Olá , tenho uma filha de dois anos , mas sinto que nunca me curei da depressão pós parto , estou a c

45 respostas
Olá , tenho uma filha de dois anos , mas sinto que nunca me curei da depressão pós parto , estou a cada dia mais triste e sem motivações , me sinto muito irritada o tempo todo e não sinto prazer em absolutamente nada , não tenho mais paciência com minha filha e sinto que estou começando a rejeita-la , minha vida não tem mais sentido e só ainda não cometi o suicídio por que não tem quem cuide da minha filha caso eu faça isso , mas odeio a minha vida com todas as forças e desejo morrer todos os dias , estou desesperada o que eu faço?
Olá! Sentimentos como os seus podem acontecer com todas as mulheres (e alguns homens, mas costumam ser mais incomum), o problema começa quando isso te deixa da maneira que descreveu: depressiva, culpa excessivo, tristeza extrema, tentativa de suicídio. Para isso, recomendo emergencialmente que busque um psicólogo, juntamente com um psiquiatra (mas busque o psicólogo antes). O acompanhamento psicoterapêutico é de suma importância para lidar com esses sentimentos que comprometem sua vida. Se preferir, estou disponível para agendamento de consultas. Cuide-se, abraços!

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 Jarlene Sanches
Psicólogo
São Luís
Olá. Esses sentimentos surgem em grande parte das mulheres que se tornam mães. É um mixto de sentimentos frente a uma nova situação de vida, você agora além de mulher esposa, dona de casa, também irá exercer o papel de mãe. O seu núcleo familiar é extremamente importante pra trazer apoio e carinho. Mas se o que voce vem sentindo já vem acontecendo antes mesmo da gravidez, procure auxílio psicológico e psiquiátrico pra ajudar nesse momento.
 Bianca Coimbra
Psicólogo
São Paulo
Olá querida, sinto muito pelo modo como está se sentindo. Por mais que muitas mulheres se sintam assim, seu sofrimento é único e precisa de cuidado e acolhimento. A necessidade de psicoterapia é urgente, assim como o acompanhamento psiquiátrico. Acredite, tudo isso pode sim passar, mas é preciso procurar ajuda, pois sozinha será muito difícil de lidar, principalmente no momento em que você se encontra, sem vontade de viver. Me coloco à disposição caso queira entrar em contato.
 Daniela Prado Rocha Silva
Psicólogo
São Paulo
Olá!

