Perguntas do paciente (90)

  • Olá, tudo bem? Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso in

    Olá, tudo bem?
    Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso interesse amoroso/sexual por ela mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá! Essa é uma dúvida mais comum do que parece. Às vezes, sentimentos de admiração, carinho ou até interesse amoroso podem surgir durante a psicoterapia, e isso nem sempre significa que você deseja, de fato, viver um relacionamento com sua psicóloga. Esses sentimentos podem estar relacionados ao vínculo terapêutico e à forma como você se sente acolhido(a) e compreendido(a).

    Em vez de guardar essa dúvida, procure levá-la para a sessão. Falar sobre isso faz parte do processo terapêutico e pode trazer descobertas importantes sobre suas necessidades emocionais e sua forma de se relacionar.

    Se precisar de acolhimento e acompanhamento nesse processo, estou à disposição para ajudar.


  • Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma

    Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá. Sinto muito que você tenha vivido essas experiências tão dolorosas. Quero que saiba de uma coisa importante: você não é uma namorada "defeituosa". O que acontece durante a intimidade não é falta de amor ou vontade, mas uma reação do seu corpo e da sua mente a traumas que ainda precisam de cuidado.

    O fato de o álcool piorar as crises também merece atenção, pois ele pode intensificar lembranças traumáticas e episódios de pânico.

    A psicoterapia pode ajudá-la a elaborar essas vivências com segurança, respeitando seu tempo, para que o trauma deixe de conduzir suas relações. Se as crises forem muito intensas, uma avaliação psiquiátrica também pode ser indicada.

    Você não precisa enfrentar isso sozinha. É possível ressignificar essa história e construir uma relação afetiva em que você se sinta segura e acolhida.

    Coloco-me à disposição para lhe auxiliar melhor.


  • Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    lá! Essa é uma pergunta muito importante. A depressão pode ser compreendida como uma condição que apresenta períodos de remissão e de recaída. Por isso, pessoas que já tiveram um episódio depressivo podem ficar mais vulneráveis diante de situações de estresse, perdas ou acontecimentos difíceis.

    Isso não significa que você estará deprimido(a) para sempre. Com psicoterapia e, quando necessário, acompanhamento psiquiátrico, é possível reduzir muito o risco de recaídas, desenvolver estratégias para lidar com os desafios da vida e reconhecer precocemente os sinais de alerta, evitando que um novo episódio se instale ou se intensifique.

    Cuidar da saúde mental de forma contínua é uma das melhores maneiras de manter a depressão cada vez mais distante. Se sentir que precisa de apoio, estou à disposição para acompanhar você nesse processo.


  • Como a terapia existencial aborda a liberdade e a responsabilidade em relação à impulsividade?

    Como a terapia existencial aborda a liberdade e a responsabilidade em relação à impulsividade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Na terapia existencial, a impulsividade costuma ser vista como um desafio ligado ao exercício da liberdade e da responsabilidade: a pessoa é livre para escolher, mas também responde pelas consequências de seus atos.

    Na Gestalt-terapia, tratamos isso de forma semelhante, mas com ênfase no aqui-e-agora. Entendemos que, quando alguém age de modo impulsivo, muitas vezes está pouco consciente do que sente, do que precisa ou do impacto que terá em si e nos outros. Nosso trabalho é ajudar o cliente a perceber seus estados internos no momento em que surgem, ampliar sua consciência das escolhas possíveis e assumir-se como autor do que faz.

    Assim, a liberdade não é apenas “poder fazer o que quiser”, mas sim ter clareza para escolher de forma mais autêntica; e a responsabilidade não é castigo, mas a capacidade de se reconhecer como parte ativa de suas próprias decisões. Esse processo fortalece a autorregulação, diminuindo a impulsividade e promovendo ações mais coerentes com os valores e necessidades reais da pessoa.


  • Como a análise existencial propõe trabalhar a impulsividade?

    Como a análise existencial propõe trabalhar a impulsividade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    A análise existencial entende a impulsividade como uma dificuldade de se orientar pelo sentido e pela liberdade de escolher diante das situações.

    Na Gestalt-terapia, olhamos para esse fenômeno de outra forma: entendemos a impulsividade como uma forma de agir sem consciência plena do que se sente ou do que se precisa. Em vez de tentar controlar o impulso apenas pela razão, trabalhamos para que a pessoa desenvolva mais consciência do aqui-e-agora — percebendo seu corpo, suas emoções e pensamentos no momento em que surgem.

    Quando o cliente consegue estar mais presente, ele amplia a capacidade de pausar, reconhecer sua necessidade real e escolher como agir, em vez de simplesmente reagir. Isso não elimina os impulsos, mas dá novas possibilidades de resposta, mais coerentes com quem ele é e com o que deseja construir.

