Qual o papel da empatia e da comunicação na luta contra o bullying?

3 respostas
Qual o papel da empatia e da comunicação na luta contra o bullying?
Muito importantes!
A empatia é o comportamento de entender e buscar dentro de si uma vivência similar ao que o outro está sentindo ou expressando. É se conectar ao outro e ser solidário a sua dor. Nunca podemos sentir o que outro sente, pois os sentimentos são vivências subjetivas. Mas podemos tentar entender o que se passa no outro e nos conectar as emoções expressadas por ele.
A empatia como um comportamento precisa ser ensinada e estimulada, algumas pessoas vão aprender mais rápido, outras nem tanto. Porém, precisamos estimular!
Já a comunicação também nos ajuda a nos conectar com os outros, através dos gestos e palavras, comunicando o que se passa dentro de nós, o que pensamos, sentimentos, experimentamos, queremos, etc.
A violência é uma forma de se comunicar com o mundo como se fosse uma linguagem. Assim, para combater o bullying precisamos aprender a nos conectar, emocionalmente, através da empatia, e simbolicamente, pela linguagem verbal e não-verbal, com o outro de forma mais sofisticadas, ou seja, com mais elementos psiquicos.

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A empatia permite reconhecer a dor do outro e romper o ciclo de desumanização que sustenta o bullying. Já a comunicação aberta e respeitosa cria espaços de escuta e entendimento, reduzindo o medo e o isolamento. Juntas, empatia e diálogo fortalecem vínculos, estimulam a responsabilidade mútua e promovem um ambiente em que o respeito substitui a agressão como forma de relação humana.
 Raquel Aroxa Prudente
Psicólogo, Psicopedagogo
Aracaju
A empatia e a comunicação são centrais na luta contra o bullying porque possibilitam reconhecimento, nomeação e interrupção do sofrimento antes que ele se naturalize. A empatia permite perceber o impacto real das agressões — emocionais, sociais ou simbólicas — rompendo a lógica de minimização e culpabilização da vítima. Já a comunicação clara, acessível e segura cria espaço para denunciar, pedir ajuda, estabelecer limites e construir respostas coletivas, envolvendo escola, família e pares. Quando empatia e comunicação caminham juntas, fortalecem vínculos, reduzem o silêncio protetor do agressor e promovem uma cultura de cuidado, responsabilização e respeito.

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