Tenho problema de ansiedade e com isso tenho algumas palpitações as vezes. Minha pressão arterial ta
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Tenho problema de ansiedade e com isso tenho algumas palpitações as vezes. Minha pressão arterial também anda alta, depois que fiquei obesa. Tenho muito desânimo e falta de energia, o que me atrapalha ir a um médico, mas resolvi buscar ajuda, pois atrapalha bastante meu dia a dia. Nesse caso posso ir diretamente ao psiquiatra e depois no cardiologista ou teria que ser a ordem inversa?
Olá! Fico feliz por você ter dado esse passo importante em buscar ajuda — isso já mostra muita força.
Como médico de Família e Comunidade, minha orientação seria começar com uma consulta com um médico generalista, como nós da Medicina de Família, antes de procurar diretamente especialistas como psiquiatra ou cardiologista. Vou te explicar o porquê:
Você descreve sintomas que estão interligados: ansiedade, palpitações, pressão alta, obesidade, desânimo e falta de energia. Tudo isso pode estar relacionado, e muitas vezes a ansiedade e o desânimo impactam também a pressão arterial, o sono, a alimentação e o peso — e vice-versa.
Na Medicina de Família, olhamos o quadro de forma integrada, avaliamos o que pode estar por trás de tudo isso (às vezes até causas hormonais, estilo de vida, histórico familiar), e já iniciamos tratamentos, inclusive para ansiedade leve a moderada e pressão alta. Se identificarmos a necessidade de acompanhamento com o psiquiatra ou o cardiologista, encaminhamos você com mais clareza sobre o que está acontecendo, o que também agiliza o atendimento com os especialistas.
Outra vantagem é que conseguimos organizar seu cuidado ao longo do tempo, com acompanhamento contínuo, que é essencial em casos crônicos como ansiedade e hipertensão.
Mas se for mais fácil, emocionalmente, marcar direto com o psiquiatra (especialmente se você sentir que a ansiedade é o que mais está te afetando agora), também é válido. O importante é não adiar mais o cuidado com você mesma.
Como médico de Família e Comunidade, minha orientação seria começar com uma consulta com um médico generalista, como nós da Medicina de Família, antes de procurar diretamente especialistas como psiquiatra ou cardiologista. Vou te explicar o porquê:
Você descreve sintomas que estão interligados: ansiedade, palpitações, pressão alta, obesidade, desânimo e falta de energia. Tudo isso pode estar relacionado, e muitas vezes a ansiedade e o desânimo impactam também a pressão arterial, o sono, a alimentação e o peso — e vice-versa.
Na Medicina de Família, olhamos o quadro de forma integrada, avaliamos o que pode estar por trás de tudo isso (às vezes até causas hormonais, estilo de vida, histórico familiar), e já iniciamos tratamentos, inclusive para ansiedade leve a moderada e pressão alta. Se identificarmos a necessidade de acompanhamento com o psiquiatra ou o cardiologista, encaminhamos você com mais clareza sobre o que está acontecendo, o que também agiliza o atendimento com os especialistas.
Outra vantagem é que conseguimos organizar seu cuidado ao longo do tempo, com acompanhamento contínuo, que é essencial em casos crônicos como ansiedade e hipertensão.
Mas se for mais fácil, emocionalmente, marcar direto com o psiquiatra (especialmente se você sentir que a ansiedade é o que mais está te afetando agora), também é válido. O importante é não adiar mais o cuidado com você mesma.
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É importante abordar tanto a saúde mental quanto a física. Recomendo que você consulte primeiro um cardiologista para avaliar as palpitações e a pressão arterial elevada. Isso é crucial para descartar ou tratar qualquer condição cardíaca subjacente. Após essa avaliação, um psiquiatra pode ajudar com a ansiedade e o desânimo. Ambos os profissionais podem trabalhar juntos para oferecer um tratamento integrado. Não hesite em buscar ajuda, pois cuidar de sua saúde é essencial.
É recomendável que você inicie com uma avaliação clínica ou cardiológica, pois suas queixas de pressão alta e palpitações precisam ser investigadas. Depois, ou paralelamente, o psiquiatra pode ajudar muito com a ansiedade e o desânimo.
