Boa tarde, Minha mãe está acamada, estágio final da demência com alguma memória preservada, neste c

12 respostas
Boa tarde,
Minha mãe está acamada, estágio final da demência com alguma memória preservada, neste caso terá algum benefício manter o Alois
Att.,
Jane
Dr. Irineu Umberto Librenza
Médico clínico geral
Paranavaí
Nos estágios finais de demência causada pela doença de Alzheimer o Alois não é mais indicado posto que sua principal função é retardar a evolução da doença. N o estágio final não há mais o que retardar.

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Dr. Thiago Gruber
Generalista
Joaçaba
Olá. Sim, o Alois ou Memantina é indicado para demência moderada a grave, provavelmente essa memória preservada é graças ao medicamento. Seria interessante ver se não esta com efeitos adversos da medicação, podendo ser trocada por outra ou o que a der mais conforto.
Dra. Alini Mazza
Médico clínico geral
Três Lagoas
Olá! Boa Noite !
O uso do Alois ou Memantina ajuda sim nesse caso , mas tem muitos efeitos colaterais , O uso de Cannabis medicinal é mais indicado para esse caso , pois o Canabidiol ou o CBD é um potente Neuroprotetor e antiinflamatorio , alem de ser uma medicaçao natural , segura e com poucos efeitos colaterais.
Espero ter ajudado
Dra Alini Mazza , medica clinica geral , prescritora de cannabis medicinal
Dra. Ionata Smikadi
Generalista
Curitiba
Olá! Boa tarde!
O uso do Alois é indicado, porém apresenta diversos efeitos colaterais.
É Importante garantir o conforto da paciente.
O uso de CBD para a doença de Alzheimer é promissor na melhora dos sintomas associados à doença. O CBD pode melhorar a qualidade do sono, reduzir a agressividade e a inquietação e ter efeitos neuroprotetores. É um medicamento natural. Apresenta muitos benefícios para doenças neurodegenerativas.

Fico à disposição para mais esclarecimentos e orientação para o tratamento adequado.

atenciosamente,

Dra. Ionata Smikadi
Dr. João Felipe Scheidt
Médico clínico geral
Londrina
Boa tarde Jane ! Entendo que este é um momento delicado para você e sua mãe. O Alois é um medicamento usado para tratar sintomas de demência, como perda de memória e dificuldades cognitivas. Mesmo nos estágios avançados da doença, ele pode ajudar a manter as funções cognitivas restantes e proporcionar algum nível de qualidade de vida.

Manter o Alois pode ser benéfico se sua mãe ainda apresenta alguma memória preservada, pois o medicamento pode ajudar a retardar o progresso dos sintomas. No entanto, cada caso é único, e é fundamental avaliar os benefícios em relação aos possíveis efeitos colaterais.

Recomendo que você converse com o médico que acompanha sua mãe para discutir a continuidade do tratamento. Ele poderá oferecer orientações personalizadas e ajudar a tomar a melhor decisão para o bem-estar dela.

Estou à disposição para ajudar no que for necessário, tenho experiencia em Neurologia no maior centro de Neurologia do Norte do Paraná e experiencia em medicina de emergencia nos Estados Unidos.
Não hesite em buscar suporte profissional—cuidar de quem amamos é essencial!
Dr. Leandro Ferro
Generalista
Rio de Janeiro
Em estágios finais da demência, os cuidados devem se concentrar especialmente no conforto e na qualidade de vida da pessoa. Nesse momento, é fundamental focar no controle dos sintomas, no alívio de desconfortos e no apoio emocional, tanto para o paciente quanto para os familiares. Esses aspectos podem ser mais importantes do que intervenções para a melhoria cognitiva.

Quanto à memantina (Alois), que é utilizada para ajudar a melhorar ou estabilizar temporariamente a função cognitiva em casos de demência, seus benefícios podem ser mais limitados no estágio avançado da doença. Embora a memantina possa continuar a ajudar, retardando a progressão dos sintomas cognitivos, é menos provável que tenha um impacto significativo em pacientes em estágios finais de demência.

Por isso, a decisão de manter ou interromper o tratamento com memantina deve ser tomada em conjunto com a equipe médica que acompanha a sua mãe. É importante considerar a saúde geral dela, os objetivos de cuidado e, principalmente, a qualidade de vida nesse estágio da doença.

