“Quais escalas de autorrelato e heterorrelato são utilizadas na avaliação dimensional do Transtorno
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respostas
“Quais escalas de autorrelato e heterorrelato são utilizadas na avaliação dimensional do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
Oi, é um prazer te ter por aqui.
As principais escalas incluem:
Autorrelato:
MSI-BPD – McLean Screening Instrument.
PAI – Borderline Features Scale (BOR).
ZAN-BPD (self-report).
BEST – Borderline Evaluation of Severity Over Time.
BPQ – Borderline Personality Questionnaire.
PID-5 – Personality Inventory for DSM-5 (dimensões patológicas).
Heterorrelato:
ZAN-BPD (clinician-rated).
BPDSI – Borderline Personality Disorder Severity Index.
SIPP-118 – Severity Indices of Personality Problems.
Essas escalas permitem avaliação dimensional, gravidade e impacto funcional.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line em Todo o Brasil e presencialmente em Vitória-ES
Abraços
As principais escalas incluem:
Autorrelato:
MSI-BPD – McLean Screening Instrument.
PAI – Borderline Features Scale (BOR).
ZAN-BPD (self-report).
BEST – Borderline Evaluation of Severity Over Time.
BPQ – Borderline Personality Questionnaire.
PID-5 – Personality Inventory for DSM-5 (dimensões patológicas).
Heterorrelato:
ZAN-BPD (clinician-rated).
BPDSI – Borderline Personality Disorder Severity Index.
SIPP-118 – Severity Indices of Personality Problems.
Essas escalas permitem avaliação dimensional, gravidade e impacto funcional.
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Psicólogo Fernando Segundo
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Mostrar especialistas Como funciona?
Na avaliação dimensional do TPB, são utilizadas escalas de autorrelato que investigam intensidade e frequência de traços como impulsividade, instabilidade afetiva e dificuldades interpessoais, como o Borderline Personality Questionnaire (BPQ), o McLean Screening Instrument for BPD (MSI-BPD) e o Personality Assessment Inventory – Borderline Features (PAI-BOR). Em abordagens mais amplas de personalidade, também podem ser utilizados instrumentos como o PID-5 (Personality Inventory for DSM-5), que avalia traços patológicos em dimensões contínuas, incluindo afetividade negativa e desinibição. No campo dos heterorrelatos, são empregados instrumentos como a Borderline Evaluation of Severity over Time (BEST), além de entrevistas estruturadas como a SCID-5-PD, que dependem da avaliação clínica do entrevistador para captar padrões de funcionamento persistentes. Do ponto de vista psicanalítico, essas escalas são úteis para mapear manifestações observáveis e sua intensidade, mas não substituem a compreensão da organização subjetiva subjacente, que envolve relações objetais, defesas e modos singulares de simbolização que só podem ser plenamente apreendidos na escuta clínica.
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