Perguntas do paciente (90)

  • Como o luto pode piorar o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    Como o luto pode piorar o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    O luto pode intensificar os sintomas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), pois a dor da perda pode aumentar a ansiedade e gerar ainda mais pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos como forma de tentar aliviar o sofrimento. A pessoa pode, por exemplo, se culpar excessivamente ou desenvolver rituais ligados à perda.

    Na Gestalt-terapia, o foco está em acolher o sofrimento no aqui-e-agora, ajudando a pessoa a entrar em contato com suas emoções de forma mais consciente, sem julgamentos, respeitando seu tempo e sua história.

    Se você ou alguém próximo está enfrentando um luto com aumento da ansiedade ou de sintomas obsessivos, estou à disposição para oferecer apoio psicológico com escuta sensível e profissional. Você não precisa enfrentar isso sozinho(a).


  • O que fazer em caso de luto mal elaborado? .

    O que fazer em caso de luto mal elaborado? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    Quando o luto se torna muito prolongado ou paralisante, dificultando a retomada da vida, é sinal de que pode estar mal elaborado. Isso acontece quando a dor da perda não encontra espaço para ser sentida, expressa e ressignificada.

    Na Gestalt-terapia, trabalhamos para acolher a experiência da perda com escuta sensível, ajudando a pessoa a entrar em contato com suas emoções, dar sentido ao que viveu e permitir que o processo de luto siga seu curso natural, com respeito à sua história e ao seu tempo.

    Se você sente que está preso(a) em uma dor que não passa, estou à disposição para te acompanhar com cuidado, empatia e apoio psicológico profissional. Você não precisa viver isso sozinho(a).


  • É possível superar o luto completamente através da neuroplasticidade?

    É possível superar o luto completamente através da neuroplasticidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    A neuroplasticidade permite que o cérebro se adapte e crie novas conexões ao longo da vida, inclusive após perdas significativas. Isso ajuda na reorganização emocional e na retomada da vida com novos sentidos, mas "superar" o luto não significa esquecer ou apagar a dor e sim aprender a conviver com a ausência de forma mais leve e integrada.

    Na Gestalt-terapia, valorizamos esse processo como único e respeitamos o tempo de cada pessoa. Acolher a dor e permitir que ela seja transformada com consciência é parte essencial da cura.

    Se você está passando por um luto e sente dificuldade para seguir em frente, estou à disposição para te acompanhar com escuta acolhedora e apoio profissional. Você não está sozinho(a)


  • Como o luto e a ansiedade estão relacionados? .

    Como o luto e a ansiedade estão relacionados? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    O luto pode gerar ansiedade, especialmente quando a perda abala a sensação de segurança, continuidade ou sentido da vida. Pensamentos acelerados, medo do futuro, insônia e sensação de aperto no peito são respostas comuns diante da dor da ausência.

    Na Gestalt-terapia, compreendemos esses sinais como formas do organismo reagir a algo que ainda está difícil de elaborar. O foco é ajudar a pessoa a reconhecer e dar sentido ao que sente, promovendo mais presença, cuidado e consciência nesse momento delicado.

    Se você está passando por um luto e percebe que a ansiedade está tomando conta, estou à disposição para te acolher com escuta profissional e apoio emocional. Você não precisa viver isso sozinho(a).


  • Como identificar se o luto está se tornando um problema?

    Como identificar se o luto está se tornando um problema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    O luto é um processo natural, mas pode se tornar um problema quando a dor permanece intensa por muito tempo, interferindo na rotina, nos relacionamentos e no cuidado com a própria vida. Sinais de alerta incluem: tristeza profunda que não diminui, culpa excessiva, isolamento, dificuldade para retomar atividades e sensação de que nada mais faz sentido.

    Na Gestalt-terapia, não apressamos esse processo, mas acolhemos o que está sendo vivido no momento presente, ajudando a pessoa a lidar com a perda de forma mais consciente e respeitosa com sua história.

    Se você sente que está preso(a) em uma dor que não passa, estou à disposição para te acompanhar com escuta acolhedora e profissional. Você não precisa enfrentar isso sozinho(a).


  • Como tratar a ansiedade que surge após a morte de alguém da família?

