Oi, eu sou diagnosticada com transtorno de personalidade borderline há alguns anos, comecei com cris

51 respostas
Oi, eu sou diagnosticada com transtorno de personalidade borderline há alguns anos, comecei com crises graves na segunda gravidez com 25 anos, fui afastada pelo inss por várias vezes mas me davam alta e tinha que retornar. Resultado, perdi um ótimo emprego, meu marido perdeu op dele por faltar porque eu não tinha condições de cuidar nem de mim, quem dirá de duas crianças, de lá pra cá já tentei trabalhar algumas vezes, tentei fazer faculdade. Sou inteligente porém, mal saio de casa sozinha. Eu tenho como tentar aposentadoria? ou LOAS? pq não pago INSS há muitos anos. O que eu poderia fazer? Obrigada.
 Fabrícia Vieira
Psicólogo
Uberlândia
Olá! Existem muitas pessoas diagnosticadas com Transtorno de Personalidade Borderline que conseguem ter uma vida funcional e ativa, inclusive o trabalho e relacionamento social podem funcionar como ajuda ao portador do transtorno. Mas para isso é importante que o paciente se mantenha em tratamento medicamentoso, realizado com psiquiatra e psicoterápico realizado com psicólogo. Hoje em dia, as abordagens psicoterápicas indicadas para o tratamento desse transtorno e que vem demonstrando bastante eficácia é a Terapia do Esquema e Terapia Dialética Comportamental.
Talvez antes de você tentar aposentadoria, valha a pena buscar um tratamento eficiente que possa devolver a funcionalidade e auto-estima que a doença tirou de ti.
Busque esses profissionais na sua cidade! Qualquer dúvida estou à disposição.

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 Eduardo Coutinho Lopes
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Acredito q vc pode sim se aposentar, mas acho mais valido vc tentar ajuda paicoterapica e psiquiatria antes.
Att.
Eduardo
Acredito que independentemente da aposentadoria, você precisa de ajuda de profissionais, como um psiquiatra e um psicólogo, pois o resgate de sua saúde psíquica fará bem para você e para sua família. Busque orientação desses profissionais pessoalmente, com certeza será a melhor maneira de sanar suas dúvidas.
 Pollyane Lattmann
Psicólogo
Curitiba
Olá! Concordo com as considerações dos profissionais que te orientaram a buscar ajuda de psiquiatra e psicoterapia, tenho experiência com pacientes com este transtorno de personalidade e eles respondem muito bem ao tratamento e acompanhamento psicoterápico, creio que antes de uma aposentadoria valha a tentativa de buscar um tratamento efetivo que possibilite a você desfrutar de uma vida saudável e realizada, tanto profissionalmente como também dentro de sua estrutura familiar. Espero ter ajudado ! Grata .
 Jeanine Panossian
Psicólogo
Sorocaba
Olá. Penso que a sua dúvida seria melhor atendida por um profissional do Direito. O que posso dizer, além de reforçar a idéia dos colegas que já responderam, é salientar a importância de se cuidar. Não só na questão psiquiatra da doença mas no sentido de investir em um processo analítico onde possa compreender seu funcionamento psíquico tornando-se mais segura para enfrentar as frustrações da vida. Tenha calma, invista em voce Espero ter te ajudado. Abraço.
 Olga Regina Tersario
Psicólogo
Guarulhos
Boa noite!
Concordo com os colegas que te orientam a procurar poração profissionais da área de saúde mental, psiquiatra e psicólogos. Existem muitos tratamentos tanto medicamentoso quanto psicoterápico que podem lhe proporcionar uma qualidade de vida e inclusive ajudá-la a buscar ser inserida novamente ao mercado de trabalho.
Nem sempre a aposentadoria é a melhor opção, mas para ter uma informação mais correta sobre isso, procure o posto da Previdência mais próximo de você (creio que pode fazer isso pela Internet), agende um horário e busque por informações, eles lhe atendem e verificam todo seu histórico junto ao INSS!
Espero ter podido lhe ajudar. Não deixe de procurar por profissionais de psicologia e psiquiatria.

