Terapia dialética pra transtorno bordeline é bom??
Terapia dialética pra transtorno bordeline é bom??
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Olá. Qualquer abordagem da psicologia é boa para o transtorno bordeline. O mais importante é se identificar com o terapeuta e ter uma relação de confiança. Atenciosamente.
Sim, a TCD - Terapia Comportamental Dialética é uma técnica psicoterápica indicada - num primeiro momento - para o TPB (Transtorno de Personalidade Bordeline), mas também tem obtido bons resultados em outros transtornos - como ansiedade, transtorno bipolar, depressão e transtornos alimentares. A técnica TCD foi desenvolvida com conceitos e estratégias da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) que por sua vez também é uma terapia bastante eficaz no transtorno borderline.
Ola! Toda psicoterapia é uma dialética. O mais importante de tudo é estar comprometido no processo terapêutico e se sentir bem com o seu analista.
Sim, certamente! A psicologia, seja em que abordagem for, exerce um papel fundamental no trato com as demandas do sujeito. Como disse a profissional acima, o processo psicanalítico em si já se configura como dialética. A empatia no transtorno borderline tem grande significância. É nesse sentido que a psicoterapia atua. Espero que vc consiga o que deseja. Abraço
Não só essa técnica tem demonstrado eficácia no transtorno bordeline como a terapia do esquema e outras técnica da terapia cognitiva comportamental.
Se o profissional for sério, qualquer terapia pode ser trazer benefícios! A psicanálise é excelente!
Veja , no momento é importante um bom entendimento entre paciente e terapeuta, pois todo tratamento é dialético. Importante o paciente estar bem acessível para a terapia.
Concordo com o os colegas que evidenciaram o fato de que o relacionamento entre terapeuta e paciente envolve dialética mas a questão principal que você colocou é a meu ver o Transtorno Boderline. É um quadro sério e acredito que mais importante que a linha de trabalho é a experiência e seriedade do profissional que você escolher.
Vai depender da qualidade e seriedade do tratamento psiquiátrico, psicológico e seu comprometimento em melhorar, abertura para ouvir, dialogar e fazer mudanças.
Com certeza , o mais importante é a escuta .O profissional precisa saber escutar o paciente usando as ferramentas do conhecimento e com a escuta do coração .Assim , ocorrem os melhores resultados .
É sim! No entanto, de modo geral, toda abordagem da psicologia é minimamente dialética. Algo importante a ser pontuado é que o profissional possua uma escuta qualificada, para assim tecer estratégias de manejo no processo terapêutico.
O transtorno bipolar é uma doença, em alguns casos sem cura. Eu me incomodo bastante quando vejo as pessoas tratando a sí mesmas como um sintoma ou uma doença. Somos maiores e melhores que nossas limitações. Se voce não leu o falecido neurologista inglês, Oliver Sacks, leia. No seu primeiro livro " O homem que confundiu sua mulher com um chapéu" ele afirma: "Não me perguntem que doença a pessoa tem, mas que pessoa a doença tem". somos seres criativos e adaptáveis. Seres de infinitas possibilidades. Cada pessoa é um universo diferente da outra e pode conviver com o transtorno bipolar de uma maneira inclusive rentável, dependendo das circuntâncias em que se encontra. Quanto á terapia dialética, ela pode ser eficaz desde que se respeite as raízes e o universo do paciente que sofre.
Acredito na transferência entre paciente e terapeuta, quando acontece, a terapia cumpre seu caminha em ajudar o ser humano encontrar-se e ter vida, familiar, social, profissional...
O apoio da familia é fundamental também para o sucesso do tratamento. A terapia vai te propiciar um lugar de fala, escuta e acolhimento.
A questão está no Diagnóstico Diferencial bem feito. Desconheço essa terapia e desconfio da idéia de Borderline. Procure um psicanalista que saiba ESCUTAR o paciente, antes de rotulá-lo.
Em primeiro lugar o mais importante é a empatia e a confiança entre Profissional e paciente Pra esta problemática, tanto o tratamento psiquiátrico quanto o psicoterápico, são muito importantes. Entre as tantas abordagem psicoterápica mais popular para esta questão e altamente especializada, é a Terapia Comportamental Dialectica ou DBT. Boa sorte!
