Olá , por vezes quando tenho ansiedade antes de exames da universidade as vezes quando me vou deitar
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Olá , por vezes quando tenho ansiedade antes de exames da universidade as vezes quando me vou deitar ou estou sozinho num ambiente sem barulho sinto uma grande sensibilidade ao som e sinto “medo” dos barulhos a meu redor como por exemplo respirar, mexer no telemóvel , ouvir qualquer barulho me deixa com medo , gostaria de saber o nome dessa condição e se existe tratamento .
Cumprimentos .
Cumprimentos .
Não é possível apenas com esse relato definir se você é portador de uma "condição especial", porém fica claro que a condição aqui definida como ansiedade o torna muito mais sensível. Considero que compreender melhor os gatilhos que produzem ansiedade em você é o caminho a ser seguido.
Abs
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Veja só, como o colega falou anteriormente não temos como te diagnosticar apenas por esse relato o que dá para fazer é identificar um sintoma que você descreve, que me parece ser uma ansiedade do tipo persecutória é o sentimento presente na crise paranóica. Mas repito, não dá para fechar diagnóstico, apenas identificar um sintoma, caso você precise de algo mais definido, eu recomendo uma série de entrevistas preliminares com psicanalista ou psicólogo para esclarecer melhor a condição que possa estar englobando sua ansiedade.
Espero ter ajudado com o pouco que pude. Um grande abraço!
Espero ter ajudado com o pouco que pude. Um grande abraço!
Boa noite. O não há como afirmar que o seu relato é compatível com qualquer patologia ou condição específica. É importante buscar ajuda para que o profissional possa realizar a investigação necessária para poder te ajudar. Acredito que um psicólogo pode te ajudar a entender por que e quais são as situações que estão fazendo com que esses comportamentos e o sentimento de ansiedade apareçam, com isso é possível criar estratégias para lidar com esses momentos. Se tiver dúvidas, me coloco à disposição.
Procure um psicólogo para avaliar melhor seu quadro clínico. Sugiro da abordagem cognitivo comportamental
Olá! Primeiro, diria que sinto muito por você! Independente de diagnóstico, existe um sofrimento que merece ser acolhido. A vida está cada vez mais agitada e experimentar o silêncio, a calmaria, pode ser apavorante. Acredito que uma boa profissional pode sim te ajudar a se entender melhor e juntos vão avaliar formas de lidar com esse sofrimento.
Se está te incomodando, precisa ser trabalhado. Os colegas acima pontuaram bem. Mas o fato é, quanto mais nos conhecemos mais conseguimos encontrar recursos internos para mudar ou resolver nossas angústias....na psicoterapia você terá um ambiente favorável para esse autoconhecimento. Você não precisa viver assim não,você pode aprender a lidar com tudo isso . Boa sorte!!!
Olá,
Penso que esse medo, é resposta comportamental de algo internalizado que vc talvez não tenha consciência. Contudo, são poucas informações sobre para que te passe informações efetivas. Procure um psicólogo caso esses episódios sejam recorrentes.
Abraço!
Penso que esse medo, é resposta comportamental de algo internalizado que vc talvez não tenha consciência. Contudo, são poucas informações sobre para que te passe informações efetivas. Procure um psicólogo caso esses episódios sejam recorrentes.
Abraço!
Olá, Penso que esse medo, é resposta comportamental de algo internalizado que vc talvez não tenha consciência.
Sugiro você procurar terapia cognitiva comportamental.
Sugiro você procurar terapia cognitiva comportamental.
Olá
É preciso identificar sobre esses sinais iniciais que despertam em você crises de ansiedade.
Busque ajuda psicológica !! O psicólogo irá te ajudar esse processo de autoconhecimento.
É preciso identificar sobre esses sinais iniciais que despertam em você crises de ansiedade.
Busque ajuda psicológica !! O psicólogo irá te ajudar esse processo de autoconhecimento.
Um equacionamento responsável dessas variáveis do sofrer psíquico só seria possível no transcurso de um processo terapêutico ne inspiração freudo-lacaniana. Tem a ver com uma "falta" inerente à condição do Homem, como o animal da fala e da Linguagem.
Esse medo aparece por interpretação de ameaça. Os barulhos são ameaçadores? ou o que vc interpreta dos barulhos que são? É interessante um trabalho de autoconhecimento para que possa entender essas associações com os barulhos e aprofundar no tema Medos, para que vc possa viver de forma leve.
Ola, primeiramente gostaria de ressaltar que você é muito mais do que qualquer diagnóstico, e que quando algo nos incomoda precisa ser olhado. Seria interessante buscar uma psicóloga/o para te ajudar nesse processo. Esse sofrimento pode ser trabalhado. Estou a disposição!
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Olá! Tratamento existe sim. É necessário que procure um psicólogo para que juntos possam verificar de perto suas angústias e com tratá-las. Abraços
O medo geralmente anda de mãos dadas com a Ansiedade mesmo!
Uma perspectiva muito interessante para você tentar analisar é a seguinte:
1) o que você está sentindo? Tente ser descritivo em relação ao seu medo;
2) como este medo ou este sentimento está te afetando? Como ele está se organizando no seu corpo?
3) Qual o sentido deste sentimento, desta maneira de afetar-se em sua vida?
São perguntas difíceis de se responder. No entanto, olhando por esta perspectiva, você sai do caminho das causas x efeito, e começa a olhar o que está acontecendo a partir de você!
E aí, então, você poderá fazer alguma coisa a respeito!
Estou à disposição para qualquer esclarecimento!
Uma perspectiva muito interessante para você tentar analisar é a seguinte:
1) o que você está sentindo? Tente ser descritivo em relação ao seu medo;
2) como este medo ou este sentimento está te afetando? Como ele está se organizando no seu corpo?
3) Qual o sentido deste sentimento, desta maneira de afetar-se em sua vida?
