Tomava exodus de 20mg. Meu médico passou esc de 15mg para tomar dois comprimidos ao dia. Comprei o g

36 respostas
Tomava exodus de 20mg. Meu médico passou esc de 15mg para tomar dois comprimidos ao dia. Comprei o genérico e não senti o efeito desejado. Posso voltar a tomar o esc e não sentir efeito colateral
Qualquer duvida em relação ao medicamento deve ser esclarecida pelo seu médico. Ele fará o ajuste da medicação para que possa chegar ao efeito desejado. Em relação aos efeitos colaterais varia de pessoa para pessoa, portanto mais um motivo para você marcar uma consulto de retorno. O importante é: não parar com a medicação e nem mudar por conta própria. O seu organismo passou por um período de adaptação ao medicamento, e qualquer mudança sem o acompanhamento médico pode piorar os sintomas. Também recomendo associar a mediação a uma terapia. Se cuide! Um abraço
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 Micheli Mendes Alfieri
Psicólogo, Psicanalista
Guarulhos
Olá
O melhor é dividir essa dúvida com o profissional que te acompanha, ele vai poder orientar de uma mais eficaz, existem de fato comentários que os genéricos podem trazer efeitos diferentes, por isso a importância de levar esse conteúdo para seu médico
Fico a disposição
 Cleide Marchiotti
Psicólogo, Psicanalista
Maringá
Olá! Muito importante, vice tirar dúvidas sobre medicações com o médico que te acompanha. Faça isso com uma simples ligação, sem a necessidade de uma nova consulta. Ele saberá te orientar
Dra. Mariana Ozório
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá! Conforme orientado previamente pelos meus colegas e, ao qual eu endosso o apontamento: é interessante que busque o médico que faz o seu acompanhamento e relate as sua queixas. Abçs!
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 Marília Torres De Queiroz
Psicólogo, Psicanalista
São José do Rio Preto
Olá
Para qualquer alteração em seu medicamento consulte seu psiquiatra.
 Rodrigo Guedes
Psicanalista
São Paulo
Veja com o seu psiquiatra o tempo médio que a medicação faz efeito, pois cada uma tem um.
Veja a questão do genérico x o que ele receitou, pois pode haver alguma pequena, mas importante diferença.
E o mais importante, fale com ele como está se sentindo.
 Kelly Patrícia Luca
Psicólogo, Psicanalista
Natal
Ajuste a medicação com o médico especialista e não deixe de consultar um psicólogo para complementar seu tratamento. Os alopáticos atuam no sintoma, a psique precisa de cuidados e expressão, crie espaço para a sua evolução mental, emocional, corporal e espiritual.
Dr. Victor Hugo Basilio
Psicólogo, Psicanalista
Brasília
Apesar do composto ser o mesmo a bioequivalência de cada produto varia de acordo com o laboratório que o fez, infelizmente.
Então é comum que hajam efeitos colaterais no período de readaptação. O que pode durar, ao menos, uma semana.
 Tamara Reis dos Santos
Psicólogo
Rio de Janeiro
Fale sobre seu desconforto com o médico que receitou. Peça para ele esclarecer sobre esses efeitos, se são temporários, se precisa ajustar o mudar etc.
Dra. Jiciléia Oliveira
Psicólogo, Psicanalista
Taboão Da Serra
Recorra imediatamente ao médico psiquiatra, o qual está acompanhando o seu processo de tratamento. Converse com ele sobre seu desconforto quanto as mudanças medicamentosas. Assim você terá maiores e melhores informações.
Caso precise de um profissional para suporte psicológico estarei a disposição.
 Marcela Assi
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Necessário você conversar com seu médico sobre esta troca de medicação que ele orientou e como tem se sentido, também tirar dúvidas sobre efeitos colaterais ajuda na adesão ao tratamento.
Só fazendo um teste, melhor falar com o psiquiatra.
 Rondineli Souza
Psicanalista
Centro
Se você estiver preocupado com os efeitos colaterais, discuta os riscos e benefícios deste medicamento com seu médico.
 Carine Sayuri Goto
Psicanalista
São Paulo
Medicação psiquiátrica depois de certo tempo para de fazer efeito porque o processo de dependência se estabelece, por isso, é necessário fazer ajuste da dose ou aumentar a dose, mas precisa ficar muito claro que tudo isso pode virar uma bola de neve. Medicamentos psiquiátrico só deve ser usado por curto período de tempo e como estratégia coadjuvante, ou seja, precisa de psicoterapia ou análise pessoal, pois medicamento só alivia sintoma, não age na causa.
 Victoria Garrido
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
voce precisa consultar seu médico e fazer os ajustes junto com ele..relata os efeitos indesejados que sentiu e conforme for, vao acertando a medicação! é normal trocar caso nao tenha se adaptado bem.
 Liliane Meira
Psicanalista
São José dos Campos
É importante lembrar que cada pessoa pode responder de maneira diferente aos medicamentos, e os efeitos colaterais e a eficácia podem variar. Se você mudou para um genérico e não sentiu o efeito desejado, pode ser uma boa ideia discutir isso com seu médico.

