Tenho um irmão de nove anos e ele não come comida, ele tem nojo de arroz e feijão desde quando ele e
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Tenho um irmão de nove anos e ele não come comida, ele tem nojo de arroz e feijão desde quando ele era mais pequeno, mais na escola ele come macarrao, só que em casa ele não come, faz ânsia, quando ele vê comida principalmente se for arroz , ele faz ânsia e muitas vezes chega a vomitar, psicólogo ou psiquiatra pode ajudar ele a comer essas coisas sem ficar com nojo?
Olá. Sim um processo terapêutico é indicado neste caso para analisar a relação do seu irmão com a comida e quais outros contingentes podem estar influenciando neste caso.
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Olá, é preciso analisar com cuidado, pode não ser patologia, se os demais alimentos que ele consome supre as necessidades do organismo dele, não entendo o porque de força-lo a comer algo que não goste, procure um especialista, mesmo se não for patológico pode vir a ser.
Olá! Sim, não vai fazer ele comer esses alimentos sem nojo, mas investigar, no processo terapêutico, quais as causas ou origens desse comportamento. A partir disso, trabalhar para o melhor para a criança.
boa tarde, é oportuno que ele frequente uma psicoterapia para ver quais são as causas que provocam o nojo e consequentemente o vomito. Em termos psicológico se trata de transtorno alimentar.
Procurem algum profissional de psicologia ou psicoterapia que trabalhe com EMDR que tem protocolos específicos que trabalham com este problema. Espero ter ajudado.
Procurem algum profissional de psicologia ou psicoterapia que trabalhe com EMDR que tem protocolos específicos que trabalham com este problema. Espero ter ajudado.
Este tipo de comportamento precisa ser investigado, pois é comum ser interpretado como "frescura" ou comportamento de criança ou adolescente "minado". No entanto, em alguns casos, pode se tratar de Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo (TARE), e nesse caso, existem fatores genéticos por trás do transtorno. Esse quadro ainda não é amplamente conhecido e divulgado popularmente, mas precisa ser tratado por psicólogos especialistas.
Quero frisar, que cada caso precisa ser cuidadosamente investigado antes de qualquer diagnóstico.
O tratamento adequado costuma trazer bons resultados!
Gratidão por sua pergunta.
Quero frisar, que cada caso precisa ser cuidadosamente investigado antes de qualquer diagnóstico.
O tratamento adequado costuma trazer bons resultados!
Gratidão por sua pergunta.
Acredito que seria importante a criança realizar uma Avaliação Psicológica com o objetivo de investigar de forma mais sistemática a origem deste comportamento e com o resultado do processo avaliativo estabelecer os objetivos da psicoterapia com a abordagem da Terapia Cognitivo-comportamental. Considero fundamental trabalhar também com os pais da criança, orientando-os no manejo com o filho.
Sim, o nojo que ele sente foi aprendido, o processo psicoterápico pode ajudá-lo a superar.
A Psicoterapia sem duvida pode ajudar, não apenas ao seu irmão com também a família a lidar com essa questão. Uma análise médica é muito importante afim de descartar outras questões que entrem na parte de digestão. Feita essa anamnese, o Psicólogo pode ajudar a investigar outras possíveis causas emocionais que desencadearam esse sintoma.
Olá, sabia que nada é por acaso?
E que sua queixa pelo irmão, é um sintoma a ser investigado. Precisamos entender a história pessoal desta criança! Existe um motivo causador, e somente mediante o conhecimento de detalhes sobre a dinâmica familiar , pode ajudar a identificar o que está representando essa aversão a introjeção de alimentação!
Toda criança tem suas marcas do desenrolar do seu desenvolvimento infantil. Esta criança foi amamentada pela mãe? Por quanto tempo? Em que condições esta criança foi concebida?
Nesta manifestação de nojo, pode ter muitos conteúdos mobilizando esta resposta de aversão. Por exemplo: carência afetiva, competição entre os irmãos para ganhar afeto com exclusividade dos pais, manipulação para controlar a família e os pais.
Sobretudo, não pode ser visto o sintoma apenas do ponto de físico.
E claro, precisa sempre se fazer uma avaliação clínica também, a fim de descartar disfunções fisiológicas. Abraços. Míriam Thomé
E que sua queixa pelo irmão, é um sintoma a ser investigado. Precisamos entender a história pessoal desta criança! Existe um motivo causador, e somente mediante o conhecimento de detalhes sobre a dinâmica familiar , pode ajudar a identificar o que está representando essa aversão a introjeção de alimentação!
