A pressão arterial poderá ir a 19/12 durante um ataque de pânico, mesmo que os batimentos cardíacos
A pressão arterial poderá ir a 19/12 durante um ataque de pânico, mesmo que os batimentos cardíacos não passe de 100? O risco de morrer neste caso é grande, mesmo que o diagnóstico seja de síndrome do pânico? os exames cardiológicos deram apenas um leve aumento do átrio esquerdo e o cardiologista encaminhou o paciente para o psiquiatra, é possível que o problema seja só psicológico, mesmo com esse pico de pressão?
10 respostas
Não demore para iniciar o tratamento psiquiátrico. O pânico pede causar aumento da pressão, frequência cardíaca, falta de ar, isso não muda o diagnóstico. Existem riscos de infartos do coração e derrame cerebral quando a pessoa tem picos de pressão. Esse risco varia conforme a pessoa ( se é jovem ou idoso, se tem problema cardíaco, etc.) Só o tratamento adequado pode melhorar sua qualidade de vida.
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Procuŕe um médico de sua confiança, o panico , angustia...podem de fato trazer algumas alterações... Junto ao tratamento medicamentoso pense na possibilidade de fazer terapia, para compreender seus sentimentos. Att. Eduardo
No ataque de pânico, teu cérebro te prepara para a luta ou fuga, e a descarga de adrenalina é intensa fazendo tuas funções vitais se alterarem, mexendo com teu sistema cardíaco; como o cérebro é comandado pelas emoções, a consulta ao psicólogo, te ajudará a lidar melhor com tuas emoções .Se necessário este te indicará um psiquiatra também.
A síndrome do pânico, leva sim ao comprometimento cardíaco. Falta de ar, taquicardia, dentro outros sintomas que altera em função da ansiendade. Mas não se desespere, tudo que precisa fazer é correr para o psiquiatra e psicólogo. A psicoterapia é fundamental para tratamento, a terapia comportamental por exemplo vai trabalhar os seus pensamentos para proporcionar a mudança das emoções e comportamento. Gratidão!
Ainda que os episódios de pânico tenham uma origem psíquica, de forma alguma deve-se descuidar dos sintomas fisiológicos. Conforme for a situação, até a busca de um pronto-socorro pode ser necessária. Passada a crise, porém, é aconselhável procurar ajuda psicológica para trabalhar questões que possam estar na origem do transtorno.
Boa noite, meus colegas já responderam amplamente sobre tua pergunta o que posso te dizer a mais é que os ataques de panicos podem ser tratados com muito sucesso com as terapias do EMDR e Brainspotting. Estas são terapias que trabalham traumas complexos como panico, TEPT, TAG entre outros que envolvem ansiedade, medo, estres com muitos sucesso ate si livrar dos traumas ou síndromes. Se enforme se perto de onde você mora tem psicólogos que trabalham com isso, ou pode entrar em contato com as associações do EMDR ou Brainspotting que podem te indicar os profissionais próximos de onde vc mora. Espero ter ajudado mas se não conseguir pode entrar em contato para te ajudar a encontrar um profissional.
Boa noite! Siga a recomendação do cardiologista. Há algumas evidências da utilidade do uso de benzodiazepínicos especialmente na dor torácica cardíaca e não cardíaca, mostrando que essa medicação diminui a ansiedade, a dor e a ativação cardiovascular. Provavelmente o psiquiatra avaliará essa hipótese diagnóstica de síndrome do pânico e se necessário prescreverá medicação para tratamento. Além do tratamento medicamentoso será necessário iniciar psicoterapia para tratar a dor emocional por trás desses sintomas. Outra coisa: é muito comum os pacientes irem a emergência achando que é infarto. É bom sempre falar que tem síndrome do pânico. Desejo melhoras para vocês!
Nosso corpo não está separado da nossa mente ou do que sentimos. Portanto, o corpo acompanhará nossos estados emocionais, ou seja, alterações na pressão arterial e no ritmo cardíaco podem ocorrer sim. Assim, ser um problema psicológico não significa que o sofrimento é ilusório. Sofre-se até mais quando não se encontra causas orgânicas e não sabe o que está acontecendo. Além do cardiologista, vá ao psiquiatra e também a um psicólogo ou psicanalista. Os profissionais da área psi vão poder explorar junto de você o que tem a ver com o que está acontecendo.
Ataques de pânico levam sim ao aumento da pressão junto com outros sintomas podem dar a sensação de que você vai morrer, terá um "treco", entretanto isso não é verdade (nos casos em que a pessoa não possui previamente nenhum problema no coração), ninguém morre de ataque de pânico, apesar da sensação horrível que gera. Por isso, como o cardiologista avaliou e não constatou nada que justifique seus sintomas, busque mesmo um psicólogo e um psiquiatra pra te auxiliar nessa situação. Boa sorte
A não ser que o sujeito seja um cardíaco grave, não se morre de pânico. Pressão a 19 por 12 não é fatal em hipótese alguma. O ataque de pânico é assustador e um de seus principais sintomas é a sensação de morte iminente. Trata-se de medo, de um sentimento, não se trata de um risco real na quase totalidade dos casos. A Síndrome do Pânico é tratável, com associação de medicamento psiquiátrico e Psicoterapia. Os medicamentos estabilizam o paciente por reduzirem o efeito dos sintomas. A Psicoterapia é fundamental por atuar nas causas do Pânico, relacionadas à história de vida de cada pessoa, às suas experiências de vida, ao modo como cada um de nós aprendeu a lidar com as situações difíceis, com as demandas dos outros e com os seus próprios desejos. Procure um Psicólogo Clínico e um Psiquiatra e inicie um tratamento sério que os resultados aparecerão no médio e longo prazos. As clínicas cardiológicas recebem diariamente muitos pacientes que confundem o ataque de pânico com a morte iminente por infarto. Alguns pacientes voltam às emergências médicas várias vezes antes de procurar o tratamento adequado. O que está acontecendo com a pessoa mencionada em seu relato é mais comum do que você pensa. O caminho é tratar corretamente a síndrome do pânico, não preocupar-se excessivamente com os riscos cardíacos que afetam efetivamente uma parcela mínima dos portadores de Pânico.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.







