. Qual o primeiro passo se suspeitar de um problema de saúde mental?

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. Qual o primeiro passo se suspeitar de um problema de saúde mental?
 Fernanda do Amaral C. Ribeiro
Psicólogo
São Paulo
Quando nossa percebemos que está mais difícil viver nossa rotina do que o de costume. Para aém dos sentimentos e pensamentos, devemos atentar também a sinais básicos como falta de disposição, irritabilidade, sonolência, insônia, alteração no apetite.

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Como cada pessoa é unica, os sintomas de doenças mentais pode variar muito, precisamos ficar atento aos sintomas,mais em geral a ansiedade é um deles, mas também pode ser melancolia, choro sem motivo, não fazer tarefas que antes era prazerosas, evitar pessoas amadas, etc...

Procure orintações profissionais ao sentir alguns dos sintomas acima citados, ou sentir -se diferente do normal do seu dia-a -dia.
Dra. Ana Paula Porto
Psicólogo
Rio de Janeiro
O primeiro passo é reconhecer os sinais e buscar avaliação com um profissional de saúde mental qualificado, como psicólogo ou psiquiatra. A orientação profissional permite identificar com clareza o que está acontecendo e definir o melhor caminho de cuidado, evitando autodiagnósticos e oferecendo suporte seguro desde o início.
O caráter mais significativo é se há sofrimento. Não existem problemas de saúde mental sem sofrimento. Geralmente profissionais de saúde determinam a gravidade de cada caso por 3 fatores:
Duração;
Intensidade;
Frequência.
Se você julgar que seu sofrimento seja grande o suficiente, basta isso para ser válida a procura de um profissional em saúde mental (psicólogo e psiquiatra) e buscar cuidar-se para aliviar seu próprio sofrimento através de seus esforços.
O primeiro e mais importante passo é romper o silêncio e conversar com alguém. A suspeita de um problema de saúde mental pode gerar muita angústia quando guardada apenas para nós. O ideal é buscar diretamente um profissional qualificado, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação clara e segura. No entanto, se isso parecer um passo muito grande no momento, comece conversando com uma pessoa de sua total confiança, como um amigo ou familiar. Externalizar sua preocupação já é um ato terapêutico e o início do caminho para o cuidado.

Se você decidiu dar esse passo, mas não sabe por onde começar, podemos conversar.
 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
O primeiro passo é reconhecer o que você está sentindo e dar valor a esse incômodo. Muitas vezes, quando surge uma angústia persistente, mudanças de humor, dificuldade de lidar com situações do cotidiano ou sintomas físicos relacionados à tensão, isso pode ser um sinal de que algo precisa ser olhado com mais atenção.

Buscar um espaço de escuta especializada ajuda a compreender o que está acontecendo em um nível mais profundo, dando sentido às experiências e encontrando novas formas de lidar com elas. Também pode ser importante, dependendo do caso, procurar um médico psiquiatra para avaliar a necessidade de acompanhamento medicamentoso.

O mais importante é não enfrentar isso sozinho: conversar com um profissional é um passo fundamental para o cuidado com a saúde mental.
Se você está começando a perceber sinais de que algo não vai bem com a sua saúde mental, o primeiro passo é acolher essa percepção sem se julgar. Reconhecer que existe um sofrimento ou uma dificuldade já é um movimento muito importante.

Em seguida, é recomendável buscar uma escuta qualificada: você pode marcar uma consulta psicológica, que tem como objetivo te ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e construir, junto com você, estratégias para lidar com isso. Em alguns casos, também pode ser necessário um acompanhamento médico, como um(a) psiquiatra, para avaliação complementar.
O primeiro passo, ao suspeitar de um problema de saúde mental, é buscar uma escuta qualificada e acolhedora com um profissional especializado, como um psicólogo ou um psiquiatra. Esses profissionais têm formação adequada para avaliar os sintomas, compreender o contexto em que surgem e orientar sobre os caminhos mais apropriados para o cuidado.

Muitas vezes, sinais de sofrimento psíquico — como mudanças de humor, alterações no sono ou apetite, dificuldade de concentração, sensação de angústia persistente, entre outros — são negligenciados ou normalizados por longos períodos. No entanto, quanto mais cedo houver uma avaliação, maiores são as chances de prevenir agravamentos e de promover um processo de cuidado mais eficaz.

É importante destacar que procurar ajuda não significa fraqueza, mas sim um ato de responsabilidade e autocuidado. Assim como cuidamos do corpo quando sentimos dor física, também devemos cuidar da saúde mental quando percebemos que algo não vai bem emocionalmente.

Além disso, o apoio de familiares ou pessoas próximas pode ser fundamental nesse momento, tanto para incentivar a busca por ajuda quanto para oferecer suporte ao longo do processo.

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