa , tenho problema de ansiedade, isso que estou sentindo pode ser ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Precisamos ter cautela para diagnosticar com base em relatos breves. Mas, sim, é possível, o que você descreve pode estar relacionado à ansiedade, especialmente se você já tem esse diagnóstico. É comum que a ansiedade cause sintomas físicos como dor no peito, falta de ar, batimentos acelerados e até dores musculares, como nas costas — isso acontece porque o corpo entra em estado de alerta, mesmo sem uma ameaça real.
No entanto, é importante lembrar que esses sintomas também podem ter causas físicas, por isso é essencial seguir com o acompanhamento médico para descartar outras condições.
Se os exames estiverem normais e os sintomas persistirem, vale considerar o acompanhamento psicológico. A terapia ajuda a identificar os gatilhos da ansiedade e a desenvolver estratégias para controlar esses sintomas de forma mais duradoura.
Ansiedade tem tratamento, e você não precisa passar por isso sozinho(a). A combinação de cuidados médicos e apoio emocional costuma trazer ótimos resultados. Estou à disposição.
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Boa tarde, Desrealização e despersonalização é uma doença ou um sintoma???? Da pra melhorar?
Boa tarde, Desrealização e despersonalização é uma doença ou um sintoma???? Da pra melhorar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
A desrealização (sensação de que o mundo ao redor parece irreal) e a despersonalização (sensação de estar "fora de si" ou desconectado do próprio corpo ou pensamentos) não são doenças por si só, mas sintomas que podem aparecer em situações de estresse intenso, ansiedade, pânico, trauma ou até como parte de alguns transtornos mentais.
Apesar de serem muito assustadores, esses sintomas são reconhecidos pela ciência e podem melhorar com tratamento adequado, que pode envolver psicoterapia (como a terapia cognitivo-comportamental), técnicas de regulação emocional e, em alguns casos, acompanhamento médico com uso de medicação.
Buscar ajuda psicológica é um passo importante para entender a causa e encontrar estratégias para recuperar o equilíbrio. E sim — há tratamento e a melhora é possível sim. Você não está sozinho(a) nisso, fico a disposição para lhe auxiliar mais diretamente.
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A escola está me pressionando/sugerindo levar meu filho a terapia familiar devido a mal comportament
A escola está me pressionando/sugerindo levar meu filho a terapia familiar devido a mal comportamento escolar (agitação, desobediência, impulsividade). Sou pai solteiro completamente, sem avós, tios, ninguém comigo. Já acompanhei outras pessoas e me senti hiper mal nas terapias, péssimo, é pertubador para mim, como se tivesse jogando minha vida fora. Eu aceito pagar para meu filho ir e colocar uma baba para levá-lo. Mas insistem que devo ir. A família materna tem histórico de transtorno de personalidade, Vivi horrores com essa mulher, não há vejo ha anos e fiquei ótimo assim. Agora novamente a vida quer me por para acompanhar alguém... Sinto que se eu for, vou ser péssimo participante, podendo até confrontar o terapeuta. Meu filho toma medicação e quando se trata de psiquiatra acompanho com gosto. Terapia familiar tenho vontade de sair correndo... O que fazer diante disso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a complexidade da sua situação, e é muito importante reconhecer sua disposição em buscar o melhor para o seu filho — isso por si só já mostra o quanto você está comprometido com o bem-estar dele.
A recomendação de terapia familiar geralmente não quer dizer que "os pais são o problema", mas sim que o envolvimento da família pode ampliar os efeitos positivos da terapia da criança, especialmente em casos de agitação, impulsividade e dificuldades de convivência escolar.
Mas também é importante respeitar os seus limites emocionais. Se a ideia de terapia familiar causa tanto sofrimento, isso não deve ser ignorado. Uma alternativa possível seria conversar com a escola e com o terapeuta da criança sobre formas de participação gradual, como encontros pontuais ou devolutivas individuais com foco no desenvolvimento do seu filho — sem que isso se torne algo que te machuque ou te exponha a experiências traumáticas do passado.