Seu médico conhece seu histórico médico e está em melhor posição para avaliar sua situação específica. Eles podem ajustar a dose ou prescrever um medicamento diferente com base nas suas necessidades individuais.

Ao comunicar suas preocupações e sintomas ao seu médico, vocês podem trabalhar juntos para encontrar a melhor solução para você.
 Bruno Bueno de Castro Setti
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
O escitalopram, conhecido também como Exodus, é um medicamento usado para tratar depressão e ansiedade. A dose pode variar dependendo da necessidade individual do paciente e deve ser ajustada por um profissional de saúde. O genérico do medicamento deve ter o mesmo ingrediente ativo e, em teoria, deve funcionar da mesma maneira que o medicamento de marca. No entanto, se você sente que o genérico não está funcionando da mesma maneira que o medicamento original, você deve entrar em contato com seu médico. Não é recomendado alterar sua dosagem ou medicação sem orientação médica. Isso pode ter riscos, incluindo possíveis efeitos colaterais ou interações.
 Alba Liarth da Cruz
Psicólogo, Psicanalista
Fortaleza
Olá! Assim como a medicação foi prescrita pelo seu médico, o interessante e prudente é que você o procure para tirar essa dúvida e não fazer alterações sem que ele lhe oriente referente a isso. Afinal, cada medicação tem um efeito podendo variar, em alguns casos, de pessoa à pessoa. Ou seja, evitar a automedicação é o mais recomendável, principalmente quando se trata de medicação controlada. Como seu intuito é ser ajudado, a sugestão é que você volte ao médico e peça essa orientação.
 Fabio Rocha
Psicanalista
Rio de Janeiro
A melhor opção é conversar com seu médico psiquiatra que receitou a medicação.
Dr. Breno Silveira Mendes
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Boa tarde! Sobre a medicação, o mais adequado seria você retornar ao médico que te acompanha, e relatar a ele como vem se sentindo para que ele faça o devido ajuste/acerto da medicação. Caso queira, você pode também conciliar o tratamento medicamentoso com Psicoterapia com um psicólogo, acaba tendo efeitos muito mais significativos.
 Gabrielle Lucio Silva
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Indico buscar um psiquiatra para reavaliar a medicação e a dosagem, contudo, a buscar por terapia é o melhor caminho.
 Oara Mendonça
Psicólogo, Psicanalista
Sorocaba
Recomendo como Profissional da área da saúde que você fale com seu médico, para que o mesmo que já conheçe seu histórico clinico lhe ofereça a melhor solução para este momento, entre em contato por ligação, por mensagem, o quanto antes para que não se sinta angustiada também por esta questão!
 Sandra Hermoso
Psicanalista, Psicólogo
São Paulo
Olá, recomendo que você converse com seu médico. Ele te acompanha no tratamento, tem seu histórico clínico e por isso é o mais adequado para te orientar. De qualquer forma recomendo que nunca faça mudanças por conta própria, mas sempre por recomendação do seu psiquiatra.
 Priscilla Schille
Psicanalista
Curitiba
Olá. Como muitos colegas já disseram, precisa rever com seu médico e verificar se as doses e/ou medicamento está ok. Com relação aos seus sentimentos e condutas que estão te incomodando, sugiro terapia.
Dr. Marcos Nogueira
Psicanalista
São José do Rio Preto
Olá, o funcionamento cerebral tem uma vasta rede de neurotransmissores e moduladores desses neurotransmissores. Dessa forma as reações químicas cerebrais, suas regulações, seus bloqueios e potencializações são de uma amplitude incalculável. Portanto é perfeitamente normal precisar de ajuste nas doses dos medicamentos, ou na troca das substâncias escolhidas pelo seu médico. Paciência e comprometimento são as regras mestres que o paciente tem que ter no tratamento. Converse com seu médico.Abraços
Dra. Marcela Felício
Psicólogo, Psicanalista
São José dos Campos
Recomenda-se que ocorrendo qualquer tipo de dúvidas quanto a administração de medicação e de seus efeitos, que possa se orientar através do que formular em conjunto ao médico que lhe acompanha e possui conhecimento de seus contextos como um todo. Abraço.
 Elisabeth Marques
Psicanalista, Terapeuta complementar
Santos
A troca de medicações ou de marcas (original para genérico) pode influenciar a percepção de eficácia do tratamento, mas isso varia de pessoa para pessoa. A decisão deve sempre ser feita junto ao médico para garantir a segurança e a eficácia do tratamento.
 Alice Ferraz
Psicanalista
Rio de Janeiro
É importante destacar que mudanças na dosagem ou troca de medicação podem afetar a eficácia e os efeitos colaterais dos medicamentos. O escitalopram e o genérico podem ter pequenas variações devido a diferenças na formulação, embora ambos contenham o mesmo princípio ativo. Isso pode ser a razão de você não estar sentindo o efeito desejado. Se você está considerando voltar ao escitalopram, o ideal é consultar o seu médico, que avaliará sua resposta ao tratamento, a necessidade de ajuste na dose ou até mesmo a continuidade com o genérico. A interrupção ou mudança de dosagem de medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos deve ser feita com acompanhamento médico para evitar recaídas ou efeitos colaterais indesejados. O seu médico é a melhor pessoa para orientá-lo sobre a possibilidade de retomar o tratamento anterior ou ajustar a dosagem para garantir o melhor resultado.
Para qualquer alteração de medicamentos, consulte o médico.
Dra. Ivana Mussel
Psicanalista
Santa Luzia
Melhor procurar o seu médico.
 Viviane Custodio
Terapeuta complementar, Psicanalista
Belo Horizonte
O melhor é relatar ao seu psiquiatra exatamente o que ocorreu para que ele ajuste a conduta de forma segura.