Dra. Natália Bianca Vales Bhering
Generalista
Belo Horizonte
Em pacientes com doenças avançadas e irreversíveis é importante avaliar os riscos benefícios dos tratamentos para cada paciente. Procure um neurologista ou geriatra para te orientar.
Cuide-se!
Dr. Raul Cordeiro Pessanha
Generalista
Osasco
Resposta baseada em evidências e diretrizes atualizadas (2024-2025):

1. Eficácia dos Medicamentos em Estágio Avançado de Demência
Os inibidores da acetilcolinesterase (como Alois® - donepezila) e a memantina (Ebix®/Janu®) têm benefícios limitados em estágios avançados (como o da sua mãe), pois:

Donepezila/Alois: Age melhor em fases leves a moderadas, mantendo acetilcolina (neurotransmissor da memória). Em estágio avançado, a perda neuronal é tão significativa que o efeito torna-se mínimo.

Memantina (Janu®): Pode ajudar a controlar agitação/confusão em alguns casos, mas não recupera funções cognitivas perdidas.

Diretrizes recentes (Sociedade Brasileira de Geriatria, 2024) sugerem:

Reavaliar a necessidade dessas medicações se:
O paciente já não responde a estímulos ou interações.
Há efeitos colaterais (como bradicardia, quedas, piora da disfagia).

2. Quando Pode Valer a Pena Manter?
A decisão deve ser individualizada, considerando:
Se ela ainda reconhece familiares ou reage a estímulos: Pode haver um benefício modesto em manter a memantina para reduzir agitação.
Se apresenta sintomas comportamentais (agressividade, alucinações): A combinação com antipsicóticos (como risperidona) pode ser mais útil.

Se NÃO houver esses cenários, a suspensão pode ser discutida, focando em:
Conforto e cuidados paliativos (controle de dor, infecções, hidratação).
Estimulação não farmacológica: Música, toque suave, ambiente calmo.

Recomendação Prática :
Peça uma reavaliação médica urgente: O quadro da sua mãe exige foco em qualidade de vida, não em medicamentos com benefícios duvidosos.
Priorize sintomas-chave: Se ela tem dor, constipação ou ansiedade, tratar isso trará mais conforto do que manter Alois/Janu.

Nota: Suspender medicações deve ser feito gradualmente e com supervisão do Geriatra, nunca por conta própria
Dra. Adriana Demane Cruz Panisson
Generalista, Cardiologista, Psicanalista
Salto
A memantina (ALois) é um medicamento usado para demência - se sua mãe está em um quadro paliativo seria interessante conversar com o (a) medico (a) dela para ver quais medicamentos poderiam ser retirados e quais deveriam ser mantidos.
Dr. Renan Azevedo
Generalista
Foz do Iguaçu
Na fase avançada (ou terminal), a progressão da perda cognitiva já compromete de forma severa as funções básicas (comunicação, locomoção, alimentação, continência). A ação do donepezila é limitada a sintomas leves ou moderados; sua eficácia clínica em fases terminais é praticamente nula. Nesta situação deve ser avaliado com muito critério e sempre com base nos princípios da medicina paliativa, qualidade de vida e custo-benefício clínico.
Dra. Caroline Ferreira Fagundes
Médico clínico geral, Generalista
Rondonópolis
Boa tarde. No estágio final da demência, especialmente com a paciente acamada, o uso do Alois (memantina) pode ter benefício limitado, pois seu principal objetivo é retardar a progressão da doença em fases moderadas a graves, ajudando a preservar algumas funções cognitivas e motoras. Se a memória preservada ainda traz qualidade de vida, pode valer a pena manter, mas essa decisão deve ser individualizada, considerando o conforto, efeitos colaterais e objetivos do cuidado. Recomendo conversar com o médico responsável para avaliar o melhor manejo neste momento delicado. Att, Caroline Fagundes
Olá! Mesmo em estágios avançados da demência, alguns tratamentos como Alois (donepezila) ou outros inibidores da colinesterase podem ter benefícios limitados:
- Podem ajudar a preservar funções cognitivas remanescentes, melhorar atenção ou reduzir agitação em alguns pacientes.
- Os efeitos costumam ser mais sutis em estágios finais e nem todos os pacientes respondem.

É importante considerar efeitos colaterais, como náusea, diarreia, insônia ou aumento de secreções, principalmente em pacientes fragilizados.

A decisão de continuar deve ser individualizada, levando em conta qualidade de vida, conforto e objetivos de cuidado.

O ideal é discutir com o geriatra ou neurologista que acompanha sua mãe, que pode avaliar se o benefício esperado ainda justifica o uso nesse estágio da doença.

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