São perguntas difíceis de se responder. No entanto, olhando por esta perspectiva, você sai do caminho das causas x efeito, e começa a olhar o que está acontecendo a partir de você!
E aí, então, você poderá fazer alguma coisa a respeito!
Estou à disposição para qualquer esclarecimento!
Olá, esse medo está atrelado a algum fator, indico a você nesse primeiro momento a procurar ajuda com um psicoterapeuta, para que você tenha um autoconhecimento, trabalhando e entendendo como que esse fator possa ter sido desenvolvido. Espero ter te ajudado. Abraços.
As pontuações feitas por todos os colegas, foram felizes.
Você deve sim ter um bom nível de ANSIEDADE, mas precisa se psoicionar melhor.
Precisa trabalhar este incômodo o quanto antes.
Procure ajuda, disso você não pode e nem deve ter medo.
É imprescindível.
Nominar, não vai resolver. Resolve sim, ter um acolhimento profissional, se identifocar com ele e buscar ficar confortável com você mesmo!
Ao dispor.
Você deve sim ter um bom nível de ANSIEDADE, mas precisa se psoicionar melhor.
Precisa trabalhar este incômodo o quanto antes.
Procure ajuda, disso você não pode e nem deve ter medo.
É imprescindível.
Nominar, não vai resolver. Resolve sim, ter um acolhimento profissional, se identifocar com ele e buscar ficar confortável com você mesmo!
Ao dispor.
Olá! A ansiedade e o medo são duas emoções distintas mas estão frequentemente relacionadas. Para entender melhor quais são as situações que estão desencadeando essas emoções, recomendo que procure um Psicólogo. Em terapia você poderá para trabalhar essas questões, desenvolver mecanismos de enfrentamento e aliviar o seu sofrimento. Dar nome ao que você está sentindo é menos importante do que fazer o tratamento adequado. Por isso, não prolongue o incômodo, busque ajuda especializada. A ansiedade tem tratamento e você pode ter uma vida mais leve. Cuide-se bem!
Sim
Existe possibilidade de falar desses medos . Trabalho com a fala e obtenho bons resultados.
Existe possibilidade de falar desses medos . Trabalho com a fala e obtenho bons resultados.
Seria muito importante você falar de todos esses medos em uma psicoterapia. Vejo aqui bem rapidamente uma situação de o medo de ter medo, ou seja, você no dia seguinte terá provas a se submeter, e antes disswo, o silêncio da noite já te traz um sentimento dessa amplitude. Existe uma teoria de que quando não somos autorizados a ter medo, de ter a coragem de ter que atravessar o medo...seria uma possibilidade...mas aqui como te falo, está muitos aquém de ser sim ou não...então em um setting terapêutico onde você, vai ter a condição de falar sobre seus significados, pode te dar a grande possibilidade de sair desse sofrimento pelo qual você está passando. Estou a disposição.
Tem uma condição que se chama fonofobia (medo de determinados sons) está sim relacionada a ansiedade. Pode ser que sua ansiedade diante das provas acabe por desencadear a fonofobia. Uma fonoaudióloga pode ajudar no diagnóstico, mas a psicoterapia é um tratamento de escolha. Abraços.
A forma como descreve o que sentes me parece bastante importante e bastante relacionada ao teu estado mental. Já fizestes psicoterapia anteriormente? No caso de teres interesse em sanar tuas dúvidas a esse respeito, me coloco à tua disposição!
O medo pode causar ansiedade por associações de eventos que a mente se identifica. O autoconhecimento pode te ajudar muito a compreender e se libertar desse sofrimento.
Olá, em geral quadros de ansiedade tendem a deixar a pessoa mais sensível à alguns sons, situações, dentre outras possibilidades. Não é possível pensar um diagnóstico com sua fala, uma orientação que me ocorre é que você busque por ajuda profissional, onde você possa ser melhor escutado, pois segundo seu relato isso lhe causa sofrimento. Atualmente, exitem atendimentos psicológicos on-line e você pode receber ser atendido da sua casa ou de qualquer outro local que jugar viável. Qualquer dúvida fico a disposição. Cuide-se!
Atenciosamente, Lucimar Silva
Atenciosamente, Lucimar Silva
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Olá! É preciso uma avaliação para compreender melhor seu caso. A terapia é uma excelente ferramenta para te ajudar a compreender de maneira mais profunda o que desencadeia sua ansiedade e superar todos esses medos. Procure ajuda de um Psicólogo para trabalhar essas questões. Fica posto meu convite. Abraço!
Olá! Só com esse relato não é possível nomear algo. Sugiro procurar um/a psicólogo/a ou psiquiatra. Um abraço
Ao que tudo indica, seria sintomas relacionados a ansiedade, porém seria prematuro nomear uma patologia considerando a superficialidade das informações que podemos ter na internet. Busque avaliação com o Psicólogo. Em tempo: procurar ajuda psicológica precocemente gera benefícios mais efetivos a sua saúde mental. Conte comigo!
Olá. Complicado um diagnóstico com esse pequeno relato.
Buscar um espaço de fala com um profissional qualificado poderá lhe ajudar a nomear esses medos. Certamente será um caminho de grande aprendizado! Avante!
Buscar um espaço de fala com um profissional qualificado poderá lhe ajudar a nomear esses medos. Certamente será um caminho de grande aprendizado! Avante!
Para termos uma noção melhor do que se trata, é importante que você busque ajuda com um profissional, para que o tratamento seja efetivo. Você não precisa enfrentar suas questões sozinho, busque ajuda.
Olá! Imagino o quanto deve ser difícil para você conviver com essa condição. Conforme já pontuado por outros colegas, infelizmente não é possível fornecer um diagnóstico com base apenas no seu relato. O sintoma que você informa pode estar relacionado a diversos fatores. Sugiro que busque ajuda médica para avaliar se a sensibilidade se trata, também, de algo fisiológico. Porém, é muito provável que esteja relacionada a questões de cunho psicológico. Pode se tratar de um quadro de ansiedade referente a alguma situação traumática que você tenha vivenciado ao longo de sua trajetória de desenvolvimento. Mas é fundamental que procure um profissional de psicologia para compreender melhor e iniciar um processo de tratamento adequado. Fico à disposição!
