Rodrigo Vieira

Psicólogo · Mais sobre as especializações

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Número de registro: CRP SP 204166

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Experiência

 Prazer, sou Rodrigo Vieira (CRP 06/204166), psicólogo clínico formado pelo Centro Universitário São Camilo, pós-graduado em Análise do Comportamento Clínica pelo Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento (IBAC) e especialista em Transtornos Alimentares (PUCPR).

Atendo adolescentes, adultos e idosos que enfrentam ansiedade, depressão, baixa autoestima, estresse, dificuldades nos relacionamentos, luto, sofrimento emocional e questões relacionadas à alimentação, imagem corporal e transtornos alimentares.

Meu trabalho é baseado nas Terapias Contextuais (ACT, FAP e DBT) e na Analise do Comportamento Clinica, abordagens fundamentadas em evidências científicas que buscam ajudar você a desenvolver uma relação mais saudável com seus pensamentos e emoções, promovendo mais flexibilidade psicológica e qualidade de vida.

Atuo na clínica particular online e também integro o corpo clínico do Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento (IBAC), instituição em que fui convidado a permanecer após meu destaque acadêmico e clínico durante a pós-graduação.

Além da clínica, tive experiência em contexto hospitalar no Hospital Alemão Oswaldo Cruz e no Hospital São Camilo, acompanhando pacientes e familiares em situações de adoecimento, cuidados paliativos e luto.

Se você procura um espaço acolhedor, ético e livre de julgamentos para compreender melhor suas dificuldades e construir mudanças consistentes, será um prazer acompanhar esse processo com você.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Analista do comportamento
  • Psicologia clínica e da saúde
  • Comportamento alimentar
  • Estratégia de tratamento do estresse

Formatos de consulta

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Consultórios (4)

Rodrigo  Vieira

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Rodrigo  Vieira
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Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
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  • G

    G. L. S. L.

    Foi calmo, compreensivo e seguiu com a consulta exatamente como eu precisava. Me sentir confortável até mesmo de dizer o que eu não gostei ou o que eu não consegui melhorar. Me senti realmente seguro.

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  • V

    VT

    O acolhimento ..Que eu acho fondamental quando se procura ajuda psicológica .Nenhum julgamento nem conotaçaõ religiosa ..E uma procura de fermentas objetivas para sair da crise ..Rodrigo e um ótimo professional

     • Consultório para consultas online Psicoterapia online  • 

  • R

    R. C.

    Atencioso e bom ouvinte. Me sinto muito à vontade com ele.

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  • A

    A.D.S.

    Excelente psicólogo, o melhor que já tive. Acolhedor, preocupado em utilizar métodos suportados por evidência científica, eficaz nos momentos mais difíceis e em dar feedbacks.

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    MVC

    Gosto muito dos atendimentos do Dr. Me sinto bem depois do tratamento. E pretendo continuar.

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    RSL

    É um profissional exemplar. Gosto muito das sessões com ele.

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    JR

    Tive uma boa jornada com o Rodrigo. Muito obrigada.

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  • L

    Leonardo C.

    Me senti acolhido, é um profissional que te dá uma sensação de segurança que não tem como explicar. É um ótimo ouvinte, com certeza, capacitado e pra mim muito eficiente! Sinto que a abordagem comigo me fez ter outra visão, até sobre mim mesmo, hoje me sinto mais leve e mais feliz, eu achava que muita coisa eu fazia errado, por x motivos e o Rodrigo sempre teve uma resposta para mim, sempre pode me ajudar a enxergar sob óticas que eu não conseguia ver sozinho, enfim... Recomendo muito!

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  • C

    Cleiton Silva

    Ja passei em outros psicólogos e psicólogas, mas encontrei o DR que mudou minha pespectiva de psicoterapia. Muito acolhedor, tecnico, e bom ouvinte. Aceita bem feedbacks e também da bons feedbacks, bem efetivo.

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    Paciente Anonimo

    Rodrigo é um otimo psicologo. Acredito que todas as pessoas iriam se beneficiar de ser atendido por ele.

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Dúvidas respondidas

640 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

É possível termos sentimentos ou sensações que não queremos ter? Ontem eu estava acordando, ainda c

É possível termos sentimentos ou sensações que não queremos ter?

