Perguntas do paciente (90)

  • Como lidar com uma acusação de traição (coisa que nunca aconteceu) com o próprio irmão materno?

    Como lidar com uma acusação de traição (coisa que nunca aconteceu) com o próprio irmão materno?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Lidar com uma acusação de traição envolvendo um membro da família requer sensibilidade. Primeiro, mantenha a calma e ouça atentamente o ponto de vista do seu irmão. Comunica-se de forma aberta, honesta e assertiva, esclarecendo que a acusação é infundada. Evite confrontos e procure entender as razões por trás da acusação, mantendo o respeito mútuo. À medida que o diálogo avança, pode ser útil envolver um terapeuta ou mediador familiar para facilitar a comunicação e a reconciliação, caso necessário.


  • Olá! Minha namorada sempre foi muito sincera comigo e me contou que seu relacionamento anterior era

    Olá! Minha namorada sempre foi muito sincera comigo e me contou que seu relacionamento anterior era aberto por ter tido um carnaval em que ela sentiu vontade e a pessoa que ela tava aceitou e quis também. Só que desde que fiquei sabendo disso, sempre fico lembrando e isso me gera insegurança e me incomoda bastante devido a ser algo que eu considero errado e não gostaria que acontecesse com o nosso relacionamento. Deixei isso claro desde o início e ela sempre falou que não preciso me preocupar pq foi uma experiência que ela teve e viu que não deu certo e que ela não quer isso para o nosso relacionamento, que o valor que ela vê em mim ela não via no ex e etc. Mas ainda assim sigo na angústia e com medo de chegar algum ponto que ela queira isso . Mas não quero ficar assim pq ela é uma pessoa boa, me faz muito bem, me respeita e é bastante alinhada comigo em tudo. É chato eu ficar constantemente conversando sobre a mesma coisa e não quero que essa insegurança estrague nosso relacionamento. O que posso fazer pra parar de me sentir assim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    É revelado que a revelação do passado da sua namorada está causando insegurança. Para superar essa preocupação, é importante focar no presente e nas ações dela que demonstram compromisso com o relacionamento atual. Pratique a comunicação aberta, compartilhando seus sentimentos de forma honesta, mas também escute as palavras dela sobre a mudança e compromisso. Ao internalizar a confiança e permitir que o relacionamento se desenvolva gradualmente, você poderá encontrar maneiras de diminuir a ansiedade. Se a insegurança persistir, considere o apoio de um psicólogo pode ajudar a explorar e trabalhar esses sentimentos de forma mais profunda.


  • Estou passando por alguns problemas, como insônia, ansiedade e uma possível depressão, devo procurar

    Estou passando por alguns problemas, como insônia, ansiedade e uma possível depressão, devo procurar primeiramente a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    É importante considerar ambos os profissionais para obter um cuidado abrangente. Começar com um psicólogo pode ajudar a explorar suas preocupações, sentimentos e padrões de pensamento, trabalhando em estratégias para lidar com a ansiedade, insônia e outros sintomas emocionais. Um psiquiatra pode avaliar a necessidade de intervenção medicamentosa, especialmente se a depressão for significativa. Uma abordagem em conjunto, com um psicólogo e psiquiatra trabalhando juntos, muitas vezes oferece resultados mais completos. Considere agendar uma consulta com um deles para iniciar o processo de suporte e avaliação.


  • Existe algum transtorno onde a pessoa possui uma certa compulsão ou mania por falar de forma extrema

    Existe algum transtorno onde a pessoa possui uma certa compulsão ou mania por falar de forma extremamente especifica, usando expressões exatas ou comportamentos únicos para expressar algo, como se ela tivesse um vocabulário tão limitado que parece que ela só consegue falar de uma única forma, mesmo que ela quisesse, e quando tenta, tem muita dificuldade de sair desse vício?
    Por exemplo:
    Se ela fosse pedir algo a alguém ela pediria usando sempre uma frase específica, como se ela apenas soubesse pedir dessa forma.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    O comportamento que você descreve sugere características de um possível transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo, que pode se manifestar em padrões rígidos e repetitivos de pensamento, comportamento e expressão. Esse padrão pode afetar a forma como a pessoa se comunica, resultando em um uso restrito e repetitivo de expressões. No entanto, é importante considerar outras possibilidades diagnósticas e avaliar os sintomas num contexto clínico abrangente. Uma avaliação por um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, pode ajudar a esclarecer o diagnóstico e orientar o tratamento adequado, se necessário.