Abraços!
Boa noite!! Pessoas diagnósticados com transtorno boderline podem ter uma melhora significativa com tratamento psicológico e psiquiátrico. Busque ajuda no CAPS da sua cidade. .
 Célia Naime
Psicólogo
Londrina
Mesmo que voce consiga se aposentar por doença, é muito importante que possa ter uma vida com qualidade e ser feliz. Tambem como mãe, possa cuidar bem de suas filhas. Para isso deve procurar fazer psicoterapia com profissional especializado em tratar transtornos de personalidade.Hoje existem abordagens que se aprofundam mais em TPB, sendo que as pesquisas apontam sua eficácia. Procure por Terapia do esquema ou Terapia Dialética.
Dr. Judson Riker
Psicólogo, Psicanalista
Salvador
Procure AJUDA PROFISSIONAL. ACHE um competente psicologo especializado em PSICOTERAPIA. eXISTE AJUDA.
Qualquer processo de aposentadoria irá ser referenciado em um histórico de tratamento, remissões e agravamentos. O intento de avaliar a partir de relatórios de especialistas tem como objetivo validar a incapacidade para o trabalho. Os profissionais precisam atestar que houve um importante percurso de cuidado. O desafio maior no seu caso é encontrar recursos de acompanhamento que você consiga manter uma adesão, ou seja, não desistir de manter o suporte recebido. A própria descompensação nas fases mais complicadas pode terminar com você não dando continuidade ao tratamento, isto impossibilita um processo evolutivo de elaboração de recursos de adaptação. É compreensível o quanto estão integrados os impedimentos financeiros e as dificuldades excedentes na sua saúde mental, mas uma rede bem articulada, com bons profissionais pode te motivar a manter esforços para manter um período importante para colher resultados. Todos estes registros e movimentos irão te ajudar a se planejar para novos projetos de vida ou para os especialistas ofertarem relatos bem descritos que viabilizem os benefícios que poderão ser deferidos quando lhe for de direito. Loas pode ser especificado com o acompanhamento de um assistente social, na rede pública existem setores que podem ofertar orientações não somente sobre este ponto como em qualquer outro que venha manifestar a sua vulnerabilidade social e a da sua família. Você pode solicitar estes atendimentos no CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) ou nos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) que respondem ao seu bairro.
O transtorno de personalidade borderline TPB possui bons prognósticos com tratamento adequado. Psicoterapia e se houver comorbidades, ou seja alguns transtorno mental como ansiedade por exemplo usará medicação para também. Vale lembrar que o não é uma doença e não incapacita se tiver tratado. TPB lhe confere traços de personalidade mais fortes do que na maioria dos indivíduos. Busque ajuda psicoterápica com um especialista de preferência em terapia dialética.
 Lilian Beatriz Zucca
Psicólogo, Psicanalista
Caraguatatuba
Faço minhas as palavras dos especialistas acima. Pessoas com esse transtorno borderline podem se ajustar à realidade sim, desde que façam o tratamento adequado, psiquiátrico e psicológico, e, acima de tudo, queiram se ajudar. Você não se sinta incapaz por ter esse diagnóstico. Isso é muito relativo. Você pode superar os entraves desse transtorno com uma boa psicoterapia e estar sempre alerta para conseguir alcançar seus objetivos.
E poderia voltar a contribuir com a Previdência. Talvez isso lhe seja útil no futuro.
Boa Tarde, com um acompanhamento psiquiátrico adequado aliado a psicoterapia tenho convicção que consiga se ajustar a sociedade e ao mercado de trabalho e ter uma vida plena e equilibrada. Mas respondendo a sua pergunta, a única forma de se aposentar é contribuindo com a previdência social, as pessoas que se aposentam por invalidez precisam estar contribuindo antes da enfermidade, não tendo direito à pessoas que iniciam a contribuição após a descoberta da doença (doença pré existente). Já o LOAS dependerá a renda familiar, que precisa ser de até 1/4 do salário minimo vigente e é exclusiva para idosos e pessoas com deficiência. Espero ter ajudado. Se cuide.
Olá! Não é mesmo fácil viver com um quadro borderline, os sintomas vão desde intensa oscilação de humor, ter comportamentos impulsivos e autodestrutivos até um distúrbio de identidade, vazio interior e sensibilidade à rejeição. Mas, veja bem, conseguir uma aposentadoria no seu caso irá reforçar o comportamento sintomático de ficar em casa, de depender do outro, de não se cuidar, de não realizar algo produtivo para si, e assim o sentimento de incapacidade se intensificará. Portanto, o que indico é a busca de um profissional que tenha experiência em tratar pacientes com transtorno de personalidade borderline.
 Teresinha Silveira
Psicólogo
Recife
Antes de tudo é importante você saber que existe bons resultados nos tratamentos de transtornos de personalidade. É possível sim a partir de tratamento medicamentoso com psiquiatra e terapia com um psicólogo. Quanto a aposentadoria, realmente na triagem do INSS eles farão as averiguações necessárias e pedirão parecer dos especialistas que estão lhe acompanhando. Tudo dependerá do que de fato eles entenderem que será mais indicado para você e o sistema.
 Edna Borba Araujo
Psicólogo, Psicanalista
Recife
Sim, acredito que há grandes chances de uma aposentadoria. Você deve procurar seus direitos. E, como mencionado pelos colegas, cuide de sua saúde mental. Tão importante quanto sua qualidade de vida com o sustento necessário, é sua saúde psíquica para usufruir de tudo isso, com sua família, tendo seu bem estar como prioridade.