De acordo com a definição, Dialética é um método de diálogo cujo foco é a contraposição de ideias que levam a outras ideias . A tradução literal é "caminho entre as ideias"; uma prática muito usada na Grécia da época de Aristóteles. Já a maiêutica socrática, criada por Sócrates, (que era filho de uma parteira), de acordo com a definição, significa a arte de partejar, de ajudar a nascer, dar á luz. É um método ou técnica que pressupõe que "a verdade está latente em todo ser humano, podendo aflorar aos poucos na medida em que se responde a uma série de perguntas simples, quase ingênuas, porém perspicazes". Quanto ao diagnóstico de Borderline, é um diagnóstico psiquiátrico, de acordo com o CID10 (Código Internacional de Doenças 10), é uma perturbação ou transtorno da personalidade emocionalmente instável de tipo impulsivo, cujos sintomas são instabilidade nos relacionamentos, na imagem de si próprio e nas emoções, podendo chegar à autolesão. Como a descrição deste quadro clínico é muito abrangente, e não se sabe qual é a extensão no seu caso, o jeito é você escolher o que você acha que melhor se encaixa em termos de tratamento para o seu caso. Se você prefere um tipo de tratamento que conteste as coisas que você apresenta, ou se você prefere um tratamento que a ajude a fazer com que a solução brote desde dentro de você mesma. se for o segundo, procure uma psicoterapia de orientação psicanalítica.
Bom dia! A linha ou a abordagem de um profissional é um instrumento / técnica que ele utiliza em seu trabalho. Para que uma análise ou terapia seja eficaz, mais do que a técnica utilizada, é fundamental que você se sinta confortável, acolhido e, com o tempo, à vontade com o profissional. É claro que isso pode não acontecer num primeiro encontro, embora aconteça muitas vezes... mas com poucas sessões, você vai conseguir perceber como se sente e se esta "conexão" se deu! Ótimo dia e fico à disposição para outras questões!
A Psicanalise é a cura pela fala! Havendo transferência entre analista e analisando, o processo acontece!
Olá! Mais importante que a abordagem de terapia é a sua experiência com o psicólogo e o processo. A terapia dialética será útil somente se a sua experiência com o psicólogo lhe transmitir confiança e empatia, permitindo que você se sinta a vontade e seguro no processo de autoconhecimento.
Tudo bem? Creio ser o mais importante que você tenha uma ótima transferência com o profissional que irá lhe atender; inclusive independente da formação (Psicanalista, Psicólogo). Outro ponto importante é acerca do diagnóstico do TPL (Transtorno de personalidade limítrofe), isso só pode e deve ser feita por um profissional especializado, ok! Boa sorte.
O paciente TPB não é passível de ser classificado como neurótico, nem como psicótico. Winnicott atentou para a formação do sujeito enquanto ser humano. Para este autor, o self do borderline está incompleto. Não se trata de um despedaçamento, mas uma incompletude. Consequentemente, existe uma sensação de vazio e de não-pertencimento a este mundo. Um ambiente infeliz, por exemplo, pode concorrer para o irrompimento do TPB. Para o paciente, ainda na perspectiva winnicottiana, há a necessidade de uma pessoa que o ajude a superar tal incompletude, portanto, constituir seu self. A psicanálise pode muito bem cumprir este papel se houver um enlaçamento transferencial entre analisando e analista.
Boa noite, o TPB (Transtorno de Personalidade Borderline), necessita de um acompanhamento terapêutico psicanalítico, sempre atento as demandas de uma escuta sistêmica e quando necessária uma presença psiquiátrica/medicamentosa. A ação conjunta desses profissionais - Terapeuta e Psiquiatra, podem formatar as bases para um processo de construção de novas, equilibradas e estáveis ligações emocionais, rompendo o desgastante cenário emocional típico do Transtorno de Personalidade Borderline. Para isso é necessário buscar o acompanhamento terapêutico de um profissional de comprovada experiência e de sua inteira confiança. Conte inteiramente com o nosso apoio para vencer esses desafios.
Diante de tanta diversidade, a identificação com um profissional especialista com uma visão voltada a complexidade e particularidade de cada indivíduo, fará toda a diferença para alcançar um desenvolvimento efetivo. É importante buscar apoio, pois não há necessidade de caminhar sozinha. Estou a disposição para quaisquer dúvidas. Abraços.
