Perguntas do paciente (215)
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Pq as mães preferem os filhos do que as filhas? Tenho 20 anos e Sou a mais nova. tenho 2 irmãos, um
Pq as mães preferem os filhos do que as filhas? Tenho 20 anos e Sou a mais nova. tenho 2 irmãos, um de 22 e outro de 24. Minha mãe trata eles diferentes dms… enquanto cmg é tão fria, ela não é narcisista, eu tenho quase certeza que não
Minha psicóloga diz que é pq ela apenas não tem esse amor para me dar então ela não consegue… mas pq ela tem pros meus irmãos e pra mim não?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa situação é, sem dúvida, muito dolorosa, e é compreensível que você busque entender o que está por trás dessa dinâmica familiar.
Essa diferença de tratamento pode estar mais relacionada a questões internas dela do que a algo sobre você.
Nas relações familiares, especialmente entre mães e filhos, há muitas camadas de sentimentos inconscientes que influenciam a forma como o afeto é distribuído. Sua mãe pode ter expectativas, crenças ou até experiências de vida que moldam a maneira como ela interage com cada filho. É possível que a relação dela com os seus irmãos atenda a uma necessidade emocional que ela carrega. Ao mesmo tempo, a dificuldade de demonstrar afeto por você pode estar ligada a algo em sua história pessoal ou a questões que ela mesma não consegue reconhecer ou elaborar.
Esse tipo de diferenciação não significa que há algo errado com você ou que você não é merecedora do amor dela. Muitas vezes, essas questões são transmitidas de geração em geração, sem que ninguém perceba de forma consciente. Sua mãe, por exemplo, pode estar repetindo padrões de afeto que ela mesma viveu na infância.
É muito positivo que você já esteja em terapia, pois esse é um espaço seguro para trabalhar esses sentimentos de rejeição ou inadequação que podem surgir dessa relação.
A busca por respostas é válida, mas o mais importante é trabalhar para que o impacto emocional dessa relação não determine a forma como você se vê ou como você se relaciona com o mundo. Por mais difícil que seja, lembre-se de que o amor que você merece pode começar a ser construído dentro de você mesma.
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Não tenho vontade de socializar, quando converso com as pessoas meio que faço por “obrigação”, mas t
Não tenho vontade de socializar, quando converso com as pessoas meio que faço por “obrigação”, mas tenho uma vida social, trabalho, estudo, e as pessoas sempre comentam que sou muito quieta e sinto que isso me atrapalha muito.
O que eu poderia fazer para desenvolver minha comunicação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua falta de vontade de socializar provavelmente está ligada ao desconforto que isso lhe causa. E esse desconforto pode ter raízes em experiências do passado, como relações familiares ou situações onde você pode ter se sentido pouco compreendida ou até julgada.
Muitas vezes, criamos formas de proteção para evitar novos desconfortos, mas elas podem nos deixar mais introspectivas do que gostaríamos.
O que talvez possa te ajudar é, aos poucos, explorar a ideia de levar as interações com mais leveza. Socializar não precisa ser uma tarefa séria ou pesada. Encare as conversas como um espaço para brincar com palavras, trocar ideias ou até mesmo dar um sorriso sem grandes expectativas.
Na terapia, é possível investigar o que está por trás dessa dificuldade e, ao mesmo tempo, descobrir maneiras de tornar os relacionamentos mais leves e até divertidos. Com o tempo, você pode se surpreender ao perceber que é possível se comunicar de forma mais natural, sem tanta preocupação, e encontrar prazer nessas conexões.
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É comum pensar tantas coisas ao mesmo tempo?
É comum pensar tantas coisas ao mesmo tempo? São vários pensamentos todo juntos, trabalho, casa, vida pessoal, relacionamento....
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensar demais sobre várias coisas ao mesmo tempo pode ser um reflexo de um ritmo de vida acelerado ou de uma dificuldade em organizar as prioridades internas. Às vezes, nossa mente tenta dar conta de tudo, mas isso pode nos deixar mais exaustos do que produtivos.
Uma boa maneira de lidar com isso é aprender a desacelerar. Criar momentos para respirar, organizar as tarefas por prioridade e até praticar atividades que ajudam a silenciar a mente, como meditação ou leitura, podem ser úteis. Mas, acima de tudo, entender o que está por trás dessa sobrecarga é essencial. Esse excesso pode refletir algo mais profundo, como a dificuldade em lidar com expectativas ou demandas externas, ou até mesmo a necessidade de estar sempre no controle.