Acho necessário reforçar a orientação dos colegas de ir em busca de ajuda psiquiátrica e psicológica. A Depressão Pós-Parto é uma doença que tem tratamento. Ela envolve vários fatores, como predisposição biológica, queda de hormônios, relacionamentos interpessoais conflituosos, falta de apoio na maternidade, entre outros e não é um sinal de fraqueza.
Importante buscar um profissional que você se sinta confortável e segura.
Espero ter ajudado!
Abraços.
 Maria Helena de Almeida Xavier
Psicólogo
São Paulo
Olá!! Você trás em seu relato uma grande angustia e sofrimento nos últimos dois anos. Reconhecer que algo não está certo ou bom requer muita coragem. Recomendo que procura ajuda de um psicólogo o quanto antes, sua vida já está com algum tipo prejuízo e você não precisa passar por isso sozinha.
Olá, boa noite! Sinto muito por tudo isso que você está passando. Você precisa de ajuda urgentemente, de psiquiatra e psicólogo especializado. Eu sou psicóloga perinatal e parental, posso te atender on-line, caso não encontre um psicólogo especializado na sua cidade. Essa fase difícil vai passar, mas precisa de tratamento. Não desista! Qualquer coisa, estou à disposição. Abraços e melhoras!
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia perinatal - R$ 165
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Olá!
Procure um psicólogo para acompanhamento.
Este sentimento é mais comum nos espaços terapêuticos do que se imagina. A maternidade é um momento que possibilita vários conflitos internos, seja pelo ambiente que o indivíduo está inserido, pré disposição genética, a bagunça dos hormônios que é natural.
Dívida essa angústia com um profissional.
Existe um espaço sem julgamento que pode lhe acolher.
Dra. Andreza Trigo Gonçalves
Psicólogo
São Paulo
Olá que bom que você chegou até aqui para pedir ajuda profissional. A depressão pós parto pode durar meses ou anos se não for tratada, por isso dê o próximo passo, busque uma psicóloga para uma avaliação adequada do seu caso.
 Cassio Corsino
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! O seu atual estado de angustia pode vir além da depressão pós parto, relatada... uma conjuração de significados ainda não elaborados. Procure na psicologia a ajuda necessária. Aqui existem vários colegas capacitados. Uma abraço!
Olá! É indicado que procure ajuda profissional especializada o quanto antes. O tratamento para a depressão pós parto requer, muitas vezes, além da psicoterapia com psicólogo, medicamentos antidepressivos, prescritos por um psiquiatra. Tais medidas te ajudarão a controlar as consequências negativas da doença e melhorar a sua qualidade de vida. Com o tratamento adequado, é possível reencontrar o equilíbrio e viver bem. Espero ter ajudado e se tiver mais dúvidas, pode me escrever. Cuide-se bem!
Olá! O nascimento de um bebê exige muito da mãe, e, do ponto de vista emocional, ela pode ficar tão sobrecarregada, que pode chegar a adoecer. Acredito que você esteja precisando ser amparada e cuidada desde que sua bebê nasceu. Entendo que você precisa iniciar um tratamento com urgência. É importante consultar um psiquiatra para tratamento medicamentoso. E também é importante que você faça uma psicoterapia. Estes dois tratamentos a ajudarão de maneiras complementares.
Dra. Mariana Ozório
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá! Oriento que busque ajuda profissional de forma emergencial, sendo psicológica e psiquiátrica. Coloco-me à disposição! Abrçs
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Sem delongas, recomendo que busque um psiquiatra e um psicólogo de sua confiança o mais rápido possível. O trabalho em conjunto irá ajudá-la substancialmente.
Não postergue
Procure ajuda profissional
 Andressa Tanan de Jesus
Psicólogo
São Paulo
Olá! A maternidade traz consigo inúmeras mudanças (físicas, hormonais, cerebrais, sociais e emocionais). Você parece estar em grande sofrimento psicológico que afeta sua qualidade de vida e o vínculo mãe-filha. Seria importante que buscasse de imediato acompanhamento psiquiátrico e psicológico. Há psicólogas (os) perinatais, que se dedicam a esse momento em torno do nascimento (gravidez, parto e puerpério) e a parentalidade. A medicação pode te ajudar a regular a intensidade dessas emoções, enquanto o acompanhamento psicológico pode ajudá-la a se conhecer, se fortalecer e guia-la no caminho em direção ao que vale a pena viver. Se cuide e um grande abraço!
 Maristela Silva
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá,

Procure ajuda profissional psiquiatrica e inicia a terapia que te ajudará a lidar com isso que esta acontecendo em sua vida e essa possível rejeição à sua filha.