Olá! A terapia irá auxilia bastante no transtorno borderline. O importante é busca um terapeuta capacitado e especialista no assunto! Entre em contato, vamos conversar!
A Terapia Comportamental Dialética e a Terapia Cognitivo Comportamental são indicadas para pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline num primeiro momento. Elas são um treinamento de habilidades emocionais e sociais que ajudam no cotidiano do paciente. No entanto, para constituir e fortalecer o mundo subjetivo do paciente, a psicanálise da linha Winnicottiana pode ser mais indicada. Se quiser ajuda, conte comigo!
Toda terapia terá resultados significativos. Mas quando se fala em Borderline, é muito importante que você escolha um profissional que possa ter um bom relacionamento, que se sinta bem e te passe confiança. E claro, além da experiência do profissional, conta muito o comprometido com as sessões, durante todo o teu processo terapêutico. Espero ter ajudado!!
A terapia dialética comportamental (DBT) é uma forma de psicoterapia que tem sido eficaz para o transtorno de personalidade borderline. A DBT é baseada na teoria de que as pessoas com borderline experimentam emoções intensas e instáveis, e ajuda a desenvolver habilidades de regulação emocional, comunicação eficaz, e resolução de problemas. Além disso, a DBT também oferece suporte e feedback valiosos para ajudar a mudar comportamentos destrutivos. Alguns estudos sugerem que a DBT pode ser mais eficaz do que outros tipos de terapia para o transtorno borderline. No entanto, é importante lembrar que cada pessoa é única e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Portanto, é importante trabalhar com um profissional de saúde mental para determinar o melhor tratamento para você.
A terapia dialética comportamental foi originalmente desenvolvida especificamente com o propósito de tratar o Bordeline. É considerada uma forma de tratamento efetiva pela maioria das organizações médicas, incluindo a American Psychological Association e o National Institute of Mental Health. Esta é a resposta a sua pergunta, certo? Atualmente nós encontramos muitos outros recursos terapêuticos em diversas linhas, inclusive um terapeuta que não se apresente como "terapeuta dialético", pode utilizar os recursos dessa linha para o tratamento. Sabemos que o mais importante é a relação terapeuta-paciente para obtenção dos melhores resultados. Portanto, encontre um profissional de confiança, pois de qualquer forma, quando se confia, nenhuma resposta será necessária. Quando não, nenhuma resposta será suficiente. Vamos juntos!
Sim, a terapia dialética comportamental (TDC) é uma abordagem terapêutica que tem se mostrado eficaz no tratamento do transtorno borderline, também conhecido como transtorno de personalidade borderline. O TDC é uma forma de psicoterapia que combina técnicas de terapia cognitivo-comportamental (TCC) e técnicas de mindfulness para ajudar as pessoas a regular suas emoções, gerenciar o comportamento impulsivo e melhorar os relacionamentos interpessoais. O TDC é especialmente útil para pessoas com transtorno borderline, pois essa condição é caracterizada por uma série de sintomas emocionais intensos, mudanças de humor frequentes, impulsividade e dificuldade em manter relacionamentos saudáveis. A TDC ajuda as pessoas a desenvolver habilidades para lidar com esses sintomas e melhorar sua qualidade de vida. No entanto, é importante ressaltar que cada pessoa é única e pode responder de maneira diferente às diferentes abordagens terapêuticas. Além disso, o tratamento do transtorno borderline geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, que pode incluir medicamentos, terapia individual, terapia em grupo e outras formas de suporte. É importante discutir as opções de tratamento com um profissional de saúde mental qualificado para determinar qual abordagem terapêutica é a melhor para você.
Boa noite! Não sintase sozinha, na atualidade temos milhões de pessoas que tem bordeline, e muitas dessas pessoas fazem tratamento, com uma vida normal, sou psicanalista clinica e estarei a sua disposição. Um abraço.
