Sou casado a 35 anos, desde criança tenho sentimentos homossexuais gostava de fazer de minhas cuecas
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Sou casado a 35 anos, desde criança tenho sentimentos homossexuais gostava de fazer de minhas cuecas de calcinhas, mas crédito casei e sempre com meu desejo, depois dos trinta anos tive uma experiência homossexual passiva com um travesti, gostei muito e aí aflorou meus desejos e de lá pra cá tenho tido várias experiências homossexuais com homem e travestis, continuo com vontade de usar calcinha usando da minha esposa em casa, meu relacionamento no casamento é bom mas na ha relação sexual, devo continuar na prática homossexual?
Obrigada por compartilhar algo tão íntimo.
O que você sente não é errado — o desejo é parte da sua história, e merece ser escutado com cuidado, sem julgamento.
Mais do que decidir “se deve ou não continuar”, talvez seja o momento de entender o que tudo isso significa para você — e o quanto tem te afetado, em silêncio.
Na análise, é possível explorar essas questões com profundidade, no seu tempo, com acolhimento e ética.
Você não precisa decidir isso sozinho, nem carregar esse conflito em segredo. Existe cuidado possível para o que você sente — com acolhimento, profundidade e sem julgamento.
Se quiser conversar mais sobre isso, esse pode ser um primeiro passo.
O que você sente não é errado — o desejo é parte da sua história, e merece ser escutado com cuidado, sem julgamento.
Mais do que decidir “se deve ou não continuar”, talvez seja o momento de entender o que tudo isso significa para você — e o quanto tem te afetado, em silêncio.
Na análise, é possível explorar essas questões com profundidade, no seu tempo, com acolhimento e ética.
Você não precisa decidir isso sozinho, nem carregar esse conflito em segredo. Existe cuidado possível para o que você sente — com acolhimento, profundidade e sem julgamento.
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Penso que seria importante você conversar com mais profundidade sobre esse assunto com um psicólogo. Nossa sexualidade tem várias nuances e não é necessariamente só o que se ecuta falar (heterossexualidade e homossexualidade). Fico á disposição caso queira agendar uma consulta.
Se essas experiências te fazem bem, te trazem satisfação e fazem sentido para você, não há problema em vivenciá-las. A terapia pode ser um espaço muito importante para você se compreender melhor, entender seus desejos, trabalhar possíveis culpas, medos ou inseguranças e refletir sobre como conduzir sua vida de forma mais autêntica e satisfatória.
Olá, a questão não é a prática homossexual e sim o que está acordado entre você e sua esposa . Se ela não se importa que você se envolva sexualmente com outras pessoas .
Primeiramente, é importante compreender que a sexualidade humana é complexa e pode envolver desejos e expressões que não se encaixam necessariamente nas categorias tradicionais de "heterossexual" ou "homossexual". O fato de você ter sentimentos e desejos por pessoas do mesmo sexo ou gostar de usar roupas associadas ao sexo oposto, como as calcinhas, não define sua identidade de maneira rígida. Essas expressões fazem parte da sua vivência, e não necessariamente precisam ser colocadas dentro de uma caixa. A sexualidade pode ser fluida e é importante que você se permita explorá-la sem culpas ou medo.
Em relação ao seu casamento, o fato de não ter mais uma relação sexual com sua esposa pode ser um indicativo de que há algo não resolvido entre vocês ou que você está se afastando dessa parte da relação. Isso não significa que o casamento está fadado ao fracasso, mas sim que é essencial que você converse com sua esposa sobre seus sentimentos e desejos. Um casamento sólido, baseado em confiança e comunicação, pode enfrentar e até superar crises quando as partes envolvidas estão dispostas a entender o outro.
É importante refletir sobre a escolha de continuar ou não a prática homossexual. Pergunte-se o que está por trás desse desejo: é uma busca por algo que você sente que falta no seu casamento? Ou você sente que está apenas explorando uma parte de sua identidade que, até agora, não tinha se permitido? Quando você encontra prazer e satisfação nessas experiências, elas estão atendendo a uma necessidade emocional ou psicológica que, de outra forma, não está sendo preenchida?
A resposta definitiva sobre continuar com essas práticas só você pode dar, mas antes de tomar essa decisão, seria interessante procurar um espaço terapêutico, onde você possa explorar esses sentimentos e desejos com mais profundidade, sem pressa de chegar a uma conclusão. A psicanálise, por exemplo, pode ajudar a entender as raízes dessas questões, seja em relação a sua sexualidade, ao seu casamento ou até mesmo à sua história de vida.