Olá, tudo bem?
A sensação de medo diante de diversas situações pode ser um sintoma de um estado ansioso, porém, é importante levar em consideração os estímulos e gatilhos que fazem surgir essa condição. Pelo seu relato, se percebe que esses sintomas aparecem sempre antes de alguma avaliação, então, podem sim, estar associados a essa condição, e representa uma ansiedade, tensão e pressão diante dessa situação.
Recomendo fortemente que busque auxílio profissional na área da saúde mental, com psicólogos, pois eles poderão te ajudar na investigação e compreensão dos seus sintomas, traçando, também, uma melhor intervenção terapêutica para o seu caso.
Procure ajuda.
Espero ter ajudado,
Estou à disposição.
Abraço.
A sensação de medo diante de diversas situações pode ser um sintoma de um estado ansioso, porém, é importante levar em consideração os estímulos e gatilhos que fazem surgir essa condição. Pelo seu relato, se percebe que esses sintomas aparecem sempre antes de alguma avaliação, então, podem sim, estar associados a essa condição, e representa uma ansiedade, tensão e pressão diante dessa situação.
Recomendo fortemente que busque auxílio profissional na área da saúde mental, com psicólogos, pois eles poderão te ajudar na investigação e compreensão dos seus sintomas, traçando, também, uma melhor intervenção terapêutica para o seu caso.
Procure ajuda.
Espero ter ajudado,
Estou à disposição.
Abraço.
Oi, como voce vai?
Sinto muito pelo que voce está sentido, mas que bom que voce está buscando ajuda hein? isso ja demonstra uma preocupação ctg mesmo.
Esses sintoms parecem ser sintomas sérios de ansiedade.
A psicoterapia é um dos métodos eficazes para lhe acompanhar no processo de autoconhecimento e lidar com ansiedade. É recomendável que você escolha um profissional que lhe transmita segurança e confiança para que você sinta os benefícios da terapia no seu dia a dia. Caso contrário, é importante que você busque outro profissional até que se sinta a vontade. Um abraço
Sinto muito pelo que voce está sentido, mas que bom que voce está buscando ajuda hein? isso ja demonstra uma preocupação ctg mesmo.
Esses sintoms parecem ser sintomas sérios de ansiedade.
A psicoterapia é um dos métodos eficazes para lhe acompanhar no processo de autoconhecimento e lidar com ansiedade. É recomendável que você escolha um profissional que lhe transmita segurança e confiança para que você sinta os benefícios da terapia no seu dia a dia. Caso contrário, é importante que você busque outro profissional até que se sinta a vontade. Um abraço
Olá. Para ter um diagnóstico é preciso ter uma consulta com psiquiatra, pois é preciso uma avaliação mais completa para poder chegar a uma conclusão. Sendo uma questão emocional, o tratamento pode envolver medicação e/ou psicoterapia. Abraço
Recomendo a psicoterapia, pois nela será possível identificar o que está gerando os incômodos. Exames podem gerar nervosismo, ansiedade e outros sintomas, que são sentimentos normais, porém quando começam a atrapalhar a sua vida, é interessante que busque ajuda psicológica.
O que você está descrevendo parece ser uma forma de hipersensibilidade sensorial associada à ansiedade, onde certos sons, como respiração ou barulhos ao redor, podem se tornar extremamente intensos e até gerar um sentimento de medo. Esse fenômeno é comum em momentos de estresse elevado, como antes de exames, quando o sistema nervoso fica mais "alerta". A sensação de desconforto pode ser amplificada pela quietude e pela solidão, tornando os sons aparentemente inofensivos mais perturbadores.
A psicoterapia pode ser muito útil para lidar com esses sintomas. Através da terapia, você pode aprender a compreender melhor a relação entre seus pensamentos, emoções e reações físicas, além de desenvolver técnicas para reduzir a sensibilidade ao estresse. A terapia pode ajudar a encontrar maneiras de acalmar a mente, melhorar a percepção dos estímulos e trabalhar as ansiedades de forma saudável, sem que elas interfiram tanto nas atividades cotidianas. Em alguns casos, a combinação de psicoterapia com técnicas de relaxamento e, se necessário, medicação, pode trazer alívio significativo.
Olá! O que você está descrevendo parece ser uma reação bastante comum de hipersensibilidade sensorial associada à ansiedade. Essa condição, em que você se sente extremamente sensível a sons e outros estímulos, pode estar ligada a uma hiperatividade do sistema nervoso que ocorre em momentos de estresse ou ansiedade.
O que pode estar acontecendo?
Hipersensibilidade Sensorial: Em estados de ansiedade ou estresse intenso, o corpo pode entrar em um estado de alerta elevado. Isso faz com que você se torne mais sensível a estímulos ao seu redor, como sons, luzes ou movimentos. Pode ocorrer com qualquer tipo de estímulo sensorial, mas no seu caso está mais relacionado com sons, o que pode gerar desconforto, irritação ou até medo de ouvir esses barulhos.
Ansiedade e Sensibilidade ao Som: Quando estamos ansiosos, o nosso corpo passa a sobrecarregar o sistema nervoso, o que pode resultar em uma maior percepção de sons que normalmente seriam ignorados. A sensação de medo ou desconforto com esses barulhos pode estar ligada ao fato de o cérebro estar em um estado constante de alerta, em que qualquer som parece mais ameaçador ou incômodo.
Som e Percepção: Além disso, quando estamos em ambientes mais silenciosos (como à noite ou em momentos de descanso), a falta de outros estímulos pode fazer com que os sons ao redor se tornem mais evidentes, o que aumenta a sensação de desconforto. A percepção exagerada dos barulhos também pode estar ligada ao medo ou à tensão emocional.
