Existe relação entre asperger e comportamento passivo-agressivo?

26 respostas
Existe relação entre asperger e comportamento passivo-agressivo?
 Mariana Montes
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, não sou especialista em TEA mas pelo pouco que já estudei alguns "autistas" podem sim apresentar esse comportamento passivo-agressivo. É legal buscar auxílio psicológico e dependendo do caso, até mesmo psiquiátrico. Além de ter uma equipe multidisciplinar auxiliando a criança como um todo.

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Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Sim...e não....não necessariamente! Procure um psicólogo, um Neuro psicólogo e faça uma boa avaliação para ver o que está associado ao que. Difícil responder assim. ????
Não necessariamente. O comportamento passivo-agressivo está presente em pessoas que não tem diagnóstico de TEA. Mas pode uma pessoa com TEA apresentar esse tipo de comportamento? Sim, pode.
O ideal é vc procurar um bom neurologista, e fazer concomitantemente um acompanhamento psicológico.
Espero ter ajudado!
Um grande abraço.
 Claudia Maria De Barros Fonseca
Psicólogo
Rio de Janeiro
Dificuldades em habilidades sociais é uma das características do TEA. Nada impede que características deste tipo possam coexistir sem que contudo sejam coisas separadas. Uma boa avaliação neuropsicólogica pode ajudar no diagnóstico.
 Pedro Donizetti Oliveira
Psicólogo
São Paulo
Nesse caso, sugiro uma avaliação Neuropsicologica
 Eduardo Coutinho Lopes
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Possivel qie sim. Mas pens3 na ppssibolidade em uma avaliação profunda com um eapecialista. É impotante os familiares tb pensarem em ser acompanhados uma vez que todo transtorno psiquico mexe com a família
 Valdir José Rosolem
Psicólogo
Curitiba
Não necessariamente, mas é possível. Recomendo uma avaliação psicológica para coleta de maiores informações.
 Célia Naime
Psicólogo
Londrina
E possível sim , mas também pode ser consequências de dificuldades no relacionamento ou manejo da família com a criança. E muito comum em qualquer transtorno, que as famílias não sabem ao certo como agir em situações onde limites precisam ser colocados com clareza . Um profissional especializado na área ajudará nesse treinamento familiar e com uma avaliação mais detalhada para averiguar se ha comorbidades. Abraços
 Renata De Lucca Zezza
Psicólogo
Jundiaí
Para uma resposta decisiva é necessário fazer avaliação do paciente, lembrando que não podemos generalizar.
Por ser uma síndrome caracterizada por prejuízos severos em diversas áreas do desenvolvimento cognitivo, uma das áreas mais afetadas está no campo da socialização, interação e comunicação. O paciente tende a ser isolado, sentem-se desconfortáveis com estímulos sensoriais, visuais e relacionais, apresentam boa habilidade a raciocínios lógicos e não entendem aspectos abstratos, um exemplo que é podem ser excelentes matemáticos. A partir destes elementos, outros comportamentos podem se manifestar como o passivo-agressivo, impulsividade dentre outros. Uma equipe multidisciplinar o ajudará na aprendizagem de novos comportamentos através de estímulos positivos e a introdução de novos pensamentos que facilitarão a compreensão de sua própria condição peculiar. Espero ter ajudado. Um abraço!
 Maria Annunziata Spagnolo
Psicólogo
Salvador
Bom dia, é importante ter um diagnóstico adequado de um neurologista, porquê nem todos os sintomas sinalizam a mesma doença. O comportamento agressivo passivo pode ser gerado por outros motivos de origem ageassiva ou emocional, é importante ter um diagnóstico mais adequado a causa que gera esse comportamento.
Não tem relação com agressividade, mas em alguns momentos, devido a rigidez do pensamento podem ocorrer reações agressivas.
O melhor é passar por um neuro, para melhor avaliação. Qualquer diagnóstico generalizado, não é correto com o paciente.
As reações agressivas podem ser amenizadas por um psicólogo experiente. Boa sorte.
Entao, existem pessoas que são passivas agressivas e não tem Asperger, mas pode acontecer da pessoa com esse diagnóstico ser um passivo agressivo.