A Terapia Dialética para o Transtorno de Personalidade Borderline (DBT) é uma abordagem comportamental que visa ajudar as pessoas a lidar com os sintomas do transtorno de personalidade borderline. A DBT é baseada na teoria de que o comportamento é resultado de um conflito entre o que a pessoa deseja e o que ela acredita que pode conseguir. A DBT usa técnicas de terapia cognitivo-comportamental para ajudar as pessoas a desenvolver habilidades para lidar com as emoções, pensamentos e comportamentos que estão associados ao transtorno de personalidade borderline. A Psicanálise Lacaniana também é uma ótima alternativa para o tratamento do transtorno de personalidade borderline. A Psicanálise Lacaniana é uma abordagem p sicológica que se concentra na compreensão da estrutura da personalidade e na forma como as pessoas se relacionam com o mundo ao seu redor. A Psicanálise Lacaniana acredita que o transtorno de personalidade borderline é resultado de um conflito entre o que a pessoa deseja e o que ela acredita que pode conseguir. A Psicanálise Lacaniana usa técnicas de terapia para ajudar as pessoas a compreender melhor seus sentimentos, pensamentos e comportamentos, bem como a desenvolver habilidades para lidar com eles.
A terapia dialética comportamental (DBT) é uma abordagem de tratamento comprovadamente eficaz para o transtorno de personalidade borderline. A DBT foi desenvolvida por Marsha Linehan especificamente para ajudar pacientes com este transtorno. A terapia dialética comportamental combina técnicas de terapia comportamental, cognitiva e de mindfulness para ajudar o paciente a regular suas emoções, melhorar suas relações interpessoais e aprender a tolerar o desconforto emocional. A DBT enfatiza a importância de se concentrar no presente e nas habilidades para lidar com as emoções intensas do momento, em vez de se preocupar com eventos passados ou futuros. A terapia pode ajudar os pacientes a desenvolver habilidades de comunicação, a se concentrar no momento presente e a desenvolver habilidades para lidar com situações difíceis. Também pode ajudar o paciente a aprender a identificar e regular suas emoções, aumentando a autoestima e a capacidade de se relacionar de forma saudável com os outros. No entanto, é importante lembrar que a DBT não é a única opção de tratamento para o transtorno borderline e que cada paciente é único. O tratamento deve ser individualizado e adaptado às necessidades do paciente. É importante procurar um profissional qualificado e experiente em transtornos de personalidade para avaliar e determinar qual a melhor abordagem de tratamento para você.
Sim, sempre depende do caso e da ralação com o profissional, mas - em geral - prefiro a abordagem psicanalítica que, apesar de mais demorada, atua profundamente nas causas que originaram o problema, trazendo resultados menos imediatistas.
A terapia dialética comportamental (TDC), frequentemente conhecida como DBT, é uma abordagem terapêutica que tem demonstrado eficácia no tratamento do transtorno de personalidade borderline (TBP) e outros problemas de saúde mental. A TDC é uma escolha terapêutica que visa abordar a complexidade do TBP de várias maneiras. Aqui estão alguns pontos-chave a serem considerados sobre a TDC para o tratamento do TBP: Regulação emocional: O transtorno borderline é frequentemente caracterizado por emoções intensas e instáveis. A TDC se concentra em capacitar os pacientes a aprender a regular essas emoções, utilizando estratégias de mindfulness e regulação emocional. Relações interpessoais: Dificuldades nas relações interpessoais são comuns no TBP. A TDC ensina habilidades de comunicação e relacionamento saudável, ajudando os pacientes a estabelecer relações mais estáveis e satisfatórias. Aceitação e mudança: A TDC combina a aceitação de quem você é no presente com o desejo de fazer mudanças positivas em sua vida. Essa abordagem ajuda a reduzir conflitos internos e promove progresso terapêutico. Comportamentos autodestrutivos e suicidas: A TDC oferece estratégias específicas para lidar com comportamentos autodestrutivos e pensamentos suicidas, aspectos cruciais no tratamento do TBP. Contudo, é fundamental lembrar que a escolha da terapia depende das necessidades individuais e das preferências. Não existe uma abordagem terapêutica universalmente eficaz para todos. Recomenda-se uma discussão detalhada com um profissional de saúde mental para avaliar se a TDC é apropriada para seu caso. Além disso, é importante garantir que o terapeuta seja devidamente treinado e qualificado em terapia dialética, dada a natureza especializada dessa abordagem. Se você está considerando a TDC, fale com um profissional de saúde mental para avaliar se é a opção adequada para você, levando em consideração suas expectativas e preocupações.
