Perguntas do paciente (151)

  • Quais são as recomendações psicológicas para ajudar a manter uma atitude positiva durante a quimiote

    Quais são as recomendações psicológicas para ajudar a manter uma atitude positiva durante a quimioterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Durante a quimioterapia para câncer, manter uma atitude positiva não significa negar as dificuldades, mas aprender a lidar com elas de forma mais saudável.

    Algumas recomendações psicológicas importantes incluem: manter o foco no presente, evitando antecipar cenários negativos; validar emoções como medo e tristeza, sem se cobrar estar bem o tempo todo; e estabelecer pequenas metas diárias, o que ajuda a preservar a sensação de controle.

    Também é fundamental contar com uma rede de apoio, compartilhar sentimentos com pessoas de confiança e manter, dentro do possível, atividades que tragam prazer e sentido.

    O acompanhamento psicológico pode auxiliar no manejo da ansiedade, no fortalecimento emocional e na construção de estratégias para atravessar esse período com mais equilíbrio e qualidade de vida.


  • . A psicoterapia pode ser útil no manejo de sintomas depressivos em pacientes com linfoma?

    . A psicoterapia pode ser útil no manejo de sintomas depressivos em pacientes com linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Sim, a psicoterapia pode ser muito útil no manejo de sintomas depressivos em pacientes com linfoma.

    O processo terapêutico oferece um espaço seguro para que o paciente expresse medos, angústias e incertezas relacionadas ao diagnóstico e ao tratamento. Além disso, ajuda a desenvolver estratégias para lidar com pensamentos negativos, reduzir a ansiedade e fortalecer recursos emocionais.

    A psicoterapia também contribui para melhorar a adaptação à rotina de tratamento, preservar o senso de identidade para além da doença e promover mais qualidade de vida durante esse período.


  • A psicoterapia pode ajudar a melhorar a comunicação do paciente com os médicos sobre suas preocupaçõ

    A psicoterapia pode ajudar a melhorar a comunicação do paciente com os médicos sobre suas preocupações emocionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Sim, a psicoterapia pode ajudar significativamente o paciente a melhorar a comunicação com a equipe médica sobre suas preocupações emocionais.

    No processo terapêutico, o paciente aprende a identificar e nomear melhor o que está sentindo, organizar seus pensamentos e expressar suas necessidades de forma mais clara e assertiva. Isso facilita o diálogo com os profissionais de saúde e evita que questões importantes fiquem não ditas.

    Além disso, a psicoterapia trabalha a redução da ansiedade e do receio de julgamento, o que torna o paciente mais confortável para abordar temas sensíveis durante as consultas, contribuindo para um cuidado mais completo e humanizado.


  • . Canhotos têm desvantagens na memória de trabalho?

    . Canhotos têm desvantagens na memória de trabalho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Não há evidências científicas de que pessoas canhotas tenham desvantagem na memória de trabalho. Estudos comparando canhotos e destros não mostram prejuízo cognitivo associado à lateralidade; diferenças no funcionamento cerebral entre canhotos representam variações normais, não déficits. Dificuldades de memória de trabalho estão muito mais relacionadas a fatores como estresse, ansiedade, sono, atenção, sobrecarga mental e contexto de aprendizagem do que ao fato de a pessoa ser canhota.


  • Canhotos têm maior risco de transtornos mentais? .

    Canhotos têm maior risco de transtornos mentais? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Não há evidências científicas consistentes de que pessoas canhotas tenham maior risco de transtornos mentais. A canhotice é uma variação normal da lateralidade e, por si só, não é fator de risco para psicopatologia. Eventuais associações observadas em estudos antigos ou com amostras pequenas não se sustentam em pesquisas mais robustas; o risco para transtornos mentais está muito mais relacionado a fatores genéticos, ambientais, experiências de vida, estresse crônico e condições psicossociais do que à lateralidade manual.


  • É correto "corrigir" uma criança canhota? .

    É correto "corrigir" uma criança canhota? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Não é correto corrigir uma criança canhota para usar a mão direita. A canhotice é uma variação normal do desenvolvimento e forçar a mudança de lateralidade pode gerar prejuízos emocionais e funcionais, como ansiedade, insegurança, dificuldades de aprendizagem e maior tensão motora. O adequado é respeitar a lateralidade da criança, oferecer materiais e orientações adaptadas (posição do caderno, tesoura para canhotos, iluminação adequada) e favorecer um ambiente que apoie seu desenvolvimento sem constrangimentos.


