E se eu não gostar do meu analista nas primeiras sessões? Devo insistir ou é melhor trocar logo de p

24 respostas
E se eu não gostar do meu analista nas primeiras sessões? Devo insistir ou é melhor trocar logo de profissional?
 Camila Ferrari
Psicólogo, Psicanalista
Ribeirão Preto
Essa é uma excelente pergunta! Muita gente se sente 'presa' ao profissional logo de cara e acaba desistindo da terapia inteira porque não bateu o santo com aquele analista específico.

Na psicanálise, o que a gente chama de transferência (essa conexão entre analista e paciente) é o motor do tratamento. Se essa conexão não acontece, o trabalho fica muito difícil. Aqui estão três dicas para te ajudar a decidir:

Geralmente, a primeira sessão é carregada de ansiedade. Às vezes, o que você não gostou foi da situação, e não do profissional. Eu costumo sugerir que, se possível, você tente umas três sessões para entender se o estilo de escuta dele realmente não combina com você.

Às vezes, a gente não gosta do analista porque ele pontuou algo que nos incomodou (e que precisava ser dito). Mas, se o desconforto for com a postura, a falta de pontualidade, ou se você simplesmente não se sente seguro para falar, não precisa insistir.

Você está investindo seu tempo e dinheiro. É fundamental que você sinta que aquele profissional, embora possa te desafiar, está 'do seu lado'. Se você sente que precisa pisar em ovos ou que não é compreendido, procure outro.

O segredo é: Não desista da psicanálise por causa de um profissional. Às vezes, é como sapato: você precisa experimentar um ou dois até encontrar aquele que te permite caminhar com firmeza.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
 Adriana Soares
Psicanalista
Lagoa Santa
Seria importante conversar primeiro e entender qual o ponto do incômodo. Se você sentir que ele está te forçando a perdoar sua família ou invalidando sua dor, troque sem culpa. A análise deve ser um lugar de liberdade, não de nova opressão.
Importante perceber se foi desconforto inicial ou falta de confiança?
As primeiras sessões podem gerar estranhamento, o que é diferente de incompatibilidade real.
Se houver sensação de julgamento, desrespeito ou ausência de escuta, vale reconsiderar.
A relação terapêutica é parte central do processo, e precisa de um mínimo de confiança.
Se após algumas sessões você não se sentir à vontade, trocar pode ser saudável.
 Sarah Pereira
Psicanalista, Psicólogo
Campina Grande
Se puder, tente falar sobre o que gera desconforto em você para o analista, pode haver algum tipo de abertura que faça ultrapassar esse "não gostar". Observe o que se move em você: mesmo o desconforto pode ser produtivo se vier acompanhado de pensamentos, afetos, lembranças... Se a sensação for de bloqueio total, paralisia ou desrespeito, procure outro profissional.

É importante considerar que a análise é um trabalho, não um encontro social. "Gostar" no sentido comum pode não ser o critério principal, o que importa é se há espaço para você ser ouvido e para o inconsciente trabalhar. Escolha com calma, mas não se obrigue a ficar onde não há possibilidade de vínculo.
A psicanálise não exige que você suporte um analista com quem não se senta minimamente acolhida (o). O processo analítico depende de uma base de confiança. Sem isso, o trabalho fica comprometido. Se desejar, posso te orientar sobre o que observar nas primeiras sessões para avaliar se o vínculo tem potencial clínico.
E, caso esteja buscando atendimento, também me coloco à disposição para oferecer um espaço ético, sigiloso e respeitoso, onde seu tempo e sua subjetividade serão prioridade.
É comum sentir estranhamento nas primeiras sessões, pois iniciar terapia envolve falar de aspectos pessoais com alguém ainda desconhecido. Muitas vezes, esse desconforto inicial faz parte do próprio processo de adaptação.

No entanto, o vínculo terapêutico é muito importante. Se, após algumas sessões, você perceber que não se sente à vontade, respeitado ou compreendido, é válido considerar procurar outro profissional. O mais importante é que você se sinta seguro para falar e ser escutado.
Dr. Jaime Kuhn
Psicanalista, Terapeuta complementar
São Leopoldo
É relativamente comum sentir estranhamento nas primeiras sessões de terapia ou análise. No início, você ainda está conhecendo o profissional, o método de trabalho e também se adaptando a falar sobre aspectos pessoais da sua vida.

Por isso, muitas vezes vale a pena dar algumas sessões para observar se o vínculo terapêutico começa a se construir. A confiança e a sensação de segurança costumam surgir gradualmente.