Att,
 Psicª Larissa Regi
Psicólogo
Pedreira
Olá, Boa Tarde.
A síndrome de Asperger enquadra-se dentro do Espectro Autista, mais especificamente dentro dos Transtornos Globais de Desenvolvimento.
Paciente com este diagnóstico podem sim apresentar comportamento passivo agressivo, porém tais comportamentos também podem ser apresentados por pacientes que não são diagnosticados com Asperger.
Sou Analista do Comportamento e minha atuação clínica com pacientes que apresentam comportamento passivo agressivo, é de ensinar ( através de modelos ) novos comportamentos, ou seja, comportamentos alterativos para que o paciente possa lidar com algumas situações que fazem com que o mesmo resposta passiva ou agressivamente. Ajudo aquele indivíduo a desenvolver comportamentos mais adequados, os quais lhe possibilitação entrar em contato com consequências mais positivas.
Att,
Dra. Larissa.
Dra. Samara Fernandes
Psicólogo
Medianeira
Existe sim, visto que o autismo possui déficits no campo de habilidades sociais. Considerando isso, o autista tem dificuldades de expressar e comunicar desejos e necessidades, apresentando até certa esquiva de interação social para não sentir ou ter que realizar certas trocas interpessoais. Então, em algum momento de estresse e desregulaçãoco autista pode sim, ir do passivo ao agressivo.
 Augusto Cézar de Souza
Psicólogo
Lauro de Freitas
A relação entre asperger e padrões de comportamento passivo-agressivo não se trata de uma relação causal linearmente. Estes padrões não fazem parte do escopo dos déficits provenientes do espectro autista, como alguns equivocadamente acreditam. Qualquer relação visualizada é proveniente da inabilidade ou instabilidade gerada pelo ambiente sobretudo social ao redor da criança. Não podemos perder de vista que uma criança autista tem as mesmas condições de se desenvolver que qualquer outra criança, porém o ensino e suas especificidades precisam ser ajustadas à realidade de cada Ser humano. Mudando-se as condições ambientais, mudam-se também estes padrões referidos.
 Cristina Nascimento
Psicólogo
São Paulo
Não necessariamente. A Síndrome de Asperger (F84.5) é uma condição psiquiátrica com critérios específicos de diagnóstico clínico caracterizado por prejuízo qualitativo na interação social com um padrão de interesses mais restrito, semelhante à observada no autismo, um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Na maioria dos casos não está associado ao atraso no desenvolvimento da linguagem ou do desenvolvimento cognitivo e há uma probabilidade maior de buscar interações sociais e de se envolver em atividades e amizade com outras pessoas. Interesses limitados intensos ocupam o foco da atenção e tendência a falar em monólogo, assim como incoordenação motora, também são típicos do quadro mas não se constituem em condição necessária para o diagnóstico que geralmente se manifesta na idade pré-escolar.
As anomalias persistem freqüentemente na adolescência e idade adulta. O transtorno se acompanha por vezes de episódios psicóticos no início da idade adulta. A ausência de uma cura para o distúrbio de Asperger, reforçam o acompanhamento medicamentoso e psicoterapêutico. A literatura não aponta associação da violência intencional com a síndrome de Asperger.
Olá, Em alguns casos de autismo o paciente pode apresentar sim um comportamento passico agressivo, mas antes de qualquer coisa é necessário que se busque um profissional para avaliar o paciente e só assim chegar a um possível diagnóstico.
Somente o comportamento passivo agressivo não é determinante para fechar diagnóstico.
No autismo encontramos um déficit de habilidades sociais significativo e por esse motivo é possível sim que em alguns momentos eles apresentem comportamentos agressivos, mas não é uma regra. Vale a pena investigar, pois pode estar relacionado com alguma dificuldade de manejo familiar. Procure um especialista.
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Um comportamento passivo agressivo é aquele onde a pessoa deliberadamente tem um comportamento em oposição ao esperado; uma forma velada de agressividade. O passivo agressivo usa de sarcasmo, ironias, ou boicotes velados. Não consigo pensar que um autista tenha esse comportamento deliberadamente já que para isso é necessário ter malícia, coisa que o autista não tem. Muitas vezes eles procrastinam, não respondem ou deixam de fazer algo por conta de outras dificuldades. Não é de propósito. Não faz parte do perfil agir dessa forma propositadamente. Agora se a pergunta é que o autista pode concordar com você mas não fazer o que você pede; aí sim...
Dr. Paulo S. Designe
Psicólogo
Santo André, SP
Sim e não, porém não se pode generalizar e se ter uma simples resposta para uma pergunta sem o histórico da situação. É altamente recomendável uma avaliação psicológica para coletar maiores informações.
 Ana Paula Vitari
Psicólogo
São Caetano do Sul
Sim a pessoa com asperger pode ter o comportamento passivo-agressivo como defesa diante suas dificuldades de relacionamento.
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Não existe uma relação direta entre Asperger (ou TEA nível 1, como é chamado atualmente) e comportamento passivo-agressivo, mas algumas características do autismo podem, em certas situações, ser interpretadas dessa forma.