Ontem eu estava acordando, ainda com muito sono, em tinha aberto os olhos ainda, quando do nada me veio na cabeça um cara que um dia gostei e sorri. Assim que abri os olhos, pensei: “Ué, mas eu nem gosto mais dele. Essa pessoa me fez passar por coisas ruins, então por que eu tive essa reação?”

Passei o dia remoendo isso e me sentindo culpada, porque eu sei que não gosto mais dele e não quero voltar a ficar com ele. Mas aquele momento me fez questionar se uma reação espontânea pode significar alguma coisa.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Rodrigo  Vieira

Sim. E, na verdade, essa é uma distinção muito importante na psicologia: não escolhemos diretamente quais pensamentos, sensações ou emoções aparecem; temos muito mais influência sobre a maneira como respondemos a eles.

No exemplo que você trouxe, o fato de você ter pensado nessa pessoa e sorrindo espontaneamente não significa necessariamente que ainda goste dela, que queira voltar ou que exista algum desejo escondido. Uma reação automática pode acontecer antes mesmo de você ter tempo de avaliar conscientemente o que está acontecendo.

O cérebro associa pessoas, lugares, músicas, memórias e situações a diferentes emoções. Uma pessoa que foi importante em determinado período da sua vida pode continuar aparecendo espontaneamente na memória, inclusive acompanhada de uma sensação agradável, mesmo que hoje você não queira mais aquela relação.

Também é possível que o sorriso tenha ocorrido por diversos motivos: uma lembrança específica, uma associação automática, uma memória de uma situação agradável daquele período ou simplesmente uma reação corporal momentânea. Não existe uma correspondência perfeita entre uma reação espontânea e aquilo que você realmente deseja ou valoriza atualmente.

O que parece ter causado mais sofrimento no seu relato foi o que aconteceu depois:

"Eu sorri quando pensei nele → então talvez ainda goste dele → mas eu não quero gostar dele → então esse sorriso deve significar alguma coisa → preciso entender o que senti."

A partir daí, você passou o dia tentando descobrir o "verdadeiro significado" daquela reação. Esse processo de análise pode acabar dando muito mais importância ao episódio do que ele originalmente tinha.

Uma pergunta mais útil seria:

"O que eu escolho fazer hoje em relação a essa pessoa?"

E não necessariamente:

"O que aquele sorriso prova sobre o que eu sinto?"

Você pode ter uma lembrança agradável, sentir carinho por uma memória, sorrir involuntariamente ou até sentir alguma atração momentânea e, ainda assim, escolher não retomar aquela relação. Sentimentos e pensamentos não são compromissos nem ordens.

Isso também vale para emoções que você não gostaria de sentir: podemos sentir saudade de alguém que sabemos que não nos faz bem, sentir raiva de alguém que amamos, sentir medo quando sabemos que estamos seguros ou ter pensamentos que entram em conflito com nossos valores.

O objetivo da terapia não costuma ser garantir que nenhum sentimento indesejado apareça. Isso seria impossível. O trabalho é desenvolver uma relação mais flexível com essas experiências, de modo que você não precise transformá-las em provas sobre quem você é ou sobre o que realmente deseja.

Nesse caso, talvez uma resposta mais saudável ao episódio fosse simplesmente:

"Interessante, meu cérebro trouxe essa pessoa à memória e eu sorri. Não preciso descobrir exatamente por quê. Isso não muda as razões pelas quais escolhi não estar mais com ela."

E seguir o seu dia.

O fato de você ter passado o restante do dia remoendo o episódio merece mais atenção do que o sorriso em si. Se situações como essa frequentemente fazem você buscar certezas sobre o que realmente sente, analisar reações espontâneas ou se sentir culpada por pensamentos e sensações que não escolheu, isso pode ser algo bastante produtivo para trabalhar em psicoterapia.

Espero ter ajudado.

Rodrigo Vieira
Psicólogo Clínico (CRP 06/204166)


Tenho dificuldade de me priorizar metas pessoais e fazer o que gosto. Sou de família que me deixou u

Tenho dificuldade de me priorizar metas pessoais e fazer o que gosto. Sou de família que me deixou um pouco de lado emocionalmente e acredito que isso me bloqueia de me priorizar mais, sinto que tenho que tirar força negativa de dentro de mim pra tentar me priorizar e tenho uma crença de que acho que seria muito egoísta da minha parte ao me colocar em primeiro lugar. Como se trabalha isso?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Rodrigo  Vieira

Olá!