    Como tratar a ansiedade que surge após a morte de alguém da família?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    A ansiedade após a perda de um familiar é uma reação comum ao impacto emocional do luto. Sensações como medo, insônia, palpitações e pensamentos acelerados podem surgir como forma do corpo e da mente tentarem lidar com a ausência.

    O tratamento envolve acolher essas emoções sem julgamentos, criar espaços de escuta e, quando necessário, buscar apoio profissional. Na Gestalt-terapia, o foco está no aqui-e-agora, ajudando a pessoa a entrar em contato com o que sente e a encontrar novas formas de seguir em frente, respeitando seu tempo e sua história.

    Se você está passando por isso, saiba que não precisa enfrentar sozinho(a). Estou à disposição para te acompanhar com escuta acolhedora e profissional.


  • Eu tenho desejos homossexuais, mas não me relaciono com ninguém, pois não quero. Também não é uma co

    Eu tenho desejos homossexuais, mas não me relaciono com ninguém, pois não quero. Também não é uma coisa que as pessoas sabem sobre mim, embora desconfiem. Eventualmente surge uma oportunidade e acaba rolando de eu ficar com alguém. Essas ocasiões ocorrem, por exemplo, na academia onde treino. Há uma troca de olhares com a pessoa, vamos ao banheiro e lá rola algo, mas nunca uma penetração.

    Ocorre que, após essas poucas ocasiões em que isso acontece, eu me sinto um lixo e perco completamente a vontade de me relacionar com qualquer pessoa, além de me dar um arrependimento de ter feito aquilo, ainda que, no momento, tenha sido bom.

    Eu fico extremamente ansioso após isso, com uma sensação de vazio, de que eu não tenho nenhum valor, de que eu não deveria ter feito aquilo e isso me impede de criar qualquer espécie de relacionamento com qualquer pessoa.

    Uma vez, por exemplo, eu estava tomando banho na academia, o professor entrou e foi tomar banho também, rolou uma masturbação mútua, na qual apenas eu ejaculei. Após isso eu fiquei em crise, uma sensação contínua de ansiedade, além de me sentir imundo por ter permitido tocar e ser tocado por ele.


    Depois disso eu comecei a evitar, mas acabou rolando novamente com outra pessoa, que queria me beijar e fazer outras coisas, mas eu não permiti e foi bem frustrante ter iniciado isso.

    Eu não sei o que fazer. O que você me diz?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá! Obrigado por compartilhar sua experiência tão aberta e sincera. O que você relata envolve sentimentos complexos sobre seus desejos e comportamentos, além de uma forte reação emocional posterior, como ansiedade, arrependimento e baixa autoestima. Esses sentimentos são importantes de serem acolhidos, pois refletem como você se percebe e o impacto que essas situações têm para você.

    Do ponto de vista da psicologia atual, não há nada errado em sentir desejos homossexuais ou explorar sua sexualidade, desde que isso aconteça de maneira que você se sinta seguro e respeitado. A dificuldade que você descreve em lidar com esses momentos e as emoções posteriores podem estar relacionadas a conflitos internos, questões de autovalorização e possíveis expectativas sociais ou pessoais que pesam em você.

    Na Gestalt-terapia, trabalhamos com o foco no aqui e agora, valorizando a consciência do que você sente e pensa no momento, e buscando ampliar sua autonomia para escolhas que respeitem seu ritmo e seus limites. É possível explorar essas sensações e significados sem julgamento, ajudando você a se reconhecer de forma mais integrada e menos fragmentada, diminuindo essa ansiedade e o sentimento de “não valor” que você mencionou.

    Se desejar, estou à disposição para acompanhá-lo nesse processo, criando um espaço seguro para você se conhecer melhor e lidar com essas questões com mais leveza e autocompaixão.

    Fique à vontade para conversar quando quiser!


  • Como a neuroplasticidade pode ajudar no enfrentamento do luto?

    Como a neuroplasticidade pode ajudar no enfrentamento do luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se reorganizar, criando novas conexões ao longo da vida. Durante o luto, essa habilidade permite que, com o tempo e os cuidados adequados, o cérebro encontre formas mais saudáveis de lidar com a dor, reconstruindo rotinas, vínculos e sentido de vida.