Você também pode conversar com um profissional sobre esse desconforto — sem compromisso com terapia contínua, apenas para entender de onde vem essa reação tão intensa e proteger sua saúde emocional.
Cuidar de quem cuida também é uma forma de cuidar da criança. Se quiser, posso te ajudar com ideias de como conversar com a escola ou com o terapeuta para encontrar um caminho mais viável para todos.
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Bom dia, todas vez que vou dormir sinto um medo muito grande como se eu fosse morrer ou como se algo
Bom dia, todas vez que vou dormir sinto um medo muito grande como se eu fosse morrer ou como se algo tivesse pra acontecer e um Pânico muito grande as vezes fico horas sem conseguir dormir por causa desse medo, como eu posso fazer pra isso passa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está sentindo pode estar relacionado a episódios de ansiedade noturna, algo que atinge muitas pessoas e pode causar sensações intensas de medo, como se algo ruim estivesse para acontecer, dificultando o sono.
Esses sentimentos não são "frescura" — eles têm base no funcionamento do nosso cérebro, que, em momentos de estresse ou desequilíbrio emocional, pode acionar o estado de alerta mesmo quando o corpo precisa descansar.
Para aliviar isso, algumas estratégias podem ajudar: criar uma rotina tranquila antes de dormir (como tomar um banho morno, evitar telas e conteúdos agitados), praticar respiração profunda ou meditação guiada e manter horários regulares de sono.
Mas é importante reforçar: você não precisa lidar com isso sozinha(o). Procurar um psicólogo pode ajudar a entender melhor o que está por trás desses medos e encontrar formas mais eficazes de enfrentá-los. Se os sintomas estiverem muito intensos, um psiquiatra também pode ser indicado.
Com o acompanhamento certo, isso tem solução e você pode voltar a dormir com mais tranquilidade. Se quiser, posso te ajudar com sugestões de práticas para antes de dormir.
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Minha esposa diz que tenho sonhos sexuais, de falar coisas e fazer gestos na cama, mas não me lembro
Minha esposa diz que tenho sonhos sexuais, de falar coisas e fazer gestos na cama, mas não me lembro de nada. Normalmente quando sonho eu me lembro o que sonhei. O que pode ser isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a um fenômeno chamado comportamento sexual durante o sono, que faz parte de uma condição conhecida como parassonia. As parassonias são distúrbios do sono que envolvem comportamentos incomuns durante o sono, como falar, se movimentar ou até agir de forma complexa sem estar consciente — nesse caso, comportamentos de teor sexual, como falar, gesticular ou se movimentar na cama.
Esses episódios geralmente acontecem durante o sono profundo (especialmente nas fases NREM) e a pessoa normalmente não se lembra do que fez ao acordar, diferente dos sonhos comuns. Embora possa causar estranhamento, é algo que pode ser investigado e tratado, especialmente se estiver trazendo desconforto para o casal.
A Psicoterapia pode lhe auxiliar a entender a origem dos sonhos e o que possivelmente lhe acontece para trazer esses episódios durante os sonhos.
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Olá boa tarde Queria tirar uma dúvida Meu filho ,ele é muito desatento, esquece facilmente das c
Olá boa tarde
Queria tirar uma dúvida
Meu filho ,ele é muito desatento, esquece facilmente das coisas, não vai bem na escola, e eu e o pai dele cobramos muito dele ,pelo fato da gente trabalhar não conseguimos seguir a rotina dele, ele fica com minha mãe, e quando chegamos em casa sempre cobramos muito dele,ele não lembra de fazer tarefas ele não lembra que o professor faltou que semana que vem tem provas,se eu pedir para que ele faça 3 coisas ele só faz uma e esquece das outras, duas professoras e uma psicopedagoga,falou que era preguiça, mas,ontem mesmo ele me falou ,que tenta melhorar mas não consegue e não sabe explicar porque, o que devo fazer.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar sua preocupação — ela é muito válida e demonstra o quanto você se importa com seu filho.
O que você descreve pode estar relacionado a dificuldades de atenção, memória e organização, que são comuns em muitas crianças e podem ter diferentes causas, como fatores emocionais, sobrecarga de estímulos, rotina desorganizada ou até mesmo algum transtorno do neurodesenvolvimento.