Em qualquer situação, o mais importante é agir com sinceridade em relação aos seus sentimentos e aos outros envolvidos, especialmente sua esposa. Talvez uma conversa franca com ela possa ser o primeiro passo para entender se esse aspecto da sua sexualidade pode ser incorporado à relação ou se há algo a ser ajustado entre vocês.
Em relação ao seu casamento, o fato de não ter mais uma relação sexual com sua esposa pode ser um indicativo de que há algo não resolvido entre vocês ou que você está se afastando dessa parte da relação. Isso não significa que o casamento está fadado ao fracasso, mas sim que é essencial que você converse com sua esposa sobre seus sentimentos e desejos. Um casamento sólido, baseado em confiança e comunicação, pode enfrentar e até superar crises quando as partes envolvidas estão dispostas a entender o outro.
É importante refletir sobre a escolha de continuar ou não a prática homossexual. Pergunte-se o que está por trás desse desejo: é uma busca por algo que você sente que falta no seu casamento? Ou você sente que está apenas explorando uma parte de sua identidade que, até agora, não tinha se permitido? Quando você encontra prazer e satisfação nessas experiências, elas estão atendendo a uma necessidade emocional ou psicológica que, de outra forma, não está sendo preenchida?
A resposta definitiva sobre continuar com essas práticas só você pode dar, mas antes de tomar essa decisão, seria interessante procurar um espaço terapêutico, onde você possa explorar esses sentimentos e desejos com mais profundidade, sem pressa de chegar a uma conclusão. A psicanálise, por exemplo, pode ajudar a entender as raízes dessas questões, seja em relação a sua sexualidade, ao seu casamento ou até mesmo à sua história de vida.
Em qualquer situação, o mais importante é agir com sinceridade em relação aos seus sentimentos e aos outros envolvidos, especialmente sua esposa. Talvez uma conversa franca com ela possa ser o primeiro passo para entender se esse aspecto da sua sexualidade pode ser incorporado à relação ou se há algo a ser ajustado entre vocês.
Compreendo que você esteja enfrentando um momento de profundas reflexões e descobertas sobre sua sexualidade, especialmente após tantos anos de casamento e com vivências tão marcantes na sua vida adulta. É notável a forma como você descreve seus sentimentos desde a infância, e como certas experiências podem fazer aflorar desejos que estavam ali, talvez latentes. Na Terapia nosso foco é acolher e explorar esses sentimentos sem julgamento, buscando entender como suas experiências, pensamentos e emoções se entrelaçam para formar quem você é e o que você sente.
A terapia pode te ajudar a desvendar as complexidades da sua situação, trabalhando em três frentes principais. Primeiro, podemos explorar os desejos e fantasias que você descreve desde a infância, compreendendo como eles se manifestam e qual o seu significado para você. Segundo, podemos analisar o impacto dessas novas experiências na sua vida e no seu casamento e Terceiro, e talvez o mais importante, podemos trabalhar para que você possa tomar decisões que estejam alinhadas com seu bem-estar e autenticidade, considerando todas as variáveis envolvidas na sua vida, incluindo seu casamento e suas novas vivências sexuais.
Se "devo continuar na prática homossexual?" é algo muito pessoal e que merece ser explorado com profundidade. Não há uma resposta única ou "certa", mas sim um caminho para você descobrir o que é mais genuíno e saudável para você neste momento da sua vida. O que posso te responder sobre isso é a terapia irá te oferecer um espaço seguro para essa autoexploração, ajudando a organizar seus pensamentos e sentimentos, e a encontrar a clareza necessária para tomar suas próprias decisões. Se você sente que este é o momento de mergulhar nessas questões com o apoio de um profissional, ficaria feliz em te acompanhar nessa jornada.
Que tal agendarmos um horário para que possamos conversar e entender melhor como a terapia pode te auxiliar?
A terapia pode te ajudar a desvendar as complexidades da sua situação, trabalhando em três frentes principais. Primeiro, podemos explorar os desejos e fantasias que você descreve desde a infância, compreendendo como eles se manifestam e qual o seu significado para você. Segundo, podemos analisar o impacto dessas novas experiências na sua vida e no seu casamento e Terceiro, e talvez o mais importante, podemos trabalhar para que você possa tomar decisões que estejam alinhadas com seu bem-estar e autenticidade, considerando todas as variáveis envolvidas na sua vida, incluindo seu casamento e suas novas vivências sexuais.