Espero que fique bem.
Dra. Sônia Wan Der Maas Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Oi, construir o sentido da vida, as motivações para viver, buscar os meios adequados para isso é um ato de bravura. Dê esse passo. Se cuide!
A depressão pós-parto acontece em diferentes intensidades e os casos mais severos requerem uma atenção especial. Ao menor sinal de agressividade, ataques de pânico, pensamentos sobre suicídio ou sobre machucar o bebê, alucinações, delírios e outros quadros de psicose, é crucial buscar ajuda profissional IMEDIATA.
Quadros de depressão pós-parto podem ser revertidos com algumas mudanças de hábito, acompanhado pelo psiquiatra e um psicólogo. Entretanto, em casos mais graves, como os que apresentam os sintomas descritos acima, o auxílio de medicação pode ser necessário.
É importante consultar um especialista o quanto antes. O diagnóstico precoce é fundamental para que o tratamento ocorra da melhor maneira possível, além de prevenir maiores danos à mãe e ao bebê. As consequências da depressão pós-parto não afetam apenas as mães. Os filhos também sofrem com o quadro e os prejuízos vão muito além dos primeiros meses de vida. A depressão pós-parto pode acontecer em diferentes intensidades e pode ser agravada com o tempo. Por isso, é indispensável que a mãe (ou a família) busque ajuda profissional ao aparecimento dos primeiros sintomas.
Ressaltando que a Depressão pós-parto não é frescura, não é culpa da mãe e pode acontecer com qualquer mulher. O transtorno é comum e tem tratamento. Quanto antes for tratado, mais tempo as mamães terão para aproveitar com plenitude os primeiros meses de vida do seu filho – fase de descobertas extremamente importantes que precisam ser vividas da melhor maneira possível.
Procure um psicólogo cognitivo comportamental para obter ajuda nesse momento tão ímpar. Há vários fatores que envolvem a Depressão pós parto. Importante compreendê-los para mudar certos pensamentos frente as adversidades pelas quais está passando.
 Aline Braga
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! A maternidade trás muitas mudanças na vida da mulher, por isso costumam apresentar depressão pós parto. é extremamente importante e necessário a procura por um psicólogo e pelo que parece, um psiquiatra, pois a medicação a ajudará no alívio dos sintomas. Saiba que não está sozinha! Qualquer dúvida estou a disposição! Um abraço!
Olá! A maternidade é muito idealizada em nossa sociedade. Há quem acredite que toda mãe é plenamente feliz e realizada. Ela traz também uma série de mudanças no corpo, na psique e na vida social da mulher. Esse é um lado do tornar-se mãe que ninguém fala, pelo medo do julgamento das pessoas. Saiba que muitas mulheres se sentem assim e não falam a respeito por medo de serem taxadas como ruins ou que não amam seus filhos. Não carregue esse peso sozinha. Busque um psicólogo e psiquiatra. Você precisa de espaço para falar das suas questões, sem receio de julgamento. Antes de ser mãe, você era mulher e HUMANA. Fique bem! Um abraço!
 Luciano Nobre Resende
Psicólogo
Mauá
Seu caso precisa de tratamento com urgência entre em contato com psiquiátra ou psicólogo para agendar uma avaliação.
Caso já tenha feito tratamento anteriormente com psiquiatra ou psicólogo (ou os dois) retome o tratamento o quanto antes.
Olá sinto muito pelo seu sofrimento, a maternidade é sempre muito desafiadora, muitas demandas e a sobrecarga na maioria dos casos fica com as mães, procure ajuda profissional o quanto antes, se tem vida tem jeito, acione sua rede de apoio peça ajuda, você não precisa passar por isso sozinha.
 Vanessa Feil Homa
Psicólogo
Porto Alegre
Olá! você deve procurar apoio psiquiátrico em primeiro lugar. Segundo, é fundamental trabalhar as causas da depressão. Infelizmente, criou-se o mito de que a depressão acontece depois do parto. E na verdade, os estudos científicos comprovam que menos de 10% desse trantorno acontece de fato, no pós-parto. A grande maioria começa durante a gestação e/ou antes dela. Como não foi tratada, ela se cronifica no pós parto.

Então, quanto mais você demorar para trabalhar as suas emoções, mais intensa a depressão será.

Escolha um profissional especializado no ciclo gravídico puerperal, pois esse conhecimento faz toda a diferença para tratar a depressão e outros sintomas relacionados a perinatalidade.