Por outro lado, se após algumas sessões você continua se sentindo muito desconfortável, não compreendido ou percebe que não consegue se abrir, pode ser válido considerar procurar outro profissional. A qualidade da relação terapêutica é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento.
 Pedro Chaves
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Essa é uma dúvida muito comum e legítima, e faz todo sentido que você se pergunte sobre isso. O início de uma análise é um momento delicado, onde se encontra o estranho e o íntimo. O que você chama de "não gostar" pode ser, na verdade, uma reação à estranheza do setting, à figura do analista que não corresponde às suas expectativas conscientes, ou até mesmo uma resistência inicial ao próprio processo de se expor. Muitas vezes, o que nos incomoda no analista pode ser a chave para compreendermos algo sobre nós mesmos e nossos padrões de relação. Portanto, um certo desconforto inicial não é apenas normal, mas pode ser matéria-prima preciosa para o trabalho.

No entanto, é fundamental que você se sinta em um ambiente minimamente seguro e acolhedor para que a fala possa circular. Se a sensação de não se sentir compreendido ou a antipatia for muito intensa e persistente a ponto de bloquear qualquer possibilidade de associação livre, é um sinal a ser considerado Vale a pena, nas primeiras sessões, trazer exatamente esse sentimento para a conversa. Falar sobre o que te incomoda é um exercício valiosíssimo e pode desobstruir o caminho.

Se, após algumas tentativas de abordar o assunto, você sentir que a comunicação está permanentemente travada ou que há algo na postura do profissional que inviabiliza a confiança, trocar de analista não é um fracasso. É um ato de cuidado consigo mesmo. O importante é não desistir por causa de uma primeira experiência que não foi ideal. O setting analítico é um espaço único, e encontrar a pessoa com quem você consiga estabelecer essa parceria singular faz parte do processo. Confie na sua sensibilidade, mas dê a ela e ao trabalho um tempo para que possam se revelar.
 Eliel  Almeida
Psicanalista
Manaus
Gostei da pergunta, a primeira sessão é importantissima se nao conseguiu se sentir seguro(a) recomendo que procure outro, lembrando que não é a questao de "ir com a cara", ou nao gostei por que ele confrontou, pois cada situação exije um tipo de tratamento ou atuação.

EX: a cliente chegou chorando afirmando que a vida perdeu o sentido, pois em seu trabalho mudaram as coisas de lugar ou retiraram o que ela fazia. O profissional questinou se a dor foi porque tiraram ou por que ela nao se preparou para mudança?
nesse caso ela entendeu que ela nao se prearou e aceitou o tratamento.
Espero ter respondido de forma salutar
As primeiras sessões entrevistas preliminares possibilita construir vínculos, afinidades entre médico e paciente, esse conhecer (relação) ao modo ou estilo de cada médico (psicanalistas) depende e varia de cada profissional, porém a sugestão seria fazer algumas sessões e observar se a predisposição e exposição ao sintoma que é sempre dolorido e delicado para o paciente, poderá ser negligenciado e instaurar o abandono ao tratamento, outrossim, deve avaliar quanto ao médico (analista) se suas ações permeia e caminha por uma escuta profissional, coerente e com respaldo da clinica. Ainda, se o paciente visualizar caminhos tortuosos no médico que possa inibir falta de respeito, desconforto e conduta omissas com as práticas psicanalíticas (Análise pessoal, teoria e supervisão) deve procurar outro profissional.
Dra. Silvia Geraldi
Psicanalista, Terapeuta complementar
Curitiba
Muita gente fica com essa dúvida nas primeiras sessões. E ela é legítima.
Começar uma análise ou terapia não é como começar qualquer outro serviço. Você está entrando num espaço muito íntimo da sua vida. É natural observar, sentir, testar se ali existe segurança.
Nas primeiras sessões pode surgir um certo estranhamento. Você ainda não conhece o profissional, não sabe exatamente como ele trabalha e talvez ainda esteja medindo o quanto pode se abrir. Isso faz parte do processo.
Às vezes o desconforto não é com o analista, mas com o que começa a aparecer dentro de você. Quando assuntos sensíveis começam a ser tocados, é comum surgir vontade de recuar. Isso acontece com muitas pessoas.
Por isso, quando existe respeito, escuta e seriedade no trabalho, pode valer a pena dar algumas sessões para o vínculo se formar. Confiança não nasce pronta. Ela se constrói aos poucos.
Mas também é importante dizer algo com muita clareza. Nem todo profissional combina com todo paciente. E tudo bem.
Existem situações em que trocar de analista é a decisão mais saudável. Por exemplo, quando você se sente julgado, desrespeitado, ou quando sai das sessões com a sensação de que não foi realmente escutado. Se o espaço não transmite segurança emocional, o processo tende a travar.
A relação terapêutica é parte essencial do tratamento. Quando existe confiança, o trabalho flui. Quando não existe, a pessoa começa a se proteger e a análise perde profundidade.
Muitas pessoas encontram o profissional certo depois de duas ou até três tentativas. Isso é mais comum do que parece.
Se você estiver começando terapia, uma dica simples é observar três coisas nas primeiras sessões:
se você se sente respeitado, se existe espaço para falar livremente e se o profissional demonstra escuta real, não apenas respostas prontas.
Esses sinais costumam dizer muito sobre como esse processo pode caminhar.
A relação de segurança entre você e o profissional é muito importante para o sucesso da terapia.
Se tiveram duas sessões ou mais e a segurança na relação não está estabelecida é importante rever a relação e, ou, o profissional.
 Felipe Firenze
Psicanalista
Rio de Janeiro
Boa tarde, obrigado pela sua pergunta! Isso pode acontecer. De fato, nas primeiras sessões, as vezes surgem sentimentos intensos ligados à transferência, quando emoções e experiências antigas são projetadas no analista. Também pode haver resistência, que faz o processo parecer desconfortável no início. Nem sempre é simples distinguir essas coisas de uma real falta de identificação. Seria importante você conversar sobre isso nas sessões e observar como se sente. Buscar ajuda profissional é muito importante, e a escolha deve considerar sua identificação com o terapeuta. Se desejar conversar mais, fico à disposição.
 Maria Carolina Passos
Psicanalista
Itapema
É importante que você se sinta à vontade com o(a) analista, já que a análise se sustenta na relação que se constrói ao longo das sessões.

