Como se diferencia um asperger comum de um asperger superdotado, levando em consideração que ambos p

25 respostas
Como se diferencia um asperger comum de um asperger superdotado, levando em consideração que ambos podem apresentar interesses restritos?
 Marina S. R. Almeida
Psicólogo
São Vicente
Dupla excepcionalidade refere-se quando uma pessoa apresenta dois tipos de funcionamento concomitantes, que pode ser alguma forma de deficiência, alterações comportamentais ou dificuldades de aprendizagem na escola.

Esta não é uma situação incomum, e estima-se que até 1 em cada 10 crianças com Altas Habilidade e ou Superdotadas pode ter algum tipo de deficiência (TEA- Transtorno do Espectro Autista – síndrome de Asperger ou Autista com Alto Funcionamento) ou dificuldade de aprendizado (TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, Dislexia, Discalculia). Por exemplo, algumas crianças com Dislexia, TDAH podem frequentemente ter uma capacidade intelectual acima da média.

A dupla excepcionalidade pode dificultar a identificação de Altas Habilidades e Superdotação em crianças pequenas e jovens, pois o comportamento é misto e confuso, ora parece um funcionamento de uma inteligência acima da média ora apresenta problemas no comportamento, na aprendizagem.

As crianças ou jovens com dupla excepcionalidade poderão apresentar estados de depressão e isolamento, mudanças no humor e ansiedade, comportamentos disruptivos, tédio e não desejarem ir a escola. Fazendo um ciclo de sofrimento psíquico, alterações comportamentais por não serem compreendidas pela família, pelas pessoas a sua volta e ou muito menos no ambiente escolar.

Os pais e professores não conseguem saber o que está acontecendo com a pessoa, cada um acha uma possibilidade. Muitos profissionais da saúde também não reconhecem a dupla excepcionalidade e podem fazer apenas um diagnóstico parcial, não compreendendo o caso por falta de conhecimento e experiência.

Muitas vezes a Superdotação de uma pessoa quer seja criança ou jovem pode compensar sua deficiência ou dificuldade de aprendizado camuflando os aspectos frágeis e, portanto, mascarar a deficiência dificultando o diagnóstico correto.

Somente um profissional experiente poderá fazer uma avaliação psicodiagnóstica para identificar o quadro como um todo.

Avaliação psicodiagnóstica é o caminho correto a se fazer, com profissional especialista em Educação Inclusiva e em Neuropsicologia por exemplo, pois é essencial saber as competências e habilidades e as áreas que a criança apresenta déficits e fragilidades. Desta forma a criança ou jovem poderá receber o apoio psicológico e escolar de que necessita para o desenvolvimento do seu potencial.

