Descobri que a pessoa que estou casada consume muita pornografia todos os dias, mesmo eu estando grá
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Descobri que a pessoa que estou casada consume muita pornografia todos os dias, mesmo eu estando grávida, não consigo perdoar de forma alguma, pra mim não existe mudança nisso.
O vício em pornografia tem cura?
O vício em pornografia tem cura?
A pornografia é uma questão que abrange pessoas de todas as idades e gêneros. A partir da popularização da internet rápida e a entrada do smartphone em nossa cultura a pornografia se alastrou rapidamente. Entendo sua decepção e dor, mas é uma questão que esta impregnada em nossa cultura. A chance de você terminar seu casamento agora, num momento delicado e se deparar novamente com isso em outro relacionamento é grande. Existe tratamento sim e tem eficácia, acredite. Se você quiser podemos conversar melhor, para algumas indicações precisaria de mais detalhes. Estou a disposição.
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Olá! Primeiramente é importante diferenciar vício de compulsão, o vício paralisa a vida, por exemplo: a pessoa deixa de cumprir com obrigações para assistir pornografia. Já na compulsão, é um pouco diferente, geralmente o indivíduo mantém a prática durante o tempo que tem livre, por isso, o compulsivo acaba não se dando conta do problema. Em ambos os casos esses sintomas surgem como tentativa de preencher uma falta inconsciente, então respondendo sua pergunta: sim, a partir do momento em que as questões inconscientes encontram outras formas de virem à tona, o sintoma presente pode cair em desuso, mas para que seja possível é importante buscar ajuda de um psicólogo/ psicanalista para que tenha um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação do quadro. Espero ter ajudado, estou á disposição!
Algumas observações: 1. Vicio de Pornografia tem cura se a pessoa decidir que quer se curar. 2. Conquiste ele para querer cura 3. É falso dizer que isto vai destruir seu casamento 4. Você precisa aprender a perdoar. Estude o que Sábios e Jesus ensinam sobre o perdão. Sucesso.
Quando se trata de vícios, incluindo a pornografia, é importante entender que, uma vez que o cérebro desenvolve essa dependência, ele cria caminhos neurais que podem ser ativados novamente, mesmo após um longo período de abstinência. É por isso que se diz que, uma vez viciado, sempre viciado.
Mas aqui está a boa notícia: isso não significa que seu esposo está condenado a viver assim para sempre. Se ele estiver disposto a lutar contra esse padrão, existem ferramentas e tratamentos que podem te ajudar a recuperar o controle. Nós trabalhamos com técnicas baseadas na neurociência aplicada, como a Atualização de Memórias e a reprogramação mental, que podem ajudar a reconfigurar os padrões do seu cérebro e reduzir a influência do vício.
Com dedicação e o suporte certo, é possível construir uma nova relação com a mente e vencer essa batalha. Se ele está pronto para dar o primeiro passo, estamos aqui para ajudar.
Mas aqui está a boa notícia: isso não significa que seu esposo está condenado a viver assim para sempre. Se ele estiver disposto a lutar contra esse padrão, existem ferramentas e tratamentos que podem te ajudar a recuperar o controle. Nós trabalhamos com técnicas baseadas na neurociência aplicada, como a Atualização de Memórias e a reprogramação mental, que podem ajudar a reconfigurar os padrões do seu cérebro e reduzir a influência do vício.
Com dedicação e o suporte certo, é possível construir uma nova relação com a mente e vencer essa batalha. Se ele está pronto para dar o primeiro passo, estamos aqui para ajudar.
Boa noite. O vicio em pornografia consiste numa doenca psicologica que necessita de psicoterapia. Sem ele aceitar o tratamento pode ocorrer ate infidelidade. Ele melhorando com um tratamento serio voce tambem pode buscar terapia individual ou de casal para trabalhar a flexibilidade nos erros. Todos podem mudar, aprender buscando ajuda adequada. A disposicao
Oi! Entendo como essa descoberta pode trazer dor e insegurança, especialmente em um momento tão sensível como a gravidez. O consumo excessivo de pornografia pode, sim, ser um comportamento a ser trabalhado, mas mudanças reais exigem disposição da própria pessoa e apoio adequado. O perdão e a confiança também demandam tempo e espaço. Falar sobre seus sentimentos com um profissional pode ajudar a encontrar clareza nesse processo. Caso sinta necessidade, estou à disposição. Um abraço acolhedor!
Olá Futura mamãe,
Antes de mais nada, quero acolher seu coração neste momento tão sensível. Descobertas como essas trazem podem uma mistura de sentimentos intensos, especialmente durante a gravidez, um período em que já estamos mais leves emocionalmente. Quero saber que o que você está sentindo é completamente válido e importante.
Como alguém que também viveu desafios emocionais durante a gestação, posso dizer que entendo como é estar em um momento tão especial e, ao mesmo tempo, lidar com questões difíceis que afetam o emocional. Essa fase exige muito de nós, mas também nos dá a oportunidade de nos reconectarmos com o que é essencial: você e seu bebê.
É fundamental cuidar do seu bem-estar emocional agora, não só por você, mas também porque as emoções que cultivamos durante a gestação têm um impacto significativo no desenvolvimento e na saúde do bebê. Sentimentos como calma, amor e segurança ajudam a construir um ambiente emocional saudável para ele. Mas sei que isso nem sempre é fácil, especialmente quando há situações que trazem tanto desconforto.
Eu tenho ferramentas e práticas baseadas na ciência do bem-estar e na psicologia positiva que podem ajudar a cultivar emoções positivas, encontrar equilíbrio e fortalecer sua conexão com o bebê, mesmo em meio às dificuldades. Minha experiência em parentalidade consciente e neurociência pode oferecer apoio para que você se sinta mais forte e preparado para lidar com os desafios enquanto cuida de si mesma e dessa nova vida que está chegando.
Se quiser conversar e explorar formas de transformar esse momento em uma jornada mais leve e significativa, estarei aqui para ajudá-la. Você merece acolhimento, cuidado e o suporte necessário para florescer nessa fase tão especial.
Com carinho,
Margareth Florescimento Parental
Antes de mais nada, quero acolher seu coração neste momento tão sensível. Descobertas como essas trazem podem uma mistura de sentimentos intensos, especialmente durante a gravidez, um período em que já estamos mais leves emocionalmente. Quero saber que o que você está sentindo é completamente válido e importante.