Se "devo continuar na prática homossexual?" é algo muito pessoal e que merece ser explorado com profundidade. Não há uma resposta única ou "certa", mas sim um caminho para você descobrir o que é mais genuíno e saudável para você neste momento da sua vida. O que posso te responder sobre isso é a terapia irá te oferecer um espaço seguro para essa autoexploração, ajudando a organizar seus pensamentos e sentimentos, e a encontrar a clareza necessária para tomar suas próprias decisões. Se você sente que este é o momento de mergulhar nessas questões com o apoio de um profissional, ficaria feliz em te acompanhar nessa jornada.
Que tal agendarmos um horário para que possamos conversar e entender melhor como a terapia pode te auxiliar?
Ei..
- Eu entendi a sua pergunta, mas o mais importante nesse momento, já conversou com sua parceira sobre isso? Se estiver tudo bem para ela, para que parar com o que te faz bem? Ela também sai com outras pessoas?
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Eu entendi a sua pergunta, mas o mais importante nesse momento, já conversou com sua parceira sobre isso? Se estiver tudo bem para ela, para que parar com o que te faz bem? Ela também sai com outras pessoas?
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Olá, agradeço por compartilhar sua vivência com tanta sinceridade. Falar sobre sentimentos e desejos que atravessam toda uma vida não é simples, e você demonstra muita coragem ao fazer isso.
É importante dizer que não existe uma resposta pronta sobre “devo ou não continuar”. O que podemos fazer juntos em um processo terapêutico é refletir sobre o que esses desejos significam para você, como eles impactam sua vida, seu bem-estar e suas relações. Você descreve uma relação longa e estável, mas sem vida sexual, ao mesmo tempo em que vive experiências que parecem trazer satisfação e conexão com partes de si que talvez tenham sido reprimidas por muito tempo.
Sua história revela um conflito entre o que você aprendeu socialmente como “correto” e os desejos que fazem parte da sua identidade. Isso é algo que pode ser profundamente trabalhado na terapia, com respeito, sem julgamentos, e com espaço para que você se escute de maneira autêntica.
Vale lembrar que nossa sexualidade pode ser fluida e múltipla, e que compreender quem você é — além de rótulos e expectativas sociais — pode abrir caminhos para decisões mais conscientes, sejam elas no campo da sexualidade ou dos relacionamentos.
Se você sente que essa questão está gerando sofrimento ou confusão, buscar apoio terapêutico contínuo pode ser um passo importante para seu autoconhecimento e bem-estar emocional.
Conte comigo no que precisar nesse processo.
É importante dizer que não existe uma resposta pronta sobre “devo ou não continuar”. O que podemos fazer juntos em um processo terapêutico é refletir sobre o que esses desejos significam para você, como eles impactam sua vida, seu bem-estar e suas relações. Você descreve uma relação longa e estável, mas sem vida sexual, ao mesmo tempo em que vive experiências que parecem trazer satisfação e conexão com partes de si que talvez tenham sido reprimidas por muito tempo.
Sua história revela um conflito entre o que você aprendeu socialmente como “correto” e os desejos que fazem parte da sua identidade. Isso é algo que pode ser profundamente trabalhado na terapia, com respeito, sem julgamentos, e com espaço para que você se escute de maneira autêntica.
Vale lembrar que nossa sexualidade pode ser fluida e múltipla, e que compreender quem você é — além de rótulos e expectativas sociais — pode abrir caminhos para decisões mais conscientes, sejam elas no campo da sexualidade ou dos relacionamentos.
Se você sente que essa questão está gerando sofrimento ou confusão, buscar apoio terapêutico contínuo pode ser um passo importante para seu autoconhecimento e bem-estar emocional.
Conte comigo no que precisar nesse processo.
O que você está vivendo é legítimo e merece ser acolhido com respeito e sem julgamento. Seus desejos, sua história e seu casamento fazem parte de quem você é hoje. A busca por prazer e autenticidade não é um erro, mas é importante refletir sobre como isso afeta você e as pessoas à sua volta. Recomendo que busque um espaço terapêutico, onde possa explorar esses sentimentos com profundidade e segurança, para entender melhor o que deseja e como viver de forma mais verdadeira e ética consigo mesmo e com sua esposa.