A psicoterapia pode ajudar nesse processo, permitindo que você entenda melhor a origem desses pensamentos incessantes e encontre formas mais saudáveis de lidar com eles. Afinal, não precisamos carregar o mundo na cabeça o tempo todo. Aprender a ouvir o que sua mente e seu corpo pedem também é um gesto de cuidado consigo mesmo.
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Como lidar com a timidez? E com a sensação de estar sendo inadequado e/ou inconveniente ao interagir
Como lidar com a timidez? E com a sensação de estar sendo inadequado e/ou inconveniente ao interagir com as pessoas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a timidez e a sensação de inadequação ao interagir com as pessoas é um processo que exige paciência e, sobretudo, autocompreensão. Essas sensações muitas vezes têm raízes profundas, ligadas à forma como você foi acolhido ou percebido em suas experiências iniciais de interação, sejam familiares ou sociais. A timidez, assim como a sensação de ser inconveniente, pode surgir como um mecanismo de defesa frente ao medo de rejeição ou julgamento, refletindo uma necessidade de se proteger de possíveis desconfortos emocionais.
Na psicanálise, esse processo é aprofundado ao explorar o que está no inconsciente, as marcas deixadas por experiências que moldaram a maneira como você se apresenta no mundo. Entender essas raízes ajuda não apenas a reduzir a timidez ou a sensação de inadequação, mas a construir uma relação mais autêntica consigo mesmo e, por consequência, com os outros. A mudança acontece de dentro para fora, promovendo conexões mais leves e verdadeiras, sem o peso constante de se sentir observado ou avaliado.
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O fazer quando em um relacionamento sempre a pessoa te culpa pelos erros, diz que eu sou o causador
O fazer quando em um relacionamento sempre a pessoa te culpa pelos erros, diz que eu sou o causador de brigas na relação , e no final eu tenho que pedir perdão???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Estar em um relacionamento onde você se sente constantemente culpabilizado pode ser extremamente desgastante. Quando o outro atribui todas as falhas e brigas exclusivamente a você, é importante refletir sobre a dinâmica dessa relação. Será que essa culpa realmente é sua ou há uma tendência do outro em evitar a autorresponsabilidade?
Talvez você mantenha essa postura de sempre “pedir perdão” na tentativa de manter a paz no relacionamento, mas isso pode acabar alimentando um ciclo tóxico.
É fundamental questionar: como você se sente nesse lugar? Você está conseguindo se expressar e ser ouvido? Uma relação saudável é construída com base no diálogo, na empatia e no reconhecimento mútuo de erros e acertos.
A terapia pode ajudar você a compreender melhor o seu papel nessa dinâmica e, principalmente, a identificar se está abrindo mão de si mesmo para sustentar a relação. Se esse padrão se repete, talvez seja o momento de olhar para o que está causando esse desequilíbrio e entender quais são os limites que você precisa estabelecer para preservar sua saúde emocional.
Não é sua responsabilidade carregar sozinho o peso da relação, e ninguém deve se sentir constantemente culpado ou inferior dentro de um relacionamento.
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Olá, gostaria de saber porque eu não consigo gostar de ninguém. Sempre tive dificuldade em ne relaci
Olá, gostaria de saber porque eu não consigo gostar de ninguém. Sempre tive dificuldade em ne relacionar com as pessoas tanto amizade quanto romanticamente. Não consigo sentir sentimentos positivos como amor, carinho, etc. Obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode ser vivenciado com muito sofrimento, especialmente quando há o desejo de se vincular, mas algo parece travar por dentro. Dificuldades em sentir afeto ou se aproximar emocionalmente das pessoas nem sempre têm uma explicação simples ou visível. Muitas vezes, estão ligadas a experiências emocionais precoces que, de algum modo, impactaram a forma como você passou a se proteger — inclusive do afeto.
Em alguns casos, quando os vínculos foram marcados por frustração, negligência ou dor, o psiquismo pode aprender a se afastar das emoções como forma de defesa. Isso não significa que você seja fria ou incapaz de amar, mas que, talvez, tenha aprendido a “anestesiar” esses sentimentos para não correr o risco de se machucar.
A psicoterapia oferece um espaço para que você possa investigar, com cuidado e profundidade, de onde vem essa dificuldade e como ela se formou. Ao longo do processo, é possível construir um jeito mais próprio e verdadeiro de se relacionar consigo mesma e com os outros, resgatando afetos que, por algum motivo, ficaram represados.
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Olá! Tenho vontade de chorar todos os dias, como parar?