  • Qual é a função da anamnese antes dos testes projetivos?

    Qual é a função da anamnese antes dos testes projetivos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    A anamnese tem papel fundamental antes da aplicação de testes projetivos, pois permite compreender o contexto de vida do paciente e orientar a interpretação dos resultados.

    Por meio dela, o psicólogo coleta informações sobre história pessoal, familiar, emocional e possíveis queixas atuais, o que ajuda a formular hipóteses clínicas e definir se o uso de testes projetivos é adequado.

    Além disso, a anamnese evita interpretações isoladas ou descontextualizadas, já que os conteúdos projetados só fazem sentido quando analisados à luz da história e da realidade do paciente. Também contribui para o estabelecimento de vínculo, favorecendo maior espontaneidade e qualidade nas respostas durante a avaliação.


  • Como é a inteligência de alguém com funcionamento intelectual limítrofe" (FIL) ?

    Como é a inteligência de alguém com funcionamento intelectual limítrofe" (FIL) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    A inteligência de uma pessoa com Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) situa-se abaixo da média da população, geralmente associada a um quociente de inteligência entre aproximadamente 70 e 85. Esse nível de funcionamento cognitivo caracteriza-se por maior dificuldade em tarefas que exigem raciocínio abstrato, resolução de problemas complexos, planejamento e compreensão de conceitos mais elaborados. Em geral, a aprendizagem ocorre de forma mais lenta, podendo haver necessidade de mais repetição e de explicações mais concretas para a assimilação de novos conteúdos. Apesar dessas limitações, indivíduos com funcionamento intelectual limítrofe costumam apresentar autonomia em diversas atividades do cotidiano e conseguem desenvolver habilidades práticas e sociais, especialmente quando recebem apoio educacional e oportunidades adequadas de aprendizagem. Assim, trata-se de um nível de inteligência que não configura deficiência intelectual, mas que pode trazer desafios adicionais diante das exigências cognitivas presentes nos contextos escolar, profissional e social.


  • Quais são os prejuízos sociais do "Funcionamento Intelectual Limítrofe" (FIL)?

    Quais são os prejuízos sociais do "Funcionamento Intelectual Limítrofe" (FIL)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    O Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) refere-se a um nível de funcionamento cognitivo situado entre a média da população e a deficiência intelectual, geralmente associado a um quociente de inteligência aproximadamente entre 70 e 85. Embora não seja classificado como um transtorno mental, pode estar associado a diversos prejuízos sociais ao longo da vida. Entre esses prejuízos destacam-se dificuldades no percurso escolar, como maior lentidão na aprendizagem, problemas na compreensão de conteúdos mais abstratos e maior risco de repetência ou evasão escolar. No campo profissional, indivíduos com funcionamento intelectual limítrofe podem encontrar mais dificuldades para desempenhar atividades que exigem planejamento, tomada de decisão complexa e resolução de problemas, o que pode limitar oportunidades de inserção e estabilidade no mercado de trabalho. Além disso, podem apresentar desafios no desenvolvimento da autonomia para lidar com demandas cotidianas, como organização financeira, compreensão de normas burocráticas e planejamento de vida. Também podem se mostrar mais vulneráveis a situações de exploração ou manipulação social, em razão de dificuldades na avaliação de consequências e na interpretação de situações sociais complexas. Tais experiências, somadas a possíveis históricos de fracasso escolar ou críticas ao desempenho, podem impactar negativamente a autoestima e aumentar a vulnerabilidade a sofrimento psicológico, como ansiedade e depressão. Dessa forma, o funcionamento intelectual limítrofe pode contribuir para trajetórias marcadas por maior vulnerabilidade social, sobretudo quando não há suporte educacional, familiar e comunitário adequado.


  • Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Não é obrigatório, mas muitas vezes é uma combinação muito eficaz.

    A psicoterapia com o psicólogo ajuda a entender os gatilhos da ansiedade, trabalhar pensamentos, emoções e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com as crises.

