Me sinto tão inútil, tenho 30 anos, estou desempregada, morando com meus pais, solteira e sem amigos

22 respostas
Me sinto tão inútil, tenho 30 anos, estou desempregada, morando com meus pais, solteira e sem amigos,me sinto atrasada. Parece que eu não gosto de nada
E é difícil ver as pessoas à minha volta prosperando e sendo elogiadas, enquanto eu estou só sobrevivendo. Por mais que eu tente, a minha vida está travada, sempre com dificuldade em conquistar as coisas
Olá, sinto muito que esteja se sentindo assim, mas quero te dizer uma coisa importante: você não está sozinha nessa sensação, e isso não significa que você é inútil ou que sua vida não tem valor. Às vezes a vida entra mesmo em um modo travado, e parece que nada do que a gente faz faz diferença. Nesses momentos, pode ser fundamental buscar apoio profissional. Um psicólogo pode te ajudar a entender o que está por trás desse bloqueio, a se reconectar com quem você é, com o que te faz bem (mesmo que agora pareça que nada faz), e a construir, aos poucos, um caminho mais leve. Você não é o seu momento difícil. Você está passando por isso — mas não é isso. E merece cuidado, apoio, acolhimento e uma chance real de se reencontrar. Pedir ajuda é um passo corajoso e muito necessário. Se precisar, estarei disponível.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Olá,
Me parece que este seu desabafo contém muita frustração, sentimento que muitas vezes pode ser difícil de lidar. Como você parece ter identificado algo que lhe incomode, talvez falar sobre isso em um ambiente seguro e sigiloso possa lhe auxiliar a dar novos contornos à sua vida. Fico disponível caso deseje!
As vezes passamos parte de nossas vidas em atividades que não nos trazem prazer, que não fazem sentido para nós. Por outro lado, o modo como nos vemos pode ser um obstáculo para o nosso crescimento, podemos ter uma visão distorcida de quem somos, do valor que temos, do que podemos conseguir, do que queremos. Como você diz que está apenas sobrevivendo, seria interessante a ajuda de um psicólogo para te ajudar a trabalhar essas questões e você conseguir ter uma vida de mais realizações profissionais e emocionais.
 Nelson Alberto Martínez
Psicólogo
Balneário Camboriú
Sugiro consultar com um Profissional Psicólogo, na Psicoterapia encontrarás autoconhecimento, para saber qual o seu propósito na vida que dará sentido e motivação. Abraços!!
Olá Bom dia. Todos nós estamos sujeitos a periodos de baixa auto estima por conta de algumas dificuldades que enfrentamos em determinados momentos. Não seja tão rigorosa e exigente com você mesma. Se olhar sua trajetoria verá que com certeza houve conquistas que precisam ser reconhecidas e valorizadas. Não se deixe abater por algumas situações adversas, pois são passageiras se você se dispor a continuar e superar. Tente e Seja Feliz, Se precisar, busque ajuda.
Oii, O que você está sentindo em momentos da vida em que expectativas e realidade parecem estar em conflito. Sentimentos de inutilidade, estagnação e comparação constante com os outros podem indicar não apenas um desânimo passageiro, mas também um sofrimento emocional mais profundo, muitas vezes associado a quadros de tristeza persistente, baixa autoestima e esgotamento psíquico.

É importante saber que isso não significa que você está fracassando — significa que algo em você precisa ser olhado com mais cuidado e compreensão, e isso é possível com ajuda especializada.

