Perguntas do paciente (90)
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Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consul
Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consultei mas gostaria de saber se tenho ansiedade ou depressão e etc.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um profissional adequado para ajudar na avaliação de possíveis problemas de ansiedade, depressão ou outras questões emocionais é um psicólogo clínico. Os psicólogos são especializados em avaliar e tratar uma ampla gama de questões mentais e emocionais.
Você pode procurar um psicólogo clínico ou psicoterapeuta. Eles têm o treinamento necessário para fazer uma avaliação inicial de suas preocupações e ajudar a determinar se você está sofrendo de ansiedade, depressão ou qualquer outra questão de saúde mental. A partir daí, eles podem oferecer orientação sobre os próximos passos, que podem incluir aconselhamento, terapia ou encaminhamento para outros profissionais de saúde, se necessário.
Lembre-se de que é importante procurar ajuda profissional se você estiver enfrentando essas preocupações. Um profissional qualificado pode ajudar a identificar suas necessidades e criar um plano de tratamento terapêutico.
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Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de
Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo o quão angustiante isso deve ser para você. O que você está descrevendo parece ser um conjunto de sintomas relacionados à ansiedade e à depressão, que podem ser bastante debilitantes. É importante continuar buscando ajuda profissional para lidar com esses sentimentos. A terapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, pode ser eficaz para ajudar a identificar padrões de pensamento negativo e desenvolver estratégias de enfrentamento.
Além disso, é vital continuar seguindo as orientações do seu médico, pois a combinação de medicamentos consumidos e terapia pode trazer transtorno significativo. É um processo gradual, mas com apoio adequado, é possível recuperar qualidade de vida e encontrar maneiras de enfrentar os desafios. Lembre-se de ser gentil consigo mesmo durante esse processo e permitir-se buscar o suporte necessário para sua jornada de recuperação.
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Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que conti
Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que continuam a tratá-los como crianças ? Com total controle sobre a vida deles, chegando a sofrer quando um arruma uma companheira e tentando sabotar cada relacionamento; tentando convencer o outro mais velho (48) a voltar para casa e outro de 46 que é complexado e nunca chegou a trabalhar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Trabalhar com um casal e filhos adultos em uma dinâmica tão desafiadora requer sensibilidade e comunicação aberta. Incentivar a independência dos filhos adultos, promover um diálogo honesto e estabelecer limites saudáveis são passos cruciais. Se a situação persistir, considere envolver um terapeuta familiar para orientação profissional. A mudança leva tempo, mas o objetivo é criar relações mais saudáveis e funcionais dentro da família.
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Tenho uma filha de 12 anos... Sou separada... Tenho difícil relacionamento com ela... E arredia....
Tenho uma filha de 12 anos... Sou separada... Tenho difícil relacionamento com ela... E arredia....
O que devo fazer?
Quem e o melhor para cuidar deste tipo de caso...
Estou precisando muito de ajuda.
ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo a dificuldade que você está enfrentando no relacionamento com sua filha. É valioso procurar um psicólogo ou terapeuta especializado em terapia familiar ou terapia infantil. Eles podem ajudar a entender as dinâmicas entre vocês, oferecendo orientação para melhorar a comunicação, estabelecer limites de segurança e fortalecer o vínculo.
Além disso, lembre-se de demonstrar empatia e estar disponível para ouvir. Crie um ambiente de abertura para que ela possa compartilhar seus sentimentos. Paciência e consistência são essenciais para reconstruir o relacionamento. Buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para promover uma dinâmica mais positiva entre você e sua filha.
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Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin
Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito ouvir que você está passando por um momento difícil. É compreensível ter sentimentos mistos em relação à terapia, especialmente se você teve experiências anteriores desafiadoras. No entanto, considerando o impacto emocional que a situação com sua mãe teve sobre você, explorar a terapia novamente pode oferecer uma oportunidade para lidar com suas emoções e desenvolver estratégias de enfrentamento saudável.
Lembre-se de que a terapia não precisa ser igual às experiências anteriores. Encontrar um terapeuta com quem você se sente à vontade pode fazer uma grande diferença. Também é importante continuar comunicando com seu psiquiatra sobre a medicação da medicação, para que possa fazer ajustes se necessário. Você não está sozinho nesse processo e profissionais de saúde mental estão aqui para apoiá-la.