Estudos têm mostrado que a Terapia Dialética Comportamental pode ser eficaz para muitas pessoas com transtorno borderline, ajudando-as a melhorar a qualidade de vida e reduzir comportamentos de risco. No entanto, é importante notar que cada indivíduo é único, e o tratamento mais eficaz pode variar de pessoa para pessoa. Se você está considerando a DBT como uma opção de tratamento, é recomendável procurar um profissional de saúde mental qualificado que seja treinado em Terapia Dialética Comportamental para uma avaliação completa e para discutir se essa abordagem é a mais apropriada para suas necessidades específicas.
A dialética do inconsciente com a abordagem psicanalítica é apropriada pois aludi a respeito dos desejos que impulsionam a vida, reduzindo comportamento de risco que o paciente apresenta no transtorno borderline.
A terapia de forma geral é bastante benéfica! Além de um ambiente seguro para explorar as suas emoções e uma escuta qualificada, a relação terapêutica promove uma sensação de aceitação e compreensão, ajudando a pessoa a reconstruir uma identidade mais estável e cultivar relacionamentos mais saudáveis, levando a uma vida mais equilibrada.
O transtorno boderline se caracteriza por uma variedade de sintomas que desencadeiam uma considerável instabilidade emocional, flutuações intensas de humor e padrões de comportamentos que desafiam a estabilidade do individuo. O transtorno boderline foi conceituado como uma permanência na fronteira entre a neurose e a psicose. A questão é saber qual o gatilho que desencadeia a neurose a psicose. A terapia dialética é indicada, como também a psicanalise.
Olá, para todos os efeitos, encontrar um terapeuta que acolha o paciente e que o ajude em sua demanda, sim! Fará toda a diferença.
Depende da cause, entretanto Terapia Comportamental Dialética (TCD) é considerada uma das abordagens mais eficazes para o tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Desenvolvida por Marsha Linehan, a TCD combina técnicas de terapia cognitivo-comportamental com conceitos de aceitação e mindfulness, ajudando os pacientes a desenvolver habilidades para lidar com emoções intensas, melhorar relacionamentos interpessoais e reduzir comportamentos impulsivos e autodestrutivos. Muitos estudos demonstram a eficácia da TCD na redução dos sintomas do TPB e na melhora da qualidade de vida dos pacientes.
Terapia, análise e etc, podem sim auxiliar com essas questões. E entendo que é muito importante saber um pouco mais sobre o que você chama de terapia dialética, e como veio esse diagnóstico, como lida e vive com ele, enfim, questões muito interessantes para se trabalhar!
Sim, a Terapia Comportamental Dialética (DBT) é uma abordagem eficaz para o Transtorno de Personalidade Borderline. Ela ajuda a regular emoções, melhorar a comunicação e lidar com comportamentos impulsivos. Se você estiver enfrentando esses desafios, uma consulta pode ser útil para explorar essa opção de tratamento.
Primeiramente deveria avaliar o diagnostico de borderline mencionado para entender se este seria o melhor caminho a se seguir, mas de forma geral a terapia dialética traz inumeros pontos que seriam beneficos neste caso.
Sim! A Terapia Comportamental Dialética (TCD) é uma das abordagens mais eficazes para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Ela foi desenvolvida especialmente para ajudar pessoas com dificuldades na regulação emocional, impulsividade e relacionamentos intensos, que são características comuns do transtorno. A TCD combina aceitação e mudança, ensinando habilidades para lidar com emoções intensas, melhorar a comunicação interpessoal e desenvolver mais equilíbrio no dia a dia. Muitas pesquisas mostram que essa terapia reduz a impulsividade, a autolesão e melhora a qualidade de vida dos pacientes. Se você ou alguém que conhece tem TPB, buscar um profissional especializado nessa abordagem pode ser um passo muito positivo!
Olá A Terapia Dialética Comportamental foi desenvolvida, inicialmente, para apoiar pessoas com transtorno bosderline. Então sim, ela é boa e válida para trabalhar esse transtorno. Fico á disposição para conversarmos online.