  • Se tratando de uma pessoa com diagnóstico de depressão e em estado inerte (se recusa a comer, se rec

    Se tratando de uma pessoa com diagnóstico de depressão e em estado inerte (se recusa a comer, se recusa a levantar da cama, se recusa a usar o banheiro, tomar banho, continuar fazendo o uso dos remédios), é de bom tom que um outro indivíduo intervenha na situação para ajudar? Principalmente na parte do banho, quando a pessoa está muito "anestesiada" e não consegue fazer tudo direito ou não sente vontade alguma, mesmo... É certo intervir e ajudar a pessoa a se ensaboar, a se lavar, lavar os cabelos, essas coisas? Pergunto porque acho que, muitas vezes, isso não é um assunto muito discutido, não é algo que é previamente "acordado" entre as partes envolvidas, mas que também não seria muito eficiente ignorar por achar que a pessoa vai conseguir sair dessa sozinha e se virar para fazer as coisas. Mas claro, supondo que quem ajudaria a pessoa que está nesse estado a tomar banho e fazer o resto de todas essas coisas, seria alguém de muita confiança e disponível na hora, como um parente, o cônjuge, um amigo... É esta a minha dúvida. É certo intervir? E se sim, como fazer isso sem que a pessoa se sinta muito constrangida e violada, posteriormente, de alguma forma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Em casos de depressão grave, quando uma pessoa está em um estado inerte e negligenciando cuidados básicos, intervenção cuidadosa pode ser necessária. Oferecer ajuda para atividades como tomar banho pode ser protegido, desde que seja feito com sensibilidade e respeito. Escolha um momento tranquilo para falar sobre suas preocupações, explicando que você está ali para apoiar. Mantenha o diálogo aberto e permita que a pessoa expresse suas emoções. Priorizar a privacidade e o conforto, garantindo que uma intervenção seja guiada pela empatia, não pela pressão. No entanto, considerando a complexidade do quadro, procurar orientação de um profissional de saúde mental também é aconselhável.


  • Sinto que não consigo expressar tudo aquilo que eu quero falar, simplismente eu não consigo explicar

    Sinto que não consigo expressar tudo aquilo que eu quero falar, simplismente eu não consigo explicar nada do que eu penso, ou até mesmo algo que aconteceu na minha vida sem me "embolar" ou me atrapalhar, não consigo defender bem meus argumentos, aliás eu acho que nem tenho argumentos, e se tenho não consigo expresso-lo verbalmente da maneira como pensei, alguma dica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    É compreensível sentir essa dificuldade em expressar seus pensamentos e argumentos verbalmente. Começar com passos pequenos pode ser útil. Antes de falar, organize suas ideias, fazendo anotações se necessário. Pratique expressar-se com um amigo próximo ou por escrito. A confiança cresce com o tempo; lembre-se de que não é necessário ser perfeito. Respeite seu ritmo e considere também explorar técnicas de respiração para controlar a ansiedade ao falar. Um psicólogo pode ajudar a desenvolver estratégias específicas para melhorar sua expressão verbal e autoconfiança.


  • Tenho uma grande dificuldade de me manter focado em uma tarefa por muito tempo, ao mesmo tempo que e

    Tenho uma grande dificuldade de me manter focado em uma tarefa por muito tempo, ao mesmo tempo que eventualmente foco em algo aleatório e fico horas a fio fazendo a msm coisa. Também tenho uma pequena dificuldade de ler textos com espaçamento de linhas pequeno, acabo me perdendo, pulo linhas, volto um pedaço sem perceber e etc.. As vezes quando estou escrevendo pulo um pedaço da frase ou "como" letras (este último é mais incomum) e minha memória de curto prazo não é das melhores. Tudo isso acaba atrapalhando algumas areas da vida, principalmente trabalho e estudo. É normal ou deveria procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    As dificuldades que você descreveu, como dificuldade em manter o foco, padrões de foco excessivos, problemas de leitura e escrita, e desafios com memória de curto prazo, podem indicar que você está enfrentando dificuldades de atenção e concentração. Esses sintomas podem interferir significativamente nas áreas de trabalho, estudo e vida cotidiana.

