Iniciei um tratamento com medicamento para transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e estou atualm
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Iniciei um tratamento com medicamento para transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e estou atualmente no quinto mês de terapia. Após um período difícil de adaptação, estou percebendo muitas melhorias na minha ansiedade e, surpreendentemente, o medicamento também tem me ajudado com outro problema que enfrento, que é a timidez. Com a combinação do medicamento e a terapia, estou conseguindo abordar simultaneamente os dois problemas. No entanto, tenho algumas preocupações em relação ao futuro, especificamente quando começar a diminuir a dosagem do medicamento. Existe a possibilidade de a timidez retornar ao estado anterior, ou a terapia que estou realizando atualmente pode me ajudar a manter o progresso alcançado até o momento?
Sempre existe a possibilidade, porém, nesse caso, o mais seguro é conversar sobre isso com os dois profissionais que estão te atendendo: o psiquiatra que receitou o remédio e a terapeuta. Inclua nessa conversa os limites (mesmo que com limites tênues) do que podem ter sido melhoras por causa da terapia e do medicamento e também o tempo de uso recomendado do medicamento.
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Olá! Que bom que você está se cuidando. É importante que continue na terapia a tendência é diminuir estes sintomas gradativamente. Vale a pena ter em mente que a ansiedade é uma emoção que todos temos e que pode ficar mais forte dependendo do que estamos vivendo no momento. Por isso, não se trata de eliminar a ansiedade por completo, mas sim de poder se explorar melhor o que você está vivendo e como isso tem refletido no aumento da intensidade da sua ansiedade. Neste caminho você poderá ter mais clareza sobre a sua própria maneira de se relacionar com o que está acontecendo e descobrir muito mais sobre si. Não para eliminar a ansiedade da sua vida, mas para ajudar você a encontrar suas próprias novas maneiras de viver o que acontece. Quanto a timidez ela é trabalhada em psicoterapia, através de uma processo de autoconhecimento que te ajuda a nomear seus pensamentos e emoções, para aí sim a mudança dos comportamentos que te atrapalham, entender a circularidade das relações também é um passo importante nesse processo de conhecimento. Te estimo saúde e paz, forte abraço!
Olá!
Primeiramente, que bom ler teu relato e saber que o tratamento combinado está dando bons resultados. Sobre a retirada da medicação e o possível retorno da tristeza, isso deve ser avaliado. Certamente, quando for acontecer, este desmame será bem direcionado pelo médico que te acompanha para que não tenhas maiores problemas. Manter a terapia é muito importante.
Fico na torcida para que tudo continue dando certo. Boa sorte!
Primeiramente, que bom ler teu relato e saber que o tratamento combinado está dando bons resultados. Sobre a retirada da medicação e o possível retorno da tristeza, isso deve ser avaliado. Certamente, quando for acontecer, este desmame será bem direcionado pelo médico que te acompanha para que não tenhas maiores problemas. Manter a terapia é muito importante.
Fico na torcida para que tudo continue dando certo. Boa sorte!
Olá!
O que as medicações psiquiátricas fazem é adormecer sentimento e emoções que as condições das nossas vidas, as dificuldades constantes, e os entendimentos que temos sobre essas coisas nos causam. Quando essas condições, dificuldades e entendimentos não são trabalhados, questionados, mudados, ou enxergados de alguma forma diferente, as chances da angústia voltar são muito grandes.
É sempre recomendável fazer psicoterapia junto às medicações, até por isso.
Fico por aqui, caso tenha interesse em compreender melhor a tua situação.
Boa sorte!
O que as medicações psiquiátricas fazem é adormecer sentimento e emoções que as condições das nossas vidas, as dificuldades constantes, e os entendimentos que temos sobre essas coisas nos causam. Quando essas condições, dificuldades e entendimentos não são trabalhados, questionados, mudados, ou enxergados de alguma forma diferente, as chances da angústia voltar são muito grandes.