Olá, como tem passado?
Esses desejos, experiências e fantasias que atravessam sua história desde a infância não são sinais de erro ou desvio, mas expressões profundas da sua subjetividade, do seu corpo e da sua vida psíquica.
Esse desejo por experiências homossexuais, a vontade de usar roupas femininas, o prazer vivido com travestis, tudo isso são manifestações que merecem ser escutadas com profundidade, pois simbolizam algo que vai além do ato em si, pois dizem respeito à sua identidade, ao seu corpo e ao modo como você se reconhece ou se nega ao longo da vida.
Esse movimento de repetição pode estar tentando te colocar diante de algo essencial que você ainda não nomeou e que pode ser nomeado em uma boa terapia.
Buscar um psicólogo ou psicanalista, presencial ou online, pode ser um passo essencial para elaborar essas questões com mais profundidade, sem julgamento e com a liberdade de construir um caminho mais verdadeiro para si.
O desejo não precisa ser combatido, precisa ser escutado.
Espero ter ajudado, até a próxima.
Esses desejos, experiências e fantasias que atravessam sua história desde a infância não são sinais de erro ou desvio, mas expressões profundas da sua subjetividade, do seu corpo e da sua vida psíquica.
Esse desejo por experiências homossexuais, a vontade de usar roupas femininas, o prazer vivido com travestis, tudo isso são manifestações que merecem ser escutadas com profundidade, pois simbolizam algo que vai além do ato em si, pois dizem respeito à sua identidade, ao seu corpo e ao modo como você se reconhece ou se nega ao longo da vida.
Esse movimento de repetição pode estar tentando te colocar diante de algo essencial que você ainda não nomeou e que pode ser nomeado em uma boa terapia.
Buscar um psicólogo ou psicanalista, presencial ou online, pode ser um passo essencial para elaborar essas questões com mais profundidade, sem julgamento e com a liberdade de construir um caminho mais verdadeiro para si.
O desejo não precisa ser combatido, precisa ser escutado.
Espero ter ajudado, até a próxima.
Olá. Sua pergunta já reflete a confusão que deve estar sua cabeça. Provavelmente fez descobertas que ha muito tempo estavam escondidas dentro de você. Seus desejos são legítimos pois lhe dão prazer. Mas devem ter várias perguntas ainda a serem respondidas para você mesmo. Se você pergunta se continua na prática homossexual é porque existe a contrapartida que é o relacionamento no seu casamento. E pode ser mais profundo do que isso.
Primeiramente é importante considerar sobre sua orientação sexual, de acordo com seu relato tem sentimentos homossexuais desde a infância e ter gostado de experiências com homens e travestis. Isso sugere que sua orientação pode ser gay ou bissexual — e isso não é errado. Muitas pessoas vivem grande parte da vida tentando reprimir esses sentimentos por causa de pressões culturais, religiosas ou familiares.
Em relação a seu casamento você diz que o relacionamento é bom, mas sem vida sexual. Isso já é um sinal importante. A ausência de desejo ou prazer sexual no casamento pode ter várias causas, mas no seu caso parece que está mais ligada à sua orientação e às experiências que você realmente deseja viver.
Quanto viver uma vida paralela, com encontros sexuais fora do casamento sem que o parceiro saiba, costuma trazer sofrimento a longo prazo. Mesmo que haja prazer momentâneo, há também culpa, medo, e o risco de prejudicar pessoas envolvidas.
Ai você pergunta devo continuar com a prática homossexual? A pergunta real talvez seja: como você pode viver uma vida mais autêntica e honesta com você mesmo e com sua esposa? E isso não é simples, mas é possível.
Buscar apoio psicológico pode ajudá-lo a entender melhor sua orientação, seus desejos e como lidar com as consequências disso.
Em relação a seu casamento você diz que o relacionamento é bom, mas sem vida sexual. Isso já é um sinal importante. A ausência de desejo ou prazer sexual no casamento pode ter várias causas, mas no seu caso parece que está mais ligada à sua orientação e às experiências que você realmente deseja viver.
Quanto viver uma vida paralela, com encontros sexuais fora do casamento sem que o parceiro saiba, costuma trazer sofrimento a longo prazo. Mesmo que haja prazer momentâneo, há também culpa, medo, e o risco de prejudicar pessoas envolvidas.