Vá em frente.
Tudo de bom
 Manuella R. Porto Pires
Psicólogo
Brasília
Olá! Eu entendo que há muito sofrimento na sua trajetória. O quadro boderline pode trazer diversos prejuízos para a vida sim, e mesmo que não sinta ter condições para trabalhar, precisa de um sustento para o lar. Porém, uma aposentadoria precoce também podem trazer consequências negativas. Acredito que você vem sofrendo com todas essas mudanças na vida e, se chegou a essa hipótese, é porque parece uma saída para esse sofrimento. Porém, existem tratamentos que trazem ótimos resultados e ajudam no reestabelecimento de uma vida funcional. Acredito que seria ótimo procurar ajuda de um (a) psicólogo (a) e psiquiatra. Não desista!
 Cleide Marchiotti
Psicólogo, Psicanalista
Maringá
Ola! "Carregar" esse diagnóstico, infelizmente não é parâmetro para aposentadoria. Entendo que sua vida está um tanto complicada, mas é interessante buscar ajuda profissional pois assim, poderá melhorar em muito sua qualidade de vida e voltar a ter condições de trabalhar e também dividir com seu esposo o cuidado com as filhas.
Procure por um psiquiatra para medicação que é imprescindível e também um profissional da psicanálise e ou psicologia para melhor compreender o que se passa com você. Coragem! suas filhas precisam muito de você!
Procurei saber a respeito e encontrei certa discrepância nas informações a respeito do entendimento de formas de Aposentadoria, e nomeação da mesma, o que deve ser preservado é o direito do portador de doença mental. As pessoas com transtornos mentais são portadoras de direitos constitucionais como as demais, portando necessitam de um atendimento/atenção especial em consequência de sua doença patológica. Pessoas que convivem com doenças mentais têm direito à Aposentadoria em decorrência da patologia quando esta o incapacita para o trabalho. Ai o médico-pericial do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem que emitir parecer técnico conclusivo na avaliação da incapacidade laborativa, em face de situações previstas em lei, bem como a análise do requerimento dos benefícios. Essa espécie de aposentadoria na linguagem do Manual de Perícia Médica da Previdência Social (MPMPS) é chamada de Aposentadoria Especial, ou seja, um benefício ao portador de doença mental. Quanto ao fato de não estar contribuindo com o INSS há um tempo deve ser verificado com alguém da área jurídica, enfatizando
Em relação ao transtorno é importante salientar que você precisa estar em acompanhamento médico e psicológico, fazer o uso de medicação para sua saúde mental, e para o seu bem estar e de sua familia
Espero ter respondido sua pergunta.
 Marcilene Novaes
Psicólogo
Nova Friburgo
Olá, aposentadoria você não consegue, mas o benefício do Loas você pode conseguir se tiver um laudo psiquiátrico e históricos de tentativas mal sucedidas de se manter em um emprego, porém esse benefício é concedido se sua renda familiar for abaixo de 1/4 do salário mínimo por cabeça e o uso do benefício deve ser em prol da manutenção do seu tratamento medicamentoso e terapêutico. Espero ter ajudado
 Daniela Caserta Lodi
Psicólogo
Araçatuba
Vc pode conseguir sim desde que comprove com relatórios médicos e psicológicos. Talvez seja válido pedir judicialmente, ao invés de ser direto no INSS. Aconselho você a fazer um bom tratamento medicamentosos (psiquiatra) e tratamento psicoterápico (psicólogo), assim você vai se sentir cada vez melhor. É muito importante se tratar para conseguir ter uma vida satisfatória, social, familiar e profissional. Vc só vai conseguir o beneficio se estiver se tratando pois vão pedir relatórios frequentes para seu médico e psicólogo. Procure um advogado previdenciário. Boa sorte e conte comigo.
Uma pessoa com diagnóstico de Transtorno de personalidade limítrofe, tem toda condição de levar uma vida mais equilibrada, desde que faça um tratamento psiquiátrico e psicológico. Precisa estabilizar o humor, o comportamento para ter equilíbrio nos relacionamentos. Ou seja, com o tratamento voltará a sentir-se útil e mais segura, para poder olhar e cuidar das duas vidas que foram geradas por vocês, assim como, o seu casamento e quiçá um novo emprego. Uma aposentadoria tem todo um processo que demanda tempo e não será a solução para todo problema que o referido disturbio causa, se não for tratado.
Com relação a ter direito e se é possivel conseguir aposentadoria; aconselho procurar um advogado trabalhista.
 Cristina Nascimento
Psicólogo
São Paulo
Olá, tudo bem?
No que tange a psicologia, algumas pessoas com diferentes patologias e transtornos conseguem, desde que façam um tratamento e acompanhamento com psiquiatra (medicamentoso) e psicólogo (terapêutico), manter um ritmo de vida adequado, ou seja, trabalhar, estudar, vida social e familiar. Quanto ao direito os critérios mais importantes são para a aposentadoria por invalidez a pessoa consegue desde que esteja contribuindo com o INSS e ser segurada, que não é o seu caso pq vc não contribui a anos; se a doença é pré-existente o INSS não concede o benefício, agora se foi adquirida após o início da primeira contribuição sim, desde que o laudo seja aprovado; o CID tem que declarar a pessoa completamente inapta para o trabalho (impossibilitada de exercer atividades laborais). Depois tem as perícias, pq o laudo tem que informar quando começou a doença e/ou seu desenvolvimento, o perito atesta o que está exposto e encaminha. Hoje todo o processo é feito online. Referente ao LOAS vc não precisa contribuir, porém precisa do laudo médico atestando a incapacidade produtiva laborativa e os motivos detalhados. Deve-se fazer um cadastro no CRAS informando a necessidade financeira e verificar se enquadra (incapacidade laboral e miserabilidde), sendo o benefício de 1 salário mínimo.