Toda criança tem suas marcas do desenrolar do seu desenvolvimento infantil. Esta criança foi amamentada pela mãe? Por quanto tempo? Em que condições esta criança foi concebida?
Nesta manifestação de nojo, pode ter muitos conteúdos mobilizando esta resposta de aversão. Por exemplo: carência afetiva, competição entre os irmãos para ganhar afeto com exclusividade dos pais, manipulação para controlar a família e os pais.
Sobretudo, não pode ser visto o sintoma apenas do ponto de físico.
E claro, precisa sempre se fazer uma avaliação clínica também, a fim de descartar disfunções fisiológicas. Abraços. Míriam Thomé
A psicoterapia pode auxiliar no processo de compreensão da queixa (familiar e da criança), no entanto, um complemento aos demais comentários é que o trabalho multidisciplinar pode auxiliar neste processo, por exemplo um nutricionista também poderia compor uma avaliação e sugestões ao cardápio da criança.
Olá!! A psicoterapia auxilia a buscar a causa que levou seu irmão a ter essa aversão com a alimentação. Porém, pode-se perceber, algo em relação a familia. Visto que, esse comportamento não ocorre em outros ambientes. Pode ser tbm, que ele não consiga ser natural fora de seu ambiente familiar.
Olá! Esta aversão pode ter causas variadas. Uma avaliação psicológica pode ajudar a encontrar a origem destes comportamentos apresentados pelo teu irmão. Um abraço!
Leve seus pais a um psicoterapeuta, ele vai avaliar as questões familiares rapidamente. Concomitantemente, retire a possibilidade de causas físicas, procurando um gastro.
Bom dia!
Sugiro levar a criança a consulta com Psicólogo para clarificar e entender essa relação com a comida. Também é importante uma orientação com uma nutricionista. Se houver necessidade de acompanhamento psiquiátrico ou outra especialidade médica a Psicóloga irar lhe encaminhar. Parabéns pela sensibilidade e cuidado com seu irmão. Abraço!
Sugiro levar a criança a consulta com Psicólogo para clarificar e entender essa relação com a comida. Também é importante uma orientação com uma nutricionista. Se houver necessidade de acompanhamento psiquiátrico ou outra especialidade médica a Psicóloga irar lhe encaminhar. Parabéns pela sensibilidade e cuidado com seu irmão. Abraço!
Ola. Seu irmão precisa de avaliação e tratamento psicoterápico. Essa indiossincrasia alimentar pode ter várias causas, mas, principalmente, na relação que essa criança teve nos primórdios da infância, quando bebe, quando se iniciou sua relação com a comida, que, preferencialmente, deve ser uma relação boa. Procurando-se a causa e refazendo a história pregressa do seu irmão no meio familiar, afetivo, podemos orientar também a família como lidar com esse sintoma e buscar a evolução. Já atendi casos assim com obtenção de sucesso. Espero ter ajudado, com palavras simples de serem atendidas, que esse quadro tem solução.
Se vai fazer com que ela coma ou não, nem tem como prever, mas que pode contribuir, em especial a psicoterapia para que ele possa elaborar essa relação com os alimentos sim. Não gostar de um tipo ou outro de comida é super comum,o que me causa estranhesa é o fato do nojo, esse sim me parece sintomático.
Ola! Não é uma atitude corriqueira, por tanto é preciso sim uma investigação minuciosa a respeito e para isto digo que a psicoterapia é o caminho, não deve ser forçado e muito menos imposto de comer aquilo que hoje lhe causa uma sensação ruim, com a psicoterapia o profissional terá a oportunidade de observar e avaliar a dinâmica da família, seu comportamento e as possíveis causas que o levou a ter esta recusa. Lembre-se!!! Não é uma situação normal das crianças de sua idade, por isso, dele levar a sério. Procure um Psicólogo.
Precisa de um médico gastro e uma nutricionista com experiência em retricao alimentar. Caso seja um transtorno ligado ao psicólogo ele encaminhará para um psiquiatra e psicólogo. Um psicólogo ABA e EMDR podem ajudar também.
Sim você deve procurar um profissional da psicologia para fazer uma avaliação dessa relação dele com a comida e consultar um pediatra para realizar exames periódico.
Sim, o psicólogo pode contribuir para que ele reaja melhor ao acesso a esses alimentos e novos também. Muitos fatores podem estar envolvidos nessa rejeição aos alimentos, será necessário uma avaliação sobre o contexto familiar e os comportamentos da criança.
Sim, um psicologo pode ajudar o seu irmão a entender o que está acontecendo com ele.