É importante saber que nem sempre desatenção é sinônimo de preguiça. Quando uma criança diz que tenta, mas não consegue, isso já é um sinal de que ela precisa de apoio e compreensão, e não apenas cobranças.
Recomenda-se buscar uma avaliação mais completa com profissionais especializados, como um psicólogo infantil ou neuropsicólogo. Eles poderão investigar com mais profundidade se essas dificuldades estão ligadas a questões emocionais, cognitivas ou de aprendizagem — e ajudar a orientar a família com estratégias práticas e eficazes.
Enquanto isso, uma boa dica é estabelecer uma rotina simples e previsível, com lembretes visuais e apoio afetivo, valorizando os pequenos avanços. Isso faz uma grande diferença!
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Existe a possibilidade de fazer avaliação neuropsicológica em uma criança de 2 anos que não fala?
Existe a possibilidade de fazer avaliação neuropsicológica em uma criança de 2 anos que não fala?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível realizar uma avaliação neuropsicológica em uma criança de 2 anos que ainda não fala. Nessa idade, a avaliação é adaptada ao nível de desenvolvimento da criança e utiliza observações do comportamento, entrevistas com os responsáveis e testes específicos voltados para habilidades como atenção, memória, linguagem receptiva, interação social e motricidade. O objetivo é entender como a criança está se desenvolvendo e identificar possíveis atrasos ou dificuldades, mesmo que ainda não fale.
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Gostaria de saber se toda avaliação neuropsicológica acompanha um plano de reabilitação neuropsicoló
Gostaria de saber se toda avaliação neuropsicológica acompanha um plano de reabilitação neuropsicológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nem toda avaliação neuropsicológica acompanha, automaticamente, um plano de reabilitação. A principal função da avaliação é identificar como a pessoa está funcionando em áreas como atenção, memória, linguagem e comportamento. Se forem encontradas dificuldades que podem se beneficiar de intervenções, aí sim, pode ser elaborado um plano de reabilitação neuropsicológica personalizado. Ou seja, a reabilitação só é indicada quando necessária, com base nos resultados da avaliação.
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Conheci uma pessoa incrível e estamos vivendo algo intenso e muito bom. Mas antes de assumir um rela
Conheci uma pessoa incrível e estamos vivendo algo intenso e muito bom. Mas antes de assumir um relacionamento sério, ela quer saber se eu quero ter filhos um dia.
Eu realmente não sei responder e não quis mentir para ela, fui sincero e disse que tenho dúvidas.
Como devo refletir sobre esse assunto? Como atingir o auto conhecimento necessário para saber se quero ter filhos um dia? Qual tipo de ajuda profissional eu posso precisar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito positivo você ter sido sincero sobre suas dúvidas, pois decidir ter filhos é uma escolha importante e pessoal. Para refletir melhor, é importante pensar nos seus sentimentos, valores, expectativas de vida e também nas responsabilidades que a paternidade envolve. Conversar com pessoas próximas, ler sobre o tema e reservar um tempo para se conhecer pode ajudar bastante. Se quiser um apoio mais estruturado, um psicólogo pode ajudar no autoconhecimento, trazendo clareza sobre seus desejos e medos. Esse processo vai te ajudar a tomar uma decisão consciente e alinhada com quem você realmente é.
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Por favor me ajudem, minha filha de 10 anos, só chora, não come bem, não que ir para escola, não faz
Por favor me ajudem, minha filha de 10 anos, só chora, não come bem, não que ir para escola, não faz mais suas atividades, antes era uma criança feliz a mais inteligente da turma. Não sei o que fazer.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível a sua preocupação. Mudanças bruscas no comportamento de uma criança, como tristeza constante, perda de apetite, recusa escolar e desinteresse por atividades, podem ser sinais de sofrimento emocional, como ansiedade ou depressão infantil. Isso não significa que ela “deixou de ser inteligente”, mas sim que algo pode estar afetando seu bem-estar. O ideal é procurar ajuda profissional o quanto antes, como um psicólogo, para entender o que está acontecendo e oferecer o suporte adequado. Você não está sozinha – buscar ajuda é um passo muito importante.