 Renan Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá. É possível ter o ritmo que quer dar à sua vida mesmo com o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline e uma melhora nos sintomas com ajuda profissional de psiquiatra e psicólogo. Independente da possibilidade da aposentadoria, se conhecer, entender os momentos de oscilação de humor e outros sintomas que pode ter, são caminhos para uma vida saudável.
 Iris Lopes de Sousa
Psicólogo
São Paulo
Se fizer tratamento psiquiátrico e psicoterápico poderá conseguir melhoras nos sintomas e levar uma vida leve e tranquila. Procure o CAPS da sua cidade para um atendimento adequado.
 Jonas Alves de Souza
Psicólogo
Guarulhos
sugiro que procure um advogado especialista em causas do INSS, com uma avaliação psiquiátrica (este laudo terá que ser realizado por um especialista (psiquiatra), indicado por um juiz federal e desta forma conseguira sua aposentadoria por incapacidade, frente o seu transtorno de personalidade.
Dra. Leticia Magalhães
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá, boa tarde!
Entendo que a questão da aposentadoria seja o mais importante pra você no momento, tendo em vista a dificuldade de conseguir manter um emprego e necessidade de sustentar a sua família. No entanto, posso te afirmar que é possível uma pessoa com transtorno de personalidade borderline conseguir levar uma vida funcional, sem grandes oscilações ou instabilidades. Como praticamente todos os profissionais acima sugeriram, reitero a opinião de que é muito importante que você consiga fazer um acompanhamento psicoterápico e psiquiátrico.
Espero que fique tudo bem! Boa sorte!
Qualquer coisa, me coloco à disposição.
Boa tarde! Uma pessoa diagnosticada com Transtorno Borderline tem condições de ter uma vida funcional e adaptativa, mas para isto é muito importante o acompanhamento psiquiátrico e psicológico, conforme mencionado pelos colegas. Quem sabe antes de pensar na aposentadoria você não tenta fazer um tratamento mais adequado para conseguir lidar melhor com seus sintomas, melhorar a qualidade das suas relações e bem-estar? Um grande abraço!
 Rosemar Prota
Psicólogo
São Paulo
Olá! Sugiro você aderir com urgência a tratamento com uma equipe de saúde mental. O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) é um ótimo lugar para você buscar atendimento. Com o atendimento multiprofissional ofertado pelo SUS através do CAPS você pode voltar a se desenvolver.
Dra. Monica Muka
Psicólogo, Terapeuta complementar
Santos
Todas as opiniões são válidas, busque ajuda psicológica e participe do processo ativamente, sinalizando os pontos aonde as emoções se intensificam. Quando não sabemos lidar com as emoções, tendemos a fugir para evitar a dor... mas eu sei que não adianta porque a dor acompanha e as vezes aumenta por conta das interrupções, fica um ciclo angustiante, né...
Com relação ao benefício, geralmente é necessário o acompanhamento psicológico e psiquiátrico para que os laudos atestem a necessidade. Desejo-lhe boa sorte, muita força - até mesmo para lidar com sua fragilidade de forma pacífica e amorosa... vc merece se dar o carinho e cuidado que talvez não tenha recebido nas suas primeiras relações com aqueles que cuidaram de vc. Neste caso, a psicoterapia ajuda a desenvolver a inteligência emocional para aliar a intelectual e ter recursos necessários para se equilibrar, dentro do seu possível, nas intercorrências da vida...
olá, boa tarde. Você disse que há anos foi diagnosticada, mas está em acompanhamento? O Boderline traz grandes sofrimentos para pessoas e para quem está próximo, além de alguns prejuízos na sua vida pessoal e social, e é imprescindível que esteja sendo acompanhado por psiquiatra em uso regular do tratamento medicamentoso ofertado por ele e em tratamento psicoterápico, o que fará que você tenha condições para se desenvolver e estar se inserindo novamente no mercado de trabalho, o que poderia te ajudar a ter mais autoconfiança, qualidade de vida.
Imagino como deve estar sendo difícil para você, mas não desista!
Lembre-se que até para um benefício é necessário que esteja em acompanhamento com os profissionais. E procure orientação de um advogado sobre seus direitos.
Um abraço, Luana @psiluanamarys
Olá minha querida, compreendo sua angústia e creio que deveria procurar um especialista em Terapia Comportamental Dialética que foi formulada especialmente para TPB. É uma psicoterapia que traz resultados muito bons no equilíbrio do humor, na redução do risco e que pode ajudar vc a ter uma qualidade de vida melhor, que acha ? O TPB caracteriza-se mesmo por esta instabilidade de humor e nas relações afetivas e precisa ter medicação adequada e psicoterapia.
Caso queira conversar me mande mensagem.
Abraço
 Nara Salviato
Psicólogo, Terapeuta complementar
Santo André
Ola, trabalho com uma técnica chamada Barras de Acces que poderá ajuda-la profundamente atinigindo diretamente na causa raiz, você começará ter muito mais consciência das suas sensações, sentimentos e ajudará voce ressiginifcar o que te causa a "dor" emocional. Estou a disposição para uma avaliação
Olá! Imagino que você esteja perdendo a esperança de ficar bem. Alguns transtornos emocionais podem ser graves e causar muito sofrimento mesmo. Mas acredito que talvez você ainda não tenha encontrado o tratamento adequado para você. Procure por atendimento psiquiátrico e psicológico.
 Douglas Pandori
Psicólogo
Guarulhos
Olá!