É sempre recomendável fazer psicoterapia junto às medicações, até por isso.
Fico por aqui, caso tenha interesse em compreender melhor a tua situação.
Boa sorte!
Caro cliente, os ganhos adquiridos com a Psicoterapia não retrocedem. A timidez talvez fosse uma consequência do Transtorno de Ansiedade. Converse com seu Psiquiatra sobre quando será o momento correto para deixar a medicação. Se a Psicoterapia está funcionando e você se sente melhor, sê continuidade a esse tratamento para gerar maior ganho emocional e psíquico!
Bom dia, tudo bem?
Certamente o seu psiquiatra vai poder te ajudar a compreender melhor como funciona esse fim de tratamento. Neste caso, a medicação não é removida de de uma hora para a outra, esse processo ocorre gradualmente e com o acompanhamento médico por um período relativamente longo. E certamente a psicoterapia que estas fazendo vai lhe ajudar a desenvolver essas habilidades que uma vez desenvolvidas estarão contigo sempre.
Certamente o seu psiquiatra vai poder te ajudar a compreender melhor como funciona esse fim de tratamento. Neste caso, a medicação não é removida de de uma hora para a outra, esse processo ocorre gradualmente e com o acompanhamento médico por um período relativamente longo. E certamente a psicoterapia que estas fazendo vai lhe ajudar a desenvolver essas habilidades que uma vez desenvolvidas estarão contigo sempre.
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Fico feliz que esteja se cuidando e observando resultados. Você já considerou abordar essa assunto com a sua Psicologa? Vocês podem fazer um plano de prevenção de recaídas para timidez e ansiedade. Espero que minha ideia te ajude
Olá, como tem passado?
Após começar os dois tratamentos, tanto o psiquiátrico com medicamentos e o psicológico com a terapia, estar obtendo bons resultados e ter visto mudanças positivas, é difícil dizer se irá retornar exatamente ao mesmo estágio anterior a essas mudanças.
Esses dois tratamentos são complexos e tem seus desafios, após um períodos neles, falando sobre suas questões, tentando solucioná-las, resolvê-las e ter uma vida melhor é bem difícil voltar ao mesmo estágio anterior.
Contudo, alguns momentos da vida e do dia a dia podem ter seus desafios novos e dificuldades que talvez remetam a outros momentos anteriores, porém retornar a como era, é bem difícil.
E caso retorne, faz parte do processo, um ponto importante nesse momento é não abandonar agora e continuar mesmo quando parecer inicialmente que está tudo bem, prossiga em sua terapia.
Espero ter ajudado em algo.
Após começar os dois tratamentos, tanto o psiquiátrico com medicamentos e o psicológico com a terapia, estar obtendo bons resultados e ter visto mudanças positivas, é difícil dizer se irá retornar exatamente ao mesmo estágio anterior a essas mudanças.
Esses dois tratamentos são complexos e tem seus desafios, após um períodos neles, falando sobre suas questões, tentando solucioná-las, resolvê-las e ter uma vida melhor é bem difícil voltar ao mesmo estágio anterior.
Contudo, alguns momentos da vida e do dia a dia podem ter seus desafios novos e dificuldades que talvez remetam a outros momentos anteriores, porém retornar a como era, é bem difícil.
E caso retorne, faz parte do processo, um ponto importante nesse momento é não abandonar agora e continuar mesmo quando parecer inicialmente que está tudo bem, prossiga em sua terapia.
Espero ter ajudado em algo.
Primeiramente parabéns por estar cuidando de você. Cada caso é um caso e não existe como definir como será o futuro do analisando. A redução da medicação não deve ser realizada em hipótese alguma sem o acompanhamento de um psiquiatra. Quanto ao retorno dos sintomas indesejados, podemos dizer que através de uma visão psicanalítica o sintoma se apresenta como forma de resposta à uma angustia. Se a timidez for um sintoma de falta de auto confiança e essa auto confiança for tratada em terapia e "resolvida" o sintoma se sofre remissão. Mas caso as questões primárias não sejam resolvidas, os sintomas podem retornar. Mas como disse: Cada caso é um caso. Espero ter ajudado com a minha resposta.