Ai você pergunta devo continuar com a prática homossexual? A pergunta real talvez seja: como você pode viver uma vida mais autêntica e honesta com você mesmo e com sua esposa? E isso não é simples, mas é possível.
Buscar apoio psicológico pode ajudá-lo a entender melhor sua orientação, seus desejos e como lidar com as consequências disso.
Olá, sinto muito por toda essa confusão que você está sentindo, por ter tido que esconder esse seu desejo por tantos anos, mas que bom que está se descobrindo agora, vendo o que realmente você gosta. Acredito que uma psicoterapia iria te ajudar muito, para você pensar melhor sobre o que você quer realmente da sua vida, o que você quer fazer, isso é muito importante, para você tomar uma decisão. Ninguém deve falar o que você deve ou não fazer, mas nós, psicólogos, fazemos você pensar e ver o que acha que vai ser melhor para você. A gente estimula que você seja quem você é verdadeiramente, seja feliz, faça o que você puder para isso. Se para você ser verdadeiramente feliz e ser você mesmo, você achar que deve se separar e viver o que realmente você sente desejo, pense bem nisso, você não precisa ficar casado só para outras pessoas verem ou porque vocês se dão bem, vocês podem se dar bem e serem amigos só. Enfim, é muita coisa para pensar, então, se quiser, estou à disposição, caso queira marcar uma primeira sessão de terapia, para eu poder te ajudar a entender tudo isso. Abraços e boa sorte!
Dentro de um relacionamento amoroso a parte sexual é importante. Mas se de alguma forma você não se identifica com as escolhas que fez até hoje, é importante entender o que te faz permanecer nessa realidade que não te satisfaz. Se aceitar como é, é uma tarefa complexa, mas não impossível. O suporte da psicoterapia pode te ajudar muito neste processo.
Olá!
A sua pergunta mostra que você está buscando se entender melhor o que é algo importante.
Não existe uma resposta única sobre o que "deve" ser feito. O mais importante agora é compreender os seus desejos e conflitos com escuta e cuidado. O que você viveu e tem vivido aponta para questões profundas sobre sua sexualidade, identidade e também sobre o acordo conjugal que mantém.
Vale refletir: você tem conseguido ser sincero consigo mesmo e com sua parceira? O quanto isso está te causando sofrimento ou te afastando de viver com mais autenticidade?
Recomendo fortemente que você busque atendimento psicológico, não para te dizer o que fazer, mas para te ajudar a entender o que faz sentido pra você.
A sua pergunta mostra que você está buscando se entender melhor o que é algo importante.
Não existe uma resposta única sobre o que "deve" ser feito. O mais importante agora é compreender os seus desejos e conflitos com escuta e cuidado. O que você viveu e tem vivido aponta para questões profundas sobre sua sexualidade, identidade e também sobre o acordo conjugal que mantém.
Vale refletir: você tem conseguido ser sincero consigo mesmo e com sua parceira? O quanto isso está te causando sofrimento ou te afastando de viver com mais autenticidade?
Recomendo fortemente que você busque atendimento psicológico, não para te dizer o que fazer, mas para te ajudar a entender o que faz sentido pra você.
Olá! Esta é uma situação delicada, e a única pessoa que pode lhe dizer o que fazer, é você mesmo. Como você traz a situação homossexual como um desejo reprimido e que nunca aconteceu antes, mas que agora veio a aflorar, caso queira falar mais sobre isso, pode ser interessante estar em um espaço de terapia para conhecer mais sobre si mesmo e sobre seus desejos. Caso queira, estou à disposição!
Essa é uma questão muito pessoal e profunda. O mais importante é buscar autoconhecimento e entender seus desejos com honestidade, sem culpa. Avalie o impacto dessas práticas na sua saúde emocional, no seu casamento e nos valores que são importantes para você. Conversar com um psicólogo pode ajudar muito a esclarecer o que você realmente quer e precisa para viver com mais autenticidade e equilíbrio.