Sou Viviane Custódio, psicóloga online. Atendo em português e espanhol, com foco em pessoas altamente sensíveis, ansiedade e trauma. Ofereço uma atenção personalizada e acolhedora para promover equilíbrio emocional e bem-estar. Conheça mais no meu perfil e em @vivianecustodio.psi.
 Diego Rocha
Psicanalista
Taubaté
A depressão se passa por egoísmo, pois a pessoa se desconecta do mundo e da dor dos outros. A pessoa deprimida não percebe o que está acontecendo, vai “definhando” sem se dar conta. A depressão tem disfarces que pode aparecer como preguiça, isolamento, irritabilidade ou até excesso de trabalho.
Falta de banho por dois dias já seria um sinal de alerta, indicando início de depressão
padrões mentais e emocionais como o Sentimento de injustiça que é acreditar que o mundo, Deus ou os pais foram injustos. Fuga do propósito de vida que a pessoa perde o sentido de sua existência e se desconecta da missão de ajudar os outros. Autocentramento que é o foco excessivo nos próprios problemas impede a empatia e a conexão com o coletivo.
Recomendo sair de si e olhar a dor do outro, reconexão com a espiritualidade e propósito de vida, afirmações positivas e reprogramação mental com movimento corporal e respiração consciente para liberar tensões emocionais.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá os medicamentos psico trópicos precisam ser recomendados e acompanhados por um médico psiquiatra pois a dosagem e o tipo de tratamento varia de caso a caso. Recomendado é que busque essa informação diretamente com o médico especialista.
 Ramon Andrade
Psicanalista
Rio de Janeiro
Mudanças de marca ou formulação podem, sim, ser percebidas por algumas pessoas, mesmo quando o princípio ativo é o mesmo. No entanto, qualquer ajuste deve ser feito apenas com orientação médica.

Voltar ao medicamento anterior pode ser possível, mas é importante conversar com o médico antes para avaliar dose, tempo de adaptação e possíveis efeitos.

Além da medicação, a psicoterapia é fundamental para trabalhar o sofrimento psíquico que o remédio sozinho nem sempre resolve. Fico à disposição para essa escuta.
É importante não fazer a troca ou ajuste por conta própria. Em geral, o genérico tem o mesmo princípio ativo e eficácia, mas algumas pessoas percebem diferença por variações de excipientes ou pela forma como o organismo responde. Ao voltar para o medicamento anterior, podem ou não surgir efeitos colaterais, isso varia de pessoa para pessoa e da dose utilizada. O mais seguro é relatar exatamente o que você sentiu ao seu médico para que ele avalie a melhor conduta e faça a mudança de forma acompanhada.
Dr. Bruno Guimarães Tannus
Psicanalista, Médico de família
Curitiba
Olá! Toda e qualquer mudança em seu tratamento com psicofármaco deve ser conversada com seu médico assistente. Primeiro, é importante que haja clareza sobre o que se espera da medicação. Segundo, apesar de muitos serem os efeitos adversos possíveis em um tratamento, há que se analisar cuidadosamente a situação para confirmar se, de fato, os sintomas que você apresenta (ou apresentou) têm relação com a medicação e, se for o caso, definir em conjunto com seu médico as alternativas que você dispõe. O ponto-chave do tratamento é a relação médico-paciente. Portanto, é necessário haver confiança nessa relação.

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