Oi, como vc está hoje?
sugiro vc buscar ajuda com um profissional da psicologia.
TAG pode ser entendida como um excesso de pensamentos no futuro, o melhor a fazer é procurar um psicólogo e psiquiatra . Agora, aqui de pronto posso te dar uma ideia, como quando estamos em pânico não vivenciamos o presente, é interessante na crise você tentar voltar para o “aqui agora “ estale os dedos , conte até 10 respirando profundamente, comece a narrar em voz alta ou somente para você os objetos presentes no cômodo que está .essas técnicas ajudam você a se observar melhor e a facilitar a saída da crise .
A psicoterapia pode de auxiliar com tudo isso, e aos poucos você vai se sentir mais seguro para conseguir falar sobre seus sentimentos não só com a psicóloga(o) mas também com outras pessoas. E ir aliviando essa culpa, com formas menos culposas com vc mesmo. Espero ter te ajudado. Caso faça sentido, sou a Letícia, sou psicóloga e me coloco à disposição, e te convido a vir conhecer meu trabalho. @leticiafernandespsi
sugiro vc buscar ajuda com um profissional da psicologia.
TAG pode ser entendida como um excesso de pensamentos no futuro, o melhor a fazer é procurar um psicólogo e psiquiatra . Agora, aqui de pronto posso te dar uma ideia, como quando estamos em pânico não vivenciamos o presente, é interessante na crise você tentar voltar para o “aqui agora “ estale os dedos , conte até 10 respirando profundamente, comece a narrar em voz alta ou somente para você os objetos presentes no cômodo que está .essas técnicas ajudam você a se observar melhor e a facilitar a saída da crise .
A psicoterapia pode de auxiliar com tudo isso, e aos poucos você vai se sentir mais seguro para conseguir falar sobre seus sentimentos não só com a psicóloga(o) mas também com outras pessoas. E ir aliviando essa culpa, com formas menos culposas com vc mesmo. Espero ter te ajudado. Caso faça sentido, sou a Letícia, sou psicóloga e me coloco à disposição, e te convido a vir conhecer meu trabalho. @leticiafernandespsi
Olá! Que ótimo que você procurou ajuda e que não desistiu após o difícil período de adaptação.
O seu médico psiquiatra pode tirar as suas dúvidas com relação ao processo de desmame do medicamento quando for o momento.
A terapia vai te ajudar a desenvolver ferramentas e recursos internos para lidar melhor com as suas questões emocionais.
Boa sorte com o seu processo terapêutico!
O seu médico psiquiatra pode tirar as suas dúvidas com relação ao processo de desmame do medicamento quando for o momento.
A terapia vai te ajudar a desenvolver ferramentas e recursos internos para lidar melhor com as suas questões emocionais.
Boa sorte com o seu processo terapêutico!
Ter preocupação em relação ao futuro é normal, importante que esteja percebendo melhorias em seu sistema, o medicamento é um paliativo que age como alternativa quando não se tem o controle mais. Mas a terapia ainda é o recurso mais eficiente pois através da construção em suas análises que voce irá entender, encontrar e se permitir a ter as mudanças necessárias em seu comportamento para ter gestão emocional mais adequada e assim ter qualidade de vida!
Portanto, continua a terapia, em breve com o auxilio do médico voce irá realizando a retirada da medicação, sabe porque? porque você pode ter vida normal sem medicação, pois voce pode ter gestão melhor sobre sua ansiedade.
Timidez, pode ter relação com sua personalidade...mas é possível sim, voce se desenvolver, adquirir conhecimento e estrutura, aprender ancorar em seu estado mecanismos para lidar com situações onde voce irá precisar ter desenvoltura!