    Na Gestalt, o caminho para lidar com a impulsividade não é reprimir, mas tomar consciência e assim poder escolher de forma mais autêntica e saudável.


  • O que a logoterapia sugere para construir um propósito que combate a impulsividade?

    O que a logoterapia sugere para construir um propósito que combate a impulsividade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Você trouxe a ideia da logoterapia, que fala sobre encontrar um propósito maior para lidar com a impulsividade. Na Gestalt, olhamos de uma forma diferente: entendemos que a impulsividade aparece quando você não está plenamente consciente do que sente ou do que precisa naquele momento. Por isso, em vez de buscar um propósito no futuro, trabalhamos para ampliar sua consciência no presente — perceber o que acontece no seu corpo, quais emoções surgem e qual necessidade real está pedindo atenção. Quando você se dá conta disso, passa a ter mais escolha e menos reatividade. Assim, o sentido de vida vai sendo construído na prática, a partir das suas experiências vividas aqui e agora, e não apenas como uma ideia abstrata.


  • Como se libertar de pessoas controladoras? .

    Como se libertar de pessoas controladoras? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Conviver com pessoas controladoras pode gerar sentimentos de sufocamento, insegurança e até culpa. Libertar-se desse padrão envolve, antes de tudo, reconhecer como essa relação afeta seu bem-estar. É um processo de fortalecimento da autonomia, da autoestima e da capacidade de dizer "não" sem culpa.

    Na Gestalt-terapia, trabalhamos para ampliar a consciência sobre como você se posiciona nas relações e o que mantém esse ciclo. Ao se apropriar de seus sentimentos e escolhas, você passa a construir relações mais saudáveis e autênticas.

    Se você está enfrentando esse tipo de situação e sente que precisa de apoio para se fortalecer emocionalmente, meus serviços estão à disposição para caminhar com você nesse processo com acolhimento e responsabilidade.


  • . Quais são os sintomas do transtorno de personalidade borderline (TPB) que podem estar relacionados

    . Quais são os sintomas do transtorno de personalidade borderline (TPB) que podem estar relacionados a traumas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    Os sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente se relacionam a experiências traumáticas, especialmente vividas na infância. Dificuldades em regular emoções, medo intenso de abandono, instabilidade nos relacionamentos, impulsividade e crises de identidade são manifestações comuns. Esses sinais podem surgir como formas de adaptação a contextos onde a pessoa não se sentiu segura, vista ou acolhida.

    Na Gestalt-terapia, olhamos para esses comportamentos como tentativas de dar conta do sofrimento e buscamos, junto com o paciente, ampliar a consciência do que acontece no aqui-agora, favorecendo escolhas mais saudáveis e autênticas.

    Se você ou alguém que conhece está enfrentando essas dificuldades, meus serviços estão à disposição para acolher e caminhar nesse processo com cuidado e responsabilidade.


  • Sou adulta e sofro com traumas do passado, como lidar no dia a dia?

    Sou adulta e sofro com traumas do passado, como lidar no dia a dia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Viver com traumas do passado, mesmo na vida adulta, pode afetar emoções, relações e decisões no presente. Lidar com isso no dia a dia exige acolhimento, paciência e autocompaixão. Uma das chaves está em reconhecer como essas experiências ainda impactam seus sentimentos e comportamentos hoje.

    Na Gestalt-terapia, trabalhamos com o aqui-agora, ajudando você a dar voz a essas dores, compreendê-las e ressignificá-las com consciência e responsabilidade, sem apagar o passado, mas transformando a forma de se relacionar com ele.

    Se você sente que essas marcas ainda interferem no seu bem-estar, meus serviços estão à disposição para te acompanhar com cuidado e escuta sensível.


  • Quais são as consequências de uma criança interior ferida para o adulto?

    Quais são as consequências de uma criança interior ferida para o adulto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Quando falamos em "criança interior ferida", estamos nos referindo a experiências da infância que não foram bem elaboradas emocionalmente — como abandono, rejeição, críticas excessivas ou falta de afeto. Essas vivências podem deixar marcas que acompanham a pessoa na vida adulta.

    As consequências variam, mas muitas vezes se expressam em:

    dificuldades nos relacionamentos (medo de rejeição ou necessidade constante de aprovação);

    baixa autoestima e autocrítica excessiva;

    dificuldade em confiar ou se permitir ser cuidado(a);

    reações emocionais intensas diante de situações que "reativam" feridas antigas.

    Na Gestalt-terapia, olhamos com acolhimento para essas partes da história que ainda doem, ajudando o adulto a reconhecer e cuidar dessas feridas emocionais com presença, consciência e responsabilidade.

