Boa tarde! Sofro de hipoglicemia reativa e por conta disso costumo consumir oleaginosas ou laticín
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Boa tarde!
Sofro de hipoglicemia reativa e por conta disso costumo consumir oleaginosas ou laticínios nos lanches intermediários. Para variar, gostaria de sugestões de carboidratos de mais baixo índice glicêmico para incluir nos lanches intermediários e não ter pico de glicemia e insulina. Por favor, de preferência que não sejam frutas.
Muito obrigado pelas respostas.
Sofro de hipoglicemia reativa e por conta disso costumo consumir oleaginosas ou laticínios nos lanches intermediários. Para variar, gostaria de sugestões de carboidratos de mais baixo índice glicêmico para incluir nos lanches intermediários e não ter pico de glicemia e insulina. Por favor, de preferência que não sejam frutas.
Muito obrigado pelas respostas.
Olá
Você pode optar por aipim cozido e grelhado com manteiga, sanduíche de atum, sardinha ou de frango (além de queijo minas ou cottage com azeite e orégano); pastinha de azeitona e ricota no pão sírio também é opção..
Combine sempre com proteína e, de preferência, com uma boa fonte de gordura como azeite extra virgem, oleaginosas, sementes como chia, girassol, gergelim, linhaça.
Torradinhas como a Lev da Marilan com pastinha de ovos cozidos também são boas opção.
Você pode optar por aipim cozido e grelhado com manteiga, sanduíche de atum, sardinha ou de frango (além de queijo minas ou cottage com azeite e orégano); pastinha de azeitona e ricota no pão sírio também é opção..
Combine sempre com proteína e, de preferência, com uma boa fonte de gordura como azeite extra virgem, oleaginosas, sementes como chia, girassol, gergelim, linhaça.
Torradinhas como a Lev da Marilan com pastinha de ovos cozidos também são boas opção.
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Boa tarde.
Na hipoglicemia reativa, o mais importante não é apenas escolher carboidrato de baixo índice glicêmico isoladamente, mas combinar carboidrato + proteína + gordura para evitar picos rápidos de glicose e, principalmente, de insulina.
Algumas opções de carboidratos de menor impacto glicêmico que podem ser usados nos lanches intermediários, sem incluir frutas:
• aveia em flocos (preferir integral e em pequena porção)
• pão 100% integral de fermentação natural
• batata-doce cozida em pequena quantidade
• grão-de-bico ou lentilha em preparações frias
• quinoa cozida
• tapioca não é ideal isoladamente, mas pode ser usada se combinada com proteína e gordura
Exemplos práticos de lanche mais estável:
• iogurte natural + aveia + chia
• homus + torrada integral de fermentação natural
• grão-de-bico temperado + azeite
• pasta de amendoim natural + pequena porção de pão integral
Evite consumir carboidrato sozinho, mesmo que seja de baixo índice glicêmico. A associação com proteína e gordura é o que realmente reduz a resposta insulinêmica e previne a queda brusca da glicose depois.
Se os episódios forem frequentes, vale revisar também o padrão alimentar das refeições principais, pois muitas vezes o problema começa ali.
Cada caso deve ser individualizado, especialmente se houver resistência à insulina associada.
Na hipoglicemia reativa, o mais importante não é apenas escolher carboidrato de baixo índice glicêmico isoladamente, mas combinar carboidrato + proteína + gordura para evitar picos rápidos de glicose e, principalmente, de insulina.
Algumas opções de carboidratos de menor impacto glicêmico que podem ser usados nos lanches intermediários, sem incluir frutas:
• aveia em flocos (preferir integral e em pequena porção)
• pão 100% integral de fermentação natural
• batata-doce cozida em pequena quantidade
• grão-de-bico ou lentilha em preparações frias
• quinoa cozida
• tapioca não é ideal isoladamente, mas pode ser usada se combinada com proteína e gordura
Exemplos práticos de lanche mais estável:
• iogurte natural + aveia + chia
• homus + torrada integral de fermentação natural
• grão-de-bico temperado + azeite
• pasta de amendoim natural + pequena porção de pão integral
Evite consumir carboidrato sozinho, mesmo que seja de baixo índice glicêmico. A associação com proteína e gordura é o que realmente reduz a resposta insulinêmica e previne a queda brusca da glicose depois.