Portanto, continua a terapia, em breve com o auxilio do médico voce irá realizando a retirada da medicação, sabe porque? porque você pode ter vida normal sem medicação, pois voce pode ter gestão melhor sobre sua ansiedade.
Timidez, pode ter relação com sua personalidade...mas é possível sim, voce se desenvolver, adquirir conhecimento e estrutura, aprender ancorar em seu estado mecanismos para lidar com situações onde voce irá precisar ter desenvoltura!
Ola, vejo que sua duvida retrata sua angustia , veja, levamos muito tempo para desenvolver os sintomas emocionais, e o processo para diminuir ou ate eliminar os sintomas , tambem requer tempo, Seria muito bom se pudessmos clicar em botãozinho e mudar tudo, mas não é assim, o processo exige trabalho e determinação , na caminhada podera ter altos e baixos mas é constancia de seu processo terapeutico que ira lhe dar bases bem mais solidas para seguir em paz em sua caminhada pela vida.
Pense que o mais importante estás fazendo, e esta dando resultado; a partir daí o próprio tratamento em comum com sua percepção vão abrindo novos caminhos para seu bem estar.
É ótimo ouvir que você está experimentando melhorias em sua ansiedade e timidez com a combinação de medicamentos e terapia. É um passo significativo em direção ao seu bem-estar emocional e social.
Quando se trata de diminuir a dosagem do medicamento no futuro, é importante fazê-lo sob a orientação e supervisão do seu médico. Reduzir a medicação deve ser um processo gradual e cuidadoso para evitar possíveis efeitos colaterais ou recaídas nos sintomas de ansiedade e timidez.
A terapia desempenha um papel crucial nesse processo. O trabalho que você está fazendo com seu terapeuta pode ajudá-lo a desenvolver habilidades de enfrentamento, estratégias de gerenciamento de ansiedade e a compreender a origem de seus sintomas. Essas ferramentas e insights adquiridos durante a terapia podem ser essenciais para ajudá-lo a manter o progresso alcançado até agora, mesmo após a redução do medicamento.
A terapia também pode fornecer um espaço para explorar e abordar as preocupações em relação ao futuro e a possibilidade de recaída. Se você se sentir inseguro ou ansioso sobre a possibilidade de a timidez retornar após a diminuição do medicamento, seu terapeuta pode trabalhar com você para desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos e manter um senso de controle sobre sua vida emocional.
Lembre-se de que o progresso no tratamento é único para cada pessoa, e não há uma resposta definitiva sobre o que acontecerá quando você diminuir a medicação. No entanto, com a abordagem certa, incluindo terapia contínua, você pode aumentar suas chances de manter e até mesmo melhorar o progresso alcançado até agora. Continuar a trabalhar em seu bem-estar emocional é uma escolha valiosa e positiva para o seu futuro. Estou aqui para oferecer apoio e incentivo ao longo dessa jornada.
Quando se trata de diminuir a dosagem do medicamento no futuro, é importante fazê-lo sob a orientação e supervisão do seu médico. Reduzir a medicação deve ser um processo gradual e cuidadoso para evitar possíveis efeitos colaterais ou recaídas nos sintomas de ansiedade e timidez.
A terapia desempenha um papel crucial nesse processo. O trabalho que você está fazendo com seu terapeuta pode ajudá-lo a desenvolver habilidades de enfrentamento, estratégias de gerenciamento de ansiedade e a compreender a origem de seus sintomas. Essas ferramentas e insights adquiridos durante a terapia podem ser essenciais para ajudá-lo a manter o progresso alcançado até agora, mesmo após a redução do medicamento.
A terapia também pode fornecer um espaço para explorar e abordar as preocupações em relação ao futuro e a possibilidade de recaída. Se você se sentir inseguro ou ansioso sobre a possibilidade de a timidez retornar após a diminuição do medicamento, seu terapeuta pode trabalhar com você para desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos e manter um senso de controle sobre sua vida emocional.