    O psiquiatra entra principalmente quando os sintomas estão mais intensos, frequentes ou causando muito prejuízo no dia a dia, podendo avaliar se há necessidade de medicação para ajudar a estabilizar o quadro.

    Em muitos casos, o acompanhamento conjunto dos dois profissionais traz melhores resultados, mas isso sempre depende da gravidade e da necessidade de cada pessoa.


  • A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu

    A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu com meus amigos, enfim, acho q dei uma piorada, estou tomando remedios mas quero enfrentar sem e nao consigo, me sinto extremamente solitária

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Sinto muito que você esteja se sentindo assim… essa solidão pesa mesmo, ainda mais depois de tudo que você passou nesse relacionamento.

    A ansiedade social pode isolar bastante, e quando vem junto de experiências assim, é natural que fique mais difícil confiar, se abrir e retomar amizades. Não é fraqueza — é algo que foi sendo construído aos poucos.

    Sobre querer enfrentar sem remédio: é compreensível, mas não precisa ser “tudo ou nada”. A medicação pode estar te ajudando a ter um pouco mais de base enquanto você trabalha isso emocionalmente. Não precisa tirar de uma vez, nem sozinha — o ideal é conversar com seu psiquiatra antes de qualquer mudança.

    O psicólogo pode te ajudar muito nesse processo, principalmente pra ir retomando o contato com as pessoas aos poucos, no seu tempo, sem pressão. Pequenos passos já contam, como mandar mensagem pra alguém de confiança ou tentar um encontro mais tranquilo.

    E sobre essa sensação de solidão: ela é real, mas não precisa ser permanente. Dá pra reconstruir vínculos, sim — devagar, com cuidado e respeitando o que você consegue hoje.

    Você não precisa passar por isso sozinha


  • Tem como uma pessoa superar os traumas causados pelo bullying?

    Tem como uma pessoa superar os traumas causados pelo bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Sim, é possível superar os traumas causados pelo bullying.

    O impacto pode ser profundo, afetando autoestima, confiança e forma de se relacionar, mas esses efeitos podem ser trabalhados e ressignificados ao longo do tempo.

    A psicoterapia ajuda a elaborar as experiências vividas, reduzir pensamentos negativos internalizados e fortalecer a autoestima. Também auxilia no desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, permitindo que a pessoa se relacione com mais segurança e menos medo de julgamento.

    Com o suporte adequado, é possível reconstruir a própria identidade para além do que foi vivido e desenvolver uma relação mais saudável consigo e com os outros.


  • Quais são os sinais de que um filho está sofrendo bullying?

    Quais são os sinais de que um filho está sofrendo bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Alguns sinais podem indicar que um filho está sofrendo bullying, especialmente quando há mudanças no comportamento e no emocional.

    Entre os principais, estão: resistência ou medo de ir à escola, queda no rendimento escolar, isolamento social, irritabilidade ou tristeza frequente, além de queixas físicas sem causa aparente (como dor de cabeça ou de barriga).

    Também podem surgir alterações no sono e no apetite, perda de interesse em atividades que antes gostava e comportamentos mais retraídos ou ansiosos. Em alguns casos, a criança pode evitar falar sobre o que está acontecendo ou apresentar mudanças bruscas de humor.

    Observar esses sinais e manter um diálogo aberto e acolhedor é fundamental para identificar a situação e oferecer o suporte necessário.


  • : Que técnicas da logoterapia podem ajudar a encontrar sentido?

    : Que técnicas da logoterapia podem ajudar a encontrar sentido?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Na logoterapia, o encontro de sentido é favorecido por técnicas que ajudam a pessoa a se reconectar com valores, escolhas e responsabilidades diante da vida. Entre as principais estão a intenção paradoxal, que reduz a ansiedade ao encarar com humor e distanciamento o que se teme; a desreflexão, que diminui a hiperfocalização em sintomas ou desempenho, redirecionando a atenção para tarefas e valores fora de si; e o diálogo socrático, que, por meio de perguntas, auxilia a pessoa a reconhecer sentidos possíveis em sua própria experiência. Além disso, o trabalho com valores criativos, vivenciais e atitudinais favorece a construção de sentido por meio do que se faz, do que se vive e da postura adotada frente ao sofrimento inevitável.