A psicoterapia pode te ajudar a reconstruir sua autoestima, entender os bloqueios que travam sua vida e reencontrar seu valor para além das comparações externas.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Seu sofrimento associa-se a uma desconexão entre o que você é e o que acredita que deveria ser nesse momento da vida. A psicanálise entende que esses sentimentos de "atraso" muitas vezes escondem um desejo que ainda não encontrou seu caminho de expressão - não por falha sua, mas porque o mundo nem sempre oferece os significantes que precisamos para nos narrar. A análise poderia ajudar a elaborar essa angústia, não para encaixá-la em padrões sociais, mas para encontrar seu próprio ritmo nessa travessia. Você não está tão atrasada quanto pensa - está em um percurso singular que merece ser escutado, não comparado.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá, lamento que esteja vivenciando tudo isso . Pelo seu relato , talvez esteja enfrentando de desânimo e é importante que procure ajuda terapêutica
Olá! O primeiro passo é realizar um plano de autoconhecimento para identificar seus gostos, seus objetivos e pontos a desenvolver. É muito comum nos compararmos a outras pessoas mas é importante entender que somos seres únicos e que cada pessoa tem uma forma de perceber e lidar com o mundo a sua volta. Por isso as comparações somente trazem sensações ruins. Quando o foco passa a ser a própria persona, as coisas podem vir a melhorar de forma positiva e gradual. Conte comigo para te ajudar nesse processo!
A dor que você descreve é real e válida. Sentir-se sem perspectiva pode ser sufocante, ainda mais, quando parece que os outros estão caminhando.
Mas você não está sozinha nisso, mesmo que pareça.
O momento presente é de muita sobrecarga e isso pode afetar até a sua capacidade de perceber o que gosta. Isso é um ciclo, que provavelmente acaba consumindo a sua energia para reagir.

Seguem algumas sugestões que talvez possam ajudar a começar a sair desse ponto.

Permita-se sentir. Sua dor merece espaço para o entendimento.

Reavalie a situação com objetividade. Não seja dura consigo. Cada trajetória é única. Assim, comparar sua vida com a dos outros não é justo.

Busque apoio. Avalie conversar com um psicólogo. Ter um profissional que te escute, sem julgamentos, e te ajude a organizar o que está te travando pode ser um ponto de mudança.

Comece com pequenas ações: arrumar o quarto, sair pra caminhar, escrever o que está sentindo. Pode parecer inútil, mas essas pequenas ações criam movimento, que geram possibilidades.

Não sinta-se menor. Você não está em uma corrida. Tem pessoas que se encontram aos 20, outras se encontram aos 50. O importante é se reconectar com você, de forma acolhedora no seu ritmo, e você terá a chance de perceber a sua caminhada com um outro olhar.

Olá.
Sinto muito pelos seus sentimentos. É muito dolorido passar por esse tipo de situação.
O desemprego é um fator que mexe muito com a autoestima da pessoa e não ter uma rede de apoio, faz tudo ficar mais difícil.
Para você conseguir compreender os seus sentimentos, a ajuda psicológica seria interessante.
Na terapia, você pode falar sobre os seus sentimentos e sobre a sua situação sem ser julgada. E com isso, pode ser feito um tratamento onde você encontre acolhimento e além disso, a terapia também pode te ajudar a desenvolver estratégias para mudança de comportamento.
Tente ser gentil com você mesma nesse momento e se possível, dê uma chance para a terapia. Isso pode te ajudar muito.
Olá! Entendo que você sinta que a vida esteja estagnada. Imagino que esteja difícil iniciar um movimento. Procure por ajuda profissional. Um psicoterapeuta poderá te ajudar.
Essa sensação de estar “atrasada” na vida, de não conseguir se mover apesar das tentativas, e de se ver sempre em comparação com os outro pode ser muito frustrante e solitário. É compreensível que, ao olhar em volta e ver pessoas sendo elogiadas ou conquistando o que você também gostaria de viver, isso acabe reforçando essa sensação de inutilidade. A terapia pode ser um espaço seguro para acolher essa frustração, entender de onde vêm esses sentimentos e te ajudar a reconstruir, aos poucos, um caminho com mais sentido e leveza para você.
 Maisa Guimarães Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Querida, quero começar essa resposta com um gesto de acolhimento profundo à dor que você compartilha. Suas palavras revelam um sofrimento silencioso, mas muito presente — aquele tipo de dor que vai se instalando aos poucos, se misturando com a rotina e, de repente, faz parecer que a vida está parada, travada, sem brilho. E isso, por si só, já merece ser escutado com muita atenção, sem julgamento, com afeto e respeito.

É muito difícil se sentir à margem enquanto o mundo ao redor parece andar. Ver pessoas próximas prosperando, sendo admiradas, realizando conquistas, pode acionar em nós um sentimento de inadequação, de fracasso, de impotência — como se estivéssemos em um tempo errado, como se a nossa existência tivesse perdido o ritmo. E ainda mais duro é quando tudo isso se mistura à sensação de não encontrar prazer em nada, de estar desconectada do que dá sentido à vida.