    Na Gestalt-terapia, trabalhamos favorecendo essa reorganização por meio da ampliação da consciência e do contato autêntico com as emoções, ajudando a pessoa a se adaptar à perda de forma mais integrada e respeitosa com sua história.

    Se você está enfrentando um luto e sente que precisa de apoio, estou à disposição para te acompanhar com escuta profissional, empática e acolhedora.


  • O que não se pode fazer quando se está de luto? .

    O que não se pode fazer quando se está de luto? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    Durante o luto, é importante não ignorar ou reprimir o que se sente. Tentar “ser forte o tempo todo”, se isolar completamente ou apressar o processo pode aumentar o sofrimento. Cada pessoa vive o luto de um jeito, e não existe um tempo certo para “superar”.

    Na Gestalt-terapia, valorizamos o contato genuíno com as emoções — mesmo as mais difíceis. Acolher a dor, permitir-se sentir e buscar apoio são passos fundamentais para seguir em frente com mais consciência e cuidado.

    Se você está passando por um momento de perda e sente que precisa de ajuda, estou à disposição para te acompanhar com escuta acolhedora e profissional. Você não precisa passar por isso sozinho(a).


  • Qual o impacto do luto na saúde mental? .

    Qual o impacto do luto na saúde mental? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    O luto é uma resposta natural à perda, mas pode impactar profundamente a saúde mental. É comum sentir tristeza, angústia, irritabilidade, alterações no sono, apetite e dificuldades de concentração. Quando esse sofrimento se prolonga e compromete o cotidiano, pode evoluir para quadros como depressão, ansiedade ou até luto patológico.

    Na Gestalt-terapia, olhamos para o luto como um processo único e significativo. Não tentamos “apagar” a dor, mas acompanhar o que está vivo na experiência da pessoa, ajudando-a a integrar essa perda de forma mais consciente e respeitosa com sua história.

    Se você sente que a dor da perda está difícil de suportar, saiba que não precisa passar por isso sozinho(a). Estou à disposição para te acolher e caminhar com você nesse processo, com escuta profissional e empática.


  • Quais as formas de enfrentamento do luto ? .

    Quais as formas de enfrentamento do luto ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    Não há uma regra sobre como lidar com o luto. Apesar de a maioria das pessoas passar pelas fases clássicas do enfrentamento do luto, como negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Essas fases não são lineares, as pessoas, dentro das suas particularidades de como lidar com a perda, podem oscilar entre essas fases. A maneira mais saudável de enfrentar o luto é acolhendo a sua dor com legitimidade. Permitindo viver cada uma dessas etapas. Chamo a atenção para o prolongamento desse período. O luto não pode te levar a uma estagnação de vida. Aos poucos, retome a rotina sem extrapolar os limites da dor, mas seguindo em frente, ressignificando os sentimentos.
    Se precisar de ajuda para lidar com esse momento, me coloco à disposição.


  • O que acontece com o cérebro durante o luto patológico?

    O que acontece com o cérebro durante o luto patológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    O luto é uma resposta natural à perda, mas em alguns casos ele pode se tornar mais intenso e prolongado o que chamamos de luto patológico ou complicado. Nessa condição, o cérebro permanece em estado de alerta e sofrimento contínuo, dificultando a adaptação à ausência da pessoa querida.

    Estudos mostram que áreas do cérebro ligadas à dor, memória e recompensa como a amígdala, o córtex pré-frontal e o sistema límbico, continuam altamente ativadas, como se a perda estivesse sempre acontecendo. Isso pode levar a sintomas como tristeza profunda, insônia, isolamento, culpa excessiva e dificuldade para retomar a vida cotidiana.

    Na Gestalt-terapia, não buscamos “curar” o luto, mas acompanhar o processo com presença, escuta e apoio, ajudando a pessoa a dar sentido à experiência da perda, sem ignorar ou interromper suas emoções. Cada história de luto é única, e merece ser respeitada em seu ritmo e profundidade.

    Se você sente que está preso(a) em uma dor que não passa, não precisa enfrentar isso sozinho(a). Estou à disposição para te acompanhar nesse processo, com uma escuta acolhedora e profissional.


  • Como o luto patológico difere do luto normal? .

    Como o luto patológico difere do luto normal? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    O luto é uma reação natural à perda, e envolve tristeza, saudade e adaptação emocional. No luto normal, esses sentimentos tendem a diminuir com o tempo, permitindo que a pessoa retome sua vida aos poucos.