Pessoas autistas podem ter dificuldades em expressar emoções e necessidades de maneira clara, o que pode levar a frustrações acumuladas que acabam se manifestando de forma indireta. Além disso, muitas podem sentir dificuldade em lidar com conflitos ou expressar desagrado de maneira assertiva, o que pode resultar em comportamentos como silêncio prolongado, ironia ou resistência passiva diante de situações desconfortáveis.

Por outro lado, o comportamento passivo-agressivo, de forma geral, está mais associado a dificuldades emocionais adquiridas ao longo da vida, padrões de comunicação aprendidos e não necessariamente ao TEA. Se você sente que tem reações assim e isso tem causado dificuldades, aprender técnicas de comunicação assertiva e buscar apoio terapêutico pode ajudar bastante. Você sente que tem dificuldades em expressar seus sentimentos diretamente?
 Vanessa Oliveira Martins
Psicólogo, Psicanalista
Londrina
A relação entre a Síndrome de Asperger (hoje classificada como autismo nível 1) e o comportamento passivo-agressivo não é direta nem típica, mas pode haver situações em que os dois pareçam se cruzar, dependendo do contexto emocional e das dificuldades sociais envolvidas.
O comportamento passivo-agressivo envolve uma forma indireta de expressar raiva ou resistência como: procrastinar, ironizar, ou evitar confronto enquanto demonstra insatisfação de modo sutil. Já no Asperger, o que pode parecer passivo-agressividade para quem observa geralmente é resultado de dificuldades reais em compreender normas sociais, expressar emoções com clareza, ou lidar com frustrações.
Por exemplo, uma pessoa autista pode evitar um pedido, demorar para responder ou parecer indiferente, não por má intenção, mas por sobrecarga emocional, rigidez cognitiva ou simplesmente por não entender como responder adequadamente. Isso pode ser interpretado erroneamente como desdém ou provocação.
Em alguns casos, se a pessoa com Asperger cresceu sendo mal compreendida ou constantemente invalidada, ela pode aprender a usar estratégias de defesa que soem passivo-agressivas, mas nesse caso trata-se mais de uma resposta aprendida ao estresse social, e não de um traço típico do autismo.
Portanto, embora não seja uma característica própria da síndrome de Asperger, comportamentos semelhantes ao passivo-agressivo podem aparecer, geralmente como resultado de frustrações acumuladas, dificuldades de comunicação emocional ou reações mal interpretadas. O essencial é compreender o que está por trás do comportamento antes de rotulá-lo.
A relação entre Asperger e comportamento passivo-agressivo não é direta ou universal. Na psicanálise, entendemos o comportamento como uma expressão complexa das defesas e modos de lidar com o mundo, que variam de sujeito para sujeito. Alguém com Asperger pode, diante de dificuldades sociais ou frustrações, manifestar modos variados de expressão, inclusive comportamentos que podem ser interpretados como passivo-agressivos. O importante é escutar o que esses comportamentos comunicam sobre o sofrimento e a singularidade do sujeito

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