Dra. Victória Hallal

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP SC 30972

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Experiência

Sou psicóloga graduada pela Universidade Católica de Pelotas e ofereço psicoterapia com orientação analítica. Tenho mestrado em Saúde e Comportamento pela mesma instituição, onde também estou cursando doutorado.

Sou especialista em Psicologia do Esporte e do Exercício, formada pela UNIFASE/RJ, pós graduada em avaliação psicológica e em psicanálise clínica pela Anhanguera.

Atendo presencialmente crianças, adolescentes e adultos, além de oferecer atendimento online para adolescentes e adultos. Realizo avaliações psicológicas para identificar transtornos de humor e de personalidade, sempre com atenção e cuidado para promover o bem-estar de cada paciente.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise

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Victória Hallal
Consultório Psicológico Victoria Hallal

Padre Anchieta 2105, sala 410, Centro, Pelotas 96015-420

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Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Sul América Saúde
  • Cassi
  • Postal Saúde
  • Saúde Caixa (Caixa Econômica Federal)
  • Unafisco Saúde
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2 opiniões

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  • D

    DF

    Minha filha gostou muito das sessões com a Vic e isso me deixa muito satisfeita pois tínhamos dificuldade com outros profissionais.

     • Instituto Granzotto - Psicologia Clínica Psicologia Infantil  • 

  • J

    J.F

    profissional excelente!! sempre pontual e muito comprometida

     • Instituto Granzotto - Psicologia Clínica Acompanhamento a pacientes com ansiedade  • 

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá, estou em uso de Sertralina 50mg há 22 dias. Neste período já noto melhora significativa na ansi

Olá, estou em uso de Sertralina 50mg há 22 dias. Neste período já noto melhora significativa na ansiedade, nunca mais tive as crises. Porém, estou me sentindo "muito tranquila", o que me causa até certa estranheza. Comentei com a psiquiatra que acompanha meu tratamento e a mesma afirmou que isso é comum e o organismo tende a acostumar, com o passar das semanas está é a nova sensação que será presente, a de bem-estar. Comentei o mesmo com minha psicóloga e ela aponta que isto é comum e justamente o bjetivo da medicação e que essa nova sensação de tranquilidade deve ser trabalhada em terapia, para que eu aprenda a lidar com ela e finalmente "descansar a cabeça" e que esta estranheza é comum pois vivi muitos anos com TAG e devo me readequar a este novo funcionamento. Ao mesmo tempo, quando paro, acabo me sentindo agoniada, pois parece que "não sou eu" e acabo me sentindo triste com isto.
Com o andar do tratamento, a tendência é que esta sensação seja comum e "meu novo normal"?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Victória Hallal

A melhora da ansiedade e a ausência das crises são sinais positivos, mas essa mudança pode também provocar estranheza. Quando a ansiedade esteve presente por muitos anos, ocupando grande parte dos pensamentos, da rotina e da forma de se relacionar consigo mesma, a sua redução pode inicialmente ser percebida como um “vazio” ou como a sensação de que algo está faltando.
Esse vazio não significa necessariamente que você deixou de ser quem é. Pode indicar que um espaço antes ocupado pela preocupação, pelo medo e pelo estado constante de alerta agora está se abrindo. Esse espaço poderá ser compreendido e ressignificado gradualmente, permitindo a construção de novas formas de estar consigo mesma, descansar a mente e experimentar o bem-estar.
Nesse processo, além do acompanhamento com a psiquiatra, pode ser muito importante iniciar um acompanhamento psicológico. A medicação pode ajudar na redução dos sintomas, enquanto a psicoterapia oferece um espaço de escuta e reflexão para compreender a história da ansiedade, elaborar os sentimentos que surgem com essa mudança e desenvolver recursos para lidar com a nova experiência. A combinação entre psicoterapia e tratamento medicamentoso é frequentemente utilizada no cuidado de quadros de ansiedade, embora o plano de tratamento deva ser individualizado.
Recomendo que você converse com sua psiquiatra sobre essa sensação e considere buscar uma psicóloga ou um psicólogo com quem se sinta confortável.


Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gosta

Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gostaria de saber se a Terapia DBT é adequada, mesmo que eu não tenha borderline.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Victória Hallal

A escolha de uma psicoterapia não deve ser feita apenas a partir de um diagnóstico ou do nome de uma abordagem. Cada pessoa estabelece uma relação singular com o próprio sofrimento, e é importante encontrar um espaço em que você se sinta escutada e possa falar livremente sobre aquilo que vive.

O fato de a TCC não ter ajudado como você esperava não significa necessariamente que você precise de uma técnica diferente. Talvez seja importante perguntar o que, nessa experiência, não pôde ser construído: você se sentia compreendida? Conseguia falar sobre o que realmente a angustiava? Sentia que o tratamento fazia sentido para você?

A relação com a psicóloga é parte fundamental do processo. Mais do que oferecer respostas prontas ou estratégias, a psicoterapia pode ajudar a compreender o sentido de determinados sofrimentos, repetições, conflitos e formas de se relacionar consigo mesma e com os outros. Por isso, recomendo que você converse abertamente com sua terapeuta sobre essa sensação de que o tratamento não tem ajudado. Se, mesmo com essa conversa, você não se sentir acolhida ou implicada no processo, pode ser válido buscar outra profissional, com quem seja possível construir um vínculo de confiança.

No caso do transtorno bipolar, é importante manter o acompanhamento psiquiátrico e comunicar qualquer mudança significativa no humor, no sono ou no comportamento. A escolha do tratamento psicológico deve considerar sua história e sua singularidade, e não apenas o diagnóstico.


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