    Já o luto patológico ocorre quando a dor se mantém intensa por um longo período, dificultando o dia a dia, os relacionamentos e o bem-estar. Pode incluir culpa excessiva, isolamento, desespero constante ou sensação de que a vida perdeu o sentido.

    Na Gestalt-terapia, acompanhamos cada vivência de forma única, respeitando o tempo e a história de quem sente. Acolher a dor e dar espaço para o que precisa ser sentido é parte essencial do processo.

    Se você sente que a perda se transformou em um sofrimento difícil de carregar, estou à disposição para te ajudar com escuta acolhedora e profissional. Você não precisa passar por isso sozinho(a).


  • Quanto tempo dura o luto normal? .

    Quanto tempo dura o luto normal? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá! A duração do luto “normal” pode variar bastante de pessoa para pessoa, pois cada um vivencia a perda de maneira única. Não existe um tempo exato ou padrão para o luto, que pode durar semanas, meses ou até anos, dependendo da relação com quem partiu, da personalidade e das circunstâncias.

    O importante é perceber como você está vivendo esse processo: o luto saudável permite que, aos poucos, a dor se torne mais leve e a pessoa consiga seguir com sua vida, mesmo que sinta saudades ou tristeza. Quando o sofrimento fica muito intenso, constante e impede a retomada das atividades diárias, pode ser interessante buscar ajuda profissional.

    Na Gestalt-terapia, trabalhamos focando o momento presente, acolhendo suas emoções sem julgamento, ajudando a dar sentido à perda e a encontrar formas de continuar vivendo de forma mais integrada e equilibrada.

    Se quiser, estou à disposição para apoiar você nesse caminho.


  • Queria saber se suprimir o desejo sexual e ficar sem masturbação pode aumentar a ansiedade, estou a

    Queria saber se suprimir o desejo sexual e ficar sem masturbação pode aumentar a ansiedade, estou a 23 dias sem

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá! Seu questionamento é muito válido e mostra uma escuta atenta do seu próprio corpo e emoções , isso é algo importante no processo terapêutico.

    Na perspectiva da Gestalt-terapia, tudo o que é reprimido ou evitado com rigidez, como o desejo sexual, pode gerar tensão interna e influenciar o aumento da ansiedade. A sexualidade é uma expressão natural do ser humano, e quando ela é bloqueada sem um sentido claro ou sem estar em sintonia com suas necessidades, o corpo tende a responder com desconforto físico ou emocional.

    A questão central não é apenas o tempo sem masturbação, mas como você está lidando com esse desejo, o que ele representa para você, e quais sentimentos surgem nesse processo. A psicoterapia pode te ajudar a explorar isso com mais consciência, liberdade e acolhimento, sem julgamentos.

    Se quiser conversar mais profundamente sobre isso, estou à disposição para te acompanhar com respeito, escuta e cuidado.


  • Quem tem transtorno de personalidade borderline é neurodivergente?

    Quem tem transtorno de personalidade borderline é neurodivergente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    A palavra neurodivergente é usada para descrever pessoas cujo funcionamento neurológico é diferente do padrão considerado “típico”, incluindo condições como autismo, TDAH e algumas outras.

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não é tradicionalmente classificado como neurodivergência, mas sim como um transtorno de personalidade, que envolve padrões emocionais e comportamentais intensos e instáveis.

    Porém, algumas pessoas com TPB podem se identificar como neurodivergentes, pois também enfrentam diferenças na forma de pensar, sentir e se relacionar. Ainda não existe um consenso científico claro sobre incluir ou não o TPB dentro do conceito de neurodivergência.

    O mais importante é lembrar que, independentemente do termo, o transtorno tem tratamento e as pessoas podem melhorar com psicoterapia adequada e, em alguns casos, medicação.
    Estou à disposição.


  • Qual é a importância da autoestima na formação da identidade pessoal?

    Qual é a importância da autoestima na formação da identidade pessoal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    A autoestima tem um papel fundamental na formação da identidade pessoal, pois está ligada à forma como cada pessoa se percebe, se valoriza e se reconhece no mundo.