Sim, a Terapia Comportamental Dialética (DBT) é considerada um dos tratamentos mais eficazes para o Transtorno de Personalidade Borderline. Ela trabalha especialmente a regulação emocional, a tolerância ao estresse, a melhora nos relacionamentos interpessoais e a atenção plena (mindfulness). Na Espanha, onde realizei meu mestrado, é hoje um dos métodos mais recomendados pela eficácia clínica que apresenta em pesquisas e na prática terapêutica. Você já teve contato com alguma técnica de regulação emocional, como respiração ou mindfulness, que são parte desse tratamento? Sou Viviane Custódio, psicóloga online há mais de 20 anos. Atendo em português e espanhol, com foco em pessoas altamente sensíveis, ansiedade, depressão, trauma e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Ofereço um espaço personalizado, acolhedor e profissional para fortalecer o equilíbrio emocional e trabalhar com técnicas modernas e eficazes. Conheça mais no meu perfil e em @vivianecustodio.psi.
Sim. A Terapia Comportamental Dialética (DBT – Dialectical Behavior Therapy) é considerada uma das abordagens mais eficazes para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Foi criada justamente para tratar o TPB. Trabalha habilidades em quatro áreas principais: 1-Regulação emocional – aprender a lidar melhor com sentimentos intensos. 2-Tolerância ao estresse – enfrentar crises sem recorrer a comportamentos autodestrutivos. 3-Mindfulness – viver o momento presente com mais consciência. 4-Habilidades interpessoais -– melhorar relacionamentos e reduzir conflitos. Ajuda a reduzir automutilação, tentativas de suicídio e hospitalizações. Fortalece a autonomia e a qualidade de vida.
Olá, Essa terapia pode ser benéfica para a pessoa diagnosticada com transtorno de personalidade borderline, especialmente quando a intenção do(a) paciente é encontrar algum equilíbrio entre a mudança de comportamentos e a aceitação dos próprios sentimentos. No entanto, se a intenção da pessoa com esse diagnóstico é buscar com maior profundidade as possíveis causas de seus sintomas e tratá-los de forma que possa modificar sua posição subjetiva diante da vida, a psicanálise está mais indicada.
Provavelmente você esteja se referindo à Terapia Comportamental Dialética (TCD), conhecida também pelas iniciais DBT, do inglês Dialectical Behavior Therapy. Sim a DBT é hoje considerada a terapia padrão ouro para tratamento do TPB (Transtorno de Personalidade Borderline). Não é o tipo de abordagem que eu pratico, até porque não trato TPB, mas, se você estiver perguntando por você ou para um amigo, recomendo fortemente que busque um profissional capacitado e experiente, que atue com este tipo de terapia. Outras terapias podem funcionar também, pois a DBT não é a única abordagem para tratamento da TPB, mas, certamente, é a que tem propiciado os melhores resultados terapêuticos.
Olá, sim, a DBT é uma das abordagens mais eficazes para quem vive intensidades emocionais como no borderline, porque trabalha habilidades de regulação emocional, autoconsciência e relações mais estáveis, complementando muito bem a psicanálise quando necessário.
A terapia dialética comportamental, conhecida como DBT, é considerada uma abordagem eficaz para o tratamento do transtorno de personalidade borderline, especialmente para pessoas que apresentam intensa instabilidade emocional, impulsividade, dificuldade de regular emoções, comportamentos autolesivos ou relações interpessoais muito conflituosas. A DBT foi desenvolvida justamente para trabalhar essas dificuldades, combinando estratégias de aceitação e validação emocional com o desenvolvimento de habilidades práticas, como regulação emocional, tolerância ao estresse, atenção plena e melhora da comunicação interpessoal. Ela ajuda a pessoa a compreender melhor suas reações, reduzir comportamentos que causam sofrimento e construir formas mais estáveis de lidar com emoções intensas. No entanto, como qualquer tratamento, sua eficácia depende da adesão, do vínculo terapêutico e das necessidades específicas de cada pessoa. Em muitos casos, a DBT pode ser utilizada isoladamente ou integrada a outros acompanhamentos, inclusive psicoterapia de base psicodinâmica ou psiquiátrica, compondo um cuidado mais amplo e individualizado.
