Depois me meu marido morreu e eu estava com ele(infarto fulminante)tenho a sensação de não estar viv
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Depois me meu marido morreu e eu estava com ele(infarto fulminante)tenho a sensação de não estar vivendo uma realidade já se passaram 8 meses e não consigo sair disso sinto como se estivesse anestesiada e também que pra mim tudo virou um tanto faz, meu pai infartou e sobreviveu 6 meses depois da morte do meu marido e minha sensação foi de estar em anestesia também tenho uma sensação de estar exausta o tempo todo.Os dias passam e parece que não vivi,como se eu só estivesse fazendo as coisas no automático , não sei o que fazer....
Você pode estar reagindo desta forma pois são fatos que não tem como evitar. Está se sentindo como "sobrevida" uma vez que perdeste pessoas muito significativas para a realidade que é o "partir deste mundo". Cuide muito de você. Procure um especialista em psicologia e avalie seus níveis de hipótese em depressão.
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Olá! Aconselho buscar um psicólogo/ psicanalista para ter um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação, possibilitando assim, um olhar individualizado para suas questões e a partir disso construir estratégias para compreender e lidar com os conflitos provenientes desse luto. Espero ter ajudado, estou á disposição!
A dor que você está descrevendo após a perda do seu marido e a preocupação com a saúde do seu pai são situações extremamente difíceis e podem gerar muitos sentimentos de desconexão emocional e exaustão, como você mencionou. A Terapia Comportamental pode ajudar a lidar com essa sensação de anestesia emocional e com a dificuldade em encontrar sentido nas atividades diárias.
Aqui estão algumas orientações segundo a Terapia Comportamental que podem ser úteis para ajudar a lidar com esse processo: Reconhecimento do Luto e das Emoções, estruturação Cognitiva, ativação Comportamental, técnicas de Relaxamento, apoio Social e Conexões, estabelecimento de Pequenos Objetivos.
A Terapia Comportamental pode ajudá-la a lidar com a dor e a sensação de desconexão emocional através de técnicas que incentivam o reconhecimento das emoções, a reestruturação de pensamentos disfuncionais, a promoção do engajamento em atividades e a busca de apoio social. Através de um processo gradual de recuperação e enfrentamento, você pode aprender a lidar com o luto de maneira mais adaptativa e reconectar-se com a vida, mesmo que o processo seja desafiador.
Aqui estão algumas orientações segundo a Terapia Comportamental que podem ser úteis para ajudar a lidar com esse processo: Reconhecimento do Luto e das Emoções, estruturação Cognitiva, ativação Comportamental, técnicas de Relaxamento, apoio Social e Conexões, estabelecimento de Pequenos Objetivos.
A Terapia Comportamental pode ajudá-la a lidar com a dor e a sensação de desconexão emocional através de técnicas que incentivam o reconhecimento das emoções, a reestruturação de pensamentos disfuncionais, a promoção do engajamento em atividades e a busca de apoio social. Através de um processo gradual de recuperação e enfrentamento, você pode aprender a lidar com o luto de maneira mais adaptativa e reconectar-se com a vida, mesmo que o processo seja desafiador.
Bom dia, vc está vivenciando um luto de uma pessoa significativa, mas os outros sintomas, como apatia diante da vida, sensação de se sentir anestesiada, etc. , provavelmente ,vc. está com depressão. O luto é uma resposta natural à perda de um ente querido, já a depressão diz respeito a sua saúde mental. Provavelmente seu luto te levou à depressão. Se sua depressão persistir busque ajuda de profissionais de saúde mental. Psiquiatra e psicólogo poderão te ajudar, já que a diferenciação nem sempre é fáil.
Sinto muito por tudo que você está vivendo. Perder alguém de forma tão repentina é um choque enorme, e essa sensação de anestesia, de estar no automático, é o jeito que sua mente encontrou para te proteger da dor. Mas eu sei que, ao invés de ajudar, isso te faz sentir cada vez mais distante da vida.