Abraços
 Sarah Simões
Psicólogo
Brasília
Olá, você deu o primeiro passo que foi identificar o adoecimento e pedir informações de como obter ajuda. Agora é importante que você busque acompanhamento psiquiátrico e psicológico para que seja possível reverter esse quadro. Lembre-se que se trata de um adoecimento e que você não precisa passar por ele sozinha. Busque ajuda profissional.
Olá! Há necessidade de um trabalho multidisciplinar entre psiquiatra e psicólogo. O psiquiatra poderá avaliar a necessidade de medicação para reduzir os sintomas e os pensamentos suicidas. O psicólogo irá ajudar a entender as causas desses sentimentos e pensamentos relatados, bem como ajudará a buscar alternativas e mudanças necessárias na sua forma de pensar e agir. Nesse processo ajudará a melhorar a sua autoestima, a identificar o que gosta, o que lhe proporciona o bem-estar, refletindo em uma melhora na qualidade de vida e mais felicidade.
Olá, boa tarde! Sinto muito por estar passando por isso... Realmente, é uma situação bastante difícil para você. Mas esse parece ser um caso de Depressão Pós-Parto que se prolongou para uma quadro depressivo maior. Mas como você disse que pensa em suicídio e não encontra sentido mais na vida, você, urgentemente, buscar auxílio profissional com um psicólogo ou psiquiatra, para que esses sintomas sejam investigados e trabalhados, para que você volte a encontrar um sentido na vida... Não desista de procurar ajuda! Existem profissionais dispostos a te ajudar nessa fase difícil que está passando...
Saiba que estou à disposição...
Um abraço!
Psicoterapia e psiquiatria.
Sinto muito que esteja passando por essa situação tão difícil. É importante que você saiba que a depressão pós-parto é uma condição comum e tratável. Você não precisa enfrentá-la sozinha e existe ajuda disponível.

A primeira coisa que você deve fazer é procurar ajuda profissional. Agende uma consulta com um psicólogo ou psiquiatra para discutir seus sentimentos e buscar ajuda para gerenciar sua depressão pós-parto. Eles podem recomendar terapia e/ou medicamentos, dependendo da gravidade do seu caso.

Enquanto busca ajuda profissional, tente encontrar apoio em sua família e amigos. Compartilhe seus sentimentos e preocupações com pessoas em quem confia e peça ajuda com a sua filha, se necessário. A rede de apoio é fundamental para o seu bem-estar e recuperação.

Além disso, tente cuidar de si mesma. Faça atividades que lhe dão prazer, como ouvir música, ler um livro ou fazer uma caminhada. Tente se alimentar de forma saudável e manter uma rotina de exercícios, mesmo que seja uma caminhada curta. Isso pode ajudar a melhorar seu humor e sua energia.

Lembre-se de que a recuperação da depressão pós-parto pode levar tempo, mas com ajuda profissional e o suporte de seus entes queridos, você pode superá-la e começar a desfrutar novamente da vida e da maternidade. Não hesite em procurar ajuda imediatamente se estiver em crise ou tiver pensamentos suicidas.
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
 Letícia Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá tudo bem? A gestação e o pós parto são momentos muito sensíveis para as mulheres. Envolvem mudanças no corpo, na rotina, oscilação de hormônios, sem contar que cuidar de um bebê é algo bem desgastante, principalmente no início. Entretanto, se está se sentindo dessa forma, com pensamentos negativos, peça ajuda de alguém de sua confiança se for possível, e procure um profissional para te auxiliar neste momento tão delicado.

Aconselho voce a buscar um profissional que voce se identifique, sinta confiança e se sinta acolhido.
Espero ter ajudado. Sou a Letícia, sou psicóloga. Me coloco a disposição, caso queira conversar é só entrar em meu perfil e será um prazer. Te convido conhecer meu trabalho. E lembre-se: Cuide de voce! Abraço afetuoso e melhoras.
***e caso sinta vontade e confortável, esse é meu instagram profissional, e lá eu posto conteúdos relacionados a saude mental: @psi.leticiaaa***
Olá, boa noite!

Entendo o seu sofrimento e angústias. É preciso conhecer melhor sua história de vida e resgatarmos memórias que te faça refletir sobre esses sentimentos, sendo assim, a ajuda do Psicólogo inicialmente é fundamental nesse processo. Sabia que, os órgãos da mulher fisiologicamente voltam ao seu lugar em 6 meses, já o psicológico/mentalmente demoram até 2 anos, pode ser que faça sentido seu sentimento quando diz que se sente que nunca se curou da sua depressão pós-parto.

Sou Psicóloga Perinatal/Gestação e seria importante buscar um especialista na área que faça te trazer insights e assim você consiga passar por essa fase.