Ao mesmo tempo, as primeiras impressões nem sempre dizem tudo: estranhamentos, resistências ou desconfortos também podem fazer parte do início do processo. Por isso, muitas vezes vale a pena dar algumas sessões pra observar como essa relação se desenvolve.

Se ainda assim você sentir que não há abertura ou confiança suficientes, buscar outro profissional pode ser um caminho legítimo.
Dra. Ana Sofia Lima
Psicanalista
Rio de Janeiro
O melhor é trocar. Vc não precisa permanecer com o profissional, se sentir bem e a vontade com o profissional é determinante para o sucesso da análise. Tuas questões mais delicadas precisam ser compartilhadaa por alguem que ofereça um espaço seguro para suas elaborações
Na psicanálise, a relação entre paciente e analista (que chamamos de vínculo terapêutico) é uma parte fundamental do processo. É importante que você se sinta minimamente à vontade e seguro naquele espaço.

Nas primeiras sessões, é comum ainda existir estranhamento, insegurança ou até certa dificuldade em se abrir, porque você está começando a falar de coisas muito pessoais para alguém que ainda está conhecendo.

Por isso, muitas vezes vale a pena dar algumas sessões para que esse vínculo possa se construir. Com o tempo, a conversa tende a fluir de forma mais natural.

Por outro lado, se você percebe que não se sente confortável, não se sente escutado ou que não houve uma conexão mínima, também é totalmente válido procurar outro profissional. O mais importante é que você encontre um espaço em que se sinta acolhido para falar sobre a sua história.

A análise só acontece de verdade quando existe esse espaço de confiança.