Nenhuma resposta de psiquiatras, mes neste caso, sendo psicoterapeuta indico a terapia, mas creio que você deva antes fazer alguns exames com um gastro, para ver se há algum sintoma interno, por exemplo, problemas de intolerâncias, ou estomago irritavel. e depois não havendo nada físico, encaminhepara terapia. E boa saúde para ele.
Sim. Um trabalho psicoterápico ajudará a seu irmão a ressignificar esses alimentos. Procure um bom psicólogo e comece já o tratamento!
Recomendo que seu irmão passe por um processo de psicoterapia para investigar as causas do nojo dos alimentos citados e outros fatores envolvidos nesse problema.
O profissional indicado é o psicólogo(a) e não o psiquiatra. Pois neste caso é necessário um psicodiagnóstico para avaliar a causa de não comer esses alimentos. Como são alimentos comuns e de pouca aversão, diferente do caso do jiló por exemplo, se trata sim de uma patologia, ou seja um problema emocional que é a aversão por esses alimentos específicos! O tratamento é de fundamental importância não apenas para que ele coma esses alimentos, mas para que isso não se amplie e essa aversão foque em algo mais ou o limite mais! Procure um especialista em crianças!!! Vai resolver!!! Qualquer coisa estou disponível para maiores esclarecimentos
A Terapia EMDR pode ajudar a deixar essas associações mais claras e oferecer tratamento.
Pelo seu relato, pode ser um caso associado a vivências traumáticas em algum momento. Antes de procurar psiquiatra, sugiro procurar psicólogos especialistas em trauma (EMDR, Brainspotting, Abordagem Integrada da Mente) na sua cidade, que trabalhem com crianças. Pode dar um google em "psicóloga infantil EMDR", "psicóloga infantil Brainspotting" etc. Ou procurar terapeutas nas associações de EMDR ou Brainspotting... Em geral, poucas sessões de alguma dessas 3 técnicas são suficientes para tratar questões como esta.
Se o seu irmão come outras coisas é preciso avaliar duas coisas: 1) a suficiência nutricional do que come com um nutricionista; 2) fazer um psicodiagnóstico do comportamento de comer para identificar as causas dessa predileção/rejeição. As vezes pode ser devido ao tempero, a birra, ou porque consegue outras coisas para comer que são mais sedutores. Se come macarrão na escola, deve ter um componente familiar envolvido. Indico procurar um psicólogo comportamental com experiência em transtornos alimentares, para ele e a família.
Essa aversão a determinados alimentos pode ter variadas causas como, por exemplo, alguma vivência traumática. Sugiro uma avaliação com algum psicólogo que trabalhe com transtornos alimentares o mais breve possível. Saúde ao seu irmão!
Sim, um ótimo Psicólogo Clínico poderá ajudar muito nesta situação.
Faz-se necessário aprofundar o estudo de caso, para que assim sejam acessíveis as causas desta repulsa a determinados alimentos.
Grato.
Desejo sucesso.
Faz-se necessário aprofundar o estudo de caso, para que assim sejam acessíveis as causas desta repulsa a determinados alimentos.
Grato.
Desejo sucesso.
Olá! Penso ser oportuno investigar, no processo terapêutico, quais as causas ou origens desse comportamento, trabalhar para o melhor para a criança e não forçá-la a comer algo que pode não se sente a vontade no momento. Precisamos entender a história pessoal desta criança! Existe um motivo causador, e somente mediante o conhecimento de detalhes sobre a dinâmica familiar, pode ajudar a identificar o que está representando essa aversão a introjeção de alimentação! Espero ter ajudado e coloco-me a disposição. Um abraço!
É muito importante procurar a ajuda de um profissional. O que pode estar por trás da alimentação? O comportamento é uma forma da criança se comunicar, pois não sabe se expressar bem. A alimentação é um comportamento, e por trás de todo problema de comportamento (problema de sono, birra, choro excessivo, problema de aprendizagem e de socialização) há uma razão. Como era a relação dos seus pais com ele, como ele é fora da mesa? Muito importante procurar um psicólogo infantil e um nutricionista. Espero ter te ajudado, fique bem!
Essa dificuldade alimentar que prejudica o seu irmão pode ser tratada em terapia. Procurar a origem pode ser importante, mas procurar formas de resolver o problema é mais ainda. Dentro da terapia trabalhamos com a exposição gradual aos alimentos, por exemplo, de uma forma que não intensifique o medo e nojo da comida e que ao mesmo tempo não reforce a evitação. É preciso de acompanhamento profissional para trabalhar essas questões.
Pode ajudar sim, mas também pode ser que uma equipe com outros profissionais seja necessário. Abraço
Olá, tudo bem?