Lembre-se de que o progresso no tratamento é único para cada pessoa, e não há uma resposta definitiva sobre o que acontecerá quando você diminuir a medicação. No entanto, com a abordagem certa, incluindo terapia contínua, você pode aumentar suas chances de manter e até mesmo melhorar o progresso alcançado até agora. Continuar a trabalhar em seu bem-estar emocional é uma escolha valiosa e positiva para o seu futuro. Estou aqui para oferecer apoio e incentivo ao longo dessa jornada.
Te convidamos para uma consulta: Tratamento da ansiedade - R$ 230
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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É encorajador ouvir que você está percebendo melhorias significativas com seu tratamento para o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e também em relação à sua timidez. Esse tipo de progresso é um bom sinal de que tanto a medicação quanto a terapia estão sendo eficazes para você.
Em relação às suas preocupações sobre a redução da dosagem do medicamento e o possível retorno da timidez, aqui estão alguns pontos a considerar:
Natureza dos Medicamentos para TAG: Os medicamentos geralmente utilizados para tratar TAG, como os antidepressivos e ansiolíticos, podem ajudar a regular os neurotransmissores que afetam tanto a ansiedade quanto o comportamento social. A melhora que você está experimentando na timidez pode ser um efeito indireto da redução da sua ansiedade geral.
Papel da Terapia: A terapia, especialmente terapias focadas em comportamento como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é projetada para ajudar você a construir habilidades duradouras para lidar com a ansiedade e outros desafios relacionados, como a timidez. Essas habilidades incluem técnicas de enfrentamento, reestruturação cognitiva, e exposição gradual a situações sociais temidas.
Processo de Redução de Medicamento: Quando chegar a hora de diminuir a dosagem do medicamento, isso geralmente é feito de forma gradual e sob supervisão médica para minimizar qualquer desconforto e monitorar de perto qualquer retorno dos sintomas. O seu médico pode ajustar o plano de tratamento baseado em como você responde à mudança na medicação.
Manutenção do Progresso: A terapia que você está fazendo atualmente pode ser muito eficaz para ajudá-lo a manter o progresso que você alcançou. Durante a terapia, você aprende estratégias e técnicas que podem ser usadas de forma independente, mesmo após a conclusão do tratamento medicamentoso.
Planejamento Futuro: É importante continuar a comunicação aberta com seu terapeuta e médico sobre quaisquer preocupações que você tenha. Eles podem ajudar a ajustar o plano de tratamento conforme necessário e fornecer suporte adicional durante a fase de redução do medicamento.
Avaliação Contínua: Manter avaliações regulares com seu médico e terapeuta ajudará a monitorar seu progresso e ajustar o tratamento conforme necessário, garantindo que você continue a progredir ou mantenha as melhorias que alcançou.
O importante é continuar a seguir o plano de tratamento prescrito e discutir quaisquer preocupações ou mudanças que você perceba com seus profissionais de saúde. Eles estão lá para apoiar você através de cada passo do seu processo de recuperação.
As duas coisas podem acontecer. É importante você abordar essa dúvida da timidez como o seu terapeuta. Existem muitas abordagens para isso, por isso é importante conversar sobre e, junto com o terapeuta, experimentar alhumas e entender qual ou quais serão mais satisfatórias para você. Quando encontrar a mais, ou as mais, adequadas, você pode exercitar na terapia e ir se independentizando até ter condições de vivenciar por si. Abraço.
Olá! É compreensível ter preocupações sobre o futuro, especialmente ao considerar a redução da medicação. É importante lembrar que a terapia pode fornecer ferramentas valiosas para lidar com a timidez e a ansiedade, ajudando a fortalecer sua resiliência emocional. O progresso que você fez até agora, combinado com as habilidades adquiridas na terapia, pode ajudar a manter os avanços. Continue se comunicando com seu profissional de saúde sobre suas preocupações; ele poderá orientá-lo no processo de diminuição da medicação, garantindo que você se sinta seguro e apoiado.