Boa tarde
O psicólogo sempre retorna a pergunta para o paciente, pois não damos conselhos e não tentamos conduzir a vida do paciente, conduzimos o tratamento. Você pensa, sente falta, sente vontade de continuar mantendo relações homossexuais? O que você levaria em conta para tomar essa decisão? Questões morais, religiosas, de preconceito? Você precisa avaliar para onde caminha esse seu desejo e que consequências isso pode te trazer. Ter a escuta de um profissional pode te ajudar nesse caminho. Abraços
O psicólogo sempre retorna a pergunta para o paciente, pois não damos conselhos e não tentamos conduzir a vida do paciente, conduzimos o tratamento. Você pensa, sente falta, sente vontade de continuar mantendo relações homossexuais? O que você levaria em conta para tomar essa decisão? Questões morais, religiosas, de preconceito? Você precisa avaliar para onde caminha esse seu desejo e que consequências isso pode te trazer. Ter a escuta de um profissional pode te ajudar nesse caminho. Abraços
Aqui estão algumas considerações que podem talvez possam te ajudar:
1. **Autoaceitação**: É fundamental aceitar seus sentimentos e desejos. Muitas pessoas têm experiências e desejos que não se alinham perfeitamente com suas vidas anteriores ou expectativas sociais. Isso é normal.
2. **Comunicação**: Se você se sente confortável, pode ser útil conversar com sua esposa sobre seus desejos. A comunicação aberta em um relacionamento pode fortalecer os laços e criar um espaço seguro para discutir essas questões.
3. **Exploração**: Se você está explorando sua sexualidade, considere fazer isso de forma que não prejudique seu relacionamento atual, especialmente se você está contente com sua parceira em outros aspectos.
4. **Busca de apoio**: Conversar com um profissional, como um terapeuta ou conselheiro especializado em questões de sexualidade, pode oferecer um espaço seguro para explorar seus sentimentos e preocupações.
5. **Reflexão sobre o casamento**: Pense no que você realmente deseja para o seu futuro. O que é mais importante para você? A relação com sua esposa ou a exploração de sua sexualidade? Isso pode ajudá-lo a tomar decisões informadas.
Lembre-se de que não estou aqui para dar conselhos definitivos, mas sim para ajudá-lo a pensar sobre suas opções. Se precisar de mais informações ou recursos, estou à disposição!
1. **Autoaceitação**: É fundamental aceitar seus sentimentos e desejos. Muitas pessoas têm experiências e desejos que não se alinham perfeitamente com suas vidas anteriores ou expectativas sociais. Isso é normal.
2. **Comunicação**: Se você se sente confortável, pode ser útil conversar com sua esposa sobre seus desejos. A comunicação aberta em um relacionamento pode fortalecer os laços e criar um espaço seguro para discutir essas questões.
3. **Exploração**: Se você está explorando sua sexualidade, considere fazer isso de forma que não prejudique seu relacionamento atual, especialmente se você está contente com sua parceira em outros aspectos.
4. **Busca de apoio**: Conversar com um profissional, como um terapeuta ou conselheiro especializado em questões de sexualidade, pode oferecer um espaço seguro para explorar seus sentimentos e preocupações.
5. **Reflexão sobre o casamento**: Pense no que você realmente deseja para o seu futuro. O que é mais importante para você? A relação com sua esposa ou a exploração de sua sexualidade? Isso pode ajudá-lo a tomar decisões informadas.
Lembre-se de que não estou aqui para dar conselhos definitivos, mas sim para ajudá-lo a pensar sobre suas opções. Se precisar de mais informações ou recursos, estou à disposição!
Boa noite!
Os desejos sexuais infantis permaneceram preservados em você, e depois de muito tempo conseguiu ter relações sexuais. A questão não é se deve ou não ter relações homossexuais, mas de refletir como está o relacionamento com sua esposa, mesmo que você não tenha relação sexual com ela, penso que seria importante falar sobre a posição que você quer tomar. Claro que não é fácil sustentar e bancar os próprios desejos, por isso que acredito que seja muito importante para você ser acompanhado por um psicólogo especialista em sexualidade, ele terá as condições para compreender e refletir juntos os conflitos e angústias a respeito da sua sexualidade. É importante o acompanhamento com um profissional para que você se sinta mais seguro e confiante para viver mais saudavelmente suas escolhas.
Espero ter ajudado!
Os desejos sexuais infantis permaneceram preservados em você, e depois de muito tempo conseguiu ter relações sexuais. A questão não é se deve ou não ter relações homossexuais, mas de refletir como está o relacionamento com sua esposa, mesmo que você não tenha relação sexual com ela, penso que seria importante falar sobre a posição que você quer tomar. Claro que não é fácil sustentar e bancar os próprios desejos, por isso que acredito que seja muito importante para você ser acompanhado por um psicólogo especialista em sexualidade, ele terá as condições para compreender e refletir juntos os conflitos e angústias a respeito da sua sexualidade. É importante o acompanhamento com um profissional para que você se sinta mais seguro e confiante para viver mais saudavelmente suas escolhas.
