Quais são as diferenças entre modelo transdiagnóstico e abordagem transdiagnóstica ?
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Quais são as diferenças entre modelo transdiagnóstico e abordagem transdiagnóstica ?
Embora os termos sejam usados como sinônimos, há uma diferença sutil:
O modelo transdiagnóstico é a estrutura teórica que propõe que diversos transtornos compartilham fatores psicológicos comuns — como evitação emocional, ruminação, fusão cognitiva e desregulação emocional. Ele busca entender o funcionamento humano além dos diagnósticos específicos.
Já a abordagem transdiagnóstica é a forma prática de aplicar esse modelo na clínica, ou seja, são os protocolos, estratégias e intervenções que tratam os processos centrais, independentemente do nome do transtorno (como o Protocolo Unificado de Barlow, ACT, ou a TCC baseada em processos).
Resumindo:
• O modelo explica o “porquê”.
• A abordagem mostra o “como”.
O modelo transdiagnóstico é a estrutura teórica que propõe que diversos transtornos compartilham fatores psicológicos comuns — como evitação emocional, ruminação, fusão cognitiva e desregulação emocional. Ele busca entender o funcionamento humano além dos diagnósticos específicos.
Já a abordagem transdiagnóstica é a forma prática de aplicar esse modelo na clínica, ou seja, são os protocolos, estratégias e intervenções que tratam os processos centrais, independentemente do nome do transtorno (como o Protocolo Unificado de Barlow, ACT, ou a TCC baseada em processos).
Resumindo:
• O modelo explica o “porquê”.
• A abordagem mostra o “como”.
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Olá, espero que você esteja bem.
O modelo transdiagnóstico é uma estrutura teórica que possui o foco nos processos que corroboram e mantém o sofrimento humano, esses processos estão presentes em diversos transtornos, alguns exemplos de processos trabalhados nesse modelo são a ruminação, esquiva experiencial, baixa clareza em valores, falta de compromisso com valores, rigidez cognitiva e atenção inflexível, ou seja, mais voltada para o passado e o futuro do que o presente. Já a abordagem transdiagnóstica é a prática na clinica dessa teoria, portanto é as estratégias e intervenções que tratam esses processos que mantém o sofrimento mental e que estão presentes em diversos transtornos. Espero ter conseguido responder sua pergunta. Caso ainda restem duvidas ou queira fazer um acompanhamento psicológico pode entrar em contato comigo e agendar um horário, fico a disposição.
O modelo transdiagnóstico é uma estrutura teórica que possui o foco nos processos que corroboram e mantém o sofrimento humano, esses processos estão presentes em diversos transtornos, alguns exemplos de processos trabalhados nesse modelo são a ruminação, esquiva experiencial, baixa clareza em valores, falta de compromisso com valores, rigidez cognitiva e atenção inflexível, ou seja, mais voltada para o passado e o futuro do que o presente. Já a abordagem transdiagnóstica é a prática na clinica dessa teoria, portanto é as estratégias e intervenções que tratam esses processos que mantém o sofrimento mental e que estão presentes em diversos transtornos. Espero ter conseguido responder sua pergunta. Caso ainda restem duvidas ou queira fazer um acompanhamento psicológico pode entrar em contato comigo e agendar um horário, fico a disposição.
O modelo transdiagnóstico explica o “porquê”. Trata-se da base teórica que propõe que diferentes diagnósticos podem compartilhar fatores psicológicos e sintomas em comum, como evitação, ruminação e outras formas de desregulação emocional, considerando o ser humano em sua complexidade e singularidade.
Já a abordagem transdiagnóstica explica o “como”. Refere-se à aplicação prática dessa teoria na clínica, por meio de protocolos, estratégias e intervenções específicas que buscam tratar o paciente para além de um diagnóstico isolado, compreendendo-o como uma pessoa que apresenta essas dificuldades, mas também possui características, experiências e particularidades individuais.
Já a abordagem transdiagnóstica explica o “como”. Refere-se à aplicação prática dessa teoria na clínica, por meio de protocolos, estratégias e intervenções específicas que buscam tratar o paciente para além de um diagnóstico isolado, compreendendo-o como uma pessoa que apresenta essas dificuldades, mas também possui características, experiências e particularidades individuais.
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