Agradeço por compartilhar sua história. O transtorno de personalidade borderline realmente pode impactar muito a qualidade de vida, e é completamente compreensível que você tenha enfrentado tantos desafios ao longo do tempo. Sua luta para buscar condições melhores de vida, apesar das dificuldades, mostra sua força.

Sobre sua pergunta, em relação à aposentadoria ou ao benefício de LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social), é possível que haja caminhos para você buscar apoio. Mesmo sem contribuições recentes ao INSS, o LOAS pode ser uma alternativa, pois ele não exige contribuição ao INSS, mas sim comprovação de que a pessoa possui deficiência ou está em situação de vulnerabilidade social. Para obter mais informações específicas sobre isso, seria importante consultar um advogado especializado em direito previdenciário ou um assistente social, que podem orientar você com base na sua situação.

Além disso, considerando o impacto do transtorno em sua vida, buscar acompanhamento terapêutico contínuo pode ajudá-la a lidar melhor com os desafios diários, possibilitando um maior equilíbrio emocional e autonomia.

Se desejar, podemos conversar mais sobre como posso te apoiar em seu processo de tratamento. Estou aqui para ajudar no que for possível.
 Ludmila Nogueira
Psicólogo
Curitiba
Olá, lamento muito pela sua situação. A luta contra o transtorno de personalidade borderline (TPB) pode ser extremamente difícil, especialmente quando se enfrenta dificuldades significativas com o trabalho, a vida pessoal e a saúde mental, como você descreveu. Vou tentar ajudar com algumas informações sobre as opções que você tem em relação à aposentadoria por invalidez ou LOAS, visto que são alternativas que podem ser acessadas dependendo da sua condição.