O luto é um processo difícil, e somado a tudo que você passou com seu pai, seu corpo e sua mente estão exaustos. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Um terapeuta pode te ajudar a processar essa dor aos poucos, sem precisar carregar tudo sozinha.
Você sente que consegue falar sobre isso com alguém ou tem guardado tudo para si?
O luto é um processo difícil, e somado a tudo que você passou com seu pai, seu corpo e sua mente estão exaustos. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Um terapeuta pode te ajudar a processar essa dor aos poucos, sem precisar carregar tudo sozinha.
Você sente que consegue falar sobre isso com alguém ou tem guardado tudo para si?
olá, lamento que esteja vivendo algo tao delicado e esse efeito que está sentido como se estivesse anestesiado, pode ser em decorrencia do luto, pois cada pessoa pode manifestar de modo diferente. Isso significa que ainda está processando essa perda tão significativa. O ideial era que fizesse terapia para conseguir lidar melhor com o luto
Olá bom dia, recomendo a avaliação de um profissional de Saúde Mental para melhor entender o processo de luto
O aocmpanhamento psicoterapeutico do luto ajuda a intensificar a compreensão das emoções deste momento tão sensível. Existem ótimos terapeutas que podem te ajudar até mesmo online.
Olá! Você passou pro muita coisa nos últimos tempos, que podem estar lhe causando dor e angústia, e viver "no automático" é um meio de tentar seguir a vida e suas obrigações. No entanto, essa dor merece ser olhada e acalentada, em um espaço seguro de psicoterapia, para que encontre uma nova forma de olhar para tudo isso, e que consiga seguir com a sua vida. Fico disponível para atendimento!
Olá! Essa sensação de anestesia e exaustão associa-se a um luto que ainda não encontrou caminhos para ser elaborado. A perda do seu marido e o susto com seu pai podem ter deixado o desejo em suspenso, como se a vida tivesse perdido seu eixo. O "automático" pode ser uma defesa para lidar com uma dor que ainda não pode ser nomeada. Um espaço de escuta, como a psicanálise, pode ajudar a te conectar com o que foi rompido, permitindo que o desejo volte a circular, mesmo que aos poucos.
Olá querida!
Sinto muito por tudo que está passando.
A dor que você está sentindo é profundamente humana, e a maneira como você está reagindo a essas perdas é compreensível e válida. Viktor Frankl, psiquiatra e sobrevivente do Holocausto, desenvolveu a Logoterapia, uma abordagem terapêutica centrada na busca de sentido, mesmo nas circunstâncias mais dolorosas e extremas. Ele acreditava que, apesar do sofrimento, o ser humano tem a capacidade de encontrar significado, mesmo nas situações mais difíceis, o que ajuda a lidar com a dor e a angústia.
A sensação de estar "anestesiada" e "no automático" pode ser uma maneira do seu organismo se proteger diante do peso emocional da perda. Quando estamos diante de um sofrimento imenso, a mente pode buscar uma forma de distanciamento emocional, como um mecanismo de defesa para lidar com o que parece insuportável. Isso não significa que você tenha "perdido a capacidade de sentir", mas sim que seu cérebro e corpo tentam te proteger do peso de tanta dor.
Frankl falava sobre a ideia de que, mesmo nas situações mais difíceis, podemos encontrar um sentido, uma razão para seguir em frente. Ele enfatizava que a busca por significado pode ser uma forma de resiliência, mesmo quando as coisas parecem vazias ou sem propósito. Esse "sentido" não significa que você precisa ter todas as respostas agora, mas sim que, aos poucos, ao se permitir viver o luto, você pode descobrir formas de transformar essa dor em algo que, de alguma maneira, te conecte com o que é importante para você.
Se sentir exausta o tempo todo é natural em uma situação como a sua, e não há problema em não saber exatamente o que fazer. O processo de luto pode ser muito longo e, de certa forma, imprevisto, mas com o tempo, você pode encontrar um novo significado para sua vida. Permita-se dar pequenos passos, sem a pressão de ter todas as respostas agora.
