O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode levar a uma tendência a idealizar as pessoas?
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode levar a uma tendência a idealizar as pessoas?
Sim, as pessoas com transtorno de personalidade borderline. Tem a características de serem bastante carentes de atenção e isso pode fazer com que idealizem pessoas que são alvo de seu afeto
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Sim, o Transtorno de Personalidade Borderline pode levar à tendência de idealizar pessoas, especialmente no início dos vínculos, atribuindo ao outro qualidades excessivamente positivas que podem depois se inverter em desvalorização; na perspectiva psicanalítica, isso está relacionado à clivagem e à dificuldade de integrar aspectos bons e maus do objeto, fazendo com que o outro seja percebido de forma extrema conforme as oscilações afetivas do sujeito.
Olá, tudo bem?
Sim, o Transtorno de Personalidade Borderline pode levar a uma tendência de idealizar as pessoas, especialmente no início de vínculos. Nesse momento, o outro pode ser visto como alguém quase perfeito, muito especial, como se finalmente tivesse encontrado a segurança e o cuidado que faltavam. Essa experiência costuma ser intensa e muito envolvente.
O ponto é que essa idealização nem sempre se sustenta, porque qualquer frustração ou sinal de distância pode ser sentido de forma muito forte. O cérebro emocional pode interpretar isso como rejeição ou abandono, e a percepção do outro muda rapidamente, às vezes indo de “essa pessoa é incrível” para “essa pessoa não se importa comigo”. Não é uma escolha consciente, mas uma oscilação na forma de perceber o vínculo.
Vale refletir um pouco sobre isso: você percebe que, no começo das relações, tende a ver a pessoa de forma muito positiva, quase sem falhas? E quando algo foge do esperado, o que acontece dentro de você? Essa mudança é gradual ou parece acontecer de forma brusca?
Na terapia, trabalhamos justamente essa construção de uma visão mais estável das pessoas e dos vínculos, permitindo reconhecer qualidades e limitações ao mesmo tempo, sem que isso gere rupturas emocionais tão intensas. Isso ajuda a tornar as relações mais seguras e menos desgastantes.
Caso precise, estou à disposição.
Sim, o Transtorno de Personalidade Borderline pode levar a uma tendência de idealizar as pessoas, especialmente no início de vínculos. Nesse momento, o outro pode ser visto como alguém quase perfeito, muito especial, como se finalmente tivesse encontrado a segurança e o cuidado que faltavam. Essa experiência costuma ser intensa e muito envolvente.
O ponto é que essa idealização nem sempre se sustenta, porque qualquer frustração ou sinal de distância pode ser sentido de forma muito forte. O cérebro emocional pode interpretar isso como rejeição ou abandono, e a percepção do outro muda rapidamente, às vezes indo de “essa pessoa é incrível” para “essa pessoa não se importa comigo”. Não é uma escolha consciente, mas uma oscilação na forma de perceber o vínculo.
Vale refletir um pouco sobre isso: você percebe que, no começo das relações, tende a ver a pessoa de forma muito positiva, quase sem falhas? E quando algo foge do esperado, o que acontece dentro de você? Essa mudança é gradual ou parece acontecer de forma brusca?
Na terapia, trabalhamos justamente essa construção de uma visão mais estável das pessoas e dos vínculos, permitindo reconhecer qualidades e limitações ao mesmo tempo, sem que isso gere rupturas emocionais tão intensas. Isso ajuda a tornar as relações mais seguras e menos desgastantes.
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