Qualquer questão, estou à disposição. Abraços e melhoras.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Busque ajuda de um psicólogo e psiquiatra, é possível melhorar. Abraço.
Ola, boa tarde. Sinto que tenha passado por isto. Obrigada por compartilhar e vir buscar ajuda, O primeiro passo você deu, que é identificar o problema e desejar mudanças. A maternidade é um processo de muitas mudanças e transformações e impacta não so na rotina como no emocional esta transição e até em alguns casos despersonalização, onde é importante voltar o olhar para a mulher que você é, ou seja resgatar a si mesma. O que sugiro é que busque um acompanhamento psicologico para cuidar de suas questões. Fico a disposição. Um abraço e sinta-se acolhida, e não deixe de priorizar seus cuidados neste momento
 Marcia Kloss
Psicólogo
Curitiba
A depressão pós-parto é um transtorno emocional que afeta muitas mulheres após o nascimento de um bebê. É importante buscar ajuda rapidamente se você estiver se sentindo triste, ansiosa, irritada ou sem esperança. A terapia e/ou medicamentos podem ser recomendados para ajudar a aliviar os sintomas. Não hesite em falar com um profissional de saúde mental para obter apoio e tratamento adequados. Você não está sozinha e a recuperação é possível. Lembre-se de que é importante cuidar de si mesma para poder cuidar do seu filho. Estou aqui para te ajudar.
Dra. Tânia Mascarenhas
Psicólogo
Curitiba
Oi! Compreendo que está sendo muito difícil essa situação toda que você está passando, mas veja bem: você no fundo se preocupa com sua filha , por isso não quer deixá-la, e também se preocupa com você, por isso chegou até aqui. A maternidade é uma tarefa difícil, cuidar de um serzinho que depende de 100% de atenção. Só que você também está precisando de cuidados, de alguém que te ouça, te compreenda. Quando você pensa na morte, na verdade não quer desaparecer com você, mas quer que seu sofrimento desapareça e você tenha vontade de estar viva. Por isso é tão importante que você busque um profissonal da área da psicologia logo, para que esse seu sofrimento não cresça cada vez mais. Você vai ver que tratar essa dor pode ser extremamente aliviante. Não perca tempo, tome essa iniciativa, se cuide, você e seu bebê merecem.
 Daiana Duarte
Psicólogo
Nova Iguaçu
Sinto muito que você esteja passando por uma dor tão profunda. O que você está sentindo pode ser um reflexo da depressão pós-parto que, em alguns casos, pode se estender por mais tempo e causar sintomas como tristeza intensa, irritabilidade, perda de interesse, e até mesmo sentimentos de rejeição em relação ao filho. Esses pensamentos, especialmente o desejo de morrer, são sinais claros de que você precisa de ajuda imediata.

É importante lembrar que você não está sozinha nessa luta, e existem tratamentos eficazes para ajudar você a sair dessa situação. Buscar apoio psicológico e, possivelmente, psiquiátrico pode ser um primeiro passo para entender o que está acontecendo e encontrar formas de alívio. Sentir-se exausta, sem esperança e sobrecarregada não significa que você seja uma má mãe; significa que você está passando por algo extremamente difícil que precisa de atenção e cuidado.

Se esses pensamentos estiverem muito intensos, por favor, procure um serviço de emergência ou entre em contato com alguém de confiança que possa te apoiar nesse momento.
 Pedro Chaves
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Primeiramente, lamento profundamente que você esteja passando por tanta dor e sofrimento. O que você está vivendo é algo muito difícil, e é importante reconhecer o peso emocional que você carrega. A depressão pós-parto é uma experiência complexa e pode durar mais tempo do que o esperado, impactando profundamente o bem-estar emocional e a relação com sua filha, consigo mesma e com o mundo ao seu redor.

Esses sentimentos de irritação, falta de prazer e até mesmo o desejo de não continuar a vida são sinais de uma dor profunda e de uma sobrecarga emocional que você está tentando carregar sozinha, mas que, na realidade, precisa ser compartilhada e compreendida. O fato de você estar buscando ajuda, ao expressar sua angústia, é um passo importante, e não há vergonha em precisar de apoio. Sua dor não precisa ser enfrentada sozinha.