Buscar apoio, seja em amigos, familiares ou profissionais da área da saúde mental (psicólogo), pode ser um alicerce importante enquanto você continua nesse caminho. É importante lembrar que você não está sozinha nesse processo.
Com carinho,
Leila Marques
Sinto muito por tudo que está passando.
A dor que você está sentindo é profundamente humana, e a maneira como você está reagindo a essas perdas é compreensível e válida. Viktor Frankl, psiquiatra e sobrevivente do Holocausto, desenvolveu a Logoterapia, uma abordagem terapêutica centrada na busca de sentido, mesmo nas circunstâncias mais dolorosas e extremas. Ele acreditava que, apesar do sofrimento, o ser humano tem a capacidade de encontrar significado, mesmo nas situações mais difíceis, o que ajuda a lidar com a dor e a angústia.
A sensação de estar "anestesiada" e "no automático" pode ser uma maneira do seu organismo se proteger diante do peso emocional da perda. Quando estamos diante de um sofrimento imenso, a mente pode buscar uma forma de distanciamento emocional, como um mecanismo de defesa para lidar com o que parece insuportável. Isso não significa que você tenha "perdido a capacidade de sentir", mas sim que seu cérebro e corpo tentam te proteger do peso de tanta dor.
Frankl falava sobre a ideia de que, mesmo nas situações mais difíceis, podemos encontrar um sentido, uma razão para seguir em frente. Ele enfatizava que a busca por significado pode ser uma forma de resiliência, mesmo quando as coisas parecem vazias ou sem propósito. Esse "sentido" não significa que você precisa ter todas as respostas agora, mas sim que, aos poucos, ao se permitir viver o luto, você pode descobrir formas de transformar essa dor em algo que, de alguma maneira, te conecte com o que é importante para você.
Se sentir exausta o tempo todo é natural em uma situação como a sua, e não há problema em não saber exatamente o que fazer. O processo de luto pode ser muito longo e, de certa forma, imprevisto, mas com o tempo, você pode encontrar um novo significado para sua vida. Permita-se dar pequenos passos, sem a pressão de ter todas as respostas agora.
Buscar apoio, seja em amigos, familiares ou profissionais da área da saúde mental (psicólogo), pode ser um alicerce importante enquanto você continua nesse caminho. É importante lembrar que você não está sozinha nesse processo.
Com carinho,
Leila Marques
As perdas de entes queridos nos trazem um período para lidar com a nova realidade. Esse período de luto, podem ser mais ou menos duradouro, dependendo do envolvimento emocional, da proximidade física, etc. No seu caso, parece ter sido um impacto muito grande na sua vida, ainda mais com a perda do seu pai. A sua falta de motivação é comum nessa fase, porém se você percebe que a sua situação não tem tido diminuição dos sentimentos, acho interessante buscar ajuda de um psicólogo.
O luto é um processo doloroso é que preciso ser acompanhando por um profissional para elaboração das demandas traumáticas. Cada pessoa tem seu tempo para passar pelo luto dependendo da relação que tinha com a pessoa.
Sinto muito pela sua perda. O que você descreve é algo comum após vivências traumáticas e períodos de luto intenso. Essa sensação de estar anestesiada, de que a realidade não parece real, e o estado de exaustão constante podem estar relacionados a um processo de luto prolongado e ao impacto emocional das perdas que você enfrentou em um curto período de tempo.
A dissociação e a sensação de estar no "piloto automático" podem ser um mecanismo de defesa da mente para lidar com a dor intensa. É como se seu cérebro estivesse tentando proteger você, mas, ao mesmo tempo, isso pode dificultar a retomada da sua vida de forma mais plena. A terapia pode ser um espaço seguro para você processar suas emoções, entender o impacto dessas perdas e encontrar formas de retomar sua conexão com a vida.