Existe um nome para isso?
Embora não haja um nome específico e único para essa condição, a hipersensibilidade sensorial associada à ansiedade pode ser vista como uma manifestação de um transtorno de ansiedade generalizada ou até de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), dependendo do contexto. Em alguns casos, pode se associar também a transtornos obsessivo-compulsivos (TOC) ou transtornos de estresse.
Como tratar isso?
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC é uma das abordagens mais eficazes para tratar ansiedade e suas manifestações físicas, como a hipersensibilidade sensorial. Um psicólogo pode ajudar a identificar os gatilhos que aumentam a sua sensibilidade ao som e ensaiar estratégias de enfrentamento para lidar melhor com esses momentos de desconforto.
Mindfulness e Técnicas de Relaxamento: Técnicas de relaxamento, como meditação mindfulness, respiração profunda e relaxamento muscular progressivo, podem ser muito eficazes para reduzir a hiperatividade do sistema nervoso e ajudar a diminuir a sensibilidade ao som. Essas práticas ajudam a promover uma maior regulação emocional e acalmam o corpo em momentos de estresse.
Tratamento medicamentoso: Em alguns casos, um psiquiatra pode prescrever medicação ansiolítica ou antidepressiva (como os ISRS, inibidores seletivos da recaptação de serotonina) para tratar a ansiedade crônica. Esses medicamentos podem ajudar a controlar a hiperatividade do sistema nervoso e reduzir os episódios de hipersensibilidade.
Desensibilização Gradual: A técnica de exposição gradual também pode ser útil, onde você se expõe de forma controlada a ambientes mais silenciosos e vai treinando o cérebro para não reagir de forma exagerada aos sons. Isso pode ser feito com o auxílio de um psicoterapeuta especializado.
Evitar Estímulos Externos: Embora o tratamento seja importante, você também pode tomar algumas atitudes práticas para melhorar sua qualidade de vida, como usar fones de ouvido com cancelamento de ruído ou música relaxante para diminuir a intensidade dos sons ao seu redor quando se sentir mais sensível.
Conclusão
A hipersensibilidade ao som que você está experimentando é um sintoma comum de ansiedade e pode ser tratada com sucesso. A combinação de psicoterapia (TCC), relaxamento, e, se necessário, medicação, pode ser muito eficaz para diminuir a intensidade desses episódios e ajudá-lo a lidar melhor com esses momentos. Não é algo permanente, e com o tratamento certo, você pode melhorar a sua qualidade de vida.
Se sentir que os sintomas são muito intensos ou que estão afetando muito a sua vida, buscar um psicólogo ou um psiquiatra pode ser um ótimo passo para começar a tratar esses sintomas de forma adequada.
Se precisar de mais esclarecimentos ou orientações, estou à disposição!
O que pode estar acontecendo?
Hipersensibilidade Sensorial: Em estados de ansiedade ou estresse intenso, o corpo pode entrar em um estado de alerta elevado. Isso faz com que você se torne mais sensível a estímulos ao seu redor, como sons, luzes ou movimentos. Pode ocorrer com qualquer tipo de estímulo sensorial, mas no seu caso está mais relacionado com sons, o que pode gerar desconforto, irritação ou até medo de ouvir esses barulhos.
Ansiedade e Sensibilidade ao Som: Quando estamos ansiosos, o nosso corpo passa a sobrecarregar o sistema nervoso, o que pode resultar em uma maior percepção de sons que normalmente seriam ignorados. A sensação de medo ou desconforto com esses barulhos pode estar ligada ao fato de o cérebro estar em um estado constante de alerta, em que qualquer som parece mais ameaçador ou incômodo.
Som e Percepção: Além disso, quando estamos em ambientes mais silenciosos (como à noite ou em momentos de descanso), a falta de outros estímulos pode fazer com que os sons ao redor se tornem mais evidentes, o que aumenta a sensação de desconforto. A percepção exagerada dos barulhos também pode estar ligada ao medo ou à tensão emocional.
Existe um nome para isso?
Embora não haja um nome específico e único para essa condição, a hipersensibilidade sensorial associada à ansiedade pode ser vista como uma manifestação de um transtorno de ansiedade generalizada ou até de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), dependendo do contexto. Em alguns casos, pode se associar também a transtornos obsessivo-compulsivos (TOC) ou transtornos de estresse.
Como tratar isso?
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC é uma das abordagens mais eficazes para tratar ansiedade e suas manifestações físicas, como a hipersensibilidade sensorial. Um psicólogo pode ajudar a identificar os gatilhos que aumentam a sua sensibilidade ao som e ensaiar estratégias de enfrentamento para lidar melhor com esses momentos de desconforto.
Mindfulness e Técnicas de Relaxamento: Técnicas de relaxamento, como meditação mindfulness, respiração profunda e relaxamento muscular progressivo, podem ser muito eficazes para reduzir a hiperatividade do sistema nervoso e ajudar a diminuir a sensibilidade ao som. Essas práticas ajudam a promover uma maior regulação emocional e acalmam o corpo em momentos de estresse.
Tratamento medicamentoso: Em alguns casos, um psiquiatra pode prescrever medicação ansiolítica ou antidepressiva (como os ISRS, inibidores seletivos da recaptação de serotonina) para tratar a ansiedade crônica. Esses medicamentos podem ajudar a controlar a hiperatividade do sistema nervoso e reduzir os episódios de hipersensibilidade.
Desensibilização Gradual: A técnica de exposição gradual também pode ser útil, onde você se expõe de forma controlada a ambientes mais silenciosos e vai treinando o cérebro para não reagir de forma exagerada aos sons. Isso pode ser feito com o auxílio de um psicoterapeuta especializado.