    É importante ressaltar que todos têm momentos de distração e desatenção ocasionais, mas quando esses sintomas se tornam ocasionais e afetam qualidade de vida, é recomendado buscar ajuda. Um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou um psiquiatra, pode avaliar sua situação, diagnosticar se há algum transtorno de atenção ou outro problema subjacente, e propor estratégias e tratamentos para lidar com esses desafios.

    Lembrando que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de autocompaixão e desejo de melhorar sua qualidade de vida e bem-estar.


  • O psicólogo pode ter uma fala de impossição ao paciente?

    O psicólogo pode ter uma fala de impossição ao paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    O papel de um psicólogo é facilitar um ambiente de compreensão, empatia e colaboração, onde o paciente se sente à vontade para explorar seus pensamentos, sentimentos e experiências. O psicólogo não deve importar suas próprias opiniões, opiniões ou decisões ao paciente. Em vez disso, eles devem trabalhar para ajudar o paciente a ganhar autoconsciência, promover insights e desenvolver estratégias para enfrentar seus desafios.

    Embora os psicólogos possam fornecer orientação, direcionamento e oferecer perspectivas alternativas, isso deve ser feito de maneira respeitosa, não-diretiva e sempre em consonância com as necessidades e valores do paciente. O objetivo principal é capacitar o paciente a tomar decisões informadas e positivas sobre sua própria vida e bem-estar.


  • Qual a diferença é quando devo procurar psicólogo ou terapeuta complementar??

    Qual a diferença é quando devo procurar psicólogo ou terapeuta complementar??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    A diferença entre procurar um psicólogo e um terapeuta complementar está relacionada às abordagens e aos tipos de tratamento oferecidos.

    Psicólogo: Um psicólogo é um profissional de saúde mental licenciado, com formação acadêmica em psicologia. Eles oferecem terapia baseada em evidências, como a terapia cognitivo-comportamental, terapia de conversa e outras abordagens psicológicas. Os psicólogos tratam uma ampla gama de problemas emocionais, comportamentais e psicológicos.

    Terapeuta Complementar: Os terapeutas complementares podem incluir uma variedade de profissionais, como terapeutas holísticos, terapeutas alternativos, terapeutas de arte, terapeutas de música, terapeutas de massagem, entre outros. Eles geralmente usam abordagens não convencionais e técnicas alternativas para promover o bem-estar físico e emocional.

    A decisão sobre qual profissional procurar depende de suas necessidades específicas e preferências. Se você está lidando com problemas emocionais, ansiedade, depressão, traumas


  • Como lidar com a timidez? E com a sensação de estar sendo inadequado e/ou inconveniente ao interagir

    Como lidar com a timidez? E com a sensação de estar sendo inadequado e/ou inconveniente ao interagir com as pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Lidar com a timidez envolve gradualmente se expor a situações sociais, começando por interações mais confortáveis. Praticar técnicas de relaxamento pode ajudar a diminuir a ansiedade. Quanto à sensação de inadequação, é importante questionar pensamentos negativos e buscar evidências de que eles não são totalmente verdadeiros. A terapia cognitivo-comportamental pode ser útil para trabalhar esses padrões de pensamento e comportamento, promovendo autoconfiança e habilidades sociais.


  • O auxiliar diagnóstico (depressão, ansiedade,etc) já seria suficiente ou válido para ser mostrado ca

    O auxiliar diagnóstico (depressão, ansiedade,etc) já seria suficiente ou válido para ser mostrado caso a pessoa precise provar suas dificuldade,seja no ambiente de trabalho ou até no ambiente estudantil (faculdade,escola)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Um diagnóstico auxiliar, como um diagnóstico médico ou psicológico de depressão, ansiedade ou outra condição de saúde mental, pode ser útil e válido para comprovar as dificuldades que alguém enfrenta no ambiente de trabalho ou educacional. Essa documentação pode servir como evidência das necessidades da pessoa e ajudar a garantir a segurança ou o apoio adequado. No entanto, é importante verificar os requisitos específicos do ambiente de trabalho ou educacional em relação à documentação necessária e aos procedimentos para solicitação conveniente. Em muitos casos, um profissional de saúde mental pode fornecer um relatório detalhado que explique as limitações e necessidades da pessoa, ou que pode ser usado para respaldar suas dificuldades.