Olá! Tenho vontade de chorar todos os dias, como parar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir vontade de chorar todos os dias é um sinal de que algo dentro de você está pedindo atenção. As emoções que transbordam dessa forma costumam estar ligadas a uma dor, um conflito ou a um acúmulo de sentimentos não expressos que, aos poucos, encontram no choro uma forma de alívio. Não se trata de simplesmente “parar de chorar”, mas de compreender o que está por trás dessa vontade constante.
O choro, muitas vezes, é uma forma de comunicação interna, um convite para olhar para o que está acontecendo na sua vida, seja em relação às suas experiências recentes, à forma como você se sente consigo mesmo ou às demandas que você enfrenta. Pode ser que você esteja passando por uma tristeza profunda, uma sensação de sobrecarga, ou até mesmo algo mais duradouro, como uma depressão.
Procurar o apoio de um psicólogo pode ajudar a entender o que está acontecendo e acolher essa dor de forma mais profunda. No espaço terapêutico, você pode descobrir a origem desse sentimento, dar voz às suas emoções e, aos poucos, encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com elas.
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Olá, eu terminei um relacionamento de um ano, faz 4 meses e meio e ainda sonho direto com a pessoa,
Olá, eu terminei um relacionamento de um ano, faz 4 meses e meio e ainda sonho direto com a pessoa, e algumas vezes o sentimento volta a ressurgir, não na mesma intensidade que meses atrás mas um aperto e lembrança da pessoal, como se ainda gostasse, e me sinto só também. Isso é normal? Ou é dependência emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando um vínculo afetivo se rompe, o desligamento emocional costuma ser mais lento e complexo do que a separação prática. O que se viveu, o que foi desejado e até o que não pôde acontecer continua sendo processado internamente.
O fato de você sonhar com a pessoa ou sentir esse “aperto” não significa necessariamente que ainda exista amor no presente, mas pode ser um sinal de que o luto da separação ainda está em curso. Muitas vezes, junto com o luto, aparece a solidão — e ela pode dar a falsa impressão de que o que falta é a outra pessoa, quando, na verdade, o que está faltando é um novo sentido que ainda está por ser construído.
É importante olhar para o que esse relacionamento representou para você: que lugar ele ocupava na sua vida, o que preenchia, o que despertava. Esses sentimentos merecem escuta, e não julgamento. Um acompanhamento terapêutico pode ser muito valioso nesse momento, ajudando a dar lugar ao que está sendo vivido e a seguir, aos poucos, elaborando o que ficou marcado.
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Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato
Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato de passar pela portaria, passar pelo porteiro toda vez que saio e entro me incomoda, isso seria algum tipo de fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir-se incomodado por passar pela portaria e ter sua rotina percebida pode estar relacionado a uma sensação de exposição ou até a um conflito interno mais profundo. Muitas vezes, esses desconfortos surgem não apenas pela situação em si, mas por algo em nós que a situação desperta, como uma tensão entre o desejo de liberdade e a percepção de estar sendo observado ou controlado.
Esse tipo de incômodo pode refletir uma dificuldade em equilibrar a necessidade de se sentir livre com a convivência em um ambiente compartilhado, como um prédio. É possível que essa sensação esteja conectada a uma inquietação interna sobre ser visto ou interpretado, algo que talvez remeta a experiências passadas ou a expectativas que você sente que os outros têm sobre você.
Explorar esses sentimentos em um processo terapêutico pode ajudá-lo a entender por que essa situação específica causa tanto desconforto. Muitas vezes, o que sentimos em situações cotidianas tem raízes mais profundas, e trabalhar essas questões pode trazer alívio e uma nova maneira de lidar com esse tipo de situação.
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ultimamente ando esquecendo muitas coisas é vivendo no mundo da lua! Não consigo concentrar meus pen
ultimamente ando esquecendo muitas coisas é vivendo no mundo da lua! Não consigo concentrar meus pensamentos, e tem hora que pareço estar fora da realidade fico meio confuso mental, tenho 21 anos, faço uso de cannabis será que isso poderia ser umas das coisas que atrapalham ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o uso frequente de cannabis pode afetar a memória, a concentração e até a sensação de estar “fora da realidade”, especialmente em pessoas mais jovens, cujo cérebro ainda está em desenvolvimento. Esses efeitos variam de pessoa para pessoa, mas o que você descreve (confusão mental, lapsos de memória, dificuldade de foco) são relatos comuns de quem faz uso contínuo.