Rita Seixas – Psicanalista
 Deuglécio Lima
Psicanalista
Alterosa
É possível que nas primeiras sessões você não se sinta à vontade com o analista, e essa percepção já é uma informação importante sobre o vínculo.
Na análise, a relação transferencial tem um papel central, e o sentimento que surge diante do profissional pode revelar expectativas, defesas ou experiências emocionais anteriores.
Às vezes vale observar por algumas sessões se esse estranhamento se transforma em compreensão sobre si mesmo.
Se ainda assim o desconforto permanecer, conversar sobre isso ou buscar outro profissional pode ajudar a encontrar um espaço de escuta mais adequado.
Se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, aqui na plataforma você pode encontrar excelentes profissionais da área terapêutica, caso queira buscar apoio. Se tiver qualquer dúvida, fique à vontade para me enviar uma mensagem. Terei prazer em ajudar no que for possível. Fique bem.
Nas primeiras sessões, ainda estamos conhecendo o trabalho e o modo de escuta do analista, então é natural que existam estranhamentos ou incertezas. Muitas vezes essas impressões iniciais também fazem parte do próprio processo analítico.
Ao mesmo tempo, é importante que você se sinta minimamente à vontade para falar. Se, após algumas sessões, perceber que não consegue estabelecer esse espaço de trabalho, pode fazer sentido conversar sobre isso ou considerar outro profissional.
Na psicanálise, o vínculo de trabalho entre analisante e analista é parte fundamental do processo.
 Melissa Soares
Psicanalista
Criciúma
Essa é uma questão importante, porque a relação com o analista faz parte do próprio processo.
No início, é natural que exista um certo estranhamento, afinal, você está falando de aspectos íntimos da sua vida com alguém que ainda está conhecendo, e isso pode levar um tempo até se tornar mais confortável.
Quando você traz a dúvida sobre “gostar ou não” do analista, também vale a pena se perguntar o que seria esse “gostar”, porque nem sempre a análise passa por uma identificação ou afinidade como em outras relações, justamente porque o lugar do analista é diferente, e isso pode, inclusive, causar certo incômodo no começo.
Às vezes, na tentativa de se sentir mais segura, a pessoa pode buscar no analista algo mais familiar ou conhecido, quando o processo envolve, justamente, sustentar um espaço que não é tão imediato assim.
Ainda assim, é importante observar como você se sente nessa relação ao longo das sessões. Se, com o tempo, não houver um mínimo de confiança ou possibilidade de se abrir, buscar outro profissional também é um caminho possível.
O mais importante é que esse espaço possa se sustentar de uma forma que faça sentido para você.
 Emerson Teles
Psicanalista
São Paulo
Todo sentimento que vem durante a análise deve ser dito ao analista, trata-se de um processo chamado 'Transferência", ele é normal e vai te ajudar na sua análise. São seus sentimentos mais intimos relacionados aos seus pais que é transferido a ele (a). Insista e fale o que está sentindo durante a análise para promover sua melhora.
Essa é uma dúvida muito importante, e mais comum do que parece.
Na psicanálise, como propôs Sigmund Freud, o vínculo com o analista não é neutro, ele pode despertar sentimentos, incômodos ou até rejeições que fazem parte do próprio processo terapêutico, chamados de transferência.
Por isso, nem sempre “não gostar” nas primeiras sessões significa que o processo não vai funcionar. Em alguns casos, pode ser justamente um sinal de que conteúdos importantes começam a se movimentar.
Ao mesmo tempo, se não houver o mínimo de confiança ou identificação, é válido considerar outro profissional. O essencial é que exista um espaço presencial/online onde você consiga, aos poucos, se implicar e se sentir seguro para se abrir.
Nem todo incômodo é um sinal de que algo está errado, às vezes, é o início de algo que precisa ser olhado de verdade.
É natural e compreensível sentir essa dúvida ou até uma certa estranheza ao começar um processo tão íntimo quanto a análise. Nas primeiras sessões, o que acontece é o início da construção de um vínculo, e como qualquer nova relação, existe um tempo de adaptação. Nem sempre a conexão é imediata, e às vezes o desconforto inicial pode ser apenas o reflexo do nervosismo por estar em um lugar novo, falando de sentimentos profundos.

No entanto, a psicanálise também considera que o que sentimos em relação ao analista, mesmo esse não gostar inicial, pode dizer muito sobre o nosso próprio funcionamento interno. Às vezes, resistimos ao profissional não por ele ser inadequado, mas porque o processo começa a tocar em pontos sensíveis que ainda não estamos prontos para encarar. Por isso, se o desconforto não for algo que fira seus valores ou que envolva falta de ética, pode ser interessante insistir por mais algumas sessões e, inclusive, levar esse sentimento para a própria análise. Dizer ao analista que você não está se sentindo confortável ou que não gostou de algo é, por si só, um ato terapêutico poderoso.

Por outro lado, a aliança terapêutica é o alicerce de qualquer tratamento. Se após algumas tentativas você sentir que não há um espaço de segurança, que não se sente ouvida ou que a dinâmica simplesmente não flui, você tem total liberdade para buscar outro profissional. O mais importante é que você esteja em um ambiente onde se sinta respeitada e acolhida. Não encare a troca como um erro, mas como parte da sua busca pelo cuidado que melhor se adapta às suas necessidades. O tratamento é para você e por você, e o seu bem-estar deve vir sempre em primeiro lugar.
Espero ter ajudado! Fique bem!
Olá,

Gostar, não gostar ... deixar, ficar ... são decisões tão pessoais, como responder se você deve ou não deve? Esta situação é uma decisão que você vai precisar tomar por conta própria, pois a experiência é só sua.
É fundamental que você se sinta confortável com o seu analista para que questões profundas e traumas possam ser elaborados. Se não houve empatia, o melhor é procurar outro profissional. E não se sinta culpada (o), não somos obrigados a gostar de todo mundo.

Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.