    Se você percebe que suas experiências do passado ainda ecoam no presente, meus serviços estão à disposição para te acompanhar nesse processo de cura e fortalecimento emocional.


  • . Como os traumas podem afetar a saúde mental? .

    . Como os traumas podem afetar a saúde mental? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Os traumas são experiências marcantes que, quando não elaboradas emocionalmente, podem afetar a forma como a pessoa sente, pensa e se relaciona. Eles podem gerar sintomas como ansiedade, tristeza profunda, irritabilidade, sensação constante de ameaça ou bloqueios emocionais.

    Na Gestalt-terapia, compreendemos que o impacto do trauma está menos no que aconteceu e mais em como isso foi vivido e registrado na experiência da pessoa. Nosso trabalho é ajudar a ampliar a consciência sobre essas marcas, integrando-as com acolhimento e favorecendo escolhas mais saudáveis no presente.

    Se você sente que situações do passado ainda afetam sua saúde emocional, estou à disposição para te acompanhar nesse processo com cuidado e escuta responsável.


  • De que forma o medo da rejeição pode impactar a vida pessoal de uma pessoa ?

    De que forma o medo da rejeição pode impactar a vida pessoal de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    O medo da rejeição pode afetar profundamente a vida pessoal. Ele pode levar a evitar vínculos, sufocar emoções, buscar aprovação constante ou até aceitar situações que causam sofrimento, por medo de não ser aceito(a). Isso enfraquece a autoestima e dificulta relações saudáveis.

    Na Gestalt-terapia, olhamos para esse medo como algo construído na experiência de vida, não como “defeito”. Trabalhamos para ampliar a consciência sobre como ele se manifesta no presente e para fortalecer o contato com quem a pessoa realmente é — sem máscaras ou defesas.

    Se você se identifica com isso e deseja construir relações mais autênticas, meus serviços estão à disposição para te acompanhar com acolhimento e responsabilidade.


  • Como a Psicologia, com abordagem junguiana, atende os pacientes ?

    Como a Psicologia, com abordagem junguiana, atende os pacientes ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, sei que a sua pergunta está especificada na abordagem junguiana.
    Mas me permita lhe apresentar um pouco da Gestalt-Terapia...
    Na Gestalt-terapia, o foco está no aqui-agora, na forma como a pessoa se relaciona consigo, com os outros e com o ambiente. Buscamos ampliar a consciência e a responsabilidade pelas escolhas, favorecendo a autenticidade e o contato verdadeiro.

    Cada abordagem tem sua riqueza, e a escolha depende das necessidades e do momento de vida de cada pessoa. Se você sente que é hora de cuidar da sua saúde emocional, meus serviços estão à disposição para te acolher com ética e sensibilidade.


  • Quando a pessoa tem transtorno dismorfico corporal, ela pode imaginar coisas no corpo que não existe

    Quando a pessoa tem transtorno dismorfico corporal, ela pode imaginar coisas no corpo que não existe, ou é impossivel? tipo eu imaginar um desgaste no meu dente, que não está lá e isso virou uma ilusão da minha mente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    No Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), a pessoa pode desenvolver uma preocupação intensa com partes do corpo, mesmo que essas alterações sejam mínimas ou inexistentes aos olhos de outras pessoas. Essa percepção pode sim levar a ver o próprio corpo de forma distorcida, como imaginar imperfeições que não estão objetivamente presentes como um desgaste no dente, por exemplo ainda que os exames mostrem que está tudo bem.

    Essa experiência não é "ilusão" no sentido de estar "inventando", mas sim um sofrimento real, vivido com muita angústia. Na Gestalt-terapia, acolhemos esse sofrimento sem julgamentos, buscando compreender o que essa percepção expressa sobre a forma como a pessoa está se relacionando consigo mesma e com o mundo.

    Se você tem se sentido desconfortável com sua imagem corporal e quer compreender melhor o que está por trás desses sentimentos, estou à disposição para te acompanhar com escuta e cuidado.


  • Como o sentimento de não ser amada afeta a saúde mental de uma pessoa ?

    Como o sentimento de não ser amada afeta a saúde mental de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá. tudo bem?
    Sentir que não é amada pode afetar profundamente a saúde mental. Esse sentimento pode gerar tristeza, insegurança, baixa autoestima e dificuldades nos relacionamentos. Quando se repete por muito tempo, pode contribuir para quadros de ansiedade, depressão ou comportamentos de auto-sabotagem.

    Na Gestalt-terapia, entendemos esse sentimento como uma vivência que merece ser escutada com sensibilidade. Buscamos compreender como a pessoa construiu essa percepção e como ela pode, no presente, ressignificar suas experiências e relações, fortalecendo o contato consigo mesma e com os outros.