Respondendo a sua pergunta como psicanalista, é aconselhável manter o tratamento com o psicólogo e psiquiatra, pois com o tempo vai se criando uma relação de confiança que auxilia no seu tratamento, sendo importante para o dignóstico e para saber a dosagem ideal para o medicamento. Essa preocupação é comum na clínica, mas foque nos avanços que teve até o momento, isso vai ajudar.
Pode confiar. A terapia é mais importante que o remédio. O objetivo é de poder descartar o remédio. Se a terapia funcionou até agora, ela só pode melhorar. O fato de você fazer a sua pergunta aqui me parece significar que você tem dúvidas com respeito à sua terapia. Estas, você deveria abordar com o ou a terapêuta. Se, por timidez, você não consegue, tente assim mesmo, aos poucos. Você tem o direito de fazer perguntas. Se @ terapêuta não gostar, é problema dele. O cliente tem todas as liberdades. Se fosse diferente, nenhuma terapia funcionaria.
Boa tarde!
Você está fazendo o que é necessário, está tomando o medicamento, como falou e também fazendo a terapia, a terapia irá te ajudar nesse progresso que está tendo, a principio se volte mais para o momento, a ansiedade te leva a pensar sobre esse "futuro", porém volte ao processo que está sendo feito hoje e converse sobre isso com o/a seu terapeuta.
Você está fazendo o que é necessário, está tomando o medicamento, como falou e também fazendo a terapia, a terapia irá te ajudar nesse progresso que está tendo, a principio se volte mais para o momento, a ansiedade te leva a pensar sobre esse "futuro", porém volte ao processo que está sendo feito hoje e converse sobre isso com o/a seu terapeuta.
Olá! Sou psicanalista e especialista em saúde mental, com uma longa trajetória nos serviços de atenção psicossocial. Que bom saber que você tem percebido melhorias com o tratamento! A combinação de medicação e terapia pode, de fato, proporcionar avanços significativos na ansiedade e na timidez. A redução da medicação deve ser feita com acompanhamento médico, considerando seu processo individual. A terapia pode continuar sendo um espaço fundamental para sustentar e aprofundar essas conquistas, ajudando você a desenvolver recursos internos para lidar com desafios futuros. Se quiser conversar mais sobre esse processo e suas preocupações, estou disponível para atendimento.
que pergunta boa pra você se fazer em sua psicanálise, com seu psicanalista...
Olá,
É difícil responder a esta questão, acredito que apenas a experiência vai te mostrar. Como você faz terapia e toma remédio é difícil compreender o que está ajudando, será que seria possível pensar nestes dois elementos separadamente? Ou o que aconteceria se você diminuisse a medicação? Ou deixasse a terapia ...
É difícil responder a esta questão, acredito que apenas a experiência vai te mostrar. Como você faz terapia e toma remédio é difícil compreender o que está ajudando, será que seria possível pensar nestes dois elementos separadamente? Ou o que aconteceria se você diminuisse a medicação? Ou deixasse a terapia ...
Olá boa tarde!
Não. O que pode acontecer é você não se sentir confortável com alguma pessoa ou situação e sentir-se um retraído.
Continuar fazendo terapia é muito importante para você se sentir ainda mais seguro e saber lidar cada vez mais com a sua timidez.
Não. O que pode acontecer é você não se sentir confortável com alguma pessoa ou situação e sentir-se um retraído.
Continuar fazendo terapia é muito importante para você se sentir ainda mais seguro e saber lidar cada vez mais com a sua timidez.
O ideal é perguntar para seu terapeuta. Mas caso não sinta se confortável fazer a pergunta, avalie conversar com outro profissional.