Mas é importante considerar também que esses sintomas podem estar ligados a questões emocionais mais profundas, como ansiedade, estresse crônico ou até mesmo estados dissociativos. Em muitos casos, o uso da substância não é a causa isolada, mas um agravante ou até uma forma de tentar aliviar um mal-estar já existente.
Um acompanhamento psicológico pode te ajudar a entender melhor o que está por trás desses sintomas, como você tem lidado com suas emoções e como está sua relação com a cannabis. A partir disso, é possível construir caminhos mais claros e consistentes para recuperar sua clareza mental e seu bem-estar.
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A pessoa com transtorno de ansiedade pode ficar agressivo? Tenho medo de perder o controle.
A pessoa com transtorno de ansiedade pode ficar agressivo? Tenho medo de perder o controle.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade, especialmente quando atinge níveis intensos, pode sim se manifestar em irritação ou até em momentos de agressividade. Isso ocorre porque o sistema de alerta do nosso corpo, que originalmente serve para nos proteger, fica hiperativado. Quando estamos ansiosos, o cérebro pode interpretar situações comuns como ameaças, e essa sensação constante de tensão pode sobrecarregar nossas emoções, fazendo com que pequenas frustrações ou contrariedades sejam percebidas de forma amplificada. É como se o limite de tolerância fosse reduzido.
No entanto, é importante refletir sobre o medo de “perder o controle”. Muitas vezes, esse medo pode estar associado a um conflito interno: uma luta entre o desejo de conter as emoções e a dificuldade de lidar com a intensidade delas. A agressividade que surge em momentos de ansiedade não é uma escolha consciente, mas um reflexo de algo mais profundo que precisa ser compreendido.
Na terapia, especialmente em uma abordagem psicanalítica, você pode explorar as raízes dessas reações. O que, dentro de você, dispara essa sensação de ameaça constante? Que histórias ou experiências podem ter influenciado a forma como você reage ao mundo? Entender essas questões ajuda a transformar o medo de perder o controle em um processo de reconexão com suas emoções, aprendendo a reconhecê-las, nomeá-las e lidar com elas de maneira mais leve e segura.
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Olá o desconforto físico da ansiedade como tensão muscular e tontura podem duras por vários dias?
Olá o desconforto físico da ansiedade como tensão muscular e tontura podem duras por vários dias?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas físicos da ansiedade podem, sim, durar por vários dias, especialmente quando a ansiedade não está sendo reconhecida ou tratada adequadamente.
Isso acontece porque o corpo permanece em estado de alerta por longos períodos, mesmo sem um motivo claro no momento. É como se o organismo estivesse tentando se proteger de um perigo que nunca se concretiza, o que gera desgaste físico e emocional.
Quando esses sintomas se prolongam, é sinal de que o corpo está pedindo ajuda. O acompanhamento psicológico pode te ajudar a entender melhor a origem dessa ansiedade, como ela se manifesta em você e o que pode estar alimentando esse estado de tensão contínua. Isso não só alivia os sintomas físicos com o tempo, como também contribui para que você possa se sentir mais no controle da sua própria vida.
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Boa tarde. Fiz a minha primeira sessão de hipnose para cura da ansiedade mas fiquei ainda mais ansio
Boa tarde. Fiz a minha primeira sessão de hipnose para cura da ansiedade mas fiquei ainda mais ansiosa. Faz parte do processo de 'cura'?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você tenha se sentido mais ansiosa depois da primeira sessão de hipnose. Às vezes, quando começamos um processo terapêutico, especialmente se ele mexe com emoções profundas, o corpo e a mente reagem com mais agitação. Isso pode ser um sinal de que algo interno foi tocado e ainda precisa de tempo para ser compreendido.
Muitas vezes, quando tentamos lidar com a ansiedade de forma rápida, o efeito pode ser o oposto: em vez de alívio imediato, sentimos um desconforto maior, justamente porque algo que estava guardado começou a vir à tona.
Se esse incômodo continuar, vale conversar com o profissional que te atendeu ou repensar se essa é a abordagem certa para você neste momento. Em alguns casos, é mais cuidadoso começar com um processo de escuta mais aprofundada, como a psicoterapia, onde você possa falar sobre o que sente no seu tempo, sem pressa.
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Meu namorado è esquizofrenico, mais quando esta comigo se comporta como adulto.Mais quando esta na p
Meu namorado è esquizofrenico, mais quando esta comigo se comporta como adulto.Mais quando esta na presenta dos pais ou de pessoas, se comporta como criança.Eu não entendo essa atitude dele e ele já tem 30 anos.È normal esse comportando diante das pessoas por causa dessa doença.Fica infantilizado na presença dos pais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode sim ter relação com a condição dele, mas também envolve outras camadas da história dele com os pais.