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A melhor maneira de avaliar as funções cognitivas e identificar cada potencialidade é através de uma avaliação neuropsicológica, que pode ser realizada por um psicólogo capacitado.
 Sonia Andrade
Psicanalista, Psicopedagogo, Terapeuta complementar
Miguel Pereira
O Asperger superdotado tem interesses por determinadas, coisas, disciplinas, profissões... normalmente específicas, tem dedicação, motivação, chega ser uma entrega obsessiva sobre o assunto, são detalhistas, não medirá esforços para pesquisar, conceituar, explorar, investigar para compreender e obter os resultados almejado. Porém para outros assuntos não demonstra interesses. Poderá contribuir para a sociedade com seus resultados. Enquanto o Asperger de menor grau, seus interesses são reduzidos, menos elevado. Penso que ambos precisam da família e profissionais para ajudar neste processo, por conta da fobia social.
 Lucélia Maria Chermawiski Moreira Lima
Terapeuta complementar
Jacupiranga
Dupla Excepcionalidade, nesse caso deve ser feito um minucioso diagnostico com o profissional da neuropsicologia, pois ambos tem características semelhantes, como as restrições sociais.
Dr. Marco Antônio de Araújo Bueno
Psicanalista, Psicólogo, Psicopedagogo
Canoinhas
Crianças excepcionais devem ser identificadas pelo 'leque' ou especificidade de se seus objetos de interesse. TEA (autistas) ou HA (altas habilidades) terão resultado no mesmo conjunto de sintomas de natureza social na escola. Um psicólogo ou psicopedagogo faria o diagnóstico diferencial.
 Alessandra Madeira de Andrade
Psicopedagogo, Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! É comum que o indivíduo autista tenha interesses restritos independente da sua capacidade cognitiva. O que diferencia um asperger cuja inteligência é mediana e o asperger super dotado é basicamente o nível da sua capacidade intelectual. Mas não basta fazer o teste de Q.I. T. (Total do Quociente Intelectual); é necessário fazer uma avaliação neuropsicológica completa (anamnese, testes diversos, observação da funcionalidade nas Atividades de Vida Diária, nas atividades de autocuidado, etc.). Procure por um psicopedagogo que seja também neuropsicólogo e cheque suas condições. Estou à disposição. Abraços
 Aline Melo
Psicólogo
Taguatinga
A atenção dos superdotados, quando perturbada, é por estímulos externos, e a dos com altas habilidades e Síndrome de Asperger é por estímulos internos.
O discernimento de pessoas com superdotação é geralmente bom, enquanto o de pessoas com dupla excepcionalidade costuma ser ausente.
 Elciane Lipski
Psicólogo, Psicopedagogo
Curitiba
Olá, para qualquer investigação que possa se afirmar as habilidades cognitivas, é fundamental uma avaliação neuropsicológica completa, assim constará todos as capacidades de potencial, as que necessitam de auxílio e também as médias. Além de verificar melhores vias de aprendizagem, se existe alguma outra alteração que ocorre juntamente. Nesta avaliação também há teste de inteligência, a qual vai verificar o QI e responder sobre a possibilidade de superdotação ou altas habilidades.
Dra. Sylvia E. Dallalana da Costa
Psicólogo, Psicopedagogo
Rio de Janeiro
Concordo com as colegas
 Mayara Goncalves Zanchetta Redígolo
Psicólogo, Psicopedagogo
Marília
Olá.. Basicamente a diferença é baseada na avaliação neuropsicológica (é uma avaliação de várias aspectos cognitivos, - memória, atenção e concentração e coordenação motora, comportamentais e emocionais do indivíduo. Avalia também o QI). Lembrando que o termo Asperger não é mais usado, de acordo com o DSM V houve uma reestruturação dentro do CID F84, onde colocou-se tudo dentro do TEA - transtorno do espectro autista. Espero ter ajudado...
 Roseli Maria Scarin do Nascimento
Psicopedagogo
Mogi Guaçu
Sempre é melhor fazer uma avaliação detalhada com uma equipe multidisciplinar. O A.H. não apresentará algumas especificidades do TEA. Portanto fazer o rastreio é a melhor opção.
Algumas características do portador de altas habilidades. Curiosidade, aprende fácil, criativo, rapidez de raciocínio. Geralmente sao identificadas estas características desde a pré escola.
TEA apresenta dificuldade para interação social, dificuldade com a linguagem e comportamento repetitivo e restritivo. Entra as demais ja apresentadas.
 Sheila Pareschi
Psicanalista, Psicopedagogo
Nova Friburgo
O asperger comum pode ter menos dificuldade em sua vida social e dedicação aos seus interesses restritos menos intensas que o asperger com superdotação.
Pessoas com dupla excepcionalidade têm um sistema de funcionamento ainda mais atípico, do que se verifica em crianças que possuam somente uma.
A pessoa com asperger e superdotação, não apresenta o funcionamento comumente encontrado na síndrome de asperger, nem o funcionamento comumente encontrado em superdotação.
A superdotação favorece um pensamento um pouco mais abstrato e flexível do que um asperger costuma ter. Ainda assim, os interesses costumam ser restritos, as habilidades emocionais imaturas para idade e adaptação contextual com déficits quando comparamos a uma pessoa típica com superdotação.
 Viviane Ceccato
Psicopedagogo, Psicanalista
Campinas
Vale lembrar que não usamos mais o termo Asperger mas sim Espectro Austista agora! Dentro do espectro há desde autismo leve a autismo severo. Alguns autistas tem sim altas habilidades e somente com um teste neuropsicológico é que se pode medir isto!
Dra. Silvana Langbein
Psicopedagogo
Cambará do Sul
Não usamos mais o termo “Asperger”, embora muitos profissionais utilizam para determinar o grau/nível do transtorno. O termo para todos é “Transtorno do Espectro Autista (TEA)”. Quanto ao QI, todos são inteligentes, basta sim descobrir a área de maior destaque e claro, trabalhar o TEA x Área. O QI deve ser estimulado para todos os indivíduos. O cérebro humano quando não estimulado atrofia. Um exemplo, as famosas pegadinhas em concursos... depois que descoberta a resposta, deixa de ser incógnita... isso porque o cognitivo foi estimulado. Abraços Virtual,
!
 Susana Chianello
Psicanalista, Psicopedagogo
Rio de Janeiro
Em geral todos os níveis de autismo :leve moderado e severo ,apresentam interesses restritos e específicos.Mesmo com características semelhantes no que diz respeito à linguagem , comunicação comportamento, e interação social. OS indivíduos portadores do Transtorno difere uns dos outros em resposta
e desenvolvimento integral, por se tratar de um transtorno global do desenvolvimento e por depender dos estímulos que esse sujeito terá ao longo da vida. Neste caso, mesmo ambos possuindo a capacidade cognitiva preservada,possuem níveis de inteligência e comportamento diferenciados.Para um diagnóstico preciso, é necessário uma avaliação neuropsicológica com equipe multidisciplinar que avalie niveis de :QI , comunicação, comportamento , linguagem e socialização.
Atualmente o DSM_5 não utiliza mais o termo Asperger e sim autismo para o transtorno neurológico do Desenvolvimento.
Algumas características no TEA são
 Mariana Galves Imori
Psicopedagogo
Ribeirão Preto
Olá!
Para identificar se o sujeito com TEA possui Altas Habilidades, é necessário uma avaliação multidisciplinar. Aconselho a realização de uma avaliação neuropsicológica.
Abraços!
 Gelaine Souza
Psicopedagogo
Lauro de Freitas
Primeiramente, essa nomenclatura de Asperger não é mais utilizada. Atualmente todos fazem parte do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o que os diferencia são os níveis de suporte que podem ser 1, 2 ou 3. O que diferencia uma pessoa TEA de uma pessoa com Dupla Excepcionalidade (TEA +Superdotação) é justamente o fato de ter a Superdotação associada. Ou seja, essa pessoa terá uma inteligência e/ou habilidades acima da média. O diagnóstico diferencial com um especialista é de suma importância para a identificação correta da condição. O interesse restrito não seria um critério diferencial na avaliação e identificação, pois ambos apresentarão esse comportamento, já que em ambos os casos haverá TEA.
Prof. Stainer Silvestre dos Santos
Psicopedagogo
Itabirito
A terminologia "Asperger" não é mais utilizada, pois foi incluída no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Sobre a Superdotação e/ou Altas Habilidades (AH/AS), é importante entender que se trata de uma condição específica, e não de um transtorno ou doença. Por isso, não possui um Código Internacional de Doenças (CID), ao contrário do TEA (e da antiga Síndrome de Asperger).