Você não está rejeitando sua filha por escolha, mas sim devido a um sofrimento que está além de sua capacidade de lidar nesse momento. O amor e a conexão com ela ainda estão presentes, mas podem estar ofuscados pela intensidade do seu sofrimento. A primeira coisa que eu diria é que, de forma urgente, você precisa procurar ajuda profissional, um psicoterapeuta ou até mesmo considerar uma consulta com um psiquiatra, que pode oferecer o apoio necessário para lidar com a depressão e ajudar a reconstruir uma rede de suporte para você e sua filha.

A dor que você sente não define quem você é, e há caminhos possíveis para superar isso. Encontrar alguém para conversar, seja no âmbito terapêutico ou em um grupo de apoio, pode ser essencial. Sua vida tem muito valor, e sua filha precisa de você, mas, mais importante, você merece encontrar formas de cuidar de si mesma, resgatar seu prazer e reconstruir seu sentido de vida. Não tenha vergonha de pedir ajuda – o que você está vivendo é sério e merece atenção imediata.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, sua coragem de compartilhar esses sentimentos é um passo importante. O que você vive pode estar ligado a conflitos internos e experiências inconscientes que precisam de espaço para serem escutados. Os sentimentos de rejeição e a falta de prazer não significam que você não ama sua filha, mas podem refletir algo profundo sobre sua história e suas expectativas. O desejo de escapar dessa dor aponta para a necessidade de acolhimento e compreensão. Procure um psicanalista ou terapeuta para explorar esses sentimentos em um espaço seguro. Falar sobre sua dor pode ajudá-la a reencontrar sentido, tanto por sua filha quanto por você mesma. A transformação é possível, mesmo em meio à angústia.
Eu sinto muito que você esteja passando por um momento tão difícil. O que você está sentindo é muito sério e merece atenção e acolhimento. É importante lembrar que você não está sozinha, e existem formas de superar essa dor com ajuda e suporte adequados.
A depressão pós-parto pode ser persistente e, sem o tratamento adequado, pode continuar afetando sua vida e seus relacionamentos. Os sentimentos de irritação, tristeza intensa e falta de prazer nas atividades do dia a dia são sintomas que indicam a necessidade de um acompanhamento profissional. O primeiro passo é procurar um psicólogo ou psiquiatra que possa ajudá-la a entender o que está acontecendo e a iniciar um tratamento que traga alívio e bem-estar.
Além disso, você não precisa enfrentar isso sozinha. Conversar com alguém de confiança sobre o que está sentindo, como um familiar ou amigo próximo, pode aliviar um pouco o peso que está carregando. Também é importante buscar redes de apoio materno ou grupos de mães, pois compartilhar experiências com quem já viveu algo semelhante pode ser muito reconfortante.
Se os pensamentos sobre suicídio forem recorrentes ou se você sentir que está chegando ao limite, por favor, procure ajuda imediatamente. Entre em contato com um serviço de emergência ou ligue para o CVV (Centro de Valorização da Vida) pelo telefone 188, onde você pode conversar com alguém de forma anônima e sem julgamentos.
Por mais difícil que pareça agora, é possível reencontrar o equilíbrio e o sentido para sua vida. Sua filha também se beneficiará muito ao ver você se sentir melhor e mais conectada consigo mesma. Você merece cuidado, atenção e acolhimento, e buscar ajuda é um ato de coragem e amor — tanto por você quanto pela sua filha.
 Valter Rodrigues
Psicanalista, Psicólogo
Contagem
Sinto muito por você estar passando por um momento tão difícil. A depressão pós-parto é uma condição séria que afeta muitas mulheres e pode se manifestar de diversas formas, como tristeza intensa, irritabilidade, falta de prazer nas atividades diárias e até pensamentos suicidas. É crucial que você saiba que não está sozinha e que existe ajuda disponível.

O Que Fazer
É fundamental buscar apoio profissional imediatamente. O tratamento da depressão pós-parto geralmente envolve:

Psicoterapia: A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz, ajudando você a explorar e entender suas emoções, medos e a culpa que pode estar sentindo.