O que você descreve pode fazer bastante sentido. Quando uma pessoa cresce em um contexto em que suas necessidades emocionais foram pouco reconhecidas, ela pode aprender, ao longo do tempo, que as necessidades dos outros são mais importantes que as próprias. Isso pode aparecer na vida adulta como dificuldade de dizer não, culpa ao descansar, dificuldade de investir em si mesma ou a sensação de que priorizar os próprios objetivos seria egoísmo.

Uma crença que pode estar por trás disso é justamente:

"Se eu me colocar em primeiro lugar, estarei sendo egoísta."

Essa crença pode ser trabalhada em psicoterapia, mas não necessariamente tentando simplesmente substituí-la por pensamentos positivos. É importante compreender como ela foi aprendida, em quais situações aparece e quais comportamentos ela está mantendo atualmente.

Por exemplo, você pode começar a perceber:

"Quero fazer algo por mim → sinto culpa → penso que estou sendo egoísta → abandono minha atividade → faço aquilo que outra pessoa espera de mim → sinto alívio da culpa."

Embora evitar a própria necessidade diminua a culpa naquele momento, isso pode reforçar a ideia de que cuidar de si é realmente algo errado.

Um objetivo terapêutico seria começar a experimentar uma alternativa:

"Posso me importar com as pessoas e, ao mesmo tempo, cuidar das minhas próprias necessidades."

Isso é diferente de colocar-se sempre acima dos outros. Priorizar-se não significa desconsiderar as necessidades das outras pessoas. Significa reconhecer que as suas necessidades também têm importância.

Outro ponto importante é que talvez você não precise "tirar uma força negativa de dentro de si" para conseguir se priorizar. Muitas vezes, esperar primeiro sentir vontade, confiança ou ausência de culpa faz com que a mudança nunca aconteça. É possível começar a agir mesmo sentindo algum desconforto.

Por exemplo:

"Estou me sentindo culpado por dedicar uma hora a algo que gosto, mas vou fazer mesmo assim porque isso é importante para mim."

A experiência pode ensinar algo que apenas o pensamento dificilmente consegue ensinar: sentir culpa não significa necessariamente estar fazendo algo errado.

Você pode começar com pequenas escolhas: reservar um período da semana para uma atividade pessoal, retomar um interesse que abandonou, estabelecer um limite, dizer "não" quando realmente não quiser algo ou dedicar tempo a uma meta sem precisar justificar constantemente essa escolha.

Também pode ser útil perguntar:

"Se eu não precisasse provar que sou uma pessoa boa através de sacrifícios, como eu gostaria de utilizar meu tempo?"

E outra pergunta:

"Se alguém que eu amo cuidasse de si da mesma maneira que estou tentando cuidar de mim, eu consideraria essa pessoa egoísta?"

Essas perguntas podem ajudar a perceber padrões de cobrança que talvez você não aplicasse a outras pessoas.

Na perspectiva das terapias comportamentais contextuais, também podemos trabalhar para que suas escolhas sejam guiadas menos pela tentativa de evitar culpa ou rejeição e mais por aquilo que você considera importante para a vida que deseja construir. Você pode sentir culpa, insegurança ou medo de desagradar e, ainda assim, realizar uma ação coerente com seus valores.

Portanto, o objetivo não seria chegar ao ponto de "não me importo com ninguém", mas desenvolver uma posição mais equilibrada:

"Eu me importo com as pessoas, mas também faço parte daquilo que precisa ser cuidado."

Se essa dificuldade estiver presente há muitos anos e estiver impedindo você de construir projetos pessoais, relacionamentos ou uma vida mais significativa, a psicoterapia pode ser um espaço importante para compreender essa aprendizagem e experimentar novas formas de se relacionar consigo mesmo.

Você não precisa escolher entre cuidar dos outros e cuidar de si. É possível fazer as duas coisas.

Espero ter ajudado.

Rodrigo Vieira
Psicólogo Clínico (CRP 06/204166)


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