É importante que você também busque auxílio na psicoterapia. É necessário estar bem para melhor compreender e ajudar a sua filha. Quem cuida, também precisa ser cuidado.
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Gostaria de saber como funciona avaliação neuropsicológica, se é recomendado para uma criança de 04
Gostaria de saber como funciona avaliação neuropsicológica, se é recomendado para uma criança de 04 anos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação neuropsicológica é um processo que investiga como a criança está se desenvolvendo em áreas como atenção, memória, linguagem, raciocínio, comportamento e habilidades sociais. É feita por meio de testes lúdicos, observações e entrevistas com os responsáveis. Para uma criança de 4 anos, a avaliação pode ser muito útil, especialmente se houver sinais de atrasos no desenvolvimento, dificuldades na escola ou questões de comportamento. Nessa faixa etária, os instrumentos são adaptados para a idade e o processo é conduzido de forma acolhedora e respeitosa.
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Qual é a diferença entre Avaliação Neuropsicológica e Avaliação Neurocognitiva?
Qual é a diferença entre Avaliação Neuropsicológica e Avaliação Neurocognitiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação neuropsicológica é mais ampla e investiga várias funções do cérebro, como atenção, memória, linguagem, raciocínio, emoções e comportamento. Já a avaliação neurocognitiva foca principalmente nas funções cognitivas — como memória, atenção e tomada de decisões — sem explorar tanto os aspectos emocionais e comportamentais. Ou seja, toda avaliação neurocognitiva faz parte da neuropsicológica, mas a neuropsicológica vai além, oferecendo uma visão mais completa do funcionamento mental.
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Quanto tempo vale um laudo neuropsicológico? .
Quanto tempo vale um laudo neuropsicológico? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O laudo neuropsicológico não tem um prazo de validade fixo, mas, em geral, é considerado atual por cerca de 1 a 2 anos. Isso porque o funcionamento do cérebro pode mudar com o tempo, principalmente em crianças em fase de desenvolvimento ou em casos de condições neurológicas. Se houver mudanças significativas no comportamento ou no desempenho da pessoa, uma nova avaliação pode ser recomendada.
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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerado Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Defi
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerado Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) são condições diferentes, embora possam ocorrer juntas em alguns casos. O TEA afeta principalmente a comunicação, a interação social e o comportamento. Já a Deficiência Intelectual envolve limitações no raciocínio, na aprendizagem e nas habilidades do dia a dia. Algumas pessoas com TEA têm desenvolvimento intelectual típico, enquanto outras podem ter também deficiência intelectual associada.
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Gostaria de saber o porquê as pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Int
Gostaria de saber o porquê as pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) são imaturas mentalmente ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (ou Deficiência Intelectual) apresentam um funcionamento intelectual abaixo da média e dificuldades em habilidades adaptativas, como comunicação, socialização e autonomia. Por isso, seu desenvolvimento mental e emocional costuma ocorrer de forma mais lenta, o que pode dar a impressão de "imaturidade". Na verdade, elas estão em um ritmo diferente de aprendizado e precisam de apoio adequado para desenvolver essas habilidades ao longo do tempo.
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Quais fatores influenciam o Desenvolvimento Cognitivo Infantil?
Quais fatores influenciam o Desenvolvimento Cognitivo Infantil?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O desenvolvimento cognitivo infantil é influenciado por vários fatores, como a genética, a saúde da gestante, o ambiente familiar, a qualidade da alimentação, os estímulos recebidos (brincadeiras, conversas, leitura), o vínculo afetivo com os cuidadores e o acesso à educação. Experiências positivas e acolhedoras desde os primeiros anos de vida são fundamentais para o cérebro se desenvolver bem.
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Quais são as causas da redução do funcionamento intelectual de um individuo ?