Como alguém que também viveu desafios emocionais durante a gestação, posso dizer que entendo como é estar em um momento tão especial e, ao mesmo tempo, lidar com questões difíceis que afetam o emocional. Essa fase exige muito de nós, mas também nos dá a oportunidade de nos reconectarmos com o que é essencial: você e seu bebê.
É fundamental cuidar do seu bem-estar emocional agora, não só por você, mas também porque as emoções que cultivamos durante a gestação têm um impacto significativo no desenvolvimento e na saúde do bebê. Sentimentos como calma, amor e segurança ajudam a construir um ambiente emocional saudável para ele. Mas sei que isso nem sempre é fácil, especialmente quando há situações que trazem tanto desconforto.
Eu tenho ferramentas e práticas baseadas na ciência do bem-estar e na psicologia positiva que podem ajudar a cultivar emoções positivas, encontrar equilíbrio e fortalecer sua conexão com o bebê, mesmo em meio às dificuldades. Minha experiência em parentalidade consciente e neurociência pode oferecer apoio para que você se sinta mais forte e preparado para lidar com os desafios enquanto cuida de si mesma e dessa nova vida que está chegando.
Se quiser conversar e explorar formas de transformar esse momento em uma jornada mais leve e significativa, estarei aqui para ajudá-la. Você merece acolhimento, cuidado e o suporte necessário para florescer nessa fase tão especial.
Com carinho,
Margareth Florescimento Parental
Bom dia, na sua condição atual de gestação, tens a demanda de segurança a acolhimento por questões emocionais e hormonais, por parte do seu marido. Tal comportamento, por mais que eventualmente esteja no campo do imaginário, e não do real (essa informação é importante) traz consigo um desconforto natural. Tal comportamento tem prognóstico reservado, mas o recomendado é um debate franco e claro, em terapia de casal. Dr. Sandro Dibi.
Olá. O vício em pornografia é um tema delicado e frequentemente carregado de sentimentos intensos, como os que o paciente demonstra. É importante abordar essa questão de forma empática e ampla.
Sobre o vício em pornografia:
Sim, é possível tratar o vício em pornografia, mas isso depende de vários fatores, incluindo a disposição da pessoa em reconhecer o problema e buscar ajuda. Algumas abordagens incluem:
1. Psicoterapia: Terapias cognitivas e comportamentais têm mostrado eficácia, ajudando o indivíduo a entender os gatilhos do comportamento e a adotar hábitos mais saudáveis.
2. Psicanálise: Essa abordagem pode ajudar a explorar os aspectos inconscientes que sustentam o comportamento, como angústias, traumas ou fantasias reprimidas.
3. Grupos de Apoio: Há grupos específicos, como o "Porn Addicts Anonymous", que oferecem suporte para quem busca superação.
4. Tratamento médico: Em alguns casos, pode haver associação com desequilíbrios químicos no cérebro que podem ser tratados por profissionais da saúde.
Sobre o impacto no relacionamento:
A descoberta de um comportamento compulsivo como este pode ser devastadora, especialmente em um momento vulnerável, como a gravidez. É compreensível que o paciente se sinta traído, desrespeitado e incapaz de perdoar. A pornografia pode gerar expectativas irreais sobre intimidade e afetar a conexão emocional e sexual no casamento.
Pontos a serem explorados:
1. Por que o comportamento incomoda tanto? Isso está relacionado a uma percepção de traição, insegurança, ou outros sentimentos mais profundos?
2. Existe espaço para diálogo? Entender a visão do cônjuge e suas motivações pode ajudar a contextualizar melhor a situação.
3. Existe desejo de reconstrução? Tanto a pessoa que consome pornografia quanto o cônjuge precisam estar dispostos a lidar com os danos emocionais causados e investir no processo de cura.
Reflexão Psicanalítica:
Talvez a resistência ao perdão esteja atrelada a questões internas do paciente que precisam de atenção. Sentimentos de rejeição, baixa autoestima ou uma visão idealizada do casamento podem estar em jogo. O acompanhamento psicanalítico pode ajudar o paciente a entender melhor suas emoções e a decidir como lidar com a situação.
Se a questão do vício for negligenciada pelo cônjuge, é possível que o casamento enfrente dificuldades ainda maiores. Portanto, incentivar o diálogo, a busca por ajuda especializada e o cuidado mútuo pode ser essencial para qualquer decisão futura.
Fico a sua disposição.
Sobre o vício em pornografia:
Sim, é possível tratar o vício em pornografia, mas isso depende de vários fatores, incluindo a disposição da pessoa em reconhecer o problema e buscar ajuda. Algumas abordagens incluem:
1. Psicoterapia: Terapias cognitivas e comportamentais têm mostrado eficácia, ajudando o indivíduo a entender os gatilhos do comportamento e a adotar hábitos mais saudáveis.
2. Psicanálise: Essa abordagem pode ajudar a explorar os aspectos inconscientes que sustentam o comportamento, como angústias, traumas ou fantasias reprimidas.
3. Grupos de Apoio: Há grupos específicos, como o "Porn Addicts Anonymous", que oferecem suporte para quem busca superação.
4. Tratamento médico: Em alguns casos, pode haver associação com desequilíbrios químicos no cérebro que podem ser tratados por profissionais da saúde.
Sobre o impacto no relacionamento:
A descoberta de um comportamento compulsivo como este pode ser devastadora, especialmente em um momento vulnerável, como a gravidez. É compreensível que o paciente se sinta traído, desrespeitado e incapaz de perdoar. A pornografia pode gerar expectativas irreais sobre intimidade e afetar a conexão emocional e sexual no casamento.
Pontos a serem explorados:
1. Por que o comportamento incomoda tanto? Isso está relacionado a uma percepção de traição, insegurança, ou outros sentimentos mais profundos?
2. Existe espaço para diálogo? Entender a visão do cônjuge e suas motivações pode ajudar a contextualizar melhor a situação.
3. Existe desejo de reconstrução? Tanto a pessoa que consome pornografia quanto o cônjuge precisam estar dispostos a lidar com os danos emocionais causados e investir no processo de cura.
