Quais são as características de pais com perfil invalidante?
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Quais são as características de pais com perfil invalidante?
Normalmente pais que não tiveram um bom desenvolvimento psicológico. E o potencial de invalidação depende muito de qual período do desenvolvimento que não foi bem vivido. Pais que não tiveram uma boa vivencia desde a infância por exemplo, são pais que as crianças estão brincando numa pracinha e eles ficam controlando a brincadeira desnecessariamente, ficam alertando "perigos" que são mais medos internos e não deixam os filhos se desafiarem em brincadeiras com risco adequado a idade, como correr e poder cair (risco normal). Na adolescência são pais que boicotam o desenvolvimento da sexualidade, que quando o filho começa com interesse saudável começam a colocar medos exagerados e não explicam nada. Não aceitam escolhas de musicas, estilo de vestimentas e escolhas natural da idade. Pais com transtorno borderline, normalmente criam os filhos para que satisfação seu ideal de amor não correspondido, pois como não tiveram o amor ideal tão sonhado, tentem a projetar isso nos filhos, normalmente estes pais sufocam os filhos na infância e na adolescência eles se rebelam. Por isso é muito importante pais com transtorno borderline faziam tratamento psicológico e psiquiátrico. E os filhos fazerem avaliações para ver a necessidade de também se tratarem. Espero ter ajudado.
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Pais com um perfil invalidante costumam apresentar dificuldades em reconhecer e legitimar a experiência emocional dos filhos. Com frequência minimizam sentimentos, tratam emoções como exagero ou fraqueza, desestimulam a expressão emocional, respondem mais com críticas do que com acolhimento e tendem a priorizar desempenho, obediência ou resultados em vez de escuta. Também podem comparar os filhos com outras pessoas, impor expectativas rígidas, ter dificuldade em respeitar limites emocionais e reagir de forma defensiva ou punitiva quando o filho expressa frustração, tristeza ou raiva. Muitas vezes esse perfil não surge por limitações emocionais dos próprios pais, que acabam dificultando o desenvolvimento da autonomia emocional dos filhos.
Muitas vezes são pais que não sabem lidar com emoções, próprias ou dos filhos. Tendem a minimizar sentimentos, questionar reações emocionais, comparar a dor do filho com a de outras pessoas ou responder com frases que fazem a criança duvidar do que sente. Mesmo sem intenção, acabam transmitindo a mensagem de que sentir é errado, exagerado ou inconveniente.
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