    Se você tem se sentido assim, saiba que não precisa enfrentar isso sozinha. Meus serviços estão à disposição para te acompanhar com acolhimento e responsabilidade.


  • Quanto tempo dura o tratamento de silêncio do narcisista? .

    Quanto tempo dura o tratamento de silêncio do narcisista? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    Considerando a subjetividade humana, não é possível prever ou cogitar o tempo de duração para que a queixa principal trazida à psicoterapia seja "resolvida". Até porque, muitas vezes, abrimos literalmente a caixa de Pandora ao iniciarmos o processo terapêutico, onde outras demandas surgem a partir do início.


  • Como a neuroplasticidade se relaciona com as emoções?

    Como a neuroplasticidade se relaciona com as emoções?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem com você?
    A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se modificar ao longo da vida, formando novas conexões neurais. Ela está diretamente relacionada às emoções, pois experiências emocionais especialmente as vividas com frequência ou intensidade influenciam essas mudanças no cérebro.

    Na prática, isso significa que, mesmo após situações difíceis, é possível desenvolver novos modos de sentir, reagir e se relacionar consigo e com os outros. Na Gestalt-terapia, valorizamos o contato consciente com o presente e as possibilidades de mudança que surgem nesse processo. É nesse espaço de escuta e acolhimento que a neuroplasticidade pode atuar a favor da saúde emocional.

    Se você deseja compreender melhor suas emoções e favorecer transformações mais saudáveis na sua vida, meus serviços estão à disposição para te acompanhar com responsabilidade e cuidado.


  • O Transtorno de Ansiedade por Doença tem tratamento?

    O Transtorno de Ansiedade por Doença tem tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Sim, o Transtorno de Ansiedade por Doença, antes chamado de hipocondria, tem tratamento e pode ser bastante eficaz. Ele se caracteriza por uma preocupação intensa e persistente com a possibilidade de estar doente, mesmo sem evidências médicas que confirmem isso. Mas é importante lembrar: sentir medo ou preocupação com a saúde de vez em quando é normal; o transtorno só é considerado quando isso começa a atrapalhar a vida da pessoa.

    Na Gestalt-terapia, olhamos para além do rótulo. Buscamos compreender como essa ansiedade se manifesta na experiência atual da pessoa, como ela lida com o medo, o corpo e o cuidado de si. O trabalho terapêutico envolve acolher essas emoções, investigar os significados atribuídos aos sintomas e ampliar a consciência sobre o próprio funcionamento. Muitas vezes, esse processo ajuda a pessoa a se reconectar com sua história, suas relações e seus modos de estar no mundo.

    Além da psicoterapia, em alguns casos, o acompanhamento médico e o uso de medicação podem ser indicados, sempre com orientação profissional. O mais importante é saber que não é frescura nem exagero é um sofrimento real que merece cuidado e escuta qualificada. Estou à disposição para lhe auxiliar nesse processo.


  • Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) afeta o processo de luto?

    Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) afeta o processo de luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    Olá, tudo bem?
    Pessoas com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) podem vivenciar o luto de forma mais intensa, com pensamentos repetitivos (obsessões) ligados à perda e comportamentos compulsivos como forma de tentar aliviar a angústia. Isso pode dificultar a vivência natural do luto, prolongando ou bloqueando o contato com as emoções reais da perda.

    Na Gestalt-terapia, buscamos entender como a pessoa está vivendo essa experiência no aqui-e-agora, acolhendo o sofrimento sem julgamentos e favorecendo o contato autêntico com a dor, respeitando seu ritmo e sua singularidade.

    Se você ou alguém próximo está passando por um luto com sinais de sofrimento intenso ou repetitivo, estou à disposição para oferecer apoio psicológico com escuta sensível e profissional. Você não precisa lidar com isso sozinho(a).


  • Qual é a relação entre Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e luto ?

    Qual é a relação entre Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e luto ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Josiane Renata Mendes Barbosa

    O luto pode intensificar sintomas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). A dor da perda e o medo de sofrer novamente podem aumentar os pensamentos repetitivos (obsessões) e os comportamentos compulsivos como forma de tentar controlar a ansiedade. Em alguns casos, a culpa e a sensação de responsabilidade pela perda também alimentam esse ciclo.

    Na Gestalt-terapia, olhamos para o que a pessoa está vivendo no presente, buscando compreender como ela está lidando com a dor e o que precisa ser acolhido e elaborado com consciência e respeito.

    Se você ou alguém próximo está passando por um luto com sofrimento intenso ou sintomas recorrentes de ansiedade, estou à disposição para oferecer escuta acolhedora e apoio psicológico profissional. Você não precisa enfrentar isso sozinho(a).


Perguntas frequentes

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