Embora algumas características do TEA possam ser semelhantes às de AH/AS, essas semelhanças são superficiais. É crucial reconhecer as diferenças para as intervenções serem apropriadas e eficazes. As crianças e adultos com Superdotação ou Altas Habilidades podem exibir habilidades excepcionais em áreas específicas, mas isso não implica a presença de um transtorno.

O melhor caminho é solicitar uma avaliação psicopedagógica ou neuropsicopedagógica. Essas avaliações são fundamentais para identificar as necessidades individuais e oferecer suporte adequado. Um diagnóstico preciso permite desenvolver estratégias personalizadas que promovam o desenvolvimento e o bem-estar da pessoa.

Reconhecer e respeitar as nuances entre TEA e AH/AS é essencial para oferecer o apoio necessário e garantir que cada indivíduo alcance seu pleno potencial. Por uma avaliação especializada, é possível traçar um caminho de aprendizado e crescimento que considere as características únicas de cada pessoa.
 Viviane Gardin
Psicopedagogo
Campinas
A partir de 1º de janeiro de 2025, com a vigência da CID-11, o termo "Asperger" deixou de ser utilizado e passou a se referir ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). As diferenças estão relacionadas ao grau de comprometimento da linguagem funcional e da inteligência. Indivíduos com TEA sem deficiência intelectual, frequentemente, têm habilidades cognitivas acima da média, com um alto desempenho em áreas específicas, enquanto aqueles com TEA e deficiência intelectual podem apresentar dificuldades mais significativas, incluindo na linguagem e na comunicação. Ambos podem ter interesses restritos, mas a profundidade e o alcance do conhecimento tendem a ser mais intensos nos casos de superdotados.
Espero ter ajudado!
 Nivia  Rossi
Psicopedagogo
São Paulo
Boa Tarde !
Não se trata de Asperger comum ou altas habilidades e sim do TEA ( Transtornos do espectro autista) com níveis de suporte diferentes. Interesses restritos é um dos sintomas que qualquer um deles pode apresentar. Nos RM5 - Manual de transtornos mentais pode ajudar, caso seja uma profissional da área.
 Aline Freitas
Psicopedagogo
Rio de Janeiro
tanto o autista com nível 1 (antigamente chamado de Asperger) quanto o autista superdotado podem apresentar interesses restritos e aprofundados. No entanto, existem algumas diferenças sutis — mas importantes — que nos ajudam a distinguir esses dois perfis:

Profundidade x intensidade do interesse:
Ambos podem se fixar em um tema (por exemplo, planetas, dinossauros ou mapas). Mas no caso da superdotação, a criança costuma apresentar um raciocínio avançado sobre o assunto, fazendo relações complexas, levantando hipóteses e tendo uma compreensão mais ampla e crítica. Já no autismo sem superdotação, o foco tende a ser mais repetitivo, com detalhamento técnico e memorização, mas nem sempre com essa elaboração cognitiva mais alta.

Velocidade de aprendizagem:
A criança superdotada costuma aprender muito rápido, às vezes sozinha, com pouca ou nenhuma mediação. Ela pode extrapolar os conteúdos escolares com facilidade. Já o autista típico pode precisar de mais repetições e previsibilidade para consolidar o conhecimento, mesmo sendo muito bom em áreas específicas.

Criatividade e flexibilidade:
Na superdotação, mesmo com interesses intensos, é comum a criança demonstrar criatividade, criar teorias ou explorar o assunto por diversos ângulos. No autismo, é mais comum a rigidez — a criança quer repetir, colecionar ou classificar da mesma forma sempre.

Habilidades sociais e emocionais:
A criança superdotada pode ter dificuldades sociais por se sentir “deslocada” ou não compreendida, mas geralmente compreende normas sociais e pode até tentar se adaptar (ainda que se sinta entediada ou impaciente). Já o autista costuma ter uma dificuldade real de compreender e interpretar regras sociais, expressões faciais, ironias ou sentimentos alheios.

Perfil cognitivo em avaliação formal:
Em avaliações neuropsicológicas ou psicopedagógicas, a criança superdotada apresenta um QI elevado (geralmente acima de 130), e pode haver desequilíbrio entre áreas (ex.: muito alto em raciocínio lógico e mais baixo em memória de trabalho ou linguagem verbal, o que é comum em autistas superdotados). Já no autista sem superdotação, os testes podem mostrar desempenho na média ou até abaixo, mas com picos em áreas específicas.

Prof. Tatiane Oliveira
Psicopedagogo
Poço Fundo
Embora o termo ‘Asperger’ não seja mais utilizado, ainda é comum a dúvida sobre como diferenciar uma pessoa com TEA nível 1 de outra com TEA e superdotação. A principal diferença está no nível de capacidade intelectual: enquanto ambos podem ter interesses restritos, o superdotado tende a apresentar maior flexibilidade, profundidade e desempenho nas áreas de interesse, além de habilidades cognitivas elevadas que podem mascarar ou compensar algumas dificuldades sociais. Busque um profissional que compreenda das duas condições para que sejam identificados com maior certeza.
Como diferenciar na prática?
Avaliação neuropsicológica completa: É fundamental para identificar tanto as áreas de altas habilidades quanto as dificuldades do espectro. Não basta apenas um teste de QI; é preciso analisar o funcionamento global, criatividade, motivação, habilidades sociais e emocionais
.
Histórico de desenvolvimento: Observar desde cedo se há sinais de desenvolvimento intelectual precoce, criatividade, vocabulário avançado, além dos sintomas do espectro.
Observação do comportamento: O superdotado tende a buscar desafios, questionar regras e apresentar pensamento crítico, enquanto o asperger comum pode ser mais rígido e literal

.
 Carolina Gurgel
Psicopedagogo
Rio de Janeiro
A diferença entre um autista e um autista com superdotação não está no “interesse restrito”, mas na qualidade do desempenho cognitivo. No TEA típico, o interesse é profundo e repetitivo, servindo como foco de segurança. Já no TEA com altas habilidades, além da intensidade, há alto rendimento intelectual, raciocínio muito acima da média e aprendizado extremamente rápido.
 Roberta Reis
Psicopedagogo
Juiz de Fora
Hoje o termo Síndrome de Asperger não é mais usado oficialmente. Desde 2013, com o DSM-5 e posteriormente com a CID-11, todos os casos passaram a ser classificados dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível 1 de suporte. A diferença entre uma pessoa com TEA de alto funcionamento e outra que, além disso, apresenta superdotação está na intensidade e qualidade das habilidades cognitivas: ambas podem ter interesses restritos e hiperfoco, mas o superdotado demonstra desempenho intelectual muito acima da média, enquanto o “asperger comum” apresenta funcionamento dentro ou próximo da média.


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