    Ter uma autoestima saudável ajuda a pessoa a desenvolver confiança nas próprias escolhas, autonomia e capacidade de lidar com desafios, além de favorecer relações mais equilibradas e uma visão mais realista de si mesma.

    Quando a autoestima é baixa, isso pode impactar negativamente a identidade, levando a dúvidas constantes, insegurança e dificuldade para afirmar quem se é.

    A boa notícia é que a autoestima pode ser trabalhada e fortalecida ao longo da vida, principalmente com apoio emocional, autoconhecimento e ambientes que valorizem a singularidade de cada pessoa.


  • Olá! Existe psicólogo que atende pessoas que vão morar no exterior? Há alguma especialização dentro

    Olá! Existe psicólogo que atende pessoas que vão morar no exterior? Há alguma especialização dentro da psicologia para abordar esse assunto? Psicólogos que saibam o que é enfrentar outra cultura, medo, ansiedade, processo de mudança e desafios, recomeçar a vida do zero, ou todos os psicólogos sabem lidar com esse assunto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá! Essa é uma pergunta muito importante e bastante atual, pois morar em outro país envolve mudanças profundas que podem gerar ansiedade, medo, solidão e o desafio de se reinventar longe da cultura e das referências conhecidas.

    Sim, existem psicólogos que atendem pessoas em processo de mudança para o exterior ou que já estão vivendo fora. Algumas áreas que costumam trabalhar bem essas questões são a Psicologia Intercultural, a Psicologia do Expatriado e a Psicologia Clínica com foco em transições de vida.

    Falo com base na minha experiência, pois já acompanhei casos de pessoas lidando com esses desafios e sei o quanto pode ser emocionalmente intenso. A escuta atenta, o respeito pelas diferenças culturais e a compreensão das dores e incertezas desse recomeço são essenciais.

    Nem todos os psicólogos têm formação específica nesse tema, mas muitos com prática clínica e sensibilidade conseguem ajudar de forma eficaz. Me coloco à disposição para te acolher nesse processo ou te ajudar a encontrar o apoio certo para esse momento tão significativo. Você não precisa passar por isso sozinho(a).


  • Guardo grande trauma da minha circuncisão e nenhum psicólogo meu foi capaz de tratar bem do assunto.

    Guardo grande trauma da minha circuncisão e nenhum psicólogo meu foi capaz de tratar bem do assunto. Existe psicólogo ou terapeuta especializado em falta de reconhecimento do próprio corpo devido a cirurgias?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Essa é uma questão muito delicada e válida, e reconheço sua coragem em trazê-la. Sou psicóloga com especialização em Neuropsicologia e tenho uma escuta sensível também às questões relacionadas a corpo, identidade e gênero.

    O que você descreve pode envolver algo conhecido como trauma corporal ou dissonância corporal, que acontece quando uma pessoa não se reconhece ou não se sente confortável com mudanças no próprio corpo, especialmente em situações vividas sem consentimento ou com forte impacto emocional, como no caso de algumas cirurgias.

    Existem, sim, profissionais da psicologia corporal, psicotraumatologia, neuropsicologia e até psicoterapeutas com foco em saúde sexual e identidade corporal que podem ajudar a trabalhar essas dores emocionais profundas. É importante buscar um terapeuta que tenha formação ou sensibilidade para temas ligados ao corpo, trauma e identidade, além de oferecer um espaço seguro e sem julgamentos.

    Você merece um cuidado que respeite sua história e seu sofrimento. Se quiser, posso ajudar com sugestões de linhas terapêuticas.


  • Qual a importância do autocuidado para a prevenção da saúde mental?

    Qual a importância do autocuidado para a prevenção da saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    O autocuidado é essencial para a prevenção e manutenção da saúde mental, porque envolve atitudes conscientes de atenção às próprias necessidades físicas, emocionais e mentais.

    Praticar autocuidado — como respeitar limites, descansar, se alimentar bem, buscar apoio quando necessário e reservar momentos de prazer — ajuda a reduzir o estresse, fortalecer a autoestima e prevenir o adoecimento emocional.

    A ciência mostra que quem adota hábitos regulares de autocuidado tem mais resiliência para enfrentar desafios e mais chances de manter o bem-estar ao longo da vida. Cuidar de si não é egoísmo, é uma forma de proteção e equilíbrio.


Perguntas frequentes

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