Espero ter ajudado!
Olá! Para ajudar na sua reflexão, talvez deva reformular a pergunta: “devo continuar casado?” Espero que a pergunta lhe traga as soluções desejáveis.
Entendo que essa é uma situação é muito pessoal e complexa. Da maneira que compreendo o sujeito é fundamental que você se sinta livre para explorar seus sentimentos e desejos sem julgamento. O mais importante é que você esteja em um lugar de autoaceitação e compreensão, que parece que não é o que está acontecendo. Se isso está causando conflito interno ou afetando seu bem estar, talvez seja útil considerar conversar com um profissional de confiança, como um psicólogo, para ajudá-lo a entender melhor seus sentimentos e como você pode se sentir mais alinhado com quem você é. O mais importante é que você busque o que faz sentido na sua vida e encontre sua autenticidade na maneira de se relacinar e estar no mundo.
Não há nenhum problema que você continue com suas práticas homossexuais desde que você se cuide usando preservativos e cuide para que sua esposa não seja prejudicada com isso. O melhor nessa situação é que ela saiba do que você está sentindo e fazendo. Se não for possível contar a verdade, então por não haver mais sexo no seu casamento você tem duas opções: manter o casamento e viver com uma amiga mas sem desfrutar dos prazeres de ter uma relação homoafetiva completa ou se separar para que os dois possam ser felizes de modo completo. Acho que o melhor caminho pode ser uma conversa sincera com essa companheira de 35 anos.
Olá, tudo bem? Imagino o quanto deve ser intenso equilibrar, há tantos anos, a vida conjugal que você valoriza com desejos que parecem correr por uma trilha paralela e silenciosa. Quando impulsos que ficaram contidos por décadas finalmente encontram uma brecha para se manifestar, é comum que a mente fique repleta de dúvidas sobre quem somos, o que desejamos e quais compromissos queremos preservar.
A Neurociência mostra que nossa orientação e excitação sexual resultam de circuitos cerebrais moldados por experiências precoces, hormônios e aprendizados culturais; por isso, um desejo não “aparece” de repente, mas ganha força sempre que encontra contextos que o validam. Da mesma forma, a sensação de alívio e prazer que descreve após as experiencias homossexuais não é mera curiosidade: é o sistema de recompensa sinalizando que algo importante para sua autenticidade foi atendido, ainda que isso conflite com valores ou acordos do casamento.
Talvez ajude refletir: em que medida esses encontros expressam aspectos essenciais da sua identidade, e o que eles significam para a história que você quer contar sobre si? O que, exatamente, torna seu relacionamento conjugal “bom”, e quais partes desse vínculo precisariam ser renegociadas para que haja espaço para sua sexualidade completa? Além disso, que sentimentos emergem quando imagina conversar abertamente com sua esposa sobre seus desejos — seria medo de perder o vínculo, esperança de maior honestidade, culpa, alívio? Explorar essas respostas pode clarificar se a prática homossexual é uma busca por autoafirmação, uma fuga de frustrações conjugais ou algo ainda mais profundo.
Em um processo terapêutico, você poderá investigar essas camadas com segurança, ponderar limites éticos e afetivos e decidir, com plena consciência, que tipo de vida íntima combina com seus valores e com o respeito mútuo no casamento. Caso precise, estou à disposição.
A Neurociência mostra que nossa orientação e excitação sexual resultam de circuitos cerebrais moldados por experiências precoces, hormônios e aprendizados culturais; por isso, um desejo não “aparece” de repente, mas ganha força sempre que encontra contextos que o validam. Da mesma forma, a sensação de alívio e prazer que descreve após as experiencias homossexuais não é mera curiosidade: é o sistema de recompensa sinalizando que algo importante para sua autenticidade foi atendido, ainda que isso conflite com valores ou acordos do casamento.
Talvez ajude refletir: em que medida esses encontros expressam aspectos essenciais da sua identidade, e o que eles significam para a história que você quer contar sobre si? O que, exatamente, torna seu relacionamento conjugal “bom”, e quais partes desse vínculo precisariam ser renegociadas para que haja espaço para sua sexualidade completa? Além disso, que sentimentos emergem quando imagina conversar abertamente com sua esposa sobre seus desejos — seria medo de perder o vínculo, esperança de maior honestidade, culpa, alívio? Explorar essas respostas pode clarificar se a prática homossexual é uma busca por autoafirmação, uma fuga de frustrações conjugais ou algo ainda mais profundo.