Medicação: Antidepressivos podem ser prescritos para ajudar a estabilizar seu humor. É importante discutir com um médico sobre as opções seguras, especialmente se você estiver amamentando.

Sinais de Alerta
Os sentimentos que você descreveu, como a falta de paciência com sua filha e o desejo de morrer, são sinais de que você precisa de apoio urgente. É essencial entrar em contato com um psiquiatra ou psicólogo o quanto antes. Eles poderão avaliar sua situação e recomendar o tratamento adequado.

Rede de Apoio
Além do tratamento profissional, é importante contar com uma rede de apoio. Converse com amigos ou familiares sobre como você está se sentindo. O apoio emocional pode ser um recurso valioso durante esse período.
Estou à disposição para ajudá-la a encontrar o suporte necessário e discutir suas preocupações em mais detalhes. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Sua saúde mental é prioridade, e existem caminhos para recuperar o prazer na vida e na maternidade.
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Você chega até aqui para buscar uma saída, veja bem, tu tens em ti o desejo de sair disto, sabes que a depressão pós parto não te define. Busque ajuda como indicado pelos colegas!
Sinto muito pela dor que você está vivendo. O que você descreve — tristeza intensa, falta de prazer, irritação, sensação de rejeição e, principalmente, o desejo de morrer — são sinais de depressão grave, que precisa de ajuda imediata. Isso não é fraqueza nem falta de amor, é uma doença séria e tratável.

Você não deve enfrentar isso sozinha. Procure atendimento médico ou psiquiátrico com urgência, ou vá até um pronto-socorro se sentir que pode se machucar. No Brasil, você também pode ligar para o CVV – 188 (funciona 24h) para conversar com alguém agora mesmo.

Além do acompanhamento psiquiátrico, a psicoterapia é muito importante para te apoiar nesse momento. Com o tratamento certo, é possível se recuperar, voltar a sentir prazer e reconstruir o vínculo com sua filha. Você não está sozinha, e pedir ajuda agora é um ato de coragem e cuidado tanto com você quanto com ela.
O que descreve é muito sério e merece atenção imediata.
Procure ajuda urgente. Você está apresentando sintomas graves de depressão ,com risco de suicídio. Vá a um pronto-socorro hoje mesmo e diga exatamente o que está sentindo. Eles podem te encaminhar para atendimento psiquiátrico e psicológico de urgência.
Não fique sozinha. Se possível, chame um familiar ou amigo de confiança e conte o que está sentindo. Peça para te acompanhar até o hospital.
Procure apoio emocional imediato. Ligue para o 188 (CVV) ,é gratuito, funciona 24h e há pessoas preparadas para te ouvir e te ajudar agora.
tratamento com terapia e, se indicado, medicação antidepressiva segura. Com acompanhamento adequado, você pode se recuperar e restabelecer o vínculo com sua filha.
Você não é uma má mãe. O que sente, irritação, rejeição, vazio, são sintomas da depressão, não reflexo do seu amor ou caráter. Isso pode mudar com tratamento.
 Junior Noronha da Fonseca
Psicólogo, Psicanalista
Taubaté
Olá, diante do seu relato não há muitas alternativas além de buscar um tratamento psiquiatrico e psicológico. Dessa forma você será devidamente tratada para se libertar desses sintomas e voltar a sua vida com qualidade. Melhoras.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você escreveu é extremamente sério e pede cuidado imediato. A dor que você descreve não é fraqueza, nem ingratidão, nem “falta de amor” pela sua filha. Ela é um sinal claro de que você está adoecida emocionalmente e precisa de ajuda agora. Pensamentos recorrentes de morte, sensação de que a vida perdeu o sentido, rejeição, irritação intensa e ausência total de prazer indicam um sofrimento profundo que vai muito além de “não ter se curado sozinha”. Isso não é algo que se resolve com força de vontade.