Na psicanálise, olhamos para tudo isso com muita delicadeza. Entendemos que o que hoje parece um bloqueio, um “não andar”, pode estar relacionado a movimentos psíquicos muito mais profundos, enraizados em vivências que marcaram sua história. Muitas vezes, repetimos padrões inconscientes que nos mantêm em ciclos de frustração, culpa ou paralisia — e é nesse ponto que a análise se torna tão valiosa: ela oferece um espaço seguro para que esses sentidos ocultos possam emergir, pouco a pouco, e serem ressignificados.

A análise não tem pressa e não impõe metas. Ela caminha no ritmo do seu desejo — aquele que talvez hoje esteja abafado, mas que ainda existe dentro de você. Às vezes, o que parece ser "não gostar de nada" pode ser um mecanismo de defesa, uma forma de se proteger de frustrações passadas, de expectativas que pesaram demais, de feridas que ainda não cicatrizaram. E tudo isso precisa ser escutado com paciência e empatia.

Você não é inútil. Você está vivendo um momento de travamento — e isso é muito diferente. Sua existência não se mede por status social, emprego, relacionamentos ou conquistas externas. Cada um de nós tem uma história única, um tempo próprio, e o caminho do autoconhecimento pode te ajudar a reencontrar sua voz, sua força, seu lugar no mundo — não aquele que esperam de você, mas o que você mesma desejar construir.

Se você sentir que pode dar esse passo, a psicanálise pode ser um espaço onde sua dor vai poder falar — e, mais que isso, ser ouvida. A partir daí, algo novo pode começar a se construir. Estou aqui para te acompanhar com escuta, cuidado e acolhimento, sem pressa e sem julgamento. E se hoje tudo o que você está conseguindo é sobreviver, saiba que isso já é um ato de resistência imenso. E a partir dessa sobrevivência, sim, é possível viver de outras formas. Vamos juntas encontrar esse caminho?
Olá... procure ajuda de um profissional da saúde mental para ajudá-la a lhe dar com essas questões. Conversar com um profissional te fará elaborar e mudar muitas questões que te incomodam.
Oieee! Procurei a melhor forma para te responder e te ajudar de imediato, mas, o melhor caminho que posso te guiar, no momento, é a psicoterapia, para entendermos todo este processo, alinhar algumas comparações, enxergar alguns progressos e escolher estratégias adequadas de evolução pessoal e profissional.
Olá, você precisa fazer terapia para poder encontrar sentido p sua vida
Sinto muito por você estar passando por isso. Parece que você está enfrentando um momento de crise existencial, o que pode ser extremamente desafiador. Comparar sua trajetória com a de outras pessoas pode gerar pressão e cobranças intensas, o que acaba causando angústia. Lidar com tudo isso pode ser difícil, mas você não precisa enfrentar sozinha. Busque ajuda profissional. Um psicólogo pode te ajudar a compreender melhor o que está acontecendo com você, identificar suas necessidades e prioridades, além de construir um projeto de vida que faça sentido para você. Caso deseje ajuda, estou à disposição. Abraços!
Acredito que, ao se deparar com esses sentimentos de frustração e comparação, é importante primeiramente refletir sobre o que realmente significa se sentir "atrasada". Qual o ponto de partida e onde fica a linha de chegada que todos devemos alcançar?
Você mencionou que sente que "não gosta de nada", o que faz com que a busca por conquistas pareça difícil. Afinal, o que almejamos conquistar se não “gostamos nada”? Nesse sentido, vale a pena perguntar: o que significa para você "gostar de algo"? A ideia de sucesso ou prazer não precisa ser única para todos, e pode ser importante permitir-se explorar o que faz sentido para você, sem a pressão de se comparar com o que os outros estão fazendo.
Sua jornada é única, e cada momento vivido, nos constitui de alguma forma. Não há uma fórmula pronta para o “sucesso”, nem um conceito único que represente o que seria sucesso. É importante reconhecer que você está trilhando um caminho que faça sentido pra você, estabelecendo seus horizontes de desejos e possibilidades. Para isso é necessário se descolar da ideia do que o outro tem conseguido. O que é preciso estar diferente para que você não esteja “só sobrevivendo”?
Dra. Aparecida Collepiccolo
Psicólogo, Sexólogo, Psicanalista
Jundiaí
Sinto muito pelo que você está vivendo. Sentir-se inútil, atrasada, sem rumo ou energia pra gostar de algo é muito doloroso — e você não está sozinha nisso. Às vezes, parece que a vida de todo mundo anda, menos a nossa, e isso machuca ainda mais.
Quando tudo parece travado por dentro, é um sinal de que algo precisa ser escutado com mais cuidado. Procurar um psicólogo pode ser um passo importante pra começar a entender o que está por trás desse vazio e dessa sensação de paralisia — não pra te dar respostas prontas, mas pra te ajudar a se escutar de verdade, no seu tempo.
Sua dor é real e merece um espaço. Cuide de sua saúde mental!
 André Luiz Almeida
Psicólogo
Belo Horizonte
O que você está vivenciando é uma dor real e importante, refletindo um sentimento de estagnação e frustração. Muitas vezes, quando estamos em um momento de dificuldades, a comparação com os outros pode intensificar a sensação de inadequação, como se estivéssemos “atrás” ou incapazes de alcançar nossos objetivos. A psicoterapia pode ser um espaço para explorar esses sentimentos de forma mais profunda, ajudando a entender as origens desse ciclo de insatisfação. Além disso, o processo terapêutico pode ajudá-la a reconhecer e lidar com as pressões internas e externas que contribuem para esse peso emocional. Muitas vezes, a sensação de "travar" está ligada a conflitos internos que, quando trazidos à consciência, podem permitir um movimento mais livre e autêntico. Trabalhar sua história e suas expectativas de forma cuidadosa pode ajudá-la a redescobrir seu valor e potencial, além de encontrar novos caminhos para construir uma vida mais conectada com seus próprios desejos e objetivos.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Ler suas palavras me tocou profundamente. Elas carregam uma dor silenciosa, mas tão presente… como se o tempo estivesse andando para todo mundo, menos para você. E quando essa sensação de “vida travada” se instala, ela pode contaminar até mesmo o olhar sobre si, fazendo com que tudo pareça mais distante, mais difícil, mais pesado. Como se cada tentativa sua esbarrasse em um vidro invisível que os outros não veem, mas você sente todos os dias.