Olá. Sugiro que você já procure os dois médicos, independente da ordem, pois será necessária a avaliação dos dois profissionais. Melhoras!
Dado que tanto a ansiedade quanto a hipertensão estão afetando sua qualidade de vida, o ideal seria buscar um psiquiatra primeiro, para controlar os sintomas de ansiedade que podem estar impactando seu dia a dia. O cardiologista deve ser consultado logo em seguida para monitorar e tratar sua pressão arterial elevada e possíveis riscos relacionados à obesidade. Ajudo em algo mais?
Olá, espero que esteja tudo bem por aí!
É importante abordar tanto a ansiedade quanto os problemas de pressão arterial, pois ambos podem estar interligados e afetar sua qualidade de vida. Nesse caso, você pode começar pela consulta com o psiquiatra, que pode ajudar a controlar a ansiedade, um fator que pode estar contribuindo para as palpitações e o desânimo. Após o acompanhamento psiquiátrico, seria interessante consultar o cardiologista para verificar a pressão arterial e outros aspectos cardíacos. Dessa forma, você estará tratando tanto a causa emocional quanto a física.
Se precisar, fique à vontade para marcar uma teleconsulta aqui no Doctoralia para cuidar do seu caso.
Atenciosamente!
É importante abordar tanto a ansiedade quanto os problemas de pressão arterial, pois ambos podem estar interligados e afetar sua qualidade de vida. Nesse caso, você pode começar pela consulta com o psiquiatra, que pode ajudar a controlar a ansiedade, um fator que pode estar contribuindo para as palpitações e o desânimo. Após o acompanhamento psiquiátrico, seria interessante consultar o cardiologista para verificar a pressão arterial e outros aspectos cardíacos. Dessa forma, você estará tratando tanto a causa emocional quanto a física.
Se precisar, fique à vontade para marcar uma teleconsulta aqui no Doctoralia para cuidar do seu caso.
Atenciosamente!
Como você tem ansiedade, palpitações, pressão alta e sintomas como desânimo e cansaço, o ideal seria passar por avaliação com os dois especialistas.
Se os sintomas emocionais (ansiedade, desânimo, falta de energia) estão mais intensos, comece pelo psiquiatra.
Se as palpitações e a pressão alta estão mais preocupantes, o cardiologista pode ser o primeiro passo.
Ambos podem solicitar exames e ajudar a organizar o seu cuidado. E se consultar primeiro um, ele pode encaminhar para o outro quando necessário. O mais importante é não adiar mais — qualquer um dos dois será um ótimo começo.
Se os sintomas emocionais (ansiedade, desânimo, falta de energia) estão mais intensos, comece pelo psiquiatra.
Se as palpitações e a pressão alta estão mais preocupantes, o cardiologista pode ser o primeiro passo.
Ambos podem solicitar exames e ajudar a organizar o seu cuidado. E se consultar primeiro um, ele pode encaminhar para o outro quando necessário. O mais importante é não adiar mais — qualquer um dos dois será um ótimo começo.
Você pode, sim, procurar diretamente um psiquiatra, e isso não impede (nem substitui) a avaliação clínica e cardiológica. Na prática, quando há palpitações, pressão arterial elevada e fatores como obesidade, o ideal é que as avaliações aconteçam em paralelo ou com pouca diferença de tempo, porque sintomas de ansiedade e de causas cardiovasculares ou metabólicas podem se parecer e também podem coexistir.
De forma geral, faz sentido pensar assim: o psiquiatra é apropriado quando a ansiedade e o desânimo estão atrapalhando o funcionamento e a busca de ajuda, porque ele pode organizar o cuidado de saúde mental e orientar estratégias terapêuticas; ao mesmo tempo, o cardiologista (ou um clínico geral) é importante para investigar palpitações e pressão alta, avaliar riscos e descartar causas físicas que podem contribuir para esses sintomas, como arritmias, alterações da tireoide, anemia, efeitos de estimulantes (cafeína, energéticos), apneia do sono e outras condições associadas ao excesso de peso.
