Como a percepção sensorial está relacionada ao Transtorno de Ansiedade por Doença (TAD)?
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Como a percepção sensorial está relacionada ao Transtorno de Ansiedade por Doença (TAD)?
Olá! A relação entre a percepção sensorial e o Transtorno de Ansiedade por Doença (TAD) é central e se baseia na hipervigilância somática. Isso significa que a pessoa com TAD desenvolve um foco atencional exagerado em seu próprio corpo, percebendo de forma amplificada sensações corporais normais (como batimentos cardíacos, ruídos digestivos ou pequenas dores) que a maioria das pessoas ignora. O núcleo do transtorno está na interpretação catastrófica dessas sensações, que são vistas como prova de uma doença grave, gerando uma intensa ansiedade. Essa ansiedade, por sua vez, pode criar ainda mais sintomas físicos, alimentando um círculo vicioso de medo e preocupação. Fico à disposição para demais dúvidas, um abraço!
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No TAD, sensações corporais são superinterpretadas como ameaças, gerando ansiedade e medo.
Olá, espero que você esteja bem. A percepção sensorial está diretamente relacionada ao Transtorno de Ansiedade por Doença (TAD), pois pessoas com esse quadro costumam apresentar hipervigilância corporal, ou seja, uma atenção exagerada a sensações físicas que, para a maioria das pessoas, passam despercebidas. Batimentos cardíacos acelerados, leves dores musculares, formigamentos ou alterações temporárias na digestão podem ser interpretados como sinais de doenças graves. Esse foco intenso nas sensações corporais faz com que a percepção se torne seletiva: o indivíduo percebe mais detalhes de seu corpo, mas interpreta esses sinais de forma distorcida, ampliando o medo e a ansiedade.
Além disso, o TAD pode gerar reações fisiológicas intensificadas, como aumento da frequência cardíaca, tensão muscular e sintomas gastrointestinais, que acabam reforçando a crença de que algo está errado. Essa relação entre percepção sensorial e ansiedade cria um ciclo: quanto mais a pessoa observa seu corpo, mais nota pequenas alterações, e quanto mais nota alterações, maior a ansiedade, perpetuando o sofrimento.
A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental, ajuda o paciente a identificar e questionar interpretações catastróficas das sensações corporais, a reduzir a hipervigilância e a desenvolver estratégias mais saudáveis de lidar com o próprio corpo. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico pode complementar o tratamento, oferecendo suporte medicamentoso para reduzir a intensidade da ansiedade.
Se você percebe que essa atenção constante ao corpo tem interferido na sua vida ou gerado sofrimento, saiba que a terapia é um espaço seguro para aprender a lidar com essas sensações de forma equilibrada. Será um prazer caminhar com você nesse processo. Agende uma sessão comigo e vamos conversar sobre as suas necessidades.
Além disso, o TAD pode gerar reações fisiológicas intensificadas, como aumento da frequência cardíaca, tensão muscular e sintomas gastrointestinais, que acabam reforçando a crença de que algo está errado. Essa relação entre percepção sensorial e ansiedade cria um ciclo: quanto mais a pessoa observa seu corpo, mais nota pequenas alterações, e quanto mais nota alterações, maior a ansiedade, perpetuando o sofrimento.
A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental, ajuda o paciente a identificar e questionar interpretações catastróficas das sensações corporais, a reduzir a hipervigilância e a desenvolver estratégias mais saudáveis de lidar com o próprio corpo. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico pode complementar o tratamento, oferecendo suporte medicamentoso para reduzir a intensidade da ansiedade.
Se você percebe que essa atenção constante ao corpo tem interferido na sua vida ou gerado sofrimento, saiba que a terapia é um espaço seguro para aprender a lidar com essas sensações de forma equilibrada. Será um prazer caminhar com você nesse processo. Agende uma sessão comigo e vamos conversar sobre as suas necessidades.
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