Se os episódios forem frequentes, vale revisar também o padrão alimentar das refeições principais, pois muitas vezes o problema começa ali.
Cada caso deve ser individualizado, especialmente se houver resistência à insulina associada.
Na hipoglicemia reativa, o ideal é priorizar carboidratos de baixo índice glicêmico e ricos em fibras, sempre combinados com proteína ou gordura para evitar picos de insulina.
Boas opções (sem frutas):
• Aveia em flocos
• Pão 100% integral
• Quinoa
• Grão-de-bico ou homus
• Lentilha
• Batata-doce cozida (preferir resfriada)
Evite consumir carboidrato isolado e mantenha intervalos regulares entre as refeições para melhor estabilidade glicêmica.
Boas opções (sem frutas):
• Aveia em flocos
• Pão 100% integral
• Quinoa
• Grão-de-bico ou homus
• Lentilha
• Batata-doce cozida (preferir resfriada)
Evite consumir carboidrato isolado e mantenha intervalos regulares entre as refeições para melhor estabilidade glicêmica.
Batata-doce cozida (fria ou em purê)
Inhame cozido
Aveia em flocos grossos (mingau ou adicionada a iogurte)
Quinoa cozida (pode fazer salada fria)
Pão 100% integral (de verdade, com grãos inteiros)
Cuscuz marroquino (de trigo integral)
Grão-de-bico cozido (pode fazer homus)
Lentilha (cozida, em salada ou sopa)
Combinações práticas para lanches
Pão integral + queijo cottage/ricota + fatia de peito de peru
Homus (grão-de-bico) + palitos de cenoura/pepino
Iogurte natural + aveia + chia
Omelete com quinoa e espinafre
Batata-doce recheada com atum/frango desfiado
Inhame cozido
Aveia em flocos grossos (mingau ou adicionada a iogurte)
Quinoa cozida (pode fazer salada fria)
Pão 100% integral (de verdade, com grãos inteiros)
Cuscuz marroquino (de trigo integral)
Grão-de-bico cozido (pode fazer homus)
Lentilha (cozida, em salada ou sopa)
Combinações práticas para lanches
Pão integral + queijo cottage/ricota + fatia de peito de peru
Homus (grão-de-bico) + palitos de cenoura/pepino
Iogurte natural + aveia + chia
Omelete com quinoa e espinafre
Batata-doce recheada com atum/frango desfiado
Para que seja mais seguro, sugiro que passe em consulta com um nutricionista.
Boa tarde!
Na hipoglicemia reativa, não é somente a escolha do “melhor carboidrato” que faz a diferença. O controle da glicemia e da insulina depende de horário, quantidade e combinação alimentar.
As combinações com laticínios e oleaginosas são interessantes porque a proteína e a gordura boa ajudam a reduzir o pico glicêmico. Porém, precisamos avaliar o restante da alimentação do dia, a distribuição dos carboidratos, o intervalo entre as refeições e até exames como glicemia de jejum e hemoglobina glicada (A1c).
Na prática clínica, observo que muitas crises acontecem por:
Excesso de carboidrato no café da manhã
Intervalos muito longos entre refeições
Baixa ingestão de fibras
Alta carga glicêmica ao longo do dia
Por isso, mais importante do que apenas escolher carboidratos de baixo índice glicêmico, é ajustar a estratégia nutricional individualizada, considerando metabolismo, rotina, nível de atividade física e possível resistência à insulina.
Cada caso precisa de avaliação personalizada para evitar picos e quedas de glicose, melhorar energia e prevenir evolução para pré-diabetes ou Diabetes Tipo 2.
Fico à disposição para uma orientação individualizada.
Cleonice Soares - Especialista em Nutrição e controle da Glicemia
Na hipoglicemia reativa, não é somente a escolha do “melhor carboidrato” que faz a diferença. O controle da glicemia e da insulina depende de horário, quantidade e combinação alimentar.
As combinações com laticínios e oleaginosas são interessantes porque a proteína e a gordura boa ajudam a reduzir o pico glicêmico. Porém, precisamos avaliar o restante da alimentação do dia, a distribuição dos carboidratos, o intervalo entre as refeições e até exames como glicemia de jejum e hemoglobina glicada (A1c).