Como orientação prática e segura, muitas pessoas se beneficiam de começar pelo clínico geral ou médico de família, porque esse profissional consegue fazer uma triagem inicial, solicitar exames básicos e encaminhar para psiquiatria e cardiologia conforme a necessidade. Mas, se a sua ansiedade e o desânimo estão sendo a principal barreira para conseguir sair e se cuidar, iniciar pelo psiquiatra é totalmente razoável, desde que você também programe uma avaliação clínica e da pressão/palpitações em seguida.
Alguns sinais de alerta mudam a prioridade e pedem atendimento imediato em pronto atendimento: palpitação acompanhada de dor no peito, falta de ar importante, desmaio ou quase desmaio, fraqueza intensa, confusão, sudorese fria, ou pressão muito elevada com mal-estar importante. Nesses cenários, não é para aguardar consulta.
Por fim, vale lembrar que desânimo e falta de energia podem ter relação com ansiedade e humor, mas também com problemas físicos e de sono, então procurar ajuda é um passo importante. Se organizar o cuidado em etapas ajudar, uma sequência possível é: 1) agendar uma consulta com clínico geral/médico de família ou cardiologista para pressão e palpitações; 2) agendar psiquiatra para ansiedade e desânimo; e manter os dois acompanhamentos de forma coordenada, cada um dentro do seu escopo.
De forma geral, faz sentido pensar assim: o psiquiatra é apropriado quando a ansiedade e o desânimo estão atrapalhando o funcionamento e a busca de ajuda, porque ele pode organizar o cuidado de saúde mental e orientar estratégias terapêuticas; ao mesmo tempo, o cardiologista (ou um clínico geral) é importante para investigar palpitações e pressão alta, avaliar riscos e descartar causas físicas que podem contribuir para esses sintomas, como arritmias, alterações da tireoide, anemia, efeitos de estimulantes (cafeína, energéticos), apneia do sono e outras condições associadas ao excesso de peso.
Como orientação prática e segura, muitas pessoas se beneficiam de começar pelo clínico geral ou médico de família, porque esse profissional consegue fazer uma triagem inicial, solicitar exames básicos e encaminhar para psiquiatria e cardiologia conforme a necessidade. Mas, se a sua ansiedade e o desânimo estão sendo a principal barreira para conseguir sair e se cuidar, iniciar pelo psiquiatra é totalmente razoável, desde que você também programe uma avaliação clínica e da pressão/palpitações em seguida.
Alguns sinais de alerta mudam a prioridade e pedem atendimento imediato em pronto atendimento: palpitação acompanhada de dor no peito, falta de ar importante, desmaio ou quase desmaio, fraqueza intensa, confusão, sudorese fria, ou pressão muito elevada com mal-estar importante. Nesses cenários, não é para aguardar consulta.
Por fim, vale lembrar que desânimo e falta de energia podem ter relação com ansiedade e humor, mas também com problemas físicos e de sono, então procurar ajuda é um passo importante. Se organizar o cuidado em etapas ajudar, uma sequência possível é: 1) agendar uma consulta com clínico geral/médico de família ou cardiologista para pressão e palpitações; 2) agendar psiquiatra para ansiedade e desânimo; e manter os dois acompanhamentos de forma coordenada, cada um dentro do seu escopo.
Bom dia!
Não existe uma ordem correta, você pode procurar aquele que vai te ajudar no que está te incomodando mais no momento, assim como pode fazer esses acompanhamentos de forma simultânea. Importante procurar um profissional que você se sinta à vontade para tirar as suas dúvidas e que te acolha e valide suas queixas e seus sentimentos
Não existe uma ordem correta, você pode procurar aquele que vai te ajudar no que está te incomodando mais no momento, assim como pode fazer esses acompanhamentos de forma simultânea. Importante procurar um profissional que você se sinta à vontade para tirar as suas dúvidas e que te acolha e valide suas queixas e seus sentimentos
Você pode iniciar por qualquer um, mas o ideal é começar com um clínico geral ou cardiologista para avaliar a pressão e as palpitações. Em paralelo, o psiquiatra é importante para tratar a ansiedade. O cuidado conjunto costuma trazer melhores resultados.
Inicie com um médico clínico geral para uma avaliação.
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