Reflexão Psicanalítica:
Talvez a resistência ao perdão esteja atrelada a questões internas do paciente que precisam de atenção. Sentimentos de rejeição, baixa autoestima ou uma visão idealizada do casamento podem estar em jogo. O acompanhamento psicanalítico pode ajudar o paciente a entender melhor suas emoções e a decidir como lidar com a situação.
Se a questão do vício for negligenciada pelo cônjuge, é possível que o casamento enfrente dificuldades ainda maiores. Portanto, incentivar o diálogo, a busca por ajuda especializada e o cuidado mútuo pode ser essencial para qualquer decisão futura.
Fico a sua disposição.
Caso o sujeito escolha fazer uma análise já é um bom caminho para abertura de algo novo Que aa situação mude. A pornografia Viabilizam prazer autocentrado, Muitas vezes denotando uma dificuldade na relação com o outro. Podendo também indicar um elemento que venha para tentar solucionar algo próprio, Muitas vezes sendo um recurso para aliviar a angústia e ansiedade. Por meio da análise é possível descobrir a dinâmica dos sintomas por favorecer com que o sujeito faça uma escolha com base em sua mudança subjetiva. Cabe ressaltar que, Como todo vício, O sujeito vai ter que abrir mão de algo que lhe dá segurança e conforto Apesar do sofrimento acoplado.
O vício em pornografia é um tema complexo e, sob a perspectiva da psicanálise, pode ser analisado por diversos ângulos. Antes de responder diretamente à questão sobre "cura", é importante abordar alguns pontos que podem ajudar a compreender as dinâmicas envolvidas.
1. O vício como sintoma
Na psicanálise, comportamentos repetitivos e compulsivos, como o consumo excessivo de pornografia, são vistos como sintomas que refletem algo mais profundo no inconsciente. Esse hábito pode ser uma forma de lidar com angústias, ansiedades ou conflitos internos que não encontram outra via de expressão. Em outras palavras, o vício pode funcionar como um "alívio" para questões que a pessoa ainda não compreende ou não consegue elaborar de outra forma.
No caso específico do consumo de pornografia, é possível que exista uma busca por gratificação imediata, que mascara uma dificuldade em lidar com a intimidade, o desejo ou até mesmo com mudanças na dinâmica conjugal, como a gravidez.
2. A relação conjugal
A descoberta do consumo excessivo de pornografia durante um momento tão significativo como a gravidez pode trazer sentimentos intensos: rejeição, traição, raiva ou tristeza. Esses sentimentos são legítimos e precisam ser respeitados. É importante, no entanto, entender que o comportamento do outro não necessariamente reflete algo sobre você ou sobre o relacionamento, mas sim uma dinâmica interna da outra pessoa.
A gravidez pode ser um período de grandes transformações na vida do casal. Para alguns, isso desperta inseguranças, medos e até dificuldades em lidar com as novas responsabilidades. A pornografia pode ser usada como uma forma de fuga ou tentativa de controlar ansiedades inconscientes.
3. Há possibilidade de mudança?
A mudança é possível, mas ela depende de vários fatores. O principal é a disposição da pessoa em reconhecer que o hábito é problemático e buscar entender suas origens. Um acompanhamento terapêutico, seja por meio da psicanálise ou outras abordagens, pode ajudar a pessoa a explorar as raízes desse comportamento e a desenvolver novas formas de lidar com os sentimentos que estão sendo mascarados pela compulsão.
É essencial compreender que a "cura" no sentido psicanalítico não é apenas a eliminação do sintoma (neste caso, o vício), mas a transformação da relação da pessoa consigo mesma e com os outros. Essa mudança requer tempo, compromisso e autoconhecimento.
4. E quanto ao perdão?
O perdão é uma experiência subjetiva e íntima. É natural que, neste momento, você sinta que não consegue perdoar. Esse sentimento não precisa ser forçado ou apressado. O que pode ser útil é refletir sobre o que você sente e o que este evento representa para você: traição, desrespeito, falta de consideração?
Em um contexto psicanalítico, o perdão não é necessariamente um objetivo. Ele pode ou não surgir à medida que você processa suas emoções e toma decisões sobre o relacionamento. O mais importante é você cuidar de si mesma, compreender seus limites e decidir o que é saudável para você neste momento.
5. Como proceder?
Para ele: Caso ele reconheça o problema, a busca por um psicanalista ou outro profissional qualificado pode ajudá-lo a trabalhar as razões subjacentes ao vício.
Para você: Também pode ser útil buscar um espaço de escuta, como a psicanálise, para elaborar os sentimentos despertados por essa descoberta e refletir sobre como deseja conduzir sua relação e suas expectativas.
Conclusão
O vício em pornografia pode ser trabalhado, desde que a pessoa esteja disposta a enfrentar suas questões internas. Para além disso, a forma como você se sente é central e merece atenção. Independentemente das escolhas dele, o mais importante é que você tenha um espaço seguro para compreender seus próprios sentimentos e tomar as decisões que melhor cuidem de você e de seu bem-estar emocional.
1. O vício como sintoma
Na psicanálise, comportamentos repetitivos e compulsivos, como o consumo excessivo de pornografia, são vistos como sintomas que refletem algo mais profundo no inconsciente. Esse hábito pode ser uma forma de lidar com angústias, ansiedades ou conflitos internos que não encontram outra via de expressão. Em outras palavras, o vício pode funcionar como um "alívio" para questões que a pessoa ainda não compreende ou não consegue elaborar de outra forma.
No caso específico do consumo de pornografia, é possível que exista uma busca por gratificação imediata, que mascara uma dificuldade em lidar com a intimidade, o desejo ou até mesmo com mudanças na dinâmica conjugal, como a gravidez.
2. A relação conjugal
A descoberta do consumo excessivo de pornografia durante um momento tão significativo como a gravidez pode trazer sentimentos intensos: rejeição, traição, raiva ou tristeza. Esses sentimentos são legítimos e precisam ser respeitados. É importante, no entanto, entender que o comportamento do outro não necessariamente reflete algo sobre você ou sobre o relacionamento, mas sim uma dinâmica interna da outra pessoa.
A gravidez pode ser um período de grandes transformações na vida do casal. Para alguns, isso desperta inseguranças, medos e até dificuldades em lidar com as novas responsabilidades. A pornografia pode ser usada como uma forma de fuga ou tentativa de controlar ansiedades inconscientes.