O que você descreve pode estar relacionado a um padrão alimentar seletivo que, dependendo da intensidade e do impacto na vida da criança, pode estar dentro de algo chamado Transtorno Alimentar Restritivo/Evitativo (TARE). Esse tipo de dificuldade pode estar ligado a aspectos sensoriais (como textura, cheiro ou aparência dos alimentos), experiências anteriores ou até mesmo a associações emocionais que o cérebro da criança desenvolveu ao longo do tempo.
Um psicólogo especializado pode ajudar a identificar a raiz desse comportamento e trabalhar, de forma gradual e respeitosa, estratégias para ampliar a aceitação alimentar sem gerar sofrimento. Dependendo do caso, um acompanhamento multidisciplinar, incluindo um nutricionista e, em alguns casos, um psiquiatra infantil, pode ser útil para avaliar se há algum fator adicional influenciando essa seletividade.
O mais importante é evitar forçar ou punir a criança por não conseguir comer certos alimentos, pois isso pode reforçar ainda mais a aversão. Com a abordagem certa, é possível ajudar seu irmão a desenvolver uma relação mais tranquila com a comida. Se acharem necessário buscar um profissional, um psicólogo infantil pode ser um ótimo ponto de partida!
O que você descreve pode estar relacionado a um padrão alimentar seletivo que, dependendo da intensidade e do impacto na vida da criança, pode estar dentro de algo chamado Transtorno Alimentar Restritivo/Evitativo (TARE). Esse tipo de dificuldade pode estar ligado a aspectos sensoriais (como textura, cheiro ou aparência dos alimentos), experiências anteriores ou até mesmo a associações emocionais que o cérebro da criança desenvolveu ao longo do tempo.
Um psicólogo especializado pode ajudar a identificar a raiz desse comportamento e trabalhar, de forma gradual e respeitosa, estratégias para ampliar a aceitação alimentar sem gerar sofrimento. Dependendo do caso, um acompanhamento multidisciplinar, incluindo um nutricionista e, em alguns casos, um psiquiatra infantil, pode ser útil para avaliar se há algum fator adicional influenciando essa seletividade.
O mais importante é evitar forçar ou punir a criança por não conseguir comer certos alimentos, pois isso pode reforçar ainda mais a aversão. Com a abordagem certa, é possível ajudar seu irmão a desenvolver uma relação mais tranquila com a comida. Se acharem necessário buscar um profissional, um psicólogo infantil pode ser um ótimo ponto de partida!
Olá. Sim, procurem o mais breve possível um psicólogo e/ou um psiquiatra, profissionais de saùde mental que trabalham juntos fornecendo diagnóstico e acompanhamentos em diversos transtornos. A hipersensibilidade alimentar, que pode estar ligada a questões sensoriais (textura, cheiro, aparência da comida). Muitas crianças com seletividade alimentar comem determinados alimentos em alguns ambientes (como a escola) e recusam em outros (como em casa), porque fatores emocionais e sensoriais influenciam muito a aceitação alimentar. Enquanto isso, tentar não forçar, evitar pressão na hora das refeições e apresentar os alimentos de maneira neutra (sem expectativa) pode ajudar a reduzir a rejeição. Você já conversou com seus pais sobre isso? Essa é a maneira que você pode ajudar o seu irmão. Sempre à disposição.
O que você descreve parece um caso de seletividade alimentar, algo relativamente comum em crianças. Quando a comida causa ânsia, nojo ou até vômito, como acontece com seu irmão, não se trata de “frescura”, mas de uma reação emocional ou sensorial intensa diante dos alimentos.
Um psicólogo infantil pode ajudar bastante, trabalhando as causas emocionais por trás da recusa alimentar e ajudando a criança a lidar com o medo e o desconforto que a comida provoca. Em alguns casos, é importante também o acompanhamento de um fonoaudiólogo ou nutricionista infantil, além da observação do psiquiatra se houver sintomas mais graves, como vômitos frequentes ou perda de peso.
Com paciência e tratamento adequado, a maioria das crianças amplia o cardápio e aprende a se relacionar melhor com os alimentos.
Um psicólogo infantil pode ajudar bastante, trabalhando as causas emocionais por trás da recusa alimentar e ajudando a criança a lidar com o medo e o desconforto que a comida provoca. Em alguns casos, é importante também o acompanhamento de um fonoaudiólogo ou nutricionista infantil, além da observação do psiquiatra se houver sintomas mais graves, como vômitos frequentes ou perda de peso.
Com paciência e tratamento adequado, a maioria das crianças amplia o cardápio e aprende a se relacionar melhor com os alimentos.
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