A dissociação e a sensação de estar no "piloto automático" podem ser um mecanismo de defesa da mente para lidar com a dor intensa. É como se seu cérebro estivesse tentando proteger você, mas, ao mesmo tempo, isso pode dificultar a retomada da sua vida de forma mais plena. A terapia pode ser um espaço seguro para você processar suas emoções, entender o impacto dessas perdas e encontrar formas de retomar sua conexão com a vida.
Pelo seu relato você precisa fazer terapia com psicólogo especialista em luto e traumas. Caso você deseje, pode agendar uma consulta comigo.
Você está vivenciando um processo de luto que precisa ser elaborado e conversado em terapia, buscando estratégias de como vivenciar esse luto e processar tudo que aconteceu.
Olá! Você está em grande sofrimento o que pode causar esse sensação de anestesia. Você passou por 2 traumas que foi o infarto do seu marido seguido de morte e também o infarto do seu pai em curto período de tempo. Há também o processo de luto. A perda do seu marido é recente e é importante saber como foi essa elaboração. Você se permitiu chorar, sofrer, sentir? É de extrema importância este espaço. Além da perda, o que modificou na sua vida após a morte dele? Sou especialista em saúde mental, trabalho com luto e traumas e fico à disposição para ajudá-la.
Olá, tudo bem?
Imagino o quão difícil tem sido esse período para você. A perda de alguém que amamos de forma tão brusca, como um infarto fulminante, pode deixar marcas profundas. E o que você descreve – essa sensação de anestesia, de estar vivendo no automático, de que nada parece realmente importar – pode ser um mecanismo do seu cérebro para lidar com uma dor que foi grande demais para ser processada de uma só vez.
Na neurociência, sabemos que o luto intenso pode ativar respostas de defesa do sistema nervoso, alterando a forma como percebemos o mundo. Essa sensação de estar desconectada, exausta e sem envolvimento emocional pode estar ligada a um estado prolongado de estresse e esgotamento emocional. O cérebro, ao tentar te proteger, pode acabar "desligando" certas respostas emocionais para evitar um sofrimento ainda maior. Mas, com o tempo, isso pode fazer com que você se sinta como se estivesse apenas existindo, sem realmente viver.
Talvez a pergunta mais importante agora seja: você sente que teve espaço para viver o seu luto? Às vezes, quando a dor é muito grande, tentamos seguir em frente da maneira que conseguimos, mas sem realmente dar a nós mesmos o tempo necessário para sentir e processar tudo o que aconteceu. Você tem alguém com quem consegue falar sobre o que sente, sem medo de ser julgada? E se pudesse colocar essa sensação de anestesia em palavras, como descreveria o que está faltando dentro de você?
O luto não tem um tempo exato para passar, mas é importante que ele seja vivido. Aos poucos, encontrar formas de se reconectar consigo mesma pode ser um passo para começar a recuperar a sensação de estar presente na própria vida. A terapia pode ser um espaço seguro para isso, para que você possa transformar essa anestesia em algo que faça sentido dentro do seu tempo. Você não precisa passar por isso sozinha. Caso precise, estou à disposição.
Imagino o quão difícil tem sido esse período para você. A perda de alguém que amamos de forma tão brusca, como um infarto fulminante, pode deixar marcas profundas. E o que você descreve – essa sensação de anestesia, de estar vivendo no automático, de que nada parece realmente importar – pode ser um mecanismo do seu cérebro para lidar com uma dor que foi grande demais para ser processada de uma só vez.
Na neurociência, sabemos que o luto intenso pode ativar respostas de defesa do sistema nervoso, alterando a forma como percebemos o mundo. Essa sensação de estar desconectada, exausta e sem envolvimento emocional pode estar ligada a um estado prolongado de estresse e esgotamento emocional. O cérebro, ao tentar te proteger, pode acabar "desligando" certas respostas emocionais para evitar um sofrimento ainda maior. Mas, com o tempo, isso pode fazer com que você se sinta como se estivesse apenas existindo, sem realmente viver.