3. Há possibilidade de mudança?
A mudança é possível, mas ela depende de vários fatores. O principal é a disposição da pessoa em reconhecer que o hábito é problemático e buscar entender suas origens. Um acompanhamento terapêutico, seja por meio da psicanálise ou outras abordagens, pode ajudar a pessoa a explorar as raízes desse comportamento e a desenvolver novas formas de lidar com os sentimentos que estão sendo mascarados pela compulsão.
É essencial compreender que a "cura" no sentido psicanalítico não é apenas a eliminação do sintoma (neste caso, o vício), mas a transformação da relação da pessoa consigo mesma e com os outros. Essa mudança requer tempo, compromisso e autoconhecimento.
4. E quanto ao perdão?
O perdão é uma experiência subjetiva e íntima. É natural que, neste momento, você sinta que não consegue perdoar. Esse sentimento não precisa ser forçado ou apressado. O que pode ser útil é refletir sobre o que você sente e o que este evento representa para você: traição, desrespeito, falta de consideração?
Em um contexto psicanalítico, o perdão não é necessariamente um objetivo. Ele pode ou não surgir à medida que você processa suas emoções e toma decisões sobre o relacionamento. O mais importante é você cuidar de si mesma, compreender seus limites e decidir o que é saudável para você neste momento.
5. Como proceder?
Para ele: Caso ele reconheça o problema, a busca por um psicanalista ou outro profissional qualificado pode ajudá-lo a trabalhar as razões subjacentes ao vício.
Para você: Também pode ser útil buscar um espaço de escuta, como a psicanálise, para elaborar os sentimentos despertados por essa descoberta e refletir sobre como deseja conduzir sua relação e suas expectativas.
Conclusão
O vício em pornografia pode ser trabalhado, desde que a pessoa esteja disposta a enfrentar suas questões internas. Para além disso, a forma como você se sente é central e merece atenção. Independentemente das escolhas dele, o mais importante é que você tenha um espaço seguro para compreender seus próprios sentimentos e tomar as decisões que melhor cuidem de você e de seu bem-estar emocional.
Olá, Se a cura significa parar de ver, sim pode ser possível.
A compulsão em pornografia tem tratamento. Na maioria dos casos tem cura, em outros a pessoa consegue viver abstêmico. Sugiro um tratamento com especialistas em adicção e codependencia. Infelizmente, no Brasil o índice é alto em vícios inclusive na pornografia. Aconselho perdoar e buscar acompanhamento especializado para saber como agir com essa situação. Forte abraço!
Quando você diz: não consigo perdoar de forma alguma, pra mim não existe mudança nisso. Você põe um ponto final. Como: Para mim isso não tem solução, já estou decidida e nada vai mudar a minha posição. Depois você pergunta: O vício em pornografia tem cura? Como buscando por uma solução para o outro, que faria você mudar de posição. Deixo alguns questionamentos: Qual é realmente a sua intensão? O quanto isso afeta você e por que? Quais são os seus sentimentos, sensações e pensamentos quando você fala sobre o assunto?
E respondendo á sua pergunta: Sim, todos os vícios podem ser curados, entendendo que a cura é deixar de praticar automaticamente e ter condições de escolher conscientemente, fazer ou não algo que, em demasia, prejudica a pessoa. Fico à disposição, Abraço.
E respondendo á sua pergunta: Sim, todos os vícios podem ser curados, entendendo que a cura é deixar de praticar automaticamente e ter condições de escolher conscientemente, fazer ou não algo que, em demasia, prejudica a pessoa. Fico à disposição, Abraço.
Precisa procurar ajuda de um Psiquiatra. Ele. E você de um terapeuta.
Sim. O consumo excessivo de pornografia pode se transformar em um hábito compulsivo, mas é algo que pode ser enfrentado com acompanhamento adequado. A pessoa precisa reconhecer o impacto disso na relação e buscar ajuda, como terapia especializada, para entender as razões por trás desse comportamento. Mudanças são possíveis, mas exigem comprometimento genuíno e um esforço constante. No entanto, seus sentimentos e limites são igualmente importantes. e buscar orientação profissional pode ajudá-la a decidir os próximos passos com mais clareza.
O vício em pornografia é uma questão que pode afetar a vida de uma pessoa de várias maneiras, incluindo relacionamentos e saúde mental. É compreensível que você esteja se sentindo angustiada e preocupada com o comportamento do seu parceiro, especialmente durante um momento tão delicado como a gravidez. Vamos explorar se o vício em pornografia tem cura e quais são as opções de tratamento disponíveis.
O Vício em Pornografia Tem Cura?
Sim, o vício em pornografia pode ser tratado e, em muitos casos, superado. Embora não haja uma "cura" no sentido tradicional, existem abordagens eficazes que podem ajudar a pessoa a controlar seus impulsos e a mudar seu comportamento. Aqui estão algumas opções:
1. Reconhecimento do Problema
O primeiro passo para qualquer tratamento é reconhecer que existe um problema. O reconhecimento é fundamental para que a pessoa esteja disposta a buscar ajuda.
2. Terapia Comportamental
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem comum para tratar vícios, incluindo o vício em pornografia. Essa terapia ajuda os indivíduos a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para o vício. Ela também ensina habilidades para lidar com gatilhos e impulsos.
3. Reboot Cerebral
O "Reboot" é uma técnica que envolve períodos de abstinência de pornografia e outras formas de estimulação sexual artificial. O objetivo é desassociar o prazer da pornografia e restaurar a sensibilidade natural do cérebro às experiências sexuais reais.
4. Grupos de Apoio
Participar de grupos de apoio pode ser benéfico. Esses grupos oferecem um espaço seguro para compartilhar experiências e obter suporte emocional de pessoas que enfrentam desafios semelhantes.
5. Apoio Profissional
Buscar ajuda de psicólogos, terapeutas ou psiquiatras especializados em vícios pode proporcionar um tratamento mais estruturado e eficaz. Profissionais podem oferecer estratégias personalizadas e acompanhamento contínuo.
6. Mudanças no Estilo de Vida
Incorporar hábitos saudáveis, como exercícios físicos, hobbies e atividades sociais, pode ajudar a preencher o tempo antes gasto com pornografia e melhorar o bem-estar geral.