Quais são as causas da redução do funcionamento intelectual de um individuo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A redução do funcionamento intelectual pode ter várias causas. As mais comuns incluem fatores genéticos (como na Síndrome de Down), complicações na gestação ou no parto (como falta de oxigênio), infecções, traumas cranianos, desnutrição grave, exposição a substâncias tóxicas e falta de estímulos adequados na infância. Em alguns casos, a causa pode não ser identificada com precisão. O importante é oferecer apoio e intervenções que ajudem a pessoa a desenvolver suas habilidades.
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É normal sentir ciúmes da namorada sair com amigos dela? Namoro há 5 anos mais ou menos, super saud
É normal sentir ciúmes da namorada sair com amigos dela?
Namoro há 5 anos mais ou menos, super saudável, nunca tivemos briga nem discussão. Mas ultimamente estou sentindo um pouco de ciúmes dos amigos da minha namorada. Eles são gente boa, eu quase sempre saio nos rolês com ela e eles juntos, mas sempre fico com pé atrás por causa de um deles. O jeito dele não me passa confiança. Ultimamente fomos chamados para uma festa na casa de um amigo dela, porém não quis ir, pois na última vez que fui, a família desse amigo começou a fazer piada de mim toda hora, então não quero voltar lá... mas minha namorada quer ir e que vai sozinha, e eu apenas disse que ia ficar um pouco chateado, pois não acho isso justo dela ir... Não quero ser tóxico no relacionamento, mas isso está me remoendo muito e não sei o que fazerRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, sentir ciúmes em um relacionamento é algo natural — especialmente quando há insegurança, mudanças no comportamento do outro ou situações desconfortáveis, como a que você viveu na casa do amigo da sua namorada. O ciúme, por si só, não é sinal de algo errado, mas a forma como lidamos com ele pode afetar o relacionamento, para o bem ou para o mal.
O mais importante é reconhecer o que está por trás desse sentimento:
É a forma como esse amigo age?
É o desrespeito que você sentiu da família dele?
Ou talvez um medo de perder espaço ou valor dentro da relação?
Seu relacionamento tem 5 anos, é saudável e sem brigas, o que mostra que há afeto e maturidade. Por isso, vale a pena conversar abertamente com sua namorada, sem acusações, apenas expressando seus sentimentos e os motivos pelos quais aquela situação te incomoda.
Ao mesmo tempo, também é importante respeitar a individualidade dela — amigos fazem parte da vida de qualquer pessoa e estar em um relacionamento não deve significar abrir mão disso. Mas os dois precisam se sentir seguros e ouvidos.
Se a situação continuar te angustiado, pode ser útil buscar um espaço de escuta, como uma psicoterapia, para entender melhor seus sentimentos e encontrar formas mais saudáveis de expressá-los. Isso não é sinal de fraqueza, e sim de maturidade emocional.
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Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um
Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um processo de luto relacionado a perda de outra pessoa? Tipo: um casal se separa ou alguém perde um ente querido, mas eu sinto como se tivesse sido comigo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Psicologia e a Neurociência explicam que é possível sentir algo parecido com o luto mesmo quando a perda não é diretamente sua. Isso acontece por causa da empatia — a capacidade do nosso cérebro de se colocar no lugar do outro e sentir parte da dor dele.
As neurociências mostram que áreas como o córtex pré-frontal e o sistema límbico (especialmente a amígdala) são ativadas quando presenciamos o sofrimento alheio, o que pode gerar reações emocionais intensas, como tristeza, angústia ou sensação de perda.
Além disso, dependendo do vínculo afetivo que você tem com a pessoa que sofreu a perda, ou de experiências passadas suas com perdas semelhantes, o seu cérebro pode reativar essas memórias emocionais, fazendo com que você vivencie um luto "compartilhado".
Ou seja, mesmo que a perda não seja sua diretamente, ela é sentida emocionalmente como se fosse, e isso é parte natural da nossa conexão humana. Quando esse sentimento se torna muito intenso ou duradouro, buscar apoio psicológico pode ajudar a entender e acolher o que está sendo vivido.
Perguntas frequentes
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Tomo Adera Cal.O medico neurologista me prescreveu Magnesio L Treonato. Esqueci de perguntar se pod
Olá! Tudo bem? Entendo a sua dúvida, principalmente porque é importante verificar…