Talvez a pergunta mais importante agora seja: você sente que teve espaço para viver o seu luto? Às vezes, quando a dor é muito grande, tentamos seguir em frente da maneira que conseguimos, mas sem realmente dar a nós mesmos o tempo necessário para sentir e processar tudo o que aconteceu. Você tem alguém com quem consegue falar sobre o que sente, sem medo de ser julgada? E se pudesse colocar essa sensação de anestesia em palavras, como descreveria o que está faltando dentro de você?
O luto não tem um tempo exato para passar, mas é importante que ele seja vivido. Aos poucos, encontrar formas de se reconectar consigo mesma pode ser um passo para começar a recuperar a sensação de estar presente na própria vida. A terapia pode ser um espaço seguro para isso, para que você possa transformar essa anestesia em algo que faça sentido dentro do seu tempo. Você não precisa passar por isso sozinha. Caso precise, estou à disposição.
Sinto muito pela sua perda e pelo o que você está passando, imagino como pode está sendo difícil para você. Parece que tem experimentando uma exaustão emocional e a despersonalização, que é essa sensação de desconexão consigo. E esses sintomas fazem parte do processo de luto. Apenas disso, caso esses sinais esteja causando intenso sofrimento é importante buscar ajuda profissional. Um psicólogo pode te oferecer apoio emocional e auxilia a lidar com o processo de luto. Você não precise passar por isso sozinha, busque ajuda! Estou à disposição para ajudá-la. Abraços!
Olá! Sinto muito pelas suas perdas. O luto é algo realmente muito difícil de lidar, ainda mais quando são de pessoas tão importantes e por algo semelhante. Te indico psicoterapia, só assim para conseguir olhar de forma aprofundada o que foi anestesiado (por ex, isso pode acontecer inconscientemente como forma de não precisar lidar com toda a dor que essas perdas trazem). Se necessário, tenho experiência nessa área e fico à sua disposição. Se cuide!
A sensação de anestesia emocional, de estar no automático, exausta, como se nada mais tocasse de verdade... são experiências comuns em processos de luto intensos, especialmente quando envolvem traumas como o que você passou.
Estar presente no momento da morte de alguém amado, especialmente de forma tão abrupta como um infarto fulminante, pode deixar marcas profundas, que vão além da tristeza: o corpo e a mente muitas vezes entram num estado de defesa, como se congelassem para suportar o insuportável. Essa "anestesia" emocional pode ser uma forma inconsciente de proteção, mas quando ela se prolonga, pode se tornar um sinal de que algo dentro de você está pedindo acolhimento e elaboração.
A exaustão constante, a sensação de "tanto faz", de estar viva, mas não vivendo... tudo isso é parte de um sofrimento psíquico que precisa ser ouvido. Um processo de psicoterapia pode ser um espaço seguro para começar a dar nome a esse vazio, aos sentimentos congelados, e aos sentidos que talvez ainda não tenham sido possíveis de elaborar.
Seu sofrimento tem história e merece cuidado. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim um gesto de amor por si mesma, e uma forma de reencontrar, pouco a pouco, uma maneira possível de continuar.
Estar presente no momento da morte de alguém amado, especialmente de forma tão abrupta como um infarto fulminante, pode deixar marcas profundas, que vão além da tristeza: o corpo e a mente muitas vezes entram num estado de defesa, como se congelassem para suportar o insuportável. Essa "anestesia" emocional pode ser uma forma inconsciente de proteção, mas quando ela se prolonga, pode se tornar um sinal de que algo dentro de você está pedindo acolhimento e elaboração.
A exaustão constante, a sensação de "tanto faz", de estar viva, mas não vivendo... tudo isso é parte de um sofrimento psíquico que precisa ser ouvido. Um processo de psicoterapia pode ser um espaço seguro para começar a dar nome a esse vazio, aos sentimentos congelados, e aos sentidos que talvez ainda não tenham sido possíveis de elaborar.
Seu sofrimento tem história e merece cuidado. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim um gesto de amor por si mesma, e uma forma de reencontrar, pouco a pouco, uma maneira possível de continuar.
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