Conclusão
Embora o vício em pornografia possa ser desafiador, é possível tratá-lo com sucesso por meio de várias abordagens terapêuticas e suporte adequado. Se você está se sentindo sobrecarregada pela situação atual com seu parceiro, é importante considerar buscar apoio também para você mesma, seja através de terapia ou grupos de apoio, para lidar com suas emoções e preocupações.
Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas sobre esse assunto ou outros relacionados à saúde mental, estou aqui para ajudar!
O Vício em Pornografia Tem Cura?
Sim, o vício em pornografia pode ser tratado e, em muitos casos, superado. Embora não haja uma "cura" no sentido tradicional, existem abordagens eficazes que podem ajudar a pessoa a controlar seus impulsos e a mudar seu comportamento. Aqui estão algumas opções:
1. Reconhecimento do Problema
O primeiro passo para qualquer tratamento é reconhecer que existe um problema. O reconhecimento é fundamental para que a pessoa esteja disposta a buscar ajuda.
2. Terapia Comportamental
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem comum para tratar vícios, incluindo o vício em pornografia. Essa terapia ajuda os indivíduos a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para o vício. Ela também ensina habilidades para lidar com gatilhos e impulsos.
3. Reboot Cerebral
O "Reboot" é uma técnica que envolve períodos de abstinência de pornografia e outras formas de estimulação sexual artificial. O objetivo é desassociar o prazer da pornografia e restaurar a sensibilidade natural do cérebro às experiências sexuais reais.
4. Grupos de Apoio
Participar de grupos de apoio pode ser benéfico. Esses grupos oferecem um espaço seguro para compartilhar experiências e obter suporte emocional de pessoas que enfrentam desafios semelhantes.
5. Apoio Profissional
Buscar ajuda de psicólogos, terapeutas ou psiquiatras especializados em vícios pode proporcionar um tratamento mais estruturado e eficaz. Profissionais podem oferecer estratégias personalizadas e acompanhamento contínuo.
6. Mudanças no Estilo de Vida
Incorporar hábitos saudáveis, como exercícios físicos, hobbies e atividades sociais, pode ajudar a preencher o tempo antes gasto com pornografia e melhorar o bem-estar geral.
Conclusão
Embora o vício em pornografia possa ser desafiador, é possível tratá-lo com sucesso por meio de várias abordagens terapêuticas e suporte adequado. Se você está se sentindo sobrecarregada pela situação atual com seu parceiro, é importante considerar buscar apoio também para você mesma, seja através de terapia ou grupos de apoio, para lidar com suas emoções e preocupações.
Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas sobre esse assunto ou outros relacionados à saúde mental, estou aqui para ajudar!
Olá! Podemos pensar que estando grávida, todos os sentimentos ficam aflorados, é um período onde a mulher fica muito vulnerável e sensível. Você já pensou na hipótese de compartilhar a sua angústia com o seu parceiro? Dizer como se sente? Você reparou que na mensagem você disse que não consegue perdoar, e no final está perguntando se a pornografia tem cura?
É preciso comunicar e dialogar sobre as tensões, problemas e dificuldade dentro da relação com o seu parceiro, para que ele compreenda como você se sente em relação a isso, e você compreenda os motivos que o levam a buscar por pornografia.
Vale sempre lembrar que a única cura ou mudança possível é a nossa. Espero ter ajudado!
É preciso comunicar e dialogar sobre as tensões, problemas e dificuldade dentro da relação com o seu parceiro, para que ele compreenda como você se sente em relação a isso, e você compreenda os motivos que o levam a buscar por pornografia.
Vale sempre lembrar que a única cura ou mudança possível é a nossa. Espero ter ajudado!
Esse vicio tem cura sim, com terapia
Olá , como vai ? A resposta é , depende . Em primeiro lugar , a pessoa em questão precisa querer esta mudança de comportamento e com ajuda da psicanálise e suporte medicamentoso de psiquiatra , é possível , mas, o principal é ele desejar descobrir o causador nuclear que o impulsiona a praticar deste comportamento . Me coloco a disposição para ajudar .
Olá! Entendo completamente a sua dor, especialmente em um momento tão delicado como a gravidez. Sim, o vício em pornografia tem cura, mas exige comprometimento, conscientização e, muitas vezes, acompanhamento terapêutico. A mudança é possível, mas depende da vontade da pessoa em buscar ajuda.
Enquanto isso, cuide de você e do que você sente. Se precisar de ajuda, conte comigo....
Enquanto isso, cuide de você e do que você sente. Se precisar de ajuda, conte comigo....
Olá!
O vício em pornografia, assim como qualquer outro comportamento compulsivo, costuma estar profundamente relacionado a um vazio interno ou a uma dificuldade em lidar com emoções e frustrações. É como se a pessoa buscasse, na pornografia, uma forma de escapar de algo que a angustia, algo que talvez nem ela mesma compreenda completamente. A compulsão, nesse sentido, não é o verdadeiro problema, mas um sintoma de questões emocionais não resolvidas, muitas vezes relacionadas a solidão, baixa autoestima, insatisfação ou até mesmo conflitos internos que podem remontar à história de vida.
Entender isso não significa justificar o comportamento, mas buscar dar sentido a ele. O consumo excessivo de pornografia pode ser uma tentativa de lidar com frustrações que a pessoa sente incapaz de enfrentar de outras maneiras. Porém, o efeito é apenas temporário, e o alívio buscado rapidamente dá lugar a um ciclo de culpa, vergonha e repetição.
Para você, que está vivendo essa descoberta em um momento tão especial e sensível como a gravidez, é natural que sinta mágoa, raiva e uma enorme dificuldade em perdoar. Esse comportamento do seu parceiro pode ser percebido como uma traição, como se ele estivesse distante ou ausente de uma conexão mais significativa com você. E, de certa forma, isso pode ser verdade: quem está preso a uma compulsão frequentemente está desconectado tanto de si mesmo quanto dos outros. Mas isso não significa que seja definitivo.
O vício em pornografia pode ser tratado, desde que a pessoa esteja disposta a olhar para suas feridas internas e a encarar o que tem evitado. O tratamento, nesse caso, não é apenas sobre "parar" o comportamento, mas sobre compreender o que ele significa, quais lacunas ele tenta preencher e como é possível encontrar formas mais saudáveis de lidar com essas frustrações.