É importante fazer um ajuste conceitual com muita responsabilidade. A depressão pós-parto pode, sim, se prolongar e se transformar em um quadro depressivo persistente quando não recebe tratamento adequado. O fato de sua filha já ter dois anos não invalida em nada o que você sente hoje. O vínculo materno não some, mas pode ficar encoberto quando a mente entra em um estado de exaustão extrema. A rejeição que você percebe não define quem você é como mãe, ela define o quanto você está esgotada.

Também preciso ser muito claro e cuidadoso aqui. Quando pensamentos de suicídio aparecem como algo diário, mesmo que você diga que não agiu “por causa da sua filha”, isso é um sinal de risco que não deve ser enfrentado sozinha. Você não precisa decidir nada agora, nem resolver sua vida inteira. O passo necessário neste momento é buscar ajuda imediata para atravessar essa crise com segurança.

Se você estiver no Brasil, por favor ligue agora para o Centro de Valorização da Vida, no número 188. O atendimento é gratuito, funciona 24 horas por dia e você pode falar de forma anônima. Se sentir que corre risco imediato, procure um pronto atendimento ou hospital o quanto antes. Também é fundamental que um adulto de confiança, como um familiar ou cuidador, saiba do que você está passando para que você não fique sozinha com isso.

Você não está pedindo ajuda tarde demais. Você está pedindo ajuda a tempo. Esse sofrimento tem tratamento, e com o cuidado certo é possível recuperar o sentido, o vínculo e a capacidade de sentir prazer novamente. Neste momento, a prioridade é a sua segurança e o seu cuidado. Caso precise, estou à disposição.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você está vivendo é muito sério e, ao mesmo tempo, muito humano dentro de um quadro como a :contentReference[oaicite:0]{index=0}. Às vezes, ela não aparece só nos primeiros meses e pode se prolongar ou até se intensificar com o tempo, principalmente quando não houve espaço suficiente para cuidado e tratamento. Esse vazio, essa irritação constante e essa sensação de que a vida perdeu o sentido não são sinais de fraqueza, são sinais de sofrimento profundo que precisa de atenção.

Quero te dizer algo com muito cuidado: o fato de você ainda estar aqui por causa da sua filha mostra que existe uma parte sua que ainda está lutando, mesmo exausta. E essa parte importa muito. Ao mesmo tempo, esses pensamentos de morte e o desespero que você descreve indicam que você não deveria enfrentar isso sozinha. Seu cérebro, nesse momento, está funcionando como se estivesse preso em um estado de dor contínua, e isso distorce a forma como você enxerga a vida e até o vínculo com sua filha.

Talvez seja importante se perguntar com gentileza: em que momento você começou a se sentir assim? Houve alguma fase em que você se sentia um pouco mais conectada com sua filha ou com a vida? Quando você percebe essa irritação surgindo, o que parece estar por trás dela, cansaço, sobrecarga, sensação de estar sozinha? Essas respostas ajudam a entender que não é “falta de amor”, mas sim um sistema emocional sobrecarregado.

Sobre a sensação de rejeição em relação à sua filha, isso costuma gerar muita culpa, mas muitas vezes não é rejeição verdadeira. É como se o seu sistema emocional estivesse tão esgotado que não consegue acessar o afeto naquele momento. O amor não necessariamente desapareceu, ele pode estar encoberto por uma camada muito espessa de dor, exaustão e desesperança.

Neste ponto, é realmente importante buscar ajuda com prioridade. Um acompanhamento psicológico pode te ajudar a organizar tudo isso com mais clareza, mas também seria muito indicado conversar com um psiquiatra, porque, em quadros assim, o suporte medicamentoso pode ser fundamental para estabilizar esse estado e te dar um pouco de alívio para conseguir se reconstruir emocionalmente.

E algo muito direto, porque isso não pode ser ignorado: você não precisa esperar piorar para pedir ajuda urgente. Existe alguém de confiança com quem você possa falar hoje? Um familiar, um amigo, alguém que possa estar com você nesse momento? Às vezes, o primeiro passo não é resolver tudo, mas garantir que você não fique sozinha enquanto está passando por isso.

Esse momento que você está vivendo pode mudar, mesmo que agora pareça impossível. Mas para isso, você precisa de suporte real, não só força de vontade. Caso precise, estou à disposição.

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