A terapia será fundamental para lhe ajudar quando iniciar a redução do medicamento. A timidez não é apenas "um traço fixo" da sua personalidade, mas pode ser um modo de defesa diante do medo que você tem do olhar do outro. Muitas vezes, há o medo da rejeição, de não corresponder às expectativas ou de se mostrar vulnerável em determinadas situações. A terapia (análise) ajuda a compreender de onde vem esse movimento e como você pode elaborar novas formas de estar com os outros.
O que você traz é muito importante e demonstra um olhar cuidadoso sobre o seu processo.
Os medicamentos podem, de fato, trazer grande alívio dos sintomas, tornando a vida emocional mais estável e facilitando a continuidade da terapia. Mas é importante lembrar que o remédio atua sobre os efeitos da ansiedade e da timidez — ele ajuda a silenciar o excesso, a acalmar o corpo —, enquanto a terapia pode alcançar o sentido desses sentimentos, ou seja, o que eles representam na sua história.
A timidez, muitas vezes, não é apenas “falta de coragem”, mas uma forma que o sujeito encontrou para se proteger do olhar do outro, do medo de errar, de não ser aceito ou de ser exposto.
Quando isso começa a ser compreendido e elaborado na fala, a timidez pode perder parte de sua rigidez, porque deixa de ser apenas uma defesa inconsciente.
Por isso, o progresso que você está sentindo pode, sim, se manter — desde que o processo terapêutico continue, permitindo que o que antes era contido pelo remédio encontre outras formas de expressão.
O medicamento pode silenciar a ansiedade, mas a terapia pode transformá-la, fazendo com que você não dependa apenas do controle químico, mas também da compreensão de si.
Assim, quando chegar o momento de reduzir a medicação (sempre sob orientação médica), o que foi conquistado na escuta e na elaboração interna tende a permanecer — porque passa a vir de dentro, e não apenas de fora.
Os medicamentos podem, de fato, trazer grande alívio dos sintomas, tornando a vida emocional mais estável e facilitando a continuidade da terapia. Mas é importante lembrar que o remédio atua sobre os efeitos da ansiedade e da timidez — ele ajuda a silenciar o excesso, a acalmar o corpo —, enquanto a terapia pode alcançar o sentido desses sentimentos, ou seja, o que eles representam na sua história.
A timidez, muitas vezes, não é apenas “falta de coragem”, mas uma forma que o sujeito encontrou para se proteger do olhar do outro, do medo de errar, de não ser aceito ou de ser exposto.
Quando isso começa a ser compreendido e elaborado na fala, a timidez pode perder parte de sua rigidez, porque deixa de ser apenas uma defesa inconsciente.
Por isso, o progresso que você está sentindo pode, sim, se manter — desde que o processo terapêutico continue, permitindo que o que antes era contido pelo remédio encontre outras formas de expressão.
O medicamento pode silenciar a ansiedade, mas a terapia pode transformá-la, fazendo com que você não dependa apenas do controle químico, mas também da compreensão de si.
Assim, quando chegar o momento de reduzir a medicação (sempre sob orientação médica), o que foi conquistado na escuta e na elaboração interna tende a permanecer — porque passa a vir de dentro, e não apenas de fora.
Essa é uma preocupação comum e válida. A medicação ajuda a reduzir a ativação ansiosa, o que facilita a exposição social e diminui a timidez enquanto está em uso, mas é a terapia que promove mudanças mais duradouras. Ao longo do processo terapêutico, você trabalha crenças, padrões de evitação, autoconfiança e habilidades emocionais, o que tende a se manter mesmo com a redução gradual do medicamento. Existe a possibilidade de algum desconforto reaparecer, mas não necessariamente no nível anterior, especialmente quando a retirada é feita de forma lenta e acompanhada. A terapia funciona justamente como um fator de proteção para sustentar os ganhos e lidar melhor com eventuais oscilações no futuro.
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