É curioso — e ao mesmo tempo doloroso — como o cérebro, nessas fases, começa a filtrar tudo sob a lente da comparação e da insuficiência. A neurociência mostra que quando nos sentimos ameaçados pelo fracasso ou pela rejeição, nosso sistema límbico se ativa como se estivéssemos em risco real, gerando um estado constante de autodefesa emocional. Só que, nesse estado, também fica mais difícil acessar prazer, motivação e clareza. É como se a mente dissesse: “vamos sobreviver primeiro, depois a gente pensa em viver”.

Será que em algum momento da sua história você aprendeu que valor e sucesso têm a ver com cumprir etapas no tempo certo? O que será que significa, de verdade, “estar atrasada”? E se essa sensação de atraso estiver mais ligada à dor de não se sentir reconhecida ou acolhida, do que ao tempo em si? Às vezes, o problema não é não estar no lugar certo… mas carregar a ideia de que deveria estar em outro lugar para valer a pena.

Dói sentir que a vida está em pausa enquanto o mundo gira lá fora — mas talvez essa pausa esteja tentando te mostrar algo que ainda não teve espaço para ser ouvido. Algo sobre o que você precisa, deseja, ou até desistiu de desejar. Não se trata de procurar um “gostar de algo” forçado, mas de começar a se aproximar, aos poucos, daquilo que te devolve um pingo de curiosidade. Mesmo que pequeno. Porque, muitas vezes, é pela fresta que a luz volta a entrar.

Se quiser, posso caminhar com você nesse processo de reconstruir o que ficou escondido sob tantas exigências e comparações. Caso precise, estou à disposição.

Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.