Evitar Estímulos Externos: Embora o tratamento seja importante, você também pode tomar algumas atitudes práticas para melhorar sua qualidade de vida, como usar fones de ouvido com cancelamento de ruído ou música relaxante para diminuir a intensidade dos sons ao seu redor quando se sentir mais sensível.
Conclusão
A hipersensibilidade ao som que você está experimentando é um sintoma comum de ansiedade e pode ser tratada com sucesso. A combinação de psicoterapia (TCC), relaxamento, e, se necessário, medicação, pode ser muito eficaz para diminuir a intensidade desses episódios e ajudá-lo a lidar melhor com esses momentos. Não é algo permanente, e com o tratamento certo, você pode melhorar a sua qualidade de vida.
Se sentir que os sintomas são muito intensos ou que estão afetando muito a sua vida, buscar um psicólogo ou um psiquiatra pode ser um ótimo passo para começar a tratar esses sintomas de forma adequada.
Se precisar de mais esclarecimentos ou orientações, estou à disposição!
Olá! O que você descreve pode ser visto como uma hipersensibilidade sensorial associada à ansiedade, em que o silêncio ou a solidão intensificam a percepção dos sons e criam uma sensação de medo. Na perspectiva lacaniana, isso pode estar relacionado a um impasse subjetivo, em que o 'barulho' externo serve como um reflexo do que está acontecendo internamente. A terapia pode ajudar a entender o que esses medos e essa sensibilidade representam no seu inconsciente, permitindo que você ressignifique essa relação com os sons e com a ansiedade. O tratamento não visa eliminar os sintomas, mas compreendê-los para um melhor manejo emocional
Olá, como tem passado?
O que você descreve, uma grande sensibilidade ao som e o sentimento de medo relacionado a barulhos simples, especialmente em momentos de ansiedade ou silêncio, pode estar associado a um estado de hipervigilância. Na Psicanálise, isso é entendido como uma resposta psíquica a estados de tensão ou angústia, em que a mente e o corpo entram em alerta excessivo, interpretando estímulos comuns como ameaças. Esse mecanismo pode ser mais intenso em momentos de estresse, como antes de exames ou em situações de maior isolamento.
Essa condição pode estar relacionada a quadros de ansiedade generalizada, transtorno de pânico ou mesmo a uma forma de sensibilidade sensorial exacerbada desencadeada por fatores emocionais.
Em uma terapia será possível de falar mais sobre como esses medos começaram e a o que estão associados, o que te fazem lembrar, sejam memórias ou pessoas. Seria interessante e recomendado procurar uma terapia com um psicólogo o psicanalista para solucionar esse sofrimento por meio de um tratamento psicológico.
Espero ter ajudado e fico à disposição.
O que você descreve, uma grande sensibilidade ao som e o sentimento de medo relacionado a barulhos simples, especialmente em momentos de ansiedade ou silêncio, pode estar associado a um estado de hipervigilância. Na Psicanálise, isso é entendido como uma resposta psíquica a estados de tensão ou angústia, em que a mente e o corpo entram em alerta excessivo, interpretando estímulos comuns como ameaças. Esse mecanismo pode ser mais intenso em momentos de estresse, como antes de exames ou em situações de maior isolamento.
Essa condição pode estar relacionada a quadros de ansiedade generalizada, transtorno de pânico ou mesmo a uma forma de sensibilidade sensorial exacerbada desencadeada por fatores emocionais.
Em uma terapia será possível de falar mais sobre como esses medos começaram e a o que estão associados, o que te fazem lembrar, sejam memórias ou pessoas. Seria interessante e recomendado procurar uma terapia com um psicólogo o psicanalista para solucionar esse sofrimento por meio de um tratamento psicológico.
Espero ter ajudado e fico à disposição.
Compreendo o seu desconforto e a sensibilidade aumentada aos sons que você experimenta em momentos de ansiedade. Essa condição pode ser chamada de hipersensibilidade auditiva.
Hipersensibilidade Auditiva e Ansiedade
A hipersensibilidade auditiva é caracterizada pela baixa tolerância a sons comuns do dia a dia, que geralmente são suportáveis para a maioria das pessoas. Essa sensibilidade extrema pode atrapalhar a capacidade de concentração, causar dor de cabeça, zumbido, insônia, irritação e até levar ao isolamento social.
Existem diferentes tipos de sensibilidade auditiva, incluindo a hiperacusia, que é a baixa tolerância a sons de alta intensidade. No entanto, a sensibilidade que você descreve parece estar mais relacionada à percepção de sons cotidianos em momentos de ansiedade.
A ansiedade pode afetar o sistema perceptivo, incluindo a audição, o que pode levar a uma maior sensibilidade aos sons. Em estados de ansiedade, o corpo fica em constante estado de alerta, o que pode aguçar a sensibilidade para detectar sons que possam parecer uma ameaça.
Tratamento
A psicoterapia é o tratamento mais indicado para tratar a hipersensibilidade auditiva relacionada à ansiedade. A terapia pode ajudar a identificar e analisar as causas psicoemocionais da ansiedade, além de auxiliar a focar nas causas e não na consequência (sensibilidade auditiva).
A psicanálise pode ajudar a gerenciar a ansiedade e a resposta emocional à hiperacusia, explorando as raízes inconscientes dos seus medos e angústias, oferecendo um espaço seguro para a expressão e elaboração de suas emoções.
Em alguns casos, medicamentos ansiolíticos podem ser prescritos para reduzir a ansiedade, mas eles não curam a hipersensibilidade auditiva.
A terapia de reabilitação auditiva envolve uma exposição gradual a sons para diminuir a sensibilidade auditiva.
É indispensável buscar o auxílio de profissionais qualificados, como fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas, para obter um diagnóstico apropriado e decidirem em conjunto qual o caminho a seguir.
Considerando que seus sintomas ocorrem em momentos de ansiedade, a psicanálise pode ser uma abordagem terapêutica eficaz. A psicanálise pode ajudar a explorar as causas inconscientes da sua ansiedade e a desenvolver mecanismos de enfrentamento mais saudáveis para lidar com a sensibilidade aos sons.
Disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar a investigação das causas da sua ansiedade e delinear um plano de tratamento individualizado.
Hipersensibilidade Auditiva e Ansiedade
A hipersensibilidade auditiva é caracterizada pela baixa tolerância a sons comuns do dia a dia, que geralmente são suportáveis para a maioria das pessoas. Essa sensibilidade extrema pode atrapalhar a capacidade de concentração, causar dor de cabeça, zumbido, insônia, irritação e até levar ao isolamento social.
Existem diferentes tipos de sensibilidade auditiva, incluindo a hiperacusia, que é a baixa tolerância a sons de alta intensidade. No entanto, a sensibilidade que você descreve parece estar mais relacionada à percepção de sons cotidianos em momentos de ansiedade.
A ansiedade pode afetar o sistema perceptivo, incluindo a audição, o que pode levar a uma maior sensibilidade aos sons. Em estados de ansiedade, o corpo fica em constante estado de alerta, o que pode aguçar a sensibilidade para detectar sons que possam parecer uma ameaça.
Tratamento
A psicoterapia é o tratamento mais indicado para tratar a hipersensibilidade auditiva relacionada à ansiedade. A terapia pode ajudar a identificar e analisar as causas psicoemocionais da ansiedade, além de auxiliar a focar nas causas e não na consequência (sensibilidade auditiva).
A psicanálise pode ajudar a gerenciar a ansiedade e a resposta emocional à hiperacusia, explorando as raízes inconscientes dos seus medos e angústias, oferecendo um espaço seguro para a expressão e elaboração de suas emoções.
Em alguns casos, medicamentos ansiolíticos podem ser prescritos para reduzir a ansiedade, mas eles não curam a hipersensibilidade auditiva.
A terapia de reabilitação auditiva envolve uma exposição gradual a sons para diminuir a sensibilidade auditiva.
É indispensável buscar o auxílio de profissionais qualificados, como fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas, para obter um diagnóstico apropriado e decidirem em conjunto qual o caminho a seguir.
Considerando que seus sintomas ocorrem em momentos de ansiedade, a psicanálise pode ser uma abordagem terapêutica eficaz. A psicanálise pode ajudar a explorar as causas inconscientes da sua ansiedade e a desenvolver mecanismos de enfrentamento mais saudáveis para lidar com a sensibilidade aos sons.
Disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar a investigação das causas da sua ansiedade e delinear um plano de tratamento individualizado.
O que você está vivendo pode estar relacionado à hipervigilância, uma resposta comum do corpo e da mente em estados de ansiedade. É como se o seu sistema de alerta estivesse “ligado demais”, tornando você mais sensível aos estímulos do ambiente, até mesmo aos mais sutis, como barulhos pequenos ou movimentos simples.
Essa resposta vem do cérebro tentando identificar possíveis “ameaças”, mesmo quando não há perigo real. É algo que pode acontecer em momentos de estresse elevado, sobrecarga mental ou ansiedade antecipatória (como antes de provas ou decisões importantes).
A boa notícia é que existe tratamento!! A terapia (especialmente abordagens como a ACT e a TCC) pode ajudar muito a regular essa resposta, desenvolver consciência sobre os gatilhos e ensinar seu corpo e mente a voltar a um estado de segurança e equilíbrio.
Você não está sozinho nisso — e é totalmente possível aprender a lidar com esses sintomas com mais leveza e clareza.
Essa resposta vem do cérebro tentando identificar possíveis “ameaças”, mesmo quando não há perigo real. É algo que pode acontecer em momentos de estresse elevado, sobrecarga mental ou ansiedade antecipatória (como antes de provas ou decisões importantes).
A boa notícia é que existe tratamento!! A terapia (especialmente abordagens como a ACT e a TCC) pode ajudar muito a regular essa resposta, desenvolver consciência sobre os gatilhos e ensinar seu corpo e mente a voltar a um estado de segurança e equilíbrio.
Você não está sozinho nisso — e é totalmente possível aprender a lidar com esses sintomas com mais leveza e clareza.
O que você descreve parece estar relacionado à ansiedade e à hipervigilância, situações em que o corpo e a mente ficam mais atentos a estímulos do ambiente, como sons, aumentando a sensação de medo ou desconforto. Esse tipo de reação é comum em momentos de estresse ou expectativa, como antes de exames. Com estratégias da análise do comportamento, é possível reduzir a sensibilidade, controlar a ansiedade e recuperar o bem-estar no dia a dia.
Posso ajudá-lo(a) a entender essas reações e desenvolver maneiras práticas de lidar com elas. Entre em contato e agende um horário.
Posso ajudá-lo(a) a entender essas reações e desenvolver maneiras práticas de lidar com elas. Entre em contato e agende um horário.
O que você descreve — essa hipersensibilidade aos sons e medo deles durante períodos de ansiedade — pode estar relacionado à hipervigilância, um estado em que o sistema nervoso fica em alerta máximo, típico de crises de ansiedade ou estresse intenso.
Nesses momentos, o corpo reage como se estivesse em perigo, e até sons neutros (como a própria respiração ou o barulho do ambiente) passam a ser percebidos como ameaçadores. Essa resposta pode gerar medo, tensão e dificuldade para relaxar, especialmente em períodos de pressão, como antes de exames.
O tratamento é possível e costuma ter excelentes resultados com psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda a reduzir o estado de alerta, controlar o medo e normalizar a percepção sensorial.
Em casos mais intensos, o apoio de um psiquiatra pode ser útil para estabilizar o sistema nervoso até que o corpo reaprenda a relaxar.
Com acompanhamento adequado, essa sensibilidade e o medo dos sons tendem a desaparecer completamente.