Em um processo terapêutico, você poderá investigar essas camadas com segurança, ponderar limites éticos e afetivos e decidir, com plena consciência, que tipo de vida íntima combina com seus valores e com o respeito mútuo no casamento. Caso precise, estou à disposição.
Obrigado por compartilhar algo tão íntimo. O que você está trazendo é profundamente humano envolve sua história, seu desejo, seus afetos e também seus conflitos. Não há uma resposta pronta ou simples para a pergunta “devo continuar?”, porque o mais importante não é o “sim” ou “não”, mas o que essa prática significa para você, como ela atravessa sua vida, seu corpo, seu desejo e também seus vínculos.
Você fala de um casamento de 35 anos que é bom, mas sem relação sexual. Fala de desejos que te acompanham desde a infância e que não desapareceram, mas se intensificaram com o tempo, especialmente após experiências homossexuais nas quais você se sentiu bem. Isso já nos mostra que o seu desejo não é passageiro ou superficial — ele faz parte de você, e te constitui como sujeito.
O uso das calcinhas, a identificação com elementos do feminino, pode ser visto, na psicanálise, como expressões do seu desejo singular, que não precisa se encaixar em rótulos fechados como “gay” ou “hetero”. A sexualidade é muito mais complexa do que uma identidade fixa. Mas o que importa aqui não é o que você “é”, e sim o que você está tentando sustentar: quais fantasias, quais angústias, quais repetições, quais silêncios e quais verdades.
Se você está buscando uma resposta sobre o que “deve” fazer, talvez esteja em conflito — seja com a ideia de trair sua esposa, com o medo do julgamento, com a culpa, ou mesmo com o impacto que isso tem sobre sua própria imagem. E esses são aspectos que merecem ser olhados com cuidado.
Por isso, mais do que decidir se “continua” ou “para”, talvez o caminho seja o de elaborar, escutar, e entender o que essas experiências dizem sobre você. Não no sentido moral, mas no sentido do desejo: o que você busca nelas? O que elas te oferecem que não está presente em outros lugares? O que falta, o que sobra, o que retorna? A análise pode te ajudar muito nesse ponto, e me coloco a disposição para te ouvir. Não para te julgar ou dizer o que fazer, mas para abrir espaço para que você se escute.
Você fala de um casamento de 35 anos que é bom, mas sem relação sexual. Fala de desejos que te acompanham desde a infância e que não desapareceram, mas se intensificaram com o tempo, especialmente após experiências homossexuais nas quais você se sentiu bem. Isso já nos mostra que o seu desejo não é passageiro ou superficial — ele faz parte de você, e te constitui como sujeito.
O uso das calcinhas, a identificação com elementos do feminino, pode ser visto, na psicanálise, como expressões do seu desejo singular, que não precisa se encaixar em rótulos fechados como “gay” ou “hetero”. A sexualidade é muito mais complexa do que uma identidade fixa. Mas o que importa aqui não é o que você “é”, e sim o que você está tentando sustentar: quais fantasias, quais angústias, quais repetições, quais silêncios e quais verdades.
Se você está buscando uma resposta sobre o que “deve” fazer, talvez esteja em conflito — seja com a ideia de trair sua esposa, com o medo do julgamento, com a culpa, ou mesmo com o impacto que isso tem sobre sua própria imagem. E esses são aspectos que merecem ser olhados com cuidado.
Por isso, mais do que decidir se “continua” ou “para”, talvez o caminho seja o de elaborar, escutar, e entender o que essas experiências dizem sobre você. Não no sentido moral, mas no sentido do desejo: o que você busca nelas? O que elas te oferecem que não está presente em outros lugares? O que falta, o que sobra, o que retorna? A análise pode te ajudar muito nesse ponto, e me coloco a disposição para te ouvir. Não para te julgar ou dizer o que fazer, mas para abrir espaço para que você se escute.
Boa tarde! O questionamento nessa questão deveria ter haver com o relacionamento que você mantem atualmente, se ainda faz sentido permanecer nessa relação, se é justo com ela também manter o relacionamento nessas condições. Um acompanhamento psicológico poderia ajuda-lo melhor a discernir essa situação.
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