Na prática clínica, observo que muitas crises acontecem por:
Excesso de carboidrato no café da manhã
Intervalos muito longos entre refeições
Baixa ingestão de fibras
Alta carga glicêmica ao longo do dia
Por isso, mais importante do que apenas escolher carboidratos de baixo índice glicêmico, é ajustar a estratégia nutricional individualizada, considerando metabolismo, rotina, nível de atividade física e possível resistência à insulina.
Cada caso precisa de avaliação personalizada para evitar picos e quedas de glicose, melhorar energia e prevenir evolução para pré-diabetes ou Diabetes Tipo 2.
Fico à disposição para uma orientação individualizada.
Cleonice Soares - Especialista em Nutrição e controle da Glicemia
Olá, boa tarde, tudo bem com você?
Antes de responder sua pergunta, deixo aqui o meu questionamento. Você entende o que é a hipoglicemia reativa? você sabe administrar corretamente os carboidratos ao longo do dia? sabe diferenciar um carboidrato complexo de uma carboidrato simples? Essas questões são de importância fundamental para você saber lidar corretamente com sua situação clínica.
Vamos lá agora para sua pergunta;
Diminuir o IG dos alimentos não é apenas consumir alimentos com baixo IG, exsite técnicas que você pode usar para diminuir o IG de qualquer refeição, uma dessas técnicas é a regra: carboidrato+proteína+boa gordura. Quando você coloca em todas as refeições uma boa fonte de proteína antes do carboidrato, mesmo que o IG não seja baixo, você melhora o IG do carboidrato. Por exemplo, ante de comer 1 maçã, ou 1 pão integral, coma 1 ovo mexido, de preferência feito com óleo de coco. Colocar um ovo frito+ 1 fatia de abacate+ 1 pão de forma é outra opção para melhorar o IG do pão, enfim é importante você conhecer técnicas como essa para melhorar sua qualidade de vida, ampliar suas opções de substituição e princialmente gerenciar melhor seu estado nutricional.
Para facilitar nossa troca de mensagens, entra no meu instragram @dietcoachbr e deixe suas dúvidas. Pode ser vai direct viu.
bjs
Antes de responder sua pergunta, deixo aqui o meu questionamento. Você entende o que é a hipoglicemia reativa? você sabe administrar corretamente os carboidratos ao longo do dia? sabe diferenciar um carboidrato complexo de uma carboidrato simples? Essas questões são de importância fundamental para você saber lidar corretamente com sua situação clínica.
Vamos lá agora para sua pergunta;
Diminuir o IG dos alimentos não é apenas consumir alimentos com baixo IG, exsite técnicas que você pode usar para diminuir o IG de qualquer refeição, uma dessas técnicas é a regra: carboidrato+proteína+boa gordura. Quando você coloca em todas as refeições uma boa fonte de proteína antes do carboidrato, mesmo que o IG não seja baixo, você melhora o IG do carboidrato. Por exemplo, ante de comer 1 maçã, ou 1 pão integral, coma 1 ovo mexido, de preferência feito com óleo de coco. Colocar um ovo frito+ 1 fatia de abacate+ 1 pão de forma é outra opção para melhorar o IG do pão, enfim é importante você conhecer técnicas como essa para melhorar sua qualidade de vida, ampliar suas opções de substituição e princialmente gerenciar melhor seu estado nutricional.
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bjs
Olá. Para todas essas avaliações, você precisa de uma consulta com nutricionista clínica funcional com abordagem integrativa.
Instagram nutricao.saude.estilodevida
"Saúde é mais do que você pensa."
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Boa tarde! Seguem algumas sugestões de carboidratos de baixo índice glicêmico: cogumelos, "salgadinhos" de grão de bico ou soja, grãos integrais (aveia), sementes (abóbora, girassol, gergelim, linhaça, chia), laticínios e castanhas. As frutas de baixo glicêmico são maçã, pêra, ameixa fresca, melão, abacate, goiaba, mirtilo, maracujá, framboesa, coco, amora, pitaia, nectarina, pêssego, banana prata e laranja com bagaço. Uma estratégia que também funciona é combinar os alimentos fonte de carboidrato com os ricos em proteinas, gorduras e fibras na mesma refeição, pois eles também retardam a absorção da glicose.
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