Para você, o desafio é grande porque essa situação não apenas machuca, mas também afeta a percepção de confiança na relação. É importante que você também encontre um espaço para elaborar seus sentimentos – sua dor, sua indignação e até a sensação de que talvez nunca consiga perdoar. Esses sentimentos são legítimos e precisam ser acolhidos.
Se você decidir conversar com seu parceiro, pode ser útil abordar o que você sente sem buscar culpá-lo, mas, ao mesmo tempo, deixando claro o impacto que isso tem em você. A ajuda profissional, tanto individual para ele quanto para o casal, pode abrir caminhos para a compreensão e, talvez, para uma nova forma de relação, caso isso seja possível para você.
Não há respostas fáceis em situações como essa. O comportamento compulsivo dele reflete uma tentativa de lidar com algo, enquanto a sua dor reflete uma necessidade legítima de cuidado e respeito. O mais importante é que, nesse processo, você também cuide de si mesma e do vínculo que está construindo com seu bebê. Isso é o que deve estar no centro do seu olhar agora.
O vício em pornografia, assim como qualquer outro comportamento compulsivo, costuma estar profundamente relacionado a um vazio interno ou a uma dificuldade em lidar com emoções e frustrações. É como se a pessoa buscasse, na pornografia, uma forma de escapar de algo que a angustia, algo que talvez nem ela mesma compreenda completamente. A compulsão, nesse sentido, não é o verdadeiro problema, mas um sintoma de questões emocionais não resolvidas, muitas vezes relacionadas a solidão, baixa autoestima, insatisfação ou até mesmo conflitos internos que podem remontar à história de vida.
Entender isso não significa justificar o comportamento, mas buscar dar sentido a ele. O consumo excessivo de pornografia pode ser uma tentativa de lidar com frustrações que a pessoa sente incapaz de enfrentar de outras maneiras. Porém, o efeito é apenas temporário, e o alívio buscado rapidamente dá lugar a um ciclo de culpa, vergonha e repetição.
Para você, que está vivendo essa descoberta em um momento tão especial e sensível como a gravidez, é natural que sinta mágoa, raiva e uma enorme dificuldade em perdoar. Esse comportamento do seu parceiro pode ser percebido como uma traição, como se ele estivesse distante ou ausente de uma conexão mais significativa com você. E, de certa forma, isso pode ser verdade: quem está preso a uma compulsão frequentemente está desconectado tanto de si mesmo quanto dos outros. Mas isso não significa que seja definitivo.
O vício em pornografia pode ser tratado, desde que a pessoa esteja disposta a olhar para suas feridas internas e a encarar o que tem evitado. O tratamento, nesse caso, não é apenas sobre "parar" o comportamento, mas sobre compreender o que ele significa, quais lacunas ele tenta preencher e como é possível encontrar formas mais saudáveis de lidar com essas frustrações.
Para você, o desafio é grande porque essa situação não apenas machuca, mas também afeta a percepção de confiança na relação. É importante que você também encontre um espaço para elaborar seus sentimentos – sua dor, sua indignação e até a sensação de que talvez nunca consiga perdoar. Esses sentimentos são legítimos e precisam ser acolhidos.
Se você decidir conversar com seu parceiro, pode ser útil abordar o que você sente sem buscar culpá-lo, mas, ao mesmo tempo, deixando claro o impacto que isso tem em você. A ajuda profissional, tanto individual para ele quanto para o casal, pode abrir caminhos para a compreensão e, talvez, para uma nova forma de relação, caso isso seja possível para você.
Não há respostas fáceis em situações como essa. O comportamento compulsivo dele reflete uma tentativa de lidar com algo, enquanto a sua dor reflete uma necessidade legítima de cuidado e respeito. O mais importante é que, nesse processo, você também cuide de si mesma e do vínculo que está construindo com seu bebê. Isso é o que deve estar no centro do seu olhar agora.
Olá! Poderá ser interessante considerar como ponto de partida, que há a possibilidade de trabalho direcionado somente para aquele que se encontra com desejo de tratar algum sofrimento ou questão que lhe ocorre. Abraço.
Ola boa tarde, é necessário sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues
Depende do que você espera enquanto uma "cura". Acredito que seria interessante, procurar um profissional de saúde mental, para entender o motivo encoberto da angústia sentida por você, quando percebeu que seu marido consome pornografia diariamente, como isso de afeta? A psicoterapia te ajudará nisso.
O que você está vivendo é mais comum do que imagina. Muitos casais hoje enfrentam esse abismo: de um lado, um parceiro que cresceu num mundo onde a pornografia está a um clique de distância; do outro, quem se sente traído não por uma pessoa real, mas por essas imagens que insistem em invadir o relacionamento.
Você menciona não conseguir perdoar - e isso é completamente compreensível. A gravidez já é um período de vulnerabilidade, onde a mulher precisa se sentir especialmente acolhida e desejada. Descobrir que seu parceiro prefere ficar sozinho com essas imagens dói como uma rejeição. Mas antes de decidir se isso tem "cura", precisamos entender: o que exatamente está doendo mais?
É a mentira (se ele escondia)?
É o medo de não ser "suficiente"?
É a sensação de que ele prefere fantasias à complexidade de um corpo real, especialmente agora que seu corpo está mudando?
A verdade é que a pornografia precoce - principalmente quando descoberta na adolescência - pode ter ensinado a ele uma forma muito pobre de viver a sexualidade: sem troca, sem intimidade, sem precisar se preocupar se o outro está gostando. Não é sobre "vício" no sentido médico, mas sobre como esse hábito pode ter moldado o desejo dele de forma que o sexo real parece exigir "muito trabalho".
Agora, a parte difícil: sim, isso pode mudar, mas só se ELE quiser entender o que realmente busca nesses vídeos. Não é sobre parar por obrigação, mas sobre descobrir que muitas vezes a pornografia é só um remédio ruim para coisas como:
- Estresse do dia a dia
- Medo de não performar bem
- Dificuldade em lidar com as mudanças que a gravidez traz
Para você, a análise poderia ajudar a separar duas coisas importantes:
1. O que nessa situação é sobre ELE (as dificuldades dele)
2. O que é sobre VOCÊ (seus limites, suas necessidades)
Muitos pacientes chegam a mim com histórias parecidas. O que aprendemos juntos é que o caminho nunca é simples, mas sempre passa por uma pergunta básica: "O que eu quero fazer com essa dor?" Alguns casais reconstroem a confiança quando o parceiro assume a responsabilidade e busca ajuda. Outras vezes, a descoberta revela problemas mais profundos que já existiam.