Nesses momentos, o corpo reage como se estivesse em perigo, e até sons neutros (como a própria respiração ou o barulho do ambiente) passam a ser percebidos como ameaçadores. Essa resposta pode gerar medo, tensão e dificuldade para relaxar, especialmente em períodos de pressão, como antes de exames.
O tratamento é possível e costuma ter excelentes resultados com psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda a reduzir o estado de alerta, controlar o medo e normalizar a percepção sensorial.
Em casos mais intensos, o apoio de um psiquiatra pode ser útil para estabilizar o sistema nervoso até que o corpo reaprenda a relaxar.
Com acompanhamento adequado, essa sensibilidade e o medo dos sons tendem a desaparecer completamente.
Olá! O que você descreve pode acontecer em momentos de ansiedade elevada, especialmente quando o corpo e o cérebro estão em estado de alerta. Essa sensibilidade exagerada aos sons, acompanhada de medo ou desconforto, é chamada de hiperacusia emocional ou hipersensibilidade sensorial associada à ansiedade.
Ela não significa que há algo errado com a audição em si, mas sim que o sistema nervoso está mais sensível, percebendo estímulos comuns como ameaçadores. Isso costuma acontecer em períodos de estresse, cobrança acadêmica, preocupação com desempenho e noites de maior tensão.
A boa notícia é que existe tratamento. A psicoterapia, especialmente com abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental, ajuda a reduzir esse estado de hiper-vigilância, reorganizar a resposta ao estresse e diminuir o medo associado aos sons. Técnicas de regulação emocional, respiração e manejo da ansiedade também são muito eficazes.
Com acompanhamento adequado, esses episódios tendem a diminuir e se tornarem muito mais controláveis.
Ela não significa que há algo errado com a audição em si, mas sim que o sistema nervoso está mais sensível, percebendo estímulos comuns como ameaçadores. Isso costuma acontecer em períodos de estresse, cobrança acadêmica, preocupação com desempenho e noites de maior tensão.
A boa notícia é que existe tratamento. A psicoterapia, especialmente com abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental, ajuda a reduzir esse estado de hiper-vigilância, reorganizar a resposta ao estresse e diminuir o medo associado aos sons. Técnicas de regulação emocional, respiração e manejo da ansiedade também são muito eficazes.
Com acompanhamento adequado, esses episódios tendem a diminuir e se tornarem muito mais controláveis.
Isso é compatível com hipervigilância sensorial associada à ansiedade, podendo incluir hipersensibilidade auditiva e ansiedade antecipatória. Em momentos de estresse (como antes de exames), o sistema nervoso fica em alerta e sons comuns passam a ser percebidos como ameaçadores, gerando medo. Existe tratamento, principalmente com psicoterapia, que ajuda a reduzir a hipervigilância e a reatividade aos estímulos. Técnicas de regulação da ansiedade costumam diminuir bastante esses sintomas.
Olá, tudo bem?
O que você descreve costuma aparecer em contextos de ansiedade elevada, especialmente quando há antecipação de avaliação, como exames, e momentos de silêncio em que a mente fica mais voltada para o próprio corpo e para o ambiente. Nesses estados, o sistema nervoso entra em modo de alerta máximo, como se estivesse “procurando perigo”, e sons que normalmente passariam despercebidos acabam sendo percebidos como intensos, estranhos ou ameaçadores. Não se trata, na maioria das vezes, de uma condição isolada com um único nome clínico fechado, mas de uma manifestação comum da ansiedade, frequentemente associada à hipervigilância sensorial.
É importante diferenciar isso de alterações auditivas propriamente ditas, o que você já indica não ser o foco, e compreender que o medo não está exatamente no som em si, mas na forma como o cérebro, sob tensão, passa a interpretá-lo. Quando o ambiente fica silencioso e você está sozinho, sobra mais espaço para a ansiedade se expressar, e até a própria respiração vira um estímulo que dispara desconforto. É como se o cérebro estivesse dizendo “vamos ficar atentos a tudo”, mesmo quando não há ameaça real.
Existe tratamento, sim, e ele costuma ser bastante eficaz. O trabalho terapêutico ajuda a regular esse estado de alerta, a compreender o funcionamento desses sintomas e a reduzir o medo do próprio medo. Em alguns casos, quando a ansiedade é muito intensa ou persistente, uma avaliação psiquiátrica também pode ser considerada, sempre de forma integrada, mas isso depende de uma análise cuidadosa do quadro como um todo.
Fico curioso em saber se esses episódios acontecem apenas em períodos de provas ou se já surgiram em outras fases da sua vida. Quando você percebe esses sons, o que passa pela sua cabeça naquele momento? Há algum receio específico de que algo ruim possa acontecer? E como você costuma lidar com a ansiedade quando está sozinho e em silêncio?
Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve costuma aparecer em contextos de ansiedade elevada, especialmente quando há antecipação de avaliação, como exames, e momentos de silêncio em que a mente fica mais voltada para o próprio corpo e para o ambiente. Nesses estados, o sistema nervoso entra em modo de alerta máximo, como se estivesse “procurando perigo”, e sons que normalmente passariam despercebidos acabam sendo percebidos como intensos, estranhos ou ameaçadores. Não se trata, na maioria das vezes, de uma condição isolada com um único nome clínico fechado, mas de uma manifestação comum da ansiedade, frequentemente associada à hipervigilância sensorial.
É importante diferenciar isso de alterações auditivas propriamente ditas, o que você já indica não ser o foco, e compreender que o medo não está exatamente no som em si, mas na forma como o cérebro, sob tensão, passa a interpretá-lo. Quando o ambiente fica silencioso e você está sozinho, sobra mais espaço para a ansiedade se expressar, e até a própria respiração vira um estímulo que dispara desconforto. É como se o cérebro estivesse dizendo “vamos ficar atentos a tudo”, mesmo quando não há ameaça real.