  • A hipnoterapia e o tratamento mais rápido em casos de ansiedade social ?

    A hipnoterapia e o tratamento mais rápido em casos de ansiedade social ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    A hipnoterapia pode ser uma abordagem útil para tratar a ansiedade social em algumas pessoas, mas não há garantia de que seja o tratamento mais rápido ou eficaz para todos. A eficácia da hipnoterapia pode variar de acordo com a pessoa e a gravidade da ansiedade. Outras abordagens, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), também são demonstradas eficazes no tratamento da ansiedade social. A escolha da abordagem depende das preferências individuais, das recomendações de um profissional de saúde mental e da resposta pessoal ao tratamento. É importante consultar um profissional qualificado para discutir as opções de tratamento e escolher a mais adequada para sua situação.


  • Quando tempo demora para que um antidepressivo atue sobre o cérebro e se observem melhorias signific

    Quando tempo demora para que um antidepressivo atue sobre o cérebro e se observem melhorias significativas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    O tempo que leva para um antidepressivo começa a fazer efeito variado de pessoa para pessoa. Geralmente, os efeitos iniciais podem ser apresentados dentro de algumas semanas, mas melhorias significativas podem levar de 4 a 6 semanas de tratamento contínuo para se manifestarem plenamente. É importante lembrar que os antidepressivos afetam cada indivíduo de maneira única, e a dose e o tipo de medicamento podem precisar ser ajustados ao longo do tempo para atender às necessidades específicas. Paciência e comunicação regular com um profissional de saúde são fundamentais durante o processo.


  • Olá, boa tarde. Tenho um problema que após a pandemia, devido ao isolamento social eu "perdi" as min

    Olá, boa tarde. Tenho um problema que após a pandemia, devido ao isolamento social eu "perdi" as minhas habilidades socias. Coisas como conversar, interagir, cumprimentar, se divertir com os outros se tornaram um desafio para mim. Consigo conversar, porém tem um esforço bem grande, as palavras faltam à mente, as vezes corto ou atropelo as palavras, falo baixo e isso está me atrapalhando principalmente no meu curso técnico que ao final preciso apresentar um projeto. Às vezes me pergunto se é só eu que está passando por isso, se tem solução; enfim, eu tenho esperanças e confiança necessária para trabalhar nisso, preciso de algumas instruções ou direcionamento. Agradeço pela atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Olá! É compreensível que o isolamento social possa impactar as habilidades sociais. Esses desafios não são únicos, muitos enfrentam algo semelhante. Há solução! Comece praticando interações sociais pequenas, utilize técnicas de mudança para gerenciar ansiedade e considere terapia para fortalecer suas habilidades. Lembre-se, com tempo e esforço, você pode recuperar sua confiança e conforto nas interações sociais. Mantenha a esperança!


  • Boa noite, tenho 19 anos, minha dúvida é que as vezes me dá uma certa lentidão mental, fico um pouco

    Boa noite, tenho 19 anos, minha dúvida é que as vezes me dá uma certa lentidão mental, fico um pouco tonto,confuso, pensamento meio desorganizado, quase como se fosse uma sonolência, e sinto tbm um leve enjôo. Por ser um sintoma um tanto estanho, gostaria de saber o que poderia ser, sei que é fundamental consultar um profissional, aliás desde minha pré adolescência tenho ansiedade, nunca fui a um psicólogo,isso poderia ter relação com ansiedade? No mais é isso, agradeço se essa dúvida for sanada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Olá! Os sintomas que você descreveu, como lentidão mental, confusão, confusão e desorganização nos pensamentos, podem estar relacionados a várias causas, incluindo ansiedade. A ansiedade pode manifestar sintomas físicos e cognitivos variados. É importante considerar também outros fatores, como estresse, fatores ambientais, falta de sono adequado e até mesmo questões médicas.

    Dado o seu histórico de ansiedade, é possível que esses sintomas estejam relacionados a essa condição. Consultar um profissional de saúde mental, como um psicólogo, seria uma boa ideia para avaliar mais profundamente seus sintomas, histórico e situação atual. Lembre-se de que apenas um profissional de saúde pode fornecer um diagnóstico preciso e orientá-lo especificamente sobre as melhores medidas a serem tomadas.


  • Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato

    Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato de passar pela portaria, passar pelo porteiro toda vez que saio e entro me incomoda, isso seria algum tipo de fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    A sensação de desconforto ao ser observado ou vigiado pode estar relacionada a uma ansiedade social, mas não necessariamente indica uma fobia social. É importante avaliar a intensidade do desconforto, a frequência com que essa preocupação ocorre e como ela afeta sua vida diária. Se a situação causar angústia significativa e interferir em suas atividades normais, é conversar com um psicólogo para obter uma avaliação mais precisa e orientação sobre como lidar com esses sentimentos


  • É possível alguém que nunca teve crises pânico, uma pessoa considerável saudável mentalmente ter um

    É possível alguém que nunca teve crises pânico, uma pessoa considerável saudável mentalmente ter um quadro de crise de pânico e depois nunca mais aparecer outras crises?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, é possível que alguém que nunca teve um histórico de crises de pânico possa experimentar uma crise isolada de pânico e depois não vivenciar mais episódios. As crises de pânico podem ser desencadeadas por situações de estresse extremo, ansiedade intensa ou outras causas temporárias. Uma única crise de pânico não indica necessariamente a presença de um transtorno de ansiedade recorrente. No entanto, se você estiver preocupado ou se as crises persistirem, é aconselhável procurar orientação de um profissional de saúde mental para avaliar a situação e obter apoio adequado.


  • Descobri a borderline tem pouco tempo e desejo muito seguir carreira militar... Descobri que ambos,

    Descobri a borderline tem pouco tempo e desejo muito seguir carreira militar... Descobri que ambos, infelizmente, não se completam, é motivo pra desistir?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Descobrir um diagnóstico como transtorno de personalidade borderline e considerar uma carreira militar pode ser desafiador. No entanto, a relação entre o diagnóstico e a carreira não é necessariamente um obstáculo intransponível. É importante explorar suas motivações e capacidades, bem como apoiar profissionais para desenvolver estratégias de gerenciamento emocional e adaptação. Conversar com um psicólogo ou profissional de saúde mental pode ajudar a avaliar o impacto potencial do diagnóstico na carreira militar e tomar uma decisão informada sobre seu caminho futuro.


  • O psicólogo trata misofonia ? qual melhor abordagem psicólogico pra esse problema?

    O psicólogo trata misofonia ? qual melhor abordagem psicólogico pra esse problema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, um psicólogo pode ajudar no tratamento da misofonia. A abordagem terapêutica mais indicada pode ser a Terapia de Retreinamento Cognitivo (CBT) ou a Terapia de Exposição e Prevenção de Resposta (ERP). Um CBT pode ajudar a reestruturar pensamentos e emoções negativas associadas a gatilhos sonoros, enquanto um ERP visa expor gradualmente uma pessoa a seus desencadeadores, ajudando-a a desenvolver uma resposta emocional mais controlada. Um psicólogo especializado em terapia cognitivo-comportamental ou em tratamento de distúrbios sensoriais pode oferecer orientação personalizada para lidar com a misofonia.


  • É possível sentir crise de ansiedade o tempo inteiro? Eu não consigo me concentrar em nada, fico com

    É possível sentir crise de ansiedade o tempo inteiro? Eu não consigo me concentrar em nada, fico com medo de qualquer coisa e ainda tem a privação de sono.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, é possível sentir uma sensação constante de ansiedade, conhecida como ansiedade generalizada. Pessoas que sofrem desse tipo de ansiedade podem se sentir tensas, preocupadas e apreensivas em relação a diversas situações, muitas vezes sem um motivo específico. Essa ansiedade pode afetar a capacidade de concentração, levar a sintomas físicos como privação de sono, e causar um ciclo de preocupação constante.

    Buscar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, é importante para avaliar e lidar com esses sintomas. A terapia cognitivo-comportamental e outras abordagens terapêuticas podem ser eficazes no tratamento da ansiedade generalizada, ajudando a desenvolver estratégias para gerenciar a ansiedade e melhorar a qualidade de vida. Se os sintomas estão causando desconforto significativo, é recomendável procurar ajuda o quanto antes.


Perguntas frequentes

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