Se quiser explorar isso sem julgamentos, é exatamente esse tipo de situação que trabalho na análise online. Não para te dizer o que fazer, mas para ajudá-la a escutar sua própria voz nesse turbilhão. Afinal, por trás da pergunta "isso tem cura?", costuma haver outra mais importante: "vale a pena tentar?"
(P.S.: Se algum leitor se identificou, saiba que casos assim são mais tratáveis do que parecem - mas exigem coragem para encarar o que está por trás do hábito. Estou à disposição para conversarmos mais.)
Você menciona não conseguir perdoar - e isso é completamente compreensível. A gravidez já é um período de vulnerabilidade, onde a mulher precisa se sentir especialmente acolhida e desejada. Descobrir que seu parceiro prefere ficar sozinho com essas imagens dói como uma rejeição. Mas antes de decidir se isso tem "cura", precisamos entender: o que exatamente está doendo mais?
É a mentira (se ele escondia)?
É o medo de não ser "suficiente"?
É a sensação de que ele prefere fantasias à complexidade de um corpo real, especialmente agora que seu corpo está mudando?
A verdade é que a pornografia precoce - principalmente quando descoberta na adolescência - pode ter ensinado a ele uma forma muito pobre de viver a sexualidade: sem troca, sem intimidade, sem precisar se preocupar se o outro está gostando. Não é sobre "vício" no sentido médico, mas sobre como esse hábito pode ter moldado o desejo dele de forma que o sexo real parece exigir "muito trabalho".
Agora, a parte difícil: sim, isso pode mudar, mas só se ELE quiser entender o que realmente busca nesses vídeos. Não é sobre parar por obrigação, mas sobre descobrir que muitas vezes a pornografia é só um remédio ruim para coisas como:
- Estresse do dia a dia
- Medo de não performar bem
- Dificuldade em lidar com as mudanças que a gravidez traz
Para você, a análise poderia ajudar a separar duas coisas importantes:
1. O que nessa situação é sobre ELE (as dificuldades dele)
2. O que é sobre VOCÊ (seus limites, suas necessidades)
Muitos pacientes chegam a mim com histórias parecidas. O que aprendemos juntos é que o caminho nunca é simples, mas sempre passa por uma pergunta básica: "O que eu quero fazer com essa dor?" Alguns casais reconstroem a confiança quando o parceiro assume a responsabilidade e busca ajuda. Outras vezes, a descoberta revela problemas mais profundos que já existiam.
Se quiser explorar isso sem julgamentos, é exatamente esse tipo de situação que trabalho na análise online. Não para te dizer o que fazer, mas para ajudá-la a escutar sua própria voz nesse turbilhão. Afinal, por trás da pergunta "isso tem cura?", costuma haver outra mais importante: "vale a pena tentar?"
(P.S.: Se algum leitor se identificou, saiba que casos assim são mais tratáveis do que parecem - mas exigem coragem para encarar o que está por trás do hábito. Estou à disposição para conversarmos mais.)
Olá. Para saber se é um vício existem alguns parâmetros dentre eles: a pessoa faz uso constante(pelo que você diz sim), ela não consegue controlar, (se transformou em compulsão), todas as demais prioridades na vida da pessoa ficaram em segundo plano, ela está tendo prejuízos com isso ( seja financeiro, na vida pessoal, trabalho, etc - pelo que você me disse na vida de vocês sim). O vício é uma doença crônica, isso significa que não tem cura e é evolutiva ( a pessoa precisa de cada vez mais ). Mas há remissão com tratamento. Como um alcoólatra que pode passar o resto da vida sem beber após o tratamento. Mas têm algumas condições para que isso ocorra: a pessoa precisa assumir que possui o vício, que não tem mais domínio sobre ele e precisa de ajuda. Venho tratando pessoas com algumas adicções há algum tempo e os casos de sucesso e insucesso dependem única e exclusivamente da adesão a essas condições.
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
O vício de pornografia se dá por inumeros fatores, sendo possível compreender a partir da escuta subjetiva do paciente que tráz esse relato. Importante entender que, em nossa cultura, isso acaba sendo algo muito presente na vida, principalmente, de homens.
O consumo pornográfico em excesso diz de um sofrimento e de uma forma de experienciar a vida sexual de forma distorcida. É sim algo digno de ser tratado e para isso é importante que a pessoa busque ajuda profissional.
O consumo pornográfico em excesso diz de um sofrimento e de uma forma de experienciar a vida sexual de forma distorcida. É sim algo digno de ser tratado e para isso é importante que a pessoa busque ajuda profissional.
Entendo como essa situação pode ser dolorosa, especialmente nesse momento tão importante da sua vida. O consumo diário e compulsivo de pornografia pode ser entendido como um comportamento viciante para algumas pessoas, e isso pode afetar muito a confiança e a dinâmica do relacionamento.
Sobre a “cura” do vício em pornografia, é importante saber que o que se busca geralmente é o controle e a mudança do comportamento. Muitas pessoas conseguem reduzir significativamente ou até parar com o uso compulsivo através de tratamento adequado.
O caminho mais indicado inclui:
Terapia psicológica especializada, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, que ajuda a entender os gatilhos, desenvolver estratégias para controlar impulsos e trabalhar questões emocionais subjacentes.
Apoio em grupos especializados (como grupos de 12 passos) que promovem a troca de experiências e o suporte comunitário.
Possível avaliação psiquiátrica para verificar a presença de outras condições associadas, como ansiedade, depressão ou transtorno obsessivo-compulsivo, que podem influenciar o comportamento.
Quanto ao perdão, ele é um processo pessoal e pode levar tempo, especialmente quando a confiança foi abalada. É importante que vocês conversem abertamente sobre limites, expectativas e busquem apoio profissional juntos, se for possível.
Sobre a “cura” do vício em pornografia, é importante saber que o que se busca geralmente é o controle e a mudança do comportamento. Muitas pessoas conseguem reduzir significativamente ou até parar com o uso compulsivo através de tratamento adequado.
O caminho mais indicado inclui:
Terapia psicológica especializada, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, que ajuda a entender os gatilhos, desenvolver estratégias para controlar impulsos e trabalhar questões emocionais subjacentes.