Existe tratamento, sim, e ele costuma ser bastante eficaz. O trabalho terapêutico ajuda a regular esse estado de alerta, a compreender o funcionamento desses sintomas e a reduzir o medo do próprio medo. Em alguns casos, quando a ansiedade é muito intensa ou persistente, uma avaliação psiquiátrica também pode ser considerada, sempre de forma integrada, mas isso depende de uma análise cuidadosa do quadro como um todo.
Fico curioso em saber se esses episódios acontecem apenas em períodos de provas ou se já surgiram em outras fases da sua vida. Quando você percebe esses sons, o que passa pela sua cabeça naquele momento? Há algum receio específico de que algo ruim possa acontecer? E como você costuma lidar com a ansiedade quando está sozinho e em silêncio?
Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve parece ser uma hipersensibilidade sensorial associada à ansiedade, ou seja, o medo e a tensão amplificam a percepção de sons que normalmente seriam neutros. Não é uma doença separada, mas um sintoma ansioso: quando o corpo está em alerta, o sistema nervoso fica mais sensível a estímulos, e barulhos comuns podem ser percebidos como ameaçadores, provocando medo, tensão e até sensação de insegurança no ambiente. Em algumas pessoas, isso se aproxima do que se chama hipervigilância, comum em crises de ansiedade, estresse intenso ou estados de pânico. O tratamento envolve abordagens para ansiedade, incluindo técnicas de relaxamento, respiração, exposição gradual a estímulos sonoros em contextos seguros, e acompanhamento psicológico para reduzir a hipervigilância. Em casos mais intensos, a avaliação psiquiátrica pode ser útil para manejo medicamentoso, sempre em conjunto com psicoterapia.
Olá! O que você descreve parece caracterizar um quadro de ansiedade.
De toda forma, para você entender melhor o que está acontecendo e receber a ajuda que precisa para cuidar do seu sofrimento, o caminho mais indicado é buscar pela avaliação e acompanhamento de um psicólogo e de um psiquiatra.
De toda forma, para você entender melhor o que está acontecendo e receber a ajuda que precisa para cuidar do seu sofrimento, o caminho mais indicado é buscar pela avaliação e acompanhamento de um psicólogo e de um psiquiatra.
Olá, tudo bem?
O que você descreve acontece com mais frequência do que parece, especialmente em períodos de maior pressão, como antes de provas. Não existe, necessariamente, um “nome único” para isso como uma condição isolada, mas esse tipo de sensibilidade aumentada aos sons, junto com medo e tensão, costuma estar ligado a um estado de ansiedade elevado. É como se o cérebro entrasse em modo de alerta máximo e começasse a interpretar estímulos neutros, como sons comuns, como se fossem ameaçadores.
Quando você está em silêncio ou tentando dormir, esse efeito pode ficar ainda mais intenso, porque não há distrações externas e a atenção fica voltada para dentro e para pequenos estímulos ao redor. O sistema nervoso fica mais “ligado”, e até sons normais, como a própria respiração ou pequenos ruídos, ganham uma importância exagerada. Isso não significa que há algo errado com sua audição, mas sim com o nível de ativação emocional naquele momento.
Talvez seja interessante observar algumas coisas em você: isso aparece principalmente em momentos de estresse, como provas? Durante o dia, com mais movimento e distração, esses sons também te incomodam ou isso diminui bastante? Quando o medo surge, ele vem com pensamentos específicos, como se algo ruim pudesse acontecer, ou é mais uma sensação corporal difícil de explicar?
Existe tratamento, sim, mas ele não costuma focar nos sons em si, e sim na forma como seu corpo e sua mente estão reagindo ao estresse. A ideia é ajudar o sistema a sair desse estado de alerta constante e recuperar uma sensação de segurança. Em alguns casos, quando a ansiedade está mais intensa, uma avaliação com psiquiatra também pode ser útil para dar suporte nesse processo.
Você não está “ficando estranho” ou desenvolvendo algo raro. Seu sistema está apenas sensível demais no momento, provavelmente por conta da pressão que está vivendo. Com o cuidado certo, isso tende a diminuir bastante.
Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve acontece com mais frequência do que parece, especialmente em períodos de maior pressão, como antes de provas. Não existe, necessariamente, um “nome único” para isso como uma condição isolada, mas esse tipo de sensibilidade aumentada aos sons, junto com medo e tensão, costuma estar ligado a um estado de ansiedade elevado. É como se o cérebro entrasse em modo de alerta máximo e começasse a interpretar estímulos neutros, como sons comuns, como se fossem ameaçadores.
Quando você está em silêncio ou tentando dormir, esse efeito pode ficar ainda mais intenso, porque não há distrações externas e a atenção fica voltada para dentro e para pequenos estímulos ao redor. O sistema nervoso fica mais “ligado”, e até sons normais, como a própria respiração ou pequenos ruídos, ganham uma importância exagerada. Isso não significa que há algo errado com sua audição, mas sim com o nível de ativação emocional naquele momento.
Talvez seja interessante observar algumas coisas em você: isso aparece principalmente em momentos de estresse, como provas? Durante o dia, com mais movimento e distração, esses sons também te incomodam ou isso diminui bastante? Quando o medo surge, ele vem com pensamentos específicos, como se algo ruim pudesse acontecer, ou é mais uma sensação corporal difícil de explicar?
Existe tratamento, sim, mas ele não costuma focar nos sons em si, e sim na forma como seu corpo e sua mente estão reagindo ao estresse. A ideia é ajudar o sistema a sair desse estado de alerta constante e recuperar uma sensação de segurança. Em alguns casos, quando a ansiedade está mais intensa, uma avaliação com psiquiatra também pode ser útil para dar suporte nesse processo.
Você não está “ficando estranho” ou desenvolvendo algo raro. Seu sistema está apenas sensível demais no momento, provavelmente por conta da pressão que está vivendo. Com o cuidado certo, isso tende a diminuir bastante.
Caso precise, estou à disposição.
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