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Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?
Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" podem ser um sintoma de um distúrbio conhecido como "earworms" ou "involuntary musical imagery". Esses pensamentos repetitivos de músicas podem ser desconfortáveis para algumas pessoas, mas nem sempre são indicativos de um problema grave. A gravidade e a duração desses pensamentos podem variar de pessoa para pessoa.
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) e técnicas de gerenciamento de pensamentos intrusivos podem ajudar a lidar com esses tipos de pensamentos obsessivos. Não exatamente “cura”, mas aprender a gerenciar esses pensamentos pode reduzir sua interferência na vida diária. Se esses pensamentos estão causando sofrimento significativo, é procurar um profissional de saúde mental, como um psicólogo, para avaliar sua situação e fornecer orientação adequada.
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Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, t
Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, trava! Tenho várias coisas em mente mais não sai...
E também tenho medo da feminidade da mulher (eu) com palavras, no jeito de falar..
Algum conselho?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que a comunicação seja mais fácil em plataformas online. A dificuldade em expressar-se pessoalmente pode estar relacionada à ansiedade social. Trabalhar gradualmente na exposição a situações sociais e praticar técnicas de relaxamento pode ajudar. Explorar as causas subjacentes com um profissional em terapia é importante para compreender e superar essas barreiras. Praticar a autocompaixão também é crucial enquanto se trabalha na construção de confiança em interações pessoais.
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Meu namorado disse que há um tempo atrás foi diagnosticado com transtorno bipolar,mais lendo a respe
Meu namorado disse que há um tempo atrás foi diagnosticado com transtorno bipolar,mais lendo a respeito vi que os bipolares são frios,ele é totalmente o contrário,muito carinhoso...há possibilidade dele não ter esse tal transtorno bipolar?ou o bipolar tbm pode ser amoroso?Grata...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É importante entender que o transtorno bipolar não determina a personalidade de alguém. Pessoas com transtorno bipolar podem expressar uma ampla gama de características emocionais e comportamentais, incluindo ser carinhosas e afetuosas. O transtorno bipolar envolve mudanças graves de humor e energia, que podem variar de episódios de depressão a episódios de mania ou hipomania.
Portanto, é possível que seu namorado seja carinhoso e afetuoso mesmo que tenha sido diagnosticado com transtorno bipolar. As características de personalidade não são necessariamente indicativas desse transtorno. Se houver dúvidas, é aconselhável que ele continue a consultar profissionais de saúde mental para uma avaliação precisa e um plano de tratamento adequado, se necessário.
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Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.
Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a depressão e o transtorno bipolar pode ser desafiador, mas existem abordagens que podem ajudar a melhorar sua qualidade de vida. A terapia, como cognitivo-comportamental, pode ajudar a desenvolver habilidades para visualizar pensamentos negativos. Medicamentos também podem ser uma parte importante do tratamento. É importante lembrar que a “cura” pode ser um conceito complexo, mas com apoio profissional contínuo, autogerenciamento e redes de apoio, é possível alcançar estabilidade emocional e viver uma vida mais significativa.
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Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regra
Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regras sem querer, minha mente diz que tenho que refazer esse ritual, já que não fiz corretamente, há problema em deixar de fazer esse ritual sem refazê-lo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entender que lidar com o TOC e seus rituais pode ser desafiador. A ideia de que algo pode dar errado se você não seguir as regras exatas é uma característica comum do TOC. No entanto, é importante trabalhar gradualmente para diminuir a dependência desses rituais para promover uma melhoria na sua qualidade de vida.
Experimentar não refazer o ritual pode ser desconfortável no início, mas é um passo importante para reduzir a intensidade do TOC. Tente conversar com um psicólogo especializado em TOC, que pode auxiliar na implementação de estratégias para reduzir a necessidade dos rituais de forma controlada, com o objetivo de diminuir a ansiedade e promover um maior senso de controle sobre seus pensamentos e ações.
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Perguntas frequentes
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É normal se sentir um pouco mais calmo e lento e até mesmo sonolento depois de uma injeção de haldol
Sim. O Haldol Decanoato (decanoato de haloperidol) é um antipsicótico de…