Pessoas com esquizofrenia podem apresentar oscilações de comportamento dependendo do ambiente e da forma como são tratadas. Se, na presença dos pais, ele se comporta de forma mais infantil, isso pode estar relacionado a uma dinâmica emocional antiga entre eles, como se, inconscientemente, ele retomasse um papel antigo, de filho frágil ou dependente. Isso acontece em muitas relações familiares, mesmo fora de um diagnóstico.
Além disso, a esquizofrenia não afeta apenas o pensamento lógico, mas também aspectos emocionais e sociais. Algumas pessoas com esse diagnóstico têm mais dificuldade em manter um senso de identidade estável em diferentes contextos, o que pode resultar nesse tipo de mudança no comportamento.
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Tem uma coisa que acontece muito comigo. Já é meu segundo relacionamento e as coisas estão se repeti
Tem uma coisa que acontece muito comigo. Já é meu segundo relacionamento e as coisas estão se repetindo denovo. Quando me relaciono amorosamente chega um momento que eu sinto que estou empurrando com a barriga. Do nada tenho vontade de terminar com a pessoa, sinto um distanciamento. Me sinto louca, confusa.E não, a pessoa não fez nada. É eu comigo mesma. Nunca senti que as pessoas se importam comigo, nunca me senti amada, nunca senti que sou levada a sério. A pessoa pode demonstrar mas eu nunca na minha vida senti. Queria saber da onde vem isso e porque acontece? Me sinto em conflito.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está vivendo é algo mais comum do que parece, e sua angústia é legítima. Na psicanálise, olhamos para essas repetições como manifestações de algo inconsciente que está tentando se expressar. Quando você fala sobre sentir que “empurra com a barriga” ou que “do nada” surge a vontade de terminar, pode ser que essas sensações estejam ligadas a experiências emocionais muito profundas, possivelmente relacionadas à forma como você aprendeu a se conectar com o afeto e a confiança nas relações desde cedo.
É possível que você se distancie emocionalmente para evitar uma dor que talvez nem esteja tão clara. É como se, ao antecipar um possível abandono ou desvalorização, você se protegesse. Essa é uma tentativa inconsciente de manter o controle, mas acaba gerando sofrimento, porque o desejo de se sentir amada continua presente.
A boa notícia é que essa repetição pode ser trabalhada e compreendida. Na terapia, você poderá explorar esses padrões e suas origens, trazendo à consciência essas experiências e, aos poucos, permitindo-se viver relacionamentos com mais segurança e confiança. É possível reconstruir essa percepção de si mesma e do amor que recebe, criando novas formas de se relacionar sem carregar esse peso do passado.
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É incrivel como algumas situações afetam o nosso corpo e nossa cabeça. Outro dia estava em casa e qu
É incrivel como algumas situações afetam o nosso corpo e nossa cabeça. Outro dia estava em casa e quando olho nas câmeras, um casal discutindo e um batendo no outro e eu comecei a passar mal. Hoje chegou uma senhora na loja e ela caiu, bateu a cabeça e tals e eu comecei a passar mal também. Meu corpo fica esquisito, trêmulo, voz trêmula, tensa. Queria saber se é normal isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o que você descreve pode acontecer com muitas pessoas e está ligado à forma como nosso corpo reage a situações de estresse ou choque emocional. Ver algo violento ou impactante, mesmo que não esteja acontecendo diretamente com você, pode ativar um estado de alerta no seu organismo, como se você também estivesse em perigo. Isso se chama resposta de “luta ou fuga”.
Seu corpo libera adrenalina, o coração acelera, os músculos ficam tensos, a respiração muda.Tudo isso faz parte de uma reação automática do sistema nervoso. Algumas pessoas são mais sensíveis a isso, especialmente quem tem mais empatia ou já passou por experiências que deixaram o sistema emocional mais vulnerável.
Essas reações físicas não significam que há algo "errado" com você. Mas se elas se tornarem frequentes ou intensas, a ponto de interferir no seu dia a dia, vale conversar com um profissional. A psicoterapia irá ajudar você a entender melhor essas reações e desenvolver formas mais suaves de lidar com elas, sem tanto sofrimento.