1. Aposentadoria por Invalidez (INSS)
A aposentadoria por invalidez é uma possibilidade para quem está incapacitado de forma permanente para o trabalho, seja por problemas de saúde física ou mental, como é o caso do transtorno de personalidade borderline, especialmente se ele interfere diretamente nas suas atividades diárias e na capacidade de manter um emprego.

Requisitos:
Contribuição ao INSS: Para solicitar a aposentadoria por invalidez, é necessário ter qualidade de segurado do INSS, ou seja, ter contribuído para a Previdência Social como trabalhador. Se você não tem contribuído há vários anos, pode ser que tenha perdido essa qualidade, a menos que tenha feito alguma contribuição recente.

Se você não contribui mais para o INSS há muitos anos, será necessário verificar se você ainda mantém o status de segurada ou se você tem como regularizar sua situação com contribuições retroativas.
Laudo médico: O INSS exigirá um laudo médico detalhado que comprove que a sua condição de saúde (no caso, o transtorno de personalidade borderline) é incapacitante e não permite que você trabalhe. Esse laudo deve ser feito por um médico especializado, preferencialmente psiquiatra ou psicólogo.

Exame Pericial do INSS: O INSS fará uma perícia médica, que avaliará se sua condição realmente impede o exercício de atividades laborais. Isso é um passo importante para a concessão da aposentadoria por invalidez.

Solução para quem não contribui mais ao INSS:
Se você não contribui para o INSS há vários anos, você pode tentar pagar contribuições em atraso para recuperar a qualidade de segurada. Isso pode ser feito mediante um pagamento retroativo das contribuições, o que pode garantir sua elegibilidade para a aposentadoria por invalidez. O INSS permite esse pagamento de contribuições em atraso, mas ele tem um prazo limite de 5 anos.

Orientação: Para entender melhor como regularizar sua situação, recomendo que procure um advogado especializado em Direito Previdenciário ou vá até um posto de atendimento do INSS para obter mais informações sobre como regularizar sua situação.
2. Benefício de Prestação Continuada (LOAS)
O Benefício de Prestação Continuada (LOAS) é uma assistência social, e não uma aposentadoria, destinada a pessoas com deficiência (mental ou física) ou idosos que não possuem meios de prover sua própria manutenção.

Requisitos para o LOAS:
Deficiência: Para o LOAS, você precisa comprovar que tem uma condição que impede ou dificulta gravemente sua capacidade de trabalhar ou realizar atividades cotidianas. Isso pode ser o caso do transtorno de personalidade borderline, especialmente se ele prejudica a sua capacidade de manter atividades essenciais para sua vida, como trabalhar, sair de casa sozinha ou cuidar de suas necessidades diárias.

Renda familiar: O LOAS é um benefício voltado para pessoas que não possuem recursos financeiros suficientes. A renda per capita da sua família (ou seja, a renda total dividida pelo número de pessoas) não pode ultrapassar um salário mínimo por pessoa. Esse é um critério muito importante para a concessão do LOAS.

Como solicitar o LOAS:
Laudo médico: Assim como para a aposentadoria por invalidez, será necessário apresentar um laudo médico que comprove a gravidade da sua condição de saúde. Esse laudo deve detalhar como o transtorno de personalidade borderline afeta a sua capacidade de se cuidar, trabalhar e realizar atividades cotidianas.

Assistente social: O INSS realizará uma entrevista com assistente social, que avaliará sua condição de vida, renda familiar e necessidades.

Documentação: Além do laudo médico, será necessário apresentar uma série de documentos (como documentos de identificação, comprovantes de residência e de renda, etc.).

Solução para quem não contribui ao INSS:
O LOAS é um benefício assistencial, portanto, não exige contribuições ao INSS. Você pode solicitar o benefício se atender aos requisitos de renda familiar e condição de saúde. Não é necessário ter feito contribuições anteriores, o que pode ser uma vantagem no seu caso, já que você mencionou que não paga INSS há muitos anos.

3. Passos para tomar
Aqui está um resumo das etapas que você pode seguir:

Buscar um laudo médico: Um psiquiatra ou psicólogo pode ajudá-la a obter um laudo médico detalhado que comprove que o transtorno de personalidade borderline limita sua capacidade de realizar atividades diárias e trabalho.

Verificar sua situação no INSS:

Se você tem contribuições em atraso, pode tentar regularizar sua situação.
Se não tem contribuições em atraso, você pode tentar solicitar o LOAS.
Procurar ajuda profissional: Consultar um advogado especializado em Direito Previdenciário pode ser muito útil, especialmente para entender melhor as opções legais e garantir que seus direitos sejam preservados durante o processo.