Sim — a Terapia Dialética Comportamental (DBT) é considerada uma das abordagens mais eficazes para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), com forte respaldo científico. Por que a DBT funciona bem no borderline? A DBT foi criada especificamente para pessoas com TPB, por Marsha Linehan, que também vivia com esse diagnóstico. Ela atua exatamente nos pontos centrais do transtorno: Regulação emocional (emoções muito intensas) Impulsividade (atos sem pensar, autossabotagem) Comportamentos suicidas ou de automutilação Medo de abandono e relações instáveis Crises de ansiedade e descontrole emocional
A terapia dialética comportamental é uma abordagem bastante utilizada no tratamento do transtorno de personalidade borderline, especialmente no manejo de impulsividade, automutilação e crises emocionais intensas. Ela pode ajudar no desenvolvimento de habilidades de regulação emocional e tolerância ao sofrimento. No entanto, nenhuma abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Para além das técnicas, é fundamental que o paciente tenha um espaço onde possa falar, elaborar sua história e compreender o sentido do próprio sofrimento. A psicanálise pode atuar de forma complementar ou alternativa, oferecendo um trabalho mais profundo sobre os vínculos, o medo de abandono e os padrões que se repetem. Avaliar qual caminho faz mais sentido é algo que pode ser feito em terapia. Estou disponível para essa escuta cuidadosa.
A Terapia Dialética Comportamental (DBT) é, sim, uma abordagem reconhecida e eficaz para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), especialmente no manejo de instabilidade emocional, impulsividade, comportamentos autolesivos e dificuldades nos relacionamentos. O mais importante é que o tratamento seja adequado à singularidade da pessoa, ao momento de vida e à intensidade do sofrimento. Não existe uma abordagem “universalmente melhor”, mas aquela que faz sentido para aquele sujeito, naquele momento. Coloco-me à disposição como psicanalista para conversar sobre essa escolha, avaliar a demanda e orientar de forma ética e cuidadosa sobre os caminhos possíveis no tratamento.
Olá, como você tem estado? Sim, a terapia dialética comportamental, também conhecida como DBT, pode ser uma possibilidade muito interessante para o tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline. Mas é importante dizer com cuidado: não se trata de uma “cura rápida” nem de uma técnica mágica. O tratamento do borderline costuma exigir tempo, continuidade e vínculo. Pela perspectiva psicanalítica, poderíamos pensar que, em alguns momentos, a pessoa não sofre apenas pelo que sente, mas pela dificuldade de dar contorno ao que sente. A angústia vem muito forte, o abandono parece insuportável, a raiva aparece como uma avalanche, o vazio pode se tornar desesperador. Nesse sentido, uma terapia que ajude a criar algum chão, alguma pausa e alguma possibilidade de nomear o que acontece pode ser muito importante. Também é importante lembrar que a melhor abordagem não é apenas aquela que tem um nome bonito ou famoso, mas aquela que encontra a necessidade daquela pessoa, naquele momento. Algumas pessoas se beneficiam muito da DBT. Outras podem se beneficiar de uma psicoterapia de orientação psicanalítica, terapia baseada em mentalização, terapia focada na transferência, terapia do esquema ou de combinações de cuidado, dependendo do caso. Então, sim, a DBT pode ser muito boa para o transtorno borderline, principalmente quando feita com profissional qualificado e com continuidade. Mas o mais importante é que a pessoa seja acompanhada com seriedade, regularidade e por alguém que compreenda a complexidade desse sofrimento sem reduzir tudo a rótulo, drama ou falta de controle. Espero ter ajudado. Estou à disposição.
Olá! Sim. A Terapia Comportamental Dialética (DBT) é uma das abordagens com maior evidência científica para o tratamento do Transtorno da Personalidade Borderline (TPB). Ela pode ajudar especialmente na regulação das emoções, impulsividade, comportamentos autodestrutivos e dificuldades nos relacionamentos, além de desenvolver habilidades para enfrentar situações de sofrimento intenso. Outras abordagens psicoterapêuticas também podem contribuir, e a escolha do tratamento deve considerar as necessidades e particularidades de cada pessoa. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também é indicado. O mais importante é que o tratamento seja contínuo, estruturado e conduzido por profissionais capacitados. Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
Sim, é excelente. A Terapia Comportamental Dialética (DBT, da sigla em inglês) é considerada o tratamento padrão-ouro (o mais eficaz e recomendado pela ciência mundial) para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Ela foi criada no final dos anos 1980 pela Dra. Marsha Linehan — que, inclusive, revelou anos mais tarde também ter o diagnóstico de Borderline — justamente porque as terapias tradicionais não estavam funcionando bem para lidar com a intensidade emocional desse transtorno.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.