Apoio em grupos especializados (como grupos de 12 passos) que promovem a troca de experiências e o suporte comunitário.
Possível avaliação psiquiátrica para verificar a presença de outras condições associadas, como ansiedade, depressão ou transtorno obsessivo-compulsivo, que podem influenciar o comportamento.
Quanto ao perdão, ele é um processo pessoal e pode levar tempo, especialmente quando a confiança foi abalada. É importante que vocês conversem abertamente sobre limites, expectativas e busquem apoio profissional juntos, se for possível.
Entendo o quanto essa descoberta pode ser dolorosa, ainda mais em um momento sensível como a gravidez. O consumo compulsivo de pornografia pode, sim, ser tratado, mas não existe uma “cura” simples ou automática. Trata-se de um comportamento que costuma estar ligado a ansiedade, dificuldade de lidar com emoções, compulsividade e padrões de fuga, e a mudança só acontece quando a própria pessoa reconhece o problema e se compromete com um tratamento consistente. Sem esse movimento, promessas isoladas raramente se sustentam. Ao mesmo tempo, é importante olhar para você: para o impacto emocional disso, para seus limites e para o que é possível ou não perdoar. Um acompanhamento terapêutico pode ajudar tanto a compreender a dimensão desse comportamento quanto a te fortalecer para decidir o que é saudável para você e para o momento que está vivendo.
Compreendo profundamente a dor e a sensação de traição que você está sentindo, especialmente em um momento de tanta vulnerabilidade e transformação como é a gravidez. Descobrir que o parceiro consome pornografia diariamente pode ferir a autoestima e a confiança de qualquer mulher, mas quando se está carregando uma vida, esse peso parece se multiplicar, gerando um sentimento de desrespeito e abandono emocional muito difícil de digerir. É perfeitamente humano que, neste momento, você sinta que o perdão é impossível e que a mudança não existe, pois a quebra da exclusividade emocional e a sensação de ser substituída por imagens artificiais causam uma ferida que atinge o cerne da parceria e da segurança que você esperava receber.
Sobre a sua dúvida se o vício em pornografia tem cura, a perspectiva da psicologia e da psicanálise prefere olhar para essa questão como um processo de tratamento e reestruturação do desejo, em vez de uma cura mágica e definitiva. Sim, é possível que uma pessoa mude esse comportamento, mas isso exige que ela reconheça que o consumo se tornou compulsivo e que está sendo usado como uma fuga para lidar com ansiedades, vazios ou dificuldades de lidar com a intimidade real. Muitas vezes, a pornografia funciona como uma anestesia emocional, e o tratamento envolve entender o que essa pessoa está tentando calar dentro de si através do excesso de estímulos visuais, ajudando-a a retomar a conexão com a realidade e com o parceiro de carne e osso.
No entanto, para que essa mudança aconteça de fato, o desejo de parar precisa partir dele e não apenas de uma pressão externa, envolvendo muitas vezes terapia individual e, em alguns casos, grupos de apoio ou acompanhamento psiquiátrico se houver uma base de ansiedade muito forte. O caminho para a recuperação é longo e exige transparência total, pois a confiança, uma vez quebrada, precisa ser reconstruída tijolo por tijolo através de atitudes concretas e não apenas de promessas. É importante que você saiba que o comportamento dele diz muito sobre as limitações e os conflitos internos dele e não sobre a sua beleza, o seu valor ou a sua capacidade de ser desejada, especialmente agora que o seu corpo está realizando o milagre de gerar um filho.
Neste momento, o mais importante é que você cuide de si mesma e do seu bem-estar emocional, estabelecendo os limites que você sente serem necessários para a sua paz de espírito. Se você sente que não consegue perdoar agora, respeite esse sentimento e não se cobre uma superação imediata; o luto pela imagem que você tinha do seu casamento e do seu parceiro precisa de tempo para ser vivido. Buscar um espaço de terapia para você pode ser fundamental para que você consiga fortalecer sua autoconfiança e decidir quais são os próximos passos para a sua vida e para a criação do seu bebê, garantindo que você esteja em um ambiente de respeito e acolhimento.
Espero ter ajudado! Fique bem!
Sobre a sua dúvida se o vício em pornografia tem cura, a perspectiva da psicologia e da psicanálise prefere olhar para essa questão como um processo de tratamento e reestruturação do desejo, em vez de uma cura mágica e definitiva. Sim, é possível que uma pessoa mude esse comportamento, mas isso exige que ela reconheça que o consumo se tornou compulsivo e que está sendo usado como uma fuga para lidar com ansiedades, vazios ou dificuldades de lidar com a intimidade real. Muitas vezes, a pornografia funciona como uma anestesia emocional, e o tratamento envolve entender o que essa pessoa está tentando calar dentro de si através do excesso de estímulos visuais, ajudando-a a retomar a conexão com a realidade e com o parceiro de carne e osso.
No entanto, para que essa mudança aconteça de fato, o desejo de parar precisa partir dele e não apenas de uma pressão externa, envolvendo muitas vezes terapia individual e, em alguns casos, grupos de apoio ou acompanhamento psiquiátrico se houver uma base de ansiedade muito forte. O caminho para a recuperação é longo e exige transparência total, pois a confiança, uma vez quebrada, precisa ser reconstruída tijolo por tijolo através de atitudes concretas e não apenas de promessas. É importante que você saiba que o comportamento dele diz muito sobre as limitações e os conflitos internos dele e não sobre a sua beleza, o seu valor ou a sua capacidade de ser desejada, especialmente agora que o seu corpo está realizando o milagre de gerar um filho.
Neste momento, o mais importante é que você cuide de si mesma e do seu bem-estar emocional, estabelecendo os limites que você sente serem necessários para a sua paz de espírito. Se você sente que não consegue perdoar agora, respeite esse sentimento e não se cobre uma superação imediata; o luto pela imagem que você tinha do seu casamento e do seu parceiro precisa de tempo para ser vivido. Buscar um espaço de terapia para você pode ser fundamental para que você consiga fortalecer sua autoconfiança e decidir quais são os próximos passos para a sua vida e para a criação do seu bebê, garantindo que você esteja em um ambiente de respeito e acolhimento.
Espero ter ajudado! Fique bem!
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