Considerar apoio psicológico contínuo: Além de buscar benefícios sociais, é fundamental continuar com o acompanhamento psicoterápico, já que o transtorno de personalidade borderline exige tratamento contínuo para melhorar o bem-estar emocional e mental. A terapia pode ser um suporte importante para lidar com a rotina e o impacto emocional que você está vivenciando.

Conclusão
Tanto a aposentadoria por invalidez quanto o LOAS são alternativas que podem ser consideradas, dependendo de sua condição financeira e médica. Se você não contribui mais ao INSS, a opção do LOAS pode ser a mais viável, desde que você comprove que sua condição de saúde a incapacita para o trabalho e que sua renda familiar se enquadra nos critérios estabelecidos.

Entendo que a situação que você está vivendo é muito difícil e emocionalmente desgastante, mas há opções de apoio financeiro e assistência que podem aliviar um pouco o impacto financeiro e emocional enquanto você continua seu tratamento e trabalha para melhorar sua qualidade de vida.

Se precisar de mais detalhes ou quiser discutir qualquer outra questão, estou à disposição para ajudar.
 Bruna Sarraf Alves
Psicólogo
São Paulo
Boa tarde!
Compreendo que no seu quadro já tenha te ocasionado alguns prejuízos na sua rotina e convivência, ocasionando sofrimento em muitos momentos. A terapia seria também um recurso importante de enfrentamento e cuidado para seu suporte emocional e autoconhecimento, na melhora da sua saúde e qualidade de vida.

Sobre o benefício, todos podem solicitar, os requisitos e a avaliação é realizada pelo perito do INSS que vai avaliar seu quadro e documentos que tenha de acompanhamento do seu quadro de saúde.
Dra. Samantha Otero
Psicólogo, Psicanalista
São José
Eu procuraria ajuda psicológica para tratar o transtorno e ressignificar a vida. Você é jovem e pode ter um futuro brilhante sem depender do inss. Sei que é difícil, mas mais difícil é ter uma boa estrutura mental e econômica com um salário mínimo. Transtorno de Personalidade Borderline não tem cura, mas dá para estabilizar ele.