  • Como podemos lidar com Frustração Existencial e Medo Existencial ?

    Como podemos lidar com Frustração Existencial e Medo Existencial ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    A frustração e o medo existenciais podem ser manejados ao construir sentido a partir de valores e escolhas no cotidiano, reduzir a ruminação sobre o sofrimento, desenvolver tolerância à incerteza, fortalecer vínculos e buscar atividades significativas, recorrendo à psicoterapia quando necessário para elaborar angústias e perdas.


  • Como posso ajudar alguém que está passando por medo existencial?

    Como posso ajudar alguém que está passando por medo existencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Ajudar alguém com medo existencial envolve oferecer escuta acolhedora, validar a angústia sem minimizá-la e apoiar a pessoa a construir sentido no cotidiano. Isso inclui ajudá-la a identificar valores e objetivos possíveis no aqui-e-agora, reduzir a ruminação e a hiperfocalização no medo, questionar crenças paralisantes sobre controle e futuro, fortalecer vínculos e incentivar atividades significativas e de autocuidado. Quando o sofrimento é intenso ou persistente, o acompanhamento psicoterapêutico é indicado para elaborar essas angústias de forma mais integrada.


  • A felicidade é possível em situações difíceis? .

    A felicidade é possível em situações difíceis? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Sim, é possível viver momentos de felicidade mesmo em fases difíceis, mas isso não significa estar bem o tempo todo ou negar a dor. A felicidade não é ausência de sofrimento, e sim a capacidade de encontrar pequenos sentidos, vínculos e experiências que sustentam a vida apesar das dificuldades. Na psicoterapia, a pessoa aprende a acolher o que dói sem se definir só pelo sofrimento, a reconhecer o que ainda dá sentido ao cotidiano e a construir formas mais saudáveis de atravessar fases duras sem perder de vista aquilo que importa para ela.


  • O que é orientação profissional em psicologia? .

    O que é orientação profissional em psicologia? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Orientação profissional em psicologia é um processo de escuta e intervenção que ajuda a pessoa a refletir sobre interesses, valores, habilidades, expectativas e contexto de vida para fazer escolhas mais conscientes sobre carreira, estudos e trajetórias profissionais. Envolve autoconhecimento, informação sobre possibilidades de formação e trabalho e apoio na tomada de decisão, considerando também fatores emocionais, sociais e práticos que influenciam o projeto de vida.


  • . Quais são os impactos positivos da internet e das redes sociais na saúde mental?

    . Quais são os impactos positivos da internet e das redes sociais na saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    A internet e as redes sociais podem trazer impactos positivos para a saúde mental quando utilizadas de forma equilibrada.

    Elas facilitam o acesso à informação de qualidade sobre saúde, promovendo maior autoconhecimento e conscientização. Também permitem a conexão com outras pessoas, reduzindo a sensação de isolamento e fortalecendo redes de apoio.

    Além disso, podem ser espaços para expressão emocional, troca de experiências e busca por ajuda, inclusive com maior acesso a profissionais e conteúdos psicoeducativos. Quando bem utilizadas, contribuem para o bem-estar, senso de pertencimento e apoio social.


  • Quais são os cuidados necessários em casos de emergência de pacientes com doenças crônicas mentais ?

    Quais são os cuidados necessários em casos de emergência de pacientes com doenças crônicas mentais ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Marcelo D'Almeida

    Em casos de emergência envolvendo pacientes com transtornos mentais crônicos, o principal cuidado é garantir a segurança imediata do paciente e das pessoas ao redor. Situações como risco de autoagressão, heteroagressão ou perda importante de contato com a realidade exigem atenção rápida.

    É importante manter uma abordagem calma, evitar confrontos diretos e buscar reduzir estímulos que possam aumentar a agitação. Sempre que possível, acionar a rede de apoio (familiares, cuidadores) e serviços de urgência em saúde mental.

    A continuidade do cuidado também é essencial, com encaminhamento para avaliação profissional e ajuste do tratamento, quando necessário. Ter um plano prévio de crise, construído junto ao paciente e à equipe de saúde, pode facilitar a condução dessas situações e reduzir riscos.


Perguntas frequentes

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