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A auto-sabotagem faz a pessoa se sentir incapaz de realizar algo? Tem alguma maneira de parar de se
A auto-sabotagem faz a pessoa se sentir incapaz de realizar algo? Tem alguma maneira de parar de se auto sabotar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a auto-sabotagem muitas vezes vem acompanhada de um sentimento profundo de incapacidade ou de dúvida sobre o próprio valor. A pessoa pode até ter recursos e oportunidades, mas algo dentro dela impede que avance, como se existisse uma força interna que a travasse diante da possibilidade de realização.
Essa força, na maioria das vezes, não é consciente. Pode estar ligada a experiências passadas de crítica, rejeição, medo de fracassar (ou até de ter sucesso e não saber lidar com isso), insegurança emocional ou conflitos mais antigos que ainda não foram elaborados. A mente, tentando evitar o sofrimento, acaba criando barreiras que parecem protetoras, mas que limitam a ação.
Parar de se auto sabotar não se resolve apenas com esforço racional ou frases motivacionais. É preciso entender de onde vem esse mecanismo, qual é a história emocional por trás dele e como foi se formando ao longo do tempo. A psicoterapia é um espaço fundamental para isso: ao construir uma escuta sobre si mesmo, é possível começar a transformar essas barreiras internas em caminhos de crescimento e mais liberdade de escolha.
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O que significa sonhar repetidamente com a mesma pessoa , mesmo sem ter contato ou ver ela . Essa pe
O que significa sonhar repetidamente com a mesma pessoa , mesmo sem ter contato ou ver ela . Essa pessoa é alguém que já amei muito e me fez sofrer bastante. Hoje sou casada e amo meu esposo , mas, essa pessoa está sempre presente em meus sonhos e acho estranho.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sonhar repetidamente com alguém do passado, especialmente alguém que você amou e que lhe causou sofrimento, pode ser um sinal de que há questões emocionais não resolvidas ligadas a essa pessoa ou à experiência que viveram juntos.
Essa pessoa pode simbolizar algo mais profundo: talvez sentimentos antigos, feridas emocionais, ou até mesmo partes de você mesma que ficaram marcadas por essa relação. Não significa que você ainda tenha sentimentos românticos por essa pessoa, mas que algo na experiência vivida ainda precisa ser compreendido ou elaborado.
O inconsciente traz à tona o que está em aberto, mesmo que isso pareça sem sentido no contexto atual.
Se esses sonhos te incomodam ou geram dúvidas, conversar sobre isso em terapia pode ser uma maneira segura de entender melhor o que seu inconsciente está tentando dizer e encontrar uma forma de integrar essas experiências sem que elas interfiram no seu presente.
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A ansiedade social é umas das mais difíceis de se tratar? visto que falar com um psicólogo já é um d
A ansiedade social é umas das mais difíceis de se tratar? visto que falar com um psicólogo já é um desafio.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para quem sofre com ansiedade/ fobia social, falar com um psicólogo pode parecer intimidante, mas é importante lembrar que o ambiente terapêutico é acolhedor e sem julgamentos.
Na psicanálise, o processo é construído no ritmo do paciente. Não é necessário expor tudo de imediato; a confiança se desenvolve aos poucos. O terapeuta está ali para ajudar você a entender de onde vem esse medo e, aos poucos, diminuir seu impacto na sua vida.
Mesmo que pareça difícil no começo, o simples ato de iniciar o tratamento já é um passo importante. A cada sessão, o peso dessa ansiedade pode ser trabalhado, abrindo espaço para que você se sinta mais seguro nas suas interações, tanto dentro quanto fora do consultório.
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Pessoas que sofreram ou tiveram traumas podem se tornar mau caráter?
Pessoas que sofreram ou tiveram traumas podem se tornar mau caráter?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Traumas emocionais profundos podem, sim, influenciar o comportamento de uma pessoa. Alguém que passou por situações como abandono, rejeição ou violência pode desenvolver defesas emocionais que se expressam de forma fria, agressiva ou desconectada do outro. Isso não significa necessariamente que essa pessoa tenha um “mau caráter”, mas sim que ela pode estar lidando com dores internas não elaboradas.
Nada disso justifica atitudes que machucam os outros, mas compreender esses processos ajuda a olhar com mais cuidado. A psicoterapia pode ser um espaço valioso para entender o que está por trás de certos comportamentos e trabalhar novas formas de lidar com as emoções e os relacionamentos.
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Perguntas frequentes
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Pq dizem que o Ansitec é fraco e não funciona? Já ouvi vários relatos dizendo essas coisas.. Ele rea
Boa tarde, sim é um ansiolítico leve, costuma ser mais fraco que os famosos…