Espero que você melhore por você e pelas crianças.
 Matheus Vieira
Psicólogo
Florianópolis
Boa noite.
Penso que pode ser interessante consultar um advogado previdenciário. Este profissional poderá responder sua dúvida com mais precisão.
Espero ter ajudado.
 Cristiane  Tempski Leite
Psicólogo
Blumenau
Você já faz algum tratamento? Toma medicamentos? Faz psicoterapia? Com relação a aposentadoria, teria que procurar um advogado para se informar melhor. Agora se você deseja ter qualidade de vida, já que parece que ela saiu do seu controle, então, é importante que faça psicoterapia para trabalhar as causas e adquirir melhor controle emocional. Agende um horário comigo, estou te esperando.
 Márcia Daiana Berghahn
Psicólogo
Jundiaí
Olá, sua dúvida cabe mais para um Advogado responder.
Referente ao seu transtorno, não sei se faz acompanhamento médico e Terapêutico, pois seria importante, para melhorar sua qualidade de vida e de seus familiares.
Dr. Danilo Augusto
Psicólogo, Psicanalista
Santo André
O principal a se fazer neste momento é a busca de terapia para que todas as questões possam ser exploradas e possamos identificar as opões.
No seu caso, é importante juntar os laudos fornecidos pelos médicos/terapeutas com quem passou, inclusive os do INSS, e buscar o CREAS de referência da sua região. Lá eles vão te orientar melhor sobre as medidas que podem ser tomadas e a quais políticas públicas você tem direito em decorrência do diagnóstico. É importante também, caso não esteja, que faça acompanhamento com um psicoterapeuta/analista, tendo em vista a situação que está relatando aqui. Fico à disposição, ok?
Olá, como vai?
Sim, você tem o direito de ir ao INSS e solicitar a aposentadoria ou o BPC, para isso você será submetida a uma avaliação para comprovar a incapacidade de realizar as atividades da vida.
Sugiro você procurar tratamento psiquiátrico e psicológico no CAPS, para encontrar formas de lidar com as suas angústias e conseguir aderir ao tratamento.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Oi, obrigado por compartilhar sua história com tanta coragem. Diante do seu diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e do histórico de incapacitação funcional significativa, você pode, sim, buscar aposentadoria por invalidez ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), dependendo da sua situação previdenciária e socioeconômica.
 Luana Gonçalves
Psicólogo, Psicanalista
Santo André
Olá, imagino que seja realmente difícil lidar com tudo isso. Nesse caso, você precisa de assistência jurídica, tanto a aposentadoria como o LOAS dependem de uma avaliação médica realizada pelo INSS, mas é possível. Recomendo que procure um CRAS próximo a você, lá eles poderão orientá-la sobre os próximos passos.
Para aposentadoria pelo INSS realmente é necessário ter contribuído regularmente, então sem contribuições recentes não seria possível. O LOAS (BPC) pode ser uma opção, mas só é concedido se a pessoa tiver deficiência que limite a vida diária e renda familiar muito baixa. No seu caso, seria preciso apresentar laudos médicos detalhados e documentação que mostre o impacto do transtorno na sua vida. Procurar um advogado ou serviço de assistência social pode ajudar a entender se há possibilidade de benefício e como organizar os documentos.
A sua história mostra o quanto o transtorno pode atravessar a vida em todos os níveis — afetivo, profissional e familiar. O borderline não anula a inteligência nem a capacidade, mas torna o campo emocional mais instável e difícil de sustentar. Quanto à aposentadoria, é possível solicitar avaliação pelo INSS, mas o benefício depende do grau de incapacidade funcional atual e do vínculo com contribuições anteriores. O LOAS pode ser solicitado em casos de comprovada vulnerabilidade social. Procure um psiquiatra e um psicólogo para documentar o acompanhamento e orientar o processo. Mais do que um benefício, o essencial é você receber um suporte contínuo que reduza o sofrimento e te permita retomar o sentido de viver.
Olá! É possível requerer o benefício BPC/LOAS para pessoas com transtornos de personalidade, mas o direito depende da comprovação de deficiência de longo prazo que impeça a autonomia e a vida social, além da comprovação de baixa renda familiar (renda per capita de até 1/4 do salário mínimo) realizada através da inscrição no Cadastro ùnico no CRAS da sua cidade. No entanto o BPC não é uma aposentadoria, não dá direito a pensão ou décimo terceiro. Se o seu caso é de alta vulnerabilidade financeira e você se encaixe nas condições do INSS, recomento procurar o serviço de assistência social para acompanhar neste processo. No entanto, Transtornos de personalidade exigem terapia de modo contínuo e uma construção de uma rede de apoio para que você também não sobrecarregue seu esposo com todas as demandas. Experimente também tentar pequenos trabalhos que você possa realizar em casa. Trabalhos com a internet, produção de algo que você saiba fazer. Não olhe para a sua vida como se ela já estivesse no final. Olhe para frente e pense na pesoa que você quer se tornar!
Bom dia!
É importante consultar um advogado para que você possa entender quais são as suas opções quanto à aposentadoria. Apesar disso, é fundamental que você esteja em acompanhamento terapêutico com um psicólogo para conseguir desvendar o que está por trás desse transtorno! O autoconhecimento, aliado às técnicas comportamentais do tratamento do transtorno de personalidade borderline serão fundamentais para a sua melhora!
Dr. Erick Polasse
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Pelo que você descreve, o seu sofrimento não é pontual nem recente. Ele é crônico, recorrente e já causou perdas funcionais importantes, como afastamentos repetidos, perda de emprego, impacto direto na vida familiar e limitações claras de autonomia. Isso é um dado clínico relevante, não um “fracasso pessoal”.

Sobre aposentadoria pelo INSS, sendo honesto: sem contribuições recentes, essa via hoje é muito difícil. A aposentadoria por incapacidade exige vínculo previdenciário ativo ou recente. Não é uma questão de merecimento, é uma regra do sistema.

Já o BPC/LOAS é, sim, uma possibilidade real no seu caso. Transtorno de Personalidade Borderline pode ser reconhecido como deficiência de longo prazo quando há prejuízo significativo de funcionamento, como dificuldade de sair sozinha, trabalhar ou manter rotina. O critério principal será a avaliação biopsicossocial e a renda familiar.

O que eu faria, se estivesse no seu lugar:
primeiro, manter acompanhamento psiquiátrico e psicológico bem documentado, com laudos claros descrevendo limitações funcionais, não só o diagnóstico. Depois, fazer o Cadastro Único (CadÚnico) no CRAS da sua cidade. Com isso feito, dar entrada no pedido do BPC/LOAS. Se houver negativa, é comum — muitos casos só avançam com recurso ou via judicial, com apoio da Defensoria Pública.

Quero te dizer algo importante: buscar um benefício não é desistir da vida, é criar uma base mínima de estabilidade para existir com dignidade enquanto você cuida da sua saúde